Oi, meus amores, vou continuar contando o que aconteceu comigo e minhas irmãs. Eu chorava e gritava pra largarem minha irmã, me debatia pra me soltar do cara que me segurava, mas só conseguia esfregar minha bunda no pau dele, que já tava duro e começou a passar a mão nos meus peitos enquanto me mantinha imóvel. O velho pra quem a Daniela tava chupando o pau virou pra mim e, ameaçador, disse: "Tudo isso começou por sua causa, desgraçada; já vai ver o que te espera.
E aí ele disse pro cara que tava me segurando: "Pancho, dá uma boa surra na bunda dessa puta mal-educada, vamos ensinar essas vadias malcriadas da cidade". O tal do Pancho, sem perder tempo, me curvou e começou a dar palmadas fortes na minha bunda. Mesmo eu estando de short, não adiantou nada, as palmadas dele eram com muita força e, além disso, o short não cobria minha bunda pequena toda, porque ficava meio como se fosse um fio dental, ou seja, dava pra ver uma parte das minhas nádegas.
Enquanto isso, o cara que segurava a Sofi pelo cabelo e até então só ficava puxando ela de um lado pro outro, virou ela de costas pra ele e começou a apalpar ela enquanto esfregava o pacotão dele na bunda dela. Como ela tava de minissaia, o filho da puta metia a mão por baixo e agarrava as nádegas da minha irmã, enquanto com a outra mão apertava e massageava os peitos dela.



Sofi não resistia, estava como que abandonada, chorando desconsolada enquanto o tio a apalpava. Com uma mão, apertava os peitinhos dela, enquanto com a outra acariciava selvagemente a buceta dela, de um jeito tão bruto que às vezes até a levantava, tirando os pés da minha irmã do chão, sem parar de esfregar o volume do pau dele contra as bundinhas dela. Tudo isso sem perder de vista o boquete que a Dani dava no velho. Ele falava no ouvido da Daniela e enfiava a língua lá dentro, não sei que putarias ele dizia pra ela, depois enfiava os dedos sujos da mão na boquinha dela. Minha irmãzinha estava como que fora de si, não reagia, só chorava desconsolada. O velho enfiava o pauzão enorme dele inteiro na boca da minha irmã, era tão grande que dava pra ver de fora cada vez que entrava até a garganta dela. Na garganta da minha irmã, fazia um volume daquele pedaço de carne que ela estava engolindo. O velho estava comendo ela pela boca com tanta intensidade que dava pra ouvir os engasgos da minha irmã tentando não se afogar com a pica, de tão fundo que ele enfiava. Cada vez que o velho tirava, saía encharcada de saliva, escorria jorro de saliva e fios de baba. Minha irmã, entre chorar e ter os reflexos de vômito pela invasão na garganta, as lágrimas escorriam pelas bochechas dela, com um tom preto da maquiagem dos olhos que escorria com as lágrimas.








Meu irmão deu uma cotovelada no cara que tava segurando ele, conseguiu se soltar do moleque e quase arrancou a Sofi das garras daqueles homens enquanto gritava: "Já larga elas, seus filhos da puta!". Nem preciso falar o que aconteceu depois, todo mundo partiu pra cima dele. Ele jogou a Sofi pro lado e conseguiu dar uns dois socos antes de ser derrubado. Aí o velho mandou o moleque amarrar os pés e as mãos dele. O moleque e outro cara que tinha chegado a cavalo colocaram ele de pé, amarraram as mãos dele nas costas e prenderam ele numa árvore. Eles eram seis, então foram dois com cada uma. O velho veio pra cima de mim agora, com o pau bem duro e todo molhado da saliva da Daniela, escorrendo fios de baba. Dava pra ver que a raiva era comigo mesmo. Primeiro me deu uns tapas na cara e depois me ajoelhou no chão. Repetindo o que tinha feito com a Daniela, enfiou o pau na minha boca pra eu chupar. Na mesma hora falou alto pra todo mundo ouvir: "É melhor vocês se comportarem, senão a gente acaba com vocês aqui mesmo. Ninguém pode ficar sabendo. A gente pode abrir um buraco na terra e enterrar vocês junto com a caminhonete e a loira. Então é melhor colaborar, principalmente você, putinha", disse ele me segurando pelo pescoço e cuspindo na minha cara, e depois me deu um tapa. "Você foi a culpada de tudo isso. Já vai ver a lição que a gente vai te dar. Depois disso, você vai ser a mulher mais bem-educada do mundo, pode esperar.
