Mariela: viúva gostosa, louca por sexo e aventura.

Olá, amigos do poringa.net:

Como sempre, quero agradecer as mensagens, os pontos e os comentários de vocês.
Sejam bem-vindos a mais uma das minhas histórias nunca contadas.

Essa história aconteceu há vários anos atrás.
Eu estava namorando com a minha mina Marina.
Com quem dividimos um apartamento no centro.
Nesse lugar, minha parceira era amiga de um casal mais velho que morava no andar de baixo.
Ramón e Mariela.

Ele tinha 63 anos. Era um caraço e viramos amigos na hora.
Mas a doença dele estava matando ele aos poucos. Ele tinha um câncer fulminante.

Minha mina e a mulher dele eram muito unidas, mesmo com a diferença de idade.
Minha mina tinha 25 e ela 55.
Elas saíam pra fazer compras juntas e se apoiavam no que ele tava passando.
Sempre nos convidavam pra comer e ter umas noites agradáveis juntos.

Uma vez ele me confessou que nos ouvia transando e que a mulher dele tentava, mas ele não conseguia.
"Me dá uma inveja boa, amigo, ouvir vocês se curtindo, você com ela e ela com você."
"Mas eu não consigo e minha mulher acaba se masturbando."

Quando ele me contou isso, eu e minha mina tentávamos transar fazendo o menor barulho possível pra eles não passarem por essa situação chata.
Ela era uma mulher gostosa. Muito atenciosa com a gente e, às vezes, muito atenciosa comigo.
Com o marido tão doente, ela nunca procurou um amante, confessou pra minha mina.
Embora não quisesse nada com ninguém. Por respeito ao marido.

Mas comigo era diferente. A ternura de amiga dela passava desse limite.
Ela me fazia notar que me queria. Com flertes, carícias ou beijos perto da boca.
Isso me deixava desconfortável, mas eu não falava nada.
Minha mina trabalhava muito e os horários dela eram complicados.
Fazendo com que eu ficasse muito tempo sozinho.
Esse tempo eu aproveitava pra ajudar ela a cuidar do meu amigo, cada vez mais doente.
Quando eu chegava, ela estava sempre arrumada e com roupa provocante.Mariela: viúva gostosa, louca por sexo e aventura.Várias rosas testaram minha lealdade, não só com minha parceira, mas também com meu amigo.
Mas eu sempre mantive distância e não entrei no jogo delas.
Quando Ramón morreu, eu me ocupei com outras coisas, tentando me afastar da casa dele e dela.
Não sei por que, mas foi o que fiz.

Deixei o consolo nas mãos da minha parceira.
Ela notou meu afastamento e entendeu, por causa do carinho que eu tinha pelo marido dela.
Quando nos convidavam pra comer, eu não ia, sempre arrumando uma desculpa.
Mas minha parceira ia do mesmo jeito, eram muito unidas.
Os meses passaram, e minha parceira teve que viajar pra Mendoza a trabalho.
Uma tarde, o telefone tocou, e era minha vizinha.

Já tinham se passado vários meses da morte de Ramón, e era a primeira vez que eu entrava na casa.
Fui levar uma caixa que chegou pelo correio.
Quando cheguei, ela me recebeu com um beijo na comissura dos lábios, que eu considerei acidental.
Ela me disse onde colocar a caixa.

Percebi uma mudança nela.
Mesmo ainda de luto, a roupa dela era mais provocante, e até notei uma postura mais safada.
Me senti desconfortável, sem saber o que dizer.
Mas ela quebrou o silêncio estranho.

Mariela: "Que bom te ver, gatinho, faz tempo que não te vejo.
Posso te perguntar uma coisa?
Te notei tenso, desconfortável... Aconteceu algo?
Ou é por minha causa?"

EU: "Não... de jeito nenhum. É que é estranho estar aqui e o Ramón não estar.
Mas não se preocupa, isso vai passar.
A gente sente falta do doido."

