Tia Viúva | Capítulo 4
Finalmente, a Lucía quebrou o silêncio.
-Não sei o que te trouxe aqui hoje, mas sinto que tem algo a mais na sua visita.
Congelei. Minha mente ficou em branco. O que eu ia falar pra ela?
—Você não precisa falar nada se não quiser —disse Lúcia—. Mas eu sei que tem alguma coisa te preocupando.
—Sim, é verdade —respondi—. Tem uma coisa que me preocupa.
—O que é?
É... é... que...
-Que?
-É que... eu me preocupo com você.
Lucía sorriu.
-Valeu. Isso significa muito pra mim.
-Imagina.
—Sinto que não tenho te tratado bem ultimamente. Andei muito distante.
-Não se preocupa. Eu entendo.
-Não, você não entende. Sinto que fui uma tia ruim.
-Não é verdade. Você não foi malvada. Só tá passando por um momento difícil.
- Sim, mas isso não me dá o direito de tentar te tratar melhor.
-Não se preocupa. Já tá esquecido.
Lucía me olhou nos olhos.
- Sei que não é muito, mas... você gostaria de ficar aqui comigo esta noite?
Fiquei surpreso pra caralho.
-Que?
—Gostaria de ficar aqui esta noite. Me faria sentir melhor saber que você está aqui.
-Claro que sim. Adoraria ficar aqui.
Lucía sorriu de novo, mas ficar aqui será um sinal?
-Valeu por ficar, querido. As meninas ficam mais tranquilas com a sua visita.
Naquela noite, eu e a Lúcia conversamos por horas. Ela me contou que ainda está apaixonada pelo marido e que dói muito saber que as meninas não têm mais um pai em casa, além de não saber o que fazer com o que estava por vir, não só financeiramente, mas para manter a vida delas estável. A Abigail e a Daniela vão precisar, no fim das contas, de um pai pra guiá-las, porque mesmo que a Abi já seja mais velha, isso não significa que ela não precise mais de um pai. Não sei mais como ajudar minha tia, mas fiquei feliz por vê-la sorrir por um momento. Aquele sorriso dela foi o que mais me encheu de energia — aquela boca linda dela me enche a alma.
Na manhã seguinte, me despedi da Lucía e fui embora da casa dela.
—Tia, por sinal, percebi que não tenho o número da senhora. Vou deixar o meu aqui, ó, caso precise de algo ou se quiser só alguém pra ouvir, com todo prazer vou estar aqui pra você.
- Valeu por tudo. - Sorrindo com as bochechas coradas. - Te quero, meu maduro, cuidei bem de você, espero te ver de novo e logo.
Enquanto dirigia de volta pra minha cidade, fiquei feliz por ter passado um tempo com minha tia.Mas aquela conversa à noite me deixou com muitas perguntas e, até certo ponto, tranquilo, mas ainda mais ansioso pra ficar com ela. Também me senti esperançoso de que, com o tempo, a Lúcia pudesse superar a perda dela e encontrar a felicidade de novo, mas como? Mais dúvidas surgiam: o que vai acontecer com as meninas? Quem vai cuidar da saúde mental da minha tia? Como ela vai se virar? Onde ela vai buscar apoio? Quando ela vai parar de se sentir triste? Ou o que "está por vir", segundo minha tia? Não sei como uma mulher tão gostosa como ela pode passar por isso sozinha, mas a única coisa que sei é que não quero deixá-la sozinha.Já faziam duas semanas daquele incidente em que dormi na casa dela, e mesmo tendo ficado no quarto de hóspedes, me sentia mais perto dela. Do nada, chega uma mensagem no meu WhatsApp, era minha tia, reconheci pela foto de perfil. Tenho que admitir que ela sempre foi uma mulher gostosa, mas desde que meu tio morreu, não consigo evitar de vê-la de outro jeito. Ela é de cair o cu da bunda, um anjo, loira, uma coroa que se mantém jovem, tudo que um homem precisa na vida.
