Tudo isso aconteceu num fim de semana, anos atrás. Agora tenho 18, mas isso rolou quando eu tinha entre * e ** anos. Sou o primeiro e único filho de um casal que na época tinha uns 30 anos. Meu pai era um mulato de 1,70m, corpo forte, uma barriguinha saliente e meio barbudo. Já minha mãe também era mulata, nem gorda nem magra, tinha uma barriguinha que, junto com uns peitões e uma bunda grande, formava um corpo que chamava muita atenção dos homens por onde passava. Ela media uns 1,65m.
Meus pais tinham um relacionamento muito bom, sem brigas ou discussões. Era comum vê-los abraçados e se pegando como um casal recém-apixonado. Direto saíam à noite pra um "encontro noturno" e voltavam tarde, ainda mais apaixonados. Sobre o sexo entre eles, às vezes eu ouvia gemidos da minha mãe de noite, umas trocas de carícias safadas, mas nunca nada explícito. Mas tinha uma coisa que era frequente: eles andavam seminus pela casa, tanto lá dentro quanto no quintal dos fundos. Meu pai só de cueca e minha mãe de calcinha e sutiã, sem se importar se os vizinhos viam das casas deles. Também tinha vezes que chegavam uns amigos deles, dois casais de homens e mulheres que pareciam mais velhos, e meus pais me mandavam dormir na hora.
Mas o dia que tudo mudou de vez foi numa sexta-feira. Meu pai não trabalhou naquele dia, me deixou na escola e, quando voltei, passou a tarde toda normal com a gente. Mas quando anoiteceu, o clima ficou diferente. Meus pais subiram pra tomar banho e me mandaram tomar também. Eu já tinha saído do banho e meus pais ainda estavam no deles. Entrei no quarto deles como de costume, liguei a TV e me deitei pra assistir. Minha mãe saiu primeiro com um roupão rosa e começou a procurar no armário a roupa que ia vestir. Na mesma hora, meu pai saiu com uma toalha na cintura, chegou perto dela e disse: "Meu amor, veste a coisa mais gostosa que você tem" e deu um tapa na bunda dela. Minha mãe começou a se trocar e vestiu uma calcinha vermelha transparente, uma peça na cintura com tiras que iam nas coxas e um sutiã transparente também vermelho. Meu pai deu outro tapa na bunda dela e, mesmo eu deitado na cama, ele disse: "Tá ansiosa, né?" Minha mãe só riu. Ela estava extremamente gostosa. Meu pai falou: "Vamos, filho, assistir filme lá embaixo que sua mãe vai trocar os lençóis da cama." Quando a gente já tava lá embaixo, no sofá na frente da TV, meu pai me abraçou e disse: "Olha, filho, vou te contar uma coisa..." Eu respondi: "Fala, pai." "Mais tarde vai chegar um amigo nosso, seu e da sua mãe, e não quero que você julgue ele nem pergunte nada. E o mais importante: você não pode contar pra ninguém sobre a visita desse amigo." Fiquei surpreso e falei: "Tá bom, pai. Mas por que eu ia julgá-lo? E por que não posso contar pra ninguém?" Ele respondeu: "Meu amigo é negro, alto, meio musculoso, e vem dar umas massagens pra relaxar sua mãe no quarto..." Eu: "E pra você não vai dar? Eu não posso ver como ele faz as massagens?" Meu pai disse que eu não podia ver, que só eles iam ficar no quarto, que não sabia quanto tempo ele ia ficar, e que ele ia ficar comigo assistindo filme. Eu só concordei com a cabeça e continuei vendo TV. Depois de um cara bateu na porta e meu pai levantou na hora pra abrir. Meu pai abriu a porta e falou: "Oi, tudo bem? Como cê tá?" Aí uma voz grossa respondeu: "Tô bem pra caralho, animado e excitado." Meu pai disse: "Deixa eu te apresentar meu filho." Aí o cara, com a voz assustada, falou: "Teu filho tá aqui agora?" Meu pai respondeu: "Fica tranquilo, ele vai ficar aqui embaixo comigo vendo TV, não incomoda nem conversa com ninguém." O cara riu e falou: "Vocês são malucos.
