Pelo menos uma ou duas vezes por mês, minha esposa convida a amiga dela pra almoçar, uma magrinha morena gostosa.
Muito gostosa de rosto, com uma bunda pequena mas empinada, peitos bons que se destacam ainda mais.
Por ser magrinha. Toda vez que ela vem, as conversas são bem amigáveis, a gente fala de tudo.
e a gente ri os três de coisas diferentes, o que nunca acontece é eu levar ela sozinha pra casa dela.
Aconteceu que numa sexta à noite ela veio jantar, e a gente terminou não tão tarde, umas 23:30h.
— Podia levar o Bren? Porque eu vou deitar, tô morta de sono — minha esposa me disse.
- Fala sério, porque de quebra vou na casa do meu amigo que se juntaram pra beber umas. Falei pra ele e depois me despedi com um beijo.
— Dá pra passar pra comprar um sorvete? — me diz o Bren ao subir no carro.
— Beleza, sem problema, talvez eu compre um também, mas não conta pra Emi (minha esposa) porque ela vai ficar puta que a gente comeu sorvete e não chamou ela — falei rindo.
- Pode ser nosso segredo, mas melhor a gente comprar e levar pra ela - ela me diz rindo
Chegamos na sorveteria, pedimos os sorvetes e, assim que nos entregaram, subimos no carro.Na viagem que ficou um pouco mais longa que o normal por causa do trânsito da noite, daquela galera indo pra bares ou baladas, ela começou a comer o sorvete dela e eu, do jeito que dava, o meu. Nisso, sujamos os tapetes do carro e o sorvete que era pra Emi derreteu, tivemos que jogar fora.
- Tira esse tapete e lava ele, porque a Emi vai ver ele sujo e vai ficar puta, não por causa do sorvete, porque eu falei pra ela que ia te chamar pra tomar um sorvete.
Esse comentário me pareceu suspeito, mas beleza, faz anos que somos amigos, então deixei pra lá.
Tiro o tapete e levo pro quintal dela, com uma mangueira jogo água pra limpar o sorvete. Quando me viro, a Bren, com um vestido bem curtinho, me fala:
- Você acha que se eu postar uma foto assim no meu stories do Instagram, vem alguém? - enquanto se vira e abaixa um pouco, me deixando ver a bunda dela com um fio dental vermelho que se perdia entre as nádegas.
— Com certeza você receberia umas boas propostas, de todos os seus contatinhos — respondi rindo meio nervoso.
— Que chongos? Ninguém me dá bola, todo mundo quer bucetão grande e eu aqui com minha bunda sem ninguém que queira — ela fala com voz de menininha.
— Não? Mas sempre tem um chinelo velho pra um pé cansado — falo sem olhar muito pra ela, enquanto termino de enxaguar o tapete.
- Você comeria essa buceta? - Sinto muito perto de mim
- Apa Bren, buceta muito linda, muito gostosa, mas se a Emi descobrir, ela mata nós dois. E sinceramente, não sei até que ponto você guardaria esse segredo - falo, desconfiado se era um teste da minha esposa ou se ela estava com tesão.
— Fica tranquilo, acredita, quando eu me masturbei te vendo tomar banho no sítio, ela nem ficou sabendo — ele me disse enquanto se aproximava.
Surpreso, deixo ela se aproximar e, quando chega perto, seguro sua cintura e a beijo enquanto minha outra mão agarra sua bunda (que com uma mão eu cobria quase toda a nádega). A língua dela procurando a minha e as mãos dela na minha cintura, ela colando o corpo no meu pra sentir meu pau, que começava a ficar meio duro.
A mão dele enfia no meu short e procura meu pau, e puxa ele pra fora.
- Quero chupar ela, quero provar, deixa, que sempre quis ela - ela me olhava enquanto se ajoelhava. Eu segurava a cabeça dela, guiando pra baixo, ela ajoelhada no quintal dela e eu de pé, mas quando ela começou a chupar, eu sentei numa poltrona que tinha lá fora. Minhas mãos procuravam os peitos dela enquanto ela chupava, e ela tirou eles do vestido pra ficar no ar, comecei a apertar, beliscar os bicos dela.
