Olá! Hoje quero contar pra vocês sobre a primeira vez que minha mulher topou fazer um menage comigo e um desconhecido, e como isso nos levou pro mundo do cuckold, do jeito que eu sempre sonhei.
Antes de mais nada, quero dizer que isso é real. E o que vou contar tanto nesse quanto em outros relatos vai ser 100% real. A única coisa que vai mudar um pouco são os diálogos, porque não lembro de todos perfeitamente e, claro, o nome dos envolvidos.
Nós somos do México. Eu tenho 28 e ela 26. Moramos num lugar com praia, então nossa vida é bem tranquila. A vida não é tão cara no sul do país, então com o que a gente ganha, vivemos muito bem. Estamos juntos há quase quatro anos, e isso que vou contar aconteceu há dois anos.
Ela é baixinha, 1,53m. É magrinha, com uns peitos não tão grandes, mas uma bunda gigantesca. A bunda dela é enorme. Além disso, é extremamente gostosa. Quente demais. Só quer transar e transar, e a real é que eu não consigo satisfazer ela do jeito que ela queria.Por mim, sou magro. Tenho 1,65m e meu pau tem 15cm. Até que dá pro gasto, mas nada demais pra ela.
Por questões de segurança, vamos chamar ela de Mayra e eu de Jorge.
Já faz cinco anos que consumo conteúdo de cuckold. No começo, não queria admitir que esse mundo me atraía, mas desde que conheci a Mayra e a gente casou, eu soube que era isso que eu queria fazer. Queria dividir ela. Queria dividir a bunda dela com o maior número de caras possível, mas não sabia como fazer.
Felizmente, sempre tivemos muita confiança pra conversar, então em algum momento comentei com ela o quanto eu gostava desse mundo e que não esperava que ela quisesse fazer algo a respeito, mas que eu adoraria.
Ela me disse que nunca faria isso, mas que agradecia por eu ter compartilhado com ela. E terminou aquela noite.
Mas, aos poucos, fui enrolando ela nos meus jogos pra rolar o que eu tanto queria.
Uma noite enquanto a gente transava, ela me disse:
- "Maltraia-me
Sabia que era naquele momento ou nunca pra começar a plantar a ideia de ela transar com outra pessoa, então, como um bom corno, comecei a dar tapas nela, cuspir nela, puxar o cabelo dela e tudo isso a excitava. Quando ela já tava muito excitada, eu disse:
- "Agora sim, putinha. Você tem minha permissão pra ser ainda mais putinha. Agora quero que com essa mesma cara de putinha, me conte alguma vez que alguém te comeu que você se sentiu assim ou mais puta do que se sente agora, entendeu?
Ela estava muito agitada, só balançou a cabeça que sim e começou a me contar uma vez que comeram ela na praia, mas essa história fica pra outra hora.
Depois que gozei na carinha e na boca dela, perguntei se tinha gostado e ela disse que, na hora, tinha sido bom.
Passaram-se algumas semanas e nada tinha acontecido em relação a isso, até que, numa outra noite, me atrevi a propor que fizéssemos um menage. Sabia que essa seria a porta de entrada pra ter aqueles chifres que tanto tinha sonhado.
Ela tava em cima de mim. Tava me montando e tava muito gostosa. Eu tava chupando os peitos dela pra ela ficar ainda mais excitada, e aí aconteceu o seguinte:
- Você gosta que eu chupe seus peitos enquanto enfio toda a pica, minha gostosa?
- Adoro, meu amor. Mete tudo.
- Sabe o que eu adoraria além de continuar enfiando toda a minha rola em você, amor?
- O que foi, amor?
- Adoraria fazer um menage contigo, imagina só eu e outra pessoa te comendo ao mesmo tempo? Ou você chupando alguém enquanto eu tô metendo em você?
- Cala a boca, amor. Não vai rolar.
- E por que sua buceta ficou mais molhada, amor? Você gostou da ideia de se imaginar com outro enfiando no seu cu enquanto eu meto na sua buceta?
- Talvez um pouquinho, meu amor. Mas não vou fazer isso.
Aí terminei, gozei dentro dela e deixamos o assunto de lado, mas toda vez que a gente transava, ela tocava no assunto. Eu dizia pra ela imaginar outra pessoa transando, até que um dia, quando estávamos viajando. Uma noite, na verdade, a gente tava transando na casa dos meus avós, que moram num sítio, e eu falei pra ela:
- Vamos pro mato.
