Fala! Alguns me escreveram pedindo novas histórias, de outras aventuras.
Então aqui vai um pouquinho disso!
Deixo com vocês a primeira parte de como a Pauli me fez de corno manso no Ano Novo passado.
Naquele fim de semana, 2022 tava acabando e 2023 começava, exatamente no domingo. A gente não tinha folga naquelas semanas do ano, mas mesmo assim decidimos ir pra praia em Rocha pra dar uma mudada de ares e começar o ano com boas energias. A gente não fala abertamente, mas no fundo os dois acreditamos nessa parada de energia, e, de um lugar bem espiritual e meio religioso, achamos que isso tem tudo a ver com o futuro. Com esse pensamento, começar o ano na praia, com a brisa do mar, com certeza traria coisas boas.
Adiantamos o trampo de segunda a quinta pra poder ter a sexta livre e ganhar um dia a mais de descanso. Às vezes a gente pensa que, em vez de somar um dia de folga, a gente complica a vida nos quatro dias anteriores, onde corremos igual uns loucos pra dar conta de tudo que precisa ser feito em cinco dias. A real é que parece que o remédio é pior que a doença, mas a gente faz aquela autoenganação que nos deixa felizes.
Acordamos cedo na sexta de manhã. Já tava tudo pronto desde a noite anterior. Tomamos um café rápido, carregamos o carro e fomos pra estrada. As viagens de carro com a Pauli são muito divertidas. Enquanto ela é uma baita cebadora de mate e contadora de piadas, eu sou um ótimo motorista/DJ. Vários assuntos rolam nas três horas de viagem, misturando o presente, o futuro e o passado. Geralmente não são conversas safadas, mas essa viagem parecia ser exceção. Durante um bom trecho, ficamos falando sobre nosso relacionamento, as coisas que a gente curtia, e eu não consegui evitar de puxar o assunto da nossa vida de cuckold, e como tava tranquila naquela época. Lembramos de algumas aventuras da Pauli. Ela lembrou como se sentia explorando esse estilo de vida. "Me faz sentir uma rainha", ela dizia. "O que mais me excita é me sentir desejada. Que o cara tá doido por mim", completava. Dava pra sentir minha pica enchendo e esvaziando de sangue, várias vezes. No final, como sempre, acabamos mudando de assunto. naturalmente, e a coisa ficou por ali, no ar.
Chegamos em Rocha correndo pra deixar as coisas mais ou menos arrumadas em casa, pegar uma troca de roupa e sair correndo pra praia.
Pauli tinha vestido um biquíni azul marinho (tipo, não sou expert em cores) que eu já conhecia de outros verões, com a parte de baixo bem larga, mas que terminava em fio dental. A parte de cima era uma tira inteira que envolvia os peitos dela, sem mostrar demais.
Durante o que restou entre aquele momento da manhã e a hora em que o sol é realmente perigoso pra saúde, ficamos lá na areia lendo, jogando raquete, conversando e bisbilhotando o que o pessoal ao redor fazia. Na praia onde estávamos, tinha algumas famílias, outros casais e vários grupos de jovens na deles. Eu ficava de olho em todos os olhares que iam pra Pauli, tentando não perder nenhum. Adoro que olhem pra ela, que a desejem, que fantasiem com ela. Gosto de imaginar como eles fantasiem em comer ela. Me excita muito, silenciosamente. Quando vejo algum candidato interessante pra Pauli, se eu me animo, tento contar pra ela pra ver se empolgo. Aquela manhã passou sem graça nem glória. Eu tava relaxado, e Pauli também.
Quando sentimos que o sol tava muito forte, decidimos subir da praia e procurar um lugar pra comer. Tava realmente muito calor, então Pauli só vestiu o moletom molhado que tinha pra por por cima, mas não colocou o short. Assim saímos andando, então, com Pauli pelada. Eu, de propósito, ia andando uns passos atrás de Pauli, pra ir olhando a bunda toda dela enquanto subíamos. Bem na hora que subíamos, cruzamos com um grupo de 5 caras, entre 20 e 25 anos, que vinham descendo. Tenho certeza que Pauli deve ter pensado que são uns irresponsáveis com a saúde deles, e que não deviam se expor tanto ao sol. Já os caras, que olharam todos pra ela, alguns disfarçadamente e outros com mais atrevimento, com certeza estavam pensando em como chupavam todas aquelas tetas, ou como puxavam a calcinha dela pro lado, e enfiavam o pau na pussy dela, que com certeza já tava meio molhadinha. Talvez até algum, mais ousado, tava pensando em como seria gostoso enfiá-la junto com os amigos, e ela chupar o pau enquanto o melhor amigo comia ela de quatro. Terminamos de passar por eles, e tinha certeza que algum virou pra olhar a bunda dela.
