Minha mãe, minha puta 8

No dia seguinte de manhã, vi ela na cozinha preparando um café. Tava com um legging verde justinho, mostrando perfeitamente aquela raba gostosa.Minha mãe, minha puta 8Eu dei bom dia pra ela, mas ela não respondeu. Tava com uma cara séria. Sentei numa cadeira pra comer fruta e ela tava de costas pra mim. Em algum momento ela virou e me viu olhando descaradamente pra aquele rabo dela, comendo com os olhos. Antes de sair de casa pra ir pra academia, passei pelo quarto dela e a porta tava aberta, ela tava arrumando a cama. Enfim, fui pro trampo e não conseguia parar de pensar no que rolou ontem à noite. E tava meio preocupado, tipo, e se ela se afastar mais de mim por causa do que aconteceu?

No meio do dia, liguei pra ela. Ela recusou as duas primeiras chamadas e na terceira atendeu.
— Alô, Héctor, o que foi?
— Cê tá puta comigo?
— O que aconteceu ontem à noite foi muito, muito errado, meu Deus. Você não percebe a gravidade?
— Eu sei que foi errado, mas se nós dois chegamos até aquele ponto, é porque alguma coisa dentro de nós queria isso.
— Não, não, não. O que rolou foi que eu tava muito confusa. Tive um monte de problemas financeiros, com seu pai e também com aquele que você já sabe. Perdi o controle fácil. Você é meu filho. Isso é muito errado.
— Você é minha mãe, mas não vou negar que gostei e acho…
— Shhh, Héctor, não podemos falar disso por telefone. Bom, a gente se vê. Isso precisa ser conversado. Você não pode me ignorar o tempo todo. Em casa vão notar e saber que tem algo rolando. Vamos almoçar. Passo aí em casa daqui a uma hora. Bom, vou te esperar.

Só de ouvir aquela voz e tudo que ela dizia, eu ficava duro que nem sei. Quando cheguei em casa pra buscar ela, ela tava terminando de se arrumar.vadia
gostosa
peitos
bunda grande
vadia
Incesto FamiliarX deus, às vezes passa pela minha cabeça que o que eu sentia e queria com ela era errado, mas ver ela daquele jeito, qualquer um ia ficar com vontade. Já vi muita bunda, mas essa eu gostava mais que todas. Essa me deixava louco. Cheguei e cumprimentei ela com um beijo na bochecha. Segurei ela pela cintura, onde pude sentir a pele dela, e quando nos separamos, passei os dedos roçando no jeans dela, descendo até a metade daquele rabão, e ela não falou nada. Ela tava terminando de arrumar o cabelo, e eu me deitei atrás dela na cama. Pelo espelho, ela me via de vez em quando e olhava como eu tava devorando ela com os olhos. "Essa calça jeans eu gosto muito, fica muito bem em você." "Obrigada, filho. Eu quase não gosto, mas já não tenho muita roupa. As outras calças já rasgaram." "Por que não? Eu adoro. Tão super apertadas." "Haha, obrigada." A gente foi comer. Quando a gente tava saindo no corredor de casa pra ir embora, ela andava na minha frente, e eu, atrás dela, falei que ela tava linda, e que nenhuma mulher era nem metade tão gostosa quanto ela. Minha mãe sorriu e me agradeceu. Eu tentava ser super atencioso com ela. Abria a porta do carro pra ela. Tinha certeza que eu tava doidão por ela. Então, como qualquer mulher, eu tinha que conquistar ela com pequenos detalhes. Era um prazer sair com ela. Todos os homens olhavam pra bunda dela. Quando a gente chegou no restaurante, abri a porta pra ela e puxei a cadeira pra ela sentar. Ela sorria, se sentindo tão mimada. A gente começou a conversar, e ela mencionou que o que aconteceu ontem à noite foi muito errado. Ela tava envergonhada. Não sabia como a gente tinha chegado naquele ponto. Mas pediu, por favor, pra não se repetir. "Bom, acho que nós dois somos adultos. O que aconteceu ontem à noite foi algo errado, mas foi muito gostoso. Sandra, vou ser sincero com você. Eu sei que você é minha mãe, mas eu gosto demais de você. Juro que tento não pensar em você, mas é a única coisa que faço dia e noite. É errado, eu sei muito bem, já me falei isso mil vezes, mas quando te vejo, esqueço tudo. tudo. Seu jeito de se vestir tão sexy o tempo todo, esse corpaço que você sabe muito bem que tem. Tudo. Espero que não leve a mal, não tenho controle sobre o que sinto. Olha, foi muito difícil pra mim te contar isso, mas é o melhor. Assim nós dois sabemos onde estamos. Mas, Héctor, meu amor, eu sou sua mãe e você é meu filho, e eu te amo, não vou te julgar, obrigada por confiar em mim. Juntos vamos dar um jeito nesse problema. Mas, por favor, meu amor, tenta não pensar nisso.

