Finalmente chegamos ao Japão. Finalmente minha irmã seria minha namorada e finalmente a gente ia transar.Segunda parte de "Com a minha irmã no Japão".
Pulando a espera até minhas férias, partimos na nossa viagem. Já desde a chegada em Buenos Aires comecei a prévia do que ia rolar lá. Comecei a abraçar ela o tempo todo, colocava a mão na bunda dela sempre que podia e até consegui que a gente fosse de mãos dadas. Não beijava ela na boca, mas eu tava super carinhoso, beijando as bochechas dela e falando como ela é linda. Acho que foi o melhor, porque preparou o terreno pra quando chegássemos. No avião, como era a primeira vez que a gente viajava num, foi super estranho pra nós, eu passei meio mal, mas pensar em tudo que íamos fazer me animava.
Num momento me senti meio mal por estar mais animado pra transar com minha irmã do que pra ir pro Japão, mas, pô, meu sonho número um era ela e o dois era ir pro Japão, então era compreensível.
Já ao descer do avião e finalmente chegar em Narita, não esperei pra abraçar ela e dar um beijo na boca. Acho que ela já esperava, me via super animado, então na hora do beijo não foi tão forçado. Mesmo assim, foi um beijo pra testar, um beijo curto, mas dizia muito do que vinha por aí.
Fomos direto pro hotel reservado. Tenho que dizer que, se ela não aceitasse o trato, eu a traria do mesmo jeito, porque, embora meu nível de japonês seja "bom", o inglês dela foi o que mais ajudou a gente.
Já no hotel, só tiramos umas coisas das malas e ficamos confortáveis. Eu, continuando com meus testes e minha descrença, peguei uma caixa de camisinhas e deixei na mesa de cabeceira. Obviamente, fiz tudo na frente dela. Ela me olhou e sorriu meio sem jeito, como que validando, mas não tão segura.
Mesmo assim, me deu segurança, então sentei na cama e chamei ela. Ela veio até mim, peguei os braços dela e coloquei no meu pescoço, agarrei ela pela cintura e puxei pra perto pra beijar, e foi algo incrível. Posso dizer que não beijei ela, a gente se beijou. Embora quando ela era pequena eu a tenha beijado umas quantas vezes, essa era a primeira vez que senti que esse beijo era de os dois. Sentir como os lábios dela grudavam nos meus ao mesmo tempo que nossos corpos, eu podia saborear a boca dela enquanto sentia a silhueta dela se colar em mim e poder sentir os peitos dela no meu, enquanto a envolvia com meus braços e minhas mãos iam direto pra bunda dela.
Não podia acreditar, eu e minha irmã nos beijando tão gostoso, me excitou pra caralho, um beijo e já tinha ela dura que nem pedra e ela percebeu. O beijo não mudou mesmo com essa excitação, acho que os dois curtíamos um beijo cheio de carinho, a gente se separava pra inverter o lado, respirar, saborear um ao outro um pouco e se olhar nos olhos pra dizer sem palavras o quanto a gente se amava. De verdade, ela cumpriu, ali no Japão já éramos namorados.
Minhas mãos largaram a bunda dela e foram pra cintura por baixo da roupa, mas ela me parou. «Vamos tomar banho primeiro» ela disse «tomamos banho juntos?» Perguntei, mas ela disse que não, que eu tomasse banho primeiro e depois ela.
E foi assim, tomei um banho e saí só de cueca, ela esperava lá fora, quando entrei no banheiro falei que ia esperar ela.
Quando ela terminou de se lavar demorou um pouco pra sair, mas quando saiu conseguiu deixar minha pica dura num segundo.
Ela saiu de lingerie, usava um sutiã de renda e uma calcinha preta. O corpinho dela era incrível, como eu falei, ela não tem muito peito mas tem eles bem firmes e exibe super bem. O cabelo ainda molhado, solto, destacava a carinha linda dela e a calcinha dava um toque nas pernas que ao vê-la andando na minha direção, me fez sentir que o tempo ia mais devagar ou então meu coração que ia a mil.
Ela se aproximou como antes mas dessa vez ela sozinha levou os braços pro meu pescoço e minhas mãos não alcançaram a bunda dela porque ela já tava me beijando, embora parecesse que ela tava decidida ao que ia rolar, acho que passou um tempo no banheiro juntando coragem pra fazer isso, ela tava prestes a fazer amor com o irmão mais velho, não era algo normal nem de longe.
