Mi sobrina claudia le gusta estar con el tío

Olá, amigos e amigas do poringa.net.:

Aqui vai mais um post das minhas histórias nunca contadas.
Hoje apresento minha linda sobrinha Claudia, filha do meu irmão.

Desde pequena, ela foi muito doce e meiga.
Um anjo que iluminava a casa do meu avô e a minha.
Mas também era muito mimada, por mim e pelo meu avô.

Ela sempre foi muito apegada a mim. A vida dela mudou quando ela tinha 6 anos.
Depois que o pai e a mãe se separaram, também se afastaram dela.
Só mandam a grana da pensão.
Tanto meu irmão quanto minha cunhada deixaram ela aos cuidados do meu avô e meus, e sumiram por anos.

Ela logo substituiu o pai, que era um cuzão, por mim.
Ocupando o lugar dele como pai, eu e meu avô dávamos tudo que podíamos pra ela.

Quando meu avô morreu, assumi completamente esse papel de pai.
Levava ela pra pescar e passear de moto, que ela adorava. Tudo que um pai faria.

Conforme foi crescendo, ela era meu orgulho. Boa aluna e muito ativa na igreja católica, onde ajudava e era muito querida.
Por sorte, a mãe dela apareceu e me ajudou a criá-la direito.
Ela reconstruiu a vida e tinha o trabalho dela.
A gente se revezava pra cuidar dela.

Ela se tornou toda uma mulher, com todas as letras.
Isso também trouxe umas coisas que eu não esperava.
O corpo dela ficou voluptuoso. Além de ser linda, tinha um corpo gostoso pra caralho.

Os carinhos e beijos da minha pequena às vezes me deixavam desconfortável, mas nunca pensei mal dela.
Sempre mimava ela em tudo como se fosse minha filha, e até achava normal ela ter ciúmes de todas as namoradas que eu tinha.

No ciúme dela, sempre perguntava se, pra mim, ela era bonita.
E eu sempre respondia:
"Que pergunta é essa, meu anjo? Você sabe e eu sempre falo: você é linda, minha vida."
Fazendo ela me dar um sorriso lindo.

A mãe dela trabalhava muito. E sendo minha sobrinha uma adolescente com um corpo de dar inveja...
Minha cunhada não gostava de deixar ela sozinha. Sozinha.
Em casa, ela tinha o quarto dela e todas as suas coisas.
Ela gostava mais de ficar em casa do que na casa da mãe.

Minha sobrinha morava mais na minha casa do que na dela.
Um dia de novembro, fim de semana prolongado, entre lembranças da infância dela.
Ela quis que eu a levasse para pescar, como quando era pequena.
Eu tava com pouco serviço e a mãe tinha viajado a trabalho.
Então, curti a ideia, fazia tempo que a gente não saía, ainda mais pra pescar.
Pra fazer algo diferente, topei.

Enquanto eu dava uma olhada na minha câmera digital nova.
Encontrei uma foto da minha sobrinha que me deixou de boca aberta.
Onde vi ela de um jeito que nunca imaginei.
Tava com aquele rostinho doce de menina.Mi sobrina claudia le gusta estar con el tíoMas também com aquelas tetas lindas dela, com os biquinhos rosados que, sem mentira, me deixaram louco.
Ela usava minha câmera mais do que eu.
Pensei: como não vi essa foto antes?
Óbvio, pensei: pra quem ela tirou uma foto assim?
Pensei em falar com ela sobre isso. Mas sabia que era pra algum namoradinho, coisa de garota.
Pensei enquanto baixava no PC, pra guardar de lembrança antes de apagar da câmera.

Aquela tarde não consegui parar de pensar nas tetas lindas dela.
O dia seguiu, mas não conseguia tirar aquela imagem da cabeça, enquanto ela me ajudava a carregar a caminhonete pra sair no dia seguinte.

No outro dia, acordamos cedo, tomamos café e fomos pra estrada, ela feliz e eu também.
Pegamos uns dias lindos de sol e calor.
Já no camping, montamos o acampamento e, depois de armar a barraca, ela foi arrumar as mochilas enquanto eu terminava de descer as coisas da caminhonete.
Não acreditei no que meus olhos viram quando minha sobrinha saiu da barraca.
Os peitos enormes dela, cobertos só por dois pequenos bandeirinhas, e uma tanga que destacava ainda mais aquele rabão enorme.

Olhei pra todos os lados pra ver se alguém mais tava vendo a mesma coisa que eu.
Ela me olhou com uma cara de safada e se aproximou.

Claudia: Que dia lindo, né?
Gostou, tio?
Mamãe me deu no ano passado. Acho que você nunca viu.

