Meu tio, meu primeiro homem parte I

Olá, meu nome é Alejandra. Alguns de vocês já devem ter lido alguma história minha, outros não. Minha conta foi derrubada, não sei por quê, mas esta será minha conta agora e aqui vou continuar postando minhas histórias. E se alguém quiser compartilhar suas histórias comigo, seja pra divulgar pra todo mundo ou só pra contar pra mim, são bem-vindos. Agora vou me apresentar de novo e contar como foi minha primeira vez. Espero que curtam tanto quanto eu. Olá, meu nome é Alejandra, tenho 35 anos, meço 1,75. Desde pequena tenho quadris largos, sou de bunda grande, pernas grossas e peitos pequenos (32b). Até bem pouco tempo, saí da casa da minha mãe, com quem morei a vida toda. Ficamos só eu e ela por muito tempo, então minha convivência com homens foi bem pouca. Essa foi minha primeira vez. Quando cheguei em casa, estava feliz porque era meu último dia de aula. Deixei minhas coisas na sala e notei que minha mãe tinha deixado um bilhete na mesa: "Filha, seus tios Jorge e Martha vão chegar às 5:00 em casa. Prepara comida e deixa eles colocarem as coisas no seu quarto. Espero sair do trabalho cedo pra chegar às 7:00. Depois te explico. Beijos e se cuida." Meu tio Jorge era o irmão mais velho da minha mãe, tinha uns 46 anos, era gordo, cabelo curto e costas largas. Só tinha visto ele umas 3 vezes quando era criança, em festas de família, mas não conhecia ele direito. Só sabia que Martha era a esposa dele, de 54 anos, mas nunca tinham nos visitado antes, ou pelo menos não que eu lembrasse. Fui pro meu quarto, troquei meu uniforme por um moletom e uma blusa, arrumei um pouco o quarto e guardei minha roupa suja no armário pra eles não verem minha calcinha suja no cesto. Desci e, enquanto preparava a comida, ouvi a porta. J: "Oi, filha, já te cumprimento, só vou deixar as coisas no carro e ajudar sua tia." Eu: "Sim, tio Jorge." Ele desceu 5 malas, fiquei surpresa porque não sabia o que tava rolando, até que vi minha tia descendo com muita dificuldade e usando uma bata de hospital. Meu tio a Ajudo a descer do carro e a caminhar. J - Ei, filha, sua mãe me falou de um quarto. Qual é? Eu - Ah, é o meu, fica aqui no fundo, passando as escadas. J - Valeu, filha. Os dois foram direto pro meu quarto e, pouco depois, meu tio saiu. J - Agora sim, filha, deixa eu te cumprimentar direito. Como você tá? Eu - Bem, e vocês? J - Olha, não muito bem, não. Sua tia operou o útero e agora mandaram ela ficar de quarentena. Eu - Então ela tá muito mal agora? J - Sim, filha, acho que pelo menos nessas duas primeiras semanas ela vai ficar de cama. Eu - Então vocês tão vindo do hospital agora? J - É, deram alta agora porque não tínhamos mais grana pra ela passar a quarentena lá. Eu - Minha mãe pediu pra eu fazer uma comida pra vocês, preparei sopa e carne. J - Valeu, filha, acho que agora vou levar só a sopa pra sua tia, ver se ela quer comer algo leve. Servi os pratos e ele entrou no meu quarto pra comer com minha tia. Enquanto isso, aproveitei pra fazer minha lição de casa. Umas 40 minutos depois, meu tio saiu. J - Valeu, filha, pela comida. Onde deixo os pratos sujos? Eu - Agora mesmo levo pra cozinha, se quiser deixa na mesa. J - Brigado. Eu - Como que tá minha tia? J - Bem, agora pegou no sono porque não tinha conseguido descansar. E sua mãe? Eu - Ela disse que chegava às 7:00, acho que não deve demorar. J - Beleza. Ei, quanto tempo que a gente não se via? Eu - Acho que foi na última festa da minha avó. J - Acho que é, você era uma criança e olha você agora, toda uma mocinha. Ainda estuda no colégio de freiras? Eu - Sim, tio. J - Muito bem. Ei, mas levanta aí, deixa eu ver, que mocinha você já tá, dá uma voltinha. Meu tio pegou na minha mão como se fosse dançar comigo e me fez girar devagar. Na hora, eu não entendia o que tava rolando, nunca tinha lidado com um homem, não sabia o que era bom ou ruim, eu era uma inocente. J - Acho que esse corpo puxou da família do seu pai, porque sua mãe bem que queria ter um assim. Eu - Valeu. J - Você malha? Eu - Não, tio, por que cê tá falando isso? J - É que você tem um corpão bem torneado, filha. Sim. Quer, eu podia te ajudar, já que vou ficar uns dias aqui, podia te treinar. Enquanto meu tio terminava de me falar isso e olhar meu corpo, ouvi as chaves na entrada da porta. Mãe: Oi, cheguei! J: Oi, maninha, muito obrigado por nos abrigar. Mãe: Ah, não se preocupa, sei que é uma situação difícil que você tá passando agora. Como vocês estão? E sua esposa, como vai? J: Ela tá dormindo agora, e eu tô aqui, que é o que importa. Mãe: E a Ale, te ajudou? J: Sim, até fez comida pra gente. Mãe: Que bom, porque eu também tô morrendo de fome. Como você tá, filha? Eu: Bem, mãe. Mãe: Agora põe alguma coisa na TV pro seu tio e sobe comigo pra me ajudar com uma coisa, por favor. Já volto, irmão, deixa eu trocar de roupa. Enquanto minha mãe subia, eu acompanhei meu tio até a sala pra ele ver TV. Eu: Toma, tio, com esse controle você muda o cabo, e com esse outro é a TV. J: Obrigado, filha. Quando virei pra ir pro quarto da minha mãe, ouvi as pilhas rolarem. J: Desculpa, filha, é que não sei mexer direito e acho que soltei a tampa do controle. Você podia me passar essa pilha? Eu: Claro, tio, sem problema. Me abaixei pra passar a pilha e, enquanto