Fala galera do poringa.net. Como sempre, agradeço demais pela boa energia e por lerem minhas histórias.
Adoro ler os comentários de vocês e saber o que tão pensando.
Quem curte mandar mensagem, fico feliz em responder quando dá.
Como sempre falo...
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V
Essa história começou há anos atrás. Meu tio Jorge me convidou pra ir na fazenda dele.
Fazia um tempão que a gente não se via.
Aceitei de boa,
não me faria mal umas mini férias.
A fazenda dos meus tios era uma imensidão de campo, cheia de árvores e um sítio com bichos.
Mas o melhor era uma lagoa natural linda pra caralho.
Peguei minha caminhonete e fui curtir umas férias curtas.
Meu tio e a esposa dele ficaram felizes pra cacete quando me viram chegar.
Assim como meu grande amigo Fortunato, o capataz véio da fazenda, que me conhece desde moleque.
Foi ele quem me ensinou a andar a cavalo e a gente teve um monte de histórias juntos.
No primeiro dia, me instalei no quarto de hóspedes.
E curti um dia em família da porra.
Aproveitando as paisagens e a vida tranquila do campo.
Dentro daquele cenário lindo, uma menina que vivia pra lá e pra cá chamou minha atenção.
No segundo dia, foi mais livre e depois do almoço, quando meus tios tiravam a sesta, fui dar uma caminhada.
Pra minha surpresa, encontrei a garotinha entrando no bosque.
Parei meu passo e entrei também, uns metros antes de onde ela tinha ido.
Pra ver o que ela tava fazendo ali, longe da fazenda e sozinha.
Tipo brincando de esconde-esconde pra não assustar a menina, eu andava sem fazer barulho.
Depois de caminhar um pouco, encontro a garota perto de duas ovelhas jovens que pastavam.
A gente tava a vários metros de distância. Fiquei olhando o que ela fazia.
Ela olhou pra todo lado, como se procurasse alguma coisa.
Mas pela minha posição, não conseguia me ver, igual eu via ela.
Continuei andando sem fazer barulho, pensei que ela esperava alguém.
Mas na hora seguinte, ela sentou num tronco caído e olhou pra todo lado de novo.
Ela começou a se acariciar sozinha, enquanto eu fiquei vendo, surpreso pra caralho, escondido atrás de uns arbustos.
Sem perceber minha presença, ela tocava os peitinhos dela, por cima do vestido.
Parecia muito excitada, se esbaldando nas carícias.
Esfregando as pernas e levando as mãos por baixo do vestido.
Eu não Tava bem longe, mas dava pra ver direitinho aquele espetáculo lindo.
Ouvir os gemidinhos dela enquanto se acariciava.
Levantou o vestido e começou a acariciar a bucetinha dela com a calcinha ainda no lugar.
Meus olhos não perdiam nenhum detalhe daquela mina se dando prazer em cima do tronco caído.
Aquela gostosa novinha tava se masturbando quase na minha frente.
A só alguns metros de distância.
Meu pau tava durasso vendo como ela se dava prazer.
Não consegui evitar, tirei ele pra fora e comecei a me tocar também.
Ela não imaginava que a metros dela, eu tava ali olhando, curtindo os gemidos dela e aquele corpo lindo, com o pau durão de vontade de comer ela.
enquanto eu me masturbava, estimulado por ela. a menina puxou a calcinha de lado e começou a enfiar os dedos.
gemendo igual uma louca enquanto se comia sozinha.
ela ficou vermelha e, gozando com os dedinhos finos, teve um orgasmo bem barulhento, que eu ouvi como se estivesse em cima de mim.
excitado e com esse estímulo, gozei pra caralho.
enchendo de porra os arbustos que me escondiam.
ela ajeitou a roupa e, sem perceber minha presença, juntou as ovelhas e saiu do bosque.
eu fiquei um tempo ainda com a imagem daquela menina desconhecida na minha cabeça.
quando ela já tava chegando no curral, eu também saí do bosque e continuei andando.
no fim da tarde, vi ela de novo.
cruzando a fazenda, perguntei pra minha tia quem era aquela menina.
minha tia me contou que era a neta do Fortunato. que fazia 7 anos que morava com eles.
junto com os avós, cuidava dos bichos e do trabalho no campo. o nome dela era Angi.
e que era uma menina muito boazinha.
aquela pequena e o corpinho delicado dela enchiam minha mente.
não conseguia pensar em mais nada além dela.
no dia seguinte, durante a sesta, saí pra ver se encontrava aquela menina.
selei o cavalo e fui costeando o bosque.
quando me afastei da fazenda, encontrei a pequena andando no caminho.
a menina, bem atenta, me cumprimenta com um sorriso nos lábios.
