- Eu te odeio! Minha filha gritou comigo e bateu a porta ao sair violentamente do meu quarto. Saí correndo atrás dela. Ela tinha trancado a porta do quarto dela.
- Filha, por favor, abre e vamos conversar.
- Vai embora!
- Eu te peço... me perdoa por ter feito tudo isso... não consegui me controlar e eu errei.
- Como você pôde... transar com minhas amigas?
- Não sei o que deu em mim! Não consegui dominar a situação.
- Com que cara vou olhar pra elas agora?
O diálogo com a porta no meio durou alguns minutos, durante os quais as garotas aproveitaram para se vestir e ir embora de táxi. Voltei derrotado e triste pra minha cama, sem conseguir pegar no sono. Tomei outro banho pra tirar o cheiro de sexo e relaxar, mas também não adiantou.
Por volta das 8h, Alana entrou no meu quarto, ainda de pijama. Eu estava na cama pelado, mas coberto com os lençóis.
- Podemos conversar?
O rosto dela denotava que tinha chorado.
- Claro, filha. Vem. Deita aqui.
Ela se deitou ao meu lado, entrou rapidinho debaixo das cobertas e apoiou a cabeça no meu peito.
- Eu te amo, pai. Me doeu muito o que você fez.
- Eu também te amo, filha. Não quis te machucar, é só que faz muito tempo que não transo e meu desejo foi mais forte que meu controle.
Beijei sua testa, tentando mostrar meu afeto.
- Não me trata como uma criança. Já sou mulher. Você não me entende.
- Não. Não entendo. Gostaria de entender.
Ela se levantou e, me olhando nos olhos, me beijou na boca. Fiquei gelado.
- Eu te amo. Como mulher. E me doeu muito que eu fosse a única que você não tocou.
- Mas... você é minha filha! Como eu pensaria numa coisa dessas?
- E daí que sou sua filha? Eu também gosto de foder, sabia?
- Mas... Alana!
- O quê? Não acho bonita? Não te esquento?
- Não é isso... Você é minha filha! Não te vejo assim!
Ela se ajoelhou na cama e ficou por cima de mim. Sua buceta ficava a poucos centímetros do meu pau. Pelo menos ela estava de calcinha.
- Olha pra mim, então.
Ela tirou a camiseta, mostrando seus peitinhos pequenos com mamilos grandes. Depois pegou minhas mãos e as levou... em direção a elas. Eu não as tirei. - Ali... - O que foi, papi? Não gostou? Passei minhas mãos pelas suas nádegas. - E o que você acha da minha bunda? Não quer abri-la? Senti um formigamento no meu pênis ao ouvi-la falar assim. - Não me diga essas coisas, por favor! Ela levou um dos meus dedos à boca e o chupou, depois o apoiou no seu buraquinho enquanto puxava a calcinha com a outra mão. Fez pressão e meu dedo entrou um centímetro. Não só não a detive, como fiquei de pau duro. - Mmm... Sabia que você ia gostar da minha bunda. Ela sorriu com uma expressão perversa e, em movimentos rápidos, tirou a calcinha e se posicionou sobre mim em 69. Sua buceta e seu cu estavam tão perto que eu sentia o calor e o cheiro de mulher. Ela, por sua vez, não perdeu tempo e começou a acariciar e esfregar meu pênis contra o rosto. - Que pau lindo... Faz tempo que quero vê-lo de perto e tocá-lo... e chupá-lo! Dito isso, começou uma chupada que foi de suave a frenética em segundos. Fechei os olhos, resistindo fracamente. - Ali... amor... não devíamos estar fazendo isso! - Se não devíamos, por que está abrindo minha bunda? Era verdade, minhas mãos estavam em suas belas e lisas nádegas, separando-as para me oferecer uma vista completa de seus buracos sem pelos. Eram irresistíveis. Aproximei meu nariz para sentir melhor o cheiro de sua vagina. Alana parou a chupada. - Vai, Esteban. Chupa ela. Anima. Sei que está morrendo de vontade de saber que gosto tem! Não podia acreditar que essa forma de falar saísse da minha filha, mas senti que devia prová-la pelo menos. Estiquei