Num ato de coragem, consegui tirar o pau do velho da minha garganta e dizer: "tá bom, eu sou a culpada, façam o que quiserem comigo, mas deixem minhas irmãs em paz!". Como única resposta, os seis caíram na gargalhada, claro que nem loucos iam se contentar com só uma, tendo as três na bandeja. O velho enfiou o pauzão de novo na minha boca me calando, dava pra ver que ele fazia com mais força do que com a minha irmã. Comigo, mesmo já tendo ele todo dentro, ele continuava empurrando pra entrar mais na minha garganta, parecia que queria atravessar pela minha boca e sair por baixo. A verdade é que quem me preocupava era a Sof, porque ela era muito novinha e ainda era virgem, ela tinha me contado umas semanas atrás numa conversa. De onde eu tava, gritei pros camponeses: "Ei! Seus filhos da puta, se quiserem podem comer nós duas, mas a mais novinha deixa em paz porque ela ainda é virgem". Erro grave, o velho mal ouviu o que eu disse e os olhos dele brilharam. Me puxou pelo cabelo pra tirar o pau de dentro de mim, me jogou pro lado e foi na direção da Sofi enquanto dizia: "Opa, opa, então temos uma 'novinha' aqui, merece um tratamento especial, então essa eu vou comer primeiro, vou desvirgar ela". Não, eu tô falando que nela NÃO, tentei ser obedecida mas ninguém me escutava, o velho se juntou aos outros dois que estavam apalpando a Sofi.
Ela é a Sofi, minha irmã mais nova. Eu fiquei sozinha com o cara que ocupou o lugar que antes era do velho, me fazendo mamar na pica jovem dele. Nessa altura, já tinham a Daniela no sanduíche: um dos camponeses deitado no chão, ela montada em cima, metendo na buceta dela, enquanto outro por trás furando o cu dela. Da minha posição, dava pra ver o show inteiro, lá a Daniela na dupla penetração, gemendo pras duas picas que tava engolindo.


Ela é minha irmã, Daniela. Mais pra lá, Sofi com Três (o velho e mais dois), beijando ela e apalpando ela por todos os lados, preparando ela pra inauguração. Eles ficavam um pouco surpresos em ver que, a cada momento que passava, minhas irmãs e eu oferecíamos cada vez menos resistência. Talvez já estivéssemos resignadas de que iam nos comer até não poder mais e por todos os buracos. Não consegui evitar, inconscientemente minha buceta começou a ficar molhada. Eram muitas imagens que eu tava vendo e muito safadas pra eu continuar seca. Senti um pouco de vergonha, como era possível que estivessem estuprando minhas irmãs e eu tava ficando excitada vendo aquilo? Tentei virar pra outro lado e pensar em outras coisas, mas os gemidos da Daniela me fizeram virar de novo pra cena. O cara debaixo dela tava metendo com tudo enquanto apertava os peitos dela e chupava eles, ao mesmo tempo que o cara atrás dela bombava igual pistão, penetrando sem compaixão nem clemência o cu dela, enquanto dava tapas fortes na bunda dela e com a outra mão enforcava ela por trás. A Sofi já tinham despido completamente. Três pares de mãos secas e ásperas percorriam o corpinho todo dela, enquanto ela já chupava o pau enrugado, áspero, comprido e grosso do velho, e ao mesmo tempo com as mãos batia punheta pros outros dois. Ela mexia as mãozinhas rapidão pra fazer eles gozarem o mais rápido possível, talvez com a esperança de que eles gozassem e não