Pegou a bolsa e foi andando até a oficina do mecânico, pensando que tomara que o carro dela ficasse pronto logo, porque ela precisava dele. Foi caminhando até a estação de metrô, já que era perto da casa dela. Muito raramente ela tinha pegado o metrô, porque não gostava, já que vivia lotado de gente, mas não tinha outra opção. Enquanto ia no metrô, tirou o celular pra mandar uma mensagem pro marido, avisando que iria buscar uma caixa que esqueceu no carro e que precisava dela. Enquanto mandava a mensagem, sentiu alguma coisa roçando a coxa dela, fazendo ela reagir rápido pra tentar ver o que tava rolando. Foi quando percebeu que o vagão que ela tinha entrado estava lotado e a maioria era só homem, com umas poucas mulheres. Olhou em volta e viu que tava cercada de homem pra todo lado, o que deixou ela nervosa e pensar que, por estar distraída pensando no carro, tinha entrado no vagão errado, já que tem um vagão especial só pra mulher. Mas, com pressa, pegou o errado. Tentou se mexer um pouco, se afastando de quem podia ter tocado a coxa dela. O caminho não era muito longo, e rapidinho ela chegou no destino. A casada tentou descer o mais rápido possível, mas, enquanto ia pra porta desviando dos homens, quase saindo, sentiu de novo uma mão pousar numa das nádegas dela e dar um apertão forte na bunda. Com um pouco de medo, ela tentou sair correndo. Assim que saiu, tentou se acalmar e esquecer aquele momento ruim, e prometeu pra si mesma que nunca mais ia pegar aquele vagão. Foi assim que a mulher desceu do metrô e foi pra oficina. Mesmo ela tentando ser discreta, as curvas dela denunciavam, e ela roubava vários olhares, tanto de homem quanto de mulher. A beleza dela e o corpo gostoso não passavam despercebidos. Enquanto isso, na oficina do mecânico, ele tava lá consertando o carro da mulher. Obviamente, ele não era trouxa, já que sabia o que o carro tinha, mas queria ganhar mais tempo com aquela mulher. Foi então que uma loira de Grandes curvas e uns peitos grandes e firmes. Ela chegou na oficina, e o mecânico, ao vê-la, ficou besta com tanta beleza perto dele. Não conseguiu evitar uma ereção ao ver aquela mulher naquele vestido que realçava suas curvas. Deixou de bancar o idiota rapidinho e foi até onde ela estava, dando um sorriso amigável e estendendo a mão pra cumprimentá-la. Dessa vez, a mulher aceitou o cumprimento, ainda olhando pras mãos sujas do mecânico. Mas agora ela tinha mudado de ideia sobre ele, já que ele parecia educado e respeitoso, o que passou confiança. O mecânico foi pegar a caixa com as coisas dela e explicar o que tinha no carro — coisa que a mulher entendeu pouco, mas, como não sabia, acreditou em tudo que o Seu José falou. Sem perder tempo, ele ofereceu um lugar pra ela sentar, e ela sentou. O mecânico rapidinho trouxe um copo de suco, que a mulher aceitou por educação. Deu um gole, sentiu um gosto meio estranho, mas nada demais, e foi bebendo tudo. O mecânico, ao ver aquilo, sorriu de canto, porque minutos antes tinha colocado um líquido que aumentava o tesão de qualquer pessoa. Umas gotinhas já bastavam, mas ele não queria perder a chance e borrifou mais do que devia. A mulher tomou o suco inteiro enquanto olhava o mecânico explicando umas coisas do carro. Em poucos minutos, ela começou a sentir o corpo suar, enquanto prestava atenção no que ele dizia. O mecânico, vendo que ela começava a suar, aproveitou pra sentar do lado dela, contando umas mentiras sobre o trabalho. Como a casada não entendia nada de mecânica, era fácil de enganar. Conforme o tempo passava, a mulher suava cada vez mais e começava a ficar excitada, sem entender por que aquilo tava acontecendo. Não sabia por que o corpo reagia daquele jeito. O mecânico, aproveitando a situação... Naquele momento, ele tirou vantagem fazendo perguntas pessoais pra mulher, que respondia sem pensar muito, já que tava meio que fora de si. O corpo dela não parava de esquentar, e ela ficava cada vez mais excitada, porque não conseguia pensar direito. Don José, vendo que a mulher já tava em outro mundo, colocou a mão numa das pernas dela. Pra mulher, sentir aquela mão tocar a coxa foi um estopim pra ficar ainda mais excitada, já que o simples fato de sentir uma mão suja tocando ela a deixava mais louca. O mecânico não parava de fazer perguntas pra manter a mente da mulher ocupada e ela não conseguir coordenar o que tava