Muito obrigado pelo apoio e pelos incentivos da comunidade, e agradeço todas as mensagens que me mandam. Quero contar um pouco da minha vida. Nessa época eu tinha 19 anos, foi uma época linda e, na real, foi uma história que marcou minha vida – uma das tantas. Tô a mil, por isso não conto completa, quero descrever todos os detalhes e ficaria muito longa (tipo a minha 😏), mas aos poucos vou descrevendo. Tenham paciência, é uma história linda.
Aquela noite que eu fiz anal nela pela primeira vez, senti um prazer indescritível e algo em mim despertou. Arrombei ela, ela sofreu, mas eu adorei. Sentir aquele prazer misturado com a dor dela foi algo que acendeu em mim. Ficamos na piscina. Depois de um tempo, o namorado da minha sogra apareceu e me disse, meio zoando ela: "Muito bem, campeão! Tem que fazer essas putas gritarem assim mesmo!" E foi embora. Claro, ela xingou ele até não poder mais. Eu fiquei quieto – em vez de sentir culpa, sentia prazer e euforia. Peguei ela e fomos pra dentro. Ela tirou a roupa e, ao vê-la tão linda, meu pau ficou duro na hora. Fizemos um boquete e eu meti de novo, dessa vez devagar. A bunda dela ainda estava aberta e já tinha cedido. Como poucas vezes, comi ela devagar, curtindo cada momento, e ela começou a gemer. As palavras dela eram: "Seu filho da puta, me come que nem uma vagabunda e eu gosto, seu puto! Enche minha bunda de porra!" Não aguentei e enchi ela de porra de novo. Os gritos de prazer dessa vez eram demais. Minha cunhada nos xingou várias vezes: "Conejos degenerados, deixem a gente dormir!" E assim, com o pau ainda dentro, a gente dormiu.
Ao acordar, ela não estava. Levantei e ela tava na cozinha com um sorriso de orelha a orelha. Mais vagabunda que nunca, com os peitos bem marcados e uma leggings – amo como a buceta dela fica marcada quando usa leggings. Minha sogra com cara de bunda. Cumprimentei, e minha gata me disse: "Bombom, hoje a gente vai pra farra!" Saímos pra dar um rolê e, ali, ela me contou que, apesar da dor, se sentiu muito vagabunda e curtiu. Que a bunda dela era minha e que eu fizesse quando quisesse. Eu tinha via livre, ninguém me segurava. Nos dias seguintes, eu continuava sem... Trabalhava e vivia de bico, mas decidi arranjar um trampo fixo, então comentei com ela. Ela não curtiu muito a ideia, mas é… a gente vivia no aperto. Meu plano era procurar um lugar pra gente se mudar. Ela tava feliz, mas dava pra ver que minha sogra queria mais pica e a coisa podia ficar complicada. Quando comentamos com minha sogra, ela disse que não, que as filhas moravam com ela, e que ia falar com o namorado dela pra fazer um quarto pra gente. E foi assim mesmo. O maluco apareceu um dia com mais dois caras e começaram a construir. Tavam cavando o dia todo e, pra ser sincero, era perigoso. As três mulheres não eram muito de andar vestidas em casa. Uma noite, já bem na bebedeira, minha sogra esquentou. A gente tava no quarto ouvindo música, e comecei a escutar gritos de zoeira e gemidos. Quando espiei na cozinha, vi minha sogra chupando a pica dos três. Tavam metendo nela numa suruba. O namorado dela me chamou pra entrar na festa, mas a Karen me puxou pro quarto na hora. Perdi a suruba e fiquei escutando a noite toda como foderam minha sogrinha. O quarto ficou pronto, a gente se mudou e finalmente tava só nós dois. Passávamos dias inteiros transando, às vezes saíamos só pra comer ou buscar água. Não tinha freio. Uma manhã, aconteceu o óbvio: ela passou mal, com vômito. Minha sogra falou: "Você fez merda". Uns dias depois, deu positivo. Minha Karen tava grávida até o talo. Ela feliz e, pra falar a verdade, eu também. Mas aí tudo mudou. Ela é muito puta, muito sexual, e a partir daquele momento isso explodiu. Não tinha freio e queria transar o tempo todo. Vivendo no nosso mundinho, a gente era feliz. Consegui um trampo numa gráfica, então ficava menos em casa. A Karen, com crises de ciúmes, passava o dia transando. Um dia, saindo da gráfica, tava chovendo pra caralho e vi meu carrinho parado lá fora. Fiquei surpreso porque a Karen não sabia dirigir. Quando cheguei perto, era minha sogra. Ela tinha ido me buscar pra me levar pra casa. A gente ficou conversando dentro do carro e começamos a nos pegar. Pra falar a verdade, ela me deixa muito excitado. É uma puta linda, tipo a Karen, só que melhorada. com a experiência e os anos, não demoramos muito e fomos para um terreno baldio de carro, joguei o banco para trás e ela já subiu em cima de mim, tirei o pau para fora e ela esfregava a buceta em todo o meu tronco, isso me deixava louco e ele fica duro como uma pedra, eu chupava aqueles peitos lindos, ela tem os mamilos como parafusos, são uma loucura, eu mordia e a vadia gritava de prazer, a buceta ficava toda molhada e eu enfiei, ela deu um grito mas não deu em nada, não tinha ninguém por perto, enfiei tudo, e ela começou a cavalgar no meu pau, ela sugava o leite como um aspirador com aquela buceta, era um rio que saía dela, e para mim um vulcão de porra, ela cavalgou e tirou duas gozadas terríveis de mim, depois disso a vadia toda cheia de leite na buceta me disse vamos e chegamos em casa
Aquela noite que eu fiz anal nela pela primeira vez, senti um prazer indescritível e algo em mim despertou. Arrombei ela, ela sofreu, mas eu adorei. Sentir aquele prazer misturado com a dor dela foi algo que acendeu em mim. Ficamos na piscina. Depois de um tempo, o namorado da minha sogra apareceu e me disse, meio zoando ela: "Muito bem, campeão! Tem que fazer essas putas gritarem assim mesmo!" E foi embora. Claro, ela xingou ele até não poder mais. Eu fiquei quieto – em vez de sentir culpa, sentia prazer e euforia. Peguei ela e fomos pra dentro. Ela tirou a roupa e, ao vê-la tão linda, meu pau ficou duro na hora. Fizemos um boquete e eu meti de novo, dessa vez devagar. A bunda dela ainda estava aberta e já tinha cedido. Como poucas vezes, comi ela devagar, curtindo cada momento, e ela começou a gemer. As palavras dela eram: "Seu filho da puta, me come que nem uma vagabunda e eu gosto, seu puto! Enche minha bunda de porra!" Não aguentei e enchi ela de porra de novo. Os gritos de prazer dessa vez eram demais. Minha cunhada nos xingou várias vezes: "Conejos degenerados, deixem a gente dormir!" E assim, com o pau ainda dentro, a gente dormiu.
