Minha mãe tinha chupado minha rola na cozinha, eu também tinha chupado a buceta dela e a gente gozou igual uns loucos.
Quando terminamos, ela vestiu a roupa de dormir de novo e saiu pela porta em direção ao quarto dela. Eu fiquei me arrumando e fui pro meu quarto.
Abri a porta e a minha irmã estava lá. Quero que me conte tudo… - ela me disse O que você quer que eu te conte?" – falei pra ela. Tava guardando essa pra hora, hein!" – ela ria, mas nem por isso deixava de mostrar surpresa. Não, foi há pouco tempo… - eu disse Tá comendo ela? – ela me soltou Nãããão, só aconteceu isso e no outro dia… O outro dia o quê?" – ela me perguntou No meu apê, a gente tinha ido tomar umas em Puerto Madero e depois passou aqui porque tava chovendo... E aí? E me fez uma punheta… – acabei confessando Bom, agora vou chupar ela, então você vai acabar comendo ela, né? Sei lá, é que quando fico tesuda, não me controlo… Eu também – me diz minha irmã Na semana passada, passei pelo apartamento – falei pra minha irmã com um sorriso safado. Quer que eu vá sozinha, com meu namorado ou com o papai?" – ela me perguntou entre risadas. Com a mamãe! – falei e a gente caiu na risada pra valer
A Natália voltou pro quarto dela e eu dormi tranquilão. No dia seguinte, tomei café e decidi voltar pro meu apê em Puerto Madero.
No fim de semana, aproveitei pra comprar umas coisas que ainda faltavam pro apartamento, tipo uns utensílios de cozinha e essas paradas. A partir de agora, eu tinha que cozinhar pra mim e buscar o mais saudável possível na minha dieta.
Também aproveitei pra ir na academia e sair pra pedalar. Meu corpo tava em forma e eu tinha que cuidar e manter ele agora.
Na semana, aconteceu uma parada muito estranha: o Ricardo, meu chefe, me convidou pra jantar na casa dele com a esposa e a filha dele.
Não dava pra acreditar onde ele morava. Era um apartamento na Av. del Libertador, de frente pros bosques de Palermo. Uma loucura de tão lindo.
Quem abriu a porta foi a mulherão dele, loira e com uma idade parecida com a do Ricardo e da minha mãe. Depois apareceu a filha. Ela se chamava Constanza e tinha uns 30 anos. Tenho que admitir que, de primeira, achei ela feia. Não curti. A mãe era muito mais gostosa e não se parecia em nada com ela.
Enquanto a gente jantava, comecei a reparar nela e percebi que puxou o Ricardo, por isso não era bonita igual a mãe. O que eu nunca imaginei é que ela seria tão solta e engraçada.
Como o Ricardo sabia que eu curtia muito, tinha pedido pra mulher dele preparar cebiche e encomendou sushi pra todo mundo. A gente tava jantando os quatro quando a filha dele falou: Finalmente conhecemos o Juan, que me deixava tão intrigada. Por que você estava tão intrigada? – quis saber É que meu pai fala tantas maravilhas de você que eu queria saber como você era. Ela é um pouco ciumenta – interrompeu sua mãe gostosa Bom, cê tem que pensar que, se quiser que a gente vá morar em Miami, o Juan é muito importante nesse passo – disse Ricardo Falta muito pra isso, né? – perguntou a esposa dele. Juan está se ajeitando muito bem e acho que ano que vem pode ser de boa. Ah, é? – Constanza parecia feliz Sim, é provável. Então vamos cuidar do Juan – ela disse e passou a mão no meu antebraço
Juro que aquele movimento me desconcertou e eu não soube o que fazer. Constanza, no entanto, se mostrava decidida e divertida. Foi com a mãe dela servir sorvete e trouxe pra mesa enquanto Ricardo falava comigo sobre umas paradas da empresa Não, não, não – dizia a mulher do Ricardo Qual é?" – disse meu chefe Não venham falar de trabalho agora. Tá bom, tá bom – disse meu chefe
A gente comeu o sorvete e a filha dele era muito divertida e engraçada mesmo. Já a mulher dele, que se chamava Lucía, era enigmática e totalmente hipnotizante.
