Meu irmão terminou de gozar, como é óbvio todo mundo percebeu, o que por sinal deixou os camponeses ainda mais excitados, porque sentiam muito tesão em saber que ele tinha gozado na boca da irmã e que ela teve que engolir toda a porra dele. No entanto, eu não me afastava dele, meu nariz ainda colado nos pelos dele e o pau dele ainda dentro da minha boca, mas não porque eu quisesse, e sim por causa da surra de buceta que o garoto continuava me dando sem me dar chance nem de me afastar um pouco. Ao continuar rodeada pelos meus lábios, o pau dele imediatamente endureceu de novo. Nisso, o garoto começou a rugir, sinal de que estava prestes a estourar, mas para minha surpresa ele não pensava em fazer isso no meu cu novinho em folha, e sim, num movimento rápido, tirou o pau duro, cheio de secreções e sucos, e me virou de bunda para o meu irmão. Eu seria obrigada a provar o gosto das minhas próprias secreções, mas aí aconteceu algo, porque o garoto, ao fazer a manobra, me empurrou um pouco para trás, fazendo com que o pau do meu irmão se enfiasse por completo no meu cu aberto e dilatado. O moleque colocou uma das mãos no meu ombro e com a outra me agarrou pelo cabelo na nuca, assim me puxava para ele ou me empurrava para trás, marcando o ritmo do boquete no pau dele ao mesmo tempo que da fodida no meu cu pelo meu irmão. Definitivamente, meu cu estava ardendo de tanto que já tinham me dado. Numa oportunidade em que o garoto me puxou para ele, enfiando o pau até a garganta e, por isso, me separando um pouco do meu irmão, nesse momento aproveitei para enfiar uma das minhas mãos entre minhas pernas, pegar no pau dele e direcioná-lo melhor para minha pussy. O garoto continuou marcando o ritmo e eu curtindo as sensações, alojando e envolvendo com minha pussy o pau duro dele, até que o garoto começou a gozar, mas acho que ele fez isso em quantidades industriais, porque comecei a me engasgar. Parece que não conseguia engolir tudo, então que o cara se afastou um pouco e, se masturbando, continuou atirando porra que foi parar na minha cara, nos peitos e no cabelo. Enquanto gozava na minha cara, ele também cuspia em mim. Não sei explicar direito por quê, mas ver aquilo causou um tesão danado no meu irmão, que começou a gozar na minha buceta. Ele ficou excitado em ver a irmã da "alta sociedade", a de carinha bonita, toda cheia de esperma e cuspe de um "poeirento" como ele chamava, humilhada.

Caí rendida no chão, enquanto o garoto, assim como eu, ficou observando o que acontecia com minhas outras duas irmãs. Ele começou a mexer a pica pra levantar de novo, imagino que a intenção dele era comer minhas duas irmãs e tava pensando com qual das outras duas continuar, já que ele já tinha me comido nos meus três buracos. Meu irmão continuava amarrado com a pica de fora. Virei pra onde a Sofi tava e vi que ela já tava montando no velhote que tava deitado no chão, desvirginando ela pela buceta com a pica monstruosa dele. O velho tinha ordenado pros outros dois que estavam com ele que nenhum deles metesse a pica em nenhum dos buracos da Sofi, só depois que ele fizesse primeiro. E como a Sof já tinha chupado a pica dele primeiro, agora os outros já podiam meter as picas na boca dela também. Então minha pobre irmãzinha, enquanto montava no velhote, alternava pra levar na boca as picas dos outros dois caras que estavam de pé, um de cada lado dela. Enquanto chupava um, batia punheta pro outro, e vice-versa.
Por outro lado, a Daniela os dois que estavam comendo ela já tinham trocado de posição: o que antes tava fudendo ela pela buceta agora tava arrebentando o cu dela, e o que antes tinha metido no rabo dela, depois de enfiar a pica na boca da Dani pra ela limpar, começou a meter pela buceta. Ela continuava deitada no chão, meio sonolenta, com os olhos semiabertos, toda moída, cansada e fraca, cheia de porra e sucos. O cachorro que tinha chegado com os caras a cavalo tava lambendo minhas pernas e perto da minha buceta, sem eu fazer nada pra afastar ele. O garoto não pensou muito, só tinha duas opções, e a Sofia já tava com três caras, então resolveu ir pra Daniela e se juntar aos dois que tavam fazendo sanduíche nela: enfiou a pica na boca dela. O velhote, por sua vez, já tinha cansado de meter na buceta da Sofi e agora tava arrombando o cu dela, enquanto outro tinha ocupado o lugar debaixo da minha irmãzinha, e o terceiro tava fodendo a boca dela. Coitadinha, não conseguia nem reclamar; imagino que se tivesse a boca livre e desimpedida, ia passar o tempo todo gritando desesperadamente. Ela também tava toda borrada, a maquiagem escorrendo pelas lágrimas que desciam.