rolando. A mulher, no meio das perguntas do velho mecânico, se perguntava por que o corpo dela tava reagindo daquele jeito com uma pessoa tão feia e suja. Enquanto a mente dela tentava dizer pra fugir dali, o corpo não parava de se excitar ainda mais quando ela sentia o mecânico movendo a mão devagar, aos poucos, em direção àquela zona proibida. O mecânico, vendo como a mulher respirava cada vez mais rápido, não perdia nenhum momento pra ir enfiando a mão mais e mais, até quase roçar aquela área proibida. A mulher tentou juntar forças pra fugir dali, dizendo pro mecânico que precisava ir embora porque o marido dela ia chegar em casa e não ia encontrá-la. O mecânico ignorou totalmente o que ela dizia e só falava pra ela relaxar, que eles só estavam conversando como dois amigos, que não ia rolar nada. Aí ele aproveitou um momento em que a mulher, de tanta sensação que o corpo tava recebendo, fechou os olhos. O mecânico aproveitou pra enfiar a mão ainda mais e começar a roçar parte daquela zona proibida. A mulher, ao sentir os dedos sujos do mecânico, a mente dela ficou completamente nublada, e o corpo parecia reagir sozinho, porque, sem perceber, ela abriu as pernas um pouco devagar. O mecânico viu aquilo e sorriu, sabendo que a mulher tava se entregando por conta própria. Sozinha, sem perder tempo, ele começou a mexer ainda mais os dedos na parte proibida da mulher, que aos poucos foi ficando mais molhada. Fanny continuava de olhos fechados, num estado de pura excitação, sem saber por que o corpo dela reagia daquele jeito, mas era algo que nunca tinha acontecido com ela. Por isso, era novo pra ela, e embora no fundo soubesse que devia fugir dali, outra parte do corpo pedia pra ficar. O mecânico, vendo que a mulher não fazia nada pra impedir, esfregava a parte íntima dela descaradamente, sentindo como cada vez mais os dedos eram molhados por aquela mulher. Aos poucos, foi puxando a calcinha dela pra poder tocar aquela zona proibida. Fanny, ao sentir aquilo, soltou um gemidinho e relaxou o corpo, se entregando àquela mão suja cheia de graxa. Seu José, lentamente, foi enfiando um dedo na buceta daquela mulher, sem se importar mais com nada, começou a masturbá-la e penetrá-la, primeiro com um dedo, depois com dois, até conseguir que a mulher tivesse um dos melhores orgasmos dela, que encharcou os dedos daquele mecânico enquanto ela tremia de prazer, sem saber por que aquele mecânico a tinha feito sentir assim. Poucas vezes ela tinha sentido um orgasmo tão gostoso. Seu José, vendo que a mulher se recuperava do orgasmo, levou um dos dedos à boca pra lamber e provar os sucos daquela gostosa. Fanny foi se recuperando aos poucos do orgasmo, vendo o mecânico provar os sucos dela, enquanto toda aquela excitação acumulada diminuía um pouco, embora o corpo ainda tremesse de prazer. Foi então que o celular dela começou a tocar, cortando toda aquela excitação. Ao ver o telefone, percebendo que era o marido ligando, o corpo e a mente reagiram rápido, atendendo a chamada do esposo. Fanny... Alô, amor, tô indo pra casa. Sim, passei pra ver o carro. Amanhã vai ficar pronto. Só vou demorar um pouco pra chegar, porque passei pra comprar umas verduras. Daqui a pouco chego. Te amo. Fanny nunca tinha mentido pro marido, mas não podia contar. que ainda estava naquele mecânico, e aí, caindo na real do que tinha feito com aquele cara, rapidinho resolveu se levantar, ajeitar a calcinha toda molhada dos próprios fluidos e mandar pro mecânico: "Casada... você é um sem-vergonha, não sei o que deu em mim ou o que você botou naquele maldito suco, mas isso nunca devia ter acontecido. E, por favor, quero meu carro amanhã, pronto. Meu marido vem buscar e ele mesmo vai pagar." Enquanto arrumava o vestido e a calcinha toda encharcada da gozada dela, o mecânico, vendo a mulher tentando se levantar, segurou ela com uma das mãos e disse: "Não sei do que você tá falando. Isso que aconteceu foi porque os dois quiseram. Se não tivesse gostado, não tinha gozado do jeito que gozou, sujando seus dedos e a calcinha." Ele tentou beijar ela, mas a mulher recusou, pedindo pra ele deixar ela ir. Aí ele tirou a mão pra ela poder sair, falando: "Amanhã cê tem o carro, pronto, pra você vir buscar pessoalmente." A mulher respondeu que nunca mais pisaria naquele mecânico e vazou de lá. O mecânico ficou rindo, pensando: "Já vamos ver, sua putinha."