Mas ali estávamos, nos beijando apaixonadamente, muito mais que antes. Minhas mãos Embora a gente tenha começado pela bunda dela, eu passei a mão por toda a costa dela, adorava sentir a pele dela, era tão macia e quentinha. Eu acariciava ela enquanto a gente se beijava até que senti o sutiã nas minhas mãos e soube que já era hora de tirar. Desabotoei ele, me afastei um pouco pra olhar ela e na hora ela levou as mãos no rosto de vergonha. Hesitei se continuava ou não, mas não era hora de duvidar. Tirei um pouco e ela teve que baixar os braços pra conseguir tirar. "Que linda que você é, Clara" ela só sorriu e a gente voltou a se beijar. Agora eu sentia os peitos dela nus no meu peito e isso me deixava louco. Beijei o rosto dela, o pescoço, o ombro e desci até o peito esquerdo dela. "Aahhh" ouvi ela falar quando coloquei o mamilo dela na boca. Que linda e gostosa. Com a teta dela na minha boca, eu passava a língua no mamilo e ela só apertava minha cabeça contra ela. Só parei pra ir pra outra e repetir a jogada. "Que peitos lindos que você tem, você é uma loucura" eu falava pra ela, continuava chupando os peitos dela até que comecei a beijar a barriga dela e comecei a descer, mas ela me parou com um "não, por favor". Então eu levantei, olhei nos olhos dela e deixei ela de olhos arregalados com o que eu falei: "Te amo, maninha". Ela ficou paralisada, então eu abracei ela e joguei ela na cama, tirei a calcinha dela e tirei minha cueca que estava encharcada de líquido pré-seminal, tava com um tesão do caralho. Curti pra caralho ver que ela tinha molhado a calcinha. Eu me dei uns segundos pra apreciar a vista, tinha minha irmã completamente pelada na minha frente, morria de vontade de chupar a buceta dela, mas aquele "não, por favor" me disse que ela tava com muita vergonha, já chegaria a hora. Então me deitei em cima dela e a gente se comeu de beijo. A gente esfregava nossos corpos intensamente, quase que eu gozava ali mesmo de tanto tesão. Mas me afastei, respirei fundo e fui pegar a camisinha. Enquanto eu colocava, ela olhava pra minha pica meio hesitante, mas ao mesmo tempo com vontade. Voltei a me deitar com ela, a gente voltou aos Beijos, chupei os peitos dela e quando já tava pronto perguntei: "tá pronta?" e sem hesitar ela respondeu "sim".
Abri as pernas dela, me ajeitei e olhei como meu pau tava na entrada da minha irmã. Depilada completa, dava pra ver tudo perfeitamente. Coloquei a cabeça pra dentro, vi como ela abriu a boceta soltando um gemido e me joguei sobre ela enquanto metia.
Ali estava eu, finalmente dentro da minha linda irmã, não me mexia pra sentir o interior dela. Tinha o corpo todo dela pra mim, sentia ela por completo, então comecei a me mover e foi uma loucura. Já tava acontecendo, tava transando com minha irmãzinha, tava dentro dela, tava comendo ela e curtindo cada segundo. Os beijos já não eram mais com ternura, nossas línguas se procuravam e não se davam trégua enquanto minha cintura se mexia sozinha.
Ela só parava de me beijar pra dizer "sim, sim, sim", era a única coisa que falava enquanto eu abraçava ela e beijava o pescoço dela.
Quando ela começou a gemer mais do que falar, me dediquei a chupar os peitos dela, que estavam mais durinhos e gostosos do que antes.
Me ergui pra apreciar a vista e lá estava ela, com os braços pra cima da cabeça segurando os lençóis, os peitos lindos dela balançando no ritmo das minhas estocadas, minhas mãos nas coxas dela e as pernas dela enrolando minha cintura. Pensei que transar com ela seria o máximo, mas ver ela curtindo tanto como o irmão tava comendo ela, sem dúvida é a melhor coisa que já me aconteceu na vida. Continuei naquele ritmo até ela ficar tensa e comecei a sentir mais pressão no pau. Parei até ela terminar de aproveitar o orgasmo.
