Bom sábado pra todo mundo!!! Como sempre, trago relatos cem por cento reais, só pra deixar claro pra quem acha que são minhas fantasias, mas não é nada disso. Na quinta, minha fiel amiga, a grega, me pediu pra acompanhar ela no Shopping Abasto, porque queria comprar uma calça que tinha visto. Lógico que eu topei, e nos encontramos na porta do shopping. Calça jeans, camiseta e tênis pra ficar confortável. Ficamos andando e queríamos comprar tudo, haha. Chegamos na loja onde estava a calça, e a grega fez a compra dela. Fomos pra praça de alimentação tomar um café. Tava lá, tomando nosso café, e decidimos dar mais uma volta inteira no shopping. Quando passamos por uma loja de bolsas, eu e a grega paramos pra olhar. Lá dentro da loja, eu vi ele: uns 50 anos, loiro, alto. Fixei o olhar nele e ele sorriu. A grega tava vidrada nas bolsas e nem percebeu o que tava rolando. Continuei olhando, e ele fez sinal pra eu entrar. Falei pra grega que ia entrar pra perguntar uma coisa. Entrei e o cara me cumprimentou com um sorriso enorme. "Não queria ficar sem saber seu nome", ele disse. "Te vi passando há pouco e meus olhos foram atrás do final das suas costas", falou delicadamente. Sei que a calça jeans apertada realça muito minha bunda, e eu aguento um monte de grosseria, então a delicadeza dele me arrancou uma risada. "Bom, eu não queria te dizer o que realmente me chamou a atenção", ele falou e também riu. "Vejo que você tá acompanhada, senão te convidava pra um café." Não quis ser tão óbvia, então perguntei o preço de uma das bolsas. Quando ele falou, quase caí de bunda, caríssima. "Não é pra mim", falei e ri. "Sou o dono da loja. Eu tenho algo que você gosta, e você tem algo que me deixou louco", ele soltou na lata. Ri de novo, e ele falou sério: "Vou levar isso como um não?" "Olha, você tá me oferecendo a bolsa em troca de transar como se eu fosse uma puta?" O cara ficou nervoso e a cara dele mudou completamente. "Desculpa, mil desculpas, não quis te ofender, não quero confusão. Tranquilo, tava pensando nisso, falei rindo. O cara não entendia nada. Cê acha que essa bunda vale essa bolsa? Vale muito mais, ele falou. Espera aí. Saí e contei pra grega — que, vale dizer, é minha cúmplice nas minhas aventuras — o que tava rolando. Cê é louca, puta! Olha se vai dar a buceta por uma bolsa, nena! Isso é coisa de piranha, ela falou, e a gente riu. Vem, falei. Entramos e falei pro cara: Quero essa bolsa e a marrom da vitrine que minha amiga gostou. Achei que o cara ia mandar a gente pastar, mas pelo contrário, ele falou: Desçam pro depósito enquanto eu fecho. A grega me olhou e disse: Puta, que porra é essa, ele quer me comer também? Não, puta, falei, deixa comigo. Pensei no arriscado que era o cara deixar a gente passar assim e, como não sou uma otária de má vida, falei pra ele. Se me roubarem, te garanto que não saem daqui, a segurança aqui é extrema, ele falou sorrindo. Pra acalmar a grega, expliquei: Olha, aqui a piranha sou eu, minha amiga só me acompanha. Com tudo que você tem, dá e sobra, fiquem tranquilas, meninas. Não deu tempo pra mais nada, ele pegou nos meus peitos e começou a me beijar de língua. A grega sentou numa caixa do depósito. Massageei a rola dele, que já tava duríssima. Me mostra o quão piranha você é, ele falou com a voz trêmula de tesão. Me ajoelhei, abaixei o zíper e tirei a rola dura e inchada. Chupei como sei, e o cara tava louco. Falava pra grega como eu chupava bem a rola. Levantei e ele ordenou: Fica pelada, quero ver essa bunda. Abaixei o jeans, tava de microtanga azul, tirei a camisa e meus peitos pularam. Filha da puta, que pedaço de carne você tem, ele falou. Me fez chupar a rola dele de novo. Ele não se despiu, só tirou a calça pra ficar mais à vontade. De novo a rola na minha boca. Ele me bombou um pouco e mandou eu me apoiar na parede. Me posicionei bem aberta e senti a rola entrando