
Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net.
como sempre agradeço a todos os meus leitores e leitoras pela boa energia. e dar boas-vindas aos novatos.
como sempre falo pra colaborar.
Conheci a Mora Cuadro, era namorada do meu primo. Quando eles terminaram, ela e eu continuamos amigos.
Foi aí que tive a chance de foder com ela.
Além de ser muito gostosa, ela fode como os deuses.
Nunca entendi como o idiota do meu amigo perdeu ela por não transar com ela.
Adoro foder com ela e, uma vez na confiança, perguntei onde ela aprendeu a foder tão bem.
Ela me contou a história e deixou eu publicar.
E aqui compartilho com vocês.
Sem mais delongas, vamos começar.
Ela é a Mora, uma morena divina, de pele branca, com peitos lindos, cinturona e uma bunda maravilhosa.
Aqui vai uma foto pra vocês verem que não tô mentindo.
A história dela começa assim.Entre meu Tio e meu Avô, eles me ensinam tudo que uma garota precisa saber.Eu fui criada numa casa patriarcal. A gente morava numa casa enorme onde meu vovô e meus tios eram os homens da casa.
Minha mãe, minha irmã e eu tínhamos nossos quartos.
Também morava um primo, o único filho do meu tio.
Éramos uma família muito unida.
Meu avô sempre impunha a disciplina em casa.
Mas como eu era a mais nova, não era tão submissa.
Sempre fui uma garota muito curiosa. Mas nunca me meti em coisas estranhas que chamavam minha atenção dentro de casa.
Meu primo Gustavo era tão curioso quanto eu.
Vivia fuçando o baú do meu avô, onde ele guardava as revistas pornôs dele.
Lá eu via mulheres chupando paus e se fodendo. Meu primo sempre me dizia que era coisa de adulto e que eu nunca contasse pra ninguém.
Como ele era mais velho que eu, eu não respondia, ele só falava o que era e pronto.
Um dia, saí mais cedo da escola. Cheguei em casa antes do normal.
Subi as escadas pro meu quarto e, ao passar pelo quarto do meu primo, vi a porta meio aberta. Olhei pra dentro pra dar um oi e levei um susto do caralho.
Vi com toda clareza meu primo ajoelhado, chupando o pau do meu Tio.
Não me escandaliza, porque eu sabia o que estava fazendo. Mas me surpreendeu ver um homem chupando o pau de outro.
Isso eu não sabia, então me causou bastante estranheza.
Como nas revistas do meu avô só as mulheres faziam isso, pensei que os homens não faziam.
Sem dar muita importância ao que tinha visto, e sem interromper, saí de lá sem que eles notassem minha presença.
Me tranquei no meu quarto.
Mais tarde, encontro meu primo olhando uma das revistas do meu avô no quarto.
Ao ver que estava sozinho,
falei com meu primo e perguntei sobre o que tinha visto.
Gustavo: Sério mesmo que me viu chupando pau? hahaha.
É, às vezes meu pai me pede pra fazer isso.
São momentos muito especiais entre pai e filho.
Não tem nada de errado, priminha, é a coisa mais gostosa do mundo, você devia provar também.
Mora: Sério? Não fazia ideia de que isso era gostoso, aliás, nem sabia que dava pra fazer.
Pensei que fosse coisa das revistas do avô.
Gustavo: É como eu tô falando, além disso, meu pai tem um pau divino.
É duro e macio.
Mora: Sério? Não consegui ver, você tava com ele todo na boca.
Gustavo: Isso mesmo, quando eu crescer vou poder deixar chuparem meu pau.
Igual eu faço com ele.
Mas se você quiser provar, é só eu falar com meu pai que você também quer provar, ou você pode falar.
Mora: Sério? Você acha que ele vai querer?
Não, eu não tenho coragem.
Gustavo: Eu pergunto e pronto, não sei o que ele vai dizer, mas pergunto por você.
Mas... isso sim: se ele te ensinar, quero que me conte tudo.
Mora: Ok, prometido...
Foi assim que essa conversa rolou entre nós, como se estivéssemos falando de qualquer outra coisa.
Assim era a nossa família, tudo fazíamos com muita naturalidade.
Assim era na nossa casa.
No dia seguinte, quando cheguei da escola, encontrei meu Tio.
Jorge: Oi, morita, como você tá?
Como foi a escola? Você está Indo bem?
Estranhei ele ter falado comigo tão atencioso. Mas tudo bem.
Mora: Oi tio, estou muito bem, obrigada por perguntar.
Muito bem na escola e tenho notas muito boas.
Jorge: Que bom, as boas notas são muito importantes.
Significa que você quer aprender e, falando nisso...
Ontem falei com meu filho e ele me contou o que você queria. Só quero confirmar com você, gata, pra não ter mal-entendidos.
Mora: Sim, tio, espero que não te incomode.
Sei que é coisa de pai e filho, mas não sei.
Talvez eu também pudesse aprender ou esperar que meu pai me ensinasse.
Jorge: Você é parte da família, Morita, e eu, como na escola, vou te ensinar tudo o que quiser.
Se seu pai não te ensinou, eu te ensino.