O que estava metendo no cu da Daniela gozou entre uivos de prazer. Quando finalmente terminou de gozar, se separou da bunda da Dani cambaleando, do jeito que deu arrumou as roupas e, pra minha surpresa, foi sentar a uns metros, parecia que tinha acabado e não queria mais nada. Esse também era de idade avançada e já tinha feito esforço demais metendo na minha irmã Dani em cada um dos buracos dela. Se quisesse, teria comido eu e a Sofi também, mas parecia que quase infartou só de foder a Dani. O garoto tomou o lugar dele e começou na hora a bombar no cu da Dani, que, pra minha surpresa e de todo mundo, começou a gemer e pedir mais, mais pau, mais forte, mais rápido. Isso fez todo mundo ficar excitado. A puta da Daniela tava aproveitando como uma vagabunda a surra de rola que tava levando. Pouco depois, o que tava debaixo dela também gozou e abandonou a briga, também não quis mais nada. Então o garoto ficou sozinho com a Daniela, meteu mais um pouco no cu dela, depois colocou ela pra chupar o pau dele, depois montou nela e começou a foder a buceta dela. Valeu muito a pena o espetáculo, eu nunca tinha visto uma foda tão intensa. Os dois estavam suados e se entregando de verdade, se beijavam, se acariciavam, TUDO! A Daniela tava solta, ninguém mais forçava ela a nada, ela respondia sozinha e até superava o garoto em tudo que ele fazia. Minha irmã começou a xingar ele e insultar, provocando o moleque com palavras safadas que surpreendiam todo mundo: "Vamos ver se você é bom mesmo, viado, vamos ver se aguenta mais que os outros dois caras, vamos ver se você dá conta de uma mulher como eu. Isso, assim, viado, me come, me dá duro, te falta pau, muleque, sou muita mulher pra um merdinha igual você. Ai, assim, me dá mais forte, humm, assim, me dá mais. Porra, que delícia você come, filho da puta, vai me fazer... que me escorra, vamos, puto, me mete, anda, me dá, assim, mete o pau, que gostoso, assim, me atravessa, tira pela boca, anda, puto, aproveita, me viola, me parte no meio, me rasga e ajeita meu útero!, etc. Daniela com suas putarias conseguiu esquentar todo mundo, minha buceta molhou de novo só de ouvir ela, eu tava me masturbando vendo a Daniela e como metiam um pauzão nela, o cachorro continuava me lambendo e eu acariciava ele, quando o cachorro ficou mais confiante com os carinhos que eu fazia, começou a lamber minha cara, limpando os restos de porra que ainda tinha, o cachorro lambia minha cara e eu acariciava a cabeça e o lombo dele, pude ver um pau vermelho e bem grande pendurado no cachorro, com certeza o cheiro de mulher e do meu sexo mais o gosto de porra e os carinhos que eu fazia excitavam ele, percebi que o cachorro tava esquentando e mesmo assim deixei. Chegou a hora que eu nem sabia mais pra onde olhar, porque de todos os lados o espetáculo valia a pena, me chamavam muita atenção os gritos da Daniela e o quanto ela tava aproveitando a trepada que o cara tava dando nela, O velho líder do grupo começou a bufar, tirou o pau monstruoso e enorme do cu apertado da minha irmãzinha Sofi e gozou nas nádegas dela, com uma mega gozada violenta, saiu tanta porra do velho que parecia que até os miolos tinham saído pelo pau também, depois ele se separou deixando a Sofi só com os outros dois, o velho também cambaleava, tava pálido, cheio de suor e as pernas falhavam, ele também subiu as calças, depois gritou pros dois que já tinham despachado a Daniela pra acompanharem ele, não sei pra onde mas os três se mandaram por entre os milharais bem por onde tinham chegado.