-Fala, sobrinho. Espero que não esteja ocupado no próximo fim de semana, mas queria trocar uma ideia contigo. Não sei como te falar isso, mas a família não pode saber. Sinto que preciso te contar, sei que você pode me ajudar.Terminar de ler aquela mensagem fez meu coração disparar pra caralho. "Não sei como te dizer, mas a família não pode ficar sabendo"? Meu Deus, o que tava rolando? Ou a que porra ele tava se referindo? Isso tava ficando cada vez mais louco, mas dessa vez eu não tava pensando direito. Será que ele descobriu que eu tenho sentimentos por ela? De qualquer forma, dessa vez eu iria cedo. Minha namorada ficou em casa, e eu falei que ia sair de novo com minha amiga.Já virou costume sair com essa amiga sua, né?
—Fica tranquila, Jenifer. Se eu quisesse te trair, você já teria percebido, ou minha mãe teria te contado. Só vou porque ela tá com problemas com o... com o marido dela.
—Você nem sabe o que tá falando, esses dias você tá agindo muito estranho... como se tivesse escondendo alguma coisa de mim. Além disso, esse fim de semana a gente vai comemorar nosso aniversário. Como você pôde esquecer isso?
Caralho! Esqueci completamente, tava tão focado naquela mensagem que me deixava louco que esqueci meu aniversário. Além disso, já não saio com ela faz tempo e ela vai desconfiar de algo, então não sei se vale o risco. Quero a Jenifer, mas essa curiosidade pela minha tia tava me deixando mais doido ainda. Tinha que me arriscar.
-Desculpa, amor, mas é uma emergência, espero que entenda que, mesmo não podendo te contar, prometo te compensar depois.
-Não, não sei o que tá rolando contigo, mas se você não der conta disso, acho que vou ficar puto. Espero, por bem seu, que você consiga esse fim de semana.
Agora sim, tava numa encruzilhada. Já era sábado e a decisão tinha que ser tomada na hora: ou eu saía cedo, pegava o carro, ou ficava e esperava minha mina. Quando uma notificação toca, pensei que era minha namorada, mas era minha tia.
-Oi, só pra confirmar se vou te ver hoje. Se puder, te mando a localização, vou ficar lá um tempinho com minhas filhas.Pensei que se fosse algo banal, ela não teria dito tudo aquilo na mensagem anterior, mas a insistência pra eu ver minha tia fez com que eu pegasse as chaves do carro e fosse praquele lugar o mais rápido possível, com o coração batendo igual ao de um adolescente.Cheguei meio atrasado porque o local marcava um bosque com chalés pra passar férias ou descansar da cidade. Estacionei o carro e fui pro lugar exato, era bem tranquilo. Onde as meninas e minha tia estavam era bonito, um chalé, do lado um rio e uns balanços. As meninas estavam nesses balanços, desceram e vieram correndo me abraçar, embora meio confusas por eu ter vindo sozinho, estavam felizes.
-Que bom te ver de novo!- Dizia Daniela
-Desde que você veio da última vez, nossa mãe ficou um pouco menos triste, e sinceramente a gente também, então obrigada por ter vindo - disse Abi.
Não se preocupem, meninas, sabem que eu adoro estar com vocês. Sabem onde está a sua mamãe?
—Disse que se a gente te visse, era pra você ir vê-la na varandinha da cabana, que ela tinha algo importante pra te dizer a sós. — Disse Daniela.
-Haha, provavelmente ela quer que você seja nosso pai. - Disse Abigail num tom de brincadeira.
-Haha, como se acham, menininhas.
Com certeza eu adoraria ser... adoraria ser?! Meu Deus, cada vez penso mais besteira, além disso sei que é uma brincadeira da Abi, mas será que elas gostariam que eu cuidasse delas? Não sei o que tava rolando, mas cada vez que eu chegava perto daquela cabana meu nervosismo ficava mais forte. O mistério que minha tia tava criando era tão pesado que eu não conseguia me sentir segura. Então, quando me aproximei, a porta estava aberta e lá estava ela, sentada numa cadeira de balanço.