Eu: É, muito lindo, neném... Não, nunca vi você usando. Mas...
Não é lugar pra usar uma coisa dessas, coração.
Aqui tá cheio de pescadores e famílias, e você tá quase pelada.

Com a cara descomposta, falei. A verdade é que ela tava quase nua.

Claudia: Teimosia, sua cor favorita, né?
Já sei, tio, já vou vestir outra coisa hahaha.
Era só pra você me ver hahaha.

Ela vestiu uma camiseta e um pareô.
Era um pecado esconder tanta beleza, mas não era lugar pra ela se exibir assim.
Com aquele sorriso debochado que ela sempre fazia quando aprontava. Alguma maldade.
Feliz me disse, hahaha...
Não precisei falar nada, só olhei pra ela.

Quando já tava tudo organizado.
Preparamos as varas e fomos pescar.
Não tinha homem que não ficasse de olho nela ou olhasse com desejo, isso me enfurecia.
Até discuti com alguns.

Depois de pescar e nos molhar um pouco no mar, voltamos pro camping.
Cozinhamos e a noite caiu, e um vento frio se levantou, tirando nossa vontade de pescar de novo.
Tinha uma fogueira onde comemos e nos abrigamos do frio.

Cansada e com pouca luz, Ela foi dormir porque a noite tava muito fria.
Com um beijo, se despediu de mim.
Minha barraca tem dois quartos separados por uma pequena sala de estar, onde guardei tudo.
Fechei os zíperes.
Ela dormia de um lado e eu do outro.
O vento e o frio eram terríveis.
Ela veio pro meu quarto com as cobertas dela e perguntou se podia dormir comigo.
Tava com muito frio e eu não podia deixar ela assim.

Levantei e arrumamos as cobertas pra ficar mais confortáveis e quentinhos.
Falei com carinho: "Pobre da minha menina, tava congelada."

Claudia: "Sim, tio, tô tremendo.
Que bonitinho, tio, igual quando eu era criança e você dormia comigo."

Ela me abraçou e se acomodou colada em mim. Pude sentir os peitões enormes dela contra meu peito.
Minha ereção não reconheceu parentesco nenhum, nem o frio segurou.
Me sentia mal por ter o pau durasso por causa do contato com minha sobrinha.

Enquanto se virava, me disse: "Tio, tô com frio, me abraça."
Virando de costas pra mim.
Meu braço direito ficou soterrado pelo peito dela, abracei ela com o outro braço na cintura e afastei minhas pernas pra ela não notar minha excitação, já impossível de esconder.

A bundona enorme dela, só coberta por um fio dental, não ajudava em nada a não me excitar.sexoEla se acomodou, a bunda dela roçando no meu volume já incontrolável.
Aí ela me disse:

Claudia: Agora sim tô sentindo mais calor, tio, valeu.
Tava congelando no outro quarto..
Aqui tô muito melhor.

EU: É... neném, já vai passar.
Juntos a gente esquenta mais e vai passar.

Já aquecido, fui dormindo.
De repente, ela joga a bunda pra trás e a rabeta dela encontrou meu pau duro, apontando pra ela com malícia.

Ela não falou nada e eu gozei na hora, morri de vergonha.
Ficamos assim dormindo. Bom, pelo menos eu.

De repente, sinto ela se ajeitando e esfregando a bunda redonda e tentadora no meu pau.
Eu fingia que tava dormindo, evitando aquele roçar, não queria deixar ela desconfortável ou falar nada, achei que ela tava fazendo dormindo.
Ela mexia a bunda cada vez mais, procurando uma posição boa pra dormir ou pra sentir bem o pau do tio dela, eu ficava quieto. Cada vez mais apertado entre ela e a lona da barraca.

Ela soltou um suspiro de incômodo. Sentou.
Sinto ela me dizer: Tio, cê tá dormindo?
Eu fingia que tava dormindo, sem fazer um movimento.

Ela puxa a coberta e agarra meu pau com força. Me fazendo pular e acordar de vez, ou parar de bancar o otário.

Claudia: Não consigo dormir com essa coisa enfiada no meu booty, tio.
Fingindo que tava dormindo, eu falei:

EU: Então, neném, tenta não ficar esfregando a bunda nele.
Me dá um espaço pra meu pau não ficar enfiado no teu booty e dorme tranquila, neném.
Cê imagina, não posso tirar ele.

Claudia: Assim é impossível dormir, tio. Melhor eu fazer alguma coisa pra ele não incomodar.

Antes que eu respondesse o que ela ia fazer,
Ela se ajoelhou e tirou ele da cueca.
Feito quem tira uma putaria de um cesto.

EU: Não... para, garota, o que cê tá fazendo?...
Cê tá louca?... Deixa isso...