virava, notei que meu tio tava olhando fixamente pra minha bunda. Quando ele viu que eu percebi, desviou o olhar. J: Obrigado, filha. Agora vai com sua mãe, que ela deve estar te esperando. Eu: Sim, tio, valeu. Subi com minha mãe, e ela já tava colocando o pijama. Eu: Que bom que você chegou cedo hoje, mãe. O que houve? Mãe: Tentei me apressar pra te avisar. É que seu tio ficou sem emprego agora e me ligou pra ver se a gente podia receber ele e a mulher dele enquanto a Martha se recupera. Ele disse que são no máximo 40 dias, mas que provavelmente em um mês a esposa já vai estar bem e vai voltar ao trabalho, enquanto ele vai procurar algo. Eu disse que sim, porque ele é meu irmão e é de confiança. Então agora você pega suas roupas e traz pro meu quarto. Por enquanto, você vai dormir na Sala e seus tios no seu quarto. Eu— Tá bom, mãe. E não posso dormir com você? Mãe— Não, filha, porque se acontecer uma emergência, alguém precisa estar lá embaixo pra ajudar, mas não se preocupa, no domingo que eu folgar, eu fico lá embaixo e você em cima. Agora vai pegar roupa, vai dar tudo certo, um mês passa voando. Ei, e sobe esse short, tá aparecendo metade da calcinha! Rapidamente virei pra me olhar no espelho e notei que uma boa parte tava aparecendo, e com certeza era o que meu tio tinha visto. Desci e, envergonhada, perguntei se ele podia me deixar passar pro meu quarto. Ele disse que sim, só pra não fazer muito barulho por causa da minha tia. Peguei roupa suficiente e subi pra deixar no quarto da minha mãe. Eu— Pronto, aqui tá minha roupa. Mãe— Muito bem, filha, guarda aqui no armário. E fica tranquila, seu tio é um homem de confiança, senão não estaria aqui, então qualquer coisa que ele te disser, não desconfia. Tenta ajudar o máximo que puder, já que você tá de férias. Minha mãe e eu descemos pra jantar com meu tio, a conversa foi pra eles se atualizarem. Depois de algumas horas, minha mãe se despediu, me deixou uns cobertores e eu comecei a arrumar no sofá pra dormir. J— Você vai dormir aqui, filha? Eu— Sim, tio. J— Desculpa ter te tirado do seu quarto, não era nossa intenção. Eu— Não se preocupa, aqui também tô bem. J— Ei, e o que você acha do que te falei? Se anima a fazer exercício comigo? Tipo, já que você tá de férias, a gente se mantém ativo juntos. Eu— Sim, tio, tá bom. J— Que horas sua mãe entra no trabalho? Eu— Às 8 da manhã. J— Perfeito, então que tal a gente começar amanhã às 10? Eu— Sim, tio. J— Bom, então vou te deixar dormir. Boa noite. Notei que meu tio tava super empolgado com o exercício, então não recusei. Até porque minha mãe tinha falado aquilo antes. Naquela noite, lembro que o calor tava mais forte que o normal, claramente porque no meu quarto eu tinha um ventilador de teto que dava pra refrescar um pouco antes de dormir. Dormir, mas na sala não tinha nada, além de que o calor da cozinha ficou guardado quando esquentamos a janta. Como minha mãe não me deixava ter pijamas curtos ou leves, eu tinha que aguentar aquele calor com meu pijama completo, até que não aguentei mais e baixei um pouco minha calça pra me refrescar e consegui dormir. De madrugada, comecei a ouvir um barulho. Quando consegui acordar, percebi que vinha da cozinha, mas o que me deixou mais pilhada foi perceber que meu cobertor estava na altura das minhas pernas, deixando minha bunda descoberta. Rapidamente puxei minha calça pra cima e tentei ver o que tava rolando na cozinha. Me aproximei devagar e notei que era meu tio, tomando água com o celular na mão.
Eu - Tudo bem, tio?
J - Filha, você me assustou. Sim, tudo bem, achei que você tivesse dormindo.
Rapidamente ele desligou o celular e deixou virado pra baixo.
Eu - É que ouvi um barulho e vim ver o que era.
J - Ah, desculpa, é que deu sede e levantei, só que não achei onde vocês guardam os copos.
Eu - Não se preocupa, tio.
J - Ei, filha, e você não sente calor com esse pijama?
Eu - Um pouco, mas minha mãe diz que eu tenho que usar esse tipo de pijama.
J - Nem imagino o calor que você deve estar passando com esse pijama e essas carnes todas.
Eu - Como assim, tio?
J - Sério que você não repara no seu corpo? Haha, ou tá se fazendo de sonsa?
Eu - O que eu devia reparar?
J - Ah, filha, como esse tempo todo com as freiras te prejudicou. Agora dorme e daqui a pouco a gente treina.
Meu tio voltou pro quarto dele e eu voltei pro sofá pra tentar descansar. Quando me dei conta, já eram 6:30. Ouvi minha mãe saindo pro trabalho e levantei pouco depois.
J - Bom dia, filha, já pronta pra correr?
Eu - Oi, tio, não pode ser daqui a pouco?
J - Tem que aproveitar que sua tia ainda tá dormindo. Além disso, sua mãe falou que tem um parque aqui perto.
Eu - Tá bem, tio, deixa eu pegar uma calça pra trocar e volto.
O parque que ele queria ir sempre ficava vazio de manhã, porque o pessoal preferia ir depois das 10, já que a luz pública desligava às 6 da manhã. Das 7 às 8 ainda tinha partes sem muita luz, até o sol nascer perto das 9, e lá pelas 10 já dava pra ver tudo. Eu tinha certeza de que, assim que visse aquilo, ele ia mandar a gente voltar e eu poderia voltar. Então me troquei no quarto da minha mãe, peguei um legging meio justo e uma blusa folgada. Desci e saímos às 7:15 rumo ao parque. Quando chegamos, pensei que íamos voltar, mas não foi assim.

J— Ei, e aqui é sempre tão escuro assim?
Eu— Sim, é que a luz apaga às 6, então até o sol nascer clareia um pouco mais.
J— Bom, então vamos correr um pouco e torcer pro sol nascer antes. Pra te proteger, vou ficar atrás de você.

Começamos a correr ao redor do parque e, como não tava muito acostumada com exercício, comecei a suar e cansar rápido demais. Principalmente notei que minhas pernas começaram a suar mais, a ponto do legging começar a grudar em mim e ficar ainda mais apertado. De longe, vi que tava chegando um grupo de senhores que sentaram perto da pista. Quando passamos por ali, ouvi de tudo: "Que gostosa, te rebatendo, mami", "Aqui a gente vai te tratar como você merece", "Quero essas pernas de brinco", "Que rabão você tem, mamãe".

J— Calem a boca já e parem de olhar, seus arrombados. Vem, filha, vamos pra outro lugar.

Saímos da pista e meu tio me levou pra uma área afastada pra sentar na grama. Eu tava muito ofegante e com medo do que tinha acabado de acontecer.
Eu— Tio, por que eles me chamaram assim?
J— Ah, filha, porque você tem um corpaço e a única que não sabe é você. Você não percebe? Na sua escola não tem nenhum homem?
Eu— Não, só o padre, mas a gente só vê ele quando tem missa.
J— E você nunca teve namorado ou algum pretendente?
Eu— Não, tio.
J— Por quê?
Eu— Nunca conversei com um garoto. Minha mãe diz que eu tenho que esperar.
J— Ah, filha, isso é muito errado. Você gostaria de ter um namorado?
Eu— A verdade é que sim.
J— Então você devia começar a ter experiências, porque senão provavelmente nenhum homem vai te querer depois.

Quando meu tio disse isso, senti medo. de ficar sozinha, agora entendo que isso não era verdade, mas naquela idade eu era muito inocente e caí na armadilha dele. Eu- E como eu faço pra ter experiência? J- Se quiser, eu posso te ajudar, só não conta pra sua mãe, porque se ela descobrir que te ajudei a arrumar um namorado, vai ficar brava. Eu- Tá bom, tio, tudo bem J- Então vem, vamos pra sua casa que sua tia já deve ter acordado, e amanhã a gente começa as aulas e faz exercício, mas na sua casa, porque aqui tem muito homem tarado. Quando estávamos saindo, percebemos que os homens que tinham gritado comigo ainda estavam lá. J- Sabe o quê, filha? Olha, na minha mochila tem outra calça. Vamos pro banheiro que vi ali atrás, você troca pra evitar problema e a gente sai logo. Caminhamos até um banheiro perto, que na verdade era um quartinho muito pequeno e a porta não fechava direito. Eu- Tio, mas tá muito sujo e a porta não fecha direito J- Eu sei, olha, a gente entra os dois, eu te cubro enquanto você troca, assim, se alguém vier, só vai ver minhas costas. Confiante, aceitei, porque como minha mãe disse, meu tio era um homem bom e eu podia confiar nele. Entramos juntos e ele me passou a calça dele, abriu rápido o moletom e esticou os braços cobrindo a entrada. Comecei a baixar minha calça, mas como estava toda suada, custou a descer. Notei que meu tio me olhava fixamente e parecia não piscar. Quando tentei tirar a primeira perna, perdi o equilíbrio e acabei me apoiando nele J- Cuidado, filha, não me faz isso. Eu- Desculpa, tio, é que meu pé não saía, mas já vou. J- Fica tranquila, não temos pressa nenhuma. Depois de tirar a calça, deixei ela em cima do vaso que tinha ali e me abaixei pra pegar na mochila do meu tio a calça que ele disse. Enquanto tirava, meu tio me deu um tapão na bunda que fez tremer até minha perna. Eu- Ai, tio, que foi? J- Desculpa, é que você tava com um bicho, mas já matei, olha. Eu- Não tô vendo nada J- É verdade, espera, ficou grudado em você. Meu tio esfregou a mão na minha bunda e até com um pouco de cuspe tentou me limpar. J—Beleza, agora veste o short rápido.
Eu—Sim, tio. Coloquei o short do meu tio, que ficava meio largado em mim, e saímos rápido do parque pra ir pra minha casa. Quando chegamos, meu tio foi direto pro meu quarto e levou um pouco de comida pra minha tia.
J—Então, filha, como você se sentiu com o treino?
Eu—Bem cansada, tio.
J—É normal, mas olha, agora vamos fazer tudo aqui pra evitar interrupções.
Eu—Tá bom, tio.
J—Ei, onde posso tomar banho?
Eu—A porta que fica do lado do meu quarto é um banheiro. Eu também vou tomar banho, mas no banheiro da minha mãe pra você não ter problemas.
J—Não seria problema nenhum, mas obrigado, filha.

Subi pro quarto da minha mãe e abri o chuveiro pra começar a esquentar a água. Enquanto isso, saí e comecei a me despir. Primeiro, tirei o short do meu tio e dobrei ele na cama da minha mãe. Depois, tirei a blusa, ficando só de calcinha e sutiã. Exatamente quando eu estava abaixando a calcinha, abriram a porta do quarto da minha mãe.

Eu—Tiooo! Fiquei em choque e não soube o que fazer. Minha calcinha estava na altura dos meus joelhos e meu tio só me olhava.
J—Desculpa, filha, só vim perguntar se você tem sabonete, porque lá embaixo não tem.
Eu—Tem dentro do espelho que está em cima da pia.
J—Me desculpa, filha, não queria te ver assim.

Meu tio fechou a porta e eu fiquei totalmente paralisada por uns instantes. Não sabia o que tinha acabado de acontecer. Meu tio foi o primeiro homem a me ver pelada. Depois de alguns minutos, quando começou a sair vapor da água quente do chuveiro, comecei a tirar minha roupa íntima e entrei no banho.

Fiquei uns minutos dentro da água pensando no que tinha acabado de rolar. Depois, comecei a me lavar e, bem antes de me ensaboar, lembrei que não tinha levado minha toalha pra me secar. Então, deixei o chuveiro ligado e, quando estava prestes a sair pra pegar minha toalha rápido e voltar, abri a porta e vi meu tio sentado na cama. Naquele momento, só vi ele com meu short no nariz e minha calcinha na mão, que ele movia pra cima e pra baixo. Hoje eu sei que ele estava se masturbando, mas na época não. Entendia, mas por algum motivo eu gostava do que via. Comecei a sentir meu ventre quente, meus peitos ficaram duros, minhas pernas tremiam e eu tinha vontade de me tocar um pouco. Não sabia o que estava acontecendo, mas eu gostava...

3 comentários - Meu tio, meu primeiro homem parte I

Que buen detalle y ese final tan morboso me encantó, espero segunda parte y más fotos, si eres tú la de la portada tienes un culote maravilloso
No me hagas sufrir me quedé intrigado, desesperado por seguir leyendo ese relato, he quedado bien caliente, espero pronto subas la continuación es más que exitante, ya me imagino tu culo regordete delicioso 🤤