Olá, queridos amigos e amigas do poringa.net:Como sempre, agradeço muito pelos comentários e mensagens de vocês.
Obrigado e sejam bem-vindos, novos leitores.
Sem mais enrolação, vamos nessa.
Com o coração na mão, peguei o envelope que meu tio me entregou.
A menina não falava nada.
Li em voz baixa. A carta dizia assim:
Fortunato: querido amigo, mil desculpas, mas preciso te pedir um favor.
Daqui a duas semanas começa o plantio. E vamos estar muito ocupados.
Minha neta precisa viajar pra Entre Ríos, pra casa dos pais dela. Justamente daqui a duas semanas.
Eu ia levá-la até La Plata, e como você mora perto, pensei se minha neta podia ficar esses dias com você.
Nesse envelope, estou mandando o dinheiro das passagens.
Minha filha vai entrar em contato com você.
Se não der, eu entendo e a gente vê o que faz.
Muito obrigado se der, e se não der, também.
Um abraço, meu irmão.
EU: Tio, fala pro Fortunato que aceito de boa ter a menina duas semanas aqui em casa.
Vou garantir que ela pegue o ônibus.
Que não se preocupe com nada.
Passa meu número de telefone e ela me liga quando quiser.
TIO: Valeu, sobrinho. Ela é uma boa garota e se dá bem com você.
Na pior época, os pais querem vê-la, mas fazer o quê.
EU: Não se preocupa, tio.
Ela é uma menina muito boa e, como você disse, a gente se dá super bem.
Então, menina, se despede e vamos nessa.
ANGI: Sim, obrigada, patrão. Já vamos.
Aviso quando a gente chegar.
Obrigada por me trazer.
Meu tio se despediu e a última coisa que ordenou foi que ela se comportasse.
Fomos pra caminhonete e seguimos viagem.
ANGI: Finalmente vou conhecer sua cidade.
Tivemos sorte, não, patrão?
EU: Sim, quase morri quando te vi.
Pensei que tinham desconfiado de algo.
ANGI: Desculpa, patrão... hahaha, eu sabia disso desde ontem.
Não falei nada porque meu avô ia falar com você.
Te prometi que não teria nenhum problema comigo.
Parei a caminhonete no acostamento da estrada.
A gente se beijou. Por um tempo, e ela se ajeitou.
Assim a gente viajou uns quilômetros.Angi: Mmm... patrão, como eu gosto dos seus beijos... mmm...
Em poucos dias aprendi bem, né?
EU: Me chama pelo nome, gata...
Não tamo no campo.
Aprendeu muito bem, e nessas duas semanas vai aprender muito mais.
Angi: Gosto de te chamar assim.
Vai me ensinar mesmo? Patrão.
EU: Tá bom... quer brincar de patrão, então vai ser assim.
Falta uns quilômetros pra chegar na cidade.
Posso te ensinar uma coisa que você vai gostar pra caralho.
Angi: Ai, adoro aprender, patrão.
A gata se ajoelhou no banco e me olhava na expectativa.
Ela levantou o vestido e tirou a calcinha.
Olhando enquanto eu tirava a pica.
Angi: Vamos foder, patrão?
EU: Não... ainda não... quero que você me chupe...
Quero que sua boca aprenda a me dar prazer...
No começo ela seguia minhas instruções meio sem jeito.
Mas com minha ajuda, aprendeu bem pra caralho...
Enquanto eu dirigia, a gostosa me dava prazer e eu acariciava a buceta e a bunda dela ao mesmo tempo. A bucetinha delicada dela ficava toda molhada nos meus dedos.
Cheguei num bosque e, sem hesitar, entrei no meio das árvores.
Peguei a gostosa e sentei ela no meu pau.
"É hora de cavalgar", falei.
Ela respondeu com um animado "sim, patrão".
Ela pegou meu pau com as mãozinhas dela e se empalou sozinha.
Angi: ha... ahn... sim... patrão... a gente vai ter duas semanas disso... ahn... que delícia...
ai... sim... Deus... como eu adoro ficar assim...
Eu: ahn sim, gatinha... vou te foder tanto...
ahn... sim, assim, monta na minha pica...
ai, garota, como sua buceta esquenta...
Angi: ai... sim, patrão, ahn...
tá quase fazendo eu gozar...
ha... ah... a... sim... a...
Depois de me cavalgar por um bom tempo, minha pica não aguentou mais e eu descarreguei minhas bolas bem dentro da gatinha.
Depois seguimos viagem.
Ao chegar na cidade, a gata olhava pela janela, ajoelhada no banco.
Olhava os prédios e tudo de maravilhoso da minha cidade.