Então vi a Daniela rolando o corpo e conseguindo virar o moleque, agora ela tava por cima dele, cavalgava que nem uma louca, subia e descia se jogando com todo o peso, enfiando a pica do cara até o fundo, ela mesma beliscava os peitos enquanto cavalgava sem parar.










Agora virei pra olhar a Sof, os dois que sobravam já tinham trocado de posição, porque também queriam percorrer as três rotas da minha irmãzinha, exatamente como o velhote tinha feito, e agora estavam fazendo sanduíche nela. Estranhei que a Sof não gritasse, nem reclamasse ou se lamentasse. Agora sim, ela já estava com a boca livre e poderia fazer isso, mas nenhum protesto saía da boca dela. Fiquei observando, intrigada, e percebi que as bochechas dela estavam mais vermelhas que o normal e ela mordia os lábios — imaginei que fosse de dor. Olhei mais de perto, tentando descobrir o que ela estaria pensando ou sentindo, e uma ideia passou pela minha cabeça naquele momento: A VAGABUNDA ESTAVA GOSTANDO! Que bárbara, tão novinha e tão putinha. Conhecia ela bem, sabia a carinha de puta que ela fazia quando estava com tesão, aquela mesma carinha que ela tinha agora. Então entendi que ela não mordia os lábios de dor, mas sim pra não deixar escapar da boca alguma sacanagem ou putaria que denunciasse que ela tava adorando. O cachorro continuava comigo e eu… tava acariciando a pica dele, tava batendo uma pra ele, feito uma puta. De propósito, tinha me afastado pra ninguém perceber minhas… sacanagens? Não sabia que eu estava sendo observada, então depois de mexer um pouco mais no nabo vermelho do cachorro, me inclinei e eu mesma levei ele até a boca pra chupar. Não aguentei. Chupar a pica de um animal foi a gota d'água, não consegui me segurar mais, gozei e, sem nem tocar na minha buceta, foi uma gozada enorme e silenciosa. Pelo visto, ninguém percebeu. As duas putas que carregavam meus sobrenomes estavam muito entretidas cada uma com o seu, e em como estavam levando pica, pra virar e me olhar. Definitivamente, decidi continuar com o cachorro. A partir daquele momento, não me importei mais com o que acontecesse com a Daniela ou com a Sofia. Elas estavam aproveitando. Agora eu só me dedicava ao meu amante. De vez em quando, eu virava pro meu irmão ou pras minhas irmãs pra confirmar. que ninguém estivesse me vendo, e continuar com o meu, chupei um pouco mais a enorme e vermelha rola do cachorro e depois me deitei de costas no chão, abri minhas pernas, deixando minha buceta à mostra, as dobrei e eu mesma guiei o pau do cachorro pra minha pussy, na hora o cachorro começou a me foder numa velocidade alucinante, da boca aberta do cachorro saía e pendia sua língua, a poucos centímetros do meu rosto, eu abria e fechava a boca como um peixe a cada estocada feroz do bicho, fios de baba canina escorriam das mandíbulas do cachorro e caíam direto na minha cara, até dentro da minha boca aberta, eu tava pegando fogo, safada!, eu esticava minha própria língua pra encontrar a do cachorro enquanto ele me comia, num dado momento peguei a cabeça do cachorro com as duas mãos e beijei ele na boca… igual uma puta!!! O cachorro continuou me fodendo e me mordia o antebraço pra não me delatar, eu gozei várias vezes mas sem fazer barulho, gozava e gozava, finalmente depois de um bom tempo recebendo o cachorro pela pussy, eu separei ele de mim, me levantei um pouco, vi que ninguém tava me olhando, fiquei de quatro, empinei a bunda o máximo que pude e colei os peitos no chão de terra, meti uma mão entre minhas pernas e pegando pela base a vara do cachorro guiei pro meu cu, fazia poucos instantes que tinham estreado meu "cuzinho" pela primeira vez na vida e eu já tinha pegado gosto, porque agora eu mesma tava guiando o cachorro pra ele me comer, o cachorro nem demorou nem foi preguiçoso, apoiou as patas dianteiras nas minhas costas e começou a pistonear meu buraco traseiro. não soltei a cabecinha do cachorro, mantive ele segurado o tempo todo pela base, pra medir a profundidade das estocadas e não deixar ele enfiar tudo de uma vez, o cachorro tinha uma rola muito grande e muito grossa, doía mas eu também tava curtindo, mordia minha outra mão pra calar tanto meus gemidos quanto minhas gozadas. Finalmente, depois de receber o pau vermelho e enorme do cachorro no cu, percebi que ele ia gozar. Me levantei e rapidamente coloquei na minha boca. O cachorro estava gozando na minha boca e eu engolindo tudo. Ele terminou de gozar e eu de engolir o esperma dele. Quando me afastei e dei uma olhada de novo, achei que ninguém tinha notado. Sacudi a poeira e voltei para onde estava antes. O cachorro, exausto, deitou no chão do meu lado. Foi então que olhei de novo para onde estavam minhas outras duas putas irmãs. Daniela e o cara já