Olá a todos os seguidores dessa história, retomo o relato depois de muito tempo sem escrever. Como contei antes, a Zoe conheceu um cara com uma rola enorme, durante uma viagem à cidade de Córdoba, e passou duas semanas comendo aquele pauzão à vontade. De volta à nossa cidade, ela continuou em contato com o cordobês, trocando fotos e vídeos bem hot. Quando a tesão não pôde mais, combinaram que o cordobês viria à nossa cidade para saciar a vontade de foder minha mulher, e a Zoe me disse que gostaria que o cara ficasse hospedado na nossa casa, para transar mais à vontade, e que durante a estadia eu cedesse meu lugar na nossa cama e dormisse no sofá. Isso não foi uma imposição, mas sim uma consulta, fazendo carinha de safadinha enquanto falava, se aconchegando no meu corpo, toda dengosa. Ela perguntou se eu não me importava; que se eu não quisesse não tinha problema, ela diria para ele ficar num hotel. A verdade é que, de primeira, a proposta não me agradou muito. Eu gosto de ser feito de corno e não tenho problemas com a Zoe dormindo com outros homens, mas que ele ficasse na minha cama, me deslocando, não me agradava. Por outro lado, eu imaginava a situação, que não me convencia muito, e ao mesmo tempo me deixava com uma tesão enorme. E mais ainda me excitava a maneira como a Zoe me pedia, fazendo-se de putinha safada que pede ao namorado para ceder sua cama e sua mulher a outro macho, enquanto espera como um bom corno masturbador no sofá. Como vocês podem imaginar, não consegui dizer não, e imediatamente depois de aceitar entrei num estado entre angústia e tesão que durou até o cara ir embora. A Zoe combinou com o cordobês que ele viria na semana seguinte, e durante o transcurso da semana passamos o tempo todo transando. Ela transava pela tesão que tinha de levar rola do cordobês, era óbvio que nem pensava em mim. Durante esses dias eu fui praticamente um consolo, porque enquanto transávamos ela não fazia nada além de falar sobre o pau do cordobês, das vontades que ela tinha de chupar aquele pau, de que ele arrombasse bem a bunda dela, que a enchesse de porra, que a tratasse como uma puta. Nunca a tinha visto tão excitada com um homem, nem adotar esse papel de vadia barata, promíscua; porque mesmo sendo uma putona terrível, a vibe dela era mais de puta intelectual. E, como descrevi no relato anterior, me preocupava um pouco, e também me excitava mais do que nunca. Às vezes eu ficava tão excitado com o que ela dizia que gozava na hora, e ela, totalmente pilhada, me agarrava pelos cabelos e me fazia chupar a buceta cheia da minha porra, até fazê-la gozar. Quando o cordobês chegou, ela foi buscá-lo no aeroporto e demoraram cerca de uma hora e meia para chegar em casa. Ela o apresentou, era um cara muito gato, bom lombinho, mais alto que eu, que me cumprimentou com educação, mas sem me dar muita atenção, como quem cumprimenta o irmão da gostosa que vai foder. Perguntei à Zoe se tinha acontecido algo durante a volta, por causa da demora, e como resposta ela me deu um beijo de língua que esclareceu todas as minhas dúvidas pelo gosto de porra que tinha. E enquanto o cordobês tomava um banho, ela abriu a camisa e me disse: "Olha, quer provar um pouquinho?" Debaixo da camisa dava para ver parte do sutiã e os peitos encharcados, e o cheiro de porra era impressionante. Imediatamente comecei a lamber tudo que conseguia e a beijá-la, desesperado. Ela me contou que não aguentaram e pararam para transar no carro, na correria. Estavam tão excitados que o cara baixou a leggings dela, puxou a calcinha de lado e enfiou o pau todinho de uma vez na buceta, que estava encharcada. Transaram de forma bruta, desesperados; ela gozou na hora, e ele deu algumas bombadas e avisou que não aguentava mais, e que queria gozar na boca dela. Ela tinha tirado a camisa e estava com o sutiã, com os peitos para fora, e imediatamente o cordobês tirou aquele pauzão prestes a explodir da buceta dela, e ele descarregou toda a porra na boca dela, escorrendo pelos peitos e pelo sutiã. Ela me contou isso enquanto eu limpava toda a porra do macho dela dos peitos. Minha rola estava quase explodindo de tesão depois de tudo aquilo. Eu quis comer ela e ela não deixou, me disse para eu ser bonzinho e aguentar um pouco porque queria se reservar para o macho dela. Então pedi para ela me chupar, e ela aceitou, mas me chupou rápido, só para me fazer gozar e nada mais, cuspindo a porra no chão, como se estivesse me fazendo um favor. Ela disse que aquilo era a última coisa que ia dedicar à minha rola enquanto o cordobês estivesse. Que aquela mamada ela fazia como se fosse um carinho, porque me amava, mas que eu entendesse que ela estava muito excitada com o cara, e que naquele momento só queria transar com ele. Que seria só por uns dias, que por favor eu entendesse. Além disso, ela disse que, de início, iam transar com a porta fechada, porque o cordobês não curtia muito que eu ficasse observando. Tudo isso ela dizia de novo num tom de garotinha safada, acariciando minha rola mole, como quem acaricia um brinquedo. Ela me deu um beijo suave nos lábios, tirou toda a roupa, ficando só de calcinha, e foi tomar banho com o cordobês. Poucos minutos depois comecei a ouvir os gritos de prazer da Zoe. Era evidente que o cordobês tinha uma pica enorme e que sabia usar. Ficaram assim um tempo, não muito, até a Zoe gozar gritando como uma porca. Ele não gozou; secaram-se enquanto conversavam e riam, dava pra ver que havia muita cumplicidade entre eles, saíram pelados do banheiro, entraram no nosso quarto e fecharam a porta. Eu estava no sofá, tentando me concentrar num filme, e quando eles passaram pro quarto pude ver a pica semi ereta do cordobês. Realmente era uma pica linda! E a verdade é que me deu água na boca. Ficaram quase duas horas fodendo como loucos, com pausas pra conversa e risadas. Sempre com a porta fechada. Depois a Zoe saiu do quarto; é impossível descrever a A cara de satisfação e cansaço que minha namorada tinha, todas as suas zonas erógenas estavam um pouco inchadas, o corpo suado e com um cheiro de sexo embriagante. Ela me olhou com uma cara de safada e exausta, mas sem dizer nada. Eu morria de tesão e curiosidade. "E aí? Me conta alguma coisa, por favor", eu disse "Como foi?". "Olha como foi", ela disse, se virou mostrando a bunda, se abriu com as duas mãos, e o que vi me deixou louco. Ela tinha o cu tão dilatado e inchado como nunca tinha visto antes, e a buceta inflamada, bem rosada, cheia de porra. Ela disse "Quer provar, corno lindo?" enquanto se apoiava na mesa abrindo mais as pernas e levantando bem a bunda. Imediatamente separei as duas nádegas lindas da minha mulher e comecei a lamber como um descontrolado toda a vala recém fodida, bem gozada. A combinação de aromas e sabores de lubrificação e sêmen me deixavam louco. Enquanto lambia como um cachorrinho bebendo água, fiz uma masturbação frenética e gozei como um animal, ficando de joelhos no chão, exausto. Zoe acariciou minha cabeça, pegou duas cervejas geladas da geladeira e voltou com seu macho. Antes de entrar no quarto, ela me disse, "Você cuida do jantar, meu amor?" Entrou no quarto sem esperar minha resposta e fechou a porta novamente. Depois de me recuperar, comecei a preparar o jantar e, quando ficou pronto, bati na porta do meu quarto para avisar a Zoe, esperando que eles se levantassem para comer. Mas ela me pediu que, por favor, levasse os dois pratos em uma bandeja, que eles iam comer na cama. A situação novamente me desagradava, mas eu não podia me negar. Estava passando por um tipo de humilhação que definitivamente não me fazia bem, nunca nos comportávamos dessa maneira. Era uma faceta totalmente nova em Zoe, e embora ela não o fizesse com maldade, estava gostando daquele jogo, como se estivesse descobrindo sem querer, e ela gostava. E a verdade é que, em parte, eu também estava gostando. Preparei a bandeja e bati novamente na porta. A Zoe me disse para entrar e deixar a bandeja ao lado da cama. Quando entrei, os dois estavam pelados, assistindo a um filme; ela estava deitada no peito do cordobês, acariciando o pau dele que estava de lado, todo babado, e ele estava acariciando em círculos, suavemente, o esfínter dilatado da minha namorada, que gemía baixinho. O cordobês me olhou com um ar de descrença e deboche, ela me olhou com um olhar terno e disse: "obrigada, meu amor, você é um santo". Voltei para o sofá, para continuar assistindo ao filme e me distrair um pouco enquanto jantava, mas quase não consegui comer nada. A mistura de sensações que eu sentia era indescritível, e ao mesmo tempo estava com uma excitação constante. A Zoe já tinha me dito que não ia transar comigo enquanto estivesse com o Cordobês, e pela forma como as coisas estavam indo, era óbvio que, pelo menos naquela noite, eu não ia conseguir comer ela.
Então me ocorreu escrever para o Fer, pensando que se ele me desse uma boa fodida, eu ia me acalmar bastante e poderia me distrair um pouco conversando com ele, já que ele sempre tinha palavras tranquilizadoras para esses momentos, mas ele respondeu que não podia. Escrevi para o Nicolás, mas a mensagem não chegou. A essa altura, eu já estava ficando desesperado, porque tinha criado expectativa de ganhar um pau para me acalmar e tinha ficado animado com a ideia.
Então fiz uma última tentativa e escrevi para o Juan, que, pra ser sincero, não era o que eu mais gostava para compartilhar essa situação, sabendo que ele é muito tarado e adora me humilhar. Mas a tesão falou mais alto. O Juan respondeu, não muito animado. Mas quando eu contei que um macho estava comendo a Zoe na minha cama, e que me tinham mandado para o sofá, ele ficou ligadão. "Em meia hora estou aí, corno", ele disse, "prepara bem essa bunda porque você vai fazer competição com a puta da sua mulher por todo o tempo que eu vou te foder. Já te aviso que acabei de tomar um viagra inteiro; e quero que me espere com lingerie de puta". Expliquei que a lingerie eu estava no quarto onde a Zoe estava com o macho dela, e não tinha confiança suficiente com o cordobês para me vestir de putinha na frente dele, me dava uma vergonha enorme porque o cara não era dessa vibe. Por isso a Zoe não tinha me deixado ver como eles transavam. "Se não se vestir de putinha, não tem pica", ela disse, "você decide". Naquele ponto, com toda a safadeza rolando, já estava morrendo de vontade de chupar aquela rola. Então mandei um WhatsApp pra Zoe pedindo pra ela me passar um fio-dental, uma liga e um corselet, mas o celular dela estava desligado. Aí tive que bater na porta e pedir pra ela dar uma olhadinha, pra falar algo. Ela chegou perto da porta e quando comentei baixinho que precisava da lingerie porque o Juan ia vir me comer, ela deu muita risada, de tão envergonhada que eu estava; e em vez de ser discreta, começou a falar alto: "Não tem por que ter vergonha, meu amor, o Martín (o cordobês) com certeza não tem problema em você se vestir de putinha, né Martín?" "Não, nenhum problema", disse o cordobês, mais pra agradar a Zoe, porque dava pra ver na expressão dele que ele ainda estava em choque, e achava muito estranho tudo que tinha a ver com meus gostos, que eu gostasse de ser corno, que gostasse de ser comido e ainda por cima me vestir de putinha. A Zoe ficou toda animada em me ajudar a me vestir, ela sempre adorava fazer isso. Me acompanhou até a sala e me ajudou a me produzir, com maquiagem inclusa. Quando fiquei pronto, ela chamou o cordobês pra me ver; eu ficava dizendo que não, que dava vergonha, mas ela não ligou, achava divertido e sinceramente não percebia o desconforto que isso me causava. O cordobês veio na hora, pela curiosidade de me ver assim. A primeira coisa que ele fez foi me olhar como se eu fosse um bicho estranho, era óbvio que o que ele via não era muito natural pra ele. A Zoe me fez girar pra ele ver minha bunda pelada. "Olha a bundinha minúscula que minha corninha tem", disse a Zoe, me fazendo morrer de vergonha. Ela me fez inclinar um pouco e ele deu um tapa na minha bunda. Fiquei surpreso que o cordobês ficou olhando minha bunda com uma cara bem diferente da que ele fez quando me viu. E notei que o pau dele ficou duro feito uma linguiça. "A verdade é que seu namorado corno tem uma bunda boa", disse o cordobês, "e ainda mais de calcinha assim. Pena que tenha cara de macho." disse, e voltou para minha cama. Zoe me disse, "bem, meu amor, você está divina para o Juan te comer. Que bom que você marcou com ele! Eu volto para a cama com o Martín, você não imagina como ele me comeu bem, já quero que ele me foda de novo! Aproveite seu macho como eu, sua puta linda". E ela foi com o cordobês deixando a porta entreaberta. Eu fiquei sentado no sofá, servi um uísque triplo, e por um momento me distraí da excitação. Comecei a refletir sobre o que estava vivendo; pensava "Minha mulher trouxe um macho para o nosso quarto que está comendo ela como uma puta, entregue e com a cumplicidade de uma amiga. E eu aqui sentado, de calcinha, com meia arrastão e ligas, um corset, produzido; esperando um macho cheio de tesão e meio perverso para me comer como uma puta de cabaré". Esses pensamentos, longe de me incomodar, me excitaram muito e, talvez com a ajuda do uísque, comecei a me sentir mais desinibido. Tomar consciência dessa situação tão bizarra que estava vivendo, assumindo que gostava de muitas variantes sexuais que a maioria da sociedade reprime por julgamentos morais, me fez sentir muito livre, relaxado e com muito tesão! Eu estava absorto nesses pensamentos quando o Juan tocou a campainha. Abri a porta e a primeira coisa que ele disse quando me viu foi "Muito bem, puta! Vejo que você foi obediente". Eu dei uma girada e deixei minha bunda de calcinha sobressaindo para ele olhar à vontade. Ele agarrou minhas nádegas com as duas mãos, sem delicadeza, apertou um pouco, me deu um tapa forte, e disse: "Bunda linda, puta. Pena que vai ficar arrombada e aberta depois da foda que vou te dar". Eu, nesse ponto, estava morrendo de tesão. Calor. Pela porta entreaberta do meu quarto, eu conseguia ver o cordobês dando uma tremida foda na minha namorada, que se deixava enfiar completamente entregue. Empurrei o João na poltrona, abri a calça dele, puxei para baixo o mais rápido que pude, até os joelhos; fiz o mesmo com a cueca, ficando diante da minha cara o pau lindo dele, meio duro, que não demorou nem um minuto para ficar duro como ferro, já que, cumprindo o que havia avisado, ele tomou um viagra antes de vir e já estava em pleno efeito. João me olhava desconcertado, notando que minha atitude era muito diferente da que ele havia observado quando eu escrevi para ele vir. Peguei o pau dele e engoli de uma vez, enchi de saliva, masturbei, desci até as bolas, lambi, coloquei na boca, e voltei para o pau. Lambia a cabeça com devoção, saboreando a glande, curtindo o gosto de pau, engolia até o fundo, engasgava e voltava. Havia aceitado mais uma vez brincar de puta cornuda, e ia fazer com esmero, porque adorava, porque o prazer de todo esse jogo era indescritível. João bufava e gemía pelo boquete que estava dando. “Parece que hoje você está mais gostosa que nunca, puta! Que chupada de pau gostosa você está dando! Não sabe como vou foder essa sua bunda de puta!” Eu não parava de chupar e lamber aquele pau, orgulhosa de fazer meu macho gozar. De repente João me tirou do pau dele, se levantou, me colocou de quatro na poltrona, com os braços no encosto, puxou o fio da calcinha, e começou a chupar minha bunda. Eu abria bem para que a língua dele entrasse toda, molhando toda minha raba, enquanto gemia devagar. Em um momento não aguentei mais e disse “quero que me coma, quero tê-lo dentro, e quero sem camisinha”. “Siiim, puta, vou te dar no pelo, para você sentir bem meu pau”, disse João. Passei lubrificante na raba, espalhei no pau dele, e enfiei sozinha, fui sentando devagar; fazendo pausas, enquanto minha raba ia abrindo, e continuei até sentir os ovos dele na minha bunda. Fiquei sentado por alguns minutos, de costas para o Juan, e enquanto meu cu se acostumava ao tamanho do pau dele, eu movia a bunda em círculos, suavemente, me dando prazer e fazendo o Juan gozar. Aos poucos comecei a subir e descer, subia até só a cabecinha ficar dentro e voltava a descer, primeiro devagar e depois acelerando o ritmo. O Juan bufava como um touro, enquanto eu subia e descia, cada vez mais rápido, e mais quente. De repente me levantei, fiquei de quatro, com as mãos no encosto do sofá, e disse para o Juan: “Vem, agora sim, me arromba bem o cu como você queria, vem puto, me faz sentir muito putinha!” O Juan se posicionou atrás de mim, mirou o pau na entrada do meu cu, e mandou ver até o fundo. Com a dilatação que eu tinha, entrou como se nada. Ele me agarrou pelos quadris e começou a meter como um touro no cio. Literalmente estava arrombando meu cu – mas eu adorava! Eu gritava, pela mistura de prazer e dor que ele me provocava, mas não queria que parasse – pedia para ele me comer! Eu estava descontrolado. “Vai, filho da puta, arromba bem meu cu!” Eu dizia, enquanto empurrava minha bunda para receber mais pau. Ele metia mais forte e me dizia “Isso, toma putinha, cu arrombado! Como você gosta que arrombem seu cu, não tem jeito!” “Siiim, eu adoro!” Eu respondia “Adoro ser sua putinha!” O Juan continuava me enchendo de pau sem piedade. Eu completamente entregue. “Gosta que eu faça você de putinha enquanto outro fode muito sua mulher, corno?” o Juan me perguntou. “Siiim, claro que gosto, adoro que comam minha mulher como uma puta, que me faça de corno enquanto um macho me enche de tesão!” Enquanto dizia isso aos gritos, e me masturbava, comecei a gozar feito uma porca, foi uma gozada incrível, muito longa. Nunca tinha soltado meu lado puta tão livremente como naquele momento, literalmente explodi numa gozada, e fiquei derrubado no sofá. O que não ficou derrubado foi o Juan, que continuou me comendo como um possesso, totalmente transbordado de tesão por todas as sacanagens sem filtro que eu tinha dito e pela tremenda foda que estávamos dando, até que ele não aguentou mais e descarregou toda a porra acumulada da tesão dentro do meu cu, numa transa que também pareceu interminável. Juan ficou bufando um tempo em cima de mim até que o pau dele foi amolecendo um pouco e liberou meu cu. Sabia que ia sentir essa foda por uns dias, pelo estado que tinha ficado minha bunda, mas me sentia completamente satisfeito, o cu estava transbordando de porra, tinha adorado essa foda. Num momento olhei pra porta do meu quarto, e lá estavam parados, Zoe e o cordobês, em silêncio e com cara de espanto. O cordobês não conseguia assimilar tudo que acontecia na nossa sexualidade, porque, no fim das contas, ele só queria foder a Zoe, não conhecia o mundo do cuckold, tinha adorado o jogo por videchamada, mas ao vivo o deixava meio perdido. E Zoe estava meio espantada porque nunca me tinha visto tão solto no meu "modo puta", mas pela forma de ser dela, adorou essa variante. Ela se aproximou pra me beijar e disse "Meu amor, adoro que você se atreva a ser tão puta, amo essas coisas suas. E que aceite que eu possa gozar com quem quiser. Se quiser, tenho um presentinho pra você", disse apontando pra sua buceta escorrendo porra. "Claro que quero!" eu disse. Deitei de costas no sofá e ela abriu as pernas e colocou sua buceta sobre minha cara. Lambi devagar, já não tão excitado, mas queria receber o presente que minha love me dava, na nossa cumplicidade. Lambi aquela buceta com amor, limpando cada resto de sêmen que pudesse sobrar, e também sua bunda. Depois ela se afastou da minha cara, me deu um beijo terno, pegou o cordobês pelo pau, e foram pro quarto. Eu não aguentava mais, estava totalmente exausto de toda a jornada sexual e, principalmente, da enrabada que o Juan tinha me dado. Nesse momento me lembrei do Juan, e quando me virei para ver, ele me olhava sorridente, com cara de safado, apontando para o pau dele, que tinha endurecido de novo e estava como um mastro novamente, por causa do viagra e do tesão que deu me ver limpando a buceta melada da Zoe. Então respirei fundo, tomei mais um pouco de uísque, agradeci por dentro por poder realizar tantas fantasias, e voltei a chupar com devoção o pau do Juan, enquanto minha mulher dormia com o macho dela.
Então me ocorreu escrever para o Fer, pensando que se ele me desse uma boa fodida, eu ia me acalmar bastante e poderia me distrair um pouco conversando com ele, já que ele sempre tinha palavras tranquilizadoras para esses momentos, mas ele respondeu que não podia. Escrevi para o Nicolás, mas a mensagem não chegou. A essa altura, eu já estava ficando desesperado, porque tinha criado expectativa de ganhar um pau para me acalmar e tinha ficado animado com a ideia.
Então fiz uma última tentativa e escrevi para o Juan, que, pra ser sincero, não era o que eu mais gostava para compartilhar essa situação, sabendo que ele é muito tarado e adora me humilhar. Mas a tesão falou mais alto. O Juan respondeu, não muito animado. Mas quando eu contei que um macho estava comendo a Zoe na minha cama, e que me tinham mandado para o sofá, ele ficou ligadão. "Em meia hora estou aí, corno", ele disse, "prepara bem essa bunda porque você vai fazer competição com a puta da sua mulher por todo o tempo que eu vou te foder. Já te aviso que acabei de tomar um viagra inteiro; e quero que me espere com lingerie de puta". Expliquei que a lingerie eu estava no quarto onde a Zoe estava com o macho dela, e não tinha confiança suficiente com o cordobês para me vestir de putinha na frente dele, me dava uma vergonha enorme porque o cara não era dessa vibe. Por isso a Zoe não tinha me deixado ver como eles transavam. "Se não se vestir de putinha, não tem pica", ela disse, "você decide". Naquele ponto, com toda a safadeza rolando, já estava morrendo de vontade de chupar aquela rola. Então mandei um WhatsApp pra Zoe pedindo pra ela me passar um fio-dental, uma liga e um corselet, mas o celular dela estava desligado. Aí tive que bater na porta e pedir pra ela dar uma olhadinha, pra falar algo. Ela chegou perto da porta e quando comentei baixinho que precisava da lingerie porque o Juan ia vir me comer, ela deu muita risada, de tão envergonhada que eu estava; e em vez de ser discreta, começou a falar alto: "Não tem por que ter vergonha, meu amor, o Martín (o cordobês) com certeza não tem problema em você se vestir de putinha, né Martín?" "Não, nenhum problema", disse o cordobês, mais pra agradar a Zoe, porque dava pra ver na expressão dele que ele ainda estava em choque, e achava muito estranho tudo que tinha a ver com meus gostos, que eu gostasse de ser corno, que gostasse de ser comido e ainda por cima me vestir de putinha. A Zoe ficou toda animada em me ajudar a me vestir, ela sempre adorava fazer isso. Me acompanhou até a sala e me ajudou a me produzir, com maquiagem inclusa. Quando fiquei pronto, ela chamou o cordobês pra me ver; eu ficava dizendo que não, que dava vergonha, mas ela não ligou, achava divertido e sinceramente não percebia o desconforto que isso me causava. O cordobês veio na hora, pela curiosidade de me ver assim. A primeira coisa que ele fez foi me olhar como se eu fosse um bicho estranho, era óbvio que o que ele via não era muito natural pra ele. A Zoe me fez girar pra ele ver minha bunda pelada. "Olha a bundinha minúscula que minha corninha tem", disse a Zoe, me fazendo morrer de vergonha. Ela me fez inclinar um pouco e ele deu um tapa na minha bunda. Fiquei surpreso que o cordobês ficou olhando minha bunda com uma cara bem diferente da que ele fez quando me viu. E notei que o pau dele ficou duro feito uma linguiça. "A verdade é que seu namorado corno tem uma bunda boa", disse o cordobês, "e ainda mais de calcinha assim. Pena que tenha cara de macho." disse, e voltou para minha cama. Zoe me disse, "bem, meu amor, você está divina para o Juan te comer. Que bom que você marcou com ele! Eu volto para a cama com o Martín, você não imagina como ele me comeu bem, já quero que ele me foda de novo! Aproveite seu macho como eu, sua puta linda". E ela foi com o cordobês deixando a porta entreaberta. Eu fiquei sentado no sofá, servi um uísque triplo, e por um momento me distraí da excitação. Comecei a refletir sobre o que estava vivendo; pensava "Minha mulher trouxe um macho para o nosso quarto que está comendo ela como uma puta, entregue e com a cumplicidade de uma amiga. E eu aqui sentado, de calcinha, com meia arrastão e ligas, um corset, produzido; esperando um macho cheio de tesão e meio perverso para me comer como uma puta de cabaré". Esses pensamentos, longe de me incomodar, me excitaram muito e, talvez com a ajuda do uísque, comecei a me sentir mais desinibido. Tomar consciência dessa situação tão bizarra que estava vivendo, assumindo que gostava de muitas variantes sexuais que a maioria da sociedade reprime por julgamentos morais, me fez sentir muito livre, relaxado e com muito tesão! Eu estava absorto nesses pensamentos quando o Juan tocou a campainha. Abri a porta e a primeira coisa que ele disse quando me viu foi "Muito bem, puta! Vejo que você foi obediente". Eu dei uma girada e deixei minha bunda de calcinha sobressaindo para ele olhar à vontade. Ele agarrou minhas nádegas com as duas mãos, sem delicadeza, apertou um pouco, me deu um tapa forte, e disse: "Bunda linda, puta. Pena que vai ficar arrombada e aberta depois da foda que vou te dar". Eu, nesse ponto, estava morrendo de tesão. Calor. Pela porta entreaberta do meu quarto, eu conseguia ver o cordobês dando uma tremida foda na minha namorada, que se deixava enfiar completamente entregue. Empurrei o João na poltrona, abri a calça dele, puxei para baixo o mais rápido que pude, até os joelhos; fiz o mesmo com a cueca, ficando diante da minha cara o pau lindo dele, meio duro, que não demorou nem um minuto para ficar duro como ferro, já que, cumprindo o que havia avisado, ele tomou um viagra antes de vir e já estava em pleno efeito. João me olhava desconcertado, notando que minha atitude era muito diferente da que ele havia observado quando eu escrevi para ele vir. Peguei o pau dele e engoli de uma vez, enchi de saliva, masturbei, desci até as bolas, lambi, coloquei na boca, e voltei para o pau. Lambia a cabeça com devoção, saboreando a glande, curtindo o gosto de pau, engolia até o fundo, engasgava e voltava. Havia aceitado mais uma vez brincar de puta cornuda, e ia fazer com esmero, porque adorava, porque o prazer de todo esse jogo era indescritível. João bufava e gemía pelo boquete que estava dando. “Parece que hoje você está mais gostosa que nunca, puta! Que chupada de pau gostosa você está dando! Não sabe como vou foder essa sua bunda de puta!” Eu não parava de chupar e lamber aquele pau, orgulhosa de fazer meu macho gozar. De repente João me tirou do pau dele, se levantou, me colocou de quatro na poltrona, com os braços no encosto, puxou o fio da calcinha, e começou a chupar minha bunda. Eu abria bem para que a língua dele entrasse toda, molhando toda minha raba, enquanto gemia devagar. Em um momento não aguentei mais e disse “quero que me coma, quero tê-lo dentro, e quero sem camisinha”. “Siiim, puta, vou te dar no pelo, para você sentir bem meu pau”, disse João. Passei lubrificante na raba, espalhei no pau dele, e enfiei sozinha, fui sentando devagar; fazendo pausas, enquanto minha raba ia abrindo, e continuei até sentir os ovos dele na minha bunda. Fiquei sentado por alguns minutos, de costas para o Juan, e enquanto meu cu se acostumava ao tamanho do pau dele, eu movia a bunda em círculos, suavemente, me dando prazer e fazendo o Juan gozar. Aos poucos comecei a subir e descer, subia até só a cabecinha ficar dentro e voltava a descer, primeiro devagar e depois acelerando o ritmo. O Juan bufava como um touro, enquanto eu subia e descia, cada