Angi: — oi, moço, boa tarde.
como o senhor tá?
Eu: — oi, menina, tô bem, e você?
você deve ser a neta do Fortunato.
Angi: — tô bem, moço, graças a Deus.
sim, o senhor é o sobrinho do patrão, né?
Eu: — sim, sou... e o que você tá fazendo por aqui tão sozinha, menina?
Angi: — nada, tava entediada enquanto todo mundo dorme, saí pra caminhar um pouco.
e o senhor?
Eu: — é, a tarde é chata enquanto todo mundo dorme.
vou até a lagoa, quer vir comigo?
Angi: — não deixam eu falar com estranhos.
não seria certo eu sair pra passear com o senhor.
Eu: — claro, desculpa, você tem razão.
não devia ter te convidado, foi mal.
Angi: — hahaha. Desculpa, foi uma brincadeira.
Meus avós conhecem ele e eu sei que ele é uma boa pessoa.
Mil desculpas pela minha piada.
Eu: Não tá certo, hahaha.
Bom, então o que me diz, vamos pra lagoa?
De quebra a gente se conhece melhor.
Ela, toda sorridente, estendeu a mão pra subir no cavalo e sentou bem em cima da minha pica.
Sentir a bunda dela durinha e pequena, mas bem firme, fez meu pau endurecer na hora.
Eu recuei o corpo pra trás, mas ela se ajeitou de novo em cima de mim.
Com o trote do cavalo, ela sentia minha ereção e eu sentia a bunda dela quicando no meu volume.Fomos conversando como se nada estivesse acontecendo.
Ela, como se nada fosse, começou a me perguntar umas coisas.
Angi: Patrão, o senhor é casado?
Sua cidade é bonita, com certeza. Meu avô me contou que o senhor é mecânico, é verdade?
Desculpa perguntar. É que não falo muito com gente.
Eu: Não se preocupa, linda, não me incomoda.
Sou solteiro. Minha cidade é bonita, moro num lugar bem tranquilo.
Sim, sou mecânico e tenho minha própria oficina.
Adoro o campo e acho que vou vir mais vezes.
Você tem namorado?
Angi: Nossa, que legal, não conheço muito.
Sempre morei em fazendas. Deve ser bem divertido morar aí.
Não, não tenho namorado. Os meninos da escola são feios, hahaha.
E aqui também não tem ninguém.
Talvez por isso eu odeie o campo.
É uma boa notícia que o senhor venha mais vezes.
Quem sabe a gente pode ser bons amigos.
Ao chegar na lagoa, ela saiu correndo pra margem.
Ela tirou o vestido, ficando só de calcinha e sutiã, e correu pra dentro da água.
meus olhos se fixaram naquele rabo lindo com a calcinha rosa de moranguinho.ela parecia tão linda e inocente.
vê-la assim não parecia a mesma garotinha que se masturbava no bosque.
perdido nos meus pensamentos, eu a olhava como um idiota.
enquanto ela gritava comigo da água.
Angi: vamo, patrão... a água tá uma delícia.
ai sim... que gostosa que ela tá...
vem ou tem medo de água?
vendo aquela menina brincando na água, fui tirando o tênis, a calça e a camisa.
fiquei só de cueca.
a água tava uma maravilha e fui até onde a menina me esperava e me chamava com animação.
Eu: que delícia de água.
espero que ninguém venha pra cá.
o que vão pensar se nos virem os dois de roupa íntima?
não me chama de patrão, me chama de Maurício.
Angi: ninguém vem pra cá, tamo longe de tudo, patrão. hahaha.
desculpa, é o costume.
não fica bravo, mas prefiro te chamar assim.
foi assim que meus avós me ensinaram, e ele pediu que eu tratasse todo mundo com respeito.
e se alguém aparecer, com nossa diferença de idade, pode falar que é meu pai e depois disso tem que mandar ele embora no chute, porque é propriedade privada e ninguém daqui vem pra lagoa.
