Ela apagou a vela no aniversário do namorado

Lautaro fez 26 anos e gastou toda a grana em álcool, e entre os amigos a gente comprou comida.
Lá pras 21h ele já tava babando de tão bêbado, então a gente comeu rápido e cada um foi indo embora.
Eu fiquei pra ajudar a irmã e a namorada dele a arrumar tudo, já que tinha ido cedo pra colocar a mesa no quintal.

Primeiro levei o Lautaro pro quarto dele, no caminho ele me disse:
— Manda a Anto ir embora, porque não quero que ela me encha o saco.
— Fechou, fechou — falei apressado, porque tava fazendo força pra ele não cair.

Voltei e ajudei elas a guardar as coisas. Entre conversas e risadas, cortamos o bolo e comemos nós três.
Me ofereci pra fechar tudo no quintal e, quando saí, a Anto veio me ajudar.

— Fran, o Lautaro te falou pra me levar pra casa?
— Sim (rindo). Ele disse que não queria que você brigasse com ele.
— Pra quê? Ele nem vai lembrar. Mas vou ficar aqui porque a irmã dele vai embora e não quero deixar ele sozinho. Só toma alguma coisa antes de ir.
— Beleza, vou tomar um copinho de fernet e vazar — aceitei pra me refrescar.

Nós dois sozinhos na sala, tomando fernet e rindo de histórias com o Lautaro. Ela levantou e disse:
— Já volto, vou trocar de roupa, tô cansada dessa.

Quando voltou, voltou com um shortinho curto e solto e uma camiseta larga que deixava claro que tinha tirado o sutiã.
— Mais confortável? — falei sorrindo.
— Sim, o jeans tava me cansando. Fiquei o dia inteiro com essa calça.
— Que inveja, esse jeans tá me matando de calor — falei e mandei o último gole de fernet.
— Quer um short de futebol? Arrumo um pra você — ela levantou e foi, voltou com um short preto da seleção.
— Ué, valeu, mas já vou indo.
— Tem alguma coisa pra fazer? São só 23h, vamos tomar mais um copo, vai, tô entediada pra caralho — com um tom de menina brava.
— Beleza, então, de qualquer forma vou jogar videogame em casa, então fico mais um copo. Mas onde eu troco de roupa?
— Aqui mesmo, porra. Eu olho pro outro lado, não tem problema. — Me deu o short e virou de costas.

Tirei o jeans e lembrei que não tava de cueca, e mesmo assim vesti o short. — Ah, que frescura e conforto, dizia enquanto ajustava meu pau pra não colar tanto na calça.
— Igual em casa, falava enquanto se sentava no sofá e ligava o videogame.
Sentei e começamos a jogar uma partida. Ela era boa pra caralho, tanto que aos 15 minutos do primeiro tempo já tava ganhando de 2 a 0.
— Se você fizer um gol antes do intervalo, eu mostro os peitos — ela ria e me dava um baita baile, mas o que ela não sabia é que eu não tava jogando sério.
Poucos instantes depois, faço um gol e ela me olha de canto. Continuo jogando sem falar nada, empato a partida e, antes do primeiro tempo acabar, faço o 3 a 2.
— Bom, parece que você tava com vontade de ver meus peitos — ela levanta a camiseta e tira.
— Ah, legal, peitos lindos. Já imaginava que eram bonitos, mas não tanto — me aproximo e pego um, devoro com minha boca, mal cabia um pedaço daqueles peitões.
— Hummmmm, que delícia — quase gemendo, solta um suspiro enquanto minha língua saboreava os mamilos e minhas mãos não deixavam espaço sem explorar.

Sem camiseta, jogamos o segundo tempo, onde fiz mais dois gols aos 10 minutos.

— Já perdi, me dou por vencida. Vou ter que pagar a dívida — ela fica na minha frente, de costas, abaixa o shortinho curto e mostra a bunda e a buceta já melada, sem nada por baixo, ficando assim inclinada, me oferecendo o sexo.
— Mas que paisagem linda — me aproximo e aperto sua bunda, sem rodeios passo minha língua abrindo devagar os lábios da buceta, provando seus sucos. Ela se vira e fica de quatro no sofá, e diz: "Cobra do jeito que quiser ou me fala o que você quer."
Continuo chupando a vulva dela, brincando com o clitóris, com meus dedos explorando o interior da buceta, procurando o ponto G, sacudindo as entranhas dela com os dedos.
— Ai, vai, vai, me dá esse pau — ela se vira e, eu de pé, tiro a calça com o pau duro, pronto pra ser saboreado pela namorada do meu amigo.
Sem rodeios, com ansiedade e desesperada, ela começa a chupar. até a garganta dela e minhas mãos na nuca dela querendo guiar aquela puta mamada, mas o ritmo dela era fenomenal
e acima de tudo meu corpo só queria aproveitar, de olhos fechados e corpo tenso sentia a língua dela brincando com minha glande, saboreando meu líquido pré-gozo
Freneticamente ela começou a chupar, pra ajudar segurei a nuca dela e comecei a foder a boca dela, sentia ela gemendo como podia já que não tirava meu pau da boca dela
as mãos dela agarravam minha bunda empurrando, me dando o sinal pra não parar e isso me deixou ainda mais louco e meu gozo começou a jorrar na boca dela, meu corpo a tremer
e ela fechando os olhos e com um sorrisinho no canto da boca, sugando cada gota misturada com minhas batidas, todo meu esperma.

Lautaro começou a vomitar no quarto dele que tava trancado e tivemos que deixar o resto pra outro dia

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