Num certo momento, Lucía se levantou e eu pude ver que ela tinha um corpão por baixo daquele visual de senhora elegante e formal. Mais ainda, num instante eu percebi, pelas marcas na calça dela, que por baixo ela usava uma calcinha minúscula que sumia dentro daquela bunda linda e carnuda dela.
A gente foi pra sala, onde Ricardo me ofereceu um uísque Johnny Walker etiqueta azul. Rindo, ele falou: Você vai provar o “elixir”, o “Blue Label do Johnny Walker” – ele disse rindo. Hahaha – eu ri Não entendo do que vocês estão rindo – disse a mulher gostosa do Ricardo É uma frase do Coco Basile, mãe! Tá em todo lugar! – esclareceu a filha dela.
Pouco depois, pra minha surpresa, a Constanza desaparece e volta toda transformada, feita uma deusa com um vestido curto, dizendo que ia sair e que a amiga dela ia buscá-la em 5 minutos. Ficou batendo papo com a gente por um tempinho e daí olhou pro celular e falou: "tá aqui embaixo, tchau", e vazou.
Quando a Lucía, a mulher do Ricardo, se levantou, não consegui evitar de olhar pra bunda dela. Rapidão desviei o olhar pro meu chefe e achei que ele não percebeu meu olhar de tesão na anatomia da mulher dele.
A gente tava os três conversando nos sofás confortáveis do apartamento deles. Eu, sentado num poltrona individual, e o Ricardo num de três lugares com a Lucía sentada de lado, abraçada nele.
Não sei por que me deu na telha de falar isso: Parabéns, Ricardo, você tem uma família gostosa demais! Valeu, Juan" – ele me responde Ayy, ele é carinhoso por cima! – diz a Lucía Vê quando você vai me apresentar pra sua família – me provoca Ricardo Pronto – falei pra ela Ah é? –disse meu chefe Sim, daqui a uns dias vou fazer aniversário e queria fazer algo bem pequenininho aqui no meu apê. Que bom! – diz Lúcia
Foi então que Ricardo se levanta e sai pelo corredor dizendo “já volto” e me deixa a sós com essa mulher fascinante
Me senti tão desconfortável olhando pra ela de frente que instintivamente baixei o olhar. Ela percebeu e me disse: O que foi, por que você não me olha? É que sou muito envergonhado – falei, ficando todo vermelho. Olha pra mim agora que seu chefe não tá, aproveita – ela me disse de um jeito sem vergonha
Juro que naquela hora minha pica mexeu e eu tive que me ajeitar rapidinho O que foi? Tô te deixando nervoso? Muito – eu me abri Por quê? – ela era incisiva Porque ela é muito gostosa e eu não tenho muita experiência com mulheres. Ah é? Cê acha que eu sou gostosa? – ela brincava comigo Muito Mmmmm pensar que eu poderia ser sua mãe e você me olha com desejo
Esse comentário, longe de me acalmar, me deixou ainda mais louco. Agora meu olhar estava totalmente carregado de desejo. Nossa, como você me olha! Como? – eu disse a ela, engolindo saliva. Com muito tesão, ou tô enganada? Não, cê não se engana não! Aí, me trata de "você" não, que me faz sentir velha. Eu olho pra você… bom, te olho com desejo, com vontade de… Com vontade de quê? – ela me perguntou Se não fosse a mulher do Ricardo… - tentei me desculpar Vem, fica de pé – ela disse, se levantando.
Eu obedeci e não consegui entender o que aconteceu em seguida. Ela parou na minha frente, bem perto. Tão perto que eu sentia o calor da respiração dela na minha boca.
Era uma loucura total, o Ricardo podia aparecer a qualquer momento e mandar tudo o que eu tinha construído pra merda.
Eu sabia disso, mas o desejo tomava conta de mim, e aquela boca carnuda, mal marcada pelos anos, e aquele olhar intenso estavam acabando comigo.
Ela piscou e disse, me encarando enquanto molhava os lábios: Tá com tesão igual eu? Sim – falei com a voz trêmula.
Não tava preparado pra ela passar a mão no meu volume por cima da calça e me assustei, pulei pra trás.