Almoçamos num barzinho legal na praia, e de barriga cheia fomos tirar um cochilo, já com outro clima.
De tarde saímos pra tomar uns mates por aí, passeamos, e comemos umas coisas yummy. Tudo feito com muito amor.
Naquela noite decidimos ficar pra jantar na casa que alugamos, fumar um, botar uma música em casa, tomar uns fernet, jantar cedo e dormir cedo, pra estarmos descansados pra virada do ano. A casa era muito linda, com uma churrasqueirinha lá fora, um ambiente embaixo que era sala/cozinha/jantar, com um sofá, a TV, uma espécie de sala com um sofá de dois lugares e outro de um, e uma mesa redonda com três cadeiras. O quarto ficava em cima, por uma escada, e tinha uma espécie de varanda/terraço bem amplo, pra curtir à vontade.
A coisa esquentou no terraço, e num momento os dois já estavam bem altos, a música tocava bem gostosa, e o ar tava ficando denso. Começamos a nos pegar em cada troca de música, e continuávamos dançando, bebendo e fumando. Depois começamos a nos chupar entre as músicas, e aí já foi bagunça total. "Ai! Chupa minha pussy", ela disse entrando no quarto enquanto deslizava a parte de baixo do biquíni, mostrando a marca que deixava ver que o sol do dia já tinha bronzeado a pele dela.
Como vocês sabem, não sou muito de desobedecer as ordens da Pauli, e nessa ocasião não ia ser exceção. Entrei o mais rápido que pude atrás dela no quarto. Assim que cruzei a porta, ela já estava sentada na beira da cama, me convidando com as pernas abertas, enquanto eu caía pelo peso da ansiedade de comer aquela buceta. Enterrei minha cabeça na buceta dela e comecei a chupar do jeito que todo cuck sabe que sua hotwife gosta. Chupei como se fosse um manjar, lambendo e mordendo até ela encher minha boca toda. "Me dá cock! Quero cock!", disse Pauli, já com mais poder na voz, claramente. Levantei o mais rápido que pude. Já estava com o cock duro feito ferro. Ela se deitou pra trás, eu agarrei ela e fui enfiando devagar, com cuidado. Enchi ela de cock. Senti todas as paredes da buceta quente abraçando meu cock, e o corpo dela mudando de tensão quando terminei de meter tudo. "Uau! Que tasty!", ela disse enquanto eu começava a acelerar o ritmo, dando o que ela merecia. Dava pra ver que ela tava muito excitada, porque não demorou muito pra gozar de novo. Aí ela pediu pra trocar de posição, queria ficar por cima. Sentou no meu cock, enquanto eu agarrava ela e devorava os peitos com os olhos. Ela me montava desesperadamente, ereta em cima do meu cock. De repente, se jogou em cima de mim e colocou a cabeça do lado, começando a me cavalgar toda colada, fazendo muita pressão. Não sei em que momento isso passou pela minha cabeça, mas sem querer querendo eu falei: "Tá vendo que teu namorado não te fode nada bem, hein, slut?" Dei o palpite. E funcionou. Pauli começou a gozar pressionando a buceta contra minha pélvis, como se quisesse que meu cock atravessasse ela de lado a lado. Ficou meio tremendo. Aproveitei e virei ela, colocando na posição de missionário, com a intenção de aumentar a aposta. "Hein? Dá pra ver que teu namorado não te come direito", aprofundei, metendo com força. "Não, ele me come muito mal. Por isso tenho que arrumar outras picas que me comam bem", respondeu Pauli, segurando os peitos, com cara de slut, fazendo que meu pau sentisse uma eletricidade que anunciava uma gozada próxima. Saí do personagem e disse quase que implorando: "Adoro que você dê pra outros paus, meu amor. Por favor, dá pra mais paus!". "Sim, meu amor. Vou dar pra outros paus! Muitos paus divinos!", ela respondeu toda gostosa e gozada. E aí um raio me partiu, meu pau inundou a buceta dela de porra, eu saí do meu corpo por uns segundos, e quando voltei a mim caí do lado dela dizendo o quanto a amava. Assim terminou a primeira noite das nossas curtas férias, nosso réveillon, e nosso começo de ano novo.