Não falamos muito mais sobre o assunto. Decidimos mudar de conversa. Gostei muito que quase não afetou ela o que rolou entre nós ontem à noite e o que eu disse hoje.

Entre outros papos, ela confessou que meu pai tem sido muito escroto com ela, não dá mais dinheiro e ela estava queimando as economias. Um tio meu, de 55 anos, e o filho dele, meu primo de 33, têm um restaurante bar e ofereceram um trampo de bartender pra ela. Não importava se ela não soubesse fazer um drink, eles ensinavam. Os filhos da puta sabiam como minha mãe era gostosa, um deles queria pegar ela, tinha quase certeza.

Ela me contou que aceitou e que começava em dois dias. Eu, no meu ciúme, falei pra ela não fazer, que se quisesse dinheiro eu dava, mas depois percebi que podia ser a ideia perfeita pra um plano.

Bom, que tal a gente ir fazer compras? Você não vai começar a trabalhar de bartender com roupa feia, olha, depende de você a clientela do lugar. Tem que estar linda.

Hahaha, obrigada, meu amor, mas não tenho dinheiro.

Eu não te perguntei se você tinha dinheiro, vou comprar a roupa pra você, vamos.

Quando já estávamos indo, a garçonete se aproxima da mesa e fala: “Tenham um lindo dia, sua mulher é muito gostosa.” Minha mãe sorriu e me olhou. Eu sorri de volta e respondi pra garçonete: “Eu sei, é o sonho de qualquer homem.”

Minha mãe me olhou corada, e eu também olhei pra ela e sorri enquanto olhava pros lábios dela e mordia o meu. Ela só sorria e baixava o olhar.

Quando eu ia Experimentar calças jeans no provador, fiz uma brincadeira com ela, como se quisesse acompanhá-la até lá dentro e tal. Ela não levou a mal. Talvez fosse porque eu estava comprando roupas pra ela. Passamos pela loja Victoria's Secret, e eu sugeri entrarmos. Falei que compraria lingerie pra ela também. Quando passamos por uma seção de fio dental e tangas, sugeri que aqueles ficariam muito bem nela.

— Meu amor, não gosto, são muito desconfortáveis. Os que você me deu quase não uso. Eu gosto dos de caleçoninho.

— Pois eu acho que não tem nada mais sexy que uma tanga numa mulher. Você não gosta de caleçoninho? Tenho certeza que em você fica espetacular, ainda mais com tudo isso que você tem atrás.

— Haha, Hector, o que a gente conversou ainda agora.

— Haha, desculpa, mas morreria pra ver.

Chegamos em casa. Quando ela estava colocando a chave pra entrar, eu falei:

— Tive um dia maravilhoso com você, a gente devia sair mais vezes pra comer ou tomar algo. Além de que você estava linda e que pra mim era um prazer.

Ela se virou pra mim:

— Haha, obrigada, meu amor, mas não tenho muito dinheiro pra ficar saindo.

— Quem disse que precisa de dinheiro? Eu pago.

— Haha, bom, claro que sim, quando você quiser. Eu também me diverti muito.

Ela se virou de novo, de costas pra mim, pra abrir a porta. Eu, atrás dela, quando ela pegou a maçaneta pra empurrar a porta, passei a mão na cintura dela e puxei ela pra perto de mim, roçando meu pau, que tava duríssimo, naquele rabão. Ela não falou nada, porque a porta já tava aberta. Só disse baixinho:

— Hector, o que a gente conversou...

Mas em nenhum momento soou com tom de raiva.