Não sabia o que fazer, o risco do Ricardo aparecer era enorme. E nem se fala da traição com alguém que tinha depositado toda a confiança em mim. Minha pica era um cacete duro dentro da calça jeans.
A cara dela, igual a minha, tava toda vermelha de tesão. Lúcia se aproximou de novo. O que foi?" – ela me disse.
Então eu soube o que tinha que fazer. Tava morrendo de vontade de comer aquela coroa gostosa, mas o Ricardo era mais que um pai pra mim. Era um benfeitor, alguém que tinha me tirado do meu ostracismo, da minha solidão e me dado uma chance única na vida. Vou embora – falei pra ela.
Me virei e peguei minha jaqueta. Encontrei ela em cima de um sofá. Não posso. Desculpa – falei pra ela Não, espera!" – ela tentou me segurar, agarrando meu braço. Não, não posso fazer isso com o Ricardo – falei pra ele. Mas… Em qualquer outra circunstância, sim, eu te pegaria.
Quando quis olhar pro corredor, o Ricardo tava aparecendo, sem entender o que rolava. Ele tinha ouvido minha última frase. Todo o meu sonho tinha acabado. Já vai?" – ela me perguntou Sim, desculpa, não tô bem.
Saí correndo de lá. Ricardo nem tentou me segurar. Nem cumprimentei o segurança que abriu a porta pra mim.
Fui pra rua e um vento frio bateu na minha cara. Não aguentei e comecei a correr pela Av. del Libertador em direção ao centro. Atravessei a Coronel Díaz correndo de um jeito imprudente, porque ali muitos carros viram. Buzinas tocavam, mas nada me parava.
Comecei a correr que nem um desesperado enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Todo meu sonho de iupi, de empresário, tava indo pelo ralo do desejo sexual que eu não conseguia reprimir.
Comecei a pensar que tudo tinha sido uma fantasia, um sonho. Minha perda de peso, o sexo com minha irmã, a amiga dela, tudo. Eu tinha jogado tudo fora.
Não sei quantos quarteirões corri, mas me vi na porta de uma banca 24 horas e pedi um chocolate enorme, precisava de açúcar. Quando tava tirando o dinheiro pra pagar, vi uma garrafa de uísque e falei pro balconista: “Me dá essa aí”.
Enquanto caminhava sem rumo, mas em direção a Puerto Madero, abri o chocolate e a garrafa e comecei a comer e beber alternadamente. Não reparei se alguém na rua tava me olhando ou não.
Naquele momento, senti uma vibração no bolso, era meu celular. Não faz nenhuma loucura" – dizia a mensagem Do que você tá falando, mãe?" – falei pra ela. Tive uma sensação muito ruim e te escrevi – ela me disse. Como é que você soube? – respondi de novo. Onde você está? – ela me disse Não sei – consegui responder.
O telefone começou a tocar e eu atendi. Onde cê tá, Juan?
Levantei o olho e vi a placa da rua Las Heras e Callao – respondi. Tô indo praí" – ela me disse. Não, espera aí Já pedi um Uber e falei que tô indo pro teu apê. Beleza, tá certo, a gente se vê lá Tem certeza que consegue chegar bem?" – ela se preocupou. Sim, sim, falei pra ela, a gente se vê no apartamento.
Peguei um táxi rapidinho, subi com a garrafa dentro da jaqueta e o chocolate na mão. Dei as instruções pro motorista e desci na porta do meu prédio depois de pagar.
Cheguei e minha mãe, com cara de desespero, tava me esperando na porta. Quando me viu descer com a garrafa de uísque na mão e o chocolate, a cara de preocupação dela foi extrema.
Minha mãe veio correndo, me abraçou desesperada. Perdí tudo – falei pra ela e desabei a chorar. Vamos subir pro teu apê e você me conta.
Ela pegou as chaves e foi ela quem abriu e me levou pra minha casa.