tinham terminado de foder, mas continuavam deitados no chão, abraçados e se beijando. Parecia que minha irmã tinha se "apaixonado" pelo cara, porque acariciava o rosto dele, o cabelo e não parava de beijá-lo. Sofia também já tinha terminado com os dois que estavam comendo ela. Parecia exausta, mas estranhamente sorridente e satisfeita. As bochechas dela ainda estavam vermelhas e ela completamente suada e cheia de porra, igual a Daniela. Esses dois também tinham acabado vencidos e sem força para mais nada. Parecia que tudo estava voltando ao normal. Nisso, ouviu-se um barulho de motor e, entre as plantações de milho, saiu um trator com os faróis acesos. No trator vinha o velho e um dos que o acompanharam quando ele foi embora. O outro vinha a pé, um pouco mais atrás, puxando pela coleira um burro (o famoso Rômulo, pensei). Mas para que eles trouxeram ele? Fiquei preocupado. Será que trouxeram ele para me foder, vingando assim a morte da Rubina? A essa altura, tudo era possível. O velho desceu do trator e mandou o cara e os outros ajudarem. Em silêncio, passaram umas correntes pelo para-choque da caminhonete e depois pela defesa do trator, enquanto outros amarraram umas cordas nas selas dos cavalos pela parte de trás da caminhonete e se meteram debaixo para amarrar o animal morto. O velho me desamarrou e nos disse pra gente sair do lado, depois subiu de novo no trator e moveu ele só uns metros pra frente, ao mesmo tempo os dois a cavalo puxaram os cavalos pro lado contrário e assim num piscar de olhos a caminhonete ficou livre. Depois o velho veio na minha direção, tava com cara de arrependido o véio, ele me disse, olha moça, sinto muito pelo que aconteceu, nós não somos uns vagabundos e não temos o costume de tratar ninguém assim, se vocês não tivessem sido tão grosseiras nunca teria acontecido o que aconteceu, mas fazer o quê, as coisas saíram do controle, você nos fez ficar putos e aconteceu o que tinha que acontecer…. Vou ser sincero com você moça, continuou o velho, eu tava tão puto com você que pensei em fazer um monte de coisas muito ruins, mas graças a Deus já tô mais calmo e resolvi deixar pra lá, você queria me pagar com um pedaço de papel pra minha Rubina, e quero que saiba que não precisa, leva esse seu dinheiro sujo com você, só quero que peça desculpas "como deve ser" pra cada um de nós, incluindo o Rômulo, pra vocês poderem ir embora…. Minhas irmãs e eu nos olhamos surpresas, o véio tava se desculpando e só queria um gesto de humildade da minha parte pra deixar a gente ir, aí sim que não entendi direito, fui até o velho e falei: "Senhor, peço"…, mas me calei, ao ver que o velho balançava a cabeça em desaprovação, percebi então o que ele queria, depois de hesitar um pouco me ajoelhei na frente dele, baixei a cabeça e numa atitude "submissa" mais que humilde falei: senhor, sinto muito ter matado a sua Rubina, peço por favor que me perdoe, o velho esboçou um sorriso de satisfação no rosto e respondeu, tá bom, te perdoo, depois fiz o mesmo com todos os outros, até chegar no Rômulo (o burro), pra quem também pedi desculpas, o velho se deu por satisfeito e gritou pros outros: vamos embora rapaziada!. Os dois Montaram a cavalo e foram embora arrastando o corpo da mula, outro foi a pé puxando o Rômulo e, por fim, o velho, o moleque e mais um subiram no trator e foram. Nós ficamos sozinhos, em silêncio tentamos nos arrumar um pouco, sacudimos a poeira, alisamos o cabelo e vestimos nossas roupas. Minhas irmãs estavam com a bunda vermelha, igual a mim, de tanto levar palmada. Nós três estávamos com nossos três buracos super abertos e usados, e ainda por cima ensopadas de porra. Subimos na caminhonete e seguimos viagem. Ninguém disse nada, tudo em silêncio, sem trocar uma palavra. Ainda percorremos um bom trecho de estrada de terra até finalmente pegar a rodovia de novo. Ainda faltava um pedaço pra chegar na casa dos Avós. Quase lá, encostei e falei pra gente combinar o que ia dizer pros parentes. Por unanimidade, decidimos não contar nada do que aconteceu pra ninguém. Trocamos de roupa, vestimos conjuntos esportivos de calça, moletom e boné. Seguimos e finalmente chegamos na casa dos avós. Alguns parentes nos receberam e cumprimentamos todo mundo numa boa. Minhas irmãs não aparentavam nada, só meu irmão que tava todo moído, mas inventamos que ele tinha brigado com um caminhoneiro que fechou a gente na estrada. Todo mundo foi dormir... Depois, minhas irmãs e eu conversamos sobre o assunto e as três concordaram que amamos o que aconteceu e que queríamos repetir aquela parada de ser estupradas juntas... Espero que tenham gostado da minha experiência de como fomos estupradas eu e minhas irmãs. Depois conto outras experiências que tive com minhas irmãs.


