Este relato é a continuação de, por favor leia para terem contexto, também vale a pena lerem tudo porque a partir daqui tudo que vem depois deste relato é sobre esse macho que me fez de mulher dele no sentido mais completo da palavra.
Ficamos na cama abraçados por um tempo, conversando sobre coisas sem importância entre os beijos que estávamos trocando.
— Então você sempre gostou de pau? — ele me perguntou.
— Sim, sempre.
— E as mulheres?
— Também gosto, gosto de sexo no geral, gosto de mulheres e gosto de ser comida como uma e receber um bom pau.
Dei um beijo carinhoso nele enquanto começava a esfregar aquele pacote gostoso.
— Que delícia, meu amor… e você gostaria de ser transsexual?
Fiquei petrificada, nunca tinha considerado essa pergunta, e naquele momento só tinha uma resposta — era óbvia.
— Na verdade não, só gosto de me vestir assim para receber pau, algo casual.
— Bom, ainda temos tempo… se quiser ser minha gatinha, tem mais roupas, né?
— Sim, você vai adorar.
Levantei da cama dando um beijo na boca dele, mas ele, enquanto eu saía, me deu uma palmada forte na bunda que me fez pular um pouco do chão, deixando a mão marcada. Entrei no banheiro com a mochila onde estava minha roupa.
Retoquei a maquiagem, tirei a liga e coloquei o fio dental branco de renda florida que enfiava bem entre minhas nádegas, seguido das minhas meias brancas até a coxa — eram de elástico e apertavam bem minhas pernas. Depois, vesti a blusa aberta nos ombros e no pescoço, mas que vinha com uma gravata cinza e gola cinza. Para finalizar a parte mais sexy: a saia de colegial cinza xadrez e pregueada, tão curtinha que mal cobria minha bunda — dava para ver tudo.
Ao sair do banheiro, ele já estava com o pau completamente ereto me esperando, me chamando com aquela rocha de carne de vinte centímetros, cheia de veias grossas e pulsante. Gustavo sorriu ao me ver e me chamou para a cama.
Nos beijamos apaixonadamente, eu sentia como… nossas línguas se chocavam enquanto eu descia de seus lábios até seu peito carnudo, sua barriga saliente até aquele pedaço gostoso de carne, não hesitei em colocá-lo na minha boca, brincando devagar com ele, sentindo a pulsação da cabeça entre meus lábios, percorrendo aqueles 20 centímetros com minha língua de cima a baixo, arrancando gemidos de prazer a cada movimento que fazia. Não sei quanto tempo fiquei saboreando aquela rola na minha boca, mas assim que ele colocou as camisinhas e o lubrificante perto, eu soube o que ele queria. Coloquei a camisinha com a boca e espalhei lubrificante, masturbando-o com a mão.
—Quer que eu monte?
—Sim, meu amor — ele respondeu entre gemidos.
Obedientemente, subi nele, afastando minha calcinha fio-dental para o lado, permitindo que ele me penetrasse. Aquela peça era tão gostosa a cada centímetro que entrava no meu cu, fazendo-me gemer de prazer. Deslizava de cima para baixo devagar, enquanto apoiava minhas mãos em seu peito.
—Você se move tão gostoso — ele disse, mas eu não prestei atenção, estava completamente concentrada na minha tarefa: deleitar meu cu com aquela rola tão deliciosa entrando e saindo do meu ânus úmido e aberto. Comecei a me mover para frente e para trás, provocando pequenas pulsações no meu pau já ereto, enquanto soltava gemidos de puta deliciosos. Ele me segurava pelos quadris enquanto eu me movia cada vez mais rápido, conseguindo chegar onde queria, consegui gozar em cima dele.
—Olha que puta gostosa, já gozou — continuei me movendo com força até sentir que ia gozar de novo, mas acho que foi só um pouco de urina e o resto de sêmen que ainda tinha.