Ela aumentava a velocidade e profundidade do boquete, eu curtindo tudo olhando pra cima, com o céu testemunhando uma felação tão fantástica. Meu pau duro e molhado exposto ao ar quando ela se levanta, vira de costas e, de uma sentada, se senta em cima dele. A buceta dela, molhada, quente e apertada, me recebeu cheia de desejo e ansiedade.
Pequenos pulos numa montada invertida que ela mesma sugeriu pra eu curtir um pouco a visão da bunda dela batendo nas minhas coxas, minhas mãos segurando a cintura dela guiavam ela a aumentar a velocidade e a força, isso dava mais tesão nela porque ela começou a gritar e gemer, sem se importar se os vizinhos ouvissem.
- Ai ai sim sim sim siiiii me fode, amigo, me fode - ela dizia agitada enquanto pulava
Ao ouvir ela falar isso, eu tiro, fico de pé e levo ela contra a parede, e por trás começo a meter com força e rápido, ela na ponta dos pés recebendo meu pau e as mãos apoiadas na parede segurando as investidas que eu dava.
Não, não, para, para, não goza, não goza ainda" — ela pedia, gemendo.
- Que foi? Te machuquei ou alguma coisa te incomodou? - eu dizia enquanto diminuía a intensidade, mas continuei metendo.
— Quero seu gozo no meu cu, Emi me disse que adora como você come ela e eu nunca fiz isso porque tinham medo — ela dizia enquanto tirava minha pica de dentro dela.
Passo a mão na buceta dela toda molhada e arrasto com meu pau todos os sucos dela até o cu e começo a empurrar, ela jogava a raba pra trás, louca pra ser penetrada pelo meu pau.
Ai, ai, ai, dói, mas não tira" — ela disse ao sentir minha glande entrar no buraquinho dela, enquanto se movia devagar pra trás, insistindo em ter ela toda lá dentro.
- Calma, não fica ansiosa - dou uma palmada que marca a bunda dela
- Ai ai, por favor, me fode - empurrei pra trás e meti inteira. Comecei a me mexer atrás dela, minhas mãos agarradas na cintura dela pra não deixar ela se afastar e penetrar ela.
do meu jeito, meu pau duro e molhado entrava e saía do cu apertado dela, que no começo era desconfortável, mas a putaria de fazer ela sentir isso pela primeira vez me enlouquecia
- Sim, era isso que eu queria, sabia que ia gostar, vai, enche minha buceta de porra que eu quero sentir - ela se mexia, segurando nas minhas coxas, se esfregando em mim. Comecei a meter num ritmo mais forte.
e força, seus gemidos aumentaram, com uma mão ela se estimulava o clitóris, eu prestes a explodir aguentava pra curtir um pouco mais aquele bum que, embora fosse meu
gostoso de olhar, nunca tinha desejado isso.
- Ai ai aiiiiii - as pernas dela tremeram, o corpo percorrido por eletricidade se sacudiu dando espasmos e aquela sensação compartilhada me fez explodir
- Ai siiiii, que lindo, a Emi me disse que você me daria sem problema - ela disse sorrindo pra mim e me olhando de canto, e meu rosto congelou.
- A Emi te falou que ia fazer isso?
- Falei enquanto continuava metendo devagar minha pica
- Se eu contar pra ela do meu desejo de experimentar isso e ela me disse, pega, te empresto, oferece a sua bunda e ela vai fazer, fica tranquilo, isso fica entre a gente, ela não vai se ofender
E mais, ela me disse que com certeza você vai querer comer ela de manhã como "castigo" — ela falou enquanto se virava e me abraçava, esfregando suas tetas no meu peito.
— Se esse for o castigo dele e o teu, que você me dê sua bunda pelo menos uma vez por semana — falei enquanto beijava o pescoço dela.