Bom, larga a mochila. Dá um oi pra sua mãe, que está na cozinha te esperando pra comer.
Quando terminar, me espera no meu quarto, ok?
Não bate na porta, entra direto.
Mora: Sim, tio, passo lá pra te ver. Não demoro muito.
Nos despedimos com um beijo, subi correndo as escadas. Larguei a mochila.
Cumprimentei minha mãe e comi quase sem falar.
A ansiedade pra provar aquela delícia que meu primo me falou me fez comer sem enrolação.
Escovei os dentes.
Com passos leves, atravessei o jardim de inverno até o corredor que levava ao quarto do meu tio.
Como ele me instruiu, entrei sem bater.
Mora: Oi tio, você está? Já cheguei.
Espero não ter demorado muito.
Jorge: Entra, minha menina. Não, nada disso... Você foi rápida.
Dá pra ver que tá afim de aprender.
Ele estava deitado, meio sentado na cama, vendo TV.
Com o pau à mostra, só de cueca.
Me aproximei, sentei na cama ao lado dele e dei um beijo na bochecha como saudação.
Me mostrei o mais decidida que pude.
Ele acariciou meu rosto e retribuiu o cumprimento com um beijo na boca, uns selinhos meio molhados.
Pegou minha mão e colocou sobre o volume dele. E sem me soltar, me guiou como fazer.
Jorge: Seus beijos são muito doces...
Assim a gente vai se beijar quando estiver sozinhos.
Acaricia ele, gata. Isso é necessário antes de começar.
Sim, Tio, respondi rápido.
Comecei a esfregar o pau dele com uma mão, depois com a outra, depois com as duas, e fiquei assim um tempão.
Sempre seguindo os pedidos dele.
Acariciando o volume dele.
De repente, senti que começava a crescer e a ficar dura. Sem dizer uma palavra, tirou a cueca e ficou completamente pelado.
Era a primeira vez que via um de verdade.
-
Jorge: Continua assim, gata, você tá mandando muito bem, amor.
Adoro suas mãozinhas macias e pequenininhas. hummm...
Mora: Valeu, Tio, de verdade tô indo bem?
Seu pau também é bem macio e bem durinho também.
E fiquei acariciando ele assim até que tava toda dura e bem ereta. Senti saindo um pouco de sumo da ponta.
Sem mais, peguei com os dedos e comecei a brincar com aquilo, vi que era tipo aguinha, mas meio pegajosa.
Ele pediu pra eu passar na cabeça e provar direto da porra.
Levei os dedos à boca.
Que delícia o gosto dos sucos dele. Era salgadinho, mas eu gostei.
E me lembrei das palavras do meu primo.
Jorge: mmm... se chupar todo o suquinho mmm... tua língua é uma delícia. mmm... Agora sim, gatinha, já pode começar, chupa ela toda.
isso, assim como chupando um sorvete... mmm...
Mora: seu suquinho é muito tasty.
— Cê gostou, Tio?
Comecei a chupar ela igual um sorvete de casquinha. Mas no lugar do sorvete era uma porra de pau.
Lembrei do que meu primo tinha falado, e era verdade: tinha um gosto delicioso.
Sentir aquele pedaço de carne quente pulsando dentro da minha boca era algo novo e desconhecido pra mim.
Era uma sensação e um gosto totalmente deliciosos. Como é que eu nunca tinha experimentado algo assim?
Jorge: Cê tá gostando, sobrinha. Tô vendo que cê tá saboreando bem.
Mora: Sim, Tio, adoro, valeu.
Não sei como você não me pediu isso antes. Só agora.
Tanto tempo que eu podia ter aproveitado isso.
Jorge: Eu tava morrendo de vontade, gatinha, mas cê era muito nova e eu não sabia como ia reagir.
Se eu soubesse...
Mora: Viu só? Reagi bem, e cê não sabe como agradeço, Tio.
Jorge: Fico feliz em ouvir isso, Morita...
já que tenho muitas outras coisas pra te ensinar.
mmm... tanta coisa, igual na escola.
Mora: Sério, Tio? Que tipo de coisa?
Jorge: Cê vai saber na hora certa, gatinha.
Temos que ir com calma, essa é sua primeira lição e cê tá mandando muito bem.
mmm... já tô quase gozando.
Faz mais rápido, e quando eu jorrar toda minha porra, cê engole tudinho?
Mora: Sim, Tio, vou tomar seu leite?
Não entendi direito aquilo, mas...
Então, seguindo as instruções do meu Tio, fiquei chupando ele por um bom tempo.
Pra falar a verdade, eu saboreava aquilo com o maior gosto, era muito tasty.
Obedeci e, com as duas mãos, comecei a puxar mais e mais rápido enquanto chupava aquele pauzão.
Até que senti ele se contorcer e, me segurando pela cabeça, enfiou ele todinho na minha boca e me encheu com aquela porra grossa, abundante e deliciosa.
Como meu tio mandou, engoli tudo.
Não foi fácil, porque era muita porra e bem grossa, mas consegui. a ajuda dela que me chupava a boca, me fez chupar ela por um bom tempo deixando na minha boca o gosto de porra e de pau até perder a ereção.