e passei minha língua suavemente. Depois, outra vez... e outra... e mais uma... e não parei mais. - Aahhh.. Isso! Que bem que você chupa! Você gosta! Suas provocações me deixavam ainda mais excitado. Enfiei a ponta de um dedo em seu cu. - Ai, assim você vai me fazer gozar logo! Aumentei a atividade com minha língua e enfiei o dedo mais fundo. Desejava dar-lhe prazer. Seu orgasmo veio imediatamente e com seus gemidos um líquido adocicado saiu dela. Bebi, espantado. Nunca tinha visto uma mulher ela ficou tão molhada. - Aaai siim... Aaai siim... Aaaaaiii... Que filhadaputaaaa! Ela se acomodou como se fosse me montar com a cabeça apoiada no meu peito, respirando ofegante. Eu a segurava pelas coxas. - Isso foi incrível! Agora você vai me dar o que eu tanto quero, não é, papi? Toda vez que ela me chamava de "papi" com aquela vozinha fingida era para pedir algo que eu normalmente não aceitaria, mas sempre acabava cedendo. Agora ela estava em cima de mim, com meu pau na mão levando até a entrada de sua buceta pulsante. Eu sabia que tinha que botar um limite, que isso era muito errado... mas o corpo dela, a pele, o cheiro... tudo era irresistível. Minha moral se apagou e ela desceu a pélvis de uma só vez, enfiando até o fundo. - Aaaahhh... como eu queria isso, papi! Ela subia e descia devagar, até pressionar a pélvis contra a minha. - Ufff... Não acredito como é bom! - Você gosta da minha buceta, papi? - Eu adoro, filhinha! - Fico feliz que você goste. E estamos só começando! Quero que você me coma muito! Ouvir essas palavras teve um efeito devastador na minha consciência. Eu virei um comedor e ela era a mulher. Só queria dar prazer a ela e receber dela. Agarrei firme suas nádegas e marquei um novo ritmo mais forte. - Aah. Ahh. Aah. Isso. Isso. Issooo. Me come, papi! - Mmmhh! Virei ela e fiquei por cima. Levantei suas pernas e enfiei até o fundo. - Aaaai papiii! Você me deixa louca! Fodi forte nessa posição por alguns minutos sem parar. As pernas dela começaram a tremer e os gemidos viraram gritinhos. - Aaii... Aaii... AAAIII! Ela gozou pela segunda vez. Dei um respiro e saí por alguns segundos. Minha ereção estava dura como pedra e brilhava por causa dos fluidos daquela buceta viciante. - Ufff... ufff... Nunca gozei assim antes. Continua, por favor! - Não acredito como você me deixa excitado! Claro que vou continuar. Deitei ao lado dela, levantei uma perna e enfiei assim cruzada, aumentando o atrito no clitóris. Fui mais devagar mas também mais fundo. Nossos olhares se cruzaram. Éramos puro desejo. Ele me beijou nos lábios ou fui eu que o beijei.
- Mmm...
Ali... eu vou... - Eu sei. Faz dentro. Quero que você exploda dentro de mim!
- Mas... - Não se preocupa. Tô tomando anticoncepcional há tempos!
Me enche com seu leiteee!
Isso foi suficiente. Não aguentava mais e a permissão dela foi um gatilho. Queria gozar dentro dela. Não me importava com mais nada. Fiz.
- Aaaaahhhh.... siiiim!
- Aaayy, papaiii! Você tá me enchendooo!
Foi o orgasmo mais longo da minha vida. Não queria que aquela sensação acabasse nunca. Fiquei dentro dela mais alguns instantes.
- Uufff... não acredito! Você é um animal, papai! Não imaginava que você seria assim!
- Ahhh... A verdade é que nunca estive com uma mulher tão gostosa que me esquentasse tanto!
- Obrigada! Você me deu tudo que eu queria!
- Te daria muito mais! Te amo, Alana!
- Sério que tá dizendo? Eu te amo, Esteban!
Ele me beijou metendo a língua na minha boca com paixão. Eu não fiquei parado e respondi entrelaçando minha língua com a dele. Depois nos acariciamos e fomos ficando com sono, assim suados e cheios dos fluidos um do outro.