Eu: cê tem resposta pra tudo, né?
cê é muito inteligente, menina.
Angi: acredita, ninguém vem pra cá.
a gente pode brincar tranquilo aqui.
além disso, antes da sesta acabar, a gente já volta.
Eu: e a gente pode brincar de quê aqui? me diz.
Angi: bora brincar de pega-pega, quer?
cê nada e eu te pego, e depois você me pega.
o jogo começou. a pequena nadava e eu me deixava pegar, e depois ela fazia o mesmo.
a gente começou a brincar como duas crianças.
mas o jogo foi ficando cheio de contato.
cada vez que eu pegava ela e ela tentava se soltar, minhas mãos tocavam a pele macia dela.
mas às vezes minhas mãos iam parar em áreas proibidas.
ela não falava nada, só continuava brincando como se nada.
mas a menina não era tão inocente assim.
ela buscava aquele roçamento ou as provocava onde minhas mãos roçavam nos peitos dela ou na bunda inquieta.
a princípio pensei que era sem querer.
a menina usava minhas distrações pra eu tocá-la. e as mãos ou os pés dela, com cuidado, roçavam meu pau.
quente pelo jogo, não pensei em nada.
peguei ela pela cintura e meu pau duro serviu de assento pra ela.
e sem pensar, puxei ela pelo cabelo e dei um beijão na boca dela.
a menina abriu os olhos surpresa.
e não sabia o que fazer com minha língua dentro da boca dela.
notei que ela não sabia beijar.
Angi: patrão... que foi isso?
Eu: um beijo, ninguém nunca te beijou antes?
Angi: não, nunca... embora tenha visto meus avós e meus pais se beijando, mas nunca beijei ninguém...
isso me desmontou, como uma garota que se masturba e mete os dedos como eu vi.
nunca beijou? pensei que ela tava mentindo e falei:
Eu: nunca beijou ninguém de verdade?
mas você gostou ou não gostou?
Angi: não, nunca, juro.
sim, patrão, gostei, isso é coisa de namorado, né?
é que não sei como fazer.
quer me ensinar?
eu pensei que ela tava se fazendo de inocente e ensinei ela a beijar.
mas a hora da sesta acabou e eu falei: amanhã te ensino mais.
vamos voltar, já todo mundo vai acordar.
saímos da lagoa com tempo pra secar.
mas me sentia desconfortável. alguém nos ver assim.
Angi: o que foi, patrão, tá com frio?
Eu: não, minha pequena, só tenho medo de alguém nos ver aqui seminus
Angi: mas patrão, ninguém vem pra cá.
mas se quiser, podemos voltar e ficar no bosque enquanto a roupa seca.
ninguém ia nos ver lá.
às vezes vou lá brincar sem ninguém me encher o saco.
Eu: isso seria bom. é bem mais seguro.
e eu não me sentiria tão desconfortável.
subimos no cavalo e a bundinha dela voltou a ficar em cima do meu volume.
ela foi me guiando até um lugar bem escondido.
estávamos cobertos e longe da vista de todo mundo.
Angi: foi legal você ter me beijado.
amanhã vai me ensinar mais?
aqui é melhor, né? **Eu:** Gostou que eu te beijasse?
De verdade, nunca te beijaram.
Se quiser, te ensino mais enquanto nossas roupas secam.
Mas não pode contar pra ninguém.
Como você disse, pareço seu pai.
**Angi:** Gostei sim, patrão. O senhor foi o primeiro que me beijou.
Nunca contaria pra ninguém.
Sei que posso te trazer problemas e não é isso que quero.
Mas isso não faz a gente virar namorados?
**Eu:** Você gostaria que eu fosse seu namorado? Hahaha.
Sou um velho pra você, meu bem.
Mas posso te ensinar tudo o que quiser.
**Angi:** Por que o senhor tá rindo, patrão?
Eu sei que namorados se beijam.
**Eu:** Bom, podemos ser namorados enquanto eu estiver aqui.
**Angi:** Sim… patrão.
Além disso, o senhor disse que viria sempre, então posso ser sua namorada cada vez que vier me visitar.
**Eu:** Bom, antes de tudo, vamos primeiro secar nossas roupas. — eu disse.
Desabotoei o sutiã dela e, com cuidado, tirei. Deixando suas tetinhas pequenas no ar.