Mariela: "Pois é, fala pra mim...
A solidão é horrível. Passo muito tempo sozinha e só fico pensando besteira.
Só quero que a gente volte a ser como antes.
Essa casa precisa de um bom amigo que venha de vez em quando tomar um mate, e quem melhor do que você, que foi o melhor amigo dele?"

EU: "É, não se preocupa, te entendo.
Só que tô ocupado.
Mas quando der, a gente toma uns mates e conversa.
Daqui a pouco vou abrir a oficina."

Ela me abraçou, agradecendo, e eu pude sentir os peitões enormes dela no meu peito.
Ela ficou cara a cara comigo, falando não sei o quê.
Por respeito ao meu amigo, eu... Me afastei com todo respeito, me fazendo de bobo.

Só de ver ela com aquelas tetonas enormes e as curvas gostosas, meu pau foi endurecendo, e mais ainda ao sentir ela tão perto de mim e tão provocante.
Não queria que ela percebesse, então vazei o mais rápido que pude.

Quando cheguei em casa, minha mina já tinha voltado e me perguntou se eu levei a caixa.
Contei que sim e que fiquei batendo papo um tempo.
Ela disse: "Que bom, amor."
Ela tá muito sozinha, não podemos deixar ela na mão.

Quando voltei da oficina, minha mina me esperava com o jantar e me mandou tomar banho.
Ao ver a mesa, era óbvio que não íamos jantar só nós dois.

Quando saí, vi minha vizinha dando uma mão na cozinha pra minha mina.
Cumprimentei e começamos a conversar os três.

O jantar era pra despedir da minha mina, que ia viajar por duas semanas a trabalho.
No fim da janta, fizemos um brinde pela viagem e pela amizade.
Minha mina fez um pedido muito importante pra ela.

Marina: "Vocês são as duas pessoas que eu mais amo no mundo.
Não quero que fiquem sozinhos, quero que se ajudem, por favor.
Façam companhia um pro outro, como quando o Ramón estava aqui."
Nós dois aceitamos e ficamos tomando um drink.
Depois fomos dormir.

No dia seguinte, levei minha mina no aeroporto e nos despedimos.
Ela me pediu, por favor, pra não deixar nossa amiga sozinha.

Naquele dia, cheguei tarde em casa, tinha muito trabalho na oficina.
Ia ficar na minha casa, mas pra não deixar o apê vazio, fui.
Tomei um banho e, enquanto olhava a geladeira, a campainha tocou.
Antes de abrir a porta, já sabia que era ela.
O perfume dela dava pra sentir de leve.

Mariela: "Oi, amigo. Muito trabalho, né?
Comeu alguma coisa? Cê deve tá com fome.
Fiz bife à milanesa, desce aí e a gente come junto, quer?"

Eu: "Não precisava ter se incomodado, amiga.
É, hoje foi um dia longo.
Levo vinho ou cerveja?"

Mariela: "O que você quiser. Já imaginava.
Vai descendo, te espero."

Peguei uma garrafa de vinho e desci.
Jantamos juntos e conversamos.
Ela tava dando mole sutilmente pra mim.
Enquanto isso, eu me sentia desconfortável. por isso.
mas ao ver as fotos do Ramón nos retratos na parede.
a gente conversou sobre um pouco de tudo.
depois ajudei ela a levantar a mesa e lavar a louça.
teve uns atritos desconfortáveis na cozinha apertada.
ela não se importava, até agradecia meu desconforto. eu queria ir embora.

mas ela dava um jeito pra eu ficar.
me ofereceu um café e enquanto preparava, desabou em choro.
abracei ela e tentei acalmar.
ela me abraçou forte e pediu desculpas, enquanto chorava no meu peito.
quando parou de chorar, acariciou meu rosto me olhando nos olhos.

Mariela: ah... meu lindo amigo, desculpa.
não liga pra mim, tá?... te vejo desconfortável e não sei o que fazer.
me sinto tão sozinha e você é a única pessoa que tenho além da Marina.
te amo muito e sei que você foi o melhor amigo do meu marido e meu.
obrigada por estar aqui nesses meses tão difíceis.

EU: não se preocupa, de verdade, tô bem.
foram momentos muito pesados pra você. sinto muito não ter estado tanto quanto a Mari.
mas tô aqui, desculpa.
vamos tomar o café e depois vou dormir, tá?...

Mariela: não sei o que dá em mim, amigo, desculpa.
em vez de me comportar e curtir sua companhia, aqui estou fazendo papel de boba.
peço mil desculpas, te incomoda se eu botar uísque no meu café? e você quer?

sem problema, respondi.
já que era comum fazer isso quando meu amigo estava aqui.
ela procurou no armário. tentei não olhar.
na minha frente, ela se ajoelhou de quatro.
quando virei a cabeça ao ouvir o barulho das garrafas, fiquei hipnotizado.
a roupa dela era muito sexy. vestido curto, aquela calcinha fio dental preta enfiada na bunda enorme dela, e meia arrastão com liga e saltos altos.

não queria ver, mas não conseguia parar de olhar aquele espetáculo.
meu pau reagiu com uma ereção violenta.
ela virou a cabeça e disse "já achei", e se certificou se eu tava olhando.
desviei o olhar e ajustei o volume pra não aparecer.
ela percebeu que eu olhei tudo.

ela se aproximou e colocou a bebida no café. café.
eu não queria sair de trás da ilha que escondia meu volume.
pela nossa amizade, ela disse, piscando o olho pra mim.
a voz sensual dela e os gestos não ajudavam meu problema de ereção.
cada vez mais evidente.

entre o vinho, o café com uísque, nós dois estávamos mais soltos.
e mais excitados, terminamos o café, mas não o uísque.
ela continuava na postura provocante.
e eu tentando disfarçar minha reação.

a conversa ficou mais picante. sem saber como, chegamos lá.

Mariela: você deve ser bravo, pelo que a Marina me contou.
ai, não sabe como sinto falta de ter sua idade e a energia que vocês dois têm.
a vontade existe, mas o corpo não ajuda, hahaha.

Eu: não diga isso, amiga, você ainda é uma mulher jovem.
muito gostosa. vai encontrar alguém, como minha parceira diz.

Mariela: se Deus te ouvir e o Ramão me perdoar...
mas tô com vontade de encontrar alguém que me dê tudo que preciso.
quero um homem com mil fantasias e que me faça sentir viva de novo.
ufa... que calor que tô, e você?

Eu: como não, amiga. autoestima lá em cima.
tá calor, ainda mais com a bebida, hahaha.
abro a janela? quer?
tô suando igual testemunha falsa.

Mariela: sim, por favor, tá muito calor.
melhor a gente ir pra sala.

enquanto ela levava os copos, eu saí do meu esconderijo e ela pôde ver meu volume já impossível de esconder.
abri uma janela da cozinha e outra da sala.
quando me virei, vi ela tirando o vestido.

Mariela: ai, que ventinho gostoso...
agora sim vamos ficar melhor...
não te incomoda eu estar assim, né?

Eu: o que eu posso dizer, você já tá pelada.
não sei o que falar...

Mariela: o que você vai falar, hahaha... não tô nua também.
assim gosto de dormir...
mas se não gosta de me ver assim, visto o vestido de novo.

Eu: é sua casa, pode ficar como quiser, amiga.
como eu poderia dizer como ficar confortável? seria desrespeitoso da minha parte, né?madura peitudaMariela: hahaha não me faz rir.
como você diz, somos amigos.
além disso, sei que não te incomoda me ver assim.
uma coroa como eu não pode excitar um cara como você.
vamos dizer que tô segura com você.
embora com essa ereção não tô tão certa.

EU: já tô assim há um tempão por sua culpa.
cê acha que eu não te comeria?
você tava segura pela amizade com minha parceira e pela grande amizade que fiz com seu marido.
mas você é tão puta que já não me importa e quero te foder.

Mariela: mmm... sério?
eu sempre pensei que você não gostava de mim...
sempre me evitou.