Muito gostosa de rosto, com uma bunda pequena mas empinada, peitos bons que se destacam ainda mais.
Por ser magrinha. Toda vez que ela vem, as conversas são bem amigáveis, a gente fala de tudo.
e a gente ri os três de coisas diferentes, o que nunca acontece é eu levar ela sozinha pra casa dela.
Aconteceu que numa sexta à noite ela veio jantar, e a gente terminou não tão tarde, umas 23:30h.
— Podia levar o Bren? Porque eu vou deitar, tô morta de sono — minha esposa me disse.
- Fala sério, porque de quebra vou na casa do meu amigo que se juntaram pra beber umas. Falei pra ele e depois me despedi com um beijo.
— Dá pra passar pra comprar um sorvete? — me diz o Bren ao subir no carro.
— Beleza, sem problema, talvez eu compre um também, mas não conta pra Emi (minha esposa) porque ela vai ficar puta que a gente comeu sorvete e não chamou ela — falei rindo.
- Pode ser nosso segredo, mas melhor a gente comprar e levar pra ela - ela me diz rindo
Chegamos na sorveteria, pedimos os sorvetes e, assim que nos entregaram, subimos no carro.Na viagem que ficou um pouco mais longa que o normal por causa do trânsito da noite, daquela galera indo pra bares ou baladas, ela começou a comer o sorvete dela e eu, do jeito que dava, o meu. Nisso, sujamos os tapetes do carro e o sorvete que era pra Emi derreteu, tivemos que jogar fora.
- Tira esse tapete e lava ele, porque a Emi vai ver ele sujo e vai ficar puta, não por causa do sorvete, porque eu falei pra ela que ia te chamar pra tomar um sorvete.
Esse comentário me pareceu suspeito, mas beleza, faz anos que somos amigos, então deixei pra lá.
Tiro o tapete e levo pro quintal dela, com uma mangueira jogo água pra limpar o sorvete. Quando me viro, a Bren, com um vestido bem curtinho, me fala:
- Você acha que se eu postar uma foto assim no meu stories do Instagram, vem alguém? - enquanto se vira e abaixa um pouco, me deixando ver a bunda dela com um fio dental vermelho que se perdia entre as nádegas.
— Com certeza você receberia umas boas propostas, de todos os seus contatinhos — respondi rindo meio nervoso.
— Que chongos? Ninguém me dá bola, todo mundo quer bucetão grande e eu aqui com minha bunda sem ninguém que queira — ela fala com voz de menininha.
— Não? Mas sempre tem um chinelo velho pra um pé cansado — falo sem olhar muito pra ela, enquanto termino de enxaguar o tapete.
- Você comeria essa buceta? - Sinto muito perto de mim
- Apa Bren, buceta muito linda, muito gostosa, mas se a Emi descobrir, ela mata nós dois. E sinceramente, não sei até que ponto você guardaria esse segredo - falo, desconfiado se era um teste da minha esposa ou se ela estava com tesão.
— Fica tranquilo, acredita, quando eu me masturbei te vendo tomar banho no sítio, ela nem ficou sabendo — ele me disse enquanto se aproximava.
Surpreso, deixo ela se aproximar e, quando chega perto, seguro sua cintura e a beijo enquanto minha outra mão agarra sua bunda (que com uma mão eu cobria quase toda a nádega). A língua dela procurando a minha e as mãos dela na minha cintura, ela colando o corpo no meu pra sentir meu pau, que começava a ficar meio duro.
A mão dele enfia no meu short e procura meu pau, e puxa ele pra fora.
- Quero chupar ela, quero provar, deixa, que sempre quis ela - ela me olhava enquanto se ajoelhava. Eu segurava a cabeça dela, guiando pra baixo, ela ajoelhada no quintal dela e eu de pé, mas quando ela começou a chupar, eu sentei numa poltrona que tinha lá fora. Minhas mãos procuravam os peitos dela enquanto ela chupava, e ela tirou eles do vestido pra ficar no ar, comecei a apertar, beliscar os bicos dela.
