Esteban tava cada vez mais tarado e apaixonado pela minha bunda, mas eu também queria meter e deixei bem claro pra ele. Só que ele não quis nem saber de me dar o rabo, então tive que dar um ultimato: ou ele me emprestava a bunda dele, ou não comia mais a minha. Relutante, ele concordou com a cabeça e naquela mesma noite eu desvirginei ele por trás. A escola noturna já era uma bagunça, quando as luzes apagavam, vários trocavam de cama pra transar, mas no dia seguinte, quando acendiam as luzes, ninguém falava nada. Aproveitando essa situação, falei pro Esteban me esperar na cama dele, pelado e de bruços. Assim que a luz apagou, fui pra cama dele, deitei pelado por cima dele e nos cobrimos com o lençol. Sem perder tempo, desci até a bunda dele e comecei a beijar tudo, até que abri e enfiei a língua. Enchi de saliva e brinquei um pouco com a língua até ele começar a se contorcer, e percebi que ele não tava resistindo tanto. Cuspi na minha pica e me encostei nele, procurando o cu dele, que não demorei a achar. Assim que encostei a pontinha, ficamos parados até que a bundinha dele começou a chupar minha pica devagar. Foi assim que enfiei até o fundo, com a pica bem dentro do cu dele. Sentei em cima, coloquei uma mão nas costas dele e fui bombando até gozar tudo lá dentro. Em cada gozada, sentia a bunda do meu amigo pulsando. Deixei a última gotinha lá dentro e saí de cima dele. — Viu, Esteban? Não foi tão ruim ser comido, né? — Adorei, Fer! Não sabia que era tão gostoso! A partir daquele dia, comecei a iniciar meu amigo em um monte de novas aventuras.
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