Oi... Oi... Oi, Lúcia, prazer.
-Oi, filho, entra. -Com um tom doce na voz dela.
Não dava pra acreditar como ela tava incrível, tava radiante, o cabelo solto e dourado, a pele branca e linda, não consegui me segurar e gozei.
-Hoje você tá mais gostosa que o normal, Lucia
—Sério mesmo? Achei que já não ligava mais pra esse tipo de elogio, mas muito obrigado, me faz sentir bem. Mas guarda eles pra sua namorada, senão ela vai pensar merda, haha.
- Não, ela não chega aos teus pés, Lucy. Você é muito mais gostosa.
-Haha, beleza, fica tranquilo, lembra que você é meu sobrinho.
Droga! Eu que achava que estava mais próximo dela e ela me lembra que sou sobrinho dela, isso me desanima. Mas preciso manter a compostura e saber por que ela me chamou.
—Sei que não é fácil, mas queria saber como você tá, Lucia.
—Tô... tô encarando as paradas e não sei como fazer porque não quis preocupar mais a família e não quero que fiquem sempre cuidando de mim. Me sinto não só invadida na minha vida pessoal, mas também não quero que todo mundo fique em cima porque tô me sentindo sufocada com a morte do seu tio, e ainda mais agora que aconteceu uma coisa que eu não sabia.
—Você tá me preocupando demais, tia.
Será que fiz algo? Ou o que será, quando de repente vejo que suas mãos lindas, tão gostosas, vão como se fossem abraçar algo, mas só vejo elas descendo até a barriga dela. Foi aí que eu fiquei em choque, porque soube o que tava rolando.
-Tia... Você?
—Tô grávida, sobrinho. E não sei o que fazer, mas quero que você me ajude.
¡¿Eu?!
Finalmente, a Lucía quebrou o silêncio.
-Não sei o que te trouxe aqui hoje, mas sinto que tem algo a mais na sua visita.
Congelei. Minha mente ficou em branco. O que eu ia falar pra ela?
—Você não precisa falar nada se não quiser —disse Lúcia—. Mas eu sei que tem alguma coisa te preocupando.
—Sim, é verdade —respondi—. Tem uma coisa que me preocupa.
—O que é?
É... é... que...
-Que?
-É que... eu me preocupo com você.
Lucía sorriu.
-Valeu. Isso significa muito pra mim.
-Imagina.
—Sinto que não tenho te tratado bem ultimamente. Andei muito distante.
-Não se preocupa. Eu entendo.
-Não, você não entende. Sinto que fui uma tia ruim.
-Não é verdade. Você não foi malvada. Só tá passando por um momento difícil.
- Sim, mas isso não me dá o direito de tentar te tratar melhor.
-Não se preocupa. Já tá esquecido.
Lucía me olhou nos olhos.
- Sei que não é muito, mas... você gostaria de ficar aqui comigo esta noite?
Fiquei surpreso pra caralho.
-Que?
—Gostaria de ficar aqui esta noite. Me faria sentir melhor saber que você está aqui.
-Claro que sim. Adoraria ficar aqui.
Lucía sorriu de novo, mas ficar aqui será um sinal?
-Valeu por ficar, querido. As meninas ficam mais tranquilas com a sua visita.
Naquela noite, eu e a Lúcia conversamos por horas. Ela me contou que ainda está apaixonada pelo marido e que dói muito saber que as meninas não têm mais um pai em casa, além de não saber o que fazer com o que estava por vir, não só financeiramente, mas para manter a vida delas estável. A Abigail e a Daniela vão precisar, no fim das contas, de um pai pra guiá-las, porque mesmo que a Abi já seja mais velha, isso não significa que ela não precise mais de um pai. Não sei mais como ajudar minha tia, mas fiquei feliz por vê-la sorrir por um momento. Aquele sorriso dela foi o que mais me encheu de energia — aquela boca linda dela me enche a alma.
