Trio: Fizemos uma gostosa entrar na festa

Vamos começar descrevendo a gente e nossa "vítima" da história:

Eve, minha mulher, tem 30 anos. Tem 1,70m, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo mais puxado pra menina de academia, definido, mas sem ser marcado demais, aquele tom de pele que parece levemente bronzeado até no inverno.

Eu tenho 38, 1,75, magro, voltei a malhar e tô começando a definir os músculos, cabelo castanho escuro e olhos verdes escuros.

Cande é nossa parceira nessa história, tem só 22 anos, morena, 1,60m, gostosa, peitos de tamanho normal, mas bem empinadinhos, uma bunda pequena, mas bem durinha.
Ela trabalha como garçonete no restaurante que a gente vai pelo menos umas duas vezes por mês, a dona é conhecida da Eve, fica a duas quadras de casa e geralmente ela nos atende super simpática e com um sorriso maravilhoso que chama muito a atenção, é incrível como um gesto assim rende pontos e gorjeta pra ela. A gente já tinha comentado isso, mas nunca pensamos em pegar ela até que...

Começa a história:
Com minha mulher, às vezes saímos pra farra sozinhos, de vez em quando é algo que curtimos muito fazer a dois. Quando voltamos pra casa, geralmente acabamos transando como se fosse a última noite das nossas vidas.

Nosso rolê com os amigos furou, fomos jantar, a Cande nos atendeu, voltamos pra casa e, na vontade que tava, pedimos um Uber e fomos mesmo assim, era uma festa que rolou num bar perto de casa. A gente tava dançando num cantinho da pista, super agarradinhos e apaixonados, mas ao mesmo tempo bem tarados. Ela adora me provocar no rolê, fazer minha rola endurecer no meio da multidão. Era um desses momentos e a Cande aparece.

C: Gente! O que vocês tão fazendo aqui?
E: Cande! Como cê tá?
C: Interrompi um momento romântico, né?
S: Relaxa, a gente se vê todo dia. O que cê tá fazendo aqui? Te achava super na sua.
C: Na minha sou no trabalho, na night eu gosto é de... Esse clima pra putaria. E aí, cês tão de boa?
E: Acho que dá pra ver que a gente também curte esse clima. Viemos sozinhos porque nossos amigos furaram. E tu, como é que é?
C: Vim com uma amiga, que é a namorada do DJ que vai tocar daqui a pouco.
S: Que massa!
C: Querem vir com a gente?
E: Bora! Sempre é bom conhecer gente do meio.

A verdade é que eram mó legais, a gente se deu super bem com eles também. Conversamos sobre tudo.
O cara começou a tocar, a gente amou e os quatro tavam dançando do ladinho do palco improvisado quando a namorada do DJ recebe uma mensagem: "Gorda, para isso às 3, a prefeitura chegou e não tá liberado pra festa. Não param agora porque sabem a merda que vai dar." A gata nos avisou e a gente tava na Disney, faltavam 40 minutos. O cara passou o controle das mesas pro DJ que ia fechar e veio com a gente. Conversamos que a noite ia ficar curta e onde a gente podia continuar, obviamente oferecemos nossa casa, não ia ser a primeira vez que o apê virava uma mini balada.
No final, acabou, o DJ com a namorada acabaram furando, ele queria ficar pra dar uma mão pros donos do bar arrumar tudo e a gata, claro, acompanhar ele.

C: Bom, vamos ser 3. Tem problema, galera?
E: Vamos ser 3, gostosa.

Esse "Vamos ser 3, gostosa" da minha mina já me deixou doido.
Sabendo quando ia parar, pedi um Uber 5 minutos antes pra não ficar esperando e fomos nós 3 pra casa, a sala já tava montada no esquema balada.
Tava fresco e a Eve tinha deixado o aquecimento ligado (lembrem disso, é chave e meio que roteirizado na vida real) porque ela é friorenta, mas mesmo assim tinha saído vestida com uma saia e um corset, que cobre quase nada, porque a putaria fala mais alto que o frio.
A Cande tava com uma calça preta de cintura alta e uma camisa branca.
Eu de jeans e camisa preta.
Assim que chegamos, servimos bebidas, colocamos música e tiramos os sapatos os 3. A sensação do carpete nos pés é maravilhosa. Cande, como forma de agradecimento, dividiu um pouco de cristal pra cada um de nós.