conseguissem mais desvirgar ela... coitadinha! O moleque já tinha me despido também e tava me comendo, penetrando com uma alegria danada e numa velocidade alucinante, deitados no chão empoeirado de terra batida na posição de papai e mamãe, enquanto amassava meus peitões e torcia eles, chupava, lambia ou mordiscava, me beijava e lambia meu pescoço branco e elegante, também me beijava na boca e mordia meus lábios, enfiava a língua toda ou os dedos na minha boca. Eu já tava toda suada, com os olhos fechados e as bochechas... acesa, já deixava escapar uns gemidos pelo tratamento que tava recebendo e de tão tarada que já tava, abracei ele com minhas pernas, puxando ele pra mim, pra ele entrar mais fundo, enquanto pedia mais rápido bem baixinho. Dava pra ver de longe que ela não tava acostumada a ser fodida naquele ritmo, porque meu marido, maior que eu e sempre ocupado com os negócios dele, não me dava atenção como eu merecia. Então, mesmo contra minha vontade, tava adorando a força, a brutalidade e o vigor com que o moleque tava me comendo, sem falar no tamanho da vara dele, que metia até o fundo, ajeitando meu colo do útero e meu útero.








Sou eu, tô deixando umas fotos nossas pra quem não leu a outra parte, pra vocês nos conhecerem um pouco. O moleque viu meu irmão e falou pros outros: "Ei, olha esse filho da puta, tá gozando só de ver a gente comendo as irmãs dele!" Todo mundo virou pra olhar, e o velho então falou pro moleque que tava me comendo, pra minha surpresa: "Não seja otário, essa gostosa que você tá montando é mulher demais pra uma pica só, dá pra ver que é uma puta ninfomaníaca, então se apoia na do irmão dela também." Ele tava certo sobre a ninfomaníaca, adoro quando enfiam no meu útero, mas pra ser sincera, o moleque já tava me deixando bem satisfeita. Só que quando ouvi a parte sobre meu irmão, abri os olhos assustada, não conseguia acreditar. Aqueles filhos da puta de camponeses iam "me obrigar ou obrigar meu irmão a me servir com a pica dele". O moleque obedeceu na hora ao velho, parecia que o coroa era o líder do clã, porque ninguém ousava contradizer ele. O garoto me levantou, me levou até onde meu irmão tava, me inclinou pra eu chupar a pica dele enquanto ele se preparava pra me foder pelo cu. Levantei a vista pra olhar nos olhos do meu irmão, com o tesão eu tava cheia de pensamentos confusos. Pensava em dizer: "Sou uma puta do pior tipo", ou "Me desculpa, irmãozinho, só tô fazendo isso pra não piorar as coisas", e outro pensamento era: "Não tô nem aí que você é meu irmão, o que eu quero é pica, como esses poeirentos dizem, uma só não basta, preciso de mais carne." No fim, tava completamente louca de tesão. O que importa é que depois dessa pausa rápida, puxei a pica dele e enfiei na boca, quase na mesma hora soltei um gemido ao sentir a pica do moleque invadindo meu cu. Me virei um pouco pra trás como dava, tirei a pica da boca e pedi pro moleque que por favor não me comesse pelo cu, que nunca tinha feito por ali. Mas em vez de parar, isso só incentivou ele ainda mais a arrebentar meu cuzinho. Como resposta, ele empurrou minha cabeça pra baixo, me obrigando a continuar chupando a pica do meu irmão enquanto ele continuava furando minha bunda virgem.