Na manhã seguinte, me despedi da Lucía e fui embora da casa dela.
—Tia, por sinal, percebi que não tenho o número da senhora. Vou deixar o meu aqui, ó, caso precise de algo ou se quiser só alguém pra ouvir, com todo prazer vou estar aqui pra você.
- Valeu por tudo. - Sorrindo com as bochechas coradas. - Te quero, meu maduro, cuidei bem de você, espero te ver de novo e logo.
Enquanto dirigia de volta pra minha cidade, fiquei feliz por ter passado um tempo com minha tia.Mas aquela conversa à noite me deixou com muitas perguntas e, até certo ponto, tranquilo, mas ainda mais ansioso pra ficar com ela. Também me senti esperançoso de que, com o tempo, a Lúcia pudesse superar a perda dela e encontrar a felicidade de novo, mas como? Mais dúvidas surgiam: o que vai acontecer com as meninas? Quem vai cuidar da saúde mental da minha tia? Como ela vai se virar? Onde ela vai buscar apoio? Quando ela vai parar de se sentir triste? Ou o que "está por vir", segundo minha tia? Não sei como uma mulher tão gostosa como ela pode passar por isso sozinha, mas a única coisa que sei é que não quero deixá-la sozinha.Já faziam duas semanas daquele incidente em que dormi na casa dela, e mesmo tendo ficado no quarto de hóspedes, me sentia mais perto dela. Do nada, chega uma mensagem no meu WhatsApp, era minha tia, reconheci pela foto de perfil. Tenho que admitir que ela sempre foi uma mulher gostosa, mas desde que meu tio morreu, não consigo evitar de vê-la de outro jeito. Ela é de cair o cu da bunda, um anjo, loira, uma coroa que se mantém jovem, tudo que um homem precisa na vida.
-Fala, sobrinho. Espero que não esteja ocupado no próximo fim de semana, mas queria trocar uma ideia contigo. Não sei como te falar isso, mas a família não pode saber. Sinto que preciso te contar, sei que você pode me ajudar.Terminar de ler aquela mensagem fez meu coração disparar pra caralho. "Não sei como te dizer, mas a família não pode ficar sabendo"? Meu Deus, o que tava rolando? Ou a que porra ele tava se referindo? Isso tava ficando cada vez mais louco, mas dessa vez eu não tava pensando direito. Será que ele descobriu que eu tenho sentimentos por ela? De qualquer forma, dessa vez eu iria cedo. Minha namorada ficou em casa, e eu falei que ia sair de novo com minha amiga.Já virou costume sair com essa amiga sua, né?
—Fica tranquila, Jenifer. Se eu quisesse te trair, você já teria percebido, ou minha mãe teria te contado. Só vou porque ela tá com problemas com o... com o marido dela.
—Você nem sabe o que tá falando, esses dias você tá agindo muito estranho... como se tivesse escondendo alguma coisa de mim. Além disso, esse fim de semana a gente vai comemorar nosso aniversário. Como você pôde esquecer isso?
Caralho! Esqueci completamente, tava tão focado naquela mensagem que me deixava louco que esqueci meu aniversário. Além disso, já não saio com ela faz tempo e ela vai desconfiar de algo, então não sei se vale o risco. Quero a Jenifer, mas essa curiosidade pela minha tia tava me deixando mais doido ainda. Tinha que me arriscar.
-Desculpa, amor, mas é uma emergência, espero que entenda que, mesmo não podendo te contar, prometo te compensar depois.
-Não, não sei o que tá rolando contigo, mas se você não der conta disso, acho que vou ficar puto. Espero, por bem seu, que você consiga esse fim de semana.
