Diretor da escola...

Queridos amigos, quero compartilhar com vocês o que aconteceu comigo no passado, quando meu filho tinha 11 anos. Fui com Amália, minha esposa, à escola do nosso filho Fábio, para participar da reunião de pais, presidida pelo diretor. A reunião foi normal, os professores se apresentaram e falaram sobre temas curriculares, progressos e fracassos de cada aluno em particular. Minha esposa estava vestindo uma calça jeans bem justa no corpo e uma blusa apertada nos peitos volumosos dela, marcando os bicos grandes que ela tem, além de sandálias de salto alto. A questão é que vários homens, pais de família, olhavam para ela como se quisessem devorá-la, e percebi que o diretor também. Quando a reunião terminou, o diretor, fazendo um sinal para mim, me chamou ao escritório dele e, fechando a porta, disse: "Senhor Sánchez, não quero incomodá-lo, mas sou um homem honesto e direto e me sinto na obrigação de perguntar algo." Imaginem que eu estava nervoso porque não sabia o que ele queria, quando ele disse, bem sorridente e olhando direto nos meus olhos: "Olha, quero saber se o senhor, um homem muito respeitado na escola, é tão distraído que não percebe que os homens comem sua esposa com os olhos, ou se é um corno manso que curte quando olham para a sua mulher?" Podem imaginar, amigos, que fiquei mudo. Então o diretor me deu um tapinha nas costas e disse: "Comigo não tem problema nenhum, sou um homem muito observador e muito aberto, e tenho que confessar que já encontrei mais de um pai aqui que, sem saber, as mulheres deles dormem com meus professores. Eu confesso que sua mulher é uma gostosa e, desde que seu filho está na escola, só quero comer ela. Falo assim porque seu silêncio deixa claro sua situação. Fique tranquilo, comigo seu segredo está seguro, mas garanto que vou tentar comer sua esposa..." Ele estendeu a mão, e eu saí muito nervoso do escritório. Contei para minha esposa, e ela riu como uma louca. Aos sábados, meu filho tem torneio de futebol no campo da Futebol da escola e eu e minha esposa sempre acompanhamos. Pra essa ocasião, minha mulher comprou um conjunto esportivo que é uma vergonha de tão apertado, e a tanga que sai no menor movimento. O diretor vai sempre a todos os jogos, então, naquela noite eu mal consegui dormir. Naquele sábado de manhã fomos a um jogo de futebol na escola do Fabio, minha esposa se vestiu com o conjunto esportivo, e olha como ficou que até ela mesma quase se trocou; a calça azul clara com uma faixa branca nas laterais, enfiava toda na bunda dela, mostrando as nádegas quase ao natural, pra que a tanga aparecesse o mínimo possível (parece que ainda tinha um pouco de recato) ela colocou uma tipo fio dental, que não aparecia, mas ajudava a calça apertada a marcar descaradamente os lábios da buceta. Era realmente provocativo. Já falei que ela mesma hesitou em ir vestida assim, porque pra completar, a parte de cima é uma camiseta azul da mesma cor, de alças, que deve ser usada sem sutiã, e com o menor ventinho, os mamilos dela apareciam em todo