—Desce e deita de pernas abertas — obedeci como sua mulher, deitada na cama, abri as pernas pronta para o que me esperava. Ele enfiou a rola facilmente até o fundo, metendo com força enquanto mantinha minhas pernas elevadas no ar, segurando-me pelos tornozelos. Eu me limitava a aproveitar tudo o que estava acontecendo, a posição de pernas abertas me fazia... me sentindo muito putinha, ele moveu minha calcinha para liberar meu pau e lambeu um pouco do meu gozo no processo. - Eu gosto de ver como elas balançam enquanto eu te fodo - ele disse, enquanto o movimento fazia meu pau subir e descer a cada enfiada. Depois de um tempo, ele soltou minhas pernas, deixando todo o seu peso sobre mim enquanto nos beijávamos da boca, pelo pescoço e meus peitos. Foi nessa posição que senti ele apertar meu corpo com quase toda a sua força porque ele gozou, me dando um beijo que terminou numa mordida sexy. - Aaaaah, haaaay, meu amor, você tá bem gostoso. - Obrigada, quer que eu limpe? Ele tirou a camisinha, me dando espaço para chupar aquele pau gostoso cheio de porra de macho que eu tanto adoro, o sabor era delicioso, eu chupei tudo e até consegui deixar ele duro de novo, não desperdicei a oportunidade e masturbei ele, olhando com cara de puta, chupando como a cachorrinha no calor que eu sou, ele me deixou muito excitada naquele momento, tanto que ao mesmo tempo eu estava me masturbando, depois de alguns minutos assim, fiz ele gozar na minha boca e parte do meu rosto, enquanto eu também gozava. - Haay, meu amor, que sexo gostoso, sério - ele deitou na cama e eu fui ao banheiro me limpar, tomamos banho juntos, mas não aconteceu mais nada, só conversamos e nos ensaboamos mutuamente, sério, eu estava no meu papel de mulher, coisa que só aconteceu com ele. Depois dessa vez, não nos falamos por alguns dias, achei que tinha sido só uma vez como todos os outros, se fosse assim, sério, não teria reclamações, não foi ruim, ele me deixou com o cu bem aberto e me comeu gostoso, então não teria problema se não o visse de novo, mas ele me mandou mensagem de novo no Facebook. Ele disse que gostou de mim e também gostou do jeito que me entreguei, mas queria me dizer pessoalmente, continuamos conversando assim por vários dias até que trocamos números de telefone, coisa que não faço com ninguém, mas ele já tinha ganhado minha confiança, além disso, naqueles dias eu estava solteiro, não tinha problema com isso, uma vez saindo da faculdade ele passou por mim no carro, eu disse que não estava com roupa de mulher, mas ele falou que não queria sexo hoje nem nada assim, só queria conversar comigo. Fomos comer, mas ele pediu que eu não fosse feminina, que fosse só eu normal como homem, e aceitei, não tenho problema em separar meu lado homem do lado feminino. Conversamos sobre o encontro, o que tínhamos sentido, o que gostamos um no outro, e ele reforçou que gostou de como me comportei na cama, meus gemidos eram muito gostosos e o excitavam, além de dizer que se sentia muito bem comigo.
-Até que eu não me depilo?
-Isso a gente resolve, mas quero te pedir uma coisa.
-Fala.
-Olha, a verdade é que estou sozinho, não gosto de ficar pulando de uma mina pra outra, e gostei de você, gosto de você de menino e de menina. Quer ser minha... namorada?
-Hahaha, como assim? - respondi nervoso - Não sei o que te dizer, te conheço há alguns meses e nunca tive namorado.
-Pois é, mas olha, acho que poderia ser uma oportunidade interessante.
-E você já teve um relacionamento assim - perguntei - como eu?
-Uma vez, mas ela só queria dinheiro, e assim não, não gosto disso. Eu busco uma mulherzinha como você, um viadinho promíscuo, isso me atrai, porque a maneira como você se comportou naquela vez me deixou afim.
-OK, e o que você planeja fazer? Ou o que faremos se eu disser sim? Vamos ter encontros e tudo mais?
-Sim, como este - fiquei petrificado, não achei que isso fosse um encontro - mas também vou te comprar coisas, mais lingerie, roupas de sair, perucas, sapatilhas. Além disso, na minha casa tenho coisas que minha esposa deixou depois que nos divorciamos, mas tudo isso você só usaria comigo. Isso sim, quero que você seja só meu.
-Deixa eu pensar. Ele se ofereceu para me levar ao ponto de ônibus e aceitei, mas antes de eu descer, ele me deu um beijo gostoso na boca. Nunca tinha beijado um homem estando vestido de homem, isso me deixou excitado. Por sorte ninguém viu, então não deu nada. Nos despedimos e fiquei pensando na proposta. aceitarei ser sua namorada, sua mulher, sua putinha, sua vadia?
