As coisas não estavam boas. Perdi meu emprego há alguns meses por causa da economia, e tava passando por um aperto pra encontrar um novo trampo. Minha esposa Karen não trabalha, é dona de casa com nossos dois filhos, um menino de 6 anos e uma menina de 2 anos, e a gente tava vivendo das economias. Mas elas estavam quase no fim.Continuação…
— Ai, meu Deus — Karen gemeu quando Hakim a penetrou — Tá tranquilo, vou devagar — ele garantiu, beijando os lábios e as bochechas dela e acariciando o cabelo.
— Só um pouquinho, agora mais um pouco — Karen apertou os dentes quando ele empurrou mais fundo, mas não mandou parar.
— Tá tudo dentro — Hakim disse finalmente — Tá bem?
— Sim, tô bem — Karen garantiu — É gostoso… muito bom.
Hakim sorriu, aliviado com o elogio, e começou a meter pra dentro e pra fora, devagar no começo e depois mais rápido. Levou um tempo pra Karen se acostumar com o tamanho dele, mas no fim o corpo dela se movia junto com o dele. As pernas longas e bem torneadas dela se flexionavam a cada estocada, as alças da liga apertavam as coxas firmes, os pés se arqueavam nos calcanhares pra se empurrar na ponta dos dedos e encontrar as metidas dele.
— Ai, meu Deus, vou gozar — Karen gritou, os dedos agarrando os lençóis e depois se enrolando no pescoço de Hakim.
Hakim baixou a cabeça e colou os lábios nos de Karen, beijando ela durante o orgasmo.
— Ai, meu Deus, ai, meu Deus — Karen ofegou enquanto o orgasmo passava.
Hakim, com a pica dura ainda toda dentro dela, beijou ela de leve nos lábios e na bochecha — Tá bem? — perguntou.
— Se tô bem? — Karen riu.
— Tô mais que bem, isso foi incrível! — Passou as unhas bem cuidadas no peito musculoso de Hakim.
— Foi maravilhoso. Mas você ainda não gozou. Quer ficar assim, ou eu por cima? Ou algo mais?
Fiquei alarmado. Minha esposa acabou de oferecer a bunda dela pra esse cara? Cara? Esse pauzão dele ia te destruir! Mas aí Karen pegou a mão do Hakim e chupou sensual dois dedos na boca dela — É isso que você queria? — Karen respirou gostoso olhando nos olhos do Hakim.
— Isso é incrivelmente tentador — disse Hakim, ofegante, enquanto observava minha esposa chupar os dedos e sentir a língua macia dela se enrolando entre eles.
— Mas desse jeito é bom, você é incrível. Só queria não ter que usar camisinha. Odeio essas porras. Tem certeza que preciso usar? Juro que tô limpo.
— Desculpa, não dá — disse Karen, passando a mão na bochecha do Hakim pra suavizar a recusa — Não é que eu não confie em você, confio. Mas não tô tomando pílula. Nunca consegui usar, sou alérgica.
— Ah, tudo bem, entendi então — ele falou, com a decepção ainda estampada na cara.
Karen hesitou e pareceu tomar uma decisão — Bom, acho que pode tirar, se prometer gozar fora.
— Sério? — ele falou todo animado.
— Sério — disse Karen, beijando ele suave nos lábios.
— Valeu — ele falou enquanto tirava, enfiou a mão entre os corpos deles pra remover a camisinha e depois empurrou o pau de novo — Deus, valeu, isso é muito melhor.
— Também é melhor pra mim — concordou Karen.
Hakim começou a foder a Karen de novo, devagar no começo e depois acelerando. Ele metia fundo e longo. Colocou as pernas dela nos ombros pra penetrar ainda mais fundo, esmagando as pernas dela contra os peitos. Karen gemeu e fez careta nessa posição, já que não tava acostumada a ser penetrada tão fundo, mas depois se acostumou e começou a receber as estocadas de novo.
Hakim tinha uma resistência do caralho. Depois de foder de papai e mamãe por uns 10 minutos, virou ela de bruços e meteu de quatro.
Quando ele se posicionou pra penetrar minha esposa de novo, tive minha primeira boa olhada no pau de Hakim. Era realmente uma visão impressionante, realmente comprido e bem grosso, com veias largas correndo dos dois lados. Era muito maior que eu, mas a diferença de tamanho só aumentava minha excitação, já que minhas fantasias sempre envolviam Karen sendo comida por homens bem dotados.
Ela agarrou o colchão com todas as forças enquanto as estocadas fortes de Hakim praticamente batiam a cabeça dela na parede — Ai, meu Deus, me fode com força! — Karen ofegou. Hakim agarrou o cabelo dela e puxou a cabeça dela para trás com força.
— Você gosta de meter forte? — ele rosnou. Tinha uma língua comprida e a deslizou para dentro da orelha de Karen.
