Tía nalgona ( relato)

Tia bunduda. Oi, me apresento, sou o Juan, 18 anos recém-completados. Como vocês podem saber, se eu gosto da minha tia, isso começou há um tempo, para ser exato, há 3 anos. Tanto eu quanto meu pai morávamos na casa do meu avô, e minha tia mora bem em frente à nossa casa, então quase sempre a visitávamos. Ela tem uma loja na qual comecei a trabalhar aos 15 anos. Vocês sabem, não era nada complexo, só arrumar os produtos e manter a loja limpa. Como não me tomava muito tempo fazer isso, depois de terminar na loja, eu seguia com minha lição de casa. Nunca fui o melhor na escola, mas tentava me manter. Bom, a lição de casa eu fazia na casa da minha tia até terminar e depois ia para minha casa. O lugar onde eu fazia minha lição era um escritório que antes minha tia usava como depósito. Claro, eu com 15 anos era bem curioso, então entre fazer a lição e fuçar as coisas do escritório, um dia encontrei algo estranho, haha, se é que pode chamar assim. Em uma das várias sacolas pretas, tinha uma que não havia sido aberta, então decidi abrir. Ao abrir aquela sacola, no começo encontrei alguns sutiãs, alguns normais, outros mais ousados. Depois, mais embaixo na mesma sacola, havia calcinhas, tudo de mulher, obviamente. Fuçando não muito fundo, encontrei tangas, fio-dental, tudo super quente e pequeno. Aos 15 anos, aquilo era um paraíso. Até aí, estava tudo fenomenal. Passaram-se alguns dias, me masturbei com algumas daquelas roupas, deixando rastros do meu esperma. Isso foi numa quarta-feira em que minha tia saiu para comprar coisas para a loja. Eu suspeitava que aquelas roupas eram da minha tia e não me enganei. Num fim de semana em que minha tia não abre a loja, ela me perguntou se eu podia ir à casa dela para ajudá-la. Como não tinha nada para fazer, me dispus a ir, além do que ela me dava dinheiro, então não tinha problema. A partir do episódio das tangas, comecei a reparar muito nela. Ela não era nada espetacular, uma mulher com sobrepeso, talvez 1,60m, com o cabelo cacheado muito longo, que chegava até a bunda, os peitos muito pequenos, tinha uma certa barriga e... gordinha, mas o prêmio daquela mulher era a bunda, que era enorme. Ela sempre usava calça jeans larga, nada de roupa justa. Mesmo com as calças largas, aquele rabo parecia que ia explodir pra fora. Então, sempre que tinha chance, eu dava uma olhada na bunda dela. Pra ser sincero, era bem descarado mesmo, mas, com 15 anos, eu não ligava pro que podia acontecer. Então, no dia seguinte, de manhã, eu levantei e fui direto pra casa dela, já com vontade de admirar aquelas nádegas gigantes.

**Juan:** (bate na porta)

**Tia:** Nossa, chegou cedo, haha. Que raro pra você. Mas entra, temos muito o que fazer.

**Juan:** Obrigado, tia. E pra que precisa da minha ajuda? (senta na sala)

**Tia:** Bom, pra desempacotar as coisas que guardei no depósito. Quando cheguei aqui, só me dediquei a trabalhar, então não tive tempo pra isso. (vai pra cozinha)

**Juan:** (olhava pra bunda dela sempre que podia. Quando ela entrou na cozinha, foi um espetáculo. Aquele rabão balançando de um lado pro outro.) Ah, tá bom. Então, o que estamos esperando?

**Tia:** Desculpa, mas eu vou tomar café da manhã. Aliás, você já tomou? (serve café)

**Juan:** Ah, eu já tomei, tia. Obrigado.

**Tia:** Tem certeza que não quer nada? Se quiser, pega alguma coisa na lojinha.

**Juan:** (Isso me surpreendeu, porque ela não era nada de dar, além de que nunca nos demos muito bem. Só trocávamos poucas palavras, já que ela tem um temperamento meio forte.) Não, muito obrigado.

**Tia:** (Só sentou na mesa de jantar sem dizer nada, tomou seu café e comeu algumas bolachas.)

**Juan:** (Me senti meio desconfortável, já que não tinha uma palavra sequer. Ela acabou de levantar da cadeira pra deixar a xícara. Claro, não perdi a oportunidade de olhar pra bunda dela. Por sorte, ela estava de short e camiseta. Mesmo o short sendo largo, as nádegas dela estavam quase devorando o tecido.)