Ela me obedeceu. Pulamos a janela e fomos pro mato. Ali sim meus chifres começaram a crescer pela primeira vez.
- Então, o que foi, minha putinha?, já vai deixar a gente te comer de dois ou o quê?
- Cala a boca, meu amor.
- Não seja piranha. Sei que você quer, olha como tá sua bunda e sua buceta, você gostaria de ter outro pau na buceta, no cu ou na sua boca?
- Bom, sim, meu amor. Sim, eu gostaria. A verdade é que não queria falar nada, mas tô com vontade, sim.
Eu não conseguia processar direito o que tava ouvindo. Minha esposa, a santinha, a que não quebra um prato, com meu pau dentro dizendo que queria outro pau foi foda, então aproveitei.
- Adoro ouvir isso, putinha. Então, quando a gente voltar pra cidade, quer que eu arrume alguém pra te comer também?
- Sim, amor.
- Sim, o quê?
- Sim, eu quero.
- Quer o quê? Fala logo, sua puta.
- Sim, meu amor! Quero sentir outra rola sim. Quero que você me coma junto com mais alguém até eu não aguentar mais. Quero sentir dois paus só pra mim.
- Tem certeza, meu amor? Não pode se arrepender depois.
- Não, meu amor! Eu quero sim. Quero sentir seu pau e mais um, por favor. Mas isso sim, só o seu eu quero no meu cu.
Naquela noite, terminei todo acabado. Soltei uma porrada de porra que deixei dentro da minha esposa, que agora eu sabia que seria uma puta assim que se soltasse e eu poderia ter os chifres que tanto queria.
De volta pra cidade, não quis perder mais tempo e comecei a procurar no Twitter solteiros da minha cidade com experiência e paus grandes pra fazer um ménage com a gente. Queria que minha putinha se divertisse pra caralho e também queria alguém que nos guiasse.
Já tinha feito ménage antes, mas nunca com a intenção de ser corno.
Levei umas duas semanas pra encontrar a pessoa certa. Um cara branco com uma pica de 21cm e grossa. Já tinha uns anos de estrada nesse meio e não passava dos 35, segundo ele. E sim, era alguém normal. Nem atlético, nem gordo. Beleza.
Contei meu plano pra ele e ele topou: Eu chegaria naquele motel, já estaria tudo pago, entraria e trataria minha mulher como uma puta, sem problema nenhum. Queria fazer ela gozar como nunca na vida dela.
Falei pela última vez com ela sobre o assunto. Sem estar excitados. Sem transar. Perguntei se ela tinha certeza disso e ela disse que sim. Que ia fazer por mim e me deu um beijo.
Ficamos assim até que o dia tão esperado chegou.
Naquele sábado, o dia estava nublado. Eu me sentia nervoso pra caralho e ansioso. Uma parte de mim não sabia se queria mesmo isso ou se ia me arrepender de fazer. Tava excitado, mas com medo.
E se ela não gostasse? E se ela gostasse demais? Será que eu ia aguentar ver minha esposa com outra pessoa? Tinham perguntas demais na minha cabeça, mas nada tinha sido cancelado ainda.
Falei com ela pela última vez:
- amor, tem certeza que quer isso? Não quero que faça por mim, quero que faça porque realmente quer.
- Sim, amor. Em grande parte, faço isso porque te amo, mas também quero experimentar, então tá de boa.
O encontro era às 7 da noite, mas ela e eu chegamos desde as 6 pra poder tomar umas cervejas, fumar uns baseados e ir nos preparando pro nosso convidado chegar.
Começamos a nos beijar, quando senti que já estava bem molhadinha, tanto que meus dedos entraram bem fácil. Fiz sexo oral nela e ela também me chupou. Os dois estávamos nervosos.
Não enfiei a pica. Só chupei a buceta dela e enfiei os dedos pra deixar ela pronta. E bem na hora meu celular tocou:
- Já cheguei, qual é o quarto?
Nós dois ficamos muito nervosos. Coloquei uma venda nos olhos da Mayra, que era parte do trato, e desci pra abrir a porta pro nosso convidado.
Quando abri a porta, fiquei surpreso com quem chegou. Um cara alto, branco e atlético. As fotos não faziam jus a ele. Falei que estávamos um pouco nervosos e que queríamos que ele fosse nos guiando pra que essa fosse uma experiência foda pra nós dois, e que minha esposa já estava pronta lá em cima.
