A puta da minha namorada parece não ter limites e eu curto pra caralho.
agora a quinta fica uma delícia
e um lugar ideal para as férias
aproveitar essa história
Muito obrigado pelos comentários de vocês.
x nos seus pontos
e por me seguir
Ah, me deixei ali, exausta e dolorida na cama, mas acima de tudo satisfeita por ter gozado até ficar assim. Ouvi ele entrar no banheiro e sair. Como pude, coloquei o roupão e fui tomar banho. Quando saí, eles já estavam jantando e consegui ouvir um pouco do que estavam falando.
Luis: "Você matou a velha, hein? Ela nem consegue levantar da cama."
Oscar: "A Oscar tá muito cansada, mas agora vem jantar. Não seja mau com sua velha, ela não merece isso."
Laura: "Você acha que ela não merece? Pra mim, merece sim."
Oscar: "E por quê?"
Laura: "Pelo que ela faz com você, pai."
Oscar: "Pra mim, a única coisa que ela faz é me fazer muito feliz. Só vocês me deixam tão feliz quanto ela."
Laura: "Não acredito, você é o único que não percebe nada nessa casa."
Oscar: "Eu percebo tudo, amor. Não sou idiota, querida. Só que assim sou muito dichoso e feliz."
Laura: "Será que você não vê como os outros olham pra ela, como a desejam? Todo mundo quer comer ela, e não sei se não tão comendo."
Oscar: "Claro que vejo. Mais ainda, quando saímos, peço pra ela se vestir assim, como uma deusa que todos admiram e desejam. Mas sabe de uma? Ela está na minha mão, sempre do meu lado. Você não sabe como a admiravam hoje à tarde no bar. Não pode negar que ela faz tudo por mim. Já nos ouviu discutir? Pergunta pro Sérgio se os pais dele discutem, vê o que ele te diz. Quando você vê ela de mau humor? Quando me vê assim?"
Laura: "É, você tem razão, mas é difícil entender."
Oscar: "É que você é muito nova pra entender. O importante é se amar e aceitar o outro como ele é, porque o outro é uma pessoa, não uma coisa que te pertence e tem que ser só sua. Cuida dela, deixa ela ser, faz o que a faz feliz. Assim ela vai estar sempre do seu lado e você vai ser feliz também. Se algo te incomoda, conversa, chega a um acordo. Isso se chama convivência, querida. Nos piores momentos, ela sempre esteve lá. Você não sabe o quanto isso vale."
Luis: "A verdade é que sim. Ela é diferente, não nego, e faz... coisas que não curto, mas fazer o quê, é assim, ela não é ruim por causa disso e se te faz feliz, então o que mais posso pedir?
Oscar — ela tem o lado dela e eu tenho o meu também. Agora, falando de tudo um pouco, você, Luis, já pensou o que vai fazer com o estudo?
Luis — verdade que não. Quando eu decidir, te conto.
Oscar — melhor contar pra mamãe. Por mais que custe acreditar, ela é a melhor nisso.
O dia terminava perfeito, tudo seguiu tranquilo. Laura terminou o colégio e continuava saindo com o Sergio. Luis tava na faculdade, tinha seguido os passos do Oscar. E eu, bom, eu continuava com minhas peripécias no bar do Sergio às quartas-feiras. Era meu dia favorito, já que nos fins de semana o Oscarcito cuidava de me dar tudo que eu precisava. Foram uns anos sem sustos, até que meu sogro precisou de um caseiro fixo. Até aquele momento, o caseiro da chácara ao lado sempre dava uma olhada e também mantinha ela. Isso durou uns anos até que ele acabou contratando o Carlos depois de construir uma casa pra ele no fundo da chácara. Um moreno gordo e bem fechado, que costumava ficar com os amigos dele. Naquele ano, por causa dos gastos que o Luisito gerou com a compra do apartamento dele — já que tinha ido morar sozinho — decidimos passar as férias na chácara. Eu, Oscar, Laurita, Sergio e, não sei por que motivo, o Oscarcito convidou a Brenda e o Juliano. Quinze dias maravilhosos onde me propus a realizar todas as minhas fantasias. Tudo estava pronto pra passar uns dias gostosos a dois, mas foi exatamente o que menos aconteceu. Chegamos e vimos as reformas que a chácara tinha. Quem nos recebeu foi o Carlos, que se apresentou quando descemos. Eu tinha ido de biquíni, pronta pra pular na piscina. Claro que também tava de saída de praia, mas isso não impediu o Carlos de me encarar. Acho que até o volume dele cresceu. Ele se aproximou de mim e disse:
Carlos — me chama pra qualquer coisa, vamos. Te ajudo com as malas, gostosa.