Angi: patrão, o que cê tá fazendo?...Eu: Tô tirando sua roupa molhada pra secar melhor.
Não tem medo, vamos.
Eu me ajoelhei e tirei a calcinha dela.
A buceta dela ficou toda exposta.
Tão macia, pequenininha e sem pelos, uma delícia.
Angi: Mas a gente vai ficar pelados...
Patrão... isso não tá certo...
Eu: É, a gente deixa a roupa no sol.
Enquanto a gente brinca, cê quer?...
Angi: Que brincadeira que o senhor quer fazer?...
Eu: Vamos, guria, ontem eu te vi se tocando.
E quero brincar de te tocar...
Angi: Como assim o senhor me viu ontem??
Eu: Cê tava se tocando na frente das ovelhas ontem à tarde.
Quem te ensinou a se tocar ou cê aprendeu sozinha?
Não vem de sonsa comigo.
Enquanto eu falava e ela tentava se explicar, eu pendurei a roupa num galho.
E tirei a cueca. A guria, pela primeira vez, olhou pro meu pau duro e bem ereto.
Angi: Nossa... patrão, posso explicar.
É que faz um tempo que eu me toco.
Mas nunca estive com ninguém. Juro...
Patrão, tô com vergonha...
Mas vou contar. Não conta pra ninguém, por favor.
Aprendi vendo minha irmã mais velha. Ela foi embora ano passado e fiquei aqui com meus avós.
Quando ninguém via, ela se masturbava no quarto.
Eu espiava ela sem ela perceber.
Até que um dia comecei a me tocar igual ela fazia.
E descobri umas cócegas muito intensas e quentes.
Adorei aquela sensação.
Sem querer, minha prima me ensinou a me masturbar.
E eu gostei, como o senhor pôde ver, patrão.
EU: Me diz... o que cê sentiu quando sentou em cima de mim?
Cê gostou de sentir meu pau na sua buceta?
Enquanto a gente andava a cavalo.
Angi: Sim, patrão... não foi de propósito, juro.
Sua coisa dura se sentiu muito por baixo de mim.
Me deu aquela sensação de cócegas.
Mas mais ainda senti quando sua mão segurava as rédeas perto da minha xereca.
Que com o movimento do cavalo ficava subindo e descendo sem parar.
Isso me deixava incomodada, mas eu gostava.
Foi como se eu mesma estivesse me tocando.
Eu: Com essas cócegas, cê fica com vontade... de se masturbar como ontem?
Angi: não...... patrão. eu ia ficar com vergonha....
tô com minha bucetinha molhada.
mas não vou me tocar na sua frente, me dá muita vergonha.
Eu: não quero que você se masturbe.
vamos fazer um jogo que você vai gostar mais do que se tocar sozinha.
ela nem imaginava o que eu tinha em mente.
nos beijamos e cada vez a menina melhorava.
levei ela até um tronco cortado onde a sentei.
abri suas perninhas finas e puxei ela pela cintura na minha direção.
de pé, com ela sentada no tronco de pernas abertas, me encostei nela.
Angi: patrão, a que vamos brincar?
Eu: esse jogo você vai gostar..
é o jogo dos namorados.
não tenha medo, você vai gostar mais do que se masturbar.
nos beijamos e ela foi aprendendo a usar a boca e a língua, beijando muito gostoso.
ela gostou e logo a bucetinha dela se esfregava sozinha no meu pau.
essa sensação provocava uns gemidinhos lindos nela.
beijei seu pescoço e cheguei nas suas tetinhas gostosas.
Angi: ai... não patrão ...... hahaha. não chupa meu pescoço não, me dá muitas cócegas. hahaha.
ai patrão... minhas tetinhas.....
não... patrão, o que cê tá fazendo?.....
comecei a lamber as tetinhas pequenininhas dela, ainda se desenvolvendo.
uma delícia.
ela curtia minhas lambidas e chupadas.
a bucetinha dela, toda molhada, lubrificava meu pau.
com meus dedos, comecei a esfregar a buceta da menina.
ela gemia e curtia meus dedos.
ela sentia algo estranho. mas se deixava levar.
já que tava gostando das minhas carícias e de como eu chupava as tetinhas dela.
Angi: ai... patrão, tô com aquela sensação de explorar......
enfia um dedo......
mas em vez do dedo, tentei enfiar meu pau.
ela esperava meu dedo dentro dela.
mas meu pau era grande demais pra bucetinha pequena dela.
Angi: ai.... patrão, o que cê tá fazendo....?
o que cê tá fazendo.....?
isso não vai entrar em mim....ai....
por favor para... para por favor....
eu tentava desesperadamente enfiar.
Eu: pequena, vou tentar colocar isso aqui.
mas acho que não vai entrar.
a sua é igualzinha a casa da sogra... ui...
bem pequenininha, mas vou tentar.
ela se contorcia enquanto sentia meu pau pressionando na entradinha.
ela me deixava e via como eu tentava sem conseguir.
a buceta molhada dela fazia meu pau escorregar.
mas era tão apertada que eu não conseguia penetrar.
mas sem desistir.
desci pra chupar a bucetinha dela.
ela apertou minha cabeça com as perninhas enquanto eu chupava a buceta dela.
e tentava abrir ela com meus dedos.
ela começou a gemer forte...
Angi: Ai... seu patrão, enfia os dedos, não para... Ai... devagar, seus dedos são maiores que os meus...
Ai... ufs... sim, assim devagar...
Ai... sim, a sensação voltou...
Mmm... sim... não para... sim, assim, não para... ai...
Mmm... patrãozinho... para, tô quase gozando... por favor... para, para...
Seu suco gostoso do orgasmo molhou minha boca e língua.
Ela sabia o que era ter um orgasmo e chamava assim, algo que me dava ternura.
Angi: Ufs... ah... ah... isso foi maravilhoso, patrão...
Bebeu toda minha aguinha...
Gostou??
Uai... eu sentia que tudo girava enquanto você me chupava. ha ha ha...
Foi muito gostoso...
Me sentia tonta, mas ao mesmo tempo sentia uma delícia...
Meu Deus, minhas pernas tremem mais do que quando eu me masturbo...
Minhas perninhas tremiam e meu corpo inteiro.
É muito estranho, patrão, mas eu gostei.
Eu: Adorei sua aguinha, gata.
Agora relaxa e curte a sensação.
Levantei e me coloquei de novo entre as pernas dela e a beijei com paixão.
Guiando com a mão, coloquei a pica na entradinha da buceta.
Dessa vez ia entrar bem lubrificada e dilatada com meus dedos.
Um pouco de pressão e consegui enfiar a ponta da cabeça bem devagar.
Ela olhou pra baixo e se assustou.
Angi: Ai... ai... ai...
Não, patrão, não vai entrar...
Ai... meu Deus... não, patrão... vai me machucar...
Eu: Só relaxa, gata...
Já entrou. Relaxa.
Angi: Tava enfiando... ai... ai... ai... ufs...
Patrãozinho, ai... dói... não enfia seu pau, ai...
Não vai entrar, vai me rasgar...
Tá ardendo minha partezinha tenra.
Eu: Você é tão doce, gata...
Sua partezinha tá se abrindo pro meu pau entrar.
Gatinha, já entrou em você, tá doendo?
Angi: Sim, muito... mas agora um pouquinho... ufs...
Tô dolorida e ofegante.
Mas sinto gostoso, deixa ele aí enfiado um pouco...
Ufs... meu Deus... não se mexe.
Ah... aha... ufs... patrão... ai..., ui....
tá me rasgando... ai...
para pelo amor, com calma ai... aha...
ela sentia como eu balançava pra frente e pra trás.
sem enfiar mais fundo, só a cabecinha tava bem encaixadinha e entupidinha na rachadinha dela (como ela chamava).
eu: bem... assim relaxa... assim...
mmm... assim... solta que vou meter um pouquinho mais.
viu que dói menos...
adoro te foder, gostosa.
Angi: ai... sim, patrão... dói menos, mas pelo amor, devagar...
ai... mmm... devagar... patrão... dói...
ui... deus... arde...
ai... devagar...
aos poucos, a gata foi engolindo quase metade da minha pica.
devagar e com pausas, fui fodendo ela sem meter tudo.
fodia com cuidado pra não machucar e pra ela curtir a foda tanto quanto eu.
fazendo ela ter orgasmos cada vez mais molhados.
dava pra sentir em cada espasmo da buceta dela apertando meu pau...
Angi: ai, patrão... tô engolindo seu cacete... mmm.
ah... ah... ufs... é nisso que os namorados brincam?