**Tia:** (Deixou a xícara pra lavar e também puxou o short de dentro da bunda, já que estava muito enfiado.) Bom, se quiser, temos que subir pra começar a mover as bolsas.

**Juan:** Sim, tia, vamos. (Deixei ela subir primeiro.) já sabem por que kkkk, embora eu não dê muita importância ao gesto de cavalheirismo, porque na verdade ela odeia homens, nunca se casou, nem mesmo teve namorado, e com 42 anos, então eu não tinha muita esperança de que algo acontecesse) passe primeiro, você.
Tia: bom, agora as bolsas que eu quero são onde está toda minha roupa e outra de roupa íntima, mas onde estarão?
Juan: (assim que ouvi o que era, já sabia quais bolsas eram, mas não sabia se devia dizer ou não kkkk, sabem, eu pareceria um fofoqueiro ou não, sei lá) ok, bem, a de roupa acho que é essa que está em cima do sofá.
Tia: pode me passar, por favor? se for, eu te aviso.
Juan: sim, claro, aqui está, tome.
Tia: é, acho que é sim, bom, agora só falta minha roupa íntima, você pode ver aí pra não tirar tudo, suponho que você sabe o que é um sutiã.
Juan: kkkk acho que sim, me parece que vi uma alça disso nessa bolsa, sim, está aqui.
Tia: nossa, não foi tão difícil, acho que você já tinha identificado bem elas.
Juan: bem, é que não pude evitar mexer nelas pra poder fazer minha tarefa aqui.
Tia: bom, isso foi rápido, agora pode levá-las pro meu quarto, por favor?
Juan: sim, claro, onde é? (não sabia onde ficava o quarto dela, já que a casa tem 3 quartos e nunca entrei em nenhum)
Tia: me segue, é o quarto do fundo, bom, deixa eu achar a chave (cai) ai, acho que é essa que caiu, eu pego (como eu estava com as mãos ocupadas pelas bolsas, acho que foi por isso).
Juan: (assim que ela se abaixou, foi inevitável, o short foi devorado de novo por aquela bunda enorme)
Tia: ah, não gosto desse short (tira na frente do sobrinho, abre a porta)
Juan: (já estava ficando excitado só de ver como ela se abaixou na minha frente e como tirou a calcinha, também achei estranho ela expressar que não gostava do short) uau, está muito bonito (pra não dizer estranho kkkk, tinha umas cadeiras de couro penduradas na parede, como se fosse pra amarrar uma pessoa)
Tia: ai, esqueci que tinha isso aqui, que vergonha, bom, só... ok, as... Bolsas aí e eu vou arrumar isso... Bom, acho que já é hora de você ir. Deixei um dinheiro na sala de jantar, pega e te vejo na segunda.
Juan: (Acho que ela ficou nervosa quando eu entrei no quarto e vi aquilo, ela ficou super nervosa, então só desci pra sala, peguei minha grana e vazei. Claro, fiquei com um tesão da porra por causa da vista daquele rabo, então me masturbei pensando nela a noite toda e no domingo também).
Na segunda, cheguei da escola e comecei a arrumar as garrafas de refri, mas precisei passar atrás do balcão pra organizar os laticínios. Nunca tinha sido tão difícil fazer isso, porque eu nunca tinha reparado no rabo da minha tia. Então, toda vez que eu me mexia atrás do balcão, esfregava a parte da minha pelve e meu pau nas nádegas dela. Isso me deixou super duro, então quando subi pro escritório não consegui avançar na tarefa. Fui até o quarto dela, bem cauteloso, abri a porta — que não estava mais trancada — e uau, lá estava aquilo pendurado no teto: um arnês e parafernalhas sexuais. Na frente, uma máquina de penetração (isso eu sabia pelo pornô que via, kkk). Foi aí que percebi que minha tia era uma puta de carteirinha.
Continua… Espero que gostem pra poder trazer a segunda parte. Esses relatos vão ficar no meu perfil por um preço bem baixo, mas preciso saber se vocês curtem. Valeu pelo apoio!

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