Jorge: E aí, o que você achou? Gostou de chupar pau? Era o que você esperava?
Mora: Sim, tio, hmm...
Eu não sabia que você podia gozar na minha boca.
O gosto é estranho, mas eu gostei.
Tô morrendo de vontade de saber o que mais eu tava perdendo.
Jorge: Tudo no seu tempo, sobrinha.
Já já vai ter tempo pra aprender.
Só ter paciência que você vai aprender muito mais.
Ele me deu um beijo na testa e, dando um tapa na minha bunda, falou: "Bom, vai fazer suas coisas.
Depois eu te busco, tá?
Agora o tio precisa descansar."
Me despedi com um beijo e deixei meu tio descansar.
Feliz e maravilhada com o que fiz, fiquei pensando.
Enquanto ia pro meu quarto, morrendo de vontade de contar pro meu primo
como foi maravilhoso.
Meu primo tinha tanta razão.
Quando ouvi os passos dele chegando da escola,
fui encontrar ele.
Mora: Ai, primo, estive com seu pai.
Agora entendo tudo o que você me contou.
Foi maravilhoso provar, e como você disse, é delicioso, e o gozo dele nem te conto.
Valeu por me dar a dica e pedir pra ele me ensinar também.
A gente conversou como se nada.
Mas quando eu contava, o pau dele ficava duro também.
Como fiz com meu tio, comecei a tocar nele.
Não tinha comparação, o do meu primo era menor.
Mas tão duro quanto o do pai dele.
Ele não esperava, mas chupei o pau dele um pouquinho e ele gozou na minha boca.
Foi bem rapidinho, mas gostoso também.
Gustavo: Uau... prima, que gostoso foi...Sempre fiz isso sozinho, mas você fazer em mim... hummm...
Nossa, adorei...
Foi assim que você chupou o do meu pai?
Mora: É, viu? Agora não precisa mais esperar crescer.
Foi assim que agradeci, dando uma chupada gostosa no pau dele também, por ter me passado a dica. Kkkk.
Desde então, fiquei eternamente grata.
Pra ser sincera, gostei muito mais do pau do meu tio,
então fiquei pensando como seriam os paus do meu pai e do meu avô.
Decidi investigar. Quando tiver tempo.
No dia seguinte, meu tio trabalhou à tarde e não pude vê-lo.
Mas quando ele chegou, eu esperava ansiosa.
Ele disse pra esperar até a noite.
Depois de jantar, ele se aproximou e falou: "Quando todo mundo dormir,
vai no meu quarto me visitar, como ontem, não bate na porta."
Aceitei de boa, já que sabia o que me esperava.
Então, me apresentei de novo no quarto do meu tio.
Dessa vez, ele estava totalmente pelado e com o pau meio duro.
Imaginei que já estava criando expectativa do que ia rolar comigo.
Ele pediu pra eu tirar toda a roupa, e eu fiz enquanto ele me olhava.
Fiquei peladinha na beira da cama.
Quando terminou de admirar meu corpo nu, mandou eu deitar do lado dele.
Assim fiz, ele ficou um pouco por cima de mim,
mas sem se apoiar totalmente, mais se escorando na cama com um braço.
Pediu pra eu pegar no pau dele e começar a esfregar como da outra vez, e eu fiz.
Comecei a masturbar o pau dele, e ele se inclinou um pouco, pegou meu rosto com uma mão e me deu um beijão na boca.
Me assustei, mas senti tão gostoso ele meter a língua que fiquei paradinha e, sem pensar muito, comecei a meter língua também.
Que gostoso que era aquilo.
Era algo novo pra mim, e decidi aproveitar.
De repente, ele começou a passar a mão nos meus peitos, que delícia sentir a mão quente dele, adorei na hora. carícias, acompanhadas dos beijos dele.
Senti meus mamilos endurecerem e ficarem bem durinhos, então quando ele também percebeu, começou a chupá-los e passar a língua neles.
Mora: Ah... que delícia... tio...mmm... sim... adoro isso... mais... mais...
Só de ficar um pouquinho do lado do meu tio, já estava experimentando coisas novas e maravilhosas.
Mas pra minha sorte, aquilo era só o começo.
Enquanto eu curtia o boquete nos peitos que meu tio tava me dando, eu só suspirava e me contorcia, ao mesmo tempo que esfregava mais e mais o pauzão dele.
Logo senti ele começar a acariciar minhas pernas, especialmente as coxas por dentro.
Adorava sentir a mão quente dele percorrendo minha pele.
Eu, sem consciência, mas com meus instintos animais bem despertos, automaticamente abri as pernas, deixando minha buceta à mostra, oferecendo ela pro meu tio fazer tudo que quisesse.
Naquele momento, eu já tava pronta pra tudo. De algum jeito, entendi que as carícias do meu tio já tinham me deixado super excitada.
Era a primeira vez que me sentia assim... e eu amei. Então deixei ele fazer.
A próxima coisa que ele fez foi começar a esfregar minha xereca com a mão.
Depois começou a explorar lá dentro com os dedos. Ele e eu percebemos na hora que eu já estava toda ensopada. Então ele esfregou meu clitóris e enfiou os dedos bem fundo.