Caminham para a sala e eu pude ver que aquele homem era um negro mais alto que meu pai, estava usando uma bermuda e uma camiseta de academia sem mangas que deixavam ver um corpo grande e musculoso, os braços dele eram gigantes comparados aos do meu pai e através da camisa dava pra ver o abdômen e os peitos dele que se destacavam como se fossem peitos de mulher. Ele apertou minha mão e continuou conversando com meu pai. Meu pai me disse: "já volto, filho, vou levar o Omar pro quarto, já volto". Meu pai subiu cochichando com o Omar e quando chegaram lá em cima, ouvi risadas e colocaram uma música, uma música que estava um pouco alta e eu não entendi o porquê disso. Meu pai desceu depois de um tempo e eu perguntei sobre a música, ele disse que era pra minha mãe relaxar. Depois de um tempo vendo televisão, ouvi umas risadas e depois uns gemidos dizendo: "Aaaaa aaaaaa aaaaa siiii siiii aí aí aí". Meu pai me disse entre risadas: "Acho que sua mãe tava precisando de uma massagem boa, hahahaha". Eu continuei vendo TV até que depois de um tempo começou a soar: "Plas plas plas plas", aquele som como palmas que continuou por um tempo junto com os gemidos da minha mãe, mas não liguei... Não sei a que horas eu dormi no sofá e quando acordei já não ouvia a música tão alta e não escutava nenhum som estranho. Meu pai não estava na sala e eu me levantei do sofá, não subi pro quarto dos meus pais porque ouvi alguém na cozinha. Me aproximei da cozinha e lá estava meu pai sentado na mesa com uma cerveja na mão, e vi aquele homem negro encostado na pia da cozinha também com uma cerveja, mas semidespido. Dei uma olhada de cima a baixo no seu Omar: ele estava sem camisa, sem calça, mostrando o corpo onde, além dos braços musculosos, estavam aqueles peitos grandes que antes se marcavam na camisa, um abdômen com uma barriguinha e, a partir da cintura, saíam umas linhas que chegavam até a cueca e formavam um "V", mas o que mais chamou minha atenção era que ele estava só de cueca branca, onde se via marcava a pica e as bolas, aí pude imaginar o tamanho da pica dele, já que, estando de lado na cueca, parecia longa e grossa. omar demorou pra reagir, depois de me olhar por uns segundos, tentou esconder a pica com as mãos, e meu pai riu e disse: — não se esconde, ele é homem e já me viu várias vezes de cueca... omar ficou me encarando, riu, se descobriu e continuou tomando a cerveja dele. eu não conseguia tirar os olhos daquela pica enorme... perguntei ao meu pai onde minha mãe estava, e ele respondeu: — sua mãe tá dormindo lá em cima, ficou muito cansada da massagem que o omar deu nela... omar riu e disse que não foi uma massagem, foram três, e que ia pra quarta, mas minha mãe já tava cansada... os dois riram, enquanto eu não entendia o porquê... (depois entendi que eram quatro fodas ou transas que o omar meteu na minha mãe naquele dia...) omar e meu pai ficaram lá conversando depois que me despedi, dizendo que ia dormir. enquanto eu saía da cozinha, omar falou pro meu pai: — ela é insaciável, quase me deixou seco HAHAHAHAHA meu pai riu e respondeu: — e você aguenta muito bem... subi pro meu quarto, mas antes passei pelo quarto dos meus pais, que tava com a porta entreaberta. me aproximei um pouco e pude ver minha mãe... ela tava dormindo, completamente nua, de barriga pra cima. a roupa que ela tinha vestido antes tava espalhada pelo chão, misturada com a roupa que eu vi o omar usando quando chegou. o cabelo dela tava todo bagunçado, nos peitos e na barriga dava pra ver uns hematomas (chupões), mas o que mais chamou minha atenção foi que a buceta dela tava completamente vermelha... saí do quarto e fui pro meu, sem parar de pensar no omar e na minha mãe. no dia seguinte, tentei esquecer aquilo, e foi o que venho fazendo ao longo da minha vida... omar veio mais algumas vezes até eu fazer 1*, algumas vezes vi ele de cueca com a pica ainda dura, uma vez vi ele pelado no banheiro, e uma vez espiei enquanto minha mãe chupava a pica dele. essas podem ser outras histórias que, se eu me animar, conto pra vocês.
