Passaram uns dias e não tive notícias da Karen, verdade, fiquei com tesão, ela era tira, mal-educada, mas me dava um tesão que ninguém mais dava. Não aguentei e mandei uma mensagem: "Oi, gostosa, tava te esperando. Tô com um tesão danado, me fala onde cê tá que vou te buscar." Ela respondeu: "Tô em casa." Perguntei: "De que cê vem?" E ela não respondeu. Me troquei, e depois de um tempo ouvi um som alto. Saí e lá estava a negra mais puta e linda de todas: uma regata decotada mostrando bem os peitos, um jeans rasgado e aquela bunda que me enlouquecia. Ela deu um pulo e me beijou na boca: "Oi, gostoso, vamos." Pegou minha mão e me puxou pro carro. Tinha uns caras fumando um baseado, me cumprimentaram, passaram um beck e arrancamos. Ela sentou no meu colo, rebolando a bunda e me fazendo endurecer o pau. Do lado, a irmã dela e um negão de couro cheio de tatuagens; na frente, mais dois caras. Demos umas voltas e fomos pra casa dela. Os caras entraram, deram tchau pras minas e foram embora. Elas conversavam entre si e morriam de rir. Ela veio, me beijou, apalpou meu pau e disse: "Me espera que vou tomar um banho. Minha irmãzinha cuida de você, traz algo pra ele beber", ordenou. E lá foi a irmã. Me trouxe uma cerveja e colocou música, puxando conversa. Perguntei: "Os caras eram amigos delas?" Ela riu: "Aquele idiota é o namorado da minha mãe. Ele nos trata bem, mas quer comer a gente. É um otário." Fiquei mudo, puta merda, meu sogro. Ela ficava mexendo no celular e eu, de canto, olhava os peitos dela. Verdade, minha cunhada era muito gostosa: uns peitinhos divinos, mas a bunda era um sonho, e umas pernas lindas. A única da família que falava meio bem e parecia ser a mais centrada. Daí, a Karen apareceu. Uma minissaia que não escondia a bunda de jeito nenhum. Uma regata justa com um decote enorme e uma cara de puta que me enlouqueceu. Ela parou na minha frente, arrebitou a bunda e disse: "Como eu tô, gostoso? Gostou?" Foi tudo pro caralho. Apalpei a bunda dela e falei: "Você me enlouquece." Ela, mais que feliz, disse pra irmã: "Viu, nena? Esse é meu macho de pau grande. Não chega perto dele, não. Meu, cê vai com a gente ou não? Beleza, vou me trocar e a gente vai. Então pergunto pra onde a gente vai, é o aniversário de uma prima e a gente vai pra festa dela. Ela sentou na minha frente por cima e a gente começou a se pegar, fiquei louco de tesão. Ela tirou a calcinha fio-dental e puxou minha rola pra fora, começamos a transar igual bicho. Eu chupava os peitos dela e ela gritava que nem louca, gostosa, gritava sem problema nenhum. Aí senti o gozo dela, era um rio escorrendo pelas minhas pernas, que prazer quando sentia aquele jato, minha rola ficava mais dura e dava mais vontade de transar. Então enchi bem de porra aquela buceta linda, ela continuava se mexendo quando a irmã apareceu. Era uma gostosa, uma legging bem justa e uma camiseta terrivelmente apertada, minha rola ficou dura na hora e a Karen sentiu. Ela me olhou fixo, me xingou de puto e me deu um tapa. "Você é meu, entendeu? Não fica de tesão por essa puta não, ou será que não te atendo direito?" Foi uma merda pra me livrar e a gente discutiu um tempão. Aí a irmã apareceu com uma calça de moletom e falou: "Limpa isso e veste, já mijou na puta da minha irmã". Então fiz isso e a gente saiu. Duas quadras depois, a gente ouviu a música, uns caras e umas minas gostosas chupando fora. Entramos, elas cumprimentavam todo mundo, e lá estava o coroa da minha sogra. Me apresentaram umas meninas gostosas e uns moleques mais ou menos. Bebemos, conversamos, começou a dança. A Karen rebolava a bunda dela de um jeito, era sem dúvida o