Ele já sabia que ela gostava de ser dominada e que, em parte, eu queria me sentir humilhado. Então, ele entrou, viu minha mina pelada, deitada na cama, e começou a tirar a roupa já sabendo o que ia fazer. Parecia que cada movimento dele era controlado.
Desde que tirou a roupa já tava de pau duro. O tamanho era descomunal. Meu pau parecia minúsculo do lado do dele e eu sabia que isso era perfeito pra que, a que ia virar uma putinha naquele momento, aproveitasse do jeito certo.
Quando terminou de se despir, aconteceu o seguinte:
- Tu -segurando o rosto da minha esposa- fica de quatro e tu -enquanto me olhava- enfia na boca dela. Vamos fazer essa puta gozar.
Fiquei em choque, não sabia o que fazer e nem o que minha esposa ia fazer. Ela também ficou uns segundos paralisada e depois se ajoelhou de quatro sem reclamar. Não perguntou nada. Não resmungou. Só ficou de quatro.
Quando ela já estava de quatro, ele deu uma palmada na bunda dela e disse
- Assim que eu gosto, putinha. Hoje sim você vai gozar como merece.
Não sei minha esposa, mas eu me sentia em choque. Alguém que não era eu estava tratando ela como uma puta e ela não tava oferecendo resistência. Não falava nada. Só obedecia, e eu também.
Não quis demorar mais. Ela já tava de quatro, então peguei minha pica que, depois de ouvir o Ramiro — nome do solteiro —, ficou dura e sentei na frente dela pra ela começar a chupar. Enquanto ela me chupava a pica, o garanhão se posicionou atrás dela e não encostou em nada, só ajoelhou, aproximou a boca da bunda da Mayra e começou a lamber.
Primeiro eu vi que ele só passou a língua no cu dela e ela se assustou e se mexeu pra frente, mas depois ela mesma voltou pra mesma posição pra continuar chupando minha pica e sentir alguém que não era o marido dela comendo a bunda dela.
O cara tava encantado comendo o cu da minha esposa, passava pelo cu dela, descia pra buceta, enfiava a língua em tudo, dava uns tapas na bunda e a Mayra tava começando a ficar tão excitada que já nem conseguia mais se concentrar em chupar o meu pau. Ela só tava segurando ele porque tava muito focada em como o Ramiro tava chupando tudo nela.
Assim continuou Ramiro por uns 15 minutos até que as pernas de Mayra começaram a tremer, ela começou a gemer bem alto, soltou meu pau, já nem com a mão tava segurando, continuou gemendo e teve um orgasmo do caralho. Ele parou de chupar ela e deixou Mayra descansar por um minuto enquanto ela parava de tremer.
Eu nunca tinha visto a Mayra tremer daquele jeito, gozar daquele jeito, tava emocionado, excitado e preocupado. Sentia um frio na barriga e ainda tava muito nervoso, mas tava adorando ver ela daquele jeito.
Assim que parou de tremer, Ramiro disse pra ela:
-Você já se divertiu, sua putinha. Acho que nunca tinha tido um orgasmo de verdade, né? Agora se ajoelha no chão. Fica de joelhos. Quero que você me chupe, quer ter dois paus pra você ou só o meu?
Eu não fazia ideia do que diabos estava rolando, aquele cara tava dizendo pra minha esposa se ela queria me deixar de fora? Eu virei pra olhar a Mayra ajoelhada no chão com a venda e ouvi ela dizer:
Eu não fazia ideia do que diabos estava rolando, aquele cara tava dizendo pra minha esposa se ela queria me deixar de fora? Eu virei pra olhar a Mayra ajoelhada no chão com a venda e ouvi ela dizer:
- Não, quero os dois paus, por favor.
Me senti aliviado. Ainda tinha preferência naquele trio. Me senti, até certo ponto, tranquilo.
A Mayra já tava de joelhos, então eu e o Ramiro chegamos perto. Primeiro ela pegou na minha pica com a mão e depois começou a procurar a pica do Ramiro, descendo a mão da barriga dele até achar aquela pica enorme que tava prestes a provar.
Assim que ela pegou na pica do Ramiro, largou a minha pica e tirou a venda dos olhos. A cara dela era de surpresa total. Não acreditava no que tava vendo, ficou hipnotizada olhando pra pica daquele cara.