— Muito obrigada, Carlos, que gentileza a sua.
Carlos — como não ser gentil com uma mulher assim? Tão gostosa quanto você
Aquela situação me dominou, Carlos tinha ficado intenso na frente do meu namorado, que nem reagiu. Caminhamos até a casa sempre com Carlos do meu lado, éramos os últimos na fila e eu senti o roçar da mão dele no meu braço até que finalmente chegamos. Antes de entrar, ele pegou na minha bunda apertando com força, eu estava tão excitada que não me importei de ter o Oscar na minha frente, e por isso só soltei um gemido que só Carlos ouviu.
Carlos, você já sabe, espero sua ligação.
Claro que vou te ligar quando precisar de algo.
A coisa pintava muito bem, eu vi o volume do gordo moreno e juro que não era nada desprezível. Aquela atitude tão dominante me deixava louca, mas o que mais me excitou foi a atitude tão submissa do Oscarcito. Sabendo como meu namorado é, não duvidei que ele tinha visto tudo. Algo impensável para mim seria querer transar com aquela besta, estar nos braços daquele gordo moreno com cheiro de suor, nunca imaginei. Nos acomodamos, tínhamos trazido saladas e frios para fazer uns bons sanduíches. Na geladeira, Roberto, meu sogro, tinha deixado cerveja e vinho para vários dias. Colocamos tudo na mesa e Oscar preparou os sanduíches. Enquanto ele fazia isso, eu disse que ia ver se a piscina estava cheia, porque mais que fome, eu queria entrar nela. Ninguém quis me acompanhar. Saí de lá procurando Carlos, não conseguia esquecer aquela mão áspera apertando minha bunda, mas também não queria me mostrar tão fácil. Quando cheguei na piscina, cruzei com Carlos.
Carlos: Oi, gostosa, te vi vindo para a piscina, veio sozinha?
Sim, meu namorado ficou preparando uns sanduíches.
Ah, não, para, daqui eles podem nos ver.
Carlos: E daí que o corno veja.
Não, não, não, melhor irmos atrás da árvore.
Carlos: Assim que te vi, falei: essa mulher tem que ser minha.
Tudo aconteceu muito rápido. O moreno estava muito excitado, igual a mim, quando ele me abraçou e encostou o volume dele na minha barriga. Não hesitei um segundo. Chegamos atrás da árvore, me ajoelhei e abaixei a calça dele. Mano, aí pulou na minha cara uma porra de um pau quase duro, peguei ele e comecei a chupar, tava nessa quando de repente tinha mais dois paus se oferecendo na minha cara, eram os dois amigos dele que o Carlos chamou com um gesto.
Ah não senhor, isso é demais pro meu namorado, tenho que voltar pra casa.
Carlos, não deixa a gente na mão, que se foda aquele otário, dá pelo menos um boquete bom pra gente.
Dei pros três, ia trocando de pau conforme eles iam ficando prontos e como não queria ir manchada pra casa, pedi pra gozarem na minha boquinha, os malditos me encheram de porra e fui embora pedindo pra deixarem a piscina pronta.
Carlos, eu termino de encher, mas hoje à noite você é minha, putinha.
Sim, adoraria.
Cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi pegar um copo de cerveja, minha boca ainda tinha resto de porra.
