Dado o bom recebimento da minha história, vou compartilhar um pouco mais.
Antes de começar, vou descrever minha tia: naquela época, ela era magra, com um corpo muito gostoso porque jogava futebol, tinha cerca de 1,65m, cabelo preto, pele bronzeada, quadril largo, peitos de bom tamanho com mamilos grandes e morenos, bunda e pernas bem tonificadas. No geral, uma deusa (até hoje).
Depois de uma longa soneca, minha tia me acordou quase ao anoitecer, com uma voz muito suave e gentil: "Miki (apelido que minha avó me deu), acorda, já passaram quase 4 horas, você precisa comer", ela dizia enquanto balançava meu ombro delicadamente. Reagi ao sentir o hálito dela perto do meu rosto e, ao abrir os olhos, a primeira coisa que vejo são os lindos olhos cor de mel da minha tia. "Sim", respondi bem confuso e com muito frio, porque tinha dormido só com a toalha. Depois de um sono tão profundo e por meu mau hábito de me mexer muito enquanto durmo, a toalha já nem cobria mais meu corpo. Então, eu estava completamente nu, com minha tia sentada na borda da minha cama, vestindo só uma camiseta, deixando as pernas e parte da bunda de fora. "Você está congelando", ela disse enquanto começou a me abraçar. "Vamos, coloca uma roupa. Quando saí do banheiro, você já estava dormindo, mas ainda tinha a toalha, por isso não te acordei. Quando terminar, desce pra comer." Ela saiu do quarto, e eu só respondi: "Tá bom." Peguei a primeira coisa que encontrei e desci correndo, porque estava com muita fome. Ela me esperava na mesa com meu prato servido. Fui até lá e começamos a comer os dois.
Não mencionei nada do que aconteceu no banheiro durante a comida, ela só falava das amigas do futebol. Ela terminou antes, então se levantou e começou a lavar os pratos. A pia estava na frente da mesa, então ela tinha que ficar de costas pra mim, e eu podia ver claramente a bunda dela, ou pelo menos o que a camiseta não cobria. Talvez ela tenha sentido que eu não parava de olhar, porque... Viro e sorriu pra mim enquanto levantava um pouco a bunda, como me convidando a olhar mais. Eu só devolvi o sorriso e virei pro meu prato, meio envergonhado por ela ter percebido, mas também já tinha terminado, então ela pediu meu prato. Aí esperei ela terminar a louça e fomos os dois pra TV. Ficamos uns minutos procurando o que ver antes dela perguntar: "Cansou do banho?" Eu não esperava por aquela e só respondi nervoso: "Como assim?" Ela sorriu maliciosa ao me ver nervoso: "Ué, como você dormiu a tarde toda, acho que o que fez te esgotou, por isso tô perguntando." Eu só concordei com a cabeça. "Imagino, mas não se preocupa, é normal por ser a primeira vez. Quando fizer de novo, já não vai cansar tanto." Quando ela disse "quando fizer de novo", senti meu rosto ficar vermelho e meu pau começou a endurecer, coisa que ela notou na hora e não hesitou em cutucar: "Se quiser fazer, só faz, não tem problema. Finge que eu não tô aqui." Eu só abaixei a cabeça e falei: "Não, tô de boa, melhor ir pro meu quarto." Antes de eu levantar, ela disse: "Tem certeza? Se quiser, eu ajudo, sem problema. Além disso, se não aliviar, pode doer daqui a pouco." Aí fiquei parado e perguntei: "Sério que vai doer?" "Sim, suas bolas precisam liberar o sêmen, senão acumula e faz mal." Quando ouvi isso, fiquei com medo (já sei o que cê tá pensando, mas lembra que antes daquele dia eu nem sabia o que era uma ereção). "Então tenho que tirar?" Minha tia soltou uma gargalhada, mas concordou e perguntou: "Quer que eu ajude?" "Sim, por favor." Ela sentou do meu lado e com uma voz bem suave falou: "Fica tranquilo, abaixa o short." Enquanto eu levantava o quadril do sofá, ela ajudava deslizando meu short e cueca pra baixo, deixando meu pau pequeno e duro exposto. Da minha parte, tava tenso, excitado e assustado ao mesmo tempo, mas minha tia me relaxou