Eu não podia acreditar, a pica do meu irmão enterrada completamente na minha boquinha, enquanto o garoto vigoroso metia e tirava a pica, encaixando ela entre minhas nádegas redondas. As investidas selvagens do moleque no meu cu marcavam ao mesmo tempo o ritmo e a intensidade das chupadas que eu dava na pica. Eu sentia a pica deslizar por todo o comprimento do tronco, da ponta até a base dentro da minha boca, enquanto eu fazia sons guturais, um, oh, agh, que os excitavam ainda mais. Estavam arrombando meu cu e eu reclamava da dor, mas por causa da minha boca cheia da pica do meu irmão, meus gemidos de dor mal se distinguiam, parecendo gemidos de prazer. Mais duas ou três investidas do garoto, e, por consequência, mais duas ou três estocadas da pica do meu irmão até minha garganta, e ele explodiu entre gritos e grunhidos, na maior, mais abundante e fenomenal gozada de que eu tinha lembrança. Ele gozou tanto que fui obrigada a engolir todo o esperma, já que não conseguia me separar do meu irmão. O garoto estava colado na minha bunda, bombeando como um cachorro na sua puta, me segurando pelas cadeiras e com a outra mão nos peitos, me impossibilitando de me mexer ou me separar. Meu irmão terminou de gozar, e, como é óbvio, todo mundo percebeu, o que, aliás, excitou ainda mais os camponeses, porque sentiam muito tesão em saber que ele tinha gozado na boca da irmã e que ela tinha que comer toda a porra dele. No entanto, eu não me separava dele, meu nariz ainda estava colado nos pelos dele e a pica ainda dentro da minha boca, mas não porque eu quisesse, e sim por causa da fodida que o garoto continuava me dando, sem me dar chance nem de me afastar um pouco. Ao continuar rodeada pelos meus lábios, a pica dele imediatamente endureceu de novo. Nisso, o garoto começou a rugir, sinal de que estava prestes a explodir, mas, para minha surpresa, ele não pensava em fazer isso no meu cu recém-estreado, e sim, num movimento rápido, tirou a tranca erguida, cheia de secreções, e Sucos e me virou de quatro pro meu irmão, eu seria obrigada a provar o gosto das minhas próprias secreções, mas aí aconteceu algo, porque o garoto, ao fazer a manobra, me empurrou um pouco pra trás, fazendo com que a pica do meu irmão se enfiasse toda no meu cu aberto e dilatado. Querem a parte 3 do que aconteceu comigo e minhas irmãs?
E aí ele disse pro cara que tava me segurando: "Pancho, dá uma boa surra na bunda dessa puta mal-educada, vamos ensinar essas vadias malcriadas da cidade". O tal do Pancho, sem perder tempo, me curvou e começou a dar palmadas fortes na minha bunda. Mesmo eu estando de short, não adiantou nada, as palmadas dele eram com muita força e, além disso, o short não cobria minha bunda pequena toda, porque ficava meio como se fosse um fio dental, ou seja, dava pra ver uma parte das minhas nádegas.
Enquanto isso, o cara que segurava a Sofi pelo cabelo e até então só ficava puxando ela de um lado pro outro, virou ela de costas pra ele e começou a apalpar ela enquanto esfregava o pacotão dele na bunda dela. Como ela tava de minissaia, o filho da puta metia a mão por baixo e agarrava as nádegas da minha irmã, enquanto com a outra mão apertava e massageava os peitos dela.



Sofi não resistia, estava como que abandonada, chorando desconsolada enquanto o tio a apalpava. Com uma mão, apertava os peitinhos dela, enquanto com a outra acariciava selvagemente a buceta dela, de um jeito tão bruto que às vezes até a levantava, tirando os pés da minha irmã do chão, sem parar de esfregar o volume do pau dele contra as bundinhas dela. Tudo isso sem perder de vista o boquete que a Dani dava no velho. Ele falava no ouvido da Daniela e enfiava a língua lá dentro, não sei que putarias ele dizia pra ela, depois enfiava os dedos sujos da mão na boquinha dela. Minha irmãzinha estava como que fora de si, não reagia, só chorava desconsolada. O velho enfiava o pauzão enorme dele inteiro na boca da minha irmã, era tão grande que dava pra ver de fora cada vez que entrava até a garganta dela. Na garganta da minha irmã, fazia um volume daquele pedaço de carne que ela estava engolindo. O velho estava comendo ela pela boca com tanta intensidade que dava pra ouvir os engasgos da minha irmã tentando não se afogar com a pica, de tão fundo que ele enfiava. Cada vez que o velho tirava, saía encharcada de saliva, escorria jorro de saliva e fios de baba. Minha irmã, entre chorar e ter os reflexos de vômito pela invasão na garganta, as lágrimas escorriam pelas bochechas dela, com um tom preto da maquiagem dos olhos que escorria com as lágrimas.