Fanny caminhava em direção ao metrô, analisando tudo que tinha acontecido, se sentindo uma idiota. Como tinha deixado aquele velho nojento fazer aquilo com ela? Uma lágrima escorreu dos olhos dela, de decepção, e ela jurou que nunca mais faria algo assim, porque amava o marido. Enquanto andava, ainda sentia a calcinha molhada, o que a fazia se sentir ainda mais decepcionada consigo mesma. "Nunca mais vou fazer isso de novo", pensou, tentando esquecer aquele momento ruim. Passou num supermercado pra comprar umas verduras e frutas e preparar algo gostoso pra ela e pro marido em casa. O marido estava esperando por ela, sem saber o que a esposa tinha feito com aquele mecânico sujo e perverso. Porque pra João, a esposa era uma mulher exemplar, decente e admirável. Enquanto isso, na oficina, seu José... Ela não parava de rir lembrando o que tinha feito com aquela mulher, imaginando como ela ia ficar cavalgando nele, chupando o pau dele, e sorrindo dizendo: "Logo você vai ser minha, putinha". Fanny chegou em casa e rapidamente entrou no banho, porque se sentia suja e confusa. Enquanto se lavava, lembrava do que tinha acontecido, sem saber por que não fez nada pra parar aquele mecânico. Esfregou o corpo ensaboado pra tentar tirar qualquer sujeira que aquele velho tivesse deixado nela. Depois do banho, saiu pra vestir algo leve... Foi pra cozinha preparar algo pra comer. Enquanto cozinhava, o marido entrou na cozinha perguntando o que era aquela coisa tão gostosa que ela tava fazendo, como tinha sido com o mecânico sobre o carro dela. A mulher olhou pra ele, dando um sorriso pra disfarçar, porque quando ouviu a palavra "mecânico", veio na cabeça dela tudo que tinha rolado entre ela e seu José. Mas sabia que, de jeito nenhum, o marido podia saber do que aconteceu. Então só disse que o carro ia ficar pronto amanhã, e perguntou se ele podia ir buscar, porque ela não queria pisar naquele lugar de novo. O marido sorriu e falou pra ela não se preocupar, que ele ia buscar o carro. A tarde passou normal, os dois comeram e foram ver um filme. Fanny tentou esquecer o que rolou naquele mecânico. Mais tarde, Fanny foi fazer uma limpeza, já tendo esquecido o que aconteceu com aquele mecânico. Colocou uma música pra relaxar enquanto limpava a cozinha. Juan, depois de comer e ver o filme, resolveu dormir. Fanny tava ouvindo música e limpando quando, de repente, o celular dela tocou, avisando que chegou uma mensagem. Ela pegou o celular e, quando viu de quem era, ficou meio nervosa. Abriu a mensagem e leu o que dizia: Mecânico... "Olá, senhorita Fanny, como vai? Sou seu mecânico favorito. Espero que esteja bem depois do momento gostoso que a gente passou hehehe. Seu carro já tá pronto. Pronto pra amanhã eu passar pessoalmente pra pegar e a gente passar um momento gostoso de novo. Fanny, ao ler o que a mensagem dizia, não conseguiu evitar ficar irritada e pensar: mas esse mecânico se acha o quê? Deixei bem claro que nunca mais vou pisar na oficina dele e que o que aconteceu nunca mais ia se repetir. Fanny pensou em responder ou não, mas preferiu responder pra deixar claro que ela não era a mulher que ele pensava. Fanny... não sei por que você me escreve, se deixei bem claro que meu marido ia passar pra pegar meu carro e ele mesmo ia pagar. O que ele pensa que é? O que aconteceu naquela oficina nunca mais vai se repetir. Só vou dizer uma vez: não me incomode de novo, seu velho babaca. Mecânico... Kkkk. Claro que você vai vir pegar seu carro, e o que aconteceu é só o começo. Ou será que aquele orgasmo que você teve não foi um dos melhores da sua vida? Que você é uma dama decente e respeitada perante o mundo, mas no fundo não passa de uma putinha louca por pica. Ou será que já esqueceu como você mesma abriu suas pernas pra eu enfiar ainda mais meus dedos? Fanny lia tudo o que aquele mecânico dizia, sabia que ela tinha cooperado, se deixado tocar por aquele mecânico sujo, e sabia que ele tinha razão: aquele orgasmo tinha sido, senão o melhor, um dos melhores da vida dela. Ao ler aquilo, não conseguiu evitar ficar um pouco molhada, mas sabia que não podia se rebaixar por um homem tão insignificante. Ela era uma mulher de classe e decente. Foi quando chegou outra mensagem daquele mecânico. Fanny estava prestes a bloqueá-lo quando viu o que ele dizia. Mecânico... você sabe que eu tenho razão, e meus dedos te fizeram gozar mais do que a piroca patética que seu marido deve ter. Amanhã te espero às 10h na minha oficina pra te entregar seu carro e a gente passar um momento gostoso. E se você ousar não vir, vou ter que mostrar aquelas fotos que você guardava no seu tablet. Viu como você é? É uma putinha mesmo, mostrando as fotos.