EU: pensou errado e sabe o que vai fazer agora?

ela se levantou e veio ao meu encontro.
sem dizer nada, me beijou de boca aberta enquanto com a mão direita tocava meu pau de leve.
eu devolvi o beijo com muita língua e muita paixão.
minhas mãos foram pro cuzão gostoso dela e pros peitões enormes.
ela foi me despindo sem parar de me beijar.

Mariela: mmm... que porra de pau gostoso, garoto...
nunca segurei uma rola na mão que não fosse a do meu marido...
as punhetas que eu batia ouvindo você foder com a Marina... mmm...

EU: não precisa mais imaginar...
nem se masturbar... já tá na sua mão, o que vai fazer agora?

ela se ajoelhou e sem perder tempo.
terminou de tirar minha calça e cueca junto com meu tênis.
olho pra ela com desejo e entre carícias e beijos ela me olhava buscando minha aprovação.
a língua quente dela percorria meu pau das bolas até a cabeça.
subindo e descendo. a pele do meu pau ficava molhada com a saliva dela.
a boca dela se abriu e começou a chupar bem fundo com vontade.
com fome de querer comer ele por inteiro.
meu pau chegava bem no fundo da garganta dela, mas os engasgos não impediam que ela aproveitasse a banana de carne.fotos reaischupava como uma deusa do sexo. sabendo fazer com muita qualidade.
fazendo eu delirar de prazer.
enquanto ela fazia o dela, eu brincava com os peitos dela.
tirando o sutiã dela, fazendo ela gemer como uma puta no cio ao brincar com os biquinhos rosados dela.

Mariela: mmm.... neném, adoro sua pica......
ela tá dura, grande e macia, eu tinha esquecido como era chupar uma coisa assim. mmm...
você gosta do jeito que eu te chupo ou minha amiga faz melhor?

EU: você chupa muito bem, mamãe.....
tem experiência, mas não é pra comparar.

Mariela: olha, cara, faz dois anos que não me comem como eu quero....
meu falecido marido não subia, eu chupava ele mole e ele me comia como dava.
agora que tenho você, quero que me dê o prazer do sexo que não tenho há anos.

EU: não se preocupa, vou te foder como ninguém.

ela me levou até o quarto aos beijos.
se deitou na cama.
e com a melhor voz de puta, me disse: me come, não aguento mais.
tô pronta.

não me fiz de rogado e me deitei sobre ela.
ela abriu as pernas e, sem tirar os olhos de mim, ansiosa esperando minha enfiada.
a buceta dela estava molhada, pronta e quente. com fome de pica.
recebeu com prazer minha pica que se abria caminho dentro dela.

Mariela: uii.... que prazer.... mmm...
ah...ha...ah....
uii, que gostoso, me dá ela toda, neném....
sim, assim bem duro......relato realsua buceta molhada recebia minhas investidas e a cada três das minhas porradas.
ela ficava mais molhada e tinha orgasmos dos mais quentes.
a falta de sexo dela respondia à minha foda enérgica.
ela voava de paixão sendo fodida como uma puta.
seus peitões enormes acompanhavam o compasso das minhas pauladas.
ela pedia mais e mais.
e eu cumpria com as exigências dela.

depois ela me deitou na cama.
e montou no meu pau.
a puta cavalgava minha rola
os orgasmos dela não paravam.

Mariela: mmm... não consigo parar de foder...
mmm... ai... que gostoso...
seu pau me encanta...
é grosso e me preenche até o fundo...
ha... ah... ha...
enche minha buceta de leite, gato...

EU: sua buceta tá bem molhada.
mmm... mamãe, como você tá gozando...
era isso que você queria?...