Enquanto eu admirava aquele rabo lindo, que pra mim era a melhor paisagem.
Chegamos em casa e avisamos que tínhamos chegado bem.
Ela falou um pouco com os avós.
Mostrei minha casa pra ela. A gente se acomodou.
Os dois ainda quentes por causa do sexo na caminhonete.
Decidimos tomar um banho pra ficar mais frescos.
Brincando no chuveiro, com beijos e nos ensaboando, a gente se secou e não conseguiu parar.
Estávamos com muito tesão de novo e nos deixamos levar.
entre beijos e carícias, levei ela no colo até a cama, segura pela minha pica. nossa safadeza tava no limite e não dava pra desperdiçar.
tanta foda apressada, era hora de aproveitar esse tesão.
deitei ela na cama.
coloquei a rola na boca dela.
ela chupava com gosto enquanto eu devorava a buceta dela, fazendo ela chupar muito melhor.
Angi: aii... patrão... que gostoso é chupar sua pica...
me come a rachinha mmm...
mmm... isso... assim... tira minha aguinha mmm... isso...
ah... ah... a...
mmm... isso... patrão, tira toda minha aguinha...
a buceta gostosa dela virava água na minha boca.
peguei minha câmera pra guardar uma lembrança desse momento foda.
Angi: patrão, pra que isso?
EU: não se assusta, é só pra eu ter essa lembrança gostosa.
abri as pernas dela e penetrei bem devagar e bem fundo.
Angi: ufs... patrão, que delícia, amo chupar seu cacete com minha buceta... a....ha...... sim patrão, adoro como você me come...mmm....
EU: mmm... garota, te prometi que ia te aproveitar e é isso que vou fazer.
vou te foder a tarde inteira....
aqui ninguém tem pressa, mmm...
Angi: sim patrão...... eu prometi me comportar bem.....
que tal eu me comporto, patrão? mmm....
EU: muito bem, gata, você é muito boa..... mmm...
Angi: obrigada patrão.... se eu me comportar bem, vão me deixar ficar quando você quiser, né?
você disse que ia me ensinar.
o que mais vai me ensinar?
EU: vou pedir mais vezes pro seu avô, ou você pode dizer que quer vir quantas vezes quiser.
não seja ansiosa, coração... já vou te ensinar tudo que sei.
fizemos várias posições.
até chegar na preferida dela.
ela adora ser comida de quatro.
Com muita energia eu tava comendo ela, tentando não gozar. Ela fazia os gemidos dela ecoarem pelo quarto.
As bundas dela quicando na minha pélvis faziam um som de Plaf Plaf... lindo.
Meu dedo brincava com o cuzinho virgem dela, que me deixava louco pra arrombar.
Com meus dedos eu massageava e tentava enfiar o dedo.
Mas ela se mexia e não deixava eu fazer nada.
Parei de comer ela e tirei uma foto da buceta dela aberta e do cuzinho bem fechadinho.
chupei ele e enfiei a língua tentando entrar um pouco. preparei com um pouco de lubrificante, tentei enfiar o dedo indicador.
mas a mina não quis e falou pra ele não fazer isso, que tava doendo.
eu tentei de todo jeito fazer aquilo, mas ela não queria.
com tesão, enfiei a rola na buceta e tentei de novo meter no anal, mas ela não quis.
Angi: ai... não, patrão, isso dói, não quero que meta aí.
Eu: você não queria aprender tudo.
vamos, gata, deixa eu te mostrar como se come essa sua bunda pequenininha...
Angi: ai... não, patrão. isso eu não quero...
não me faz doer...
eu gosto pela frestinha... continua por ali...
me dá sua água, patrão...
quero sua água branca dentro de mim...
Eu: se você não gosta de dor...
tenho algo melhor pra você provar.
Angi: se não dói, sim, patrão... o que o senhor quiser.
Eu: não, isso não dói.
vem, chupa minha rola, vou foder sua boca.
sentei na cama e ela se ajoelhou aos meus pés.
mandei ela chupar minha rola e curtir aquela boquinha de garota foda.
ela chupava e seguia minhas ordens à risca.
Eu: vai, gata, isso... mmm... sim, chupa assim...
junta saliva, mmm... que boquinha gostosa, vou foder ela...
enfiei na boca dela, querendo encher a boca dela.peguei na cabeça dela e ordenei com autoridade.