- Filha, por favor, abre e vamos conversar.
- Vai embora!
- Eu te peço... me perdoa por ter feito tudo isso... não consegui me controlar e eu errei.
- Como você pôde... transar com minhas amigas?
- Não sei o que deu em mim! Não consegui dominar a situação.
- Com que cara vou olhar pra elas agora?
O diálogo com a porta no meio durou alguns minutos, durante os quais as garotas aproveitaram para se vestir e ir embora de táxi. Voltei derrotado e triste pra minha cama, sem conseguir pegar no sono. Tomei outro banho pra tirar o cheiro de sexo e relaxar, mas também não adiantou.
Por volta das 8h, Alana entrou no meu quarto, ainda de pijama. Eu estava na cama pelado, mas coberto com os lençóis.
- Podemos conversar?
O rosto dela denotava que tinha chorado.
- Claro, filha. Vem. Deita aqui.
Ela se deitou ao meu lado, entrou rapidinho debaixo das cobertas e apoiou a cabeça no meu peito.
- Eu te amo, pai. Me doeu muito o que você fez.
- Eu também te amo, filha. Não quis te machucar, é só que faz muito tempo que não transo e meu desejo foi mais forte que meu controle.
Beijei sua testa, tentando mostrar meu afeto.
- Não me trata como uma criança. Já sou mulher. Você não me entende.
- Não. Não entendo. Gostaria de entender.
Ela se levantou e, me olhando nos olhos, me beijou na boca. Fiquei gelado.
- Eu te amo. Como mulher. E me doeu muito que eu fosse a única que você não tocou.
- Mas... você é minha filha! Como eu pensaria numa coisa dessas?
- E daí que sou sua filha? Eu também gosto de foder, sabia?
- Mas... Alana!
- O quê? Não acho bonita? Não te esquento?
- Não é isso... Você é minha filha! Não te vejo assim!
Ela se ajoelhou na cama e ficou por cima de mim. Sua buceta ficava a poucos centímetros do meu pau. Pelo menos ela estava de calcinha.
- Olha pra mim, então.
Ela tirou a camiseta, mostrando seus peitinhos pequenos com mamilos grandes. Depois pegou minhas mãos e as levou... em direção a elas. Eu não as tirei. - Ali... - O que foi, papi? Não gostou? Passei minhas mãos pelas suas nádegas. - E o que você acha da minha bunda? Não quer abri-la? Senti um formigamento no meu pênis ao ouvi-la falar assim. - Não me diga essas coisas, por favor! Ela levou um dos meus dedos à boca e o chupou, depois o apoiou no seu buraquinho enquanto puxava a calcinha com a outra mão. Fez pressão e meu dedo entrou um centímetro. Não só não a detive, como fiquei de pau duro. - Mmm... Sabia que você ia gostar da minha bunda. Ela sorriu com uma expressão perversa e, em movimentos rápidos, tirou a calcinha e se posicionou sobre mim em 69. Sua buceta e seu cu estavam tão perto que eu sentia o calor e o cheiro de mulher. Ela, por sua vez, não perdeu tempo e começou a acariciar e esfregar meu pênis contra o rosto. - Que pau lindo... Faz tempo que quero vê-lo de perto e tocá-lo... e chupá-lo! Dito isso, começou uma chupada que foi de suave a frenética em segundos. Fechei os olhos, resistindo fracamente. - Ali... amor... não devíamos estar fazendo isso! - Se não devíamos, por que está abrindo minha bunda? Era verdade, minhas mãos estavam em suas belas e lisas nádegas, separando-as para me oferecer uma vista completa de seus buracos sem pelos. Eram irresistíveis. Aproximei meu nariz para sentir melhor o cheiro de sua vagina. Alana parou a chupada. - Vai, Esteban. Chupa ela. Anima. Sei que está morrendo de vontade de saber que gosto tem! Não podia acreditar que essa forma de falar saísse da minha filha, mas senti que devia prová-la pelo menos. Estiquei e passei minha língua suavemente. Depois, outra vez... e outra... e mais uma... e não parei