Meu irmão deu uma cotovelada no cara que tava segurando ele, conseguiu se soltar do moleque e quase arrancou a Sofi das garras daqueles homens enquanto gritava: "Já larga elas, seus filhos da puta!". Nem preciso falar o que aconteceu depois, todo mundo partiu pra cima dele. Ele jogou a Sofi pro lado e conseguiu dar uns dois socos antes de ser derrubado. Aí o velho mandou o moleque amarrar os pés e as mãos dele. O moleque e outro cara que tinha chegado a cavalo colocaram ele de pé, amarraram as mãos dele nas costas e prenderam ele numa árvore. Eles eram seis, então foram dois com cada uma. O velho veio pra cima de mim agora, com o pau bem duro e todo molhado da saliva da Daniela, escorrendo fios de baba. Dava pra ver que a raiva era comigo mesmo. Primeiro me deu uns tapas na cara e depois me ajoelhou no chão. Repetindo o que tinha feito com a Daniela, enfiou o pau na minha boca pra eu chupar. Na mesma hora falou alto pra todo mundo ouvir: "É melhor vocês se comportarem, senão a gente acaba com vocês aqui mesmo. Ninguém pode ficar sabendo. A gente pode abrir um buraco na terra e enterrar vocês junto com a caminhonete e a loira. Então é melhor colaborar, principalmente você, putinha", disse ele me segurando pelo pescoço e cuspindo na minha cara, e depois me deu um tapa. "Você foi a culpada de tudo isso. Já vai ver a lição que a gente vai te dar. Depois disso, você vai ser a mulher mais bem-educada do mundo, pode esperar.
Num ato de coragem, consegui tirar o pau do velho da minha garganta e dizer: "tá bom, eu sou a culpada, façam o que quiserem comigo, mas deixem minhas irmãs em paz!". Como única resposta, os seis caíram na gargalhada, claro que nem loucos iam se contentar com só uma, tendo as três na bandeja. O velho enfiou o pauzão de novo na minha boca me calando, dava pra ver que ele fazia com mais força do que com a minha irmã. Comigo, mesmo já tendo ele todo dentro, ele continuava empurrando pra entrar mais na minha garganta, parecia que queria atravessar pela minha boca e sair por baixo. A verdade é que quem me preocupava era a Sof, porque ela era muito novinha e ainda era virgem, ela tinha me contado umas semanas atrás numa conversa. De onde eu tava, gritei pros camponeses: "Ei! Seus filhos da puta, se quiserem podem comer nós duas, mas a mais novinha deixa em paz porque ela ainda é virgem". Erro grave, o velho mal ouviu o que eu disse e os olhos dele brilharam. Me puxou pelo cabelo pra tirar o pau de dentro de mim, me jogou pro lado e foi na direção da Sofi enquanto dizia: "Opa, opa, então temos uma 'novinha' aqui, merece um tratamento especial, então essa eu vou comer primeiro, vou desvirgar ela". Não, eu tô falando que nela NÃO, tentei ser obedecida mas ninguém me escutava, o velho se juntou aos outros dois que estavam apalpando a Sofi.