C: Galera, sabem que com os clientes que vejo mais, eu começo a fantasiar histórias.
S: Fantasiar de que tipo? — falei, olhando tipo adesivo da Wanda.
C: Pensar como eles vivem, o que fazem da vida.
E: E o que você pensava da gente?
C: Pelas conversas, sei que vocês dois trabalham, são profissionais e moram perto. Isso tudo bem, mas imaginava vocês super tranquilos, tipo já pensando em ter filhos.
E: Filhos? Hahahahaha, quase caí de tanto rir.
S: Isso não, longe da realidade.
C: Vocês curtem a bagunça igual a mim.
E: É outra vida isso, não entendo como tem gente que não curte a bagunça.
S: Lembra da Martina? A loira baixinha que andava com a gente?
C: Sim. Maravilhosa.
S: Que tipo de relação você achava que a gente tinha com ela?
C: Agora acho que vocês três se enfiavam na bagunça, mas antes pensava que era tipo uma sobrinha ou afilhada.
E: A gente morava junto os três, mas ela se mudou pra outro país.
C: Uau... Posso pedir uma coisa?
S: O que você quiser, Cande.
C: Não contem nada disso no trabalho, por favor.
E: Pode esquecer, sei que você também não vai contar.
S: Aqui é sem filtro, fica 100% à vontade com a gente.
E: Pode pedir o que quiser.
C: Valeu, galera, vocês me fazem sentir super bem, sinto que encaixo demais com vocês.
S: O que quiser, menos uma coisa.
C: Que coisa?
S: Olha, Cande. — falo no ouvido dela e olho pra Eve — Meu amor, tamos com calor, dá pra desligar o aquecedor?
E: Não. Isso não se negocia.
S: E se a Cande pedir?
E: Também não desliga.
S: E se a gente tiver calor.
E: Tira a camisa, Santiago.
S: Então tira você, e tira a dela também.
E: Não me enchem, se tão com calor, tirem um do outro.

Cande, com uma cara tímida, mas safada, foi desabotoando minha camisa, olhando pra Eve entre um botão e outro pra ver como ela reagia.

S: Nervosa por tirar a roupa do marido dos outros? Relaxa.
C: Ansiosa porque fico pensando no que vai rolar depois.
S: Calma, não pensa, aproveita. Se joga pra viver cada segundo. Cande tirou minha camisa, eu só desabotoei a dela, abrindo pra aparecerem as tetas apertadas no sutiã, pareciam macias, já queria pegar e passar a língua.
A gente dançou mais um pouco, colados, se abraçando, se sentindo.
No meio disso tudo, a Eve tirou a camisa da Cande.

C: Não vale, linda. Você também tem que tirar alguma coisa. Não vem com a desculpa do frio, o aquecimento tá ligado e além disso você já tá quase pelada.
E: A gente tá igual em quantidade de peças, 3 cada uma. Mas o Santy tem 2. Você teria que tirar outra.
C: Tira o que quiser de mim.
E: Santy, tira a calça dela que essa bunda me deixa louca, mas do jeito que eu gosto que você tire a minha.

Eu fiquei atrás da Cande, dançando, encostei bem a bunda nela, minhas mãos nos ombros dela, descendo devagar roçando os peitos dela, minha boca perto do pescoço pra ela sentir minha respiração. Minhas mãos continuavam descendo acariciando a barriga dela, a respiração dela ficava ofegante, chegando na cintura pra baixar a calça enquanto eu me ajoelhava pra dar um beijo em cada nádega, um direto no cu e depois levantar de novo.

Enquanto a gente tava nessa, a Eve sozinha já tinha tirado a saia.