Entrei e me joguei no sofá, chorando igual um moleque. Sou um desastre. Sou um desastre – eu dizia. Espera aí que vou preparar um café Tem uma máquina com cápsulas – falei pra ela Ah, tá. Vou ligar – ela me disse. Nunca vou conseguir nada" – eu chorava. Espera. Me conta o que aconteceu – minha mãe me dizia. Fui jantar na casa do Ricardo, meu chefe – comecei Espera, vem aqui. Toma o café – ela me ordenava Bom, tudo bem no começo. A filha é uma deusa, divertida. E a mulher… O que aconteceu com a mulher? – minha mãe me perguntou, bem intuitiva A mulher é uma gostosa, me fez lembrar de você – falei Bom, isso é algo bom – ela sorriu É que depois que a filha foi embora e o Ricardo também, rolou uma situação muito quente com ela… – continuei eu Muito gostosa como? Juro que se não fosse a esposa do meu chefe, eu teria comido ela. Ayyy, filho, que gostosa você é – minha mãe me abraçava e me beijava na bochecha. Bom, o negócio é que a gente teve uma conversa muito quente e ela passou a mão no meu pau e… — eu parei sem saber como continuar Ela tocou no seu pau? Assim? – minha mãe acariciou minha rola por cima da calça.
Olhei pra ela com tesão, do mesmo jeito que tinha olhado pra Lucía uns momentos antes. Sim, assim, mamãe – peguei a mão da minha mãe e esfreguei no meu pau que já começava a endurecer agora. Ummm, e ela tava assim durinha? – ela me perguntou, já toda tesuda nessa altura. Não, muito mais dura! – falei de repente. Ah, ela te deixa mais duro do que eu! – minha mãe estava com ciúmes Não, é que agora eu tô nervoso. E o Ricardo viu eles? É, um horror – confessei pra ela. E o que ele te disse? Espera... o que foi, que não vá embora – vou esclarecer pra ela. Então qual é o problema? Vai brigar comigo, não vai mais poder confiar em mim, vai gozar toda.
Minha mãe sentou em cima de mim no sofá e, segurando meu rosto com as duas mãos, me disse: Filho, você não tá enxergando as coisas direito,
o Ricardo confia em você e, diante de uma tentação com a mulher dele, você saiu correndo. Você acha? Sim, filho, e além disso ele quis te parar e você foi embora porque sentiu que tinha traído ele. Minha mãe agora me beijava no rosto, dando beijinhos por toda parte. Pode ser Não, não pode ser. É como eu tô te falando.
Aí minha mãe continuava com os beijos e, de vez em quando, me beijava na boca e demorava um pouco mais. — E aí, essa senhora te deixava com muito tesão? — ela me disse. Muito Mais do que eu? – perguntou ciumenta e sorrindo. Ninguém me esquenta mais que você, gostosa – falei pra ela Prove pra mim
Foi aí que eu beijei ela
abrindo a boca com paixão e enfiando minha língua dentro da dela Aghmmmmmm – ela correspondeu ao meu beijo Mmmmm, te amo, mamãe – eu falei pra ela Ayyyy sim, meu amor, me ama – ela respondeu e me beijou de novo com intensidade.
Nossas línguas se procuravam com desespero e se encontravam brincando num mar de saliva e desejo. Quero chupar suas tetas! – falei na cara dela Quero que você chupe elas – disse ela tirando a roupa e me ajudando a tirar a minha também
Eu me joguei nas tetas carnudas dela e meti o mamilo na boca, chupando com gosto Aghhhhhh Mmmmm – eu chupava os dois peitos, pulando de um pro outro Adoro quando você chupa meus peitos, filho!
Não sei como fiz isso, mas me levantei e peguei ela no colo. Vamos pro meu quarto. Vamos – disse ela, enfiando mais uma vez a língua na minha boca.
Passamos pela porta e o resto da nossa roupa voou pelos ares. Quero chupar sua pica" – minha mãe me disse num ato de desespero. E eu usei a palavra: buceta pra você! – respondi
Nós nos acomodamos num 69 da desesperação que nós dois tínhamos de chupar e satisfazer o outro. Minha mãe exalava sucos e eu, líquido pré-seminal como uma fonte de um manancial. Aghhh que pau gostoso que você tem, filho! – ela me dizia Buceta é a melhor, mamãe" – eu respondia Aghmmmm – quase engasgava minha mãe na ânsia de chupar minha pica até o fundo. Mmmmm – senti um fio de gozo escorrendo da buceta da minha mãe Aghhh ahhhh ahhhhhhh - minha mãe gozava na minha boca Mmmmmm Aghhh ahhhh, você me fez gozar em um segundo – ela dizia pra mim. Quero te comer – soltei desesperado Não! — ela me disse, me olhando com um sorriso. Não? – perguntei incrédulo Não, vou te foder eu, meu amor – ela me disse.
