Vale repetir

Não sou do tipo que gosta de repetir sexo com a mesma pessoa, mas dessa vez tive que fazer e ainda numa segunda-feira. É que na sexta conheci e comi dois caras com quem transei até sábado à tarde. A verdade é que os paus eram lindos, como poucos que já curti, então combinamos de repetir e que viessem os dois.

Letty, que é minha amiga de alma e cúmplice de aventuras sexuais, contei como foi bom com esses caras e, como não sou egoísta, convidei ela pra compartilhar. Nos vestimos bem sexys sem ser provocantes, já que não queria que minha mãe percebesse meus planos: vestidinho formal sem ser justo, mas calcinha fio dental de renda que mal cobria minha buceta, sutiã de fecho frontal porque adoro que desabotoem e meus peitos saltem, e minha amiga vestiu uma combinação de saia e blusa.

Esperamos eles no ponto de ônibus enquanto eu contava pra minha amiga as fantasias que tinha. Nisso, parou um carro: eram os caras e, surpresa, veio mais um. Já imaginam as ideias que passaram pela minha cabeça. No caminho pro motel, apresentei minha amiga e, sinceramente, pensei que o outro cara ia ficar de fora, mas não foi assim. Também não alugaram dois quartos — não sei como ou o que fizeram, mas nós cinco entramos num quarto só e eram 11 da manhã.

O quarto era grande, tinha um sofá enorme em forma de M, uma cama ampla no centro com uma barra tipo corrimão, espelhos no teto e nas duas paredes, uma bola grande pra já sabemos o quê, um cano no meio do quarto pra dança erótica e, o mais estranho pra mim, uma espécie de rede ou cadeira pendurada no teto, onde dava pra sentar, deitar, subia e descia como mola e ainda mantinha as pernas abertas, igual quando a gente vai no ginecologista.

Bom, pensei e falei: "quem vai foder quem?" Peguei minha amiga pela mão e sentamos na cama, olhando os caras se despirem. O cara novo tinha o pau mais comprido, magro e... Cabeçudo, os outros eram médios e gordos, além de cabeçudos. Olhei pra minha amiga e sabia bem que ela queria os dois, então peguei na mão dela e levei os caras. Eu fiquei com o de pau comprido.

Sentei na cama pra curtir como iam foder minha amiga. Os caras começaram a beijar o pescoço dela, levantaram a blusa dela, deixando o sutiã preto à mostra. Ela se beijava na boca com um, enquanto o outro tirava uma teta, depois a outra, e mordiscavam o bico. Dava pra ver umas tetas bonitas. Ela não aguentou muito, tirou a blusa e eles terminaram de arrancar o sutiã. Ela se ajoelhou, e um deles colocou o pau enorme no meio das tetas dela pra se masturbar. Ela abraçou com os peitos, parecia feliz.

Deitaram ela no sofá, e um subiu nela pra continuar se masturbando. A saia já tinha subido, mostrando a tanga. Ela abriu a boca, acariciando com a língua a cabecinha do pau, e praticamente engoliu ele devagar, enquanto o outro cara puxava a tanga pro lado e metia nela. A gente se conhece desde pequenas, desde que éramos umas adolescentes pervertidas que mostravam a calcinha pro professor, mas nunca tinha visto ela sem roupa, muito menos transando.

Ela se levantou e tirou a tanga, ficando só com a saia. Talvez tenha ficado com vergonha de eu estar olhando, porque cobriu a buceta. Sentou devagar, dando pequenos pulos, as tetas dela também pulavam, e quando começou a gemer, o outro cara chegou e enfiou o pau na boca dela. Eu tô queimando de tesão, mas quero continuar olhando minha amiga. Mudaram de posição, de pé. Tiraram a saia dela, ela ficou só de salto. Olhei pra ela, tem uma bunda gostosa. Subiu no pau e foi descendo devagar, uma vez e outra.

Como se tivesse vendo um filme pornô, minha amiga parecia experiente. De pé, com as pernas abertas, um metia nela enquanto ela fazia boquete no outro. Foram pra cama, e ela ficou tipo um sanduíche, levando pau dos dois lados, fazendo ela gemer até que finalmente gozaram nas tetas dela. Os três ficaram na cama, parecendo suados e cansados.
Agora é a minha vez, então dei um oral no meu cara, passando a língua no pauzão dele. Depois enfiei ele no meio das minhas tetas e, com o sutiã apertado, ele se masturbou assim, sem sair. Era tão excitante sentir ele quente. Fomos pra cadeira ou arnês pendurado. Tirei a calcinha fio-dental que já tava molhada, me deitei, abri as pernas e prendi elas nas laterais. Ele começou a me penetrar devagar até as bolas baterem, depois tirava e metia várias vezes.

O mais gostoso foi enfiar no cu. Doeu, mas foi uma delícia, porque a cabeçona foi entrando devagar. Quando tava toda dentro, me deitei, soltei o sutiã e deixei minhas meninas pularem livremente. Me excitava ver o espelho no teto. Minha amiga continuava levando as duas pirocas dela.

Meu cara gozou na minha cara, um semen quente e abundante. Terminei com as costas doloridas, as pernas cansadas e uma cara de felicidade que ia levar muitos dias pra mudar.

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