Caí rendida no chão, enquanto o garoto, assim como eu, ficou observando o que acontecia com minhas outras duas irmãs. Ele começou a mexer a pica pra levantar de novo, imagino que a intenção dele era comer minhas duas irmãs e tava pensando com qual das outras duas continuar, já que ele já tinha me comido nos meus três buracos. Meu irmão continuava amarrado com a pica de fora. Virei pra onde a Sofi tava e vi que ela já tava montando no velhote que tava deitado no chão, desvirginando ela pela buceta com a pica monstruosa dele. O velho tinha ordenado pros outros dois que estavam com ele que nenhum deles metesse a pica em nenhum dos buracos da Sofi, só depois que ele fizesse primeiro. E como a Sof já tinha chupado a pica dele primeiro, agora os outros já podiam meter as picas na boca dela também. Então minha pobre irmãzinha, enquanto montava no velhote, alternava pra levar na boca as picas dos outros dois caras que estavam de pé, um de cada lado dela. Enquanto chupava um, batia punheta pro outro, e vice-versa.
Por outro lado, a Daniela os dois que estavam comendo ela já tinham trocado de posição: o que antes tava fudendo ela pela buceta agora tava arrebentando o cu dela, e o que antes tinha metido no rabo dela, depois de enfiar a pica na boca da Dani pra ela limpar, começou a meter pela buceta. Ela continuava deitada no chão, meio sonolenta, com os olhos semiabertos, toda moída, cansada e fraca, cheia de porra e sucos. O cachorro que tinha chegado com os caras a cavalo tava lambendo minhas pernas e perto da minha buceta, sem eu fazer nada pra afastar ele. O garoto não pensou muito, só tinha duas opções, e a Sofia já tava com três caras, então resolveu ir pra Daniela e se juntar aos dois que tavam fazendo sanduíche nela: enfiou a pica na boca dela. O velhote, por sua vez, já tinha cansado de meter na buceta da Sofi e agora tava arrombando o cu dela, enquanto outro tinha ocupado o lugar debaixo da minha irmãzinha, e o terceiro tava fodendo a boca dela. Coitadinha, não conseguia nem reclamar; imagino que se tivesse a boca livre e desimpedida, ia passar o tempo todo gritando desesperadamente. Ela também tava toda borrada, a maquiagem escorrendo pelas lágrimas que desciam.