Ela é a Sofi, minha irmã mais nova. Eu fiquei sozinha com o cara que ocupou o lugar que antes era do velho, me fazendo mamar na pica jovem dele. Nessa altura, já tinham a Daniela no sanduíche: um dos camponeses deitado no chão, ela montada em cima, metendo na buceta dela, enquanto outro por trás furando o cu dela. Da minha posição, dava pra ver o show inteiro, lá a Daniela na dupla penetração, gemendo pras duas picas que tava engolindo.


Ela é minha irmã, Daniela. Mais pra lá, Sofi com Três (o velho e mais dois), beijando ela e apalpando ela por todos os lados, preparando ela pra inauguração. Eles ficavam um pouco surpresos em ver que, a cada momento que passava, minhas irmãs e eu oferecíamos cada vez menos resistência. Talvez já estivéssemos resignadas de que iam nos comer até não poder mais e por todos os buracos. Não consegui evitar, inconscientemente minha buceta começou a ficar molhada. Eram muitas imagens que eu tava vendo e muito safadas pra eu continuar seca. Senti um pouco de vergonha, como era possível que estivessem estuprando minhas irmãs e eu tava ficando excitada vendo aquilo? Tentei virar pra outro lado e pensar em outras coisas, mas os gemidos da Daniela me fizeram virar de novo pra cena. O cara debaixo dela tava metendo com tudo enquanto apertava os peitos dela e chupava eles, ao mesmo tempo que o cara atrás dela bombava igual pistão, penetrando sem compaixão nem clemência o cu dela, enquanto dava tapas fortes na bunda dela e com a outra mão enforcava ela por trás. A Sofi já tinham despido completamente. Três pares de mãos secas e ásperas percorriam o corpinho todo dela, enquanto ela já chupava o pau enrugado, áspero, comprido e grosso do velho, e ao mesmo tempo com as mãos batia punheta pros outros dois. Ela mexia as mãozinhas rapidão pra fazer eles gozarem o mais rápido possível, talvez com a esperança de que eles gozassem e não conseguissem mais desvirgar ela... coitadinha! O moleque já tinha me despido também e tava me comendo, penetrando com uma alegria danada e numa velocidade alucinante, deitados no chão empoeirado de terra batida na posição de papai e mamãe, enquanto amassava meus peitões e torcia eles, chupava, lambia ou mordiscava, me beijava e lambia meu pescoço branco e elegante, também me beijava na boca e mordia meus lábios, enfiava a língua toda ou os dedos na minha boca. Eu já tava toda suada, com os olhos fechados e as bochechas... acesa, já deixava escapar uns gemidos pelo tratamento que tava recebendo e de tão tarada que já tava, abracei ele com minhas pernas, puxando ele pra mim, pra ele entrar mais fundo, enquanto pedia mais rápido bem baixinho. Dava pra ver de longe que ela não tava acostumada a ser fodida naquele ritmo, porque meu marido, maior que eu e sempre ocupado com os negócios dele, não me dava atenção como eu merecia. Então, mesmo contra minha vontade, tava adorando a força, a brutalidade e o vigor com que o moleque tava me comendo, sem falar no tamanho da vara dele, que metia até o fundo, ajeitando meu colo do útero e meu útero.