Fanny, ao ver a mensagem e as fotos que o corpo dela aparecia, entrou em pânico, pensando: "Como é que aquele velho tinha essas fotos?" Lembrou que tinha deixado o tablet no carro. Sem saber o que fazer nem o que responder, uma lágrima escorreu, e ela pensou: "Como é que minha vida chegou a esse ponto?" Amaldiçoou o dia do acidente e odiou ainda mais aquele mecânico. Decidiu não responder, mas no fundo sabia que teria que ir até aquela oficina. "Mecânico... sei que você ainda está aí, sua puta. Te espero às 10 na minha oficina. Se não quiser que essas fotos vazem por toda parte... Fanny." "Você é um desgraçado! Vou te denunciar. Se acha que vai se safar, está muito enganado", respondeu ela, e desligou o celular para não ver mais nenhuma mensagem daquele velho pervertido. Parou de fazer o que estava fazendo para pensar no que faria. Não queria pisar naquela oficina de novo, mas sabia que não podia arriscar que aquele mecânico vazasse as fotos, ou pior, que o marido descobrisse tudo. Por um momento, pensou em contar pra ele, mas sabia que, se ele descobrisse o que aconteceu, ficaria muito decepcionado com ela. Então tentou se acalmar e analisar as coisas. Sabia que era mais esperta que aquele mecânico e que o que ele queria era transar com ela, mas isso nunca ia acontecer. Preferia que aquele mecânico e todas as fotos se fodessem a ter que transar com ele. Ligou pro marido e jamais o trairia dormindo com um homem tão velho, gordo e feio. Bolou um plano pra dizer ao marido que tinha mudado de ideia e que ela mesma passaria pra pegar o carro. O marido simplesmente acreditou em tudo e disse que, se precisasse de algo, era só avisar, já que confiava plenamente na esposa. No outro dia, ela acordou cedo pra preparar o café da manhã do marido, que teria que ir trabalhar. Assim, deu 9 horas, e o marido saiu pro trabalho, se despedindo com um beijo. Fanny não parava de pensar num plano pra se livrar daquele velho e fazer ele apagar as fotos. Tinha pensado em oferecer dinheiro pra ele apagar tudo, já que alguma... outra ideia não lhe vinha à cabeça, foi pro quarto se trocar pra encarar aquele mecânico, vestindo uma calça jeans justa e uma blusa de manga longa listrada. queria ir o mais coberta e simples possível, mas mesmo assim, por mais simples que fosse a roupa, suas curvas denunciavam o corpo, fazendo ela parecer gostosa com qualquer roupa.
Assim que ficou pronta, pegou a bolsa e seguiu em direção à oficina, confiante de que tudo daria certo e ela recuperaria a paz. Pegou o metrô, dessa vez o de mulheres, então a viagem foi tranquila. Ao chegar na oficina, a primeira coisa que viu foi o carro dela do lado de fora, já consertado. Caminhou para dentro pra encarar o mecânico. Um dos funcionários do Seu José, ao ver a mulher entrar, ficou besta, pensando que talvez estivesse sonhando ao ver uma mulherão daquela entrar na oficina, já que raramente alguma mulher aparecia por lá. Beto, que era o nome do funcionário, largou rapidamente o que tava fazendo pra ir até onde a mulher estava, perguntar se podia ajudar em algo. Ao ver ela de perto, não conseguiu evitar uma ereção, Beto... "Oi, mocinha, boa tarde. No que posso ajudar?" Fanny... "Oi, boa tarde. O Seu José está? Vim só pegar meu carro, é o cinza que tá lá fora, mas parece que ele não está. Pode me dar as chaves e me falar quanto é pra te pagar?" Fanny pensou que talvez pudesse ir embora sem ter que ver aquele velho, só se o funcionário desse as chaves e dissesse o valor pra ela pagar e vazar. Mas ele rapidamente cortou as esperanças dela, dizendo: Beto... "Meu chefe tá sim, mas tá na sala dele. Espera um pouquinho que vou chamar ele." O funcionário correu pra sala do chefe pra avisar que uma mulher estava procurando ele. O mecânico ouviu o funcionário enquanto olhava as fotos da mulher, sorrindo. Sabia que você viria, disse pra si mesmo, mandando o funcionário dizer praquela mulher que, por favor, fosse até a sala dele pra conversarem ali mesmo sobre o valor. O funcionário foi rapidamente até onde a mulher estava pra dizer que o chefe mandou ela ir até a sala dele pra conversar. Fanny, ao ouvir isso, sabia que não era a melhor opção entrar naquela sala, mas também sabia que não tinha escolha, já que ela tinha mais a perder. Criando coragem, caminhou até aquela sala, olhando praquele mecânico. Tava na cadeira dela, mexendo no celular no escritório, quando disse pro mecânico que tinha vindo buscar o carro. Perguntou quanto ia ficar pra pagar e mandou ele apagar aquelas fotos, se não quisesse ser denunciada. O mecânico, ao ouvir o que a mulher tava falando, só soltou uma risada e disse que ela não tava em posição de ameaçar. Mandou ela sentar pra chegar num acordo.
Fanny sabia que não podia ficar muito tempo ali, então meteu a mão na bolsa, tirou um maço de notas e falou: "Tô disposta a te dar 10 mil pesos pra você apagar essas fotos e esquecer o que aconteceu." Seu José, ao ver o maço de dinheiro, percebeu que tinha ela na mão. Se ela tava oferecendo tanta grana, era porque não queria que as fotos fossem espalhadas, ligando pra reputação dela. Ele olhou pro maço e disse que o que ele queria era outra coisa, não o dinheiro dela.
Fanny, meio assustada e sem saber o que fazer, não tava disposta a ir embora sem ele apagar as fotos, mas também não ia aceitar transar com ele de jeito nenhum. Perguntou o que ele queria dela, que ela era uma mulher casada e decente. Seu José, ao ouvir isso, falou: "Isso você devia ter pensado antes de deixar eu meter os dedos em você." Se aproximando dela, disse que tinha uma proposta: se ela não queria que as fotos vazassem, era só fazer um boquete nele. Em troca, ele apagava as fotos e deixava ela em paz.