O que estava metendo no cu da Daniela gozou entre uivos de prazer. Quando finalmente terminou de gozar, se separou da bunda da Dani cambaleando, do jeito que deu arrumou as roupas e, pra minha surpresa, foi sentar a uns metros, parecia que tinha acabado e não queria mais nada. Esse também era de idade avançada e já tinha feito esforço demais metendo na minha irmã Dani em cada um dos buracos dela. Se quisesse, teria comido eu e a Sofi também, mas parecia que quase infartou só de foder a Dani. O garoto tomou o lugar dele e começou na hora a bombar no cu da Dani, que, pra minha surpresa e de todo mundo, começou a gemer e pedir mais, mais pau, mais forte, mais rápido. Isso fez todo mundo ficar excitado. A puta da Daniela tava aproveitando como uma vagabunda a surra de rola que tava levando. Pouco depois, o que tava debaixo dela também gozou e abandonou a briga, também não quis mais nada. Então o garoto ficou sozinho com a Daniela, meteu mais um pouco no cu dela, depois colocou ela pra chupar o pau dele, depois montou nela e começou a foder a buceta dela. Valeu muito a pena o espetáculo, eu nunca tinha visto uma foda tão intensa. Os dois estavam suados e se entregando de verdade, se beijavam, se acariciavam, TUDO! A Daniela tava solta, ninguém mais forçava ela a nada, ela respondia sozinha e até superava o garoto em tudo que ele fazia. Minha irmã começou a xingar ele e insultar, provocando o moleque com palavras safadas que surpreendiam todo mundo: "Vamos ver se você é bom mesmo, viado, vamos ver se aguenta mais que os outros dois caras, vamos ver se você dá conta de uma mulher como eu. Isso, assim, viado, me come, me dá duro, te falta pau, muleque, sou muita mulher pra um merdinha igual você. Ai, assim, me dá mais forte, humm, assim, me dá mais. Porra, que delícia você come, filho da puta, vai me fazer... que me escorra, vamos, puto, me mete, anda, me dá, assim, mete o pau, que gostoso, assim, me atravessa, tira pela boca, anda, puto, aproveita, me viola, me parte no meio, me rasga e ajeita meu útero!, etc. Daniela com suas putarias conseguiu esquentar todo mundo, minha buceta molhou de novo só de ouvir ela, eu tava me masturbando vendo a Daniela e como metiam um pauzão nela, o cachorro continuava me lambendo e eu acariciava ele, quando o cachorro ficou mais confiante com os carinhos que eu fazia, começou a lamber minha cara, limpando os restos de porra que ainda tinha, o cachorro lambia minha cara e eu acariciava a cabeça e o lombo dele, pude ver um pau vermelho e bem grande pendurado no cachorro, com certeza o cheiro de mulher e do meu sexo mais o gosto de porra e os carinhos que eu fazia excitavam ele, percebi que o cachorro tava esquentando e mesmo assim deixei. Chegou a hora que eu nem sabia mais pra onde olhar, porque de todos os lados o espetáculo valia a pena, me chamavam muita atenção os gritos da Daniela e o quanto ela tava aproveitando a trepada que o cara tava dando nela, O velho líder do grupo começou a bufar, tirou o pau monstruoso e enorme do cu apertado da minha irmãzinha Sofi e gozou nas nádegas dela, com uma mega gozada violenta, saiu tanta porra do velho que parecia que até os miolos tinham saído pelo pau também, depois ele se separou deixando a Sofi só com os outros dois, o velho também cambaleava, tava pálido, cheio de suor e as pernas falhavam, ele também subiu as calças, depois gritou pros dois que já tinham despachado a Daniela pra acompanharem ele, não sei pra onde mas os três se mandaram por entre os milharais bem por onde tinham chegado.
Então vi a Daniela rolando o corpo e conseguindo virar o moleque, agora ela tava por cima dele, cavalgava que nem uma louca, subia e descia se jogando com todo o peso, enfiando a pica do cara até o fundo, ela mesma beliscava os peitos enquanto cavalgava sem parar.