Um ardor percorreu meu corpo inteiro.
Minha virgindade tinha se rompido para sempre.
Enquanto eu curtia as carícias do meu Tio.
Eu fechava as pernas apertando a mão dele pra sentir melhor e acalmar aquele ardor. Depois abria o máximo que podia pra sentir mais prazer. Essa brincadeira me deixava louca de tesão.
Enquanto isso, eu continuava esfregando a rola dele e recebendo os beijos na boca, de língua.
Eu tava nas nuvens, flutuando de prazer.
Quando ele achou que era hora, do nada meu Tio começou a dedilhar minha buceta. Forte, me fazendo gozar em orgasmos múltiplos violentos.
Eu me contorcia de prazer enquanto meus fluidos não paravam de jorrar.
Ele montou em cima de mim apoiado nos joelhos, abriu minhas pernas colocando elas nos ombros dele e enfiou a rola bem devagar, mas bem fundo, metendo ela toda na minha buceta.
Eu não aguentei tanto prazer e gozei de novo, soltando orgasmos incrivelmente molhados e barulhentos.
Assim ele me comeu por um bom tempo até se contorcer como da outra vez,
acho que dessa vez foi mais intenso, até se esvaziar completamente dentro de mim, explodindo, gozando e me enchendo por completo.
Mora: Uau... tio, como aproveitei aquela trepada gostosa, hmm... parece que meu coração vai sair pela boca. Ufa...
como assim ninguém nunca me falou disso, se é uma coisa tão maravilhosa?
Jorge: Você é incrível, bebê. Hmm, aguentou uma foda daquelas.
Você manda muito bem,
muito melhor que sua mãe e sua irmã, e olha que isso já é um baita elogio, sabia?
Mora: Minha mãe e minha irmã fazem a mesma coisa, tio?
Jorge: Claro, coração. Somos uma família muito unida e assim a gente se ajuda com nosso prazer.
Só que você ainda precisava crescer.
Mora: Uau... não sabia. Valeu, Tio. Eu também adorei pra caralho.
Jorge: Você ainda tem um monte pra aprender, mas desde já posso te garantir que vai virar uma puta incrível.
Você é a coisa mais gostosa que eu já vi.
Mora: Valeu, Tio. Fico feliz que você me ensina a ser melhor.
Saí do quarto do meu tio sem fazer barulho e fui pro meu quarto.
Minha buceta ainda escorria o gozo do meu tio.
Fui no banheiro, limpei a buceta e joguei a calcinha na máquina de lavar, e fui dormir.
No dia seguinte, minha mãe me disse:
Mãe: Que merda você aprontou agora, mocinha?
Seu avô falou que, quando você terminar de comer, precisa falar com você.
Mora: Nada, mãe. Me comportei. Não fiz nada de errado.
Não sei o que ele quer.
Mãe: Ok. Melhor assim. Vai lá depois e fala com ele, não esquece.
Eu tenho que ir ao médico com sua irmã.
Depois de comer, escovei os dentes e não tinha ninguém em casa.
Não sabia se ia ou não, porque talvez ele estivesse dormindo.
Mas como minha mãe mandou eu ir e não esquecer, fui.
Atravessei o quintal e passei pelo quarto do meu tio, mas ele estava trabalhando.
No fundo do corredor, cheguei no quarto do meu Avô.
Bati na porta.
Avô: Quem é?
Mora: Desculpa, vô, você tava dormindo?
Mamãe disse que você precisava de mim.
Avô: Não, querida, entra. Entra...
Tava te esperando.
Entrei no quarto.
Meu avô estava sentado numa poltrona na frente da cama. lendo um livro.
ela tirou os óculos e me pediu pra sentar do lado dela enquanto também deixava o livro numa mesinha.
eu sentei sem saber o que esperar.
Mora: sim vô... tô aqui, o que cê precisava?
fiz alguma coisa errada?
Avô: não, me diz você?
queria te parabenizar primeiro porque sua mãe me disse que você tá indo muito bem na escola.
mas ontem bem tarde da noite eu vi você saindo do quarto do seu Tio.
Mora: Sim Vô, obrigada, gosto de ir pra escola, aprendo muito.
sim, ontem meu Tio tava me ensinando umas coisas que eu não sabia até agora e como eu gosto de aprender.
Avô: É? Que tipo de coisas, nenenzinha?
Mora: Bem, ele me ensinou a chupar a pica dele, Vô.
Avô: Ah é? E você gostou de fazer isso?
Mora: Uii... sim, Vô, amei, cê nem imagina.
não sabia como era gostoso e eu não sabia.
mas isso não é errado, né?
Avô: não tem nada de errado, coração.
Só queria saber.
É muito bom aprender coisas novas, te parabenizo de novo.
Gostaria de me ensinar o que você aprendeu?
vamos ver como você chupa gostoso?
Mora: Obrigada... Claro que sim, Vô, se você quiser, eu com todo prazer.
cê sabe o quanto eu te amo. quer que eu faça agora?
Avô: Sim, eu sei, nenenzinha, e eu também te amo muito.
sim, por que não aproveitar que a gente tá aqui?