Minha mãe me jogou na cama, montou em cima de mim pra se sentar, colocando as duas pernas do meu lado, e pegou minha pica, enfiou dentro dela, desceu devagar até ter ela toda lá dentro e me disse, olhando nos meus olhos: Come a mamãe Aghhh sim, mamãe, siiiim Aghmmmmm, chupa a mamãe – ela repetia Siiii, adoro te comer, gostosa! Você gostou mais de mim do que da mulher do seu chefe? – ela me perguntava, desafiadora. Sim, mamãe, muito mais, você é a melhor Siiii, você vai me comer muito? Sim, gostosa Você vai me comer sempre, filho? – minha mãe parecia descontrolada Sim, sempre, mamãe. Você vai encher minha buceta de porra – é foda relacionar essas frases saindo da boca da minha própria mãe Siiiii, agora vou te encher de porra – eu disse Agora? Aghhhh siiiim agora… Mmmmm Aghhhhh Aggggg Mmmmm, enche a mamãe de porra – ela dizia e me beijava com luxúria. Aghhhh ahhhhh – meu pau brincava dentro da buceta da mamãe Mmmmm, você é lindo, meu filho – ela me dizia, me beijando e acariciando. Mmmmm e você, mamãe – eu dizia pra ela
Minha mãe se derreteu em cima do meu corpo, caindo pesada, e ficou assim por uns instantes. Como dois amantes, a gente se beijou muito e, sem perceber, eu acabei dormindo, e ela também.
Depois de algumas horas, fui voltando a mim e pude ver que minha mãe estava se vestindo enquanto me olhava. Mami, gostei muito de você Eu também, meu amor. Já vai embora? Seu pai não vai entender nada do porquê eu fui embora daquele jeito. Sim, cê tem razão
Procurei meu celular no tato e tinha 20 notificações do WhatsApp:
3 eram do Ricardo, meu chefe. "Tá bem?", "O que aconteceu que você foi embora assim?", "Amanhã a gente se vê no escritório"
7 eram do meu pai. "Oi. Tá bem?", "O que aconteceu?", "Mamãe saiu correndo pra te ver. Oi. Tô preocupado.", "Mamãe tá com você?"
Os 10 restantes eram da minha irmã no mesmo tom que meu pai
Entre eu e minha mãe, acalmamos meu pai e minha irmã. Minha mãe disse pra ele que, por causa do horário, ela ia dormir em casa e que já tava tudo bem
Olhei pra ela com um sorriso perverso que ela me devolveu enquanto começava a tirar a roupa.
(continua…)
Podem deixar seus comentários aquireybaco2005@hotmail.comNo Telegram: @reybaco2005
Quando terminamos, ela vestiu a roupa de dormir de novo e saiu pela porta em direção ao quarto dela. Eu fiquei me arrumando e fui pro meu quarto.
Abri a porta e a minha irmã estava lá. Quero que me conte tudo… - ela me disse O que você quer que eu te conte?" – falei pra ela. Tava guardando essa pra hora, hein!" – ela ria, mas nem por isso deixava de mostrar surpresa. Não, foi há pouco tempo… - eu disse Tá comendo ela? – ela me soltou Nãããão, só aconteceu isso e no outro dia… O outro dia o quê?" – ela me perguntou No meu apê, a gente tinha ido tomar umas em Puerto Madero e depois passou aqui porque tava chovendo... E aí? E me fez uma punheta… – acabei confessando Bom, agora vou chupar ela, então você vai acabar comendo ela, né? Sei lá, é que quando fico tesuda, não me controlo… Eu também – me diz minha irmã Na semana passada, passei pelo apartamento – falei pra minha irmã com um sorriso safado. Quer que eu vá sozinha, com meu namorado ou com o papai?" – ela me perguntou entre risadas. Com a mamãe! – falei e a gente caiu na risada pra valer
A Natália voltou pro quarto dela e eu dormi tranquilão. No dia seguinte, tomei café e decidi voltar pro meu apê em Puerto Madero.