Fanny ficou aterrorizada ao ouvir isso. De jeito nenhum faria uma coisa daquelas, ainda mais com um homem tão feio. Ela disse que ele era louco, que nunca faria isso, e se levantou, ameaçando ir embora. Seu José, vendo a reação dela, rapidamente falou pra ela pensar bem. "Só um boquete simples, ninguém vai ficar sabendo. Ou você prefere que todo mundo descubra suas fotos? Ou pior, seu marido? O que ele ia pensar de você, dona Fanny?", disse o mecânico com uma risada maldosa, sabendo que tinha ela na mão.
A casada, ao ouvir o que o mecânico disse, não conseguiu evitar de parar e pensar nas coisas. que não pode deixar ninguém ver mais essas fotos, então ela se sentou de novo pra pensar um pouco. Rapidamente veio uma ideia na cabeça dela: dizer pro mecânico que aceitava o trato, mas que ele tinha que apagar as fotos primeiro. Assim que ele apagasse, ela simplesmente iria embora, deixando o maço de notas como uma piada. A mulher pensou que era um plano bom e que nada poderia dar errado. Então, já sentada, ela disse pro mecânico que faria, mas que ele precisava apagar as fotos primeiro, e depois fariam a outra parte. O mecânico, ao ouvir isso, sorriu e disse: "Sabia que você ia aceitar minha proposta, mesmo que não queira admitir. Sei que você tá morrendo de vontade de provar minha pica, que tenho certeza que vai adorar." O mecânico se apoiou na mesa, pegou o celular e apagou as fotos na frente da mulher, dizendo que tava pronto, que tinha apagado tudo, e agora ela tinha que cumprir a parte dela. Fanny, se sentindo aliviada, pensou que agora o mecânico não tinha mais como chantageá-la, então não precisava cumprir a parte dela. Era só ir embora e nunca mais voltar naquela oficina. Ela se levantou e tentou sair, mas qual não foi a surpresa dela: a porta tava trancada. Ela olhou pro mecânico, meio assustada, pedindo pra ele deixar ela ir e que não ia denunciar ele. O mecânico se aproximou dela, dizendo: "Mecânico... o que você pensou? Que podia vir aqui e tirar uma com a minha cara? Sabia que uma mulher gostosa como você não cairia fácil. Cê acha que são as únicas fotos que eu tenho? Óbvio que copiei tudo em outro celular. Agora, se não quiser que vazem, ajoelha e cumpre sua maldita parte, puta." Ele pegou ela pelo pescoço, forçando ela a se ajoelhar. Fanny, tremendo de medo, não sabia o que fazer. O corpo dela tava paralisado. O mecânico enfiou a mão no pescoço dela, obrigando ela a ficar de joelhos. Ela sabia que tinha perdido e que não tinha outra opção, então se ajoelhou. Os olhos dela ficaram cheios de lágrimas, querendo chorar. Já de joelhos, Fanny tentou... convencer o mecânico a não fazer aquilo com ela. Ela estava disposta a dar muito mais dinheiro em troca de deixá-la ir e apagar aquelas fotos. O mecânico simplesmente pegou as mãos dela e as colocou na calça dele, dizendo pra ela desabotoar e fazer o melhor boquete da vida dela. A mulher, ao ouvir ele gritar, entrou em pânico ainda mais, desabotoando a calça dele e começando a abaixar devagar enquanto chorava. Ao abaixar aos poucos, ela se surpreendeu com o que aquele homem escondia, já que nunca tinha visto algo tão grande. Conforme a calça descia, aquela coisa parecia cada vez maior, deixando ela em pânico. Como era possível aquele homem ter uma parada daquelas? Quando a calça chegou nos joelhos, revelando aquela pica preta enorme, ela não conseguiu evitar comparar com a do marido, que parecia ridícula perto daquele monstro. Surpresa, ela olhava o tamanho, enquanto o mecânico, sorrindo, via a mulher hipnotizada e dizia: "Com certeza você nunca viu uma igual a essa, né?" A mulher não sabia por que não conseguia parar de olhar praquela monstruosidade. Começou até a ficar molhadinha aos poucos, pensando que aquilo era algo irreal de tão grande, fazendo ela esquecer tudo o que tinha acontecido e o motivo de estar ali. O único pensamento dela era contemplar aquela coisa enorme. O mecânico, vendo que a mulher não parava de olhar pra pica dele, pegou a cabeça dela e a aproximou, fazendo a pica roçar no rosto e nos lábios daquela mulher. Fanny, por um momento, lembrou do marido e, juntando forças, lembrou que não era esse tipo de mulher e que precisava sair dali. Mas o corpo não respondia. Ela se sentia hipnotizada por aquela parada e cada vez mais excitada. Don José aproveitou o momento, pegou as mãos da mulher e as colocou na pica dele, mandando ela começar a bater uma. Fanny, totalmente hipnotizada, obedeceu e começou a passar a mão naquela pica enorme, sentindo o tamanho que tinha.