Claudia: Uau... Não acredito que tamanho que cê tem, tio....
Deixa eu te ajudar pra gente poder dormir. Sabia que não é bom pro homem ficar de pau duro muito tempo?

EU: Que isso, para com isso, gata. Sou seu tio...
Você é doida, isso não tá certo.

Ela nem me escutava enquanto me masturbava com as mãos macias.
Nem olhava pra mim.
Parecia decidida e baixou a boca até meu pau e começou a chupar e tocar com força.
Lambia a cabeça e chupava fazendo doer.
Não acreditava que essa mina não sabia chupar um pau.
Me sentei e mandei ela parar.
Ela, envergonhada, pergunta: "O que foi?"
"Você não gostou ou sou muito feia pra você?"

EU: Não, não é isso, gata.
Isso tá errado e você não é feia, para de falar isso.
Mas você chupa muito mal e me faz doer.

Ela, corada, confessa que nunca transou com ninguém. Só sabia se masturbar.
"Sou uma idiota, tio, eu sei."

Comecei a me tocar te ouvindo e te espiando, ouvia você foder com as gostosas que vinham em casa.
Sei que fiz merda, mas fazia. Depois, quando o namorado fazia com a mãe.
A verdade é que tô com vontade de fazer com você.

Isso me emocionou e, como já tava excitado, comecei a beijar ela.

EU: Ok... Tem certeza disso?
Você é novinha pra sexo.

Claudia: Tio, já sou toda uma mulher. Ou não dá pra ver?
Tenho muita certeza que quero foder com você.
Me ensina a fazer do jeito que você gosta e ser feliz.

Começamos com beijos, nisso ela tinha alguma experiência e beijava muito bem.
Enquanto minhas mãos encharcavam na buceta molhada dessa doce gata.
Bem, dei as instruções pra um bom boquete, enquanto a despia e tocava o corpo todo.
Enquanto ela seguia à risca minhas instruções, eu devorava a buceta dela.
Os dois em uníssono num gostoso 69, gemendo e aproveitando cada um o seu.
Sem ligar se alguém ouvia.
Ela gemia e a cara dela tava vermelha de tesão.
O momento certo chegou e aquela buceta bem lubrificada pelos sucos dela e minha A saliva pedia pra ser penetrada sem mais demora.

Colocando ela de barriga pra cima, ela mesma abriu as pernas, eu me firmei e comecei a brincar com a desesperação dela.

Encostando a cabeça da minha rola e brincando com os lábios da buceta dela, eu passava minha poronga por cima.

Minha sobrinha não parava de gemer e implorar pra eu meter.

Dei uma cacetada que fez entrar a ponta da minha rola na bucetinha apertada e virgem dela.

Senti como ela ia entrando e a resistência da membrana vaginal dela.

O hímem dela se rompeu e ela deu um grito de dor misturado com prazer.

A virgindade dela era minha, enquanto minha poronga entrava cada vez mais fundo dentro da minha linda sobrinha, que gemia igual uma louca.

A pussy dela se abria tomando a forma da minha rola.

Minha poronga ficou toda suja de sangue do hímem dela ao se romper.

Foi um momento muito especial pra nós dois.

Depois de umas metidas, ela gozou. Teve um orgasmo incrível.

Claudia: Ufs.... Isso doeu..... Mmm..... Mas não queria que você tirasse.
Mmm.... Que gostoso que é..... ha.... ah... ha.....
Isso é melhor que bater punheta Mmm.... Te amo, tio.....
Sabia a teoria, mas isso é muito melhor, te amo, tio.....

Eu não parava de foder ela.

Minha boca chupando os peitos e os bicos dela.

Só parava pra beijar a boca dela.

Os gemidos dela me deixavam com muito tesão.

Tirei minha rola ensanguentada e limpei com uma toalha, e limpei ela também.

Claudia: Ai... Tio... minha virgindade é sua. Finalmente sou toda sua....
Minha alma e meu corpo pertencem a você.
Te amo demais. Mmm.... você me dá muito prazer....

EU: Também te amo, princesa.... e não é por te foder....
É um grande prazer pra mim ser seu primeiro homem....
Mas ninguém pode saber disso..... Mmm.....
Isso é uma loucura. Não devia ter acontecido....
Não sei como vou olhar sua mãe nos olhos. Isso tem que ficar entre nós, tá?
Claudia: Sim, cara, não vou contar pra ninguém o nosso segredo, te amo.
Quero ser sua pra sempre...
Não tenha medo nem vergonha, isso é culpa minha por te amar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.e tio, não gozou ainda né? minha mãe me mata se eu engravidar.

Eu: Haha... Não, bebê... ainda não gozei. Gosto que você sabe se cuidar.
Mas se transar com mais alguém, tem que usar camisinha, né?
Fica tranquila, vou cuidar de você.

