Tô entediado, então vou contar sobre meus maiores amores, que no fim das contas são as responsáveis pelo que são meus fetiches hoje, ou talvez as que marcaram meu caminho a fogo. Por um tempo que hoje parece muito distante, saí pra night uma noite sem grandes expectativas, só pra meter e encher a cara até cair. Tava num balada meio bêbado com uns amigos, fiz merda e um segurança me botou pra fora na porrada. Aí, puto e mamado, saí pra rua. A gente tava de carro, mas eu não tinha a chave, então não tinha outra opção a não ser esperar do lado do carro, já que não tinha um puto pra pegar um táxi. Mas quando chego perto do carro, vejo uma mina mijando do lado, apoiada na roda do carro. E em vez de falar alguma coisa, fico olhando: uma bunda linda. Ela se levantou e me olhou. Eu tava fumando, e ela fala: "Me paga um cigarro, amigo", como se nada tivesse acontecido. Dou o cigarro, e ela diz: "Você foi o que expulsaram agora, né?" Falo que sim, e a gente começa a conversar. Ela, 19 anos, dois peitos que são uma loucura, bem empinados num decote que mostrava tudo, e uma cinturinha que era coroada pela melhor bunda que já vi na vida. Morena, cabelo liso, olhos puxados e uma boca que eu não conseguia parar de olhar. Ela fala: "Vai me comer a boca ou vai ficar olhando?" e me dá um beijo divino. A pica ficou dura na hora, e ali mesmo ela diz: "Vamos pra minha casa tomar um negócio." Aí saímos, andando, e ela fala: "Não seja mão de vaca, paga o táxi." Aí contei que não tinha um puto. Ela parou um táxi, deu o endereço, mas o motorista falou que não. A gente desceu, ela xingou o cara descaradamente, pegou o celular, ligou pra alguém e disse: "Já arrumei quem nos leve." Daqui a pouco apareceu um carro com o som estourando. Subimos, iam dois manos lá dentro, cumprimentaram: "Fala, Karen." "Fala, mano", e arrancaram. Num momento, paramos. Tinha uma árvore na rua bloqueando a passagem. Descemos, um deles falou: "Que bunda linda, filho da puta", e ela parecia que rebolava mais pra ele ver. Ela me pegou pela mão e a gente andou até o meio da quadra. Entramos numa casa, saímos pro quintal, as casas eram todas ligadas e numa espécie de quartinho ela deu um chute na porta e entramos. Ela pulou em cima de mim, caímos na cama e começou a chupar meu pescoço e massagear minha pica. Ela puxou ela pra fora e comeu gostoso, chupou minha pica como ninguém, eu só me deixei levar. Ela devorou sem piedade, a porra já vinha e ela falava "não pode ter essa pica, filha da puta". Fiquei louco quando senti a porra vindo e ela chupava igual uma louca, não deixou escapar nem uma gota. Ela se virou igual gato, abriu as pernas, montou em cima de mim e aí eu vi aquela buceta cor de café e vermelha por dentro, sem nenhum pelo. Encostou minha pica na entrada e começou a dar pulinhos e gemer. Minha pica abria caminho com dificuldade, mas ela continuava pulando, quando de repente sinto que ela mija em mim. Uma poça enorme saiu da pussy dela e me encharcou, e isso deu mais lubrificação. Ela continuou até enfiar tudo. Apoiou as garras no meu peito e começou a me comer sem dó. Cada gozada era uma poça e eu sentia a cama cheia de líquido, e eu por cima. Ela cravava as unhas no meu peito e se acabava. Ficamos assim até o sol nascer. Ela apoiou a cabeça no meu peito e disse: "você me matou, não aguento mais, fica pra dormir comigo". Levantei, peguei uma camiseta que tava pendurada e me sequei. Entramos em casa e nos jogamos numa cama de casal. Tirei toda a roupa, ela ficou pelada e aí dormimos. Apoiei aquela bunda e dormi como um anjo. Num momento acordei com umas vozes, quando