Fanny caminhava em direção ao metrô, analisando tudo que tinha acontecido, se sentindo uma idiota. Como tinha deixado aquele velho nojento fazer aquilo com ela? Uma lágrima escorreu dos olhos dela, de decepção, e ela jurou que nunca mais faria algo assim, porque amava o marido. Enquanto andava, ainda sentia a calcinha molhada, o que a fazia se sentir ainda mais decepcionada consigo mesma. "Nunca mais vou fazer isso de novo", pensou, tentando esquecer aquele momento ruim. Passou num supermercado pra comprar umas verduras e frutas e preparar algo gostoso pra ela e pro marido em casa. O marido estava esperando por ela, sem saber o que a esposa tinha feito com aquele mecânico sujo e perverso. Porque pra João, a esposa era uma mulher exemplar, decente e admirável. Enquanto isso, na oficina, seu José... Ela não parava de rir lembrando o que tinha feito com aquela mulher, imaginando como ela ia ficar cavalgando nele, chupando o pau dele, e sorrindo dizendo: "Logo você vai ser minha, putinha". Fanny chegou em casa e rapidamente entrou no banho, porque se sentia suja e confusa. Enquanto se lavava, lembrava do que tinha acontecido, sem saber por que não fez nada pra parar aquele mecânico. Esfregou o corpo ensaboado pra tentar tirar qualquer sujeira que aquele velho tivesse deixado nela. Depois do banho, saiu pra vestir algo leve... Foi pra cozinha preparar algo pra comer. Enquanto cozinhava, o marido entrou na cozinha perguntando o que era aquela coisa tão gostosa que ela tava fazendo, como tinha sido com o mecânico sobre o carro dela. A mulher olhou pra ele, dando um sorriso pra disfarçar, porque quando ouviu a palavra "mecânico", veio na cabeça dela tudo que tinha rolado entre ela e seu José. Mas sabia que, de jeito nenhum, o marido podia saber do que aconteceu. Então só disse que o carro ia ficar pronto amanhã, e perguntou se ele podia ir buscar, porque ela não queria pisar naquele lugar de novo. O marido sorriu e falou pra ela não se preocupar, que ele ia buscar o carro. A tarde passou normal, os dois comeram e foram ver um filme. Fanny tentou esquecer o que rolou naquele mecânico. Mais tarde, Fanny foi fazer uma limpeza, já tendo esquecido o que aconteceu com aquele mecânico. Colocou uma música pra relaxar enquanto limpava a cozinha. Juan, depois de comer e ver o filme, resolveu dormir. Fanny tava ouvindo música e limpando quando, de repente, o celular dela tocou, avisando que chegou uma mensagem. Ela pegou o celular e, quando viu de quem era, ficou meio nervosa. Abriu a mensagem e leu o que dizia: Mecânico... "Olá, senhorita Fanny, como vai? Sou seu mecânico favorito. Espero que esteja bem depois do momento gostoso que a gente passou hehehe. Seu carro já tá pronto. Pronto pra amanhã eu passar pessoalmente pra pegar e a gente passar um momento gostoso de novo. Fanny, ao ler o que a mensagem dizia, não conseguiu evitar ficar irritada e pensar: mas esse mecânico se acha o quê? Deixei bem claro que nunca mais vou pisar na oficina dele e que o que aconteceu nunca mais ia se repetir. Fanny pensou em responder ou não, mas preferiu responder pra deixar claro que ela não era a mulher que ele pensava. Fanny... não sei por que você me escreve, se deixei bem claro que meu marido ia passar pra pegar meu carro e ele mesmo ia pagar. O que ele pensa que é? O que aconteceu naquela oficina nunca mais vai se repetir. Só vou dizer uma vez: não me incomode de novo, seu velho babaca. Mecânico... Kkkk. Claro que você vai vir pegar seu carro, e o que aconteceu é só o começo. Ou será que aquele orgasmo que você teve não foi um dos melhores da sua vida? Que você é uma dama decente e respeitada perante o mundo, mas no fundo não passa de uma putinha louca por pica. Ou será que já esqueceu como você mesma abriu suas pernas pra eu enfiar ainda mais meus dedos? Fanny lia tudo o que aquele mecânico dizia, sabia que ela tinha cooperado, se deixado tocar por aquele mecânico sujo, e sabia que ele tinha razão: aquele orgasmo tinha sido, senão o melhor, um dos melhores da vida dela. Ao ler aquilo, não conseguiu evitar ficar um pouco molhada, mas sabia que não podia se rebaixar por um homem tão insignificante. Ela era uma mulher de classe e decente. Foi quando chegou outra mensagem daquele mecânico. Fanny estava prestes a bloqueá-lo quando viu o que ele dizia. Mecânico... você sabe que eu tenho razão, e meus dedos te fizeram gozar mais do que a piroca patética que seu marido deve ter. Amanhã te espero às 10h na minha oficina pra te entregar seu carro e a gente passar um momento gostoso. E se você ousar não vir, vou ter que mostrar aquelas fotos que você guardava no seu tablet. Viu como você é? É uma putinha mesmo, mostrando as fotos.