Aquela noite não consegui dormir, parecia que tinha tomado Viagra, porque fiquei duríssimo só de pensar nela. Muitas ideias passavam pela minha cabeça. Umas 3 da manhã, com a insônia que tava por pensar nela, ouvi ela sair pro banheiro. Reconheci os passos dela, então tirei a cueca e fingi que também tava indo ao banheiro. Esperei ela sair do banheiro pra sair do meu quarto e fazer parecer que foi coincidência a gente se trombar no corredor. Corredor. A luz da lua entrava pela janela dando uma iluminada, e isso deixava bem visível meu corpo nu e minha pica dura. Sandra: Hector, por que você não dorme? Eu: Tava dormindo, mas tive que mijar. Aliás, nossa, que gostosa essa pijama. Enquanto me aproximava dela, olhando ela de cima a baixo.incestoEu: Nossa, até perdi o sono. Mas tipo, esse pijama é muito curto, hein. Meu pai deve ser o homem mais sortudo do mundo. Enquanto falava isso, fui chegando perto dela e, com o dedo, brincando, tentei desamarrar o cordão do shortinho de pijama dela. Sandra: Seu pai não sabe o que tem. Eu: Pois é, que pena pra mim… Ela me interrompe * Sandra: E por que você tá sem roupa? Se cobre. Eu: Não sabia que tinha alguém aqui. *Desamarrei o short dela* Sandra: O que você tá fazendo? Eu: Shhh, não vê que podem nos ouvir? Sandra: Mas… Eu: Shhh, calma, que podem nos escutar e vai ficar feio se alguém aparecer. Tô pelado, vão pensar mal. Sandra: É que isso é errado. Muito errado. Cheguei mais perto e encostei ela no meu corpo, segurando ela pela cintura com a mão. Eu: Não é errado, não. Pra mim não parece errado. Beijei ela e senti os lábios dela, mas ela se mexeu, queria falar alguma coisa, mas eu beijei de novo. Segurei a cintura dela mais forte, puxando ela pra mim pra ela não se mexer. No começo ela resistiu, mas quando viu que eu tava no controle da situação, cedeu e abriu a boca pra me beijar. Quando vi que ela topou, resolvi descer a mão da cintura pra aquela bunda enorme. Aí ela parou de me beijar e pediu pra eu parar. Mas eu não soltei. Pelo contrário, com a outra mão peguei a mão dela e guiei pro meu pau. Ela não hesitou em pegar e apertar. Beijei ela de novo, e ela começou a mover a mão, masturbando meu pau devagar. Eu: Vem. Sandra: Não, pra onde? Eu: Shhh, pro banheiro, aqui podem nos ver. Sandra: Não, como assim, isso é loucura. Hector, não… Peguei a mão dela e levei ela pro banheiro, andando bem devagar. Fechei a porta e encostei ela na parede, devorando ela de beijos. Tava muito tesudo. Agarrei aquela bunda e beijei o pescoço dela igual um louco. Ela só se mexia, gostando, e soltava uns gemidinhos bem baixinhos, pedindo pra eu parar num tom de voz muito sexy. Eu sabia que era arriscado pra caralho, mas tava super excitado. Peguei a mão dela de novo e levei ela até o vaso sanitário. Sentei ela. Aí eu parei na frente dela. Minha mãe olhou pra cima.
Sandra: Héctor, não é sobre o que a gente conversou.
Eu: Não tem problema. Não aguentei.

Peguei meu pau e coloquei na boca dela. Ela olhou pra cima de novo e depois pro meu pau. Deu uma cuspida e começou a chupar. Me fez o boquete mais gostoso que já recebi. Passava a língua em círculo ao redor da cabeça e depois enfiava tudo. Usava as mãos. Era uma expert em chupar.

Tirei da boca dela e levantei ela. Beijei ela e, com as mãos, tentei abaixar o short dela.
Eu: Vira.
Sandra: Não, Héctor, isso já é arriscado demais. Já chega.
Eu: Não tem problema, ninguém vai sair.
Sandra: Vão sim, e vão nos ver. Essa não é a hora.

Tentei virar ela, mas ela não deixou. Saiu do banheiro e eu não quis segui-la porque aí sim faríamos muito barulho e seríamos pegos.

5 comentários - Minha mãe, minha puta 8

69lune
Muy bueno bro... espero continuación.
Lo máximo hermano espero la siguiente parte