olhei tava sozinho na cama. Comecei a procurar minha roupa e não tava, tava completamente pelado e sem lençol nem nada pra me cobrir. Sinto as vozes mais perto e entra no quarto uma gatinha. Ela me olhou, falou alguma coisa e saiu. E eu ouço: "filha da puta, não me diga que você comeu esse pica grande? Tá uma delícia, eu quero também" e risadas. Daí a pouco entra a Karen e fala: "gostoso, coloquei sua roupa pra lavar, molhei ela toda". Ela me joga uma calça de futebol e fala: "vem, vamos comer". Levantei e a gostosa que tinha entrado no quarto tava lá. Ela me fala: "Ah, minha velha, você já conhece, Cynthia, Só." Falei "oi", e minha irmã Marta: "Oi, sentiu que a gente comeu?" Tavam comendo pizza e me olhavam rindo. Aí a Karen me olha e fala: "Como é que você se chamava, bombom?" E as três começaram a rir, zoando ela. Comemos, a Cynthia levantou e trouxe uma birita, e a gente começou a beber. Tocava Leo Mattioli no talo e nós lá, bebendo e conversando. Elas se tratavam como três amigas. A Cynthia, a mãe, era uma morena divina de 38 anos. Descobri que a Karen herdou os peitos da mãe e a mesma cara de puta linda. Minha sogra tinha uma bunda dos sonhos, tá uma tremenda gostosa. A irmã Marta não tinha peitão igual, mas a mesma bunda, mais tímida, mas divina. Nisso, elas falam: "Vamos pra piscina, a tarde tá linda." Saímos pra fora, tinha uma piscina inflável. Elas pegaram biquíni e as três entraram. Não sabia pra qual olhar, tão fortíssimas as três. E notei que todas têm uma tatuagem tribal em cima da racha da bunda. Fica lindo, mas é impossível não olhar pra bunda delas. Meu pau tava louco e dava pra ver mais no short fino que eu tava. Insistiram pra eu entrar na piscina, então fui. Nessa altura, já via os bicos dos peitos das três. Molhadas e divinas, meu pau tava explodindo. Minha sogra olhava de vez em quando, e a Karen percebeu. Aí ela reclamou: "Não seja safada, essa pica é minha." E riam como se eu não tivesse ali. A Karen me pega e fala: "Vem, não pode ficar assim, vou relaxar pra você." Fomos pra dentro, pra cama de casal. Ela tirou o biquíni, deixando aquela buceta linda no ar, e eu não aguentei, comecei a comer ela. Chupei aqueles peitos com desespero, e ela me acalmava: "Calma, bombom, que mamãe te alimenta." Mais louco eu ficava e comecei a foder ela. Ela gemia gritando, sem nenhum pudor de que a mãe e a irmã ouvissem. Aquela buceta me deixava louco. Ela gritou mais e saiu aquele jorro, fazendo uma poça debaixo da bunda dela. Quanto mais forte eu comia, mais me excitava. Senti a porra. meu pau pulsava e ela cravou as unhas nas minhas costas. Enchi a buceta dela de porra. Ofegante, continuei comendo ela e ela coroou com seus gritos desenfreados e aquele jorro enorme, aí caí em cima dela com meu pau dentro e ela me acariciando. Era o paraíso, não queria tirar até sentir, muito lindo mas agora lava os lençóis, seus putinhos do caralho, e olhei minha sogra parada na porta do quarto com os bicos duros nos olhando, Karen não disse nada, levantei e fomos pra piscina, lá estava a mãe e a irmã. Tomamos mais umas brejas e falei tenho que ir, ela me deu o número e disse vamos, minha velha me empresta a moto e te levo, aí saí do bairro com dez malandros olhando e rindo, ela me levou pra casa, me deu um beijo, disse quero te ver de novo, não consigo viver sem esse pau bombom e foi embora rebolando a raba e provocando mil olhares, essa foi a primeira vez que vi minha puta alçada, meu grande amor, se vocês gostaram eu continuo contando
11 comentários - A villera me conquistou
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