Como a Mayra e eu ficamos hipnotizados. Ela pelo tamanho da pica do Ramiro e eu porque não sabia o que fazer, ele tomou a liderança e nos disse:
- Você -me olhando- pega seu celular e grava. O que vai rolar você vai querer ver depois.
- E você -enquanto dava tapinhas na Mayra- acorda e começa a chupar meu pau enquanto esse aí vai pegar o telefone.
Bem quando terminou de dar a ordem, Mayra virou pra me olhar como se pedindo não sei se perdão ou permissão e começou a passar a língua na pica do Ramiro e a
Assim que vi que Mayra começou a provar outra rola com tanta vontade, me afastei e fui pegar meu celular. Não sabia o que tava fazendo, mas sabia que era algo que queria ver de novo.
Peguei meu celular, liguei a câmera e, quando virei, vi minha esposa santinha, a que teve educação religiosa, a que supostamente não quebrava um prato, tentando enfiar mais de 20 cm de pau na boca. Ela já tinha 3/4 daquele pau na boca. Enfiava devagar, tirava rápido porque engasgava. Já tinha lágrimas escorrendo dos olhos, mas mesmo assim continuava firme e, a cada boquete, tentava enfiar ainda mais fundo na boca. Quando precisava respirar direito, descia pra chupar as bolas do Ramiro. Comia elas com fome, como se nunca tivesse feito aquilo e quisesse agradar nosso convidado. E quando nosso convidado já cansava e queria enfiar o pau na boca da Mayra, puxava o cabelo dela e levantava ela pra cima do pau pra Mayra continuar mamando.
Eu só tava vendo aquele puta espetáculo de longe. Eu só tava olhando a Mayra engolindo aquela pica enorme e cada vez cabia mais e mais na boca dela.
Cheguei perto e falei que ia gravar. Nem me deram bola. Nenhum dos dois. Então comecei a filmar minha esposa chupando outra rola na minha frente e eu, ao invés de ficar puto, tava com a rola durassa. Eu também tava curtindo pra caralho.
Quando a Mayra percebeu que eu tava ali, ela pegou na minha pica mas não parou de chupar o nosso convidado. Ela começou a me masturbar e aí fez a segunda coisa da noite que me pareceu uma loucura:
Assim ajoelhada como estava, ela "sentou" sobre as pernas, fazendo com que o rosto dela pudesse olhar pra cima de um jeito melhor. Agarrou a pica do convidado e colocou em cima da cara dela. Aquela pica cobria o rosto todo dela e ela, de propósito, enfiou na cara e depois virou pra me olhar...
Caralho! Como eu fiquei excitado. Ela tava chupando aquela rola com ainda mais fome, segurava meu pau na mão e não parava de olhar nos meus olhos como se dissesse: "É isso que você queria? Queria me ver sendo uma puta? Então vou ser uma puta.
Lá estávamos nós. Ela chupando a pica do Ramiro quase toda enquanto continuava segurando a minha pica e eu gravava a cena inteira. Às vezes ela também me chupava, mas eram 15 segundos com minha pica na boca dela e 1 minuto tentando engolir a pica toda do Ramiro até conseguir — enfiou os 21 cm da pica do Ramiro na boca, botou a língua pra fora e ainda conseguiu lamber os ovos dele. Depois, tirou a pica da boca bem devagar e, quando enfiou a minha pica toda, nem sentiu. A garganta dela já estava aberta. Não tinha mais volta. Ela começou a chupar aquela pica do jeito que sabe que eu gosto que chupe a minha. Enfiava tudo na boca e depois tirava tudo, e fez isso várias vezes. A maquiagem estava borrada de tanto chorar, mas ela não parava de mamar aquela pica, e a buceta dela estava ainda mais molhada que os olhos.
Quando o Ramiro já tava muito excitado, ele falou pra gente
- Vamos lá, puta, você vai subir em cima de mim enquanto seu marido te arrebenta o cu. Você vai sentir uma dupla penetração. Sei que você tá doida por isso, não tá?
- Sim, sim, eu quero - disse ela.
- Sim, sim, eu quero - disse ela.
- Assim que eu gosto, que você responda, putinha. Agora fala pro seu maridinho o que você quer.
- Como é que é?
- Diz pro seu maridinho o que você quer sentir.