Me aproximei, beijei ela suavemente e virei ela de costas. Pensei em colocar ela de quatro, mas vi aquele corpinho deitado nos lençóis tão entregue que só me ajeitei por cima dela e continuei metendo. Ela só gemia, era eu quem falava. "Que gostosa que você é, Clara, que corpo lindo que você tem, você é perfeita, adoro essa bunda linda" não parei de falar o quanto eu gostava dela, beijava as costas dela, o pescoço, os ombros e a boca quando ela virava. girava.
Continuei dando um pouco mais até que ela se mexeu e se ajeitou de quatro, só que deixou a raba bem empinada e jogou o peito contra a cama. Não sabia que minha irmã ia se ajeitar assim, tinha experiência. Então fiquei com a raba toda dela pra mim, continuei metendo, mas molhei meu polegar com saliva e apoiei no cuzinho dela, sem enfiar, não tive coragem, só brincava por fora. Isso a deixou muito excitada e ela começou a falar «continua, continua que vem, continua» e parecia que tava falando comigo, porque eu já tava quase gozando, não aguentava mais, mesmo que quisesse passar a vida inteira metendo nela, a excitação era demais.
Aumentei a velocidade e ela disse «me dá tudo, vai» e quando ouvi isso, explodi.
Já tava segurando ela pela cintura quando cada estocada era um jato de porra que eu soltava. Terminei deitado em cima dela, mal tive força pra me virar e não esmagar ela.
Quando saí, ela se virou e começou a me beijar. A gente se beijou até cair os dois de exaustão.
Ficamos abraçados até eu levantar pra jogar a camisinha fora.
Voltei pra cama, abracei ela e continuei beijando enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo suado dela, igual o meu.
Somos irmãos, mas acabamos de transar como dois apaixonados.
Ela dormiu primeiro, eu só aguentei um tempo pra poder curtir o momento. Olhei em volta, um quarto de hotel no Japão, minha irmã pelada nos meus braços, não podia pedir mais.
A gente tinha acabado de chegar no Japão e eu sabia que ainda tinha muito pra aproveitar.
Espero que tenham gostado dessa parte. Sei que não consigo expressar com palavras todos os sentimentos que vivi, mas ao contar o que a gente fez, espero que consigam imaginar.
Sei que muitos, depois de completar o ato e baixar a excitação, sentem culpa, mas eu naquele momento senti que amava ela e ela nunca mostrou arrependimento.
Vou pegar outros relatos pra contar como foram os dias no Japão com minha irmã como namorada.
Pulando a espera até minhas férias, partimos na nossa viagem. Já desde a chegada em Buenos Aires comecei a prévia do que ia rolar lá. Comecei a abraçar ela o tempo todo, colocava a mão na bunda dela sempre que podia e até consegui que a gente fosse de mãos dadas. Não beijava ela na boca, mas eu tava super carinhoso, beijando as bochechas dela e falando como ela é linda. Acho que foi o melhor, porque preparou o terreno pra quando chegássemos. No avião, como era a primeira vez que a gente viajava num, foi super estranho pra nós, eu passei meio mal, mas pensar em tudo que íamos fazer me animava.
Num momento me senti meio mal por estar mais animado pra transar com minha irmã do que pra ir pro Japão, mas, pô, meu sonho número um era ela e o dois era ir pro Japão, então era compreensível.
Já ao descer do avião e finalmente chegar em Narita, não esperei pra abraçar ela e dar um beijo na boca. Acho que ela já esperava, me via super animado, então na hora do beijo não foi tão forçado. Mesmo assim, foi um beijo pra testar, um beijo curto, mas dizia muito do que vinha por aí.
Fomos direto pro hotel reservado. Tenho que dizer que, se ela não aceitasse o trato, eu a traria do mesmo jeito, porque, embora meu nível de japonês seja "bom", o inglês dela foi o que mais ajudou a gente.
Já no hotel, só tiramos umas coisas das malas e ficamos confortáveis. Eu, continuando com meus testes e minha descrença, peguei uma caixa de camisinhas e deixei na mesa de cabeceira. Obviamente, fiz tudo na frente dela. Ela me olhou e sorriu meio sem jeito, como que validando, mas não tão segura.
Mesmo assim, me deu segurança, então sentei na cama e chamei ela. Ela veio até mim, peguei os braços dela e coloquei no meu pescoço, agarrei ela pela cintura e puxei pra perto pra beijar, e foi algo incrível. Posso dizer que não beijei ela, a gente se beijou. Embora quando ela era pequena eu a tenha beijado umas quantas vezes, essa era a primeira vez que senti que esse beijo era de os dois. Sentir como os lábios dela grudavam nos meus ao mesmo tempo que nossos corpos, eu podia saborear a boca dela enquanto sentia a silhueta dela se colar em mim e poder sentir os peitos dela no meu, enquanto a envolvia com meus braços e minhas mãos iam direto pra bunda dela.