E: Mocinha, sempre te beijam a bunda antes de te beijar na boca?
C: Pra tudo tem uma primeira vez.
E: Vem, senta no sofá do meu lado. Tira o jeans do meu marido como se eu não tivesse aqui.

Eu fiquei de frente pra Cande, tava com o pau durasso, o jeans apertava, não aguentava mais, ela baixou ele e passou a carinha dela contra minha cueca, deslizando os lábios ao longo do meu pau. A Eve atacou direto o pescoço dela, a gente ficou uns segundos assim.

As minas levantaram e a gente continuou dançando. Não me segurei mais. Peguei as duas pela cintura e a gente se fundiu num beijo lindo, apertando os corpos, desci minhas mãos pras bundas das minhas, pegando bem por baixo, empurrando elas contra mim.

E: A gente vai fazer você passar bem, Cande.
C: Nunca fiz nada assim.
E: Você tem que ficar à vontade. O que você quiser que a gente faça, é só pedir, o que você quiser fazer, é só fazer. faz.
S: Os limites são você quem define. Aproveita.
C: Perdi os limites no momento em que atravessei aquela porta.

Eve enfiou um beijo nela enquanto eu, por trás, apoiava a bunda dela. Tiramos o corpete e chupamos o pescoço dela, um de cada lado, com minhas mãos apertando os peitos dela. Ela começou a gemer, se deixando levar pelo prazer da situação.

C: Vocês vão me enlouquecer, garotos. Estou 100% entregue. Eve, fica de peito de fora também.
E: Assim que eu gosto, sem filtro.

Eve tirou o espartilho e apertou os peitos dela contra os da Cande, se fundindo num beijo muito quente. A gata ainda jogava a bunda pra trás pra sentir minha pica, e eu tava explodindo.
Fiz ela girar, beijei ela segurando a bunda dela com as duas mãos, parei um segundo pra apreciar aquele par de peitos divinos, bem empinados, com os mamilos rosados bem durinhos de tesão. Beijei eles, chupei eles, minha língua brincou com eles no ritmo dos gemidos deliciosos dela.
Ela enfiou as duas mãos na minha boxer, direto pra agarrar minha pica e as bolas. Minha mulher ficou atrás de mim, tirou minha boxer, beijou minha nuca e de repente eram quatro mãos me tocando enquanto eu beijava a Cande.
Com uma mão segurei a nuca dela, a outra pra tocar a buceta dela por trás. Ensopada, sem resistência alguma, dois dedos entraram, ela soltou um gemido dentro da minha boca. Ao ouvir, Eve ficou atrás dela, puxou a tanga dela de uma vez, deu uns beijos na bunda dela e fez ela girar pra chupar a buceta dela enquanto eu apoiava a bunda dela com minha pica entre as nádegas.

Eve fez ela sentar no sofá, se ajoelhou e continuou devorando a pussy. Eu olhava e me masturbava devagar, apreciando o show daquelas duas gostosas.
Me aproximei por trás da minha mulher, puxei a tanga dela pro ladinho e apoiei a pica pra ela, sozinha com os movimentos, ir enfiando. Que ela continue concentrada em dar prazer pra nossa convidada de honra, mas com minha pica dentro. Mesmo assim, a senhora foi a primeira a gozar.

E: Meu amor, você tem que chupar a buceta dessa mina, é uma delícia.
Minha mulher me deu um beijo que fez eu sentir o gosto da Cande na boca dela. Ela tirou a tanga e sentou do lado da nossa convidada. Mergulhei de cara pra chupar aquela bucetinha rosada, uma delícia. A Cande começou a enfiar os dedos na minha mulher e elas se beijavam entre gemidos e umas palavras.

E: Seu primeiro ménage, né?
C: Também a primeira vez com uma garota.
E: Primeira vez que outra gostosa te chupa.
C: E primeira vez que vou chupar outra gostosa.
E: Quando quiser, linda.

A Cande começou a gemer mais forte, enfiei 2 dedos na buceta dela, com minha língua se movendo no clitóris dela e a da minha mulher dentro da boca dela teve um orgasmo muito forte e se deitou no sofá.