Vamos ver, me mostra.
como eu fiz com meu tio, coloquei minha mão no volume do meu avô e comecei a acariciar. de meia-bomba foi ficando aos poucos mais dura.
Dito e feito, meu vô baixou as calças e eu fiquei de boca aberta.
Não dava pra acreditar no tamanho da pica que meu Avô tinha, e isso que dava pra ver que ainda não tava totalmente dura.
Na hora eu soube que ia adorar fazer isso com o vovô, então me preparei pra pegar na pica dele e começar a chupar.
Com minhas mãos e boca bem cheia, já tava endurecendo pro meu Vô. Ele tinha uma pika descomunal, algo que nem em sonhos eu imaginava.
Então me preparei pra aproveitar ela o máximo que desse.
Como saboreei a cabeçona enorme dele.
Caramba, tava curtindo pra caralho, ele fazia eu acariciar os ovos dele, e ele também tava me ensinando.
Lambia o tronco inteiro, chupava a cabeça, eu tava adorando a porra da pika gostosa dele.
Mora: Cê gosta do jeito que eu faço, vô...
Uii... seu suquinho é tão gostoso quanto o do meu tio.
Com certeza vou adorar seu leite também... mmm
Vô: Mmm... sim, minha pequena, adoro como sua boquinha tão pequena mama minha pika. Mmm...
Você é uma menina muito boa e te amo muito...
Mmm... sim, o leite vai te encantar... mmm...
Chupei ela por um tempão, quando eu cansava, meu avô mexia, metendo e tirando a pika pra eu não parar.
Daí a pouco ele pediu pra eu acelerar as chupadas e os movimentos das mãos.
Fiz isso, ele começou a se mexer bem rápido.
Sabendo o que vinha, juntei bastante saliva já preparada.
Ele explodiu num orgasmo foda dentro da minha boca.
Assim que senti os espasmos da pika dele e o leite quente e abundante, comecei a engolir tudinho, com ajuda da minha saliva deslizou muito melhor pela minha garganta. Continuei chupando até deixar a pika bem limpinha.
Vô: Você é uma verdadeira putinha pervertida, faz maravilhosamente bem, neném, nunca imaginei que você fosse capaz de fazer algo tão delicioso, foi incrível.
Se eu soubesse, teria pedido há muito tempo.
Mora: Valeu, Vô... seu leite é uma delícia.
Adoro ser uma putinha pervertida pra você.
Quando quiser que eu chupe, por favor me pede.
Vô: A verdade é que você me surpreendeu, chupa muito mais gostoso que sua mãe e sua irmã, e isso já é muito dizer, neném, elas são umas putas pervertidas das melhores, mas acho que você vai deixar elas pra trás em pouco tempo, te juro. garanto.
vou te pedir isso mais vezes mesmo. obrigada.
Mora: Obrigada, Vô... vovô, e a mamãe e minha irmã também passaram por isso?
porque ninguém me contou também.
o tio me disse que sim e que eu ainda tinha muito que aprender.
Vovô: claro, todos nós nos amamos muito.
não tem nada de errado em dar love.
Somos uma família linda, muito amorosa e unida.
Vai, não para de aprender com seu Tio, depois vem me contar seus progressos.
Mora: Sim, Vô, eu sei, somos uma família que se ama.
obrigada, vou te contar cada progresso que tiver.
Vovô: Aliás, seu primo também chupa muito gostoso, mas não chega nem perto de você.
mas me mantenha informado, quero saber todos os seus avanços.
Mora: Sério? Obrigada, Vô.
sim, vou te contar tudo.
No dia seguinte, meu Tio pediu que eu fosse ao quarto dele, dizendo que tinha coisas novas pra me ensinar.
Então, assim que deu a hora que ele sugeriu.
Corri logo pra ir até o quarto do meu tio.
Como da outra vez, ele me beijou e me apalpou toda, me deixando tão tesuda que até me deu um orgasmo do caralho só com carícias e enfiando os dedos.
Depois de uma trepada violenta, que durou horas de prazer.
Com meus próprios fluidos, lubrifiquei meu cu e ele se divertiu um bom tempo com ele.
Brincando com meu buraquinho.
Massageava, era uma delícia, não vou negar. Ele preparou,
e bem devagar enfiou o dedo indicador.
Foi uma sensação estranha e dolorosa. Que me fez pular de susto.
Mora: ai... tio não.... isso dói pra caralho ui.... minha bunda tá ardendo.... não gostei disso.....
Jorge: você não queria aprender?
se não aguenta um pouco de dor, não posso te ensinar tudo que sei.
Mora: é que eu quero aprender, mas isso dói.
minha mãe gosta disso??....
Jorge: sua mãe gosta, sim, mas sua irmã gosta mais.
mas se você não quer aprender, a gente para por aqui.
uma pena.
Pensei por um segundo, mas ao ver a decepção do meu tio,
tinha que evitar que ele ficasse puto e me deixasse sem o amor da família e sem ele me ensinar.
Mas o dedo dele, comprido e grosso, me fazia duvidar.
Criei coragem, olhei pra ele e falei:
Mora: então, tio, não fica bravo, tá?