tirando a gravidade da situação, dando um leve peteleco no meu pau com o dedo e dizendo: "Viu? Não tem nada. Vou fazer o mesmo que você fez no banheiro e assim você fica mais tranquilo — foi quando ela começou a me tocar, bem de leve, só roçando. Depois de alguns segundos, puxou meu prepúcio devagar, deixando minha glande à mostra, completamente imerso em prazer. Eu não tirava os olhos dos dedos dela, estava como hipnotizado. Só reagi quando ela disse — você tem a glande bem rosada, é muito fofo — eu não sabia o que era e perguntei — o quê? — essa parte se chama glande — respondeu, colocando o dedo sobre a cabeça rosada do meu pau — ah, tá — depois dessa aula de anatomia, veio algo que explodiu minha mente na época. Ela aproximou a cabeça na altura da minha barriga e derramou toda a saliva dela no meu pau, e em seguida virou pra me olhar direto nos olhos e disse — é pra lubrificar você e sentir melhor, é como o sabonete do banheiro, lembra? — eu só concordei com a cabeça e ela começou a fazer com mais força, então em poucos segundos, inutilmente soltei um — cuidado — e imediatamente gozei na mão dela aquele líquido meio esbranquiçado, quase transparente. Ela virou pra mim, passou a mão no meu rosto e disse — tá tudo bem, não tem problema, é normal você não aguentar, vai aprender com o tempo. Agora vou me limpar e você se cobre — depois disso, ela levantou do sofá, me deu um beijo na testa e subiu as escadas, enquanto eu fiquei uns minutos em choque, sem acreditar no que tinha acabado de acontecer, sem conseguir acreditar que o que eu tinha acabado de sentir era ainda melhor do que o que rolou no banheiro naquele mesmo dia, completamente abalado pela sensação de prazer. Naquele dia, eu descobri que meu pau servia pra algo mais do que só mijar, e tudo graças à minha linda e gostosa tia.
Depois de alguns minutos, minha tia voltou pro sofá como se nada tivesse acontecido, só sentou do meu lado e ficamos vendo um filme até eu dormir. Assim terminou o melhor dia da minha vida.
E foi assim que Terminei o segundo dia da minha história. Notei que vocês gostaram da primeira parte, por isso tô postando a segunda. Não sei quantas mais vou postar, mas se vocês curtirem, vou tentar continuar.
Valeu pelo tempo de vocês e me mandem comentários se tiverem qualquer dúvida ou pergunta.
Antes de começar, vou descrever minha tia: naquela época, ela era magra, com um corpo muito gostoso porque jogava futebol, tinha cerca de 1,65m, cabelo preto, pele bronzeada, quadril largo, peitos de bom tamanho com mamilos grandes e morenos, bunda e pernas bem tonificadas. No geral, uma deusa (até hoje).
Depois de uma longa soneca, minha tia me acordou quase ao anoitecer, com uma voz muito suave e gentil: "Miki (apelido que minha avó me deu), acorda, já passaram quase 4 horas, você precisa comer", ela dizia enquanto balançava meu ombro delicadamente. Reagi ao sentir o hálito dela perto do meu rosto e, ao abrir os olhos, a primeira coisa que vejo são os lindos olhos cor de mel da minha tia. "Sim", respondi bem confuso e com muito frio, porque tinha dormido só com a toalha. Depois de um sono tão profundo e por meu mau hábito de me mexer muito enquanto durmo, a toalha já nem cobria mais meu corpo. Então, eu estava completamente nu, com minha tia sentada na borda da minha cama, vestindo só uma camiseta, deixando as pernas e parte da bunda de fora. "Você está congelando", ela disse enquanto começou a me abraçar. "Vamos, coloca uma roupa. Quando saí do banheiro, você já estava dormindo, mas ainda tinha a toalha, por isso não te acordei. Quando terminar, desce pra comer." Ela saiu do quarto, e eu só respondi: "Tá bom." Peguei a primeira coisa que encontrei e desci correndo, porque estava com muita fome. Ela me esperava na mesa com meu prato servido. Fui até lá e começamos a comer os dois.