— Meu amor —ele me disse olhando nos meus olhos— quero que vocês dois me comam. Quero que os dois metam em mim. Você no cu e ele na buceta, por favor. Já tô muito molhadinha.
Eu só concordei com a cabeça, vendo minha mulher se transformar cada vez mais numa puta gostosa.
Ramiro se jogou na cama de barriga pra cima e jogou a camisinha pra Mayra colocar com a boca.
- Coloca em mim, gostosa. Se já cabe toda a minha pica, já pode colocar.
- Tá bom.
- Tá bom.
Mayra abriu a camisinha, cuspiu na pica do Ramiro, colocou a camisinha na boca e começou a colocar nela. De pouquinho em pouquinho até colocar a camisinha inteira na pica dele só com a boca.
- Vamos ver, corno. Tenho a pica muito maior que a sua, então essa putinha vai ter trabalho pra enfiar tudo, por mais molhada que esteja. Então eu te aviso quando puder meter no cu dela. Vem, puta. Sobe nessa pica enorme.
Mayra só balançou a cabeça, pegou a pica do Ramiro e apontou direto pra buceta dela. Começou a enfiar devagarinho e, lá pelos três quartos, começou a doer.
- Ai! É que tá chegando bem no fundo. Tá doendo um pouquinho.
- Aguenta, putinha. Já já entra tudo. Daqui a pouco sua buceta acostuma.
- Tá bom, mas com cuidado, é que tá doendo.
- Fica tranquila, putinha. Daqui a pouco eu enfio tudo.
Depois disso, ele enfiou de uma só vez. Mayra soltou um grito/gemido enorme e eu, de trás, só vi aquela rola sumir entre a buceta e o cu da minha esposa. Ela tava quase estourando e Mayra não conseguia nem falar, nem se mexer praticamente.
- Vem. Já enfiei toda a pica nela. Agora sim, enfia no cu dela. Ela nem vai sentir por causa do pedaço que já tem na buceta, vai ver.
Parece que era verdade. Meti no cu dela e ela nem se mexeu. Tava deitada em cima do Ramiro, só ofegando e gemendo. Nós dois começamos a nos mover, comendo minha esposa, e ela só gemia e às vezes gritava.
De repente vi algo estranho. Nunca combinamos os planos, mas eu não esperava ver minha esposa beijando outra pessoa. Ela tava com meu pau dentro e o pau de um desconhecido também, aí começou a beijar ele. Até o Ramiro se surpreendeu com o que ela fez. Eu naquele momento já não aguentei mais e gozei no cu dela. Jorros e jorros de porra soltei dentro do cu da Mayra e ela só virou pra mim com um olhar meio triste e falou:
— Já terminou?
- Sim. Já terminei. Desculpa.
- Tá bom, amor. Não aconteceu nada.
E pensei que nossa experiência tinha acabado ali. Tirei minha bunda da Mayra e ela saiu da pica do Ramiro mais por minha causa do que por vontade própria. Eu tava indo pro banheiro e a Mayra também, quando de repente o Ramiro falou pra gente:
- Olha, esse corno aí já acabou, mas eu e você ainda não terminamos, puta. Ou o quê, corno? Não vai deixar sua mulher ter mais orgasmos? Você já se divertiu, agora é sua vez. Pode gravar se quiser.
- E você, puta. Não sei por que se tirou se eu não mandei.
Ele agarrou a cintura da Mayra, sentou primeiro na cama e depois sentou ela no pau dele. Eu não sabia o que tava rolando, mas acho que minha cara de surpresa foi tanta que a Mayra falou pra mim:
- Desculpa, amor. Mas sério, a pica dela é muito gostosa e eu tô adorando ter ela bem dentro, e com essa porra de camisinha não dá pra sentir tudo.
- Diz pro cuck que você vai tirar a camisinha de mim. Que quer sentir meu pau limpinho.
- amor, vou tirar a camisinha. Seu pau é muito gostoso e quero sentir ele do jeito que tem que ser. Desculpa, mas não aguento mais a vontade de sentir essa piroca dentro de mim como Deus manda: sem nada por cima.
Eu não disse nada. Só, surpreso, fiquei vendo Mayra se levantar daquela pica e tirar a camisinha com as mãos. Aquela pica tava brilhando com os próprios sucos e a saliva da Mayra. Ela tirou a camisinha e chupou ela por mais uns minutos pra deixar bem pronta pra buceta dela. Sentou de novo nela e, conforme a pica ia entrando, ela só gemia mais e mais alto, enquanto eu tava na frente sem saber o que fazer ou o que dizer.