Não podia acreditar, eu e minha irmã nos beijando tão gostoso, me excitou pra caralho, um beijo e já tinha ela dura que nem pedra e ela percebeu. O beijo não mudou mesmo com essa excitação, acho que os dois curtíamos um beijo cheio de carinho, a gente se separava pra inverter o lado, respirar, saborear um ao outro um pouco e se olhar nos olhos pra dizer sem palavras o quanto a gente se amava. De verdade, ela cumpriu, ali no Japão já éramos namorados.
Minhas mãos largaram a bunda dela e foram pra cintura por baixo da roupa, mas ela me parou. «Vamos tomar banho primeiro» ela disse «tomamos banho juntos?» Perguntei, mas ela disse que não, que eu tomasse banho primeiro e depois ela.
E foi assim, tomei um banho e saí só de cueca, ela esperava lá fora, quando entrei no banheiro falei que ia esperar ela.
Quando ela terminou de se lavar demorou um pouco pra sair, mas quando saiu conseguiu deixar minha pica dura num segundo.
Ela saiu de lingerie, usava um sutiã de renda e uma calcinha preta. O corpinho dela era incrível, como eu falei, ela não tem muito peito mas tem eles bem firmes e exibe super bem. O cabelo ainda molhado, solto, destacava a carinha linda dela e a calcinha dava um toque nas pernas que ao vê-la andando na minha direção, me fez sentir que o tempo ia mais devagar ou então meu coração que ia a mil.
Ela se aproximou como antes mas dessa vez ela sozinha levou os braços pro meu pescoço e minhas mãos não alcançaram a bunda dela porque ela já tava me beijando, embora parecesse que ela tava decidida ao que ia rolar, acho que passou um tempo no banheiro juntando coragem pra fazer isso, ela tava prestes a fazer amor com o irmão mais velho, não era algo normal nem de longe.
Mas ali estávamos, nos beijando apaixonadamente, muito mais que antes. Minhas mãos Embora a gente tenha começado pela bunda dela, eu passei a mão por toda a costa dela, adorava sentir a pele dela, era tão macia e quentinha. Eu acariciava ela enquanto a gente se beijava até que senti o sutiã nas minhas mãos e soube que já era hora de tirar. Desabotoei ele, me afastei um pouco pra olhar ela e na hora ela levou as mãos no rosto de vergonha. Hesitei se continuava ou não, mas não era hora de duvidar. Tirei um pouco e ela teve que baixar os braços pra conseguir tirar. "Que linda que você é, Clara" ela só sorriu e a gente voltou a se beijar. Agora eu sentia os peitos dela nus no meu peito e isso me deixava louco. Beijei o rosto dela, o pescoço, o ombro e desci até o peito esquerdo dela. "Aahhh" ouvi ela falar quando coloquei o mamilo dela na boca. Que linda e gostosa. Com a teta dela na minha boca, eu passava a língua no mamilo e ela só apertava minha cabeça contra ela. Só parei pra ir pra outra e repetir a jogada. "Que peitos lindos que você tem, você é uma loucura" eu falava pra ela, continuava chupando os peitos dela até que comecei a beijar a barriga dela e comecei a descer, mas ela me parou com um "não, por favor". Então eu levantei, olhei nos olhos dela e deixei ela de olhos arregalados com o que eu falei: "Te amo, maninha". Ela ficou paralisada, então eu abracei ela e joguei ela na cama, tirei a calcinha dela e tirei minha cueca que estava encharcada de líquido pré-seminal, tava com um tesão do caralho. Curti pra caralho ver que ela tinha molhado a calcinha. Eu me dei uns segundos pra apreciar a vista, tinha minha irmã completamente pelada na minha frente, morria de vontade de chupar a buceta dela, mas aquele "não, por favor" me disse que ela tava com muita vergonha, já chegaria a hora. Então me deitei em cima dela e a gente se comeu de beijo. A gente esfregava nossos corpos intensamente, quase que eu gozava ali mesmo de tanto tesão. Mas me afastei, respirei fundo e fui pegar a camisinha. Enquanto eu colocava, ela olhava pra minha pica meio hesitante, mas ao mesmo tempo com vontade. Voltei a me deitar com ela, a gente voltou aos Beijos, chupei os peitos dela e quando já tava pronto perguntei: "tá pronta?" e sem hesitar ela respondeu "sim".