Não mencionei nada do que aconteceu no banheiro durante a comida, ela só falava das amigas do futebol. Ela terminou antes, então se levantou e começou a lavar os pratos. A pia estava na frente da mesa, então ela tinha que ficar de costas pra mim, e eu podia ver claramente a bunda dela, ou pelo menos o que a camiseta não cobria. Talvez ela tenha sentido que eu não parava de olhar, porque... Viro e sorriu pra mim enquanto levantava um pouco a bunda, como me convidando a olhar mais. Eu só devolvi o sorriso e virei pro meu prato, meio envergonhado por ela ter percebido, mas também já tinha terminado, então ela pediu meu prato. Aí esperei ela terminar a louça e fomos os dois pra TV. Ficamos uns minutos procurando o que ver antes dela perguntar: "Cansou do banho?" Eu não esperava por aquela e só respondi nervoso: "Como assim?" Ela sorriu maliciosa ao me ver nervoso: "Ué, como você dormiu a tarde toda, acho que o que fez te esgotou, por isso tô perguntando." Eu só concordei com a cabeça. "Imagino, mas não se preocupa, é normal por ser a primeira vez. Quando fizer de novo, já não vai cansar tanto." Quando ela disse "quando fizer de novo", senti meu rosto ficar vermelho e meu pau começou a endurecer, coisa que ela notou na hora e não hesitou em cutucar: "Se quiser fazer, só faz, não tem problema. Finge que eu não tô aqui." Eu só abaixei a cabeça e falei: "Não, tô de boa, melhor ir pro meu quarto." Antes de eu levantar, ela disse: "Tem certeza? Se quiser, eu ajudo, sem problema. Além disso, se não aliviar, pode doer daqui a pouco." Aí fiquei parado e perguntei: "Sério que vai doer?" "Sim, suas bolas precisam liberar o sêmen, senão acumula e faz mal." Quando ouvi isso, fiquei com medo (já sei o que cê tá pensando, mas lembra que antes daquele dia eu nem sabia o que era uma ereção). "Então tenho que tirar?" Minha tia soltou uma gargalhada, mas concordou e perguntou: "Quer que eu ajude?" "Sim, por favor." Ela sentou do meu lado e com uma voz bem suave falou: "Fica tranquilo, abaixa o short." Enquanto eu levantava o quadril do sofá, ela ajudava deslizando meu short e cueca pra baixo, deixando meu pau pequeno e duro exposto. Da minha parte, tava tenso, excitado e assustado ao mesmo tempo, mas minha tia me relaxou tirando a gravidade da situação, dando um leve peteleco no meu pau com o dedo e dizendo: "Viu? Não tem nada. Vou fazer o mesmo que você fez no banheiro e assim você fica mais tranquilo — foi quando ela começou a me tocar, bem de leve, só roçando. Depois de alguns segundos, puxou meu prepúcio devagar, deixando minha glande à mostra, completamente imerso em prazer. Eu não tirava os olhos dos dedos dela, estava como hipnotizado. Só reagi quando ela disse — você tem a glande bem rosada, é muito fofo — eu não sabia o que era e perguntei — o quê? — essa parte se chama glande — respondeu, colocando o dedo sobre a cabeça rosada do meu pau — ah, tá — depois dessa aula de anatomia, veio algo que explodiu minha mente na época. Ela aproximou a cabeça na altura da minha barriga e derramou toda a saliva dela no meu pau, e em seguida virou pra me olhar direto nos olhos e disse — é pra lubrificar você e sentir melhor, é como o sabonete do banheiro, lembra? — eu só concordei com a cabeça e ela começou a fazer com mais força, então em poucos segundos, inutilmente soltei um — cuidado — e imediatamente gozei na mão dela aquele líquido meio esbranquiçado, quase transparente. Ela virou pra mim, passou a mão no meu rosto e disse — tá tudo bem, não tem problema, é normal você não aguentar, vai aprender com o tempo. Agora vou me limpar e você se cobre — depois disso, ela levantou do sofá, me deu um beijo na testa e subiu as escadas, enquanto eu fiquei uns minutos em choque, sem acreditar no que tinha acabado de acontecer, sem conseguir acreditar que o que eu tinha acabado de sentir era ainda melhor do que o que rolou no banheiro naquele mesmo dia, completamente abalado pela sensação de prazer. Naquele dia, eu descobri que meu pau servia pra algo mais do que só mijar, e tudo graças à minha linda e gostosa tia.
Depois de alguns minutos, minha tia voltou pro sofá como se nada tivesse acontecido, só sentou do meu lado e ficamos vendo um filme até eu dormir. Assim terminou o melhor dia da minha vida.
E foi assim que Terminei o segundo dia da minha história. Notei que vocês gostaram da primeira parte, por isso tô postando a segunda. Não sei quantas mais vou postar, mas se vocês curtirem, vou tentar continuar.
Valeu pelo tempo de vocês e me mandem comentários se tiverem qualquer dúvida ou pergunta.
3 comentários - Minha primeira gozada.2
Tengo la misma situación con mi tía, desde niño, pero no sé qué hacer, ayer le confense que me masturbaba con su ropa interior