Bom, já era, agora mesmo o Carlos e os amigos tão enchendo ela, de manhã eles estavam limpando, ele me disse.
A Brenda sentou do meu lado e o olhar dela dizia tudo, só dei um sorrisinho confirmando o que ela imaginava, a safada sabia que eu não tinha transado com eles, mas tinha certeza que dei um boquete em cada um, a gente conversou, comeu e bebeu, a viagem tinha sido longa e o sol tava muito forte, então o Sérgio sugeriu uma soneca pra descansar pra noite não ser curta, cada um foi pro seu quarto, pelo visto todo mundo percebeu o que tinha rolado e ficaram muito excitados, claro que o Oscar se vingou do que aconteceu e me deixou nua pra deitar, dessa vez ele insistiu em arrebentar minha bunda e olha se não fez, soube que ele tinha sacado tudo e por isso me comeu daquele jeito, já que sempre fazia isso quando desconfiava de algo de mim, ele meteu tão forte que tive que dormir de bruços com minha buceta e minha bunda totalmente lambuzadas.
Amor, por que me comeu assim?
Oscar, você sabe, nem precisa falar, acabamos de chegar e temos quinze dias pela frente.
Mas viu como eu Deixou o cu de fora? Agora a biquíni não vai tampar isso, amor, como eu faço?
Oscar, no seu lugar eu tentaria fechar essa buceta, minha putinha. Essa biquíni mal cobre alguma coisa, do jeito que você gosta, e essas são as consequências. Aceita, porque eu sei que você adora.
Quer saber o que rolou na piscina?
Oscar, melhor não falar nada. O que aconteceu lá não é nada perto do que rolou nessa cama.
Isso nunca duvide, meu amor. Mesmo assim, ainda tô toda molhadinha.
Ela não me respondeu mais nada, só me pôs de conchinha e encostou o pau no meu cuzinho judiado. Fiquei em pânico por um momento, pensei que fosse me possuir de novo. Só pensava em estar pronta pra aquelas três picas que eu tinha dado atrás da árvore.
agora a quinta fica uma delícia
e um lugar ideal para as férias
aproveitar essa história
Muito obrigado pelos comentários de vocês.
x nos seus pontos
e por me seguir
Ah, me deixei ali, exausta e dolorida na cama, mas acima de tudo satisfeita por ter gozado até ficar assim. Ouvi ele entrar no banheiro e sair. Como pude, coloquei o roupão e fui tomar banho. Quando saí, eles já estavam jantando e consegui ouvir um pouco do que estavam falando.Luis: "Você matou a velha, hein? Ela nem consegue levantar da cama."
Oscar: "A Oscar tá muito cansada, mas agora vem jantar. Não seja mau com sua velha, ela não merece isso."
Laura: "Você acha que ela não merece? Pra mim, merece sim."
Oscar: "E por quê?"
Laura: "Pelo que ela faz com você, pai."
Oscar: "Pra mim, a única coisa que ela faz é me fazer muito feliz. Só vocês me deixam tão feliz quanto ela."
Laura: "Não acredito, você é o único que não percebe nada nessa casa."
Oscar: "Eu percebo tudo, amor. Não sou idiota, querida. Só que assim sou muito dichoso e feliz."
Laura: "Será que você não vê como os outros olham pra ela, como a desejam? Todo mundo quer comer ela, e não sei se não tão comendo."
Oscar: "Claro que vejo. Mais ainda, quando saímos, peço pra ela se vestir assim, como uma deusa que todos admiram e desejam. Mas sabe de uma? Ela está na minha mão, sempre do meu lado. Você não sabe como a admiravam hoje à tarde no bar. Não pode negar que ela faz tudo por mim. Já nos ouviu discutir? Pergunta pro Sérgio se os pais dele discutem, vê o que ele te diz. Quando você vê ela de mau humor? Quando me vê assim?"
Laura: "É, você tem razão, mas é difícil entender."