Sou eu, tô deixando umas fotos nossas pra quem não leu a outra parte, pra vocês nos conhecerem um pouco. O moleque viu meu irmão e falou pros outros: "Ei, olha esse filho da puta, tá gozando só de ver a gente comendo as irmãs dele!" Todo mundo virou pra olhar, e o velho então falou pro moleque que tava me comendo, pra minha surpresa: "Não seja otário, essa gostosa que você tá montando é mulher demais pra uma pica só, dá pra ver que é uma puta ninfomaníaca, então se apoia na do irmão dela também." Ele tava certo sobre a ninfomaníaca, adoro quando enfiam no meu útero, mas pra ser sincera, o moleque já tava me deixando bem satisfeita. Só que quando ouvi a parte sobre meu irmão, abri os olhos assustada, não conseguia acreditar. Aqueles filhos da puta de camponeses iam "me obrigar ou obrigar meu irmão a me servir com a pica dele". O moleque obedeceu na hora ao velho, parecia que o coroa era o líder do clã, porque ninguém ousava contradizer ele. O garoto me levantou, me levou até onde meu irmão tava, me inclinou pra eu chupar a pica dele enquanto ele se preparava pra me foder pelo cu. Levantei a vista pra olhar nos olhos do meu irmão, com o tesão eu tava cheia de pensamentos confusos. Pensava em dizer: "Sou uma puta do pior tipo", ou "Me desculpa, irmãozinho, só tô fazendo isso pra não piorar as coisas", e outro pensamento era: "Não tô nem aí que você é meu irmão, o que eu quero é pica, como esses poeirentos dizem, uma só não basta, preciso de mais carne." No fim, tava completamente louca de tesão. O que importa é que depois dessa pausa rápida, puxei a pica dele e enfiei na boca, quase na mesma hora soltei um gemido ao sentir a pica do moleque invadindo meu cu. Me virei um pouco pra trás como dava, tirei a pica da boca e pedi pro moleque que por favor não me comesse pelo cu, que nunca tinha feito por ali. Mas em vez de parar, isso só incentivou ele ainda mais a arrebentar meu cuzinho. Como resposta, ele empurrou minha cabeça pra baixo, me obrigando a continuar chupando a pica do meu irmão enquanto ele continuava furando minha bunda virgem.

Eu não podia acreditar, a pica do meu irmão enterrada completamente na minha boquinha, enquanto o garoto vigoroso metia e tirava a pica, encaixando ela entre minhas nádegas redondas. As investidas selvagens do moleque no meu cu marcavam ao mesmo tempo o ritmo e a intensidade das chupadas que eu dava na pica. Eu sentia a pica deslizar por todo o comprimento do tronco, da ponta até a base dentro da minha boca, enquanto eu fazia sons guturais, um, oh, agh, que os excitavam ainda mais. Estavam arrombando meu cu e eu reclamava da dor, mas por causa da minha boca cheia da pica do meu irmão, meus gemidos de dor mal se distinguiam, parecendo gemidos de prazer. Mais duas ou três investidas do garoto, e, por consequência, mais duas ou três estocadas da pica do meu irmão até minha garganta, e ele explodiu entre gritos e grunhidos, na maior, mais abundante e fenomenal gozada de que eu tinha lembrança. Ele gozou tanto que fui obrigada a engolir todo o esperma, já que não conseguia me separar do meu irmão. O garoto estava colado na minha bunda, bombeando como um cachorro na sua puta, me segurando pelas cadeiras e com a outra mão nos peitos, me impossibilitando de me mexer ou me separar. Meu irmão terminou de gozar, e, como é óbvio, todo mundo percebeu, o que, aliás, excitou ainda mais os camponeses, porque sentiam muito tesão em saber que ele tinha gozado na boca da irmã e que ela tinha que comer toda a porra dele. No entanto, eu não me separava dele, meu nariz ainda estava colado nos pelos dele e a pica ainda dentro da minha boca, mas não porque eu quisesse, e sim por causa da fodida que o garoto continuava me dando, sem me dar chance nem de me afastar um pouco. Ao continuar rodeada pelos meus lábios, a pica dele imediatamente endureceu de novo. Nisso, o garoto começou a rugir, sinal de que estava prestes a explodir, mas, para minha surpresa, ele não pensava em fazer isso no meu cu recém-estreado, e sim, num movimento rápido, tirou a tranca erguida, cheia de secreções, e Sucos e me virou de quatro pro meu irmão, eu seria obrigada a provar o gosto das minhas próprias secreções, mas aí aconteceu algo, porque o garoto, ao fazer a manobra, me empurrou um pouco pra trás, fazendo com que a pica do meu irmão se enfiasse toda no meu cu aberto e dilatado. Querem a parte 3 do que aconteceu comigo e minhas irmãs?
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