até o fundo da minha pussy. Uff, que puta que você é, piranha, ele falava enquanto me comia. O cara me agradava, então não tava fingindo. Gozava de verdade. Assim, forrada, assim me fode. O cara começou um vai e vem suave que me fez gozar pra caralho. Minhas pernas tremiam. Vem, encosta nas caixas, quero fazer teu cu. Me acomodei o melhor que pude e falei: coloca tudo. Meu cu se abriu de par em par e foi entrando entre gemidos e xingamentos. Você não pode ter essa bunda assassina, ele dizia enquanto me comia. Ele me comia devagar e eu gemia, de repente senti ele amassando meus peitos, senti os lábios dele e me surpreendi. Abri os olhos e era a grega me chupando um peito. O cara ficou louco com a cena e deu ordens pra ela enfiar meu peito na boca dela. Eu tinha uma pica no cu, mas não saía do espanto de a grega estar me chupando. Tira a roupa, Hilda, falei. A grega ficou pelada em 2 segundos, tinha se excitado e não tinha volta. Chupei os peitos dela, que sempre gostei, e comecei a bater punheta pra ela usa a palavra: buceta enquanto o cara continuava dentro do meu cu. Chupa a buceta dela enquanto eu como ela, ele disse. A grega me olhou e eu falei: vai, filha da puta, chupa. Senti a boca da grega e minha buceta explodiu. Gozei pra caralho. O cara tirou ela do meu cu. Que aguento tem esse filho da puta. Apoiou a grega na parede e enfiou na buceta dela. Comia ela devagar e a grega choramingava. Hilda gozou com gritinhos. O cara pediu pra gente ficar de joelhos na frente da pica dele. Chupamos juntas, nos beijando com a pica no meio. Putas de merda, vou gozar, ele disse e deu uma porrada de porra na nossa cara. Nos beijamos com a Hilda e limpamos as caras com as línguas, saboreando a porra. Levantamos, nos vestimos rindo com a grega do que tinha acontecido. Saímos do lugar com as bolsas, mas com uma porta aberta entre nós pra viver muitas coisas juntas. Beijos e bom fim de semana.
Bom sábado pra todo mundo!!! Como sempre, trago relatos cem por cento reais, só pra deixar claro pra quem acha que são minhas fantasias, mas não é nada disso. Na quinta, minha fiel amiga, a grega, me pediu pra acompanhar ela no Shopping Abasto, porque queria comprar uma calça que tinha visto. Lógico que eu topei, e nos encontramos na porta do shopping. Calça jeans, camiseta e tênis pra ficar confortável. Ficamos andando e queríamos comprar tudo, haha. Chegamos na loja onde estava a calça, e a grega fez a compra dela. Fomos pra praça de alimentação tomar um café. Tava lá, tomando nosso café, e decidimos dar mais uma volta inteira no shopping. Quando passamos por uma loja de bolsas, eu e a grega paramos pra olhar. Lá dentro da loja, eu vi ele: uns 50 anos, loiro, alto. Fixei o olhar nele e ele sorriu. A grega tava vidrada nas bolsas e nem percebeu o que tava rolando. Continuei olhando, e ele fez sinal pra eu entrar. Falei pra grega que ia entrar pra perguntar uma coisa. Entrei e o cara me cumprimentou com um sorriso enorme. "Não queria ficar sem saber seu nome", ele disse. "Te vi passando há pouco e meus olhos foram atrás do final das suas costas", falou delicadamente. Sei que a calça jeans apertada realça muito minha bunda, e eu aguento um monte de grosseria, então a delicadeza dele me arrancou uma risada. "Bom, eu não queria te dizer o que realmente me chamou a atenção", ele falou e também riu. "Vejo que você tá acompanhada, senão te convidava pra um café." Não quis ser tão óbvia, então perguntei o preço de uma das bolsas. Quando ele falou, quase caí de bunda, caríssima. "Não é pra mim", falei e ri. "Sou o dono da loja. Eu tenho algo que você gosta, e você tem algo que me deixou louco", ele soltou na lata. Ri de novo, e ele falou sério: "Vou levar isso como um não?" "Olha, você tá me oferecendo a bolsa em troca de transar como se eu fosse uma puta?" O cara ficou nervoso e a cara dele mudou completamente. "Desculpa, mil desculpas, não