mais. - Aahhh.. Isso! Que bem que você chupa! Você gosta! Suas provocações me deixavam ainda mais excitado. Enfiei a ponta de um dedo em seu cu. - Ai, assim você vai me fazer gozar logo! Aumentei a atividade com minha língua e enfiei o dedo mais fundo. Desejava dar-lhe prazer. Seu orgasmo veio imediatamente e com seus gemidos um líquido adocicado saiu dela. Bebi, espantado. Nunca tinha visto uma mulher ela ficou tão molhada. - Aaai siim... Aaai siim... Aaaaaiii... Que filhadaputaaaa! Ela se acomodou como se fosse me montar com a cabeça apoiada no meu peito, respirando ofegante. Eu a segurava pelas coxas. - Isso foi incrível! Agora você vai me dar o que eu tanto quero, não é, papi? Toda vez que ela me chamava de "papi" com aquela vozinha fingida era para pedir algo que eu normalmente não aceitaria, mas sempre acabava cedendo. Agora ela estava em cima de mim, com meu pau na mão levando até a entrada de sua buceta pulsante. Eu sabia que tinha que botar um limite, que isso era muito errado... mas o corpo dela, a pele, o cheiro... tudo era irresistível. Minha moral se apagou e ela desceu a pélvis de uma só vez, enfiando até o fundo. - Aaaahhh... como eu queria isso, papi! Ela subia e descia devagar, até pressionar a pélvis contra a minha. - Ufff... Não acredito como é bom! - Você gosta da minha buceta, papi? - Eu adoro, filhinha! - Fico feliz que você goste. E estamos só começando! Quero que você me coma muito! Ouvir essas palavras teve um efeito devastador na minha consciência. Eu virei um comedor e ela era a mulher. Só queria dar prazer a ela e receber dela. Agarrei firme suas nádegas e marquei um novo ritmo mais forte. - Aah. Ahh. Aah. Isso. Isso. Issooo. Me come, papi! - Mmmhh! Virei ela e fiquei por cima. Levantei suas pernas e enfiei até o fundo. - Aaaai papiii! Você me deixa louca! Fodi forte nessa posição por alguns minutos sem parar. As pernas dela começaram a tremer e os gemidos viraram gritinhos. - Aaii... Aaii... AAAIII! Ela gozou pela segunda vez. Dei um respiro e saí por alguns segundos. Minha ereção estava dura como pedra e brilhava por causa dos fluidos daquela buceta viciante. - Ufff... ufff... Nunca gozei assim antes. Continua, por favor! - Não acredito como você me deixa excitado! Claro que vou continuar. Deitei ao lado dela, levantei uma perna e enfiei assim cruzada, aumentando o atrito no clitóris. Fui mais devagar mas também mais fundo. Nossos olhares se cruzaram. Éramos puro desejo. Ele me beijou nos lábios ou fui eu que o beijei.
- Mmm...
Ali... eu vou... - Eu sei. Faz dentro. Quero que você exploda dentro de mim!
- Mas... - Não se preocupa. Tô tomando anticoncepcional há tempos!
Me enche com seu leiteee!
Isso foi suficiente. Não aguentava mais e a permissão dela foi um gatilho. Queria gozar dentro dela. Não me importava com mais nada. Fiz.
- Aaaaahhhh.... siiiim!
- Aaayy, papaiii! Você tá me enchendooo!
Foi o orgasmo mais longo da minha vida. Não queria que aquela sensação acabasse nunca. Fiquei dentro dela mais alguns instantes.
- Uufff... não acredito! Você é um animal, papai! Não imaginava que você seria assim!
- Ahhh... A verdade é que nunca estive com uma mulher tão gostosa que me esquentasse tanto!
- Obrigada! Você me deu tudo que eu queria!
- Te daria muito mais! Te amo, Alana!
- Sério que tá dizendo? Eu te amo, Esteban!
Ele me beijou metendo a língua na minha boca com paixão. Eu não fiquei parado e respondi entrelaçando minha língua com a dele. Depois nos acariciamos e fomos ficando com sono, assim suados e cheios dos fluidos um do outro.
1 comentários - Festa do Pijama Muito Especial 3