Olá, vou me apresentar: me chamo Julieta, tenho 19 anos e vim contar como, por apostar numa partida de futebol society, virei a putinha de um negão da quebrada.
Primeiro, vou me descrever: não sou muito alta nem muito baixa, tenho 1,70m, um rostinho bem bonito com olhos azuis, cabelo loiro comprido, uns peitões grandes mas sem exagero e uma raba espetacular, desenvolvida jogando vôlei.
Tudo começou um dia que fui ver meu namorado jogar uma partida. Conheci ele na escola onde a gente estudava há uns anos e, desde que começamos a namorar, sempre ia vê-lo jogar. Ele é alto, cabelo preto e musculoso da academia, joga bola muito bem e sempre joga com os amigos, com quem já tem uma sintonia, então ganham quase todas as partidas. Dessa vez, iam jogar contra uns caras de outro bairro. O outro time não parecia grande coisa, e o jogo começou tranquilo. Eu estava assistindo de fora da quadra, e o time do meu namorado já estava ganhando por 2 gols, quando o jogador mais nojento do outro time me olhou e disse:
— E aí, loirinha, quando o jogo acabar, vou te levar pra tomar um negócio.
Eu não respondi e olhei com cara de nojo, mas meu namorado ouviu e falou:
— Qual é, negão, com a minha mina? Filho de uma puta.
Aí o cara respondeu:
— Cuidado com a sua namoradinha, porque quando eu ganhar o jogo, vou levar ela de prêmio pra me ajudar a relaxar.
Quando ele disse isso, meu namorado quis bater nele, o que virou um escândalo na quadra. Quando se acalmaram, o jogo continuou, mas foi mais um show de pontapés e empurrões do que uma partida. No final, o time do meu namorado ganhou, mas o negão começou a provocar:
— Negão: Seu otário, ganhou porque joguei com um time manso. Vou jogar com meu time de verdade, mas tem que ser por grana.
— Meu namorado: Fala, filho da puta, quando quiser a gente come vocês de novo.
— Negão: Então tá, sábado que vem, por 60 mil pila.
E assim combinaram de jogar no sábado seguinte por 60 mil cada time, ou seja, 120 mil no total pro vencedor. A gente tava... Quinta-feira começou o problema. O negão, que se chamava Nahuel, me mandou mensagem no Instagram (não sei como conseguiu).
N: Fala, loirinha, tudo bem? Vai sábado ver a gente comendo teu namorado?
Eu: Vou sim, vou ver você perder, palhaço. Como conseguiu meu Instagram?
N: (ignorando minha pergunta) Ah, que bom, então depois do jogo você vem comigo e eu te como também, além do time do teu namorzinho.
Eu: Nem nos teus sonhos eu te daria bola, seu fantasma. Além disso, meu namorado e os amigos dele vão humilhar vocês. Tchau.
N: Ah, é? Se tá tão segura, aposta.
Eu: Apostar o quê?
N: Se o time do teu namorado ganhar, eu faço o que você quiser. Se eu ganhar, você me dá o que eu quiser.
Eu: E o que você quer?
N: Se eu ganhar, você tem que ser minha puta a noite toda e fazer tudo que eu mandar.
Eu: Você é louco!!!
N: Não tava tão segura de que ia ganhar?
Eu: Sabe que sim. Se meu namorado ganhar, que é o que vai acontecer, você tem que pagar um traveco pra arrebentar teu cu e me mandar um vídeo (pensando que ele não ia aceitar).
N: Beleza, puta. Como sei que vou ganhar, aceito a aposta. Mas depois, quando ficar com o cu arrombado, não quero reclamação, hahahaha.
Eu pensava que ele não ia aceitar, mas ainda assim confiava no time do meu namorado, então me firmei e falei:
Eu: Isso quem fala é você, otário.
A propósito, não descrevi o negão. Não era muito alto, 1,76m, pele marrom escura, cabelo preto curto e faltavam alguns dentes. Era realmente muito feio.
Assim chegou o dia do jogo e foi uma massacre: gols, chutes, brigas. Muita gente foi assistir porque era por dinheiro. O tempo de jogo tava quase acabando e tava empatado, mas faltando nada pro fim, o negão chuta e faz o gol. Fiquei gelada, não sabia o que fazer. Tinha perdido.
Uma hora depois do jogo, o negão me mandou mensagem no Instagram:
N: Puta, tenho que jogar um jogo agora. Te vejo aqui daqui a uma hora (e mandou o endereço da casa dele).