esplendor. Quando chegamos no campo de futebol, como vocês podem imaginar, as mulheres mandaram olhares de inveja e raiva, e os pais queriam comer ela viva, ou melhor, foder ela viva. Escolhemos sentar perto da lateral direita, já que o Gastão joga de 8, mas o diretor desde que nos viu chegar começou a sorrir e fazia sinais pra gente sentar do lado dele, a sorte me salvou porque um pai que sempre fala muito comigo me chamou, minha esposa não percebeu e continuou andando na direção do diretor. Eu sentei do lado do meu amigo, que até hoje não faço a menor ideia do que ele me falou, eu só balançava a cabeça, porque meus olhos e toda minha atenção estavam na minha esposa, que tava sentada do lado do diretor e riam sem parar. Se eu disser que prestei atenção no jogo, tô mentindo, eu só ficava esperando que em A qualquer momento o diretor e minha esposa iam se levantar e sair do estádio, mas não aconteceu. Acho que o motivo foi que tinha muitos pais curiosos olhando a diversão da minha esposa com o diretor da escola. A gente escolheu sentar perto da banda direita, já que o Fabio joga de 8, mas o diretor, desde que nos viu chegar, começou a sorrir e fazia sinais pra gente sentar do lado dele. A providência me salvou porque um pai que sempre fala muito comigo me chamou. Minha esposa não percebeu e continuou andando na direção do diretor. Eu sentei do lado do meu amigo, que até hoje não faço a menor ideia do que ele me falou. Eu só balançava a cabeça, porque meus olhos e minha total concentração estavam na minha mulher, que tava sentada do lado do diretor e ria sem parar. Se eu disser que vi o jogo, tô mentindo. Fiquei atento só esperando que a qualquer momento o diretor e minha mulher se levantassem e saíssem do campo, mas não aconteceu. Acho que o motivo foi que tinha muitos pais curiosos olhando a diversão da minha mulher e do diretor da escola. Quando o jogo terminou, fomos direto pegar o carro e, já dentro, a gente mal falou sobre o que aconteceu porque o Fabio tava junto. De noite, quando fomos deitar, não aguentei mais e perguntei o que ela tanto falava com o diretor. Ela disse: – Ele me convidou pra sair na próxima sexta. Parece que tá muito seguro de si, porque disse que você mesmo vai levar a gente pra um motelzinho fora da cidade e voltar no dia seguinte. Falou isso e virou pra dormir com um sorrisão no rosto. Eu tive uma ereção tão forte que mal consegui dormir. Parece que no sábado meu filho e o time dele ganharam o jogo de futebol, e eu ganhei uns chifres educativos. haha No dia seguinte, antes de chegar em casa, fui fazer compras e dei a maior surpresa que ela pode imaginar. Comprei uma calça preta super justa que, com a bunda gostosa dela, vai ser um escândalo. Mas o melhor é a blusa, que é de um tecido... Parecida à seda que cai, com um decote que vai até o umbigo, é tipo uma gola caída que deixa tudo aberto na frente. Não vou negar que demorei pra decidir, mas quanto mais eu olhava pra ela, mais dura ficava minha pica. Além disso tudo, comprei uma jaqueta preta que combina com o conjunto todo.