Eu: vou te dar meu gozo, neném...
junta saliva e engole... nem pense em cuspir.
msc. deixei escapar da boca cheia dela.
e meu pau descarregou todo o gozo na boquinha da minha garota doce.
ela deu uma ânsia e fez cara de nojo, mas repeti de novo.
toma tudo e, pra ajudar, continuei fodendo a boca dela.
ela engoliu todo o meu gozo...
deu ânsia de novo, mas repeti: não faz isso.
ela foi até o banheiro e pegou um copo d'água pra ajudar a engolir.
eu segui ela pra ver o que fazia.
quando vi que não cuspiu nem vomitou,
curvei ela na pia e meti uma foda.
ela se agarrou na torneira enquanto eu comia ela, use a palavra: buceta.
Eu: isso, neném, assim que se toma o gozo do teu patrão.
você merece que eu te coma mais...
Angi: ai... patrão... seu gozo é muito difícil de engolir.
mas se o senhor gosta, vou fazer...
ui... patrão, minha buceta tá doendo de tanto baque.
meu pau, em vez de amolecer, continuava duro.
eu olhava ela pelo espelho do banheiro, gemendo e aguentando minhas estocadas,
até que descarreguei o que restava dentro dela.
ela ficou exausta. com a buceta cheia de gozo.
abri o armário e peguei uma pílula do dia seguinte pra ela não engravidar.
pílula que uma ex-namorada tinha comprado.
desde aquele dia, comi ela com cuidado.
na quarta, levei ela numa ginecologista amiga.
que examinou, fez uns testes e receitou uns comprimidos.
mas minha obsessão continuava sendo aquele bumbum fechadinho e virgem.
tanta insistência da minha parte deu frutos.
já estávamos há uma semana e meia de sexo intenso e insistência.
tentando enfiar meus dedos. mas quando a garota sentia dor, escapulia.
3 dias antes de ela ir embora,
convenci ela a provar um pouco da minha prevenção.
uma tarde, enquanto fodíamos,
usei todas minhas artimanhas: peguei um óleo com benzocaína pra indução anal.
era a primeira vez. que eu usava e comprei na farmácia pra essa ocasião especial.
enquanto pegava ela de quatro
passei um pouco de gel, fui massageando e abrindo com o dedão.
embora não doesse tanto, ela ainda queria se soltar.
enfiei bastante gel, o mais fundo que o dedo deixou.
o gel tava funcionando.
a mina se animou e eu me posicionei.
agarrei ela firme pelos quadris pra ter o controle.
a cabeça da minha pica começou a fazer pressão.
ela ficou dura e apertou o cu.
Eu: mina, relaxa, se ficar assim vai doer...
calma, relaxa e se doer eu paro.
Angi: ai... tento, patrão, mas tenho medo de doer de novo.
Eu: bom, só relaxa, sim...
dói um pouco, mas sei que você vai gostar.
vai, não se comporta mal, mina.
Angi: ai... sim, patrão, mas tenho medo. não quero ser ruim, mas...
além disso, sua coisa é muito grande...
não vai entrar sem me partir no meio.
ela desabou em choro e pediu pra eu não fazer.
decepcionado, a pica murchou.
ok, não se preocupa, falei. consolei ela até se acalmar.
saí da cama e vesti a calça.
fui pra cozinha, já não tava mais a fim de foder.
pus a chaleira no fogo e preparei o mate.
desiludido por não ter conseguido e envergonhado por forçar a garota a fazer algo que não queria.
pensei que era melhor deixar assim.
logo ela ia embora e melhor que fosse sem problemas nem dor.
de repente, a mina aparece ainda nua na porta da cozinha.
Angi: patrão... tá bravo?
o que houve, foi embora?
não vamos mais brincar?
Eu: nada, minha menina...
não tem problema. não por agora, já era.
me perdoa por ter te feito doer.
você é uma menina e eu às vezes esqueço disso.
vai se trocar, vou tomar uns mates e abrir a oficina.
Angi: ai... patrão... me perdoa...
não quero que fique bravo e a gente não brinque mais de namorados...
por favor, patrão...
enquanto falava, ela veio até mim.
com o corpo nu. tão perfeito e delicado.
me abraçou. e acaricio minhas costas e também a pica. que ficou dura de novo.
falei pra ela que não queria, embora meu pau dissesse o contrário.
ela se ajoelhou e chupou minha pica.
ao sentir a boquinha dela no meu pau e a língua dela brincando na minha cabeça.
me deixou louco.
ia encher a boca dela de porra.
