Relato que segue o das férias sexuais (menage com o negão)
Segundo dia de férias
Depois da putaria que o negĂŁo me deu, no outro dia o Juan queria explorar Buenos Aires, mas nĂŁo sem antes falar que adorou me ver tĂŁo puta entregue.
Juan - Tenho uma ideia foda pra terminar o passeio que planejamos. Primeiro vamos dar uma volta em Palermo como combinamos, mas antes de sair, lubrifica bem.
Eu - TĂŽ com o cu todo arrombado, Juan, me dĂĄ um descanso. AlĂ©m disso, vocĂȘ sabe que nĂŁo curto fazer coisas em lugares ou banheiros.
Juan se jogou em mim como se fosse o vilão da reação e me agarrou a boceta enquanto enfiava um dedo.
Juan - Vai, minha gostosa, prometo que vocĂȘ vai adorar a surpresa que tenho pra vocĂȘ. Me excitou muito vocĂȘ ser uma puta no cio completa.
Eu, excitada, aceitei. Tomei um café da manhã leve no hotel e fui pro quarto tomar banho e preparar meu cu pro que me esperasse, só por precaução usei mais lubrificante que o normal.
Passamos um dia normal, visitamos o Rosedal, o Jardim JaponĂȘs e o Bairro ChinĂȘs.
Perto das 6 da tarde pegamos um tåxi, o Juan pegou o celular pra confirmar um endereço e fomos pra Recoleta.
O tĂĄxi nos deixou na Avenida Santa FĂ©. Caminhamos meia quadra e vi uma portinha do que parecia um bar gay com a bandeira arco-Ăris, que parecia ser um porĂŁo, ao lado tinha uma academia. Foi uma surpresa do caralho quando vi dois caras super gostosos de uns 18 anos saindo da academia pra entrar naquele bar.
Descemos umas escadas compridas, pagamos a entrada pra uma pessoa atrĂĄs de um vidro espelhado e passamos pela segunda porta.
NĂŁo acreditava onde o doido do Juan teve a ideia de me levar. Era um bar de cruising. Tinha mĂșsica como em qualquer balada. SofĂĄs, uma cama de couro, um labirinto pequeno e, sem exagerar, umas 40 cabines, todas com banco e uma TV passando filmes pornĂŽ gay.
Demos algumas voltas e a visĂŁo era IncrĂvel, dezenas de caras e viadinhos circulando pelo bar inteiro, entrando nas cabines, alguns iam sozinhos, outros em dupla e um caso que vi entraram em trĂȘs.
Juan â TĂĄ nervosa, putinha?
Eu â VocĂȘ passou dos limites, Juan, pelo menos podia ter me avisado que queria vir num lugar desses, nunca fui num bar assim na vida.
Juan â Se quiser, a gente vaza, nĂŁo quero te pressionar, mas podemos tomar algo jĂĄ que estamos aqui e se o medo passar, a gente faz alguma coisa.
A gente tomou a consumação que era cerveja em lata, sentados no balcão vendo como funcionava a dinùmica do lugar. Pra resumir, era o sonho de qualquer viado de cidade pequena, muitos caras pra escolher, alguns se juntavam pra foder, outros só queriam mamar ou ser mamados e tinha um ou outro inibido igual a eu, só assistindo o show.
Juan â Vamos embora?
Eu â Esse lugar me excita pra caralho, tĂŽ com vontade de fazer alguma coisa mas fico com vergonha, dĂĄ pra tomar mais alguma coisa no balcĂŁo?
Juan sorriu pra mim e foi pedir mais bebida, pediu um vinho branco e dois dr lemon com vodka.
Eu â VocĂȘ quer me destruir
Juan â Vai, se solta e vamos nos divertir
Depois de uma hora mais ou menos, eu jĂĄ tava meio bĂȘbada e fomos pra uma das cabines que tinham duas janelas, uma de cada lado, onde quem tĂĄ dentro pode escolher se as cabines ao lado te veem ou nĂŁo.
Deixamos as janelas abertas e eu comecei a passar a mĂŁo na pica do Juan enquanto ele enfiava dois dedos no meu cu. NĂŁo demorou muito pra gente ter espectadores nas duas janelas.
Enquanto eu tocava e beijava o Juan, via de canto de olho um dos caras, um loiro de uns 20 anos com a camiseta levantada mostrando o tanquinho enquanto batia uma pra rola dele de uns 18 centĂmetros mais ou menos. Virei pra ver quem tava nos olhando do outro lado, deixando a vista pro loiro da minha bunda sendo dedada pelo Juan. Na outra janela tinha um moleque morelinho, estilo favelado, muito bonitinho, com um piercing no nariz, baixinho mas com uma pica comprida pra caralho. Juan - VocĂȘ gosta, sua puta? Agora se anima?
Eu - TĂŽ dentro, os dois sĂŁo gostosos.
Juan - Tira toda a roupa. Quero vocĂȘ pelada chupando minha pica.
Em questĂŁo de 30 segundos jĂĄ tava pelada e de quatro chupando a pica do Juan, que sentou no banco da cabine. Minha bunda ficou exposta pra porta, e ele fez sinal pros caras entrarem, deixando a porta aberta.
Juan pro loiro - Toma, coloca camisinha e come ela.
O filho da puta do loiro meteu quase de uma vez, mas Juan abafou meus gemidos enfiando a pica o mais fundo possĂvel. Nessa hora, o loiro começou a meter um pouco mais devagar, mas Juan falou:
Juan - Vai, vai, ela adora abrir o cu todo pra minha puta!
Só precisou disso pro loiro começar a meter como um animal. Deve ter ficado uns 10 minutos até eu sentir ele encher a camisinha.
Olhei pra trĂĄs quando o cara saiu de dentro de mim, e nĂŁo era sĂł o vilarejo esperando a vez. Tinha mais dois caras se masturbando. O primeiro atrĂĄs do moleque era um macho nos 30, de regata, grandĂŁo, peitoral, braço e pica igual ou mais grossa que a do preto que me comeu no dia anterior, mas nĂŁo tĂŁo comprida. O segundo, um tĂpico daddy nos 40, bem cuidado. Pica mĂ©dia, nada muito especial, mas com umas bolas enormes.
Eu - Ă demais, amor.
Juan - AtĂ© eu gozar, vocĂȘ nĂŁo vai parar. Vai, deixa todo mundo ver a puta boa que eu tenho.
A cena e as palavras do Juan me deixaram ainda mais excitada do que eu jå tava. O daddy pegou a camisinha que o Juan passou de novo. O daddy, sem perder tempo e depois de perceber que eu tava aberta, começou a me comer freneticamente, segurando minhas bolas com uma mão e enfiando mais minha cara na pica do Juan com a outra.
Daddy - Que porca que vocĂȘ tem! Vamos ajudar todo mundo a satisfazer uma puta de merda dessas. VocĂȘ vai ver, vamos te dar pica atĂ© nĂŁo aguentar mais.
O daddy me comeu por um bom tempo, durou mais que o loiro. loiro até que, num grito seguido de xingamentos, consegui que o segundo macho da noite enchesse a segunda camisinha dentro da minha bunda.
O vilarejo nĂŁo disse nada, sĂł soltou uma risadinha quando chegou a vez dele. Senti um pau enorme que chegou a um lugar onde ninguĂ©m tinha chegado antes, enquanto ele me comia progressivamente. Quando ele pegou o ritmo e começou a meter com tudo, se jogou em cima de mim e começou a apertar meus mamilos e puxar o piercing que tenho num deles. Nesse ponto, eu jĂĄ estava em ĂȘxtase de prazer. Que delĂcia poder satisfazer e fazer gozar tantos machos! O cara foi o que mais aguentou de todos, atĂ© que desabou em cima de mim enquanto gozava. Ficou um minuto enfiado no meu cu atĂ© que o magro de 30 apressou ele pra deixar o lugar.
Ao se colocar atrås de mim, o magro de 30 jå tinha calçado uma camisinha com tachas. Ao deslizar pra dentro de mim e meter lentamente até o fundo, ele disse:
Magro de 30 - Viados como vocĂȘ sĂŁo sĂł buracos pra dar prazer pra nĂłs, machos de verdade. Pede meu pau ou nĂŁo me mexo.
Juan tirou o pau da minha boca por um segundo e disse pra eu implorar.
Eu - Me dĂĄ pau, me dĂĄ, eu quero, preciso de pau de macho, por favor.
Magro de 30 pro Juan - Adoro quando esses viadinhos sabem seu lugar. VocĂȘ treinou bem seu putinho.
Depois disso, o magro começou a meter com tudo enquanto me punhetava, e eu continuava me engasgando com o pau do Juan, alternando com as bolas dele.
Juan - TĂŽ perto, faz minha puta toda molhar.
Naquele momento, o magro de 30 começou a meter e tirar mais rĂĄpido, enquanto me punhetava mais forte. O roçar do pau grosso dele na minha prĂłstata era enlouquecedor. NĂŁo aguentei mais e gozei vĂĄrios jatos de porra no chĂŁo, seguido pelo Juan, que quase me afogou com a quantidade de porra que soltou. O magro de 30 me deu mais um minuto enquanto eu gemia e limpava a pica do meu macho com a lĂngua, e com uma estocada bem funda e final, encheu a quarta camisinha da noite.
Depois Disso nem eu nem o Juan tĂnhamos mais vontade de sexo, e fui feliz com ele tomar banho no hotel e jantar. Fiquei bem satisfeita por ter dado prazer ao meu marido e a mais 4 caras numa noite sĂł.
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Segundo dia de férias
Depois da putaria que o negĂŁo me deu, no outro dia o Juan queria explorar Buenos Aires, mas nĂŁo sem antes falar que adorou me ver tĂŁo puta entregue.
Juan - Tenho uma ideia foda pra terminar o passeio que planejamos. Primeiro vamos dar uma volta em Palermo como combinamos, mas antes de sair, lubrifica bem.
Eu - TĂŽ com o cu todo arrombado, Juan, me dĂĄ um descanso. AlĂ©m disso, vocĂȘ sabe que nĂŁo curto fazer coisas em lugares ou banheiros.
Juan se jogou em mim como se fosse o vilão da reação e me agarrou a boceta enquanto enfiava um dedo.
Juan - Vai, minha gostosa, prometo que vocĂȘ vai adorar a surpresa que tenho pra vocĂȘ. Me excitou muito vocĂȘ ser uma puta no cio completa.
Eu, excitada, aceitei. Tomei um café da manhã leve no hotel e fui pro quarto tomar banho e preparar meu cu pro que me esperasse, só por precaução usei mais lubrificante que o normal.
Passamos um dia normal, visitamos o Rosedal, o Jardim JaponĂȘs e o Bairro ChinĂȘs.
Perto das 6 da tarde pegamos um tåxi, o Juan pegou o celular pra confirmar um endereço e fomos pra Recoleta.
O tĂĄxi nos deixou na Avenida Santa FĂ©. Caminhamos meia quadra e vi uma portinha do que parecia um bar gay com a bandeira arco-Ăris, que parecia ser um porĂŁo, ao lado tinha uma academia. Foi uma surpresa do caralho quando vi dois caras super gostosos de uns 18 anos saindo da academia pra entrar naquele bar.
Descemos umas escadas compridas, pagamos a entrada pra uma pessoa atrĂĄs de um vidro espelhado e passamos pela segunda porta.
NĂŁo acreditava onde o doido do Juan teve a ideia de me levar. Era um bar de cruising. Tinha mĂșsica como em qualquer balada. SofĂĄs, uma cama de couro, um labirinto pequeno e, sem exagerar, umas 40 cabines, todas com banco e uma TV passando filmes pornĂŽ gay.
Demos algumas voltas e a visĂŁo era IncrĂvel, dezenas de caras e viadinhos circulando pelo bar inteiro, entrando nas cabines, alguns iam sozinhos, outros em dupla e um caso que vi entraram em trĂȘs.
Juan â TĂĄ nervosa, putinha?
Eu â VocĂȘ passou dos limites, Juan, pelo menos podia ter me avisado que queria vir num lugar desses, nunca fui num bar assim na vida.
Juan â Se quiser, a gente vaza, nĂŁo quero te pressionar, mas podemos tomar algo jĂĄ que estamos aqui e se o medo passar, a gente faz alguma coisa.
A gente tomou a consumação que era cerveja em lata, sentados no balcão vendo como funcionava a dinùmica do lugar. Pra resumir, era o sonho de qualquer viado de cidade pequena, muitos caras pra escolher, alguns se juntavam pra foder, outros só queriam mamar ou ser mamados e tinha um ou outro inibido igual a eu, só assistindo o show.
Juan â Vamos embora?
Eu â Esse lugar me excita pra caralho, tĂŽ com vontade de fazer alguma coisa mas fico com vergonha, dĂĄ pra tomar mais alguma coisa no balcĂŁo?
Juan sorriu pra mim e foi pedir mais bebida, pediu um vinho branco e dois dr lemon com vodka.
Eu â VocĂȘ quer me destruir
Juan â Vai, se solta e vamos nos divertir
Depois de uma hora mais ou menos, eu jĂĄ tava meio bĂȘbada e fomos pra uma das cabines que tinham duas janelas, uma de cada lado, onde quem tĂĄ dentro pode escolher se as cabines ao lado te veem ou nĂŁo.
Deixamos as janelas abertas e eu comecei a passar a mĂŁo na pica do Juan enquanto ele enfiava dois dedos no meu cu. NĂŁo demorou muito pra gente ter espectadores nas duas janelas.
Enquanto eu tocava e beijava o Juan, via de canto de olho um dos caras, um loiro de uns 20 anos com a camiseta levantada mostrando o tanquinho enquanto batia uma pra rola dele de uns 18 centĂmetros mais ou menos. Virei pra ver quem tava nos olhando do outro lado, deixando a vista pro loiro da minha bunda sendo dedada pelo Juan. Na outra janela tinha um moleque morelinho, estilo favelado, muito bonitinho, com um piercing no nariz, baixinho mas com uma pica comprida pra caralho. Juan - VocĂȘ gosta, sua puta? Agora se anima?
Eu - TĂŽ dentro, os dois sĂŁo gostosos.
Juan - Tira toda a roupa. Quero vocĂȘ pelada chupando minha pica.
Em questĂŁo de 30 segundos jĂĄ tava pelada e de quatro chupando a pica do Juan, que sentou no banco da cabine. Minha bunda ficou exposta pra porta, e ele fez sinal pros caras entrarem, deixando a porta aberta.
Juan pro loiro - Toma, coloca camisinha e come ela.
O filho da puta do loiro meteu quase de uma vez, mas Juan abafou meus gemidos enfiando a pica o mais fundo possĂvel. Nessa hora, o loiro começou a meter um pouco mais devagar, mas Juan falou:
Juan - Vai, vai, ela adora abrir o cu todo pra minha puta!
Só precisou disso pro loiro começar a meter como um animal. Deve ter ficado uns 10 minutos até eu sentir ele encher a camisinha.
Olhei pra trĂĄs quando o cara saiu de dentro de mim, e nĂŁo era sĂł o vilarejo esperando a vez. Tinha mais dois caras se masturbando. O primeiro atrĂĄs do moleque era um macho nos 30, de regata, grandĂŁo, peitoral, braço e pica igual ou mais grossa que a do preto que me comeu no dia anterior, mas nĂŁo tĂŁo comprida. O segundo, um tĂpico daddy nos 40, bem cuidado. Pica mĂ©dia, nada muito especial, mas com umas bolas enormes.
Eu - Ă demais, amor.
Juan - AtĂ© eu gozar, vocĂȘ nĂŁo vai parar. Vai, deixa todo mundo ver a puta boa que eu tenho.
A cena e as palavras do Juan me deixaram ainda mais excitada do que eu jå tava. O daddy pegou a camisinha que o Juan passou de novo. O daddy, sem perder tempo e depois de perceber que eu tava aberta, começou a me comer freneticamente, segurando minhas bolas com uma mão e enfiando mais minha cara na pica do Juan com a outra.
Daddy - Que porca que vocĂȘ tem! Vamos ajudar todo mundo a satisfazer uma puta de merda dessas. VocĂȘ vai ver, vamos te dar pica atĂ© nĂŁo aguentar mais.
O daddy me comeu por um bom tempo, durou mais que o loiro. loiro até que, num grito seguido de xingamentos, consegui que o segundo macho da noite enchesse a segunda camisinha dentro da minha bunda.
O vilarejo nĂŁo disse nada, sĂł soltou uma risadinha quando chegou a vez dele. Senti um pau enorme que chegou a um lugar onde ninguĂ©m tinha chegado antes, enquanto ele me comia progressivamente. Quando ele pegou o ritmo e começou a meter com tudo, se jogou em cima de mim e começou a apertar meus mamilos e puxar o piercing que tenho num deles. Nesse ponto, eu jĂĄ estava em ĂȘxtase de prazer. Que delĂcia poder satisfazer e fazer gozar tantos machos! O cara foi o que mais aguentou de todos, atĂ© que desabou em cima de mim enquanto gozava. Ficou um minuto enfiado no meu cu atĂ© que o magro de 30 apressou ele pra deixar o lugar.
Ao se colocar atrås de mim, o magro de 30 jå tinha calçado uma camisinha com tachas. Ao deslizar pra dentro de mim e meter lentamente até o fundo, ele disse:
Magro de 30 - Viados como vocĂȘ sĂŁo sĂł buracos pra dar prazer pra nĂłs, machos de verdade. Pede meu pau ou nĂŁo me mexo.
Juan tirou o pau da minha boca por um segundo e disse pra eu implorar.
Eu - Me dĂĄ pau, me dĂĄ, eu quero, preciso de pau de macho, por favor.
Magro de 30 pro Juan - Adoro quando esses viadinhos sabem seu lugar. VocĂȘ treinou bem seu putinho.
Depois disso, o magro começou a meter com tudo enquanto me punhetava, e eu continuava me engasgando com o pau do Juan, alternando com as bolas dele.
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Depois Disso nem eu nem o Juan tĂnhamos mais vontade de sexo, e fui feliz com ele tomar banho no hotel e jantar. Fiquei bem satisfeita por ter dado prazer ao meu marido e a mais 4 caras numa noite sĂł.
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2 comentĂĄrios - đđđRelato gay - fui a puta do bar đđđ