No fim de semana, aproveitei pra comprar umas coisas que ainda faltavam pro apartamento, tipo uns utensílios de cozinha e essas paradas. A partir de agora, eu tinha que cozinhar pra mim e buscar o mais saudável possível na minha dieta.
Também aproveitei pra ir na academia e sair pra pedalar. Meu corpo tava em forma e eu tinha que cuidar e manter ele agora.
Na semana, aconteceu uma parada muito estranha: o Ricardo, meu chefe, me convidou pra jantar na casa dele com a esposa e a filha dele.
Não dava pra acreditar onde ele morava. Era um apartamento na Av. del Libertador, de frente pros bosques de Palermo. Uma loucura de tão lindo.
Quem abriu a porta foi a mulherão dele, loira e com uma idade parecida com a do Ricardo e da minha mãe. Depois apareceu a filha. Ela se chamava Constanza e tinha uns 30 anos. Tenho que admitir que, de primeira, achei ela feia. Não curti. A mãe era muito mais gostosa e não se parecia em nada com ela.
Enquanto a gente jantava, comecei a reparar nela e percebi que puxou o Ricardo, por isso não era bonita igual a mãe. O que eu nunca imaginei é que ela seria tão solta e engraçada.
Como o Ricardo sabia que eu curtia muito, tinha pedido pra mulher dele preparar cebiche e encomendou sushi pra todo mundo. A gente tava jantando os quatro quando a filha dele falou: Finalmente conhecemos o Juan, que me deixava tão intrigada. Por que você estava tão intrigada? – quis saber É que meu pai fala tantas maravilhas de você que eu queria saber como você era. Ela é um pouco ciumenta – interrompeu sua mãe gostosa Bom, cê tem que pensar que, se quiser que a gente vá morar em Miami, o Juan é muito importante nesse passo – disse Ricardo Falta muito pra isso, né? – perguntou a esposa dele. Juan está se ajeitando muito bem e acho que ano que vem pode ser de boa. Ah, é? – Constanza parecia feliz Sim, é provável. Então vamos cuidar do Juan – ela disse e passou a mão no meu antebraço
Juro que aquele movimento me desconcertou e eu não soube o que fazer. Constanza, no entanto, se mostrava decidida e divertida. Foi com a mãe dela servir sorvete e trouxe pra mesa enquanto Ricardo falava comigo sobre umas paradas da empresa Não, não, não – dizia a mulher do Ricardo Qual é?" – disse meu chefe Não venham falar de trabalho agora. Tá bom, tá bom – disse meu chefe
A gente comeu o sorvete e a filha dele era muito divertida e engraçada mesmo. Já a mulher dele, que se chamava Lucía, era enigmática e totalmente hipnotizante.
Num certo momento, Lucía se levantou e eu pude ver que ela tinha um corpão por baixo daquele visual de senhora elegante e formal. Mais ainda, num instante eu percebi, pelas marcas na calça dela, que por baixo ela usava uma calcinha minúscula que sumia dentro daquela bunda linda e carnuda dela.
A gente foi pra sala, onde Ricardo me ofereceu um uísque Johnny Walker etiqueta azul. Rindo, ele falou: Você vai provar o “elixir”, o “Blue Label do Johnny Walker” – ele disse rindo. Hahaha – eu ri Não entendo do que vocês estão rindo – disse a mulher gostosa do Ricardo É uma frase do Coco Basile, mãe! Tá em todo lugar! – esclareceu a filha dela.
Pouco depois, pra minha surpresa, a Constanza desaparece e volta toda transformada, feita uma deusa com um vestido curto, dizendo que ia sair e que a amiga dela ia buscá-la em 5 minutos. Ficou batendo papo com a gente por um tempinho e daí olhou pro celular e falou: "tá aqui embaixo, tchau", e vazou.
Quando a Lucía, a mulher do Ricardo, se levantou, não consegui evitar de olhar pra bunda dela. Rapidão desviei o olhar pro meu chefe e achei que ele não percebeu meu olhar de tesão na anatomia da mulher dele.