Dormimos muito aquela noite, descansamos pra caralho e acordamos felizes. Não era novidade, era uma sensação frequente no nosso relacionamento.
Tomamos um café da manhã gostoso, dedicamos tempo à preparação, que fosse variada e deliciosa. Obviamente, eu cuidei de cozinhar e servir, enquanto a Pauli saiu da cama quando já estava pronto, e desceu seu corpo lindo e bronzeado para o térreo. Tomamos um banho matinal juntos e nos aprontamos para ir à praia. Como ela se vestiu enquanto eu estava tomando banho, não consegui ver o que ela tinha vestido para a praia. Em cima, ela usava uma camiseta curta de algodão e uma saia colorida, curta, bem de verão.
Que surpresa gostosa eu tive quando nos instalamos na praia! A Pauli estava de estreia. Tinha comprado um biquíni totalmente preto, com tiras. Eram três triangulinhos bem pequenos que cobriam eficientemente os mamilos dela, mas que duvidosamente cobririam a buceta dela por completo. Como estava muito calor quando chegamos, a primeira coisa que fizemos foi pular direto na água.
A população da praia era muito parecida com a do dia anterior, mas como já era sábado de manhã, dava pra notar que tinha mais gente na praia. Tinha menos espaço entre grupo e grupo. Nossas coisas estavam armadas perto da beira, e enquanto estávamos brincando na água com a Pauli, perto das nossas coisas se instalou um grupo de 3 caras, entre 30 e 35 anos. Os três eram bem diferentes entre si, mas claramente um se destacava: alto, com corpo de surfista.
Fiquei com um pouco de sede dentro do mar, então saí antes da Pauli. Sentei na espreguiçadeira pra tomar água e ouvi as conversas bestas que os caras tinham ali do lado. Nada fora do normal. Num dado momento, um deles falou de ir pro mar. Na mesma hora, Pauli decidiu sair da água, caminhando devagar, o que ia fazer com que ela cruzasse com esse grupo de caras – e eu, claro, não queria perder nenhum detalhe desse encontro.
Pauli saía do mar com o corpo todo molhado, os peitos balançando devagar e os triângulos do biquíni virando os funcionários do mês tentando tampar o que tinha que tampar. Claro que da minha posição eu vi como os três caras, incluindo o surfista alto, cravavam os olhos nela e a comiam com o olhar. Ela vinha me encarando, sorrindo, mas quando cruzou com o alto, que ia andando atrás dos colegas, olhou fixo pra cara dele, com o mesmo sorriso que tava me dando segundos antes. Nunca tinha visto ela fazer algo assim. Fiquei de cara.
Não consegui falar uma palavra sobre o que tinha visto. Fiquei sem reação. Quando ela chegou, me pediu a garrafa de água, com toda naturalidade, como se nada tivesse acontecido. E sentou na espreguiçadeira dela. Ficou falando de bobeira, sem fazer nenhuma referência ao que rolou. Eu continuava atônito.
Pouco depois, os caras saíram do mar e se sentaram perto das coisas deles, voltando a conversar e rir. Eram claramente três caras que tinham ido pro balneário atrás de farra.
Não passaram nem cinco minutos desde que eles tinham saído do mar quando Pauli decidiu que queria pegar sol de bruços. Tirou o pareô, jogou na minha frente, e se deitou de bruços pra pegar sol – mas com a bunda apontando pro grupo de caras! Com certeza, além de estar comendo ele com a mente, certeza que os 3 estavam conseguindo ver um pouco da buceta dela, porque com certeza aquela biquíni não dava conta de cobrir tudo naquela posição. Eu já tava espumando pela boca, e um macaco com pratos batia na minha cabeça.
O que tava acontecendo com a minha namorada?


Isso continua em alguns dias, vocês já sabem onde. Quem não souber, pergunta que não incomoda.