Ao acordar, ela não estava. Levantei e ela tava na cozinha com um sorriso de orelha a orelha. Mais vagabunda que nunca, com os peitos bem marcados e uma leggings – amo como a buceta dela fica marcada quando usa leggings. Minha sogra com cara de bunda. Cumprimentei, e minha gata me disse: "Bombom, hoje a gente vai pra farra!" Saímos pra dar um rolê e, ali, ela me contou que, apesar da dor, se sentiu muito vagabunda e curtiu. Que a bunda dela era minha e que eu fizesse quando quisesse. Eu tinha via livre, ninguém me segurava. Nos dias seguintes, eu continuava sem... Trabalhava e vivia de bico, mas decidi arranjar um trampo fixo, então comentei com ela. Ela não curtiu muito a ideia, mas é… a gente vivia no aperto. Meu plano era procurar um lugar pra gente se mudar. Ela tava feliz, mas dava pra ver que minha sogra queria mais pica e a coisa podia ficar complicada. Quando comentamos com minha sogra, ela disse que não, que as filhas moravam com ela, e que ia falar com o namorado dela pra fazer um quarto pra gente. E foi assim mesmo. O maluco apareceu um dia com mais dois caras e começaram a construir. Tavam cavando o dia todo e, pra ser sincero, era perigoso. As três mulheres não eram muito de andar vestidas em casa. Uma noite, já bem na bebedeira, minha sogra esquentou. A gente tava no quarto ouvindo música, e comecei a escutar gritos de zoeira e gemidos. Quando espiei na cozinha, vi minha sogra chupando a pica dos três. Tavam metendo nela numa suruba. O namorado dela me chamou pra entrar na festa, mas a Karen me puxou pro quarto na hora. Perdi a suruba e fiquei escutando a noite toda como foderam minha sogrinha. O quarto ficou pronto, a gente se mudou e finalmente tava só nós dois. Passávamos dias inteiros transando, às vezes saíamos só pra comer ou buscar água. Não tinha freio. Uma manhã, aconteceu o óbvio: ela passou mal, com vômito. Minha sogra falou: "Você fez merda". Uns dias depois, deu positivo. Minha Karen tava grávida até o talo. Ela feliz e, pra falar a verdade, eu também. Mas aí tudo mudou. Ela é muito puta, muito sexual, e a partir daquele momento isso explodiu. Não tinha freio e queria transar o tempo todo. Vivendo no nosso mundinho, a gente era feliz. Consegui um trampo numa gráfica, então ficava menos em casa. A Karen, com crises de ciúmes, passava o dia transando. Um dia, saindo da gráfica, tava chovendo pra caralho e vi meu carrinho parado lá fora. Fiquei surpreso porque a Karen não sabia dirigir. Quando cheguei perto, era minha sogra. Ela tinha ido me buscar pra me levar pra casa. A gente ficou conversando dentro do carro e começamos a nos pegar. Pra falar a verdade, ela me deixa muito excitado. É uma puta linda, tipo a Karen, só que melhorada. com a experiência e os anos, não demoramos muito e fomos para um terreno baldio de carro, joguei o banco para trás e ela já subiu em cima de mim, tirei o pau para fora e ela esfregava a buceta em todo o meu tronco, isso me deixava louco e ele fica duro como uma pedra, eu chupava aqueles peitos lindos, ela tem os mamilos como parafusos, são uma loucura, eu mordia e a vadia gritava de prazer, a buceta ficava toda molhada e eu enfiei, ela deu um grito mas não deu em nada, não tinha ninguém por perto, enfiei tudo, e ela começou a cavalgar no meu pau, ela sugava o leite como um aspirador com aquela buceta, era um rio que saía dela, e para mim um vulcão de porra, ela cavalgou e tirou duas gozadas terríveis de mim, depois disso a vadia toda cheia de leite na buceta me disse vamos e chegamos em casa
3 comentários - La villera me enamoro 5