Fanny, ao ver a mensagem e as fotos que o corpo dela aparecia, entrou em pânico, pensando: "Como é que aquele velho tinha essas fotos?" Lembrou que tinha deixado o tablet no carro. Sem saber o que fazer nem o que responder, uma lágrima escorreu, e ela pensou: "Como é que minha vida chegou a esse ponto?" Amaldiçoou o dia do acidente e odiou ainda mais aquele mecânico. Decidiu não responder, mas no fundo sabia que teria que ir até aquela oficina. "Mecânico... sei que você ainda está aí, sua puta. Te espero às 10 na minha oficina. Se não quiser que essas fotos vazem por toda parte... Fanny." "Você é um desgraçado! Vou te denunciar. Se acha que vai se safar, está muito enganado", respondeu ela, e desligou o celular para não ver mais nenhuma mensagem daquele velho pervertido. Parou de fazer o que estava fazendo para pensar no que faria. Não queria pisar naquela oficina de novo, mas sabia que não podia arriscar que aquele mecânico vazasse as fotos, ou pior, que o marido descobrisse tudo. Por um momento, pensou em contar pra ele, mas sabia que, se ele descobrisse o que aconteceu, ficaria muito decepcionado com ela. Então tentou se acalmar e analisar as coisas. Sabia que era mais esperta que aquele mecânico e que o que ele queria era transar com ela, mas isso nunca ia acontecer. Preferia que aquele mecânico e todas as fotos se fodessem a ter que transar com ele. Ligou pro marido e jamais o trairia dormindo com um homem tão velho, gordo e feio. Bolou um plano pra dizer ao marido que tinha mudado de ideia e que ela mesma passaria pra pegar o carro. O marido simplesmente acreditou em tudo e disse que, se precisasse de algo, era só avisar, já que confiava plenamente na esposa. No outro dia, ela acordou cedo pra preparar o café da manhã do marido, que teria que ir trabalhar. Assim, deu 9 horas, e o marido saiu pro trabalho, se despedindo com um beijo. Fanny não parava de pensar num plano pra se livrar daquele velho e fazer ele apagar as fotos. Tinha pensado em oferecer dinheiro pra ele apagar tudo, já que alguma... outra ideia não lhe vinha à cabeça, foi pro quarto se trocar pra encarar aquele mecânico, vestindo uma calça jeans justa e uma blusa de manga longa listrada. queria ir o mais coberta e simples possível, mas mesmo assim, por mais simples que fosse a roupa, suas curvas denunciavam o corpo, fazendo ela parecer gostosa com qualquer roupa.
Assim que ficou pronta, pegou a bolsa e seguiu em direção à oficina, confiante de que tudo daria certo e ela recuperaria a paz. Pegou o metrô, dessa vez o de mulheres, então a viagem foi tranquila. Ao chegar na oficina, a primeira coisa que viu foi o carro dela do lado de fora, já consertado. Caminhou para dentro pra encarar o mecânico. Um dos funcionários do Seu José, ao ver a mulher entrar, ficou besta, pensando que talvez estivesse sonhando ao ver uma mulherão daquela entrar na oficina, já que raramente alguma mulher aparecia por lá. Beto, que era o nome do funcionário, largou rapidamente o que tava fazendo pra ir até onde a mulher estava, perguntar se podia ajudar em algo. Ao ver ela de perto, não conseguiu evitar uma ereção, Beto... "Oi, mocinha, boa tarde. No que posso ajudar?" Fanny... "Oi, boa tarde. O Seu José está? Vim só pegar meu carro, é o cinza que tá lá fora, mas parece que ele não está. Pode me dar as chaves e me falar quanto é pra te pagar?" Fanny pensou que talvez pudesse ir embora sem ter que ver aquele velho, só se o funcionário desse as chaves e dissesse o valor pra ela pagar e vazar. Mas ele rapidamente cortou as esperanças dela, dizendo: Beto... "Meu chefe tá sim, mas tá na sala dele. Espera um pouquinho que vou chamar ele." O funcionário correu pra sala do chefe pra avisar que uma mulher estava procurando ele. O mecânico ouviu o funcionário enquanto olhava as fotos da mulher, sorrindo. Sabia que você viria, disse pra si mesmo, mandando o funcionário dizer praquela mulher que, por favor, fosse até a sala dele pra conversarem ali mesmo sobre o valor. O funcionário foi rapidamente até onde a mulher estava pra dizer que o chefe mandou ela ir até a sala dele pra conversar. Fanny, ao ouvir isso, sabia que não era a melhor opção entrar naquela sala, mas também sabia que não tinha escolha, já que ela tinha mais a perder. Criando coragem, caminhou até aquela sala, olhando praquele mecânico. Tava na cadeira dela, mexendo no celular no escritório, quando disse pro mecânico que tinha vindo buscar o carro. Perguntou quanto ia ficar pra pagar e mandou ele apagar aquelas fotos, se não quisesse ser denunciada. O mecânico, ao ouvir o que a mulher tava falando, só soltou uma risada e disse que ela não tava em posição de ameaçar. Mandou ela sentar pra chegar num acordo.Fanny sabia que não podia ficar muito tempo ali, então meteu a mão na bolsa, tirou um maço de notas e falou: "Tô disposta a te dar 10 mil pesos pra você apagar essas fotos e esquecer o que aconteceu." Seu José, ao ver o maço de dinheiro, percebeu que tinha ela na mão. Se ela tava oferecendo tanta grana, era porque não queria que as fotos fossem espalhadas, ligando pra reputação dela. Ele olhou pro maço e disse que o que ele queria era outra coisa, não o dinheiro dela.