Meus pais tinham um relacionamento muito bom, sem brigas ou discussões. Era comum vê-los abraçados e se pegando como um casal recém-apixonado. Direto saíam à noite pra um "encontro noturno" e voltavam tarde, ainda mais apaixonados. Sobre o sexo entre eles, às vezes eu ouvia gemidos da minha mãe de noite, umas trocas de carícias safadas, mas nunca nada explícito. Mas tinha uma coisa que era frequente: eles andavam seminus pela casa, tanto lá dentro quanto no quintal dos fundos. Meu pai só de cueca e minha mãe de calcinha e sutiã, sem se importar se os vizinhos viam das casas deles. Também tinha vezes que chegavam uns amigos deles, dois casais de homens e mulheres que pareciam mais velhos, e meus pais me mandavam dormir na hora.
Mas o dia que tudo mudou de vez foi numa sexta-feira. Meu pai não trabalhou naquele dia, me deixou na escola e, quando voltei, passou a tarde toda normal com a gente. Mas quando anoiteceu, o clima ficou diferente. Meus pais subiram pra tomar banho e me mandaram tomar também. Eu já tinha saído do banho e meus pais ainda estavam no deles. Entrei no quarto deles como de costume, liguei a TV e me deitei pra assistir. Minha mãe saiu primeiro com um roupão rosa e começou a procurar no armário a roupa que ia vestir. Na mesma hora, meu pai saiu com uma toalha na cintura, chegou perto dela e disse: "Meu amor, veste a coisa mais gostosa que você tem" e deu um tapa na bunda dela. Minha mãe começou a se trocar e vestiu uma calcinha vermelha transparente, uma peça na cintura com tiras que iam nas coxas e um sutiã transparente também vermelho. Meu pai deu outro tapa na bunda dela e, mesmo eu deitado na cama, ele disse: "Tá ansiosa, né?" Minha mãe só riu. Ela estava extremamente gostosa. Meu pai falou: "Vamos, filho, assistir filme lá embaixo que sua mãe vai trocar os lençóis da cama." Quando a gente já tava lá embaixo, no sofá na frente da TV, meu pai me abraçou e disse: "Olha, filho, vou te contar uma coisa..." Eu respondi: "Fala, pai." "Mais tarde vai chegar um amigo nosso, seu e da sua mãe, e não quero que você julgue ele nem pergunte nada. E o mais importante: você não pode contar pra ninguém sobre a visita desse amigo." Fiquei surpreso e falei: "Tá bom, pai. Mas por que eu ia julgá-lo? E por que não posso contar pra ninguém?" Ele respondeu: "Meu amigo é negro, alto, meio musculoso, e vem dar umas massagens pra relaxar sua mãe no quarto..." Eu: "E pra você não vai dar? Eu não posso ver como ele faz as massagens?" Meu pai disse que eu não podia ver, que só eles iam ficar no quarto, que não sabia quanto tempo ele ia ficar, e que ele ia ficar comigo assistindo filme. Eu só concordei com a cabeça e continuei vendo TV. Depois de um cara bateu na porta e meu pai levantou na hora pra abrir. Meu pai abriu a porta e falou: "Oi, tudo bem? Como cê tá?" Aí uma voz grossa respondeu: "Tô bem pra caralho, animado e excitado." Meu pai disse: "Deixa eu te apresentar meu filho." Aí o cara, com a voz assustada, falou: "Teu filho tá aqui agora?" Meu pai respondeu: "Fica tranquilo, ele vai ficar aqui embaixo comigo vendo TV, não incomoda nem conversa com ninguém." O cara riu e falou: "Vocês são malucos.