Tava vendo como minha própria esposa decidiu tirar a camisinha do Ramiro e ela mesma enfiou a pica na buceta dela. Tava muito confuso e excitado.
Depois dela ficar sentada em cima dele e de uma metida e tirada super profunda, o Ramiro pegou a Mayra e virou ela de bruços com um travesseiro na barriga. Assim ele continuou enfiando a rola até que, entre gemidos e gritos, eu ouvi a Mayra dizer:
- Já, já não aguento mais. Arrebenta minha buceta de verdade. Mostra pra esse corno como um bom pau arrebenta minha buceta. Mete tudo, por favor.
- Tem certeza? Se eu meter no seu cu e doer, diferente do seu maridinho, eu vou continuar arrombando essa buceta.
- Sim! Sim! Sim! Mostra pra esse corno como tratar uma puta como eu. Mete no meu cu e faz com força.
- É? Então conta pro teu marido o que você quer que eu faça contigo pra ver o que ele acha.
- Amor. Não me importa o que você acha. Você me trouxe pra isso e sabia que podia acontecer. Agora vou deixar esse rabo ser arrombado por essa pica enorme e, se quiser gravar, grava, porque esse filho da puta vai me matar na base da rola.
Eu obedeci. Peguei meu celular e comecei a gravar como o Ramiro começou a arrebentar a buceta do cu da Mayra. Primeiro, ele apontou a cabeça da rola pro cu dela. Começou devagar, mas a Mayra já queria a pica toda lá dentro, então ela mesma se empurrava pra fazer a rola do Ramiro entrar mais. Foi assim que eu vi a pica do Ramiro sumir no cu da minha esposa. A Mayra gritava de dor e de prazer com o que tava rolando. O Ramiro chamava ela de puta e dava tapas na bunda e na cara, fazendo a Mayra se sentir ainda mais gostosa.
A buceta da Mayra aceitou muito bem a pica do Ramiro e, depois de um tempinho, ele já tava metendo e tirando a pica toda do cu da minha esposa. A Mayra já não gritava mais, só gemia até que o Ramiro não aguentou mais e gozou no cu dela. Segunda carga de porra no mesmo cu, mas dessa vez a porra escorria pra buceta por causa do cu tão arrombado que ele deixou.
A Mayra tava dolorida e virou pra me olhar com um sorrisinho safado, como quem diz: "Adorei o que a gente acabou de fazer. Isso ainda não acabou.
- Ramiro, ainda tem mais pau pra essa puta? Quero que você continue metendo.
- Sim, tenho mais pica, mas só vou deixar você dar mais uma sentada. Vou meter uma vez só pra você ficar com vontade de mais e me procurar de novo. Então vem, senta aqui, putinha.
Mayra obedeceu de má vontade. Foi sentando naquela pica bem devagar. Muito lentamente. Sentindo cada centímetro de pica entrando na sua buceta. Quando chegou no fundo, soltou um gemido enorme e ficou ali sentada, sem se mexer. Só curtindo a vara que estava enfiando. Quando foi tirando, foi a mesma coisa. Foi bem devagar tirando aquela pica, pouquinho a pouquinho pra continuar aproveitando até que saiu, e com isso o último gemido da Mayra.
Ramiro foi ao banheiro, se trocou e, antes de a gente ir embora, só disse que esperava a gente ligar de novo.
A Mayra ficou largada na cama e eu tava sentado numa cadeira tentando processar o que tinha rolado.
- Gostou do que aconteceu, meu amor? Adorei como me comeram.
- Acho que sim, amor. Aconteceu mais coisa do que eu esperava, mas acho que curti sim.
- Você vai querer repetir isso? Adorei, mas se você não quiser, não vai rolar de novo.
- Sim...
E desde aquele momento, minha vida mudou. A Mayra virou uma puta e eu, o corno dela. Ela começou a realizar todas as fantasias que um dia eu contei pra ela, mas essas são histórias pra outros contos.
Valeu por ler. Essa é a primeira história que conto sobre eu e a Mayra. Espero que vocês gostem. E se curtirem, conto as outras histórias também.
7 comentários - Virei corno no meu primeiro ménage e amei.