— Ai, meu Deus, ai, meu Deus — ela gemeu.
Vi o corpo da minha esposa se tensar e soube que ela estava prestes a gozar de novo, o que me surpreendeu, já que ela nunca tinha sido multiorgásmica. Hakim também sentiu. Ele meteu ainda mais forte (se é que isso era possível). Puxou a cabeça dela para trás de novo e deu um beijo de língua nela, enquanto com a outra mão apertava os mamilos dela com força. Os gemidos dela se perderam na boca dele enquanto o corpo dela tremia num orgasmo.
Hakim calculou perfeitamente, porque o corpo dele se tensionou. Com um autocontrole impressionante, no último momento, ele se retirou e jorrou gotas e mais gotas de esperma grosso e cremoso por todas as costas dela. Foi bom ele ter se retirado, porque as chances de Karen não engravidar com aquele esperma seriam mínimas, já que era o período mais fértil do mês dela.
Eles desabaram na cama, Hakim rolou para o lado para que ficassem de frente um para o outro, se aninhando. Ofegaram na cara um do outro, sem fôlego, e então as respirações ofegantes se transformaram em beijos leves.
Pensei que eles poderiam tentar de novo, mas então Karen disse em voz baixa — É melhor a gente voltar — Ela entrou no banheiro para se limpar, e quando voltou alguns minutos depois, vestiu o vestido preto de novo.
— Você fecha pra mim? — ela disse, virando as costas para ele. Ele beijou o pescoço dela enquanto fechava o vestido. —Posso te ver de novo? —ele perguntou.
Ela riu —Você me vê todo dia no trabalho —disse.
—Sabe o que quero dizer —ele falou, sorrindo.
Hakim também já tinha se vestido. Com um olhar brincalhão, Karen enfiou a mão no bolso dele e foi recompensada com um sorriso cheio de tesão de Hakim.
—Abaixa isso, cowboy, te falei que a gente tem que voltar —ela disse de brincadeira, dando um cotovelo nas costelas dele. Ela tirou o celular do bolso dele —Toma, vou programar meu número no seu telefone.
Depois eles se viraram pra sair, mas Karen parou.
—Esqueci minha bolsa —disse.
Ela deu um passo pra trás no quarto e pegou a bolsa. Bem antes de sair do cômodo, olhou pro armário e disse, sorrindo com um brilho nos olhos:
—Espero que tenha gostado!
Mais tarde naquela noite, eu estava deitado em cima da minha esposa, as pernas dela em volta de mim, meu pau duro mas ainda não dentro dela —Quer dizer que você também comeu o Dorian sem camisinha? —Karen assentiu, sorrindo —Ele não gostou disso, ter que se contentar com um elástico entre ele e eu.
—O que ele disse sobre deixar ele ter intimidade natural contigo? Ele gostou? —perguntei, surpreso. Ela passou os dedos pela minha bochecha —Claro que gostou de mim, você sabe que é só uma coisa física com ele.
—Com ele e os outros? —perguntei. Ela tocou suavemente minha bochecha de novo —Claro, querido, com todos menos você —disse, tranquilizadora.
—Essa noite foi incrível te ver transando com outro homem. Foi tão excitante. Mas... também me surpreendeu. Às vezes parecia que você estava fazendo amor, não só fodendo. Parecia tão…
Eu hesitei, tentando pensar na palavra certa —tão carinhoso —finalmente continuei —Tão carinhoso, e quase amoroso.
Karen levantou a mão e puxou meu rosto pra baixo, e me beijou suavemente nos lábios —Não se preocupa, querido. Às vezes é assim. Na maioria das vezes é só foder, mas somos pessoas, então às vezes é assim. Mas você é o único homem que eu amo.
—Sempre? —perguntei, sabendo que tava parecendo um idiota. Inseguro, mas precisava que ela me acalmasse.
—Pra sempre —ela disse, definitiva. Me puxou pra perto dela. —Me fode agora. Não, sem camisinha, quero sentir você dentro de mim.
Não precisei ouvir duas vezes. Entrei com gosto por trás dela, curtindo a sensação de pele contra pele. —Acho que você me deve essa depois da noite de ontem —ela brincou, se referindo ao flerte anterior com o Hakim.
—Isso não é tudo. Só quero sentir você dentro de mim. E não quero que você tire, quero que goze dentro de mim.
Isso me surpreendeu, já que era o período mais fértil do mês dela. —Amor, isso é brincar com fogo —avisei.
Ela enroscou as pernas em volta de mim, me incentivando a gozar dentro dela. —Talvez seja hora de ter outro bebê. Vamos deixar Deus decidir —Mas eu não queria outro filho. Parte disso era o trabalho que daria criar mais um. Mas admito que uma parte de mim não queria que a Karen engravidasse porque isso ia acabar com a diversão que a gente tinha saindo e transando com ela. Então, no último segundo, eu tirei, gozando na barriga dela. Ela pareceu decepcionada e magoada, mas o momento passou.