Eu: os namorados sempre brincam nisso.
em foder e fazer a gata engolir o pau todo.
posso te garantir que você é uma ótima namorada...
Angi: mmm... patrão, a bucetinha pequenininha gosta muito do pau então...
ui... que gostoso que é o pau, ah... ha... ah...
sim, patrão, me fode...
ela reclamava quando eu me mexia. mas adorava ficar bem empaladinha.
uns 45 minutos fodi ela, curtindo os orgasmos daquela gatinha. foram mais de 9 vezes.
a buceta dela encharcou meu pau até minhas bolas.
ficamos assim até eu não aguentar mais.
quando não aguentei, nem pensei e esvaziei minhas bolas dentro dela.
os espasmos do meu pau gozando fizeram a gata ter o último orgasmo dela.
fiquei um bom tempão enfiado dentro dela. ficamos abraçados, bem coladinhos.
nos beijando.
Angi: meus lábios da minha xereca tão ardendo, patrão...
mas meu melzinho tá querendo escorrer de novo... ah... ha... ai...
me mexi mais um pouco e até ela acabar. Beijei ela e falei que nunca tinha gozado tão gostoso como com ela.
Gozei como nunca. Mas ela não entendeu.
Quando tentei tirar do buraquinho dela.
A buceta dela me puxava pra dentro.
Quando tirei. Fez um barulho igual quando desentope um ralo.
E começou a jorrar meu semen branquelo e grosso.
Que molhava a bunda dela.
Angi: Uai... patrão... minha bucetinha tá um bagaço... Que é essa coisa branca com cheiro de cloro que sai de mim?...
Eu: Isso é meu sêmen, o que os homens deixam dentro das meninas como você.
Quando chegar em casa, lava direitinho e pronto.
Angi: Ah... entendi, é tipo minha aguinha, né?
Eu: Claro, coração, é tipo sua aguinha.
A gente se deu uns beijos e eu ajudei ela a se trocar, e também me vesti.
Subimos no cavalo e, uns metros antes de chegar na estância, nos despedimos.
Ela foi pra casa dela e eu pra estância.
Ninguém desconfiava de nada.
Mas depois de comer ela, a menina se apegou muito a mim e começamos a passar tempo juntos.
Meus tios e os avós dela não acharam ruim. Pelo contrário.
Talvez por causa da diferença de idade.
Eles não imaginavam que a gente transava.
Me viam como muito paternal com ela.
Mas quando ninguém tava olhando,
a gente brincava de namorados.
Aos poucos, ensinei várias posições pra ela. Onde ela aprendeu a montar e rebolar muito bem a bunda dela.
Logo a menina já engolia tudo.
Ela curtia muito se mexer na minha pica, cavalgando como se fosse um cavalo.
mas o que eu mais curtia era ser comida de quatro.
Nossas brincadeiras na lagoa sempre terminavam assim.
Depois de dias intensos de sexo e prazer, a gente se unia cada vez mais.
Meu tempo na casa dos meus tios acabou.
A menina me implorava pra não ir embora e ficou muito triste,
achando que tudo ia acabar.
Vontade de ficar não me faltava, mas era impossível.
Arrumei minha mochila e não vi a menina a manhã toda.
Achei que ela não gostava de despedidas.
Carreguei minha mochila na caminhonete e me despedi dos meus tios.
Deixei um abraço pra todos e fui embora triste por não vê-la.
Depois de 5 quilômetros,
parei num posto de gasolina pra abastecer e comprar algo gelado pra beber.
Me pareceu ver o carro do meu tio chegando.
E não me enganei.
Meu coração parou ao ver meu tio com a pequena vindo ao meu encontro.
Achei que tinham descoberto tudo.
Eu: — Tio, o que vocês estão fazendo aqui?
Meu tio me disse:
— Sobrinho, mil desculpas, você foi embora muito cedo. Seu Fortunato me deu este envelope pra você.
No envelope tinha uma carta.
Mas isso vai ficar pra outra história.
........................CONTINUA.............................
P.S.: Espero que vocês tenham gostado dessa história.
Como sempre, não esqueçam de comentar.
Até a próxima.
Maury-solo-yo
8 comentários - Angi: sexo no campo
Un dulce la nena.
A ver cómo sigue la historia con la niña