Eu: Nem fodendo, você é louco. Acha que vou me meter no meio da favela pra... Ir com você
N: Não tinha apostado, mamãe. Anda, se eu não mostrar pro teu namorado os chats do outro dia e falar que eu te comi, sua puta.
Eu fiquei totalmente encurralada, então aceitei.
Eu: Tá bom, mas só hoje à noite e você não fala nada.
N: Assim que eu gosto, puta. Anda, se veste bem puta, ouviu? E se prepara que vou te arrebentar toda.
Eu tava morrendo de medo, mas era melhor obedecer, então me vesti bem sexy pra agradar ele.
Uma calcinha fio dental branca com um sutiã da mesma cor que me caía muito bem, uma saia preta curta que me apertava toda e marcava a raba enorme que eu tenho, e por cima um top que destacava meus peitos. Me vesti como se fosse sair pra balada, mas na verdade tava indo pra casa de um preto favelado que ia me foder toda.
Pedi um Uber, mas ele não entrava na favela, então tive que andar umas quadras até chegar na casa do Nahuel. Por sorte não era longe, umas cinco quadras, mas numa favela às 11 da noite, do jeito que eu tava vestida, tava morrendo de medo do que podiam fazer comigo. Por sorte cheguei bem, tirando uns assovios que gelaram meu sangue.
O Nahuel tinha acabado de chegar de jogar bola, dava pra ver porque ele tava todo suado quando abriu a porta.
N: E aí, puta, vi que me obedeceu e veio igual uma puta. Entra logo que já quero te meter.
Eu: Cê não vai tomar um banho primeiro?
N: Pra que perder tempo tomando banho se você tem que fazer tudo que eu mandar, puta?
Eu: Tá, mas para de me chamar assim.
N: Acho que você não tá entendendo. Aqui quem manda sou eu, e se eu quiser te chamar de puta, vou chamar, porque hoje à noite é isso que você é: minha puta, minha puta, meu brinquedo. Vou te comer em todos os buracos até eu ficar sem leite, ouviu, sua puta de merda?
Eu (quase chorando): Sim, sim, tá bom, vamos.
N: Vamos pro quarto, puta.
Fomos pro quarto dele, um cômodo pequeno, teto de madeira, paredes sem reboco e uma cama de casal no meio com um lençol todo manchado, dava pra ver. Ela já tinha seus anos. O preto sentou na cama e disse: N: Vem aqui, puta, abaixa meu short e faz o melhor boquete que você já fez na sua vida, quero que você engula tudo, puta, mas primeiro. O preto chegou perto e me beijou de língua, tinha um gosto horrível, como se tivesse fumado, bebido e não escovado os dentes há muito tempo, aproveitou para apalpar minha bunda e meus peitos por um bom tempo, eu só conseguia acompanhar o beijo com nojo. Depois de um tempo, ele se separou e disse: N: Você é bem equipada, loira, como vou te comer hoje, agora vai, ajoelha e chupa. Depois de dizer isso, sentou na beira da cama. Eu, resignada, me ajoelhei e abaixei o short dele, saltou uma berga enorme e preta de 20 cm com um cheiro nojento de suor. Mas não tive tempo nem de me surpreender porque o preto empurrou minha cabeça para eu chupar. Fiz o melhor boquete que sou capaz, lambendo o tronco, a cabeça, tentando enfiar o máximo possível, que acabava sendo a metade. Nisso, vejo um flash saindo do celular do preto. O filho da puta estava tirando fotos enquanto eu chupava a berga dele. Eu: Que porra você tá fazendo, idiota, não tira fotos de mim, você é louco? N: Ainda não entendeu que aqui quem manda sou eu, sua idiota? (me dá um tapa na cara) Para de me contrariar porque a próxima vai ser mais forte, puta. Tô tirando fotos pra mandar no grupo dos caras, eles me ajudaram a ganhar o jogo, então pelo menos merecem ver um pouco da puta que você é, mas agora, por me fazer ficar puto, você vai ver. Então o preto me agarra pela cabeça e começa a foder minha boca sem piedade, tentando enfiar tudo, eu me engasgava mas ele não ligava, ele só queria o prazer dele. Parecia cena de filme pornô: uma loira gostosa pra caralho ajoelhada chupando a berga de um preto favelado horrível. Eu: Agggh agggh ahhhhh Agggh agggh N: Ah, como você chupa bem, puta, já tô quase gozando, se prepara pra engolir a porra, sua putaaaaaaa. E o preto gozou direto na minha garganta, me engasgando com a porra dele. que não