Seguimos nos beijos.
Coloquei ela de bruços, de quatro, e comi ela com vontade enquanto ela gemia e curtia.
Ela tava feliz com aquela sensação nova.
A cada metida eu via aquele cuzinho apertado que me tentava até morrer.

Tirei a pica e comecei a chupar o cu dela e usar a palavra: buceta ao mesmo tempo.
Ela gemia e curtia uma sensação nova, da minha língua fuçando o cuzinho dela.

Claudia: Uai... tio, que safado você é... não passa sua língua no meu cu...
Mas adoro sua língua brincando aí... hmm...
Tio, vai me dar o cu igual faz com suas namoradas??

Tô morrendo de vontade, nena, respondi.
Mas vai doer muito, nena.
Minhas namoradas já tão acostumadas, não dói mais por lá.

Claudia: Sei que é dolorido. Mas quero também.
Não importa se dói, não quero ser menos que elas.
Além disso, sempre ouvi você dizer que é o que mais gosta.

EU: Ok, se é o que você quer, eu avisei.
Sei que você é melhor que elas, sobrinha.
Mas deixa eu ver como fazer sem te machucar.

O cu dela tava bem lubrificado com toda a saliva que consegui juntar naquele cuzinho.
Mas também peguei o óleo de cozinha do comedor da barraca.
Joguei um bom jato na minha pica.
Devagar e com muita ternura, como nunca fiz com ninguém. Comecei a foder aquele cu virgem e tão delicadinho, só pra mim.

Ela, como uma campeã, aguentava a dor. Afundando a cabeça no travesseiro.
Os músculos do cu dela se abriam pra deixar minha pica entrar até o fundo.
Enquanto eu comia bem suave, movendo minha pica pra dentro e pra fora dentro daquele cuzinho gostoso.
Os gemidos dela abafados pelo travesseiro. ela se deixava ouvir...

Claudia: Ah... Tá me rasgando a bunda...
Ai... usei a palavra: buceta da minha mãe, como dói...
Oh... tio... ai... Meu Deus...

Depois de um tempo de dor e prazer que meu pau enorme causava no cu dela.
Ela começou a gozar e seus gritos de dor viraram uma puta conversa de sexo enquanto eu comia ela.

EU: Como é, sobrinha, tá doendo muito?
Quer que eu pare? Não quero te machucar, você não tem que sofrer, só gozar e aproveitar.

Claudia: Tô bem, já não dói tanto...
É uma sensação estranha, mas ao mesmo tempo é muito quente... Mmm...
Posso dizer que tô gostando...

Tranquilo, como já não doía mais, comecei a aproveitar ela e comi por um bom tempo.
Enquanto comia a bunda dela, minha mão esquerda tocava a buceta dela, fazendo ela ter vários orgasmos dos mais gostosos.
Com um gemido longo, ela percebeu o que vinha.
Derramei todo meu gozo naquela bunda, enchendo as entranhas da minha sobrinha pequena.
Aquele cuzinho jovem e incestuoso se enchia do meu pau e da minha porra abundante.
Quando meu pau não aguentou mais.
O cansaço nos envolveu e ficamos abraçados, não sentíamos mais frio nem nada, só o prazer do proibido.
Assim passamos o fim de semana.
Ela aproveitou todo o meu amor além do paternal que sempre dei a ela.
Sim, mas também de todo o sexo que seu jovem corpo aguentava.
Enquanto eu aproveitei toda aquela ternura, inocência e amor da minha amada sobrinha.

__________CONTINUA___________

P.S.: Bom, tive que publicar esse post de novo. Não sei o que aconteceu que apagou.
Espero que vocês gostem, continua...

Saudações: Maury-solo-yo

8 comentários - Mi sobrina claudia le gusta estar con el tío

c10z +1
Uffffffffffffffffffffffffff, hermoso
gracias por comentar
c10z +1
@maury_solo_yo Por nada genio! Me re sirvió para la paja el relato! La mejor forma de agradecer es dar puntos y comentar
jajjaja mil gracias igual. me alegra que te sirvio jajaaj.
Muy bueno, sube más fotos esta hermosa
en el proximo posts . gracias por comentar
SinSo0n +1
maury vos tenes mas historias que cualquier ser viviente, ojala pueda sumar tantas experiencias!! todavia no cumpli los 30
no creo que sea tan asi jajaja. igual gracias. te llevo casi 20 años . podes alcanzarme jjajaja
SinSo0n +1
me mude a caba, aca con tanto turismo y gente dando vueltas creo que tengo mas chances de sumar mas aventuras!!
genial ojala tengas suerte amigo