Então aqui vai um pouquinho disso!
Deixo com vocês a primeira parte de como a Pauli me fez de corno manso no Ano Novo passado.
Naquele fim de semana, 2022 tava acabando e 2023 começava, exatamente no domingo. A gente não tinha folga naquelas semanas do ano, mas mesmo assim decidimos ir pra praia em Rocha pra dar uma mudada de ares e começar o ano com boas energias. A gente não fala abertamente, mas no fundo os dois acreditamos nessa parada de energia, e, de um lugar bem espiritual e meio religioso, achamos que isso tem tudo a ver com o futuro. Com esse pensamento, começar o ano na praia, com a brisa do mar, com certeza traria coisas boas.
Adiantamos o trampo de segunda a quinta pra poder ter a sexta livre e ganhar um dia a mais de descanso. Às vezes a gente pensa que, em vez de somar um dia de folga, a gente complica a vida nos quatro dias anteriores, onde corremos igual uns loucos pra dar conta de tudo que precisa ser feito em cinco dias. A real é que parece que o remédio é pior que a doença, mas a gente faz aquela autoenganação que nos deixa felizes.
Acordamos cedo na sexta de manhã. Já tava tudo pronto desde a noite anterior. Tomamos um café rápido, carregamos o carro e fomos pra estrada. As viagens de carro com a Pauli são muito divertidas. Enquanto ela é uma baita cebadora de mate e contadora de piadas, eu sou um ótimo motorista/DJ. Vários assuntos rolam nas três horas de viagem, misturando o presente, o futuro e o passado. Geralmente não são conversas safadas, mas essa viagem parecia ser exceção. Durante um bom trecho, ficamos falando sobre nosso relacionamento, as coisas que a gente curtia, e eu não consegui evitar de puxar o assunto da nossa vida de cuckold, e como tava tranquila naquela época. Lembramos de algumas aventuras da Pauli. Ela lembrou como se sentia explorando esse estilo de vida. "Me faz sentir uma rainha", ela dizia. "O que mais me excita é me sentir desejada. Que o cara tá doido por mim", completava. Dava pra sentir minha pica enchendo e esvaziando de sangue, várias vezes. No final, como sempre, acabamos mudando de assunto. naturalmente, e a coisa ficou por ali, no ar.
Chegamos em Rocha correndo pra deixar as coisas mais ou menos arrumadas em casa, pegar uma troca de roupa e sair correndo pra praia.
Pauli tinha vestido um biquíni azul marinho (tipo, não sou expert em cores) que eu já conhecia de outros verões, com a parte de baixo bem larga, mas que terminava em fio dental. A parte de cima era uma tira inteira que envolvia os peitos dela, sem mostrar demais.
Durante o que restou entre aquele momento da manhã e a hora em que o sol é realmente perigoso pra saúde, ficamos lá na areia lendo, jogando raquete, conversando e bisbilhotando o que o pessoal ao redor fazia. Na praia onde estávamos, tinha algumas famílias, outros casais e vários grupos de jovens na deles. Eu ficava de olho em todos os olhares que iam pra Pauli, tentando não perder nenhum. Adoro que olhem pra ela, que a desejem, que fantasiem com ela. Gosto de imaginar como eles fantasiem em comer ela. Me excita muito, silenciosamente. Quando vejo algum candidato interessante pra Pauli, se eu me animo, tento contar pra ela pra ver se empolgo. Aquela manhã passou sem graça nem glória. Eu tava relaxado, e Pauli também.
Quando sentimos que o sol tava muito forte, decidimos subir da praia e procurar um lugar pra comer. Tava realmente muito calor, então Pauli só vestiu o moletom molhado que tinha pra por por cima, mas não colocou o short. Assim saímos andando, então, com Pauli pelada. Eu, de propósito, ia andando uns passos atrás de Pauli, pra ir olhando a bunda toda dela enquanto subíamos. Bem na hora que subíamos, cruzamos com um grupo de 5 caras, entre 20 e 25 anos, que vinham descendo. Tenho certeza que Pauli deve ter pensado que são uns irresponsáveis com a saúde deles, e que não deviam se expor tanto ao sol. Já os caras, que olharam todos pra ela, alguns disfarçadamente e outros com mais atrevimento, com certeza estavam pensando em como chupavam todas aquelas tetas, ou como puxavam a calcinha dela pro lado, e enfiavam o pau na pussy dela, que com certeza já tava meio molhadinha. Talvez até algum, mais ousado, tava pensando em como seria gostoso enfiá-la junto com os amigos, e ela chupar o pau enquanto o melhor amigo comia ela de quatro. Terminamos de passar por eles, e tinha certeza que algum virou pra olhar a bunda dela.
Almoçamos num barzinho legal na praia, e de barriga cheia fomos tirar um cochilo, já com outro clima.
De tarde saímos pra tomar uns mates por aí, passeamos, e comemos umas coisas yummy. Tudo feito com muito amor.
Naquela noite decidimos ficar pra jantar na casa que alugamos, fumar um, botar uma música em casa, tomar uns fernet, jantar cedo e dormir cedo, pra estarmos descansados pra virada do ano. A casa era muito linda, com uma churrasqueirinha lá fora, um ambiente embaixo que era sala/cozinha/jantar, com um sofá, a TV, uma espécie de sala com um sofá de dois lugares e outro de um, e uma mesa redonda com três cadeiras. O quarto ficava em cima, por uma escada, e tinha uma espécie de varanda/terraço bem amplo, pra curtir à vontade.
A coisa esquentou no terraço, e num momento os dois já estavam bem altos, a música tocava bem gostosa, e o ar tava ficando denso. Começamos a nos pegar em cada troca de música, e continuávamos dançando, bebendo e fumando. Depois começamos a nos chupar entre as músicas, e aí já foi bagunça total. "Ai! Chupa minha pussy", ela disse entrando no quarto enquanto deslizava a parte de baixo do biquíni, mostrando a marca que deixava ver que o sol do dia já tinha bronzeado a pele dela.
Como vocês sabem, não sou muito de desobedecer as ordens da Pauli, e nessa ocasião não ia ser exceção. Entrei o mais rápido que pude atrás dela no quarto. Assim que cruzei a porta, ela já estava sentada na beira da cama, me convidando com as pernas abertas, enquanto eu caía pelo peso da ansiedade de comer aquela buceta. Enterrei minha cabeça na buceta dela e comecei a chupar do jeito que todo cuck sabe que sua hotwife gosta. Chupei como se fosse um manjar, lambendo e mordendo até ela encher minha boca toda. "Me dá cock! Quero cock!", disse Pauli, já com mais poder na voz, claramente. Levantei o mais rápido que pude. Já estava com o cock duro feito ferro. Ela se deitou pra trás, eu agarrei ela e fui enfiando devagar, com cuidado. Enchi ela de cock. Senti todas as paredes da buceta quente abraçando meu cock, e o corpo dela mudando de tensão quando terminei de meter tudo. "Uau! Que tasty!", ela disse enquanto eu começava a acelerar o ritmo, dando o que ela merecia. Dava pra ver que ela tava muito excitada, porque não demorou muito pra gozar de novo. Aí ela pediu pra trocar de posição, queria ficar por cima. Sentou no meu cock, enquanto eu agarrava ela e devorava os peitos com os olhos. Ela me montava desesperadamente, ereta em cima do meu cock. De repente, se jogou em cima de mim e colocou a cabeça do lado, começando a me cavalgar toda colada, fazendo muita pressão. Não sei em que momento isso passou pela minha cabeça, mas sem querer querendo eu falei: "Tá vendo que teu namorado não te fode nada bem, hein, slut?" Dei o palpite. E funcionou. Pauli começou a gozar pressionando a buceta contra minha pélvis, como se quisesse que meu cock atravessasse ela de lado a lado. Ficou meio tremendo. Aproveitei e virei ela, colocando na posição de missionário, com a intenção de aumentar a aposta. "Hein? Dá pra ver que teu namorado não te come direito", aprofundei, metendo com força. "Não, ele me come muito mal. Por isso tenho que arrumar outras picas que me comam bem", respondeu Pauli, segurando os peitos, com cara de slut, fazendo que meu pau sentisse uma eletricidade que anunciava uma gozada próxima. Saí do personagem e disse quase que implorando: "Adoro que você dê pra outros paus, meu amor. Por favor, dá pra mais paus!". "Sim, meu amor. Vou dar pra outros paus! Muitos paus divinos!", ela respondeu toda gostosa e gozada. E aí um raio me partiu, meu pau inundou a buceta dela de porra, eu saí do meu corpo por uns segundos, e quando voltei a mim caí do lado dela dizendo o quanto a amava. Assim terminou a primeira noite das nossas curtas férias, nosso réveillon, e nosso começo de ano novo.