Minha esposa deu pulos de alegria, porque amou tudo, e me disse: "Amanhã você vai e me compra uma tanga preta de renda, bem pequenininha, pra ficar completa". Nem preciso dizer que ela experimentou a roupa me deixando de pau duro, e não tive outra escolha senão bater uma punheta na frente dela enquanto ela me olhava e ria. Lá no fundo, tinha uma mistura estranha de sentimentos conflitantes: raiva, tesão, humilhação e excitação que eu nunca tinha sentido antes. Eu contava as horas pra eles se verem.

Amália me disse que ia levar os dois no meu carro, como o diretor pediu, já que ele é casado e tem três filhos. Ele disse pra esposa que ia pra uma reunião de diretores de escola, pra não levantar suspeitas. Tava tudo combinado. No sábado, minha mulher se vestiu com todas as roupas que eu dei. Ela tava excitada, feliz, igual criança pensando em alguma travessura, com uma risada nervosa o dia quase inteiro. À tarde, saímos de casa às 16h, como combinamos, deixando o Fabio na casa dos avós. Minha esposa sentou do meu lado, e eu pensei que a Amália tinha esquecido o acordo com o diretor, mas depois de alguns quilômetros, ela falou: "Vê aquele posto? Estaciona lá."

Eu disse que o tanque tava cheio, mas ela deu um sorriso doce, sem falar mais nada. Meu coração disparou quando, de longe, vi o diretor da escola esperando a gente lá. Parei o carro do lado dele, e minha mulher deu um beijo na bochecha dele e foi pra trás, sentar do lado do diretor. Fiquei tão nervoso que tentei ligar o motor, que nem tinha desligado. O diretor me cumprimentou. Muito educadamente, ele beijou minha esposa no rosto, e depois começou uma conversa besta sobre escola e crianças. Eu tentava não olhar pelo retrovisor, mas a vontade e o nervosismo eram mais fortes que eu, que era o motorista! Devo dizer que o comportamento do Diretor foi de um verdadeiro cavalheiro, ele só dizia pra minha esposa como ela estava linda vestida, e ela respondia que eu tinha comprado toda a roupa. Ele sorriu e disse: "Isso eu gosto, que os cornínhas preparem suas mulheres pra mim. Nossos gostos são parecidos", e os dois riram pra caralho. Quando chegamos no hotel, parei na frente e minha esposa me olhou e, com aquele sorriso que nunca a abandonava, disse: "Querido, a gente se vê amanhã cedo." E acenou a mão me dando tchau. Virou o rosto pro Diretor e, olhando pra ele, aproximou os lábios enquanto dizia: "Vamos, machão?" O Diretor segurou ela pela nuca e beijou ela com força na boca, eu não podia acreditar no que tava vendo. Era uma briga de línguas, e pra piorar, o guarda de bagagem tinha se aproximado e ouvido tudo, me chamando de "querido" e o Diretor de "machão", e pra não deixar dúvidas, ao descer, minha mulher disse: "Não, não vamos guardar o carro, meu marido só veio me acompanhar pra eu me divertir com meu macho." Em seguida, juntaram as bocas de novo, uma mão do Diretor foi pro cu dela, puxando ela mais pra perto dele, como se o volume dele quisesse encostar na buceta dela e ela sentir a dureza, a outra mão começou a apertar com força um peito da que até poucos minutos atrás era minha fiel esposa. Ela esticava os braços pro céu como se quisesse se pendurar nele, enquanto com uma das pernas esfregava a panturrilha do Diretor. O guarda do estacionamento não entendia nada e, quando se virou pra mim, fiquei petrificado. Liguei o motor e acelerei fundo, tentando sumir rápido. Depois de deixar Amália com meu macho no hotel, tirei toda a roupa ao chegar em casa, me tranquei no nosso quarto e me... Fiz uma punheta lembrando de tudo que aconteceu, gozei duas vezes. Depois me sentei num dos sofás da sala com uma garrafa de uísque, tentando fazer a noite passar rápido e não dar tempo pra minha mente imaginar o que estaria rolando no hotel. Depois de alguns copos e umas bronhas, consegui dormir um pouco já de madrugada. No dia seguinte, passei pra buscá-los às 16:00 no hotel, conforme combinado.

Tive que esperar vários minutos estacionado na frente do hotel até eles saírem. Quando vi, pareciam um casal de recém-casados: a Amália estava esplêndida, e ele parecia cansado, mas isso não impediu que na despedida ele passasse a mão nela por todos os lados enquanto trocavam saliva num beijo profundo, que eu interrompi com uma buzinada pra marcar minha posição. Minha mulher, ao me ver, fez um gesto com a cabeça tipo "já vou" e, depois de várias carícias e uma leve beliscada num peito, ela veio na minha direção. Subiu no carro, me beijou e perguntou:

— Que gosto tem a saliva dele?

Eu respondi: "De cock". E ela disse:

— Cock é o que você tem, ele tem um pauzão.

Peguei o caminho pra casa dos meus sogros pra buscar nosso filho. Minha mulher me disse que ele era um homem de verdade, que o cock dele é o mais grosso que ela já provou (e me mostrou a grossura fazendo um gesto com as mãos — digo com as mãos porque com uma só não dava pra descrever), e que à noite eu teria que me contentar com, no máximo, um boquete, porque a buceta dela tava muito dolorida. A única coisa que fiz com minha mulher foi mandar ela me contar tudo que rolou no hotel. Aqui escrevo literalmente o que ela me disse:

"Olha, amor, foi tudo fabuloso. O Diretor é um cavalheiro em todos os sentidos, me tratou como uma rainha e com muita suavidade, claro, exceto no que diz respeito à minha bunda. Não consigo nem sentar. Ele mordeu, lambeu, beijou até a boca dele ficar vermelha de cansaço e, claro, me comeu das 05:00 até as 08:00 da manhã — três horas metendo no meu cu. sem gozar, ele me fez ter orgasmo atrás de orgasmo, não lembro de ter gozado assim na minha vida, com certeza você vai notar a pista que ele deixou (a pista em questão é uma mordida na bunda esquerda onde minha esposa tem uma pinta). Tenho que te dizer que vou continuar vendo ele por mais tempo, gostei muito e quero continuar gozando. Dessa pica eu tenho tanta vontade que não consigo viver sem esse pauzão. Na segunda-feira teve uma reunião na escola, que aconteceu como de costume, no final eu tentei sair sem que o Diretor me visse, confesso que estava envergonhado, sentia tesão e vergonha, mas ele me alcançou e me fez acompanhá-lo até a direção, fechou a porta e disse: Obrigado, foi a coisa mais maravilhosa que já me aconteceu. Eu imaginava que sua mulher era uma puta, mas sua mulher é o triplo, nunca gozei igual e queria te dizer isso. Nisso ele estava falando comigo, quando Amália entrou e, olhando para ele, o abraçou e disse: O quê? Tá se gabando do que você me fez? Ele respondeu: É, algo assim. E se beijaram, de novo me ignorando completamente. Presenciando a cena, passou pela minha cabeça que eu poderia pedir uma bolsa para o Fabio ao Diretor, aproveitando a aventura dele com minha mulher. Sorri por dentro enquanto disfarçadamente apertava a pica que estava dura como ferro. Dias depois, na quinta-feira, o Diretor, sem ninguém dizer nada, nos chamou no escritório dele, na presença da vice-diretora e de um administrativo, e informou a mim e à minha esposa que nosso filho era merecedor de uma bolsa integral por causa das "altas notas" dele (ele mal chega à média 6, acho que não estavam falando dele), depois do brinde, chamaram o Fabio e os professores dele e todos felizes. Quando fomos para casa, o celular da minha mulher tocou, ela me olhou com um sorriso bem safado e me disse ao desligar: Ele quer me foder o fim de semana inteiro e eu disse sim. E o que você vai fazer? Minha esposa não me respondeu, continuou sorrindo, sabendo que esse mistério me excitava mais do que o fato em si. Sexta-feira, já no meu escritório, não conseguia me concentrar, sentia como se meu coração quisesse sair do peito de tão rápido que batia. Meus funcionários perceberam e ficaram me perguntando o que estava acontecendo. Imagina ter que responder o motivo da minha ansiedade. À tarde, Amália me ligou no celular pra dizer que estava numa sexshop escolhendo a lingerie que ia estrear com ele à noite, quando fosse encontrar o Diretor num lugar X pra onde eu teria que levá-la, já que do jeito que ela ia vestida, iam confundir ela com uma puta — eu falei pra ela: "é o que você é". Pra não me alongar muito, conto que minha mulher passou o fim de semana inteiro com ele, voltando no domingo já tarde da noite.

Foi a primeira vez na minha vida que vi os lábios da buceta dela inchados e muito vermelhos, mal dava pra encostar. Ela entrou na banheira, nem lembrou de dar boa-noite pro nosso filho, que a essa altura já tava dormindo, parecia que tinha esquecido completamente que era mãe e esposa. Ficou quase duas horas na banheira, e eu sentado do lado dela ouvindo tudo que ela contava, enquanto ela ia mostrando o corpo com as provas do que dizia. Foi nesse momento que, se inclinando pra frente, ela me mostrou a buceta depilada por exigência dele, e era impressionante a inflamação. As nádegas estavam roxas, na pinta que ela tem na bunda esquerda tinha uma mordida com todos os dentes marcados, e do cu nem vou falar — imagina como o rabo tava aberto, como nunca tinha visto. Os peitos dela estavam cheios de hematomas, de chupões, um mamilo tava muito ruim, como se estivesse cortado, e os lábios vermelhos de tanto beijar ele. Sem falar nas roupas dela, todas estragadas com manchas de porra do macho dele.. A semana inteira a gente ficou falando sobre isso, e toda vez que ela lembrava de um detalhe, me ligava no escritório e contava. Acho que me masturbei umas vinte vezes na semana toda. Depois daquele fim de semana, minha mulher nunca mais foi a mesma, deixou de ser minha mulher, deixou de ser a Mãe do Fábio, nosso filho, pra se tornar a mulher do Diretor. Só vivia em função dele. Chegou até a me falar: "Cornão, hoje meu macho pediu pra não transar contigo, porque tenho que ficar descansada pra foda que ele vai me dar no sábado. Ah, e por sinal, marquei com o ginecologista pra colocar o DIU de novo, porque ele não gosta de usar camisinha e não quero risco, pelo menos por enquanto. Mais pra frente, quem sabe, eu queira ter um filho com ele."

Tô com medo disso sair do meu controle. O Diretor virou o dono e senhor dela. No próximo relato, vou contar como isso termina.

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