Mariela: sim... ah... ha... ah...
quero que me foda sempre assim.

virei ela e ela mesma ficou de quatro.
onde levou mais porradas.
que ela curtia.viuvinha gostosameu pau não só enchia a buceta dela, que se molhava a cada orgasmo.
tava tão encharcada que várias vezes, entre o impulso e a umidade, fazia meu pau escorregar pro cuzinho dela, o que fazia ela dar um pulo de susto ao sentir.
pedia desculpa e metia de novo na buceta.
mas essa brincadeira não parava.
buceta e bum e pulo de susto.
aumentei a aposta até que minha cabeça entrou quase um pouquinho dentro do cuzinho apertado dela.
ela disse: "espera aí, vou me ajeitar melhor."
virou de barriga pra cima, colocou os pés nos meus ombros.
pegou meu pau com a mão e, com cara de puta, me disse:
"vou me arrepender, mas vou te dar o gosto."
em seguida, levou meu pau até a porta do cuzinho dela.

Mariela: "vai devagar, amor, nunca tive um pau tão grosso no meu cuzinho pequeno."
"mas quero que você me coma o cu."
"primeiro bem suave, tá?"...

eu: "mmm... vou fazer direito, não se preocupa. sua amiga adora como eu como ela."
"agora é sua vez."

meu pau entrou devagar enquanto ela aguentava.
os músculos anais dela se abriam, dando passagem cada vez mais pra dentro.
ela, entre gemidos e amostras de dor, me olhava fixamente.
fazendo com que eu entrasse mais e mais dentro dela.madura sexo analMariela: mmm... ai... meu deus......
ai... como entra, filho da puta....
adoro quando você come meu cu....
ui... sim... não come tão forte, vagabundo......
ai......

O cu dela recebia pirocadas enquanto ela se tocava na buceta.
Ela teve uns orgasmos enquanto eu aproveitava o cu dela.
Quando ela não aguentou mais,
me pediu pra dar uma aliviada.

Aceitei, e ela se ajoelhou.
E me pediu pra relaxar.

Mariela: mmm... amei seu líquido pré-seminal.
Agora quero tomar todo seu gozo.
Depois, deixo você gozar onde quiser....

Ela pegou com a mão e começou a me masturbar, e depois com a boca, me dando prazer em busca do meu sêmen.
Quando eu estava quase lá, ela esticou a língua e terminou o serviço com a mão.
Meu pau foi derramando meu gozo.Mariela: viúva gostosa, louca por sexo e aventura.A língua dela foi se enchendo da minha porra grossa e abundante.
Que aos poucos escorreu pra boca dela.
Ela brincou com ela até engolir e continuar chupando até não sobrar uma gota.

Meu pau continuava duro e eu coloquei ela de quatro de novo.
Enfiei na buceta dela e comi ela por um bom tempo.
Ela gemia e curtia enquanto eu aproveitava o corpo dela.
Logo percebemos a testemunha involuntária daquela trepada violenta:
na mesa de cabeceira, a foto do marido dela.
Parecia sorrir do além sobre o quanto a mulher dele era uma puta.
Meu pau perdeu a ereção. E, exaustos pelo sexo e pelo efeito do uísque, caímos no sono.

No dia seguinte, acordamos e fomos pra cama de novo.
Mas dessa vez, pra não se sentir culpada, ela beijou a foto do marido e a colocou na gaveta da mesa de cabeceira.
Assim, a gente trepou por mais vários dias e começou algo que deixaremos pra outra hora.

Continua...

PS: É, galera, espero que vocês tenham gostado desse relato.
Como sempre, peço pra não esquecerem de comentar.
Se quiserem que eu continue a história.
Valeu por lerem.
Até a próxima.madura peitudaATTE: Maury-solo-eu

6 comentários - Mariela: viúva gostosa, louca por sexo e aventura.

Excelente Capo.Salu2
hola muchas gracias por comentar locura saludos
Cómo siempre muy buen relato Maury. Espero saber cómo fueron los otros dias
muchas gracias por comentar. pornto bajo mas fotos y relatos de mi amiguita la viudita.
Fiaca72 +1
Muy buena ahora solo falta el trio con tu jermu.
jajaaj capas te sorprendo jaajaja. gracias por comentar.
as350b3 +1
Excelente relato Maury + 10
muchas gracias por comentar y los puntos
TAURO38 +1
Que lindo cojer viejas!!!!!van 10
es hermoso disfrutar la experiencia de una madura. gracias por comentar