centro das atenções de todos. Depois de um tempo, apareceu o namorado da minha sogra, eles dançavam e era só putaria. Lá pelas quatro da manhã, alguns vazaram. A gente foi pro quintal, a Karen acendeu um baseado e me ofereceu. A gente tava sozinho e, como se nada, ela se agachou e começou a mijar. Fez uma poça enorme, se levantou e começou a me beijar. Isso me dava um tesão do caralho, ela ser tão sem vergonha e continuar normal como se nada. Minha rola ficou dura. "Amor, olha como você tá, e sua puta não te atende? Vem, vamos pra dentro", ela falou. A gente entrou num quarto, ela puxou minha rola pra fora e começou a cavalgar em mim que nem louca. Os gemidos dela eram altos pra caralho. Gritos como sempre, e eu rezando pra que a música abafasse. Tirei as melhores gozadas e, claro, terminei todo molhado com as finalizações dela. Meu pau ardia, mas essa gostosa é inacreditável. A buceta dela se encaixava no meu pau de um jeito incrível, era justinha, mas ela fazia de tudo pra enfiar tudo lá dentro. Ela limpou a porra com um lençol, me deu um beijo rápido e saímos pra farra de novo. O pessoal olhava, algumas amigas riam. Ela foi falar com elas, minha sogra não estava. Já tinha amanhecido, então ela voltou e falou: "Vamos, bombom, tô com sono." Fomos pra casa dela. Assim que entramos, dava pra ouvir os gemidos da minha sogra. Ali eu soube de quem a Karen herdou os gritos. Passamos pela porta, e ela bateu gritando: "Não seja piranha, fazendo escândalo!" E fomos pro quarto dela. Ela tirou a roupa, eu me despi e nos metemos na cama. Ela encostou a raba em mim e ficou esfregando. Quando eu ia comer ela, a irmã entra. Senta na cama da frente e fala: "Vira pra cá que vou trocar de roupa." Karen começou a me beijar pra eu não olhar. Passou a mão no meu pau e começou a me punhetar por baixo do lençol. Os gemidos da minha sogra pararam. A irmã apagou a luz. Ouvimos minha sogra discutindo com o namorado, e a Karen subiu em cima de mim e falou: "Não liga pra elas, agora você é meu." E enfiou meu pau na buceta dela, começou a cavalgar e gemer, cravando as unhas no meu peito. Eu não tinha coragem de olhar pra irmã dela na cama da frente. Ela me deu uma trepada danada. Enchi ela de porra. Ela virou e dormiu. A irmã tava imóvel, e eu não acreditava na loucura que era essa mina. Peguei um short que achei e fui pra cozinha fumar. Já tava claro. Espiei no quintal e vi minha sogra: de peitos de fora e fio dental, dentro da piscina. Não acreditei nos peitos que ela tem, enormes, uns bicos pontudos, grossos, e a buceta marcada lindamente no fio dental. Ela riu e falou: "Nunca viu uns peitos?" Aí eu percebi que tava besta olhando pra ela. "Desculpa", falei, "me distraí. Saí da piscina e, bem naturalmente, ela vem até mim, pede um cigarro e diz: "Se você não fosse tão mimada, Karen, não sabe a fodida que eu te dava. Mas você é uma garota malcriada, então é melhor eu me segurar. Como ela está te tratando?" E, como se fosse algo normal, começamos a conversar. Eu não conseguia acreditar naquela história de "fodida" e na mulher terrível que ela era. Ela passou a mão no meu peito, que tinha arranhões de folha, e disse: "Olha só como aquela gata te deixou. Ela é uma doente." E meu pau ficou duro, não consegui evitar. Ela desceu a mão, apalpando meu pau, e disse: "Isso é uma loucura. Um dia desses eu vou te chupar." Levantou, me beijou de língua e saiu rebolando a bunda lindamente, igual à filha dela. Naquela hora, eu queria arrancar meu pau fora. Fiquei um tempo ali e depois fui dormir com minha gatinha. Espero que tenham gostado, e vou continuar.
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