... Vamos para a última parte dessa história real... se não leu as primeiras partes, vai no meu perfil. Ch: baixa a mãozinha e se toca, quero sentir o quanto você tá molhada. Baixei a mão. Enfiei dentro da calcinha fio dental, e senti a buceta toda melada. Ch: agora você vai passar os dedinhos na sua boquinha e depois vai me dar pra eu chupar. Fiz o que ele pediu, feito uma putinha obediente... e depois continuei chupando o pau dele bem devagar. Ch: vem cá, bebê, levanta. Obedeci. Ch: você vai se ajoelhar no banco, empinando essa rabetinha, e vai se segurar no encosto, ok? Eu: sim, pai, assim? Empinei bem a raba? Ch: assim... Baixou a calcinha um pouco (só o suficiente pra me comer) e deixou o fio dental no lugar. "Vamos só desviar um pouquinho", ele disse enquanto os dedos dele roçavam toda a minha xereca bem molhada. Me pegou pelo cabelo e se aproximou... "aqui, putinha, pode gritar, hein?" Balancei a cabeça que sim, e ele puxou... "sim, o quê, amor?" Sim, pai. Ch: isso. Menina obediente. Ele se posicionou atrás e apoiou o pau. Ch: você gosta, né? Eu: enfia em mim, por favor... Já queria sentir ele dentro. Tava muito excitada. Ele deu um tapa na minha raba... "ansiosa, a putinha", disse. Não deu nem tempo de dizer "ai" com a palmada, ele meteu de uma vez e um gemido escapou dos meus lábios. Minhas unhas cravaram no banco. Deixou o pau parado uns segundos, tirou, e enfiou tudo de novo de uma vez. As mãos dele na minha cintura empurravam pra dentro mais fundo. Começou a acelerar devagar e eu a gemer mais alto. Ch: era isso que você queria, bebê? Um pau de verdade pra te comer? Eu: sim, pai. Uma boa fodida de alguém que sabe como garchar uma putinha. Cada vez ele metia mais fundo e eu pedia mais pau... Eu: ai, assim, pai, me come, por favor. Ch: que garota gostosa. Você tá encharcada... quero que você banhe todo o meu pau. Tirou o pau e sentou. Fez sinal pra eu sentar por cima, me ajoelhei no banco e ficamos de frente. Com as mãos, ele agarrou meus peitos e chupou eles. A única coisa que disse foi: "SE MEXE, garota". Comecei a me mexer devagar, mas sentindo ele bem duro e como preenchia toda a minha buceta. Ele desceu as mãos pra minha raba... Eu me mexia também, e mais rápido... Meus gemidos já eram gritos de prazer e de que eu ia gozar na pica dele. Eu: ai papai simmm, continua, toma filho da puta... Ele me fez ficar parada uns segundos... Ch: Aproveita, gostosa... e agora você vai sentar no banco e quero gozar nessas tetas gostosas que você tem... Sentei, juntei as tetas e olhei pra ele, enquanto ele batia uma, pedi pra ele me deixar toda banhadinha e cheia de porra. Não terminei de falar isso e senti a porra morna no meu corpo... Ch: ai, gostosa. Mas que putinha. Eu: mas você gostou? Ch: sim... e quero repetir outro dia... A gente se limpou, se ajeitou um pouco e continuou o passeio. Se você gostou, deixa comentários e me dá uns pontos... porque as histórias continuam e vão ficando cada vez melhores. Beijinhos, a secretária...
13 comentários - Encontro com o motorista (final)