A gente tava os três conversando nos sofás confortáveis do apartamento deles. Eu, sentado num poltrona individual, e o Ricardo num de três lugares com a Lucía sentada de lado, abraçada nele.
Não sei por que me deu na telha de falar isso: Parabéns, Ricardo, você tem uma família gostosa demais! Valeu, Juan" – ele me responde Ayy, ele é carinhoso por cima! – diz a Lucía Vê quando você vai me apresentar pra sua família – me provoca Ricardo Pronto – falei pra ela Ah é? –disse meu chefe Sim, daqui a uns dias vou fazer aniversário e queria fazer algo bem pequenininho aqui no meu apê. Que bom! – diz Lúcia
Foi então que Ricardo se levanta e sai pelo corredor dizendo “já volto” e me deixa a sós com essa mulher fascinante
Me senti tão desconfortável olhando pra ela de frente que instintivamente baixei o olhar. Ela percebeu e me disse: O que foi, por que você não me olha? É que sou muito envergonhado – falei, ficando todo vermelho. Olha pra mim agora que seu chefe não tá, aproveita – ela me disse de um jeito sem vergonha
Juro que naquela hora minha pica mexeu e eu tive que me ajeitar rapidinho O que foi? Tô te deixando nervoso? Muito – eu me abri Por quê? – ela era incisiva Porque ela é muito gostosa e eu não tenho muita experiência com mulheres. Ah é? Cê acha que eu sou gostosa? – ela brincava comigo Muito Mmmmm pensar que eu poderia ser sua mãe e você me olha com desejo
Esse comentário, longe de me acalmar, me deixou ainda mais louco. Agora meu olhar estava totalmente carregado de desejo. Nossa, como você me olha! Como? – eu disse a ela, engolindo saliva. Com muito tesão, ou tô enganada? Não, cê não se engana não! Aí, me trata de "você" não, que me faz sentir velha. Eu olho pra você… bom, te olho com desejo, com vontade de… Com vontade de quê? – ela me perguntou Se não fosse a mulher do Ricardo… - tentei me desculpar Vem, fica de pé – ela disse, se levantando.
Eu obedeci e não consegui entender o que aconteceu em seguida. Ela parou na minha frente, bem perto. Tão perto que eu sentia o calor da respiração dela na minha boca.
Era uma loucura total, o Ricardo podia aparecer a qualquer momento e mandar tudo o que eu tinha construído pra merda.
Eu sabia disso, mas o desejo tomava conta de mim, e aquela boca carnuda, mal marcada pelos anos, e aquele olhar intenso estavam acabando comigo.
Ela piscou e disse, me encarando enquanto molhava os lábios: Tá com tesão igual eu? Sim – falei com a voz trêmula.
Não tava preparado pra ela passar a mão no meu volume por cima da calça e me assustei, pulei pra trás.
Não sabia o que fazer, o risco do Ricardo aparecer era enorme. E nem se fala da traição com alguém que tinha depositado toda a confiança em mim. Minha pica era um cacete duro dentro da calça jeans.
A cara dela, igual a minha, tava toda vermelha de tesão. Lúcia se aproximou de novo. O que foi?" – ela me disse.
Então eu soube o que tinha que fazer. Tava morrendo de vontade de comer aquela coroa gostosa, mas o Ricardo era mais que um pai pra mim. Era um benfeitor, alguém que tinha me tirado do meu ostracismo, da minha solidão e me dado uma chance única na vida. Vou embora – falei pra ela.
Me virei e peguei minha jaqueta. Encontrei ela em cima de um sofá. Não posso. Desculpa – falei pra ela Não, espera!" – ela tentou me segurar, agarrando meu braço. Não, não posso fazer isso com o Ricardo – falei pra ele. Mas… Em qualquer outra circunstância, sim, eu te pegaria.
Quando quis olhar pro corredor, o Ricardo tava aparecendo, sem entender o que rolava. Ele tinha ouvido minha última frase. Todo o meu sonho tinha acabado. Já vai?" – ela me perguntou Sim, desculpa, não tô bem.
Saí correndo de lá. Ricardo nem tