Corrompendo a mamãe // cap. 4


CAPÍTULO 4
Os Rendas da Mamãe


Corrompendo a mamãe // cap. 4

Mamãe tá usando um sutiã preto lindo, com transparências e detalhes de renda que se destaca na brancura dos peitos dela. A peça é tão gostosa que não consigo entender por que ela tá usando isso pra uma reunião da paróquia. Quem ela quer seduzir? São João dos Burros?


Tô feito um idiota olhando pros peitos dela. Quero levantar os olhos, mas tô hipnotizado. Porra!


Noto que seus mamilos rosados aparecem transparentes, tão compridos como se fossem salames. Tão de perto, seus bicos parecem mais gordinhos e saltados, tipo montinhos de peito cor de salmão marcando no sutiã. Mas os peitos dela são tão desmedidos que vazam pra fora, e pendem no peito dela feito peras de carne.


Em vez de subir a blusa de novo pra cobrir os peitos, mamãe tenta esconder as partes redondas com as mãozinhas dela. O resultado é que ela aperta as tetas e elas vazam entre os dedos, feito balões cheios d'água escapando pelas frestas.


Não sei quanto tempo passa, mas tatuo a imagem da mamãe, quase pelada, nos meus olhos.


Ela se vira bruscamente e solta um “foi mal.”


Eu recuo, respiro, e como se nada tivesse acontecido, falo: "Tchau, mãe, vou pegar um sorvete.


Desculpe, não posso realizar essa tradução.
Já se passaram vários dias desde os últimos acontecimentos.


E aconteceram umas paradas interessantes que agora vou contar pra vocês. Progresso? Retrocesso? Burrice?


Agora vocês vão ver.


Primeiro, parei de espionar a mamãe, até porque queria tentar tirar ela da minha cabeça, mesmo tendo falhado nessa missão. Além disso, o tio Fred contou pros meus pais que eu não tinha ido nas últimas aulas de violão de terça e quinta, mesmo eu tendo dito o contrário, e os dois ficaram preocupados comigo, achando que eu tava indo pra outros lugares, talvez com más companhias.


Não podia contar pra eles que a real era que, naqueles dias, eu ficava de olho na minha mãe gostosa. Não saberia como explicar isso.


Na quinta passada, depois de sair das aulas com o tio Fred, descobri que a mamãe estava recebendo a visita da amiga Elvira. Uma gostosa ruiva que mora a duas quadras da nossa casa.


Não sei bem como a conversa começou, nem por que caralho esse assunto apareceu na discussão, mas parecia que a Elvira tava contando pra mãe sobre uma aventura sexual que ela tinha tido no fim de semana com um cara mais novo que ela, uma conversa que já era escandalosa por si só.


O que ainda me surpreende é o interesse da mamãe em saber mais sobre essa experiência. Ela ficava chocada, mas ao mesmo tempo queria conhecer os detalhes. É verdade que a mamãe se mostrava, pelo menos na aparência, escandalizada, mas não deixa de me surpreender a atitude receptiva dela diante de um fato que, pelas crenças católicas dela, deveria ter sido julgado com severidade.


Meu pai não gosta que minha mãe tenha como amiga a "gostosa" do bairro, como os vizinhos chamam ela, mas minha mãe sempre se desculpou dizendo que um dos ensinamentos de Jesus Cristo é que os sãos não são os que precisam de Deus, mas sim os doentes.


E parece que a mamãe passou a vida inteira se achando a "médica da alma" pra trazer a Elvira "a doente" de volta pro rebanho. Mas quando o pau nasce torto, puta ele morre, ou como era mesmo?


As duas tavam na cozinha, umas 8:20 da noite. A Lucy no quarto dela e o pai ainda não tinha chegado. Nenhuma das duas mulheres me ouviu entrar.


—Mas olha a aparência dela, Elvira —dizia a mamãe, que olhava a tela do celular da amiga.


—Qual é o problema com a aparência dele, Sugey? Esse menino é uma gostosura, não acha?


—O que me parece é que sua vítima tem cara de menino: podia ser seu filho, Elvira.


—Bem, o "filho" já mamou nas tetas da mamãe, Sugey.


Esse comentário acordou meu pau e fez ele pular dentro da minha calça. Cada referência sexual que tinha entre mãe e filho me deixava duro que nem uma moto. Não parava de fantasiar em chupar os peitões da minha mãe.


—Que absurdo você fala, mulher!


—Olha a foto, Sugey, esse moleque é colágeno puro, cê acha que não é gostoso, não? Ele gozou tudo na minha cara, e meu marido achando que eu fiz Botox. Ele não entende que não tem nada mais rejuvenescedor do que uma máscara de porra jovem.


Mamãe riu da graça, e eu fiquei surpreso que ela não se chocou com um ditado tão obsceno.


—Bom, Elvira. Ele tá meio magrinho, eu preferia um mais… como é que eu te falo?


—Mais musculoso, querida Sugey?


—Nem tanto assim, Elvira, porque os bombadinhos são cheios de vaidade. Prefiro os que têm uma carninha pra segurar... fortinhos... sei lá, algo mais atlético, mas natural.


A resposta dela me deixou de boca aberta. Mamãe não era de fazer esse tipo de comentário tão vulgar. Na verdade, ela se irritava quando outras mulheres falavam assim, chamando elas de indecentes e sem-vergonhas.


Por outro lado. Desde quando a mamãe tem experiência com homens musculosos pra opinar que são "vaidosos" demais? Desde quando a mamãe gosta de homem com "carninha" pra "agarrar" ou "fortinho", algo mais "atlético" e com aparência "natural"? Será que as idas dela pra academia, mais especificamente pra zumba, também viraram momentos ideais pra se envolver com esse tipo de gente? Ou será que com esses comentários ela tava se referindo a experiências que teve na juventude?


— Quantos anos tem o garoto? — perguntou a mãe pra Elvira, toda interessada.


—Uns 18 ou 21. O que eu sei, Sugey? Não perguntei pra ela.


—18 ou 21?


—Sim, Sugey, mas tô falando de idade, hein?, não de centímetros, que acho que ela calçava um pouquinho mais.


—Santo Deus, Elvira!


Mamãe exclamou surpresa, mas nem por isso parou de rir.


—Para de frescura, Sugey, já esqueceu dos machos que a gente comeu na nossa juventude?


—Eram outros tempos, Elvira, agora sou uma mulher casada.


—Eu também, Sugey. Somos casadas, mas não de buceta presa.


As duas caíram na gargalhada.


Me surpreendeu pra caramba que a mãe tivesse uma história de juventude desse tipo com a Elvira. Me surpreendeu ela rir desses comentários indecentes. É que eu vejo ela agora e não consigo imaginar ela vivendo uma vida louca, de putaria e safadeza com aquela mulher de buceta quente chamada Elvira.


É difícil imaginar sua mãe se comportando como uma puta, dando pra outros.


Minha mãe sempre foi uma mulher muito séria, certinha, respeitável e cheia de valores pra mim.


Não sei, tudo isso é tão estranho que tá me comendo a cabeça.


Quer dizer, sei que são amigas de infância, mas a Elvira é o tipo de mulher que vive na boca do povo, que todo mundo chama de puta e o marido de "pobre corno". Ainda por cima, minha mãe, com toda essa santidade dela, parecia validar o comportamento adúltero da Elvira, uma ruiva da idade da minha mãe, bonita do seu jeito, cheia de carne, e nem por isso deixava de ser uma gostosa, mas também, só porque era gostosa, não deixava de ser imoral.


Às vezes eu fico com pena do Gerônimo, o filho dela, que tem que aguentar a vergonha de chamarem a mãe dele de puta. O Gerônimo hoje é o único amigo sincero que me resta, mas ultimamente eu ando pouco com ele porque ele passa a maior parte do tempo estudando medicina, que toma ele por completo.


—Elvira, cê disse que conheceu o cara pelo Facebook?


—Sim, mas foi ele quem me adicionou, hein? Também não tô na seca caçando moleque por aí. Eles que vêm atrás de mim, não eu atrás deles. Esse cara mora lá pros lados do bairro dos Guayabos. Disse que viu meu perfil por acaso e que eu chamei a atenção dele.


—Não te culpo, com essas fotos tão provocantes que você posta no perfil, até me surpreende que não tenha adicionado todos os caras de Saltillo.


Elvira riu da graça dela.


—Também não é pra tanto, Sugey. Você devia se animar.


—Me animar a quê?


—Bom… aplacar teu tesão por outro lado. Teu marido não te come há uns dois ou três anos, e com esse corpo que ele arrumou ultimamente, duvido que tu fique com vontade. Se tocar sozinha no longo prazo não acalma a putaria, só aumenta. Tu e eu já passamos dos quarenta, e nossas hormonas tão doidas, por isso a gente anda quente e escorrendo o dia inteiro.


Era assim que a mamãe se sentia? Toda molhada e gostosa o dia inteiro? Porra! Meu pau pulsou de novo.


—Além disso, temos a sorte de que os garotões se sentem atraídos por nós, Sugey. Talvez pelos nossos corpos ou experiências. Por isso nos chamam de MILF.


—MILF? O que isso significa?


Eu poderia ter explicado isso em detalhes, como um fiel consumidor de pornô de MILFS que sou. Em todos os vídeos pornô que vejo delas, imagino que são minha mãe transformada numa puta rabuda de verdade.


—As MILF são um acrônimo em inglês pra "Mother I'd Like to Fuck", que em português significa "mães que eu quero comer" ou algo assim —acertou Elvira.


—Mães que dá pra foder? Meu Deus, Elvira, isso soa pesado pra caralho.


—É isso que a gente é pra eles, meu bem. Mães que dá pra foder. Cê acha mesmo que tu não deixa a pica dura em ninguém?


—Mais respeito, Elvira.


—Tô falando sério, Sugey. Na real, te odeio em segredo porque você não só tem esses olhão e essas tetonas do tamanho do sol (e igualmente quentes), como também é linda pra caralho. É loira natural, tem uma pele muito bonita e rosada. Suas medidas são de dar inveja, quanto que é o tamanho dos seus peitos? 98, mais de 100? E seu jeito simples e apaixonado te fazem perfeita pra ser a MILF de qualquer moleque. E também pros não tão moleques assim.


Ouvi as risadas nervosas da mamãe.


—As porcaria que tu deve ouvir toda vez que para na academia, sua gostosa —acusou Elvira.


Mamãe riu de novo, nervosa.


—De repente sim —admitiu mamãe, e o ciúme tomou conta de mim.


—Mais de um já deve ter te procurado no facebook, né Sugeyita?


—Lógico, Elvira, não vou negar. Todo dia recebo pedidos, mas não adiciono ninguém pra evitar encrenca.


—Problemas ou tentações, Sugey? — provocou Elvira.


—As duas coisas — mamãe riu de novo.


E eu voltei a ficar puto.


Mamãe disse:


—Além disso, o Tito sempre me falou pra não aceitar solicitações de estranhos, porque a gente nunca sabe quem tá por trás da tela do celular.


—Pois eu acho que você devia me dar ouvidos, Sugey, e dar uma relaxada. Você é muito gostosa, e sabe disso, ou não usaria essas leggings que te deixam espetacular. Não me admira que seu filho tenha ficado de pau duro ao te ver semi-nua outro dia.


PORRA!


Meu coração tremeu. Como é que a Elvira sabia que eu tinha ficado de pau duro…? Será que minha mãe realmente sabia que eu tinha endurecido por causa dela? Minha mãe tava ciente de que tinha um filho doente e pervertido que morria de vontade de foder ela e não falou nada? E ainda por cima ela contou essas intimidades pra amiga Elvira, mesmo sabendo como ela é provocadora?


Porra!


—É natural, Elvira. Meu bebê tá crescendo… tá passando por mudanças. É lógico que às vezes não consiga segurar.


—O que tá crescendo no teu filho é aquilo que fica balançando entre as pernas dele, Sugey. O que é meio estranho mesmo é ele bater uma com suas calcinhas enroladas no pau, rainha.


—Não bateu uma pra elas, Elvira, só se limpou.


—E desde quando se limpa o sêmen com a calcinha enrolada no pedaço?


—O que eu sei?


—E ainda por cima já são duas vezes que ele esfrega o pau duro dele em você. Cê acha que isso é normal, Sugey?


—Nessa idade, todos os moleques ficam duros o tempo todo. Cê é louca se acha que o meu filho ficou de pau duro por minha causa, pô, Elvira, sou a mãe dele!


—Pois muito sua mãe, querido, mas não vai me negar que ele ficou de pau duro quando você ficou pelada na frente dele.


—Pelada não, Elvira, já te falei que é de sutiã!


—Vamos, Sugey. Só tu mesmo pra ter a ideia de pedir pra um moleque de 18 anos com suposta síndrome de Édipo, que você já viu com sua calcinha no pau dele, a mesma que ele esfregou na sua cara antes, e que você já pegou olhando pra sua bunda e pros seus peitos de vez em quando, te colocar uma medalha, enquanto você tá vestida com uma saia justa que marca essas suas nádegas gordas, e ainda pedir pra ele ficar atrás de você, arriscando ele ficar duro de novo, e por cima pedir pra ele desabotoar sua blusa. Uma blusa que misteriosamente saiu do lugar, bem na hora que ele tava te olhando de frente.


Puta merda! Aquela Elvira sabia de tudo. Mamãe sabia de tudo! Ela sabe que me deixa com tesão e que tenho desejos insanos por ela.


A pergunta é: por que ela age na minha frente como se nada tivesse acontecido? Por que continua se vestindo daquele jeito tão sedutor, com leggings ou calças de couro que marcam a bunda dela, sabendo do meu histórico? Por que se abaixa quando estou perto dela, apontando a bunda na minha direção? Por que, quando estou sentado, ela me abraça de repente, fazendo questão de esfregar os peitões na minha cara?


Será que… a mamãe é tão doente quanto eu… e acha excitante a possibilidade de… deixar o filho comer ela?


Santa Mierda!


—Não sei o que você tá sugerindo, Elvira, mas seja lá o que for, tira isso da cabeça, porque é muito doentio o que você tá pensando.


Elvira caiu na gargalhada.


—Não, Sugeyita, o doente é ele, o Tito. E é tudo tão nojento.


—Melhor você calar a boca! —exclamou a mamãe, assumindo uma postura severa.


—Também não encara tão mal assim, Sugey. Tudo isso tem seu tesão.


—Entre mãe e filho não pode existir nenhum tipo de putaria, mulher! Isso é pecado!


—De que pecado você tá falando, Sugey? Até a bíblia dá um aval pra isso.


—De onde você tira tanta besteira, Elvira? Como é que a bíblia vai apoiar uma relação… incest… de mãe e filho?


—Caimão teve filhos com a própria irmã, ou de onde você acha que saiu a mulher dele, se Caim veio da primeira e única família que existia na terra, segundo a bíblia, nascida de Adão e Eva? Óbvio que tiveram outros filhos, e uma das filhas deu pra Caim.


Mamãe não respondeu nada diante das surpreendentes aulas bíblicas que, incrivelmente, a Elvira estava dando pra ela.


—Na Bíblia, os irmãos se metiam com irmãs —continuou Elvira—, primos com primas. Mães com filhos, pais com filhas. Cunhados com cunhadas. Enfim. Uma putaria familiar.


—Você só tira da bíblia o que te convém, né Elvira? Além disso, isso que você me falou não é bem assim. Você interpretou errado. E tira essas ideias bestas da cabeça, que uma relação filial, pior ainda entre mãe e filho, é uma abominação natural que devia ser proibida aqui e na China.


Não entendi se ela disse aquilo porque sentia de verdade ou só pra não ficar tão na cara que tinha sido descoberta pela Elvira. Eu, em vez de me sentir magoado, fiquei foi contente. Uma esperança nasceu em mim. Uma possibilidade, mesmo que remota.


Mamãe estava tentando me seduzir nas últimas semanas? Ela estava me dando a chance de comer ela? Era isso?


—Pena que o Tito é teu filho, Sugey, senão há muito tempo que eu já tinha comido ele, porque tem uma carinha de inocente que me deixa com tesão.


—Porra, Elvira, nem pense em olhar pro meu homenzinho!


Não aguentei mais e fui correndo pro banheiro me masturbar. Tudo que eu tinha acabado de ouvir me encheu tanto de raiva quanto de tesão.


Raiva pelas coisas estranhas que a mãe tinha dito, dando a entender que no fundo ela não era tão… santa quanto eu pensava, e que ficava com tesão por outros homens do círculo dela. Tesão porque o fato de uma mulher madura tão gostosa como a Elvira dizer que você a deixa com vontade, uffff, isso sim que esquenta.


Mas, acima de tudo, tesão, porque inconscientemente eu tinha visto uma luz no fim do túnel. Uma possibilidade de que entre eu e a mamãe pudesse ter algo mais… do que uma relação filial.


Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Com essa conversa, pelo menos consegui descobrir e confirmar umas paradas: descobrir os gostos físicos que minha mãe preferia num homem (já anotei mentalmente que tenho que entrar numa academia pra ficar do jeito que ela gosta), e confirmar que meu pai já fazia tempo que não tocava na minha mãe nem com uma vara.


Que filho da puta!


Quão imbecil você tem que ser pra não chupar ou apertar umas tetas como as da minha mãe à noite? Pra não amassar essas duas bundas magníficas que balançam quando ela anda, pra não lamber uma bucetinha rosada igual àquela, pra não enfiar seu pau nela até ela não aguentar mais.


É que me dá uma raiva, porque se minha mãe não fosse minha mãe… se ela fosse só uma MILF comum, eu teria chances, e ia seduzir ela, daria até minha alma ao diabo pra fazer ela se apaixonar por mim, pra fazer ela minha! Pra comer ela toda noite até ela gozar nas minhas bolas! Pra fazer ela pular no meu pau e obrigar ela a pedir “mais, mais”, enquanto os peitos dela balançam na minha cara e a buceta dela aperta meu cacete!


PORRA, PAI! "Como é que você não consegue comer a mamãe? Será que já não sobe mais? Eu passaria o dia inteiro comendo ela!


Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.


 


Estamos no final de junho, e a mamãe teve mais uma reunião mensal. Uma reunião meio estranha. Principalmente porque ela nunca disse que ia ter naquele domingo. Na real, ela não avisou nada até que o papai falou durante o almoço que o tio Fred tinha nos convidado pra ver o jogo do Saltillo contra o Monterrey na casa dele, convite que tanto eu quanto minha mãe recusamos. Ela dizendo que tinha "a reunião mensal dela" (de novo, sim, outra reunião mensal no mesmo mês), e eu que tava realmente ajustando os últimos detalhes do projeto do professor Moncayo.


Na verdade, a gente ficou surpreso que a Lucy topou ir com o pai. Acho que, mais do que ver futebol, ela quer é fofocar as paradas de adolescente com a minha prima Esther, filha do tio Fred, que é da mesma panelinha que ela.


Minha irmã e meu pai (esse idiota que nem achou estranho minha mãe sair de novo) foram embora às cinco, mesmo o jogo sendo só à noite, porque papai ficou de ajudar o tio a pintar um muro na fachada da casa dele. Depois, mamãe saiu, de novo com uma saia preta justa e uma blusa branca que marcavam a bunda e os peitos dela.


—Pô, esse mês vai juntar duas vezes? — falei quando ela tava saindo.


Sim, meu amor, falei pra eles antes.


—Não, mãe, você não falou isso.


—Na verdade, não me deram bola.


—Mas eu sempre fico de olho em tudo que você faz e fala, mãe, juro que você não falou isso antes!


Mamãe já estava na porta, mas voltou quando viu minha reação.


—Meu homenzinho é mais ciumento que o pai — ela sorri pra mim.


Sinto o perfume delicioso dela nos meus poros e ela me dá um beijo na bochecha.


—Te amo, meu bebê —ele me diz.


E eu, resignado, respondo que eu também.


Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Fiquei inquieto a tarde inteira. Não é normal a mamãe ter ido pra uma segunda reunião. Tô com medo dela ter dado ouvidos pra Elvira e resolvido dar uma "escapadinha" com o Nacho. Com aquele imbecil do Nacho, que eu odeio sem nem conhecer.


Na verdade já passa das nove da noite e a mamãe não chegou. Ela não atende minhas ligações e quase fico tentado a sair pra procurar ela. Mas aí eu ouço um carro do lado de fora de casa. Vou até a janela e vejo que um homem tá no volante, conversando com alguém.


Será que é a mãe? Acho que não. Já faz quase cinco minutos e eles continuam conversando. Minha mãe não é do tipo que ficaria fora de casa batendo papo com outro homem dentro de um carro. Só de pensar nisso já me dá um medo danado. A escuridão não deixa eu enxergar direito.


—Porra!


Porra! Claro que é a mamãe. Ela saiu do carro branco, sozinha. O cara nem foi cavalheiro pra abrir a porta pra ela. Ela dá a volta no veículo, trocam umas palavras, o cara dá partida e vai embora, e a mamãe entra. A raiva tá me consumindo por dentro.


—Quem era aquele cara que te trouxe, mãe? —pergunto assim que ela entra.


Tô achando ela estranha. Fica passando a mão nas têmporas. Ela tá com cara de ruim.


—O quê? Qual sujeito, meu anjo?


A voz dela também é estranha.


—O do carro branco que te deixou na porta de casa. Imagina se o pai tivesse visto, desde quando é certo uma mulher casada descer de carro dos outros?


Mamãe tá cambaleando, e eu fico preocupado.


—Carro branco? Pelo amor de Deus, amor, isso é um Uber.


—E desde quando você dá tanta confiança pros motoristas de uber pra ficar conversando tanto quando te deixam em casa? Porque você demorou pelo menos cinco minutos enfiada naquele carro antes de sair. Com certeza com aquele cara, era o Nacho?


—Filho, por favor, me ajuda que tô me sentindo tonta.


—Tonta? O que foi, mãe?


De repente ela solta um suspiro e um bafo de cachaça me arrepia.


—Mãe, cê tá sentindo cheiro de cachaça?


Porra! Não acredito nisso, pelo amor de Deus que não acredito.


—Qual álcool, minha vida? É só ponche de tamarindo.


—Ponche de tamarindo? Porra, mãe.


Ela larga a bolsa no sofá e vai cambaleando em direção às escadas.


—Vou tomar um banho, pra ver se melhoro.


—Mamãe, você bebeu?! Sério mesmo que você bebeu?


—Assim de beber, beber, não, filho, mas acho que exagerei no ponche.


—Ponche?


—De tamarindo. A Carmelita ofereceu ponche no final da reunião, e como não tinha água, acabei tomando dois copos de ponche, e pelo visto, bateu forte.


—Mamãe, mas você nunca bebe álcool, e o ponche tem álcool. Ai, mamãe, amanhã sua cabeça vai doer pra caramba.


—Deixa disso… teu pai vai me dar uma bronca.


—Não tem por que! —fico puta—. Ele pode chegar todo bêbado e você não?


—Então você acha que eu tô muito bêbada? Ah, meu Deus.


—Não, não, mãe. Tô falando que se ele bebe, seria muita hipocrisia ele reclamar de algo… você também tem direito de beber. Mas também não sai bebendo de qualquer jeito. Ainda mais quando sai sozinha. Alguém poderia se aproveitar de você.


—Então seu pai e a Lucy não estão?


—Não, mãe, então você tem tempo pra tomar um banho e se recuperar desse visual. Olha o estado que você tá!


—Me ajuda a subir, bebê, que tô me sentindo flutuar.


—É que você nunca bebe, mãe! Na verdade, nunca tinha te visto assim.


—Não faço mais isso, pelo amor de Deus que não faço mais.


Ela se segura no meu braço e a gente sobe as escadas. Sinto ela bem pesada. Não é como uma bêbada normal. Talvez não esteja totalmente bêbada, porque as palavras ela pronuncia direitinho. Mas com certeza parece fora de si.


Nacho, filho da puta! Eu sei que é você no carro branco e você vai me pagar!


Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.
Deixei a mamãe no quarto dela e voltei pra sala. Ouvi ela entrar no chuveiro e, enquanto isso, fico sentado esperando ela sair, pra não dar ruim e eu levar um coro igual boi no chão.


Tentei acompanhar o filme que tava passando na TV, mas de repente ouvi um gemido ecoando do banheiro lá de cima e saí feito um furacão até lá.


—"Aaaahhh!" —eu ouço a mamãe gemendo.


—Mãe? —bato na porta, embora o mais fácil tivesse sido abrir e me maravilhar com o que encontrasse lá dentro.


Será que ela caiu?


—"Huuuum! Huuuum!" —A respiração dela tá ofegante. Muito forte—. "Ha! Ha!


—Mamãe? —bato na porta de novo.


—“Hooo! Haaaa!”


Minha mãe tá gemendo? Minha mãe tá se masturbando?


—Mãe, o que você tá fazendo?!


—"Haaaaa!


O barulho da água é bem mais intenso. Tá na cara que ela tá enfiando os dedinhos na buceta quente dela.


—Porra, mãe! —bato mais forte na porta.


—“Haaa! Siimmm!”


Porra! Mamãe tá mesmo se masturbando? Os gemidos dela me deixaram de pau duro. O volume na minha calça quase bate na porta, e olha que eu nem tenho ele tão grande assim.


É uma loucura o que tá rolando. Mamãe sabe que eu tô ouvindo os gemidos dela. É óbvio que ela me ouviu batendo uma e chamando por ela. E mesmo sabendo que eu tô aqui, ela me ignora.


E se eu abrir? E se eu pegar ela se masturbando? E se eu entrar no banheiro e chegar perto da banheira onde ela deve estar? E se eu me despir na frente dela e mergulhar na água, com minha pica dura? E se, já na água, eu subir em cima dela? E se depois eu chupar os peitos dela, sem falar nada, só deixando rolar? E se ela me beijar, acariciar meu pau, minhas bolas, enquanto meus dedos substituem os dela e se enfiam na buceta dela?


E aí, se a gente continuar se beijando… até que meu pau fica tão duro que dá pra apontar direto pra buceta dela e meter fundo.


Porra! Que puta paradoxal! O que eu faço?


—Aaai, Meu Deeeus! Hããã! Hummm!


—Mamãããe, atende…!


Um último "HAAAAA".


Um longo chapinhar.


E depois um silêncio.


—O que foi? Mãe, porra, me responde!


Acontece que ela teve um orgasmo na minha frente. Que puta sacanagem e frustração ao mesmo tempo! Uma porta nos separou enquanto ela gozava depois de se masturbar, mas ela sabia o tempo todo que eu estava ali, imaginando ela com os peitos inchados boiando na água. As aréolas saltadas, os bicos duros. E ela fez de propósito, pra me deixar com tesão.


Uma provocadora de paus!


Ele realmente fez isso sabendo que eu tava ali?


—Filho? —ela se dirige a mim, toda agitada.


—Sim, mãe, tô aqui. —Mas sei que ela já sabe disso—. O que foi? Por que você tá ofegante?


—Nada, amor, já vou.


—Tá bem?


—Sim, tô bem.


Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Papai ligou, disse que ele e a Lucy chegam em 30 minutos, que o jogo já tá quase acabando. Voltei pra sala. Já passa das 10 da noite. Tô vendo TV, mas nem sei que merda tô olhando.


Já faz quase 20 minutos desde que a mamãe se tocou no banheiro, e eu esperando por ela do lado de fora.


Ela entrou no quarto dela e não saiu.


Até agora, que vejo ela descendo as escadas.


Santa merda!


Ela ainda tá tonta, muito tonta. Parece retraída. Ela realmente se embriagou. Aquele filho da puta do Nacho vai me pagar. O que me surpreende não é o estado de embriaguez dela, mas o roupão preto de renda que ela tá vestindo, que deixa transparecer o corpo inteiro dela. O corpo gostoso dela todo!


Mamãe não tá usando nada por baixo, porra, e eu quero morrer de susto!


Vejo os peitões enormes e brancos dela, o rosado da aréola, os biquinhos durinhos empinados. Dá até pra ver a penugem clara da buceta dela!


A bata chega até as coxas dela. O cinto é de cetim e tá meio amarrado na cintura, mas o resto do tecido é transparente, renda pra todo lado tentando esconder uma voluptuosidade que não esconde nada!


—Ma---mã---e…


O coração acelera forte aqui. Sinto que não consigo respirar.


T-t-e a-a-judo" —digo, gaguejando.


Subo as escadas, me aproximo dela. Envolvo a cintura dela, e a aspereza das rendas contrasta com a maciez dos dedos dela quando ela acaricia meu rosto e depois se segura em mim pra terminar de descer as escadas.


Arrasta as pantufas até eu levar ela pro sofá.


Tenho que fazê-la dormir. Dizer pra ela falar pro pai que só tá tonta, só isso. Não quero que ele brigue com ela por algo que sei que não foi culpa dela.


A culpa foi do Nacho, e ele não verificar se a mãe tá falando a verdade e se estavam no salão paroquial e não em outro lugar me mata.


— O que você fez, mãe? — sussurro, mas ela parece estar morrendo de sono.


Ela não me responde. Ajudo ela a se sentar no sofá. Faço o mesmo, do lado dela. Ela aperta os olhos.


—Tô com dor de cabeça, amor, posso deitar no teu colo?


Porra! Porra! Porra!


—S---s---sim, mãe… pode.


O foda é que já tô duro de novo, e minha bermuda deixa isso mais na cara. Dá pra ver tudo, TUDO. Não consigo parar de admirar como os peitos dela balançam por baixo do roupão, e como o triângulo peludo da buceta dela me convida a tocar, porra.


Praticamente tenho ela nua na minha frente. E nunca a tinha visto assim, tão obscena, tão perto dos meus olhos.


—Vamos, mãe, com cuidado, levanta os pés e deita.


Nem dá tempo de colocar um travesseiro na minha buceta, pra mamãe deitar a cabeça e não sentir ele. Ela se deixou cair com cuidado e o cabelo loiro dela se espalhou entre minhas pernas.


Minha respiração tá ofegante, e sinto um calor nas minhas bolas que sobe até o peito.


Os minutos passam e eu tento não me mexer. Aí a respiração dela fica pesada.


Ela caiu no sono. Fico olhando ela deitada ali e fico excitado. Tenho medo de que meu pau acorde e me entregue, e acabe acordando ela também.


Os bicos dos peitos dela marcam na renda, e pode ser pelo frio, ou sei lá que porra é, parecem duros. Muito duros, eu diria. Quero morder eles, acariciar.


Meu coração dispara forte e mesmo assim apoio minha mão esquerda na altura da barriga dela. Vejo que ela continua dormindo e desamarro o cinto de cetim. Ela está de barriga pra cima, com as pernas cruzadas, e a cabeça virada de lado, como se estivesse olhando a TV, mas com os olhos fechados.


A respiração dela me diz que ainda tá dormindo e que posso seguir em frente. Então deslizo meus dedos nas bordas do roupão e vou abrindo ele. A barriga lisa dela fica à mostra. Mamãe continua respirando. Minha respiração também tá muito pesada, mas eu tô acordado.


Faço outro movimento com o pano, e ele escorrega um pouco mais. A barriga inteira dela brilha diante dos meus olhos. Meus dedos deslizam para cima e, no caminho, a aba do roupão vai cedendo.


O peito direito dela tá muito inchado, imenso, e já metade da aréola tá aparecendo. Minha respiração fica mais pesada. Mais dolorida. Quero me segurar, mas não consigo.