Dormimos muito aquela noite, descansamos pra caralho e acordamos felizes. Não era novidade, era uma sensação frequente no nosso relacionamento.
Tomamos um café da manhã gostoso, dedicamos tempo à preparação, que fosse variada e deliciosa. Obviamente, eu cuidei de cozinhar e servir, enquanto a Pauli saiu da cama quando já estava pronto, e desceu seu corpo lindo e bronzeado para o térreo. Tomamos um banho matinal juntos e nos aprontamos para ir à praia. Como ela se vestiu enquanto eu estava tomando banho, não consegui ver o que ela tinha vestido para a praia. Em cima, ela usava uma camiseta curta de algodão e uma saia colorida, curta, bem de verão.
Que surpresa gostosa eu tive quando nos instalamos na praia! A Pauli estava de estreia. Tinha comprado um biquíni totalmente preto, com tiras. Eram três triangulinhos bem pequenos que cobriam eficientemente os mamilos dela, mas que duvidosamente cobririam a buceta dela por completo. Como estava muito calor quando chegamos, a primeira coisa que fizemos foi pular direto na água.
A população da praia era muito parecida com a do dia anterior, mas como já era sábado de manhã, dava pra notar que tinha mais gente na praia. Tinha menos espaço entre grupo e grupo. Nossas coisas estavam armadas perto da beira, e enquanto estávamos brincando na água com a Pauli, perto das nossas coisas se instalou um grupo de 3 caras, entre 30 e 35 anos. Os três eram bem diferentes entre si, mas claramente um se destacava: alto, com corpo de surfista.
Fiquei com um pouco de sede dentro do mar, então saí antes da Pauli. Sentei na espreguiçadeira pra tomar água e ouvi as conversas bestas que os caras tinham ali do lado. Nada fora do normal. Num dado momento, um deles falou de ir pro mar. Na mesma hora, Pauli decidiu sair da água, caminhando devagar, o que ia fazer com que ela cruzasse com esse grupo de caras – e eu, claro, não queria perder nenhum detalhe desse encontro.
Pauli saía do mar com o corpo todo molhado, os peitos balançando devagar e os triângulos do biquíni virando os funcionários do mês tentando tampar o que tinha que tampar. Claro que da minha posição eu vi como os três caras, incluindo o surfista alto, cravavam os olhos nela e a comiam com o olhar. Ela vinha me encarando, sorrindo, mas quando cruzou com o alto, que ia andando atrás dos colegas, olhou fixo pra cara dele, com o mesmo sorriso que tava me dando segundos antes. Nunca tinha visto ela fazer algo assim. Fiquei de cara.
Não consegui falar uma palavra sobre o que tinha visto. Fiquei sem reação. Quando ela chegou, me pediu a garrafa de água, com toda naturalidade, como se nada tivesse acontecido. E sentou na espreguiçadeira dela. Ficou falando de bobeira, sem fazer nenhuma referência ao que rolou. Eu continuava atônito.
Pouco depois, os caras saíram do mar e se sentaram perto das coisas deles, voltando a conversar e rir. Eram claramente três caras que tinham ido pro balneário atrás de farra.
Não passaram nem cinco minutos desde que eles tinham saído do mar quando Pauli decidiu que queria pegar sol de bruços. Tirou o pareô, jogou na minha frente, e se deitou de bruços pra pegar sol – mas com a bunda apontando pro grupo de caras! Com certeza, além de estar comendo ele com a mente, certeza que os 3 estavam conseguindo ver um pouco da buceta dela, porque com certeza aquela biquíni não dava conta de cobrir tudo naquela posição. Eu já tava espumando pela boca, e um macaco com pratos batia na minha cabeça.
O que tava acontecendo com a minha namorada?


Isso continua em alguns dias, vocês já sabem onde. Quem não souber, pergunta que não incomoda.
13 comentários - Chifrudo gigante no Ano Novo
en donde continua?🤔
van 10