era pouca coisa. N: Ah, que boquete gostoso, filha da puta, a porra tava gostosa? Porque essa é a primeira de muitas que você vai tomar hoje. Eu: ... N: Beleza, putinha, agora limpa minha pica e minhas bolas com essa boquinha. Eu, resignada, começo a lamber a pica dele de novo, dessa vez passando também pelas bolas suadas que tinham um gosto horrível, até deixar tudo limpinho. N: Muito bem, putinha, já tá entendendo seu lugar. Agora tira essa roupinha que vou te enfiar. Eu começo a tirar a roupa, mas quando ele me vê de calcinha fio dental, ele fala: N: Uh, gata, deixa essa fio dental que fica espetacular em você e vira de costas. Eu obedeço e ele começa a dar tapas na minha bunda com muita força, deixando ela vermelha. Vejo que ele continua tirando fotos e depois me fala: N: Vai, putinha, fica de quatro na cama que vou te arrebentar toda. Eu fico de quatro e sinto a cabeça da pica dele já dura na entrada da minha buceta. Eu: Por favor, vai devagar, você tem ela muito grande e vai me machu... Ele enfia a pica toda de uma vez, o que doeu pra caralho. Eu: AAIIIIIIIIIIIIIIII!!! PARA, PELO AMOR DE DEUS, TÁ ME DESTRUINDO! N: Agora aguenta, por ter apostado, loirinha. Do jeito que você é apertada, não vou durar muito mais, putinha. Só aí percebi que ele não tinha colocado camisinha. Eu: PARA, VOCÊ NÃO COLOCOU CAMISINHA, PELO AMOR DE DEUS! COLOCA, POR FAVOR!!! OU GOZA FORA, SENÃO... N: Para de encher o saco, amanhã você compra uma pílula do dia seguinte. EU: VAI, POR FAVOR! N: NÃO ENCHE O SACO, SENÃO EU TE BATO, SUA IDIOTA. Aí eu calei a boca pra não deixar ele mais puto. Depois de 5 minutos metendo como um animal, ele fala: N: VOU GOZAR, PUTINHA! VOU GOZAR! E gozou tudo dentro. Depois da gozada, ele se jogou do meu lado na cama. Eu não conseguia me mexer de tanta dor que tava, ele tinha arrebentado minha buceta, o filho da puta. Ficamos assim uns 2 ou 3 minutos, e quando parecia que ele tava pegando no sono, ele fala: N: Loira, se prepara que vou descansar um pouco e depois vou te comer esse cuzinho gostoso que você tem... continua...
Primeiro, vou me descrever: não sou muito alta nem muito baixa, tenho 1,70m, um rostinho bem bonito com olhos azuis, cabelo loiro comprido, uns peitões grandes mas sem exagero e uma raba espetacular, desenvolvida jogando vôlei.
Tudo começou um dia que fui ver meu namorado jogar uma partida. Conheci ele na escola onde a gente estudava há uns anos e, desde que começamos a namorar, sempre ia vê-lo jogar. Ele é alto, cabelo preto e musculoso da academia, joga bola muito bem e sempre joga com os amigos, com quem já tem uma sintonia, então ganham quase todas as partidas. Dessa vez, iam jogar contra uns caras de outro bairro. O outro time não parecia grande coisa, e o jogo começou tranquilo. Eu estava assistindo de fora da quadra, e o time do meu namorado já estava ganhando por 2 gols, quando o jogador mais nojento do outro time me olhou e disse:
— E aí, loirinha, quando o jogo acabar, vou te levar pra tomar um negócio.
Eu não respondi e olhei com cara de nojo, mas meu namorado ouviu e falou:
— Qual é, negão, com a minha mina? Filho de uma puta.
Aí o cara respondeu:
— Cuidado com a sua namoradinha, porque quando eu ganhar o jogo, vou levar ela de prêmio pra me ajudar a relaxar.
Quando ele disse isso, meu namorado quis bater nele, o que virou um escândalo na quadra. Quando se acalmaram, o jogo continuou, mas foi mais um show de pontapés e empurrões do que uma partida. No final, o time do meu namorado ganhou, mas o negão começou a provocar:
— Negão: Seu otário, ganhou porque joguei com um time manso. Vou jogar com meu time de verdade, mas tem que ser por grana.
— Meu namorado: Fala, filho da puta, quando quiser a gente come vocês de novo.
— Negão: Então tá, sábado que vem, por 60 mil pila.
E assim combinaram de jogar no sábado seguinte por 60 mil cada time, ou seja, 120 mil no total pro vencedor. A gente tava... Quinta-feira começou o problema. O negão, que se chamava Nahuel, me mandou mensagem no Instagram (não sei como conseguiu).
N: Fala, loirinha, tudo bem? Vai sábado ver a gente comendo teu namorado?
Eu: Vou sim, vou ver você perder, palhaço. Como conseguiu meu Instagram?
N: (ignorando minha pergunta) Ah, que bom, então depois do jogo você vem comigo e eu te como também, além do time do teu namorzinho.
Eu: Nem nos teus sonhos eu te daria bola, seu fantasma. Além disso, meu namorado e os amigos dele vão humilhar vocês. Tchau.
N: Ah, é? Se tá tão segura, aposta.
Eu: Apostar o quê?
N: Se o time do teu namorado ganhar, eu faço o que você quiser. Se eu ganhar, você me dá o que eu quiser.
Eu: E o que você quer?
N: Se eu ganhar, você tem que ser minha puta a noite toda e fazer tudo que eu mandar.
Eu: Você é louco!!!
N: Não tava tão segura de que ia ganhar?
Eu: Sabe que sim. Se meu namorado ganhar, que é o que vai acontecer, você tem que pagar um traveco pra arrebentar teu cu e me mandar um vídeo (pensando que ele não ia aceitar).
N: Beleza, puta. Como sei que vou ganhar, aceito a aposta. Mas depois, quando ficar com o cu arrombado, não quero reclamação, hahahaha.
Eu pensava que ele não ia aceitar, mas ainda assim confiava no time do meu namorado, então me firmei e falei:
Eu: Isso quem fala é você, otário.
A propósito, não descrevi o negão. Não era muito alto, 1,76m, pele marrom escura, cabelo preto curto e faltavam alguns dentes. Era realmente muito feio.
Assim chegou o dia do jogo e foi uma massacre: gols, chutes, brigas. Muita gente foi assistir porque era por dinheiro. O tempo de jogo tava quase acabando e tava empatado, mas faltando nada pro fim, o negão chuta e faz o gol. Fiquei gelada, não sabia o que fazer. Tinha perdido.
Uma hora depois do jogo, o negão me mandou mensagem no Instagram:
N: Puta, tenho que jogar um jogo agora. Te vejo aqui daqui a uma hora (e mandou o endereço da casa dele).
Eu: Nem fodendo, você é louco. Acha que vou me meter no meio da favela pra... Ir com você
N: Não tinha apostado, mamãe. Anda, se eu não mostrar pro teu namorado os chats do outro dia e falar que eu te comi, sua puta.
Eu fiquei totalmente encurralada, então aceitei.
Eu: Tá bom, mas só hoje à noite e você não fala nada.
N: Assim que eu gosto, puta. Anda, se veste bem puta, ouviu? E se prepara que vou te arrebentar toda.
Eu tava morrendo de medo, mas era melhor obedecer, então me vesti bem sexy pra agradar ele.
Uma calcinha fio dental branca com um sutiã da mesma cor que me caía muito bem, uma saia preta curta que me apertava toda e marcava a raba enorme que eu tenho, e por cima um top que destacava meus peitos. Me vesti como se fosse sair pra balada, mas na verdade tava indo pra casa de um preto favelado que ia me foder toda.
Pedi um Uber, mas ele não entrava na favela, então tive que andar umas quadras até chegar na casa do Nahuel. Por sorte não era longe, umas cinco quadras, mas numa favela às 11 da noite, do jeito que eu tava vestida, tava morrendo de medo do que podiam fazer comigo. Por sorte cheguei bem, tirando uns assovios que gelaram meu sangue.
O Nahuel tinha acabado de chegar de jogar bola, dava pra ver porque ele tava todo suado quando abriu a porta.
N: E aí, puta, vi que me obedeceu e veio igual uma puta. Entra logo que já quero te meter.
Eu: Cê não vai tomar um banho primeiro?
N: Pra que perder tempo tomando banho se você tem que fazer tudo que eu mandar, puta?
Eu: Tá, mas para de me chamar assim.
N: Acho que você não tá entendendo. Aqui quem manda sou eu, e se eu quiser te chamar de puta, vou chamar, porque hoje à noite é isso que você é: minha puta, minha puta, meu brinquedo. Vou te comer em todos os buracos até eu ficar sem leite, ouviu, sua puta de merda?
Eu (quase chorando): Sim, sim, tá bom, vamos.
N: Vamos pro quarto, puta.
Fomos pro quarto dele, um cômodo pequeno, teto de madeira, paredes sem reboco e uma cama de casal no meio com um lençol todo manchado, dava pra ver. Ela já tinha seus anos. O preto sentou na cama e disse: N: Vem aqui, puta, abaixa meu short e faz o melhor boquete que você já fez na sua vida, quero que você engula tudo, puta, mas primeiro. O preto chegou perto e me beijou de língua, tinha um gosto horrível, como se tivesse fumado, bebido e não escovado os dentes há muito tempo, aproveitou para apalpar minha bunda e meus peitos por um bom tempo, eu só conseguia acompanhar o beijo com nojo. Depois de um tempo, ele se separou e disse: N: Você é bem equipada, loira, como vou te comer hoje, agora vai, ajoelha e chupa. Depois de dizer isso, sentou na beira da cama. Eu, resignada, me ajoelhei e abaixei o short dele, saltou uma berga enorme e preta de 20 cm com um cheiro nojento de suor. Mas não tive tempo nem de me surpreender porque o preto empurrou minha cabeça para eu chupar. Fiz o melhor boquete que sou capaz, lambendo o tronco, a cabeça, tentando enfiar o máximo possível, que acabava sendo a metade. Nisso, vejo um flash saindo do celular do preto. O filho da puta estava tirando fotos enquanto eu chupava a berga dele. Eu: Que porra você tá fazendo, idiota, não tira fotos de mim, você é louco? N: Ainda não entendeu que aqui quem manda sou eu, sua idiota? (me dá um tapa na cara) Para de me contrariar porque a próxima vai ser mais forte, puta. Tô tirando fotos pra mandar no grupo dos caras, eles me ajudaram a ganhar o jogo, então pelo menos merecem ver um pouco da puta que você é, mas agora, por me fazer ficar puto, você vai ver. Então o preto me agarra pela cabeça e começa a foder minha boca sem piedade, tentando enfiar tudo, eu me engasgava mas ele não ligava, ele só queria o prazer dele. Parecia cena de filme pornô: uma loira gostosa pra caralho ajoelhada chupando a berga de um preto favelado horrível. Eu: Agggh agggh ahhhhh Agggh agggh N: Ah, como você chupa bem, puta, já tô quase gozando, se prepara pra engolir a porra, sua putaaaaaaa. E o preto gozou direto na minha garganta, me engasgando com a porra dele. que não era pouca coisa. N: Ah, que boquete gostoso, filha da puta, a porra tava gostosa? Porque essa é a primeira de muitas que você vai tomar hoje. Eu: ... N: Beleza, putinha, agora limpa minha pica e minhas bolas com essa boquinha. Eu, resignada, começo a lamber a pica dele de novo, dessa vez passando também pelas bolas suadas que tinham um gosto horrível, até deixar tudo limpinho. N: Muito bem, putinha, já tá entendendo seu lugar. Agora tira essa roupinha que vou te enfiar. Eu começo a tirar a roupa, mas quando ele me vê de calcinha fio dental, ele fala: N: Uh, gata, deixa essa fio dental que fica espetacular em você e vira de costas. Eu obedeço e ele começa a dar tapas na minha bunda com muita força, deixando ela vermelha. Vejo que ele continua tirando fotos e depois me fala: N: Vai, putinha, fica de quatro na cama que vou te arrebentar toda. Eu fico de quatro e sinto a cabeça da pica dele já dura na entrada da minha buceta. Eu: Por favor, vai devagar, você tem ela muito grande e vai me machu... Ele enfia a pica toda de uma vez, o que doeu pra caralho. Eu: AAIIIIIIIIIIIIIIII!!! PARA, PELO AMOR DE DEUS, TÁ ME DESTRUINDO! N: Agora aguenta, por ter apostado, loirinha. Do jeito que você é apertada, não vou durar muito mais, putinha. Só aí percebi que ele não tinha colocado camisinha. Eu: PARA, VOCÊ NÃO COLOCOU CAMISINHA, PELO AMOR DE DEUS! COLOCA, POR FAVOR!!! OU GOZA FORA, SENÃO... N: Para de encher o saco, amanhã você compra uma pílula do dia seguinte. EU: VAI, POR FAVOR! N: NÃO ENCHE O SACO, SENÃO EU TE BATO, SUA IDIOTA. Aí eu calei a boca pra não deixar ele mais puto. Depois de 5 minutos metendo como um animal, ele fala: N: VOU GOZAR, PUTINHA! VOU GOZAR! E gozou tudo dentro. Depois da gozada, ele se jogou do meu lado na cama. Eu não conseguia me mexer de tanta dor que tava, ele tinha arrebentado minha buceta, o filho da puta. Ficamos assim uns 2 ou 3 minutos, e quando parecia que ele tava pegando no sono, ele fala: N: Loira, se prepara que vou descansar um pouco e depois vou te comer esse cuzinho gostoso que você tem... continua...
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