quis te ofender, não quero confusão. Tranquilo, tava pensando nisso, falei rindo. O cara não entendia nada. Cê acha que essa bunda vale essa bolsa? Vale muito mais, ele falou. Espera aí. Saí e contei pra grega — que, vale dizer, é minha cúmplice nas minhas aventuras — o que tava rolando. Cê é louca, puta! Olha se vai dar a buceta por uma bolsa, nena! Isso é coisa de piranha, ela falou, e a gente riu. Vem, falei. Entramos e falei pro cara: Quero essa bolsa e a marrom da vitrine que minha amiga gostou. Achei que o cara ia mandar a gente pastar, mas pelo contrário, ele falou: Desçam pro depósito enquanto eu fecho. A grega me olhou e disse: Puta, que porra é essa, ele quer me comer também? Não, puta, falei, deixa comigo. Pensei no arriscado que era o cara deixar a gente passar assim e, como não sou uma otária de má vida, falei pra ele. Se me roubarem, te garanto que não saem daqui, a segurança aqui é extrema, ele falou sorrindo. Pra acalmar a grega, expliquei: Olha, aqui a piranha sou eu, minha amiga só me acompanha. Com tudo que você tem, dá e sobra, fiquem tranquilas, meninas. Não deu tempo pra mais nada, ele pegou nos meus peitos e começou a me beijar de língua. A grega sentou numa caixa do depósito. Massageei a rola dele, que já tava duríssima. Me mostra o quão piranha você é, ele falou com a voz trêmula de tesão. Me ajoelhei, abaixei o zíper e tirei a rola dura e inchada. Chupei como sei, e o cara tava louco. Falava pra grega como eu chupava bem a rola. Levantei e ele ordenou: Fica pelada, quero ver essa bunda. Abaixei o jeans, tava de microtanga azul, tirei a camisa e meus peitos pularam. Filha da puta, que pedaço de carne você tem, ele falou. Me fez chupar a rola dele de novo. Ele não se despiu, só tirou a calça pra ficar mais à vontade. De novo a rola na minha boca. Ele me bombou um pouco e mandou eu me apoiar na parede. Me posicionei bem aberta e senti a rola entrando até o fundo da minha pussy. Uff, que puta que você é, piranha, ele falava enquanto me comia. O cara me agradava, então não tava fingindo. Gozava de verdade. Assim, forrada, assim me fode. O cara começou um vai e vem suave que me fez gozar pra caralho. Minhas pernas tremiam. Vem, encosta nas caixas, quero fazer teu cu. Me acomodei o melhor que pude e falei: coloca tudo. Meu cu se abriu de par em par e foi entrando entre gemidos e xingamentos. Você não pode ter essa bunda assassina, ele dizia enquanto me comia. Ele me comia devagar e eu gemia, de repente senti ele amassando meus peitos, senti os lábios dele e me surpreendi. Abri os olhos e era a grega me chupando um peito. O cara ficou louco com a cena e deu ordens pra ela enfiar meu peito na boca dela. Eu tinha uma pica no cu, mas não saía do espanto de a grega estar me chupando. Tira a roupa, Hilda, falei. A grega ficou pelada em 2 segundos, tinha se excitado e não tinha volta. Chupei os peitos dela, que sempre gostei, e comecei a bater punheta pra ela usa a palavra: buceta enquanto o cara continuava dentro do meu cu. Chupa a buceta dela enquanto eu como ela, ele disse. A grega me olhou e eu falei: vai, filha da puta, chupa. Senti a boca da grega e minha buceta explodiu. Gozei pra caralho. O cara tirou ela do meu cu. Que aguento tem esse filho da puta. Apoiou a grega na parede e enfiou na buceta dela. Comia ela devagar e a grega choramingava. Hilda gozou com gritinhos. O cara pediu pra gente ficar de joelhos na frente da pica dele. Chupamos juntas, nos beijando com a pica no meio. Putas de merda, vou gozar, ele disse e deu uma porrada de porra na nossa cara. Nos beijamos com a Hilda e limpamos as caras com as línguas, saboreando a porra. Levantamos, nos vestimos rindo com a grega do que tinha acontecido. Saímos do lugar com as bolsas, mas com uma porta aberta entre nós pra viver muitas coisas juntas. Beijos e bom fim de semana.
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