Obrigado a Morar com Minha Irmã

Beleza, primeiro me apresento: Me chamo Tomas, tenho 20 anos e moro sozinho há dois porque sempre curti a solidão e a independência. Minha família é formada pelo meu pai, minha mãe e minha irmã mais velha Delfina, que é quem vou falar nessa história, e minha irmã mais nova Trinidad que não vai ter relevância. Em casa sempre teve uma convivência bem saudável entre todos, menos com a Delfina que sempre foi a mais rebelde de todas, a ponto dos meus pais não saberem como repreender ela. Eu ficava de fora das confusões que minha irmã trazia pra casa porque, sinceramente, nunca me chamou atenção certos comportamentos além de uma ou outra travessura de adolescente. Quando cheguei na maioridade, me propus a morar sozinho, então falei com meus velhos pra me darem uma força e conseguir um trabalho pra me sustentar sozinho e não depender deles, já que nunca gostei de ser bancado. Tive sorte porque um amigo do meu pai tem uma empresa de construção, então me deram um cargo administrativo já que estudo isso e sou bem responsável. Demorei um tempo pra me acostumar porque não é fácil sair do conforto do lar, mas me propus que em seis meses aquele apartamento seria meu novo lar, meu lugar no mundo, e parar de sentir aquela saudade de casa. Passado esse tempo, arrumei tudo do meu jeito e gosto, todos os ambientes ficaram perfeitos pro meu gosto e já tinha me adaptado. Nesse meio tempo, também subi no trabalho porque meu desempenho ajudou a melhorar a eficiência dos serviços. Tudo era tranquilidade até que um dia minha vida ia mudar e essa paz seria alterada.

Era sábado e eu tava me preparando pra ver futebol na minha TV nova, ia rolar o clássico de Rosário e eu tinha comprado umas cervejas, amendoim, batata e outras coisas pra curtir o jogo que, como sempre, explodia de paixão. Essa tarde meu pai me liga e diz que vai vir aqui em casa porque precisa falar uma coisa importante comigo, eu falo pra ele vir e que... enquanto assistimos o jogo juntos como sempre fazemos. Lá pelas 16h, quando o jogo já estava pra começar, meu velho toca a campainha e, muito felizes, nos abraçamos e nos acomodamos. Quando termina o primeiro tempo, ele fica sério, a cara muda:

- Filho, tenho que te pedir um favor enorme.
- Sim, velho, me diz o que foi.
- Com sua mãe não sabemos o que fazer com a Delfina, tá impossível e queremos que ela saia de casa por um tempo.
- Bom, e eu tenho o que a ver com isso?
- Te peço por favor que, até terminarmos a ampliação, você dê um lugar pra ela aqui, porque sozinha essa garota é um perigo.

Com a pior das energias aceitei, porque meu velho sempre foi parceiro comigo e eu não podia cortar a cara dele dizendo que não, só porque viver com a Delfina era uma tortura. Então me resignei e disse pra ele mandá-la, que eu daria um jeito, mas que ele teria que me passar grana pra todos os gastos dela, ao que ele disse que não tinha problema. Ela é a mais velha, a mais rebelde como mencionei antes, não trabalha, não estuda, vive de favor, um desastre de pessoa, sinceramente, e eu, na verdade, não batia nada com o estilo de vida dela, por isso era com quem menos me dava.

Domingo ao meio-dia toca a campainha e já percebi uma energia de merda. Abro a porta e a vejo com uma cara de cu que caía, vestida como uma puta e nem sequer me cumprimentou quando entrou, mas como era adaptação não fiz muito caso, ou seja, eram só três meses e pelos meus pais eu ia aguentar, pelo menos era o que eu esperava, porque quando mostrei onde ela ia dormir começou a reclamar que queria dormir na cama de casal, ou seja, minha cama, que ela não ia dormir numa cama pequena. Obviamente acabou fazendo birra à toa, porque não cedi um centímetro e ela teve que ficar com cara de bunda.