Fanny, meio assustada e sem saber o que fazer, não tava disposta a ir embora sem ele apagar as fotos, mas também não ia aceitar transar com ele de jeito nenhum. Perguntou o que ele queria dela, que ela era uma mulher casada e decente. Seu José, ao ouvir isso, falou: "Isso você devia ter pensado antes de deixar eu meter os dedos em você." Se aproximando dela, disse que tinha uma proposta: se ela não queria que as fotos vazassem, era só fazer um boquete nele. Em troca, ele apagava as fotos e deixava ela em paz.
Fanny ficou aterrorizada ao ouvir isso. De jeito nenhum faria uma coisa daquelas, ainda mais com um homem tão feio. Ela disse que ele era louco, que nunca faria isso, e se levantou, ameaçando ir embora. Seu José, vendo a reação dela, rapidamente falou pra ela pensar bem. "Só um boquete simples, ninguém vai ficar sabendo. Ou você prefere que todo mundo descubra suas fotos? Ou pior, seu marido? O que ele ia pensar de você, dona Fanny?", disse o mecânico com uma risada maldosa, sabendo que tinha ela na mão.
A casada, ao ouvir o que o mecânico disse, não conseguiu evitar de parar e pensar nas coisas. que não pode deixar ninguém ver mais essas fotos, então ela se sentou de novo pra pensar um pouco. Rapidamente veio uma ideia na cabeça dela: dizer pro mecânico que aceitava o trato, mas que ele tinha que apagar as fotos primeiro. Assim que ele apagasse, ela simplesmente iria embora, deixando o maço de notas como uma piada. A mulher pensou que era um plano bom e que nada poderia dar errado. Então, já sentada, ela disse pro mecânico que faria, mas que ele precisava apagar as fotos primeiro, e depois fariam a outra parte. O mecânico, ao ouvir isso, sorriu e disse: "Sabia que você ia aceitar minha proposta, mesmo que não queira admitir. Sei que você tá morrendo de vontade de provar minha pica, que tenho certeza que vai adorar." O mecânico se apoiou na mesa, pegou o celular e apagou as fotos na frente da mulher, dizendo que tava pronto, que tinha apagado tudo, e agora ela tinha que cumprir a parte dela. Fanny, se sentindo aliviada, pensou que agora o mecânico não tinha mais como chantageá-la, então não precisava cumprir a parte dela. Era só ir embora e nunca mais voltar naquela oficina. Ela se levantou e tentou sair, mas qual não foi a surpresa dela: a porta tava trancada. Ela olhou pro mecânico, meio assustada, pedindo pra ele deixar ela ir e que não ia denunciar ele. O mecânico se aproximou dela, dizendo: "Mecânico... o que você pensou? Que podia vir aqui e tirar uma com a minha cara? Sabia que uma mulher gostosa como você não cairia fácil. Cê acha que são as únicas fotos que eu tenho? Óbvio que copiei tudo em outro celular. Agora, se não quiser que vazem, ajoelha e cumpre sua maldita parte, puta." Ele pegou ela pelo pescoço, forçando ela a se ajoelhar. Fanny, tremendo de medo, não sabia o que fazer. O corpo dela tava paralisado. O mecânico enfiou a mão no pescoço dela, obrigando ela a ficar de joelhos. Ela sabia que tinha perdido e que não tinha outra opção, então se ajoelhou. Os olhos dela ficaram cheios de lágrimas, querendo chorar. Já de joelhos, Fanny tentou... convencer o mecânico a não fazer aquilo com ela. Ela estava disposta a dar muito mais dinheiro em troca de deixá-la ir e apagar aquelas fotos. O mecânico simplesmente pegou as mãos dela e as colocou na calça dele, dizendo pra ela desabotoar e fazer o melhor boquete da vida dela. A mulher, ao ouvir ele gritar, entrou em pânico ainda mais, desabotoando a calça dele e começando a abaixar devagar enquanto chorava. Ao abaixar aos poucos, ela se surpreendeu com o que aquele homem escondia, já que nunca tinha visto algo tão grande. Conforme a calça descia, aquela coisa parecia cada vez maior, deixando ela em pânico. Como era possível aquele homem ter uma parada daquelas? Quando a calça chegou nos joelhos, revelando aquela pica preta enorme, ela não conseguiu evitar comparar com a do marido, que parecia ridícula perto daquele monstro. Surpresa, ela olhava o tamanho, enquanto o mecânico, sorrindo, via a mulher hipnotizada e dizia: "Com certeza você nunca viu uma igual a essa, né?" A mulher não sabia por que não conseguia parar de olhar praquela monstruosidade. Começou até a ficar molhadinha aos poucos, pensando que aquilo era algo irreal de tão grande, fazendo ela esquecer tudo o que tinha acontecido e o motivo de estar ali. O único pensamento dela era contemplar aquela coisa enorme. O mecânico, vendo que a mulher não parava de olhar pra pica dele, pegou a cabeça dela e a aproximou, fazendo a pica roçar no rosto e nos lábios daquela mulher. Fanny, por um momento, lembrou do marido e, juntando forças, lembrou que não era esse tipo de mulher e que precisava sair dali. Mas o corpo não respondia. Ela se sentia hipnotizada por aquela parada e cada vez mais excitada. Don José aproveitou o momento, pegou as mãos da mulher e as colocou na pica dele, mandando ela começar a bater uma. Fanny, totalmente hipnotizada, obedeceu e começou a passar a mão naquela pica enorme, sentindo o tamanho que tinha.
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