Ficamos na cama abraçados por um tempo, conversando sobre coisas sem importância entre os beijos que estávamos trocando.
— Então você sempre gostou de pau? — ele me perguntou.
— Sim, sempre.
— E as mulheres?
— Também gosto, gosto de sexo no geral, gosto de mulheres e gosto de ser comida como uma e receber um bom pau.
Dei um beijo carinhoso nele enquanto começava a esfregar aquele pacote gostoso.
— Que delícia, meu amor… e você gostaria de ser transsexual?
Fiquei petrificada, nunca tinha considerado essa pergunta, e naquele momento só tinha uma resposta — era óbvia.
— Na verdade não, só gosto de me vestir assim para receber pau, algo casual.
— Bom, ainda temos tempo… se quiser ser minha gatinha, tem mais roupas, né?
— Sim, você vai adorar.
Levantei da cama dando um beijo na boca dele, mas ele, enquanto eu saía, me deu uma palmada forte na bunda que me fez pular um pouco do chão, deixando a mão marcada. Entrei no banheiro com a mochila onde estava minha roupa.
Retoquei a maquiagem, tirei a liga e coloquei o fio dental branco de renda florida que enfiava bem entre minhas nádegas, seguido das minhas meias brancas até a coxa — eram de elástico e apertavam bem minhas pernas. Depois, vesti a blusa aberta nos ombros e no pescoço, mas que vinha com uma gravata cinza e gola cinza. Para finalizar a parte mais sexy: a saia de colegial cinza xadrez e pregueada, tão curtinha que mal cobria minha bunda — dava para ver tudo.
Ao sair do banheiro, ele já estava com o pau completamente ereto me esperando, me chamando com aquela rocha de carne de vinte centímetros, cheia de veias grossas e pulsante. Gustavo sorriu ao me ver e me chamou para a cama.
Nos beijamos apaixonadamente, eu sentia como… nossas línguas se chocavam enquanto eu descia de seus lábios até seu peito carnudo, sua barriga saliente até aquele pedaço gostoso de carne, não hesitei em colocá-lo na minha boca, brincando devagar com ele, sentindo a pulsação da cabeça entre meus lábios, percorrendo aqueles 20 centímetros com minha língua de cima a baixo, arrancando gemidos de prazer a cada movimento que fazia. Não sei quanto tempo fiquei saboreando aquela rola na minha boca, mas assim que ele colocou as camisinhas e o lubrificante perto, eu soube o que ele queria. Coloquei a camisinha com a boca e espalhei lubrificante, masturbando-o com a mão.
—Quer que eu monte?
—Sim, meu amor — ele respondeu entre gemidos.
Obedientemente, subi nele, afastando minha calcinha fio-dental para o lado, permitindo que ele me penetrasse. Aquela peça era tão gostosa a cada centímetro que entrava no meu cu, fazendo-me gemer de prazer. Deslizava de cima para baixo devagar, enquanto apoiava minhas mãos em seu peito.
—Você se move tão gostoso — ele disse, mas eu não prestei atenção, estava completamente concentrada na minha tarefa: deleitar meu cu com aquela rola tão deliciosa entrando e saindo do meu ânus úmido e aberto. Comecei a me mover para frente e para trás, provocando pequenas pulsações no meu pau já ereto, enquanto soltava gemidos de puta deliciosos. Ele me segurava pelos quadris enquanto eu me movia cada vez mais rápido, conseguindo chegar onde queria, consegui gozar em cima dele.
—Olha que puta gostosa, já gozou — continuei me movendo com força até sentir que ia gozar de novo, mas acho que foi só um pouco de urina e o resto de sêmen que ainda tinha.