Oscar: "É que você é muito nova pra entender. O importante é se amar e aceitar o outro como ele é, porque o outro é uma pessoa, não uma coisa que te pertence e tem que ser só sua. Cuida dela, deixa ela ser, faz o que a faz feliz. Assim ela vai estar sempre do seu lado e você vai ser feliz também. Se algo te incomoda, conversa, chega a um acordo. Isso se chama convivência, querida. Nos piores momentos, ela sempre esteve lá. Você não sabe o quanto isso vale."
Luis: "A verdade é que sim. Ela é diferente, não nego, e faz... coisas que não curto, mas fazer o quê, é assim, ela não é ruim por causa disso e se te faz feliz, então o que mais posso pedir?
Oscar — ela tem o lado dela e eu tenho o meu também. Agora, falando de tudo um pouco, você, Luis, já pensou o que vai fazer com o estudo?
Luis — verdade que não. Quando eu decidir, te conto.
Oscar — melhor contar pra mamãe. Por mais que custe acreditar, ela é a melhor nisso.
O dia terminava perfeito, tudo seguiu tranquilo. Laura terminou o colégio e continuava saindo com o Sergio. Luis tava na faculdade, tinha seguido os passos do Oscar. E eu, bom, eu continuava com minhas peripécias no bar do Sergio às quartas-feiras. Era meu dia favorito, já que nos fins de semana o Oscarcito cuidava de me dar tudo que eu precisava. Foram uns anos sem sustos, até que meu sogro precisou de um caseiro fixo. Até aquele momento, o caseiro da chácara ao lado sempre dava uma olhada e também mantinha ela. Isso durou uns anos até que ele acabou contratando o Carlos depois de construir uma casa pra ele no fundo da chácara. Um moreno gordo e bem fechado, que costumava ficar com os amigos dele. Naquele ano, por causa dos gastos que o Luisito gerou com a compra do apartamento dele — já que tinha ido morar sozinho — decidimos passar as férias na chácara. Eu, Oscar, Laurita, Sergio e, não sei por que motivo, o Oscarcito convidou a Brenda e o Juliano. Quinze dias maravilhosos onde me propus a realizar todas as minhas fantasias. Tudo estava pronto pra passar uns dias gostosos a dois, mas foi exatamente o que menos aconteceu. Chegamos e vimos as reformas que a chácara tinha. Quem nos recebeu foi o Carlos, que se apresentou quando descemos. Eu tinha ido de biquíni, pronta pra pular na piscina. Claro que também tava de saída de praia, mas isso não impediu o Carlos de me encarar. Acho que até o volume dele cresceu. Ele se aproximou de mim e disse:
Carlos — me chama pra qualquer coisa, vamos. Te ajudo com as malas, gostosa.
— Muito obrigada, Carlos, que gentileza a sua.
Carlos — como não ser gentil com uma mulher assim? Tão gostosa quanto você
Aquela situação me dominou, Carlos tinha ficado intenso na frente do meu namorado, que nem reagiu. Caminhamos até a casa sempre com Carlos do meu lado, éramos os últimos na fila e eu senti o roçar da mão dele no meu braço até que finalmente chegamos. Antes de entrar, ele pegou na minha bunda apertando com força, eu estava tão excitada que não me importei de ter o Oscar na minha frente, e por isso só soltei um gemido que só Carlos ouviu.
Carlos, você já sabe, espero sua ligação.
Claro que vou te ligar quando precisar de algo.
A coisa pintava muito bem, eu vi o volume do gordo moreno e juro que não era nada desprezível. Aquela atitude tão dominante me deixava louca, mas o que mais me excitou foi a atitude tão submissa do Oscarcito. Sabendo como meu namorado é, não duvidei que ele tinha visto tudo. Algo impensável para mim seria querer transar com aquela besta, estar nos braços daquele gordo moreno com cheiro de suor, nunca imaginei. Nos acomodamos, tínhamos trazido saladas e frios para fazer uns bons sanduíches. Na geladeira, Roberto, meu sogro, tinha deixado cerveja e vinho para vários dias. Colocamos tudo na mesa e Oscar preparou os sanduíches. Enquanto ele fazia isso, eu disse que ia ver se a piscina estava cheia, porque mais que fome, eu queria entrar nela. Ninguém quis me acompanhar. Saí de lá procurando Carlos, não conseguia esquecer aquela mão áspera apertando minha bunda, mas também não queria me mostrar tão fácil. Quando cheguei na piscina, cruzei com Carlos.
Carlos: Oi, gostosa, te vi vindo para a piscina, veio sozinha?
Sim, meu namorado ficou preparando uns sanduíches.
Ah, não, para, daqui eles podem nos ver.
Carlos: E daí que o corno veja.
Não, não, não, melhor irmos atrás da árvore.
Carlos: Assim que te vi, falei: essa mulher tem que ser minha.
Tudo aconteceu muito rápido. O moreno estava muito excitado, igual a mim, quando ele me abraçou e encostou o volume dele na minha barriga. Não hesitei um segundo. Chegamos atrás da árvore, me ajoelhei e abaixei a calça dele. Mano, aí pulou na minha cara uma porra de um pau quase duro, peguei ele e comecei a chupar, tava nessa quando de repente tinha mais dois paus se oferecendo na minha cara, eram os dois amigos dele que o Carlos chamou com um gesto.
Ah não senhor, isso é demais pro meu namorado, tenho que voltar pra casa.
Carlos, não deixa a gente na mão, que se foda aquele otário, dá pelo menos um boquete bom pra gente.
Dei pros três, ia trocando de pau conforme eles iam ficando prontos e como não queria ir manchada pra casa, pedi pra gozarem na minha boquinha, os malditos me encheram de porra e fui embora pedindo pra deixarem a piscina pronta.
Carlos, eu termino de encher, mas hoje à noite você é minha, putinha.
Sim, adoraria.
Cheguei em casa e a primeira coisa que fiz foi pegar um copo de cerveja, minha boca ainda tinha resto de porra.
Bom, já era, agora mesmo o Carlos e os amigos tão enchendo ela, de manhã eles estavam limpando, ele me disse.
A Brenda sentou do meu lado e o olhar dela dizia tudo, só dei um sorrisinho confirmando o que ela imaginava, a safada sabia que eu não tinha transado com eles, mas tinha certeza que dei um boquete em cada um, a gente conversou, comeu e bebeu, a viagem tinha sido longa e o sol tava muito forte, então o Sérgio sugeriu uma soneca pra descansar pra noite não ser curta, cada um foi pro seu quarto, pelo visto todo mundo percebeu o que tinha rolado e ficaram muito excitados, claro que o Oscar se vingou do que aconteceu e me deixou nua pra deitar, dessa vez ele insistiu em arrebentar minha bunda e olha se não fez, soube que ele tinha sacado tudo e por isso me comeu daquele jeito, já que sempre fazia isso quando desconfiava de algo de mim, ele meteu tão forte que tive que dormir de bruços com minha buceta e minha bunda totalmente lambuzadas.
Amor, por que me comeu assim?
Oscar, você sabe, nem precisa falar, acabamos de chegar e temos quinze dias pela frente.
Mas viu como eu Deixou o cu de fora? Agora a biquíni não vai tampar isso, amor, como eu faço?
Oscar, no seu lugar eu tentaria fechar essa buceta, minha putinha. Essa biquíni mal cobre alguma coisa, do jeito que você gosta, e essas são as consequências. Aceita, porque eu sei que você adora.
Quer saber o que rolou na piscina?
Oscar, melhor não falar nada. O que aconteceu lá não é nada perto do que rolou nessa cama.
Isso nunca duvide, meu amor. Mesmo assim, ainda tô toda molhadinha.
Ela não me respondeu mais nada, só me pôs de conchinha e encostou o pau no meu cuzinho judiado. Fiquei em pânico por um momento, pensei que fosse me possuir de novo. Só pensava em estar pronta pra aquelas três picas que eu tinha dado atrás da árvore.
1 comentários - mi puta novia en la quinta conociendo al cuidador