Agora virei pra olhar a Sof, os dois que sobravam já tinham trocado de posição, porque também queriam percorrer as três rotas da minha irmãzinha, exatamente como o velhote tinha feito, e agora estavam fazendo sanduíche nela. Estranhei que a Sof não gritasse, nem reclamasse ou se lamentasse. Agora sim, ela já estava com a boca livre e poderia fazer isso, mas nenhum protesto saía da boca dela. Fiquei observando, intrigada, e percebi que as bochechas dela estavam mais vermelhas que o normal e ela mordia os lábios — imaginei que fosse de dor. Olhei mais de perto, tentando descobrir o que ela estaria pensando ou sentindo, e uma ideia passou pela minha cabeça naquele momento: A VAGABUNDA ESTAVA GOSTANDO! Que bárbara, tão novinha e tão putinha. Conhecia ela bem, sabia a carinha de puta que ela fazia quando estava com tesão, aquela mesma carinha que ela tinha agora. Então entendi que ela não mordia os lábios de dor, mas sim pra não deixar escapar da boca alguma sacanagem ou putaria que denunciasse que ela tava adorando. O cachorro continuava comigo e eu… tava acariciando a pica dele, tava batendo uma pra ele, feito uma puta. De propósito, tinha me afastado pra ninguém perceber minhas… sacanagens? Não sabia que eu estava sendo observada, então depois de mexer um pouco mais no nabo vermelho do cachorro, me inclinei e eu mesma levei ele até a boca pra chupar. Não aguentei. Chupar a pica de um animal foi a gota d'água, não consegui me segurar mais, gozei e, sem nem tocar na minha buceta, foi uma gozada enorme e silenciosa. Pelo visto, ninguém percebeu. As duas putas que carregavam meus sobrenomes estavam muito entretidas cada uma com o seu, e em como estavam levando pica, pra virar e me olhar. Definitivamente, decidi continuar com o cachorro. A partir daquele momento, não me importei mais com o que acontecesse com a Daniela ou com a Sofia. Elas estavam aproveitando. Agora eu só me dedicava ao meu amante. De vez em quando, eu virava pro meu irmão ou pras minhas irmãs pra confirmar. que ninguém estivesse me vendo, e continuar com o meu, chupei um pouco mais a enorme e vermelha rola do cachorro e depois me deitei de costas no chão, abri minhas pernas, deixando minha buceta à mostra, as dobrei e eu mesma guiei o pau do cachorro pra minha pussy, na hora o cachorro começou a me foder numa velocidade alucinante, da boca aberta do cachorro saía e pendia sua língua, a poucos centímetros do meu rosto, eu abria e fechava a boca como um peixe a cada estocada feroz do bicho, fios de baba canina escorriam das mandíbulas do cachorro e caíam direto na minha cara, até dentro da minha boca aberta, eu tava pegando fogo, safada!, eu esticava minha própria língua pra encontrar a do cachorro enquanto ele me comia, num dado momento peguei a cabeça do cachorro com as duas mãos e beijei ele na boca… igual uma puta!!! O cachorro continuou me fodendo e me mordia o antebraço pra não me delatar, eu gozei várias vezes mas sem fazer barulho, gozava e gozava, finalmente depois de um bom tempo recebendo o cachorro pela pussy, eu separei ele de mim, me levantei um pouco, vi que ninguém tava me olhando, fiquei de quatro, empinei a bunda o máximo que pude e colei os peitos no chão de terra, meti uma mão entre minhas pernas e pegando pela base a vara do cachorro guiei pro meu cu, fazia poucos instantes que tinham estreado meu "cuzinho" pela primeira vez na vida e eu já tinha pegado gosto, porque agora eu mesma tava guiando o cachorro pra ele me comer, o cachorro nem demorou nem foi preguiçoso, apoiou as patas dianteiras nas minhas costas e começou a pistonear meu buraco traseiro. não soltei a cabecinha do cachorro, mantive ele segurado o tempo todo pela base, pra medir a profundidade das estocadas e não deixar ele enfiar tudo de uma vez, o cachorro tinha uma rola muito grande e muito grossa, doía mas eu também tava curtindo, mordia minha outra mão pra calar tanto meus gemidos quanto minhas gozadas. Finalmente, depois de receber o pau vermelho e enorme do cachorro no cu, percebi que ele ia gozar. Me levantei e rapidamente coloquei na minha boca. O cachorro estava gozando na minha boca e eu engolindo tudo. Ele terminou de gozar e eu de engolir o esperma dele. Quando me afastei e dei uma olhada de novo, achei que ninguém tinha notado. Sacudi a poeira e voltei para onde estava antes. O cachorro, exausto, deitou no chão do meu lado. Foi então que olhei de novo para onde estavam minhas outras duas putas irmãs. Daniela e o cara já tinham terminado de foder, mas continuavam deitados no chão, abraçados e se beijando. Parecia que minha irmã tinha se "apaixonado" pelo cara, porque acariciava o rosto dele, o cabelo e não parava de beijá-lo. Sofia também já tinha terminado com os dois que estavam comendo ela. Parecia exausta, mas estranhamente sorridente e satisfeita. As bochechas dela ainda estavam vermelhas e ela completamente suada e cheia de porra, igual a Daniela. Esses dois também tinham acabado vencidos e sem força para mais nada. Parecia que tudo estava voltando ao normal. Nisso, ouviu-se um barulho de motor e, entre as plantações de milho, saiu um trator com os faróis acesos. No trator vinha o velho e um dos que o acompanharam quando ele foi embora. O outro vinha a pé, um pouco mais atrás, puxando pela coleira um burro (o famoso Rômulo, pensei). Mas para que eles trouxeram ele? Fiquei preocupado. Será que trouxeram ele para me foder, vingando assim a morte da Rubina? A essa altura, tudo era possível. O velho desceu do trator e mandou o cara e os outros ajudarem. Em silêncio, passaram umas correntes pelo para-choque da caminhonete e depois pela defesa do trator, enquanto outros amarraram umas cordas nas selas dos cavalos pela parte de trás da caminhonete e se meteram debaixo para amarrar o animal morto. O velho me desamarrou e nos disse pra gente sair do lado, depois subiu de novo no trator e moveu ele só uns metros pra frente, ao mesmo tempo os dois a cavalo puxaram os cavalos pro lado contrário e assim num piscar de olhos a caminhonete ficou livre. Depois o velho veio na minha direção, tava com cara de arrependido o véio, ele me disse, olha moça, sinto muito pelo que aconteceu, nós não somos uns vagabundos e não temos o costume de tratar ninguém assim, se vocês não tivessem sido tão grosseiras nunca teria acontecido o que aconteceu, mas fazer o quê, as coisas saíram do controle, você nos fez ficar putos e aconteceu o que tinha que acontecer…. Vou ser sincero com você moça, continuou o velho, eu tava tão puto com você que pensei em fazer um monte de coisas muito ruins, mas graças a Deus já tô mais calmo e resolvi deixar pra lá, você queria me pagar com um pedaço de papel pra minha Rubina, e quero que saiba que não precisa, leva esse seu dinheiro sujo com você, só quero que peça desculpas "como deve ser" pra cada um de nós, incluindo o Rômulo, pra vocês poderem ir embora…. Minhas irmãs e eu nos olhamos surpresas, o véio tava se desculpando e só queria um gesto de humildade da minha parte pra deixar a gente ir, aí sim que não entendi direito, fui até o velho e falei: "Senhor, peço"…, mas me calei, ao ver que o velho balançava a cabeça em desaprovação, percebi então o que ele queria, depois de hesitar um pouco me ajoelhei na frente dele, baixei a cabeça e numa atitude "submissa" mais que humilde falei: senhor, sinto muito ter matado a sua Rubina, peço por favor que me perdoe, o velho esboçou um sorriso de satisfação no rosto e respondeu, tá bom, te perdoo, depois fiz o mesmo com todos os outros, até chegar no Rômulo (o burro), pra quem também pedi desculpas, o velho se deu por satisfeito e gritou pros outros: vamos embora rapaziada!. Os dois Montaram a cavalo e foram embora arrastando o corpo da mula, outro foi a pé puxando o Rômulo e, por fim, o velho, o moleque e mais um subiram no trator e foram. Nós ficamos sozinhos, em silêncio tentamos nos arrumar um pouco, sacudimos a poeira, alisamos o cabelo e vestimos nossas roupas. Minhas irmãs estavam com a bunda vermelha, igual a mim, de tanto levar palmada. Nós três estávamos com nossos três buracos super abertos e usados, e ainda por cima ensopadas de porra. Subimos na caminhonete e seguimos viagem. Ninguém disse nada, tudo em silêncio, sem trocar uma palavra. Ainda percorremos um bom trecho de estrada de terra até finalmente pegar a rodovia de novo. Ainda faltava um pedaço pra chegar na casa dos Avós. Quase lá, encostei e falei pra gente combinar o que ia dizer pros parentes. Por unanimidade, decidimos não contar nada do que aconteceu pra ninguém. Trocamos de roupa, vestimos conjuntos esportivos de calça, moletom e boné. Seguimos e finalmente chegamos na casa dos avós. Alguns parentes nos receberam e cumprimentamos todo mundo numa boa. Minhas irmãs não aparentavam nada, só meu irmão que tava todo moído, mas inventamos que ele tinha brigado com um caminhoneiro que fechou a gente na estrada. Todo mundo foi dormir... Depois, minhas irmãs e eu conversamos sobre o assunto e as três concordaram que amamos o que aconteceu e que queríamos repetir aquela parada de ser estupradas juntas... Espero que tenham gostado da minha experiência de como fomos estupradas eu e minhas irmãs. Depois conto outras experiências que tive com minhas irmãs.
1 comentários - Viagem pra casa dos avós parte 3