Angi: vamos, patrão... volta pra cama...
quero brincar de namorados...
prometo me comportar.
apaguei o fogo do fogão e levei ela pro quarto.
voltamos a foder, primeiro ela por cima.
depois eu por cima dela.
até que ela pediu pra ser comida de quatro.
falei que não, que não queria pra não me tentar de novo.
chupa minha pica melhor, falei.
mas ela se colocou de quatro e disse:
Angi: vamos, patrão... sabe que eu gosto assim...
e o senhor também... ou não prometi me comportar?
não consegui dizer não nem resistir a um convite tão gostoso.
enfiei e comi ela num ritmo bom.
a bunda dela me tentava de novo.
peguei o gel de novo. foi como um déjà vu do que já tínhamos vivido.
Angi: patrão, quer tentar de novo?
Eu: você sabe que sim, minha menina.
mas tem que relaxar e a gente recomeça.
Angi: tá bom, patrão.
vamos tentar de novo. mas se doer, a gente para, né?
Eu: sim, gata. mas você tem que me ajudar relaxando e tentando aguentar.
passei o gel novamente.
e com óleo lubrifiquei meu pau.
peguei ela pela cintura com firmeza de novo.
coloquei minha cabeça no buraquinho.
Eu: pronta, pequena. relaxa.
Angi: sim, patrão. tô pronta.
a pontinha do meu pau entrou devagar. ela aguentou muito bem.
tava mais relaxada e isso ajudou na entrada.
o primeiro músculo do cu dela bem dilatado e adormecido pelo analgésico. não causou tanta dor.
e me deixou meter um pouco mais.
minha cabeça quase entrou toda quando a menina começou a reclamar.
já tava sentindo dor.
Angi: ai... Maury... dói, dói... ai...
ai... minha bunda pequena tá pegando fogo, patrão... ai...
parei de meter até que... se acostuma...
enquanto a consolava.
vamos mais um pouco, bebada.
já vai passar a dor, só fica assim relaxada.
só mais um pouquinho.
te prometo que a dor passa.
tirei uma foto dessa linda enfiada.
Angi: Ai, meu Deus, como dói... ai...não continua, por favor, patrão...
ai... tô doendo...
a... a... ai...
seu cacete tá queimando meu cu, patrão...
Sem meter tudo de uma vez, enquanto acalmava e consolava, eu pegava aquele cu apertado.
Cada avanço causava dor, e ela, com gemidos, tentava aguentar.
A dor foi passando quando cheguei quase a comer ela por completo.
O corpo dela foi da dor pra uma sensação mais gostosa.
Que toda mulher sente e começa a curtir o sexo anal.
Ela começou a se mexer sozinha.
Enquanto eu comia ela devagar.
o sexo foi ficando cada vez melhor. Angi: uia... patrão. a dor horrível foi embora, mas agora sinto algo bem diferente.
mmm... é gostoso... me sinto estranha mas tô gostando.
agora o patrão tá feliz?
Eu: sim, tô feliz que você curte tanto quanto eu.
enquanto metia naquele bum com muito amor.
ela se tocava na buceta explodindo de prazer.
ela teve um orgasmo e depois senti os espasmos dela.
seus gemidos e os meus em coro se encontraram num orgasmo lindo.
gozei igual um louco inundando o bum dela com meu leite.
nos beijamos e agradeci por tanto prazer.
ela me agradeceu por tanto amor.
última foto onde com orgulho mostrava o bum dela recém-desvirginado.
me deixou orgulhoso vê-la assim disposta e satisfeita em realizar meu capricho.
Tomamos um mate e fui trabalhar. Ao fechar a oficina, enquanto jantávamos.
O telefone tocou, atendi, era a mãe da menina.
Pedindo desculpas pelo horário e querendo falar com ela.
Elas conversaram um pouco enquanto eu fui pra cozinha.
Daí a pouco a menina chegou com um sorriso nos lábios e pulando de felicidade.
Angi: Vamos brincar de namorados por mais algumas semanas.
Meus pais conseguiram emprego em outro estado e não voltam até daqui a dois meses.
Ou seja, posso voltar pra casa dos meus avós ou ficar com você.
Eu: Que bom, minha princesa, depois a gente vê o que faz, mas agora vamos comemorar.
A gente se beijou e acabamos fodendo no sofá.
Por mais duas semanas, eu e a gata vivemos curtindo. Ela aprendendo tudo que eu ensinava.
Eu, curtindo o amor dela, a inocência e a ternura.
Por 3 anos a gente brincava de amor na casa dos meus tios ou na minha casa, quando ela vinha comigo.
Mas isso fica pra outra hora.
Continua...............
PS: Bom, dedicado a todos os meus leitores e quem pediu a segunda parte.
Espero que tenha sido o que esperavam. Desde já, muito obrigado e aguardo os comentários de vocês.
Abraços.
Maury-só-eu
7 comentários - Angi: sexo en el campo 2.