Ela aumentava a velocidade e profundidade do boquete, eu curtindo tudo olhando pra cima, com o céu testemunhando uma felação tão fantástica. Meu pau duro e molhado exposto ao ar quando ela se levanta, vira de costas e, de uma sentada, se senta em cima dele. A buceta dela, molhada, quente e apertada, me recebeu cheia de desejo e ansiedade.
Pequenos pulos numa montada invertida que ela mesma sugeriu pra eu curtir um pouco a visão da bunda dela batendo nas minhas coxas, minhas mãos segurando a cintura dela guiavam ela a aumentar a velocidade e a força, isso dava mais tesão nela porque ela começou a gritar e gemer, sem se importar se os vizinhos ouvissem.
- Ai ai sim sim sim siiiii me fode, amigo, me fode - ela dizia agitada enquanto pulava
Ao ouvir ela falar isso, eu tiro, fico de pé e levo ela contra a parede, e por trás começo a meter com força e rápido, ela na ponta dos pés recebendo meu pau e as mãos apoiadas na parede segurando as investidas que eu dava.
Não, não, para, para, não goza, não goza ainda" — ela pedia, gemendo.
- Que foi? Te machuquei ou alguma coisa te incomodou? - eu dizia enquanto diminuía a intensidade, mas continuei metendo.
— Quero seu gozo no meu cu, Emi me disse que adora como você come ela e eu nunca fiz isso porque tinham medo — ela dizia enquanto tirava minha pica de dentro dela.
Passo a mão na buceta dela toda molhada e arrasto com meu pau todos os sucos dela até o cu e começo a empurrar, ela jogava a raba pra trás, louca pra ser penetrada pelo meu pau.
Ai, ai, ai, dói, mas não tira" — ela disse ao sentir minha glande entrar no buraquinho dela, enquanto se movia devagar pra trás, insistindo em ter ela toda lá dentro.
- Calma, não fica ansiosa - dou uma palmada que marca a bunda dela
- Ai ai, por favor, me fode - empurrei pra trás e meti inteira. Comecei a me mexer atrás dela, minhas mãos agarradas na cintura dela pra não deixar ela se afastar e penetrar ela.
do meu jeito, meu pau duro e molhado entrava e saía do cu apertado dela, que no começo era desconfortável, mas a putaria de fazer ela sentir isso pela primeira vez me enlouquecia
- Sim, era isso que eu queria, sabia que ia gostar, vai, enche minha buceta de porra que eu quero sentir - ela se mexia, segurando nas minhas coxas, se esfregando em mim. Comecei a meter num ritmo mais forte.
e força, seus gemidos aumentaram, com uma mão ela se estimulava o clitóris, eu prestes a explodir aguentava pra curtir um pouco mais aquele bum que, embora fosse meu
gostoso de olhar, nunca tinha desejado isso.
- Ai ai aiiiiii - as pernas dela tremeram, o corpo percorrido por eletricidade se sacudiu dando espasmos e aquela sensação compartilhada me fez explodir
- Ai siiiii, que lindo, a Emi me disse que você me daria sem problema - ela disse sorrindo pra mim e me olhando de canto, e meu rosto congelou.
- A Emi te falou que ia fazer isso?
- Falei enquanto continuava metendo devagar minha pica
- Se eu contar pra ela do meu desejo de experimentar isso e ela me disse, pega, te empresto, oferece a sua bunda e ela vai fazer, fica tranquilo, isso fica entre a gente, ela não vai se ofender
E mais, ela me disse que com certeza você vai querer comer ela de manhã como "castigo" — ela falou enquanto se virava e me abraçava, esfregando suas tetas no meu peito.
— Se esse for o castigo dele e o teu, que você me dê sua bunda pelo menos uma vez por semana — falei enquanto beijava o pescoço dela.
6 comentários - A amiga gostosa da minha esposa