Abri as pernas dela, me ajeitei e olhei como meu pau tava na entrada da minha irmã. Depilada completa, dava pra ver tudo perfeitamente. Coloquei a cabeça pra dentro, vi como ela abriu a boceta soltando um gemido e me joguei sobre ela enquanto metia.
Ali estava eu, finalmente dentro da minha linda irmã, não me mexia pra sentir o interior dela. Tinha o corpo todo dela pra mim, sentia ela por completo, então comecei a me mover e foi uma loucura. Já tava acontecendo, tava transando com minha irmãzinha, tava dentro dela, tava comendo ela e curtindo cada segundo. Os beijos já não eram mais com ternura, nossas línguas se procuravam e não se davam trégua enquanto minha cintura se mexia sozinha.
Ela só parava de me beijar pra dizer "sim, sim, sim", era a única coisa que falava enquanto eu abraçava ela e beijava o pescoço dela.
Quando ela começou a gemer mais do que falar, me dediquei a chupar os peitos dela, que estavam mais durinhos e gostosos do que antes.
Me ergui pra apreciar a vista e lá estava ela, com os braços pra cima da cabeça segurando os lençóis, os peitos lindos dela balançando no ritmo das minhas estocadas, minhas mãos nas coxas dela e as pernas dela enrolando minha cintura. Pensei que transar com ela seria o máximo, mas ver ela curtindo tanto como o irmão tava comendo ela, sem dúvida é a melhor coisa que já me aconteceu na vida. Continuei naquele ritmo até ela ficar tensa e comecei a sentir mais pressão no pau. Parei até ela terminar de aproveitar o orgasmo.
Me aproximei, beijei ela suavemente e virei ela de costas. Pensei em colocar ela de quatro, mas vi aquele corpinho deitado nos lençóis tão entregue que só me ajeitei por cima dela e continuei metendo. Ela só gemia, era eu quem falava. "Que gostosa que você é, Clara, que corpo lindo que você tem, você é perfeita, adoro essa bunda linda" não parei de falar o quanto eu gostava dela, beijava as costas dela, o pescoço, os ombros e a boca quando ela virava. girava.
Continuei dando um pouco mais até que ela se mexeu e se ajeitou de quatro, só que deixou a raba bem empinada e jogou o peito contra a cama. Não sabia que minha irmã ia se ajeitar assim, tinha experiência. Então fiquei com a raba toda dela pra mim, continuei metendo, mas molhei meu polegar com saliva e apoiei no cuzinho dela, sem enfiar, não tive coragem, só brincava por fora. Isso a deixou muito excitada e ela começou a falar «continua, continua que vem, continua» e parecia que tava falando comigo, porque eu já tava quase gozando, não aguentava mais, mesmo que quisesse passar a vida inteira metendo nela, a excitação era demais.
Aumentei a velocidade e ela disse «me dá tudo, vai» e quando ouvi isso, explodi.
Já tava segurando ela pela cintura quando cada estocada era um jato de porra que eu soltava. Terminei deitado em cima dela, mal tive força pra me virar e não esmagar ela.
Quando saí, ela se virou e começou a me beijar. A gente se beijou até cair os dois de exaustão.
Ficamos abraçados até eu levantar pra jogar a camisinha fora.
Voltei pra cama, abracei ela e continuei beijando enquanto minhas mãos percorriam o corpo todo suado dela, igual o meu.
Somos irmãos, mas acabamos de transar como dois apaixonados.
Ela dormiu primeiro, eu só aguentei um tempo pra poder curtir o momento. Olhei em volta, um quarto de hotel no Japão, minha irmã pelada nos meus braços, não podia pedir mais.
A gente tinha acabado de chegar no Japão e eu sabia que ainda tinha muito pra aproveitar.
Espero que tenham gostado dessa parte. Sei que não consigo expressar com palavras todos os sentimentos que vivi, mas ao contar o que a gente fez, espero que consigam imaginar.
Sei que muitos, depois de completar o ato e baixar a excitação, sentem culpa, mas eu naquele momento senti que amava ela e ela nunca mostrou arrependimento.
Vou pegar outros relatos pra contar como foram os dias no Japão com minha irmã como namorada.
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