Agora sim, tava numa encruzilhada. Já era sábado e a decisão tinha que ser tomada na hora: ou eu saía cedo, pegava o carro, ou ficava e esperava minha mina. Quando uma notificação toca, pensei que era minha namorada, mas era minha tia.
-Oi, só pra confirmar se vou te ver hoje. Se puder, te mando a localização, vou ficar lá um tempinho com minhas filhas.Pensei que se fosse algo banal, ela não teria dito tudo aquilo na mensagem anterior, mas a insistência pra eu ver minha tia fez com que eu pegasse as chaves do carro e fosse praquele lugar o mais rápido possível, com o coração batendo igual ao de um adolescente.Cheguei meio atrasado porque o local marcava um bosque com chalés pra passar férias ou descansar da cidade. Estacionei o carro e fui pro lugar exato, era bem tranquilo. Onde as meninas e minha tia estavam era bonito, um chalé, do lado um rio e uns balanços. As meninas estavam nesses balanços, desceram e vieram correndo me abraçar, embora meio confusas por eu ter vindo sozinho, estavam felizes.
-Que bom te ver de novo!- Dizia Daniela
-Desde que você veio da última vez, nossa mãe ficou um pouco menos triste, e sinceramente a gente também, então obrigada por ter vindo - disse Abi.
Não se preocupem, meninas, sabem que eu adoro estar com vocês. Sabem onde está a sua mamãe?
—Disse que se a gente te visse, era pra você ir vê-la na varandinha da cabana, que ela tinha algo importante pra te dizer a sós. — Disse Daniela.
-Haha, provavelmente ela quer que você seja nosso pai. - Disse Abigail num tom de brincadeira.
-Haha, como se acham, menininhas.
Com certeza eu adoraria ser... adoraria ser?! Meu Deus, cada vez penso mais besteira, além disso sei que é uma brincadeira da Abi, mas será que elas gostariam que eu cuidasse delas? Não sei o que tava rolando, mas cada vez que eu chegava perto daquela cabana meu nervosismo ficava mais forte. O mistério que minha tia tava criando era tão pesado que eu não conseguia me sentir segura. Então, quando me aproximei, a porta estava aberta e lá estava ela, sentada numa cadeira de balanço.
Oi... Oi... Oi, Lúcia, prazer.
-Oi, filho, entra. -Com um tom doce na voz dela.
Não dava pra acreditar como ela tava incrível, tava radiante, o cabelo solto e dourado, a pele branca e linda, não consegui me segurar e gozei.
-Hoje você tá mais gostosa que o normal, Lucia
—Sério mesmo? Achei que já não ligava mais pra esse tipo de elogio, mas muito obrigado, me faz sentir bem. Mas guarda eles pra sua namorada, senão ela vai pensar merda, haha.
- Não, ela não chega aos teus pés, Lucy. Você é muito mais gostosa.
-Haha, beleza, fica tranquilo, lembra que você é meu sobrinho.
Droga! Eu que achava que estava mais próximo dela e ela me lembra que sou sobrinho dela, isso me desanima. Mas preciso manter a compostura e saber por que ela me chamou.
—Sei que não é fácil, mas queria saber como você tá, Lucia.
—Tô... tô encarando as paradas e não sei como fazer porque não quis preocupar mais a família e não quero que fiquem sempre cuidando de mim. Me sinto não só invadida na minha vida pessoal, mas também não quero que todo mundo fique em cima porque tô me sentindo sufocada com a morte do seu tio, e ainda mais agora que aconteceu uma coisa que eu não sabia.
—Você tá me preocupando demais, tia.
Será que fiz algo? Ou o que será, quando de repente vejo que suas mãos lindas, tão gostosas, vão como se fossem abraçar algo, mas só vejo elas descendo até a barriga dela. Foi aí que eu fiquei em choque, porque soube o que tava rolando.
-Tia... Você?
—Tô grávida, sobrinho. E não sei o que fazer, mas quero que você me ajude.
¡¿Eu?!
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