Caminham para a sala e eu pude ver que aquele homem era um negro mais alto que meu pai, estava usando uma bermuda e uma camiseta de academia sem mangas que deixavam ver um corpo grande e musculoso, os braços dele eram gigantes comparados aos do meu pai e através da camisa dava pra ver o abdômen e os peitos dele que se destacavam como se fossem peitos de mulher. Ele apertou minha mão e continuou conversando com meu pai. Meu pai me disse: "já volto, filho, vou levar o Omar pro quarto, já volto". Meu pai subiu cochichando com o Omar e quando chegaram lá em cima, ouvi risadas e colocaram uma música, uma música que estava um pouco alta e eu não entendi o porquê disso. Meu pai desceu depois de um tempo e eu perguntei sobre a música, ele disse que era pra minha mãe relaxar. Depois de um tempo vendo televisão, ouvi umas risadas e depois uns gemidos dizendo: "Aaaaa aaaaaa aaaaa siiii siiii aí aí aí". Meu pai me disse entre risadas: "Acho que sua mãe tava precisando de uma massagem boa, hahahaha". Eu continuei vendo TV até que depois de um tempo começou a soar: "Plas plas plas plas", aquele som como palmas que continuou por um tempo junto com os gemidos da minha mãe, mas não liguei... Não sei a que horas eu dormi no sofá e quando acordei já não ouvia a música tão alta e não escutava nenhum som estranho. Meu pai não estava na sala e eu me levantei do sofá, não subi pro quarto dos meus pais porque ouvi alguém na cozinha. Me aproximei da cozinha e lá estava meu pai sentado na mesa com uma cerveja na mão, e vi aquele homem negro encostado na pia da cozinha também com uma cerveja, mas semidespido. Dei uma olhada de cima a baixo no seu Omar: ele estava sem camisa, sem calça, mostrando o corpo onde, além dos braços musculosos, estavam aqueles peitos grandes que antes se marcavam na camisa, um abdômen com uma barriguinha e, a partir da cintura, saíam umas linhas que chegavam até a cueca e formavam um "V", mas o que mais chamou minha atenção era que ele estava só de cueca branca, onde se via marcava a pica e as bolas, aí pude imaginar o tamanho da pica dele, já que, estando de lado na cueca, parecia longa e grossa. omar demorou pra reagir, depois de me olhar por uns segundos, tentou esconder a pica com as mãos, e meu pai riu e disse: — não se esconde, ele é homem e já me viu várias vezes de cueca... omar ficou me encarando, riu, se descobriu e continuou tomando a cerveja dele. eu não conseguia tirar os olhos daquela pica enorme... perguntei ao meu pai onde minha mãe estava, e ele respondeu: — sua mãe tá dormindo lá em cima, ficou muito cansada da massagem que o omar deu nela... omar riu e disse que não foi uma massagem, foram três, e que ia pra quarta, mas minha mãe já tava cansada... os dois riram, enquanto eu não entendia o porquê... (depois entendi que eram quatro fodas ou transas que o omar meteu na minha mãe naquele dia...) omar e meu pai ficaram lá conversando depois que me despedi, dizendo que ia dormir. enquanto eu saía da cozinha, omar falou pro meu pai: — ela é insaciável, quase me deixou seco HAHAHAHAHA meu pai riu e respondeu: — e você aguenta muito bem... subi pro meu quarto, mas antes passei pelo quarto dos meus pais, que tava com a porta entreaberta. me aproximei um pouco e pude ver minha mãe... ela tava dormindo, completamente nua, de barriga pra cima. a roupa que ela tinha vestido antes tava espalhada pelo chão, misturada com a roupa que eu vi o omar usando quando chegou. o cabelo dela tava todo bagunçado, nos peitos e na barriga dava pra ver uns hematomas (chupões), mas o que mais chamou minha atenção foi que a buceta dela tava completamente vermelha... saí do quarto e fui pro meu, sem parar de pensar no omar e na minha mãe. no dia seguinte, tentei esquecer aquilo, e foi o que venho fazendo ao longo da minha vida... omar veio mais algumas vezes até eu fazer 1*, algumas vezes vi ele de cueca com a pica ainda dura, uma vez vi ele pelado no banheiro, e uma vez espiei enquanto minha mãe chupava a pica dele. essas podem ser outras histórias que, se eu me animar, conto pra vocês.
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