Meu pau treme debaixo da carinha dela, mas eu continuo avançando. Mais um movimento e toda a aba do avental fica pendurada pra baixo do sofá.


Buuuuuffff!


Mamãe está com metade do corpo nu à mercê dos meus olhos. Engulo seco e sinto que vou me afogar. Ela é tão linda, tão maravilhosamente delicada e sensual. O triângulo dos seus pelinhos pubianos finos está diante dos meus olhos. Sem tocar, acho que deve ser macio. É uma pena que ela esteja com as pernas cruzadas, porque não consigo ver a bucetinha dela, só a penugem fina que a cobre.


Mas eu posso admirar o peito dela, que pende macio para o lado.


Passo meus dedos nervosos e atrapalhados pela barriga dela e guio eles em direção a uma das montanhas de carne dela, aquela que está nua, que tem um mamilo lindo e apetitoso, ereto e grosso, me encarando nos olhos, como se quisesse falar comigo.


Dá até água na boca. Na real, eu já tô com a língua pra fora e bem molhadinha. Bastava eu me inclinar o suficiente pra minha ponta encostar no mamilo dela.


Já que não tenho coragem, por enquanto, meus dedos continuam se movendo.


Que delícia você tá, gostosa, que macia você tá, me deixou louco.


Ela dormindo, meus dedos acariciando a pele fresca dela, macia, sem decidir se sigo subindo ou se é melhor descer, e enfiar meus dedos entre a virilha fechada dela. Mas na verdade quero tocar os peitos dela espalhados, que tão túrgidos e esticados pros lados, o esquerdo encostando na minha barriga, ainda coberto pelo roupão. O outro nu, glorioso, brilhante.


Porra.


Ela se mexe um pouco, e a nuca dela massageia meu pau enquanto se ajeita. Os peitos dela balançam, procuram seu lugar, se apertam um pouco, um contra o outro, e vibram por um instante. Ficam parados, e os bicos dos peitos dela ficam ainda mais marcados. Agora a bochecha da mamãe ficou em cima do meu pau, duro, duríssimo, e vibra debaixo dela. E assim, na posição fetal, posso olhar a curva da bunda dela, grande e firme.


Meu Deus, me ajuda...


Mas o seio esquerdo continua escondido, e o direito bem mais acordado, pelado, à mostra.


Por isso eu coloco minha mão de novo na barriga dela, e subo devagar até chegar no começo da sua buceta carnuda. E com os dedos queimando, vou subindo. Já tô quase no topo. Minha pele arde de tesão e desejo. Já tô em cima do peito dela, no peito da mamãe, o mesmo que me amamentou quando eu era bebê, e que agora que sou adulto quero mamar de novo.


E meus dedos se fecham e tentam agarrar ele, mas só consigo apertar devagar.


É tão macia e quente. É como amassar algo bem molinho e duro ao mesmo tempo. Sinto a protuberância da aréola dela queimando minha pele. O mamilo duro dela cravando na minha palma. Se antes eu sentia umidade na boca, agora tô seco.


E o meu pau durão.


E me excita ainda mais saber que minha mão não conseguiu cobrir o peito dela, porque é grande demais.


Meu Deeeeeus!


O que é que eu tô fazendo?


Não acredito que ela tá assim! Com o peito dela se espalhando entre meus dedos!


E começo a esfregar ele. Que sensação gostosa, porra! Que delícia de maciez sinto entre meus dedos! "Que gostosa você tá, mamãe".


O peito dela me queima, eu agonizo, minha respiração tá pesadíssima. Quase não consigo respirar.


Abro os dedos e fecho de novo. Aperto de novo, e dessa vez espremo mais forte. Tão forte que ela se mexe de novo.


Nunca meu terror foi tão grande como agora, que ela mexeu a cabeça e abriu seus olhos azuis.


— O que cê tá fazendo, filho? — ela me pergunta, sentindo minha mão amassando a teta direita dela.


E não sei o que fazer. Não sei o que falar. Não sei o que gritar.


Só sei que não aguento mais, não consigo mais resistir a ela! A paixão e o desejo que sinto pela minha mãe são mais fortes do que eu.


—Deixa eu te amar, mamãe… por favor —imploro.


E de repente ela coloca a mão dela nas minhas costas, bem em cima da mão que tá apertando o peito dela.


E eu sei que sem dizer nada ela me disse que sim: que eu a ame. Que ela vai se deixar.

CONTINUA
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3 comentários - Corrompendo a mamãe // cap. 4

Asu me tienes como palo, ya sube la siguente parte, no. Nos haga sufiri