—Desce e deita de pernas abertas — obedeci como sua mulher, deitada na cama, abri as pernas pronta para o que me esperava. Ele enfiou a rola facilmente até o fundo, metendo com força enquanto mantinha minhas pernas elevadas no ar, segurando-me pelos tornozelos. Eu me limitava a aproveitar tudo o que estava acontecendo, a posição de pernas abertas me fazia... me sentindo muito putinha, ele moveu minha calcinha para liberar meu pau e lambeu um pouco do meu gozo no processo. - Eu gosto de ver como elas balançam enquanto eu te fodo - ele disse, enquanto o movimento fazia meu pau subir e descer a cada enfiada. Depois de um tempo, ele soltou minhas pernas, deixando todo o seu peso sobre mim enquanto nos beijávamos da boca, pelo pescoço e meus peitos. Foi nessa posição que senti ele apertar meu corpo com quase toda a sua força porque ele gozou, me dando um beijo que terminou numa mordida sexy. - Aaaaah, haaaay, meu amor, você tá bem gostoso. - Obrigada, quer que eu limpe? Ele tirou a camisinha, me dando espaço para chupar aquele pau gostoso cheio de porra de macho que eu tanto adoro, o sabor era delicioso, eu chupei tudo e até consegui deixar ele duro de novo, não desperdicei a oportunidade e masturbei ele, olhando com cara de puta, chupando como a cachorrinha no calor que eu sou, ele me deixou muito excitada naquele momento, tanto que ao mesmo tempo eu estava me masturbando, depois de alguns minutos assim, fiz ele gozar na minha boca e parte do meu rosto, enquanto eu também gozava. - Haay, meu amor, que sexo gostoso, sério - ele deitou na cama e eu fui ao banheiro me limpar, tomamos banho juntos, mas não aconteceu mais nada, só conversamos e nos ensaboamos mutuamente, sério, eu estava no meu papel de mulher, coisa que só aconteceu com ele. Depois dessa vez, não nos falamos por alguns dias, achei que tinha sido só uma vez como todos os outros, se fosse assim, sério, não teria reclamações, não foi ruim, ele me deixou com o cu bem aberto e me comeu gostoso, então não teria problema se não o visse de novo, mas ele me mandou mensagem de novo no Facebook. Ele disse que gostou de mim e também gostou do jeito que me entreguei, mas queria me dizer pessoalmente, continuamos conversando assim por vários dias até que trocamos números de telefone, coisa que não faço com ninguém, mas ele já tinha ganhado minha confiança, além disso, naqueles dias eu estava solteiro, não tinha problema com isso, uma vez saindo da faculdade ele passou por mim no carro, eu disse que não estava com roupa de mulher, mas ele falou que não queria sexo hoje nem nada assim, só queria conversar comigo. Fomos comer, mas ele pediu que eu não fosse feminina, que fosse só eu normal como homem, e aceitei, não tenho problema em separar meu lado homem do lado feminino. Conversamos sobre o encontro, o que tínhamos sentido, o que gostamos um no outro, e ele reforçou que gostou de como me comportei na cama, meus gemidos eram muito gostosos e o excitavam, além de dizer que se sentia muito bem comigo.
-Até que eu não me depilo?
-Isso a gente resolve, mas quero te pedir uma coisa.
-Fala.
-Olha, a verdade é que estou sozinho, não gosto de ficar pulando de uma mina pra outra, e gostei de você, gosto de você de menino e de menina. Quer ser minha... namorada?
-Hahaha, como assim? - respondi nervoso - Não sei o que te dizer, te conheço há alguns meses e nunca tive namorado.
-Pois é, mas olha, acho que poderia ser uma oportunidade interessante.
-E você já teve um relacionamento assim - perguntei - como eu?
-Uma vez, mas ela só queria dinheiro, e assim não, não gosto disso. Eu busco uma mulherzinha como você, um viadinho promíscuo, isso me atrai, porque a maneira como você se comportou naquela vez me deixou afim.
-OK, e o que você planeja fazer? Ou o que faremos se eu disser sim? Vamos ter encontros e tudo mais?
-Sim, como este - fiquei petrificado, não achei que isso fosse um encontro - mas também vou te comprar coisas, mais lingerie, roupas de sair, perucas, sapatilhas. Além disso, na minha casa tenho coisas que minha esposa deixou depois que nos divorciamos, mas tudo isso você só usaria comigo. Isso sim, quero que você seja só meu.
-Deixa eu pensar. Ele se ofereceu para me levar ao ponto de ônibus e aceitei, mas antes de eu descer, ele me deu um beijo gostoso na boca. Nunca tinha beijado um homem estando vestido de homem, isso me deixou excitado. Por sorte ninguém viu, então não deu nada. Nos despedimos e fiquei pensando na proposta. aceitarei ser sua namorada, sua mulher, sua putinha, sua vadia?
0 comentários - Cuando conocí al macho que me hizo hembra en todo sentido 2