Beleza, vou contar o que rolou comigo uns meses atrás, mais ou menos na Páscoa. Além de trampar numa metalúrgica, também fa uns bicos de carpintaria. Aí uma cliente me chama, pedindo uma estante sob medida. Pela foto de perfil, achei que era uma senhora de idade, então não tava dando muita bola. Até que uma noite vejo o status dela no WhatsApp... era uma mina de 23 anos, uma máquina! A gata tinha uns peitões e uma bunda muito boa. Ela postou uma foto de fio dental e um top que deixava os melões aparecendo. Fiquei durasso na hora, já viajando na maionese pensando naquela gostosa. No dia seguinte, a mesma coisa. E assim foi, até que uma noite não aguentei e comentei um status dela — não lembro direito o que escrevi, mas foi algo tipo "essa maçãzinha precisa de quem morda". Ela respondeu "não" e um "hehe". Ali começamos a conversar, e ficamos nessa por um mês, até que o papo foi pra putaria. Pelo que ela contava, era insaciável, e eu pensava: "nunca vou conseguir comer essa gostosa". Até que um dia a gente tinha falado, e ela tava meio sem paciência, cortante, sei lá. Não liguei e fiquei o dia todo sem mandar mensagem. De noite, postei um status tomando um fernet, e ela comentou com um coração. Dei zero bola, haha. Aí ela mandou um "oi 👋". Respondi: "Passou a chatice?" Ela disse: "Desculpa, negão. Cê tá sozinho?" Falei que sim. Ela: "Me perdoa pelo jeito que te tratei hoje." Falei: "Tranquilo. Quer vir pra cá?" Ela: "Beleza, vou levar mais um fernet." Mandei o endereço e ela apareceu. Veio toda agasalhada com um casacão. Quando tirou aquilo... uma calcinha bem cavada, um top sem sutiã porque dava pra ver os bicos durinhos, e falou: "Ei, tô bem assim, né?" Falei que sim. Bebemos e ela contou que um maluco foi na casa dela, ela se produziu toda, e o cara não encostou nela — ficou brincando com o cachorro e falando de um negócio que queria abrir. E eu morrendo de vontade de meter. Ela: "Olha, até fio dental especial comprei", e mostrava a tirinha. Eu já tava durasso, haha. Bebemos pra caramba e, num momento, ela falou: "Negão, posso te perguntar uma coisa?" Falei: "Claro, fala." Ela levantou do sofá e... Diz, você me acha bonita? Falo: "Você é linda, gata." Eu olhava pra buceta que se marcava por baixo da calcinha. Ela senta de novo e fala: "Me abraça." Abraço ela e sentia os peitos dela contra o meu peito, e eu duríssimo. Dou um beijo no pescoço dela e ela fala: "Que gostoso." E outro e outro, e terminamos nos amassos. Minhas mãos foram pros peitos dela, que tanto queria tocar. Começou o agarramento, ela começou a tocar na minha pica dura por cima do short e fala: "Mmmm, pai, cê tá mó duro. Você me deixa assim, porra." E fala: "Se segura." Levanta. "Com licença, vou no banheiro." Entra e, quando sai, fala: "Qual é o teu quarto?" "O do fundo", falo. "Posso ver?" Quando falou isso, pronto, é minha, pensei. Entro e, enquanto ela tava olhando, meto a mão na bunda dela. Ela fala: "Você queria isso, né?" E me joga na cama e começa a tirar a roupa devagar, e eu duríssimo. Quando fica de tanguinha, sobe em cima de mim e desce até a minha pica e fala: "Vamos ver sua ferramenta." E fala: "Mmmm, pai, é grossa." E mete na boca e começa um boquete mortal. Chupava minhas bolas e passava a língua pela cabeça da minha pica. Ela fala: "Você chupa a minha?" E falo: "Claro, é uma coisa que adoro." E começo a chupar ela, e ela soltava uns gemidos. "Porra, que gostoso, você chupa bem", ela falava. Fiquei assim umas meia hora e fiz ela gozar três vezes. Na última, ela fala: "Vem, me fode, porra." Levanto as pernas dela, coloco as perninhas no ombro e começo a meter devagarinho, devagarinho, e mais forte e mais forte, e ela gemia de prazer. Fizemos várias posições: de quatro, o 69, e assim ficamos umas 4 horas. Paramos pra tomar outro fernet e continuamos. Já tava doendo a pica, e ela fala: "Porra, como você faz pra não gozar? Outro maluco em 5 ou 15 minutos já goza, você faz 4 horas e nada. Continua assim, pai, me fode até eu falar chega. Quando começar a doer a pussy, te aviso e solta tudo." E assim continuamos. Boquete de novo, chupada de pussy, e a cereja do bolo foi fazer o cuzinho dela. Ela fala: "Mete na bunda, mas devagar, pai." Mal passei a cabecinha, ela soltou um gemido e fala: "Vai, arrebenta minha bunda, me fode como se fosse a última vez. A última vez que a gente comeu. Comecei a meter mais forte, tirava e colocava na buceta, tirava e colocava no cu até que ela fala: "Quer gozar, negão? Porque já tá doendo meu cu e a buceta." Quando ela falou isso, eu perguntei: "Acabo na bunda ou onde?" E ela respondeu: "Enche meu cu de porra." Aí comecei a meter mais forte, ela gritava de prazer: "Vai, filho da puta, arrebenta meu cu." Até que soltei tudo, enchi o cu dela de porra, e ela falava: "Filho da puta, tô sentindo tudo quentinho aí." Tirei devagar e meu pau tava pulsando, haja. Fiquei largado do lado dela. Ela de bruços e fala: "Filho da puta, não entendo como você tá sozinho se come tão gostoso. Nunca me comeram assim, mano. Nem o pau do meu vizinho presta, pau mole pra caralho. Você com seus 18 cm e grosso ainda me comeu mortal. Tem que repetir, mano." E a partir daí a gente começou a comer quase sempre, até que um dia ela falou chega porque tava conhecendo alguém. Mas que com certeza não ia comer ela igual eu. Haha, parece que sim, porque nunca mais vi ela.
1 comentários - Boa foda