Depois de gozar, a gente se aninhou um de frente pro outro. —Quem é ele, o Hakim? Acho que nunca vi ele antes.
—Ele não é do nosso grupo. Como a gente chama a gente, os populares? —Karen riu —Bom, ele não é dos populares. É um sócio, então é o que a gente tá tentando ser.
—Parece novo pra ser sócio. Aquela casa era foda.
—É, dizem que ele tem um lugar maior em Barcelona. É a pessoa mais nova a virar sócio —Pensei nisso, e então ouvi a respiração pesada da Karen. Exausta, ela tinha dormido. Passei a mão de leve no cabelo loiro sedoso da minha esposa enquanto observava o rostinho inocente e lindo dela dormindo.
No dia seguinte, encontrei a Karen e a Sandy rindo na nossa cozinha. Sandy me olhou —Não acredito que a Karen fisgou o desejável número 1—.
Eu sorri com a referência. Harry Potter — Cê tá falando do Hakim? — Nessa altura, Sandy já tinha se acostumado com o fato de eu aceitar que Karen saísse e transasse com outros caras.
Na real, ela até ficou empolgada com a sorte que a Karen tinha de ter um marido tão compreensivo, e quem sabe um dia ela casaria se encontrasse um cara tão mente aberta quanto eu.
— Sim, tô falando do Hakim! Tava tentando chamar a atenção dele desde sempre! Gato e gostoso, que combinação! Todo mundo só fala nisso! Nossa, Karen, não acredito que você comeu o Hakim depois do Dorian, cê é uma puta! —
Karen chutou a amiga debaixo da mesa — Psiu — avisou, olhando em volta — As crianças podem ouvir.
Sandy tapou a boca com uma cara de "ops", e aí a conversa mudou de assunto.
Umas semanas depois, Karen se jogou no sofá do meu lado, pensativa — Tô pensando em sair com o Hakim. Ele vive me chamando. Mas queria ter certeza de que você topa. Não vou fazer se você não quiser.
Aí ela sorriu com malícia — Sinceramente, o motivo principal de eu querer sair com ele é pra deixar a Sandy e os outros populares com inveja.
Senti meu pau endurecer — Pra mim tá de boa — ouvi eu mesmo dizer, e depois ri — Afinal, ele é o Desejável #1. O que isso significa, afinal?
Ela riu.
— Significa que é um cara por quem você largaria seus amigos — Karen montou no meu colo e envolveu os braços no meu pescoço, passando os dedos pelo meu cabelo.
— Claro, você é tão pervertido que posso casar com você E ainda ter meus amigos.
Passei as mãos por baixo da camisa da minha esposa e peguei nos peitos dela sem sutiã (ela quase nunca usava sutiã em casa) — É isso que cê vai fazer, adicionar o Hakim no seu harém de amigos?
— Meu harém, gostei disso. Mmmm, sim, gostei disso — ela sussurrou enquanto esfregava os bicos nos meus dedos — Sim, acho que vou adicionar ele no meu harém. Ele tem um bem grande, sabe. —É isso que você é, uma esposa gostosa pra pica grande? — perguntei enquanto tirava meu pau pra fora e levantava a saia dela até a cintura (graças a Deus as crianças já estavam dormindo!).
— Sim, sou uma esposa bem gostosa — sussurrou Karen, toda excitada no meu ouvido, enquanto eu a penetrava — Mas você gosta disso, não é, vaqueiro? Quer que sua esposa seja uma putinha…
Meu pau se contraiu quando ela me chamou de vaqueiro, lembrando como tinha chamado Hakim do mesmo jeito. Ela percebeu minha excitação e também lembrou quando chamou Hakim assim — Chamei ele assim porque ele usou uma fantasia idiota de vaqueiro na festa de Halloween do ano passado — respondendo à minha pergunta silenciosa. Depois me olhou com um sorriso curioso — Você gosta da ideia dela sair com ele, não gosta?
— Sim, gosto, não sei bem por quê — admiti — Parece… perigoso.
— Perigoso — ela repetiu, como se estivesse saboreando a palavra. Então se inclinou mais perto de mim e sussurrou quente no meu ouvido — Isso é bom, porque, sabe, as garotas safadas gostam de caras perigosos.
No ano em que Karen tinha saído e transado com outros caras, geralmente tinha seus clientes fixos (como eu os chamava), um grupo de caras com quem ela saía e trepava regularmente. Alguns, como Dorian, estavam sempre na lista, mas outros iam e vinham. Era assim com todos os populares, cada um tinha seus parceiros de sexo regulares.
Fim Capítulo III
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5 comentários - Capítulo III: Mi esposa Karen "Como me convertí en cornudo"