vez mais rápido, e mais quente. De repente me levantei, fiquei de quatro, com as mãos no encosto do sofá, e disse para o Juan: “Vem, agora sim, me arromba bem o cu como você queria, vem puto, me faz sentir muito putinha!” O Juan se posicionou atrás de mim, mirou o pau na entrada do meu cu, e mandou ver até o fundo. Com a dilatação que eu tinha, entrou como se nada. Ele me agarrou pelos quadris e começou a meter como um touro no cio. Literalmente estava arrombando meu cu – mas eu adorava! Eu gritava, pela mistura de prazer e dor que ele me provocava, mas não queria que parasse – pedia para ele me comer! Eu estava descontrolado. “Vai, filho da puta, arromba bem meu cu!” Eu dizia, enquanto empurrava minha bunda para receber mais pau. Ele metia mais forte e me dizia “Isso, toma putinha, cu arrombado! Como você gosta que arrombem seu cu, não tem jeito!” “Siiim, eu adoro!” Eu respondia “Adoro ser sua putinha!” O Juan continuava me enchendo de pau sem piedade. Eu completamente entregue. “Gosta que eu faça você de putinha enquanto outro fode muito sua mulher, corno?” o Juan me perguntou. “Siiim, claro que gosto, adoro que comam minha mulher como uma puta, que me faça de corno enquanto um macho me enche de tesão!” Enquanto dizia isso aos gritos, e me masturbava, comecei a gozar feito uma porca, foi uma gozada incrível, muito longa. Nunca tinha soltado meu lado puta tão livremente como naquele momento, literalmente explodi numa gozada, e fiquei derrubado no sofá. O que não ficou derrubado foi o Juan, que continuou me comendo como um possesso, totalmente transbordado de tesão por todas as sacanagens sem filtro que eu tinha dito e pela tremenda foda que estávamos dando, até que ele não aguentou mais e descarregou toda a porra acumulada da tesão dentro do meu cu, numa transa que também pareceu interminável. Juan ficou bufando um tempo em cima de mim até que o pau dele foi amolecendo um pouco e liberou meu cu. Sabia que ia sentir essa foda por uns dias, pelo estado que tinha ficado minha bunda, mas me sentia completamente satisfeito, o cu estava transbordando de porra, tinha adorado essa foda. Num momento olhei pra porta do meu quarto, e lá estavam parados, Zoe e o cordobês, em silêncio e com cara de espanto. O cordobês não conseguia assimilar tudo que acontecia na nossa sexualidade, porque, no fim das contas, ele só queria foder a Zoe, não conhecia o mundo do cuckold, tinha adorado o jogo por videchamada, mas ao vivo o deixava meio perdido. E Zoe estava meio espantada porque nunca me tinha visto tão solto no meu "modo puta", mas pela forma de ser dela, adorou essa variante. Ela se aproximou pra me beijar e disse "Meu amor, adoro que você se atreva a ser tão puta, amo essas coisas suas. E que aceite que eu possa gozar com quem quiser. Se quiser, tenho um presentinho pra você", disse apontando pra sua buceta escorrendo porra. "Claro que quero!" eu disse. Deitei de costas no sofá e ela abriu as pernas e colocou sua buceta sobre minha cara. Lambi devagar, já não tão excitado, mas queria receber o presente que minha love me dava, na nossa cumplicidade. Lambi aquela buceta com amor, limpando cada resto de sêmen que pudesse sobrar, e também sua bunda. Depois ela se afastou da minha cara, me deu um beijo terno, pegou o cordobês pelo pau, e foram pro quarto. Eu não aguentava mais, estava totalmente exausto de toda a jornada sexual e, principalmente, da enrabada que o Juan tinha me dado. Nesse momento me lembrei do Juan, e quando me virei para ver, ele me olhava sorridente, com cara de safado, apontando para o pau dele, que tinha endurecido de novo e estava como um mastro novamente, por causa do viagra e do tesão que deu me ver limpando a buceta melada da Zoe. Então respirei fundo, tomei mais um pouco de uísque, agradeci por dentro por poder realizar tantas fantasias, e voltei a chupar com devoção o pau do Juan, enquanto minha mulher dormia com o macho dela.
4 comentários - quando não dá pra recusar ser um corno puto