A Eve se jogou em cima de mim, me deitou no tapete, ela por cima, a gente se pegou como na primeira noite e depois a boca dela foi descendo pelo meu corpo até encontrar meu pau, tava me dando um boquete incrível e a Cande entrou junto pra deixar ainda mais foda. Olhei pra elas um pouco e depois fechei os olhos, sentia as línguas delas percorrendo ele todo, os lábios se beijando com meu pau no meio, elas se revezavam pra chupar a cabeça do meu pau e as bolas. Não aguentei mais e gozei. As minas dividiram a porra na boca delas, um pouco caiu na minha barriga e a Eve tratou de limpar com a boquinha de cabeleira enquanto a guria olhava esperando pra dar um beijo no final.

Me acomodei sentado no sofá pra ver a Cande chupando a buceta da Eve na primeira vez dela chupando outra mina. Diferente dos caras, as mulheres sabem chupar buceta por instinto, poucas vezes vi minha mulher tão entregue ao prazer quando tão chupando ela. Ela segurava a cabeça dela pra apertar contra o corpo, se tocava nos peitos, mordia o lábio inferior.
Meu pau não demorou pra ficar duro de novo e foi inevitável bater uma punheta vendo aquele show lésbico no chão da sala.
A Eve começou a gemer mais forte, o prelúdio do que Foi o orgasmo dela. Cande se deitou ao lado dela, beijou ela e perguntou me apontando.

C: Posso?
E: O quê? Fala.
C: Comer seu marido.
E: Mete nele, você mereceu. Precisa de uma boa cock girl.
C: Valeu, gostosa.

Deu outro beijinho e montou em mim pra cavalgar no sofá. Ela se mexia cada vez mais forte, mais intenso. Apertava os peitos dela contra minha cara, minha boca não dava conta de chupar tudo, minhas mãos agarravam bem forte a bunda dela até que ela pegou elas e colocou no encosto, segurando firme nos meus pulsos continuou me fodendo assim, me coisificando gostoso, pra ela naquele momento eu não existia, só era uma cock que ela tava montando freneticamente até gozar intensamente, apertando o corpo dela bem forte contra o meu a ponto de eu não conseguir respirar.

Agora era minha vez de meter nela. Deitei ela de barriga pra cima no tapete e sentadinho nas pernas dela fui enfiando de pouquinho a cock na pussy dela que tava molhadíssima, até que finalmente entrou toda e eu me deitei sobre ela pra apoiar a bunda como manda o figurino, essa posição eu amo, me deixa louco sentir a bunda assim. Comecei devagar pra não gozar rápido, mas em poucos minutos vi que era inevitável e olhando nos olhos da minha mulher que tava enfiando dois dedos, meti na girl com tudo até não aguentar mais e soltei toda a cum que tinha.

Caí exausto em cima dela, sem forças, e depois me deitei ao lado.

Eve veio, deu um beijo em cada um e se acomodou do meu lado. Ficamos os três dormindo um tempo ali, depois, nus do jeito que estávamos, fomos pra cama.

Fim!

Se gostaram, deixem comentários e pontinhos que são o combustível pra continuar contando minhas aventuras...

Quero pedir desculpas pelo sumiço, mas estamos em momentos agitados de novo na vida, da minha parte muito trabalho, também retomamos o projeto de ir morar fora de novo, mudamos alguns códigos do casal, a Eve vai ficar indo e vindo pro estrangeira a trabalho, a Martina vai vir visitar nas festas e tá tudo um caos por enquanto, mas projetando umas paradas muito lindas.

8 comentários - Trio: Fizemos uma gostosa entrar na festa

Otra historia mas que es increiblemente erotizante. Espero seguir leyendo mas de cabde y uds.
Abrazo
tremendo! anfitriones asi se necesitan en todas partes.
van puntos
fito555 +1
Tremendo..!!
un sueño con dos HEMBRAS Hermosas.+10