Os dias passavam e as coisas iam complicando muito, por exemplo, eu chegava do trabalho e tinha que limpar e cozinhar porque a princesa não fazia nada, ou a bagunça que ela deixava: roupa na sala, calcinhas no chuveiro, produtos de limpeza e higiene feminina por toda a casa, um caos que eu não gostava, mas tudo explodiu numa tarde de calor infernal. Cheguei do trabalho exausto e suando muito, manchas de suor na camisa, devia estar fazendo pelo menos 38 graus, eu não aguentava mais, e só de pensar que tinha que limpar e organizar meu humor piorava ainda mais. Mas a situação ficou pior quando abri a porta e a vi completamente pelada com o ar-condicionado no máximo. Não só tinha cheiro de cu, buceta e pé, mas estava expressamente no contrato que o ar não pode ficar a 16 graus por risco de consumo excessivo e cortarem a luz. Entrei como um demônio e comecei a gritar com ela, dizendo para parar de sacanagem, que eu chegava de trabalhar feito um condenado e ela deitada como uma morsa, e ainda por cima com um cheiro insuportável. Ela, super tranquila, me olhou e disse:

- O que foi, tá nervoso de me ver pelada?
- Não, Delfina, me deixa nervoso é que enquanto eu trabalho e faço tudo, você fica coçando a buceta com as duas mãos.
- Você tá muito estressado, faz quanto tempo que não fode?
- O que isso tem a ver? Tá mudando de assunto e falando besteira, chega! Hoje vou falar com o papai e a mamãe para arrumarem outro lugar pra você morar. Tem um cheiro de buceta e cu que não dá pra aguentar.
- São coisas normais, cheiros normais, tô hormonal, me entende.

Ela me dizia isso enquanto continuava de pernas abertas e abria bem sutilmente os lábios da buceta pra me deixar nervoso. Na verdade, eu tava muito puto pra levar isso em consideração e falei pra ela se vestir, limpar e organizar as coisas dela, que amanhã ou depois ela voltava pra casa dos nossos pais. Bati a porta e deitei na minha cama pra espairecer. Quinze minutos depois, ela bate na porta do quarto e pergunta se pode entrar, que precisa falar comigo. Disse pra entrar porque, sinceramente, pensei que ela vinha pedir desculpas, mas a situação realmente me descontrolou. Ela entrou totalmente pelada e começou a dizer que eu estava estressado, que ela ia me ajudar, sinceramente não sabia como lidar com o que estava acontecendo e fiquei ainda mais irritado:

- Chega Delfina, você já está fora de linha
- Você está muito estressado Tomi, eu vou te ajudar de verdade, não me veja como sua irmã, me olhe como uma gostosinha qualquer que quer te comer pra você aliviar todo esse estresse que tá acumulado.

Não vou mentir pra vocês, eu estava estressado e sim, fazia muito tempo que não transava, mas decidi ser eu quem tomaria a frente da situação. Levantei da cama e fui até onde ela estava, agarrei seu pescoço e joguei ela com força contra a parede, onde comecei a dar beijos e tocar seus peitos inteiros e usei a palavra: buceta. Joguei ela na cama e disse que agora queria sentir mais de perto aquele cheirinho de use the word: buceta, comecei a chupar ela metendo muito dedo, muito no clitóris e ouvia como ela gemida e agarrava meu cabelo com força enquanto pedia que eu não parasse de fazer isso até que ela explodiu num grito e senti meus dedos ficarem cobertos do fluxo que jorrou bastante. Ela queria me fazer um boquete mas eu disse que era eu quem mandava, então abri suas pernas, lubrifiquei um pouco meu pau e enfiei com força, ela me pedia pra não ser bruto que ela tinha acabado de gozar e eu tinha um pouco grande (um pouco amigos, não muito) mas não dei atenção ao pedido dela e comecei a comer ela com força, a posição papai e mamãe e o quanto ela estava molhada ajudavam bastante a tirar minha vontade de transar e tinha um pouco de raiva também mas nada muito selvagem. Depois de um tempo levantei ela e coloquei por cima pra cavalgar, Delfina estava meio rendida mas eu comecei a empurrar de baixo com vontade pra ela acordar e por um tempo foi assim mas a gozada que ela tinha dado a deixou relaxada. Nos beijávamos e enquanto ela continuava por cima eu chupava seus peitos e dizia que ela era minha puta a partir de hoje. Senti que estava pra explodir então coloquei ela de quatro pra encher de porra toda essa bunda linda que ela tinha, agarrava seus ombros pra comer mais forte, a única coisa que ela fazia era gemer e pedir para ela ir mais devagar, mas eu estava endemonhado. Não aguentava muito, então avisei que ia gozar e ela fez algo estranho, me perguntou se eu ainda queria que ela saísse:

- Tô quase gozando, Delfina
- Ainda quer que eu vá embora?
- Não, fica
- O quê?
- Ficaaaaaaaaaa!!!!!!!

Esse último "fica" foi bem mais longo e não consigo expressar. Quando falei isso, não resisti e enfiei bem fundo e deixei toda a porra dentro dela. Despenquei em cima dela e, sem tirar o pau da buceta, fiquei dando beijos na nuca e na boca. Depois de um tempinho, tirei e ela foi ao banheiro se lavar. Obviamente, gozar dentro não estava nos planos, então perguntei se estava tudo bem ou se ela precisava da pílula do dia seguinte ou algo assim. Ela me olhou e disse que toma (anticoncepcional), que estava tudo bem, mas mesmo assim eu pedia desculpas. Essa situação melhorou muito nossa convivência: ela limpava a própria bagunça (eu não queria uma empregada), e a gente se revezava pra fazer comida, mas também melhorou nossa vida sexual. Eu chegava do trabalho e, quando ela queria transar, me esperava peladinha e, assim que eu entrava, já partíamos pra uma foda boa e seguíamos como se nada. Ou uma vez eu entrei discutindo no celular com um cliente e, quando desliguei, ela amarrou o cabelo, se ajoelhou e começou a chupar meu pau. Fiquei tão extasiado que comecei a me masturbar e perguntei onde ela queria a porra. Ela abriu a boca, obviamente isso me deixou louco de tesão, e eu enchi tudo. Ela engoliu e foi dormir a sesta. Num domingo à tarde, ela chegou das compras com um gel íntimo:

- Pra que comprou isso?
- Quero que você me coma o cu, mas com essa deformidade que você tem, vou precisar disso...

Uma descoberta, amigos. Passei aquele gel horrível no pau e ela passou um pouco no cu, me olhou e disse: "agora sim, bem devagar". Comecei pela ponta até entrar tudo e fui metendo enquanto ela esfregava a buceta com os dedos como uma louca. De quatro, de ladinho, por cima... e por baixo de todas as maneiras. Depois de um bom tempo ela me implora pra gozar porque não aguentava mais, ela virou de quatro e eu subi, posicionei ela direitinho e depois de algumas bombadas gozei bem dentro do cuzinho apertado, um êxtase total, ela estava acabada:

— Ai, porra, achei que ia arrebentar meu cu. Você é muito bruto, tem que ser mais suave.
— Bom, desculpa, Delfi, não faço por querer.
— Mesmo assim, agora como irmãos temos outra missão.
— Hahaha, qual?
— Tirar a virgindade da nossa irmã mais nova.

Trinidad acabou de fazer 18 anos e sempre foi a mais retraída, uma otaku completa, então vendo como surgiu essa coisa entre eu e Delfina, tínhamos a obrigação de ajudar nossa irmã mais nova, mas isso, amigos, é uma história pra outro dia.

6 comentários - Obrigado a Morar com Minha Irmã

Excelente relato máquina sólo falto foto de las hermanitas
No cuelques amigo que esto estuvo tremendo, necesitamos leer la continuación!!! +10