é dolorido, mas se você quiser, a gente tenta de novo.
Só que devagar. Dói pra caramba.
Jorge: calma, fica tranquila. Tenho uma parada que talvez ajude mais que seus sucos.
Ele trouxe um pote com uma creme transparente.
E passou em toda a minha bunda.
E aos poucos foi enfiando.
Dava pra sentir a primeira falange entrando.
Ele enfiava e tirava, era estranho e dolorido, mas suportável.
A dor começou a ficar forte quando senti a segunda falange.
Mas não aguentei.
Ficou me dedando assim. Pra, segundo ele, facilitar na hora de me foder.
Naquele momento, não entendi o que ele queria dizer, mas, como sempre, me deixei levar.
Quando ele achou que era a hora, me colocou de joelhos, de quatro, e abriu bem minhas pernas, se ajeitou atrás de mim e começou a meter o pau no meu cu.
Eu dei um pulo de susto e de dor, e tentei me soltar.
Ele me segurou firme.
Me acalmou, dizendo que só ia doer no começo, igual com o dedo. Que meu corpo ia se acostumar, mas que depois até eu mesma ia pedir por mais.
Na hora, duvidei muito do que ele falava, porque o filho da puta tava me matando de verdade.
Sentia uma dor do caralho, mas como confiava tanto nele, resolvi obedecer e ficar bem quietinha com o pau dele enfiado só até a ponta.
Ele tirava e enfiava, cada vez mais lubrificava cada vez mais.
Logo a dor foi sumindo, mal eu disse isso, ele se apressou a enfiar mais um pedaço da pica aos poucos, conforme eu fosse aguentando.
Depois de um tempo, comecei a gostar e me mexia igual uma puta vagabunda pedindo por mais e mais, exatamente como meu Tio tinha garantido.
Jorge: passou a dor, né?
mmm... sinto que você já tá curtindo, sua puta.
sua bunda é bem apertada e é uma delícia.
Mora: sim... tio, é verdade. já não dói tanto, mas custou pra me acostumar.
mas é gostoso... mmm... a...
agora sim... mmm...
Ao ver que a puta dele já tava à disposição, sem mais delongas enfiou tudo até as bolas baterem na minha bunda, aí sim eu comecei a me mexer desesperada, queria mais e mais pica dentro do meu cu.
Meu Tio me comia feito um louco.
Os minutos e os segundos passaram, e meu cuzinho se enchia de pau que entrava e saía sem parar. Se movendo rápido, metendo e tirando, até que, como ele sempre fazia, se convulsionou pra caralho, jorrando jatos de porra dentro de mim.Mora: ai... tio sim... ah... ha... ah... mmm... ufs... meu deus, teu pau tá muito quente... mmm...
Jorge: mmm... a... garota, você gosta de porra no cu... a... que delícia tua bunda...
Que gostoso era sentir toda aquela porra quente entrando por trás, era uma sensação das mais gostosas. Me mexi um pouco mais. Era como se meu cuzinho não conseguisse parar de sentir aquele pau pulsante me bombando.
Nós dois, casados, desabamos na cama. Nós dois pensamos que já era suficiente por aquele dia. Ele ficou deitado sobre mim, com o pau ainda dentro, pra descansar um pouco e nos recuperar. Quando ele tirou, a sensação foi linda. Caímos no sono abraçados e pelados.
No dia seguinte, minha bunda ainda doía, mas eu adorava a sensação no meu corpo todo fodido. Enquanto tomava café, encontrei meu vovô na cozinha. Quando ficamos sozinhos.
Avô: morita, ontem te vi entrar no quarto do Jorge, mas não te vi sair. Aprendeu algo novo?
Mora: uai, sim, vovô, tenho muita coisa pra te contar. Passei a noite com o tio. Ele me ensinou mais coisas. Se quiser, te conto hoje à noite, quer?
Avô: mmm... ok... quando todo mundo dormir, passa lá. Assim você me conta tudo.
Ele me deu um beijo de língua bem quente enquanto apalpava um peito meu. Sem antes dizer: já quero que a noite chegue.
Quando a noite chegou, vi com surpresa minha irmã entrando no quarto do meu tio, sem que ela me visse. Entrei no quarto do meu avô pra contar meus avanços nos ensinamentos do meu tio.
Meu avô tava ansioso pra eu contar meus avanços. O que ele não sabia é que eu não era só uma boa aluna cabeça. Mas também que meu amado tio já tinha me fodido por completo. Meu vovô. Ela me recebeu com beijos e muita apalpação, algo que realmente me deixou excitado.
Enquanto eu, aos poucos, ia soltando a língua.
Depois de chupar ela por um bom tempo, contei que meu filho já tinha me comido.
Avô: Já te comeu, que bom...
Me conta, gostou do foda?
Mora: Sim, vô... adorei, o tio me comeu duas vezes.
Avô: Uau, como eu adoraria te comer, gostosa.
Você gostaria que eu te comesse também?
Mora: Ah... vovô, é que sua pica é enorme, acho que não vai entrar.
Você acha que dá, vô?
Avô: Mas claro que sim.
Se você quiser, óbvio que vai entrar.
Vamos ver, deita aí e vamos testar.
Eu me deitei e abri minhas pernas. Enquanto isso, olhava a pica enorme do meu vovô.
Meu avô trouxe uma garrafa com um gel líquido parecido com o que meu tio trouxe pra me comer o cuzinho.
O que eu não esperava foi o que ele fez antes.
Primeiro, ele me deu uma chupada na buceta que me fez gozar pra caralho.
Mora: aih.... vovozinho mmm.... o que cê tá fazendo??ufs.... que prazer...mmm.... ah...ha...a.......
Vovô: mmm... que buceta gostosa cê tem....
mmm.... adoro chupar sua buceta.....
meu filho não chupa ela pra você?... mmm.....
Mora: aih.... mmm... deus... cê não é o primeiro vovozinho....
a.... mmm.... sim....to gostando to gostando....
Vovô: mmm... que bom finalmente to te ensinando algo novo....
depois banho com aquele óleo na minha buceta.
enfiava os dedos e me comia gostoso com eles.
perdi um pouco daquele óleo e com minhas mãos passei bastante.
a piroca dura do meu vovô ficou toda molhada e brilhando.
a porra do pauzão dele se enfiou entre minhas pernas.
aberta pela rola do meu tio e pelos dedos grossos do meu vovô.
relaxei e pensei: esse pauzão vai me partir no meio.
o vovô foi empurrando até conseguir enfiar um pouco.
e depois mais um pouco. enquanto eu gritava sentindo aquilo me perfurar.
Mora: a... ai... vovô... ai... teu pau enorme e grosso tá me matando, ai...
ha... ha... ah...
não... vai me rasgar...
Vovô: calma, neném, o vovô vai te foder...
você é bem apertadinha, mas a sua buceta vai engolir tudo. a...
que buceta linda, a...
O velho metia mais e mais. até que minha buceta se moldava à enormidade dele.
depois me levou pro sofá e me sentou em cima dele.
eu cavalgava no colo do meu vovô.
tendo um orgasmo atrás do outro.
Ele me levava pra lá e pra cá enfiada na pica dele. Me comeu no quarto inteiro e em milhares de posições.
A pica dele não me causava mais dor, só prazer.
mas quando ele me colocou de quatro descobriu uma surpresa gostosa pra ele. sim, meu cu recém-aberto pelo meu tio.
Avô: que yummy slut você é, nenita....
essa bunda já tá aberta e você não me contou.
Mora: ah.... vô... você não me deu tempo de contar.
sim, seu filho me comeu ontem....
mas não posso te dar.
seu pau é muito grande. se o do tio doeu, o seu vai me matar.....
enquanto ele enchia minha buceta de pau.
o dedão dele ensopado de óleo. começou a comer meu cu.
De novo a dor e aquela sensação horrível.Ele me deitou de costas pra ele e se colocou atrás de mim.
Me mandou parar com aquela bundinha minúscula e abrir as pernas.
Depois de me lubrificar bem com o óleo, eu falava com ele.
Ele meteu o pauzão enorme dele.
Assim que senti a cabeça dentro do meu cu, uma dor percorreu minhas costas.
Meu avô me segurou com força. E com a dor que ele me causava, tive um orgasmo do caralho.
Quando a dor passou,
comecei a me mexer como a putinha que já era, meu avô agarrou minha cintura pra me puxar contra ele e facilitar a enfiada de pau que ele tava me dando.
Ele me deu uma trepada violenta, das mais gostosas, me fez gozar várias vezes.
O pauzão dele me dava um prazer imenso, indescritível.
Quando ele gozou dentro de mim, me enchendo de porra, eu soltei um gemido de prazer e apertei o pau dele com a bunda, como agradecendo por isso.
Vovô: mmm... você é mesmo uma putinha das mais putas, neném... uau...
não acredito que tão cedo você já gosta tanto de pau.
Você me deu um prazer que eu nunca imaginei, e sendo tão novinha.
Você tem um futuro maravilhoso, é muito mais puta que sua própria mãe e até mais que sua irmã — elas transam pra caralho, mas você, você é incrível.
Mora: Obrigada, Vovô... tô aprendendo muito com o tio e com você.
Ser melhor que a mamãe e minha irmã, eu nunca imaginei.
O bom é que você gostou de mim.
— Foi assim que descobri um mundo novo e maravilhoso que, poucos dias antes, era totalmente desconhecido pra mim.
Descobri que sou uma garota muito safada. Mal me tocam um pouquinho e já fico toda molhada.
E eu amo isso.
Assim, por meses, fui aprendendo coisas com meu tio e meu doce vovô.
Mas faltava experimentar algo que virou minha obsessão.
Num fim de semana, a oportunidade apareceu.
Meu pai veio nos buscar,
pra levar eu e minha irmã pra casa dele.
Minha irmã não quis ir.
Então eu passaria o fim de semana sozinha com meu pai.
Mal cheguei no apartamento, aproveitando o calor, me vesti do jeito mais confortável possível — ou mais puta, depende do ponto de vista, kkkk.
Com uma camiseta comprida e uma tanga, me grudei no papai.
Abracei ele e busquei contato.
Meu pai não percebeu no começo.
Mas depois algo despertou nele.
O short de futebol dele não disfarçava muito algo que logo chamou minha atenção.
Papai ligou a TV e foi assistir na sala de jantar.
Eu não sabia como chamar a atenção dele. Me aproximei e falei:
Mora: Ai, papai... tô entediada...
Pai: É, filhinha? Quer jogar cartas?
Ou damas?
Mora: Hmm... que chato...
Mas vou dar um jeito.
Levei minha mão até o pacotão enorme dele.
Comecei a esfregar ele. O pau dele tava bem duro nas minhas mãos.
Papai: Tem certeza que quer brincar disso com o papai?
Mora: Sim, tenho toda certeza, buceta...
ajoelhada, chupando a pica dele. eu amava a pica do meu pai.
era tão macia, parecida com a do meu tio. mas grossa como a do meu avô.
Mora: mmm... papai, que pica linda você tem...
deixa eu chupar ela pra você...
parece gostosa, né?
Papai: claro que sim, coração, é toda sua, filhinha.
Chupei ela e brinquei com ela por um bom tempo. Enquanto ele curtia minhas mamadas.
E ficava tocando minha buceta, me fazendo ficar molhada como nunca.
Quando ele se sentiu satisfeito.
Me levou pra cama dele e, sem dizer nada,
se deitou e me fez sentar em cima dele.
Buceta também me ensinou algo novo. Enquanto eu chupava ela, ele devorava minha buceta.
Fazendo minha buceta explodir na boca dele.
Mora: mmm....buceta....
mmm...que gostosa, nunca fiz algo assim...
mmm...adoro chupar você enquanto você me chupa... mmm...
cê gosta da minha aguinha?
Papa: mmm.... sim, adoro seu suco, gata....
mmm...quem te ensinou a chupar assim?...
é uma delícia....
Mora: mmm... buceta, isso é melhor do que eu imaginava.
ah... sim... mmm.... deus... sim, buceta......
Papa: uf.... gata, que buceta linda você tem.
vejo que te comeram bem, foi seu avô ou seu tio?
Mora: os dois, papai, mas eu adoraria ter aprendido tudo com você.
Papa: eu adoraria, gata...
mas agora vamos aproveitar.
Ele mandou eu montar e, sem hesitar, subi em cima dele.
A piroca grossa dele se enterrava dentro de mim, me dando prazer.
Fiquei louca e montei nele como nunca montei em ninguém. Totalmente excitada, não parava de gemer e aproveitar a piroca do meu pai.
A mesma piroca que me deu a vida era a que me dava um prazer imenso.
Papai: mmm você transa muito gostoso... ah... ha... ah...
nossa, filha, sua buceta me encanta...
depois ele montou em cima de mim, me comendo com toda a energia dele.
Minha buceta ficava toda molhada e os lençóis estavam tão encharcados quanto eu. Entre gemidos e prazer, as horas passavam.
Ele me colocou de quatro. E me comeu com força.
Tanto que me arrancou um orgasmo violento.
Quando ele parava, eu continuava... Era uma das coisas mais quentes que meu papi curtia.
Nós dois estávamos num frenesi sexual.
Ele me comia tão gostoso que implorei pra ele me comer pelo cuzinho.
Ele não hesitou, tirou de dentro da minha buceta encharcada.
Cuspiu no meu cuzinho pequeno.
E meteu bem devagar, mas bem fundo.
embora meu cu já estivesse bem comido, a dor foi sentida do mesmo jeito.
óbvio que o alívio veio mais rápido, e comecei a gozar.
ele me comeu por um bom tempo.
Papai: uia... filhinha... sua bunda é tão apertada... hmm
é tão gostosa, você gosta como eu te fodo?
Mora: uia... hmm... sim, buceta, eu adoro... você é o melhor...
ninguém me comeu tão gostoso... ai... buceta, te amo...
minha buceta me surpreendeu com uma surpresa das mais quentes.
depois de foder meu cuzinho por vários minutos,
ele metia no meu cu quatro ou cinco bombadas,
tirava e metia na minha buceta.
fez isso por um bom tempo, me deixando louca.
quando estava prestes a gozar, ele me deu escolher onde queria o gozo.
como uma boa puta, pedi pra ele encher minha buceta.
exatamente como fez com minha mãe pra me ter.
senti papai acelerar o ritmo,
e seus espasmos antes de gozar.
ele deu um grunhido e começou a encher minha buceta.
Sentir o cum dele encher minha buceta me fez gozar de novo. Pedi pra ele deixar bem enfiado lá dentro.
Ficamos assim, exaustos.
Foi assim que passei o fim de semana com ele, recebendo pica e cum por todo lado.
Por anos, curti o amor da família.
Foi assim que me transformei na puta que sou hoje.
.....FIM.....
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PS: Bom, amigos, espero que vocês tenham gostado dessa história.
Como sempre, peço pra não esquecerem de comentar e deixar pontos.
Até a próxima.
Abraços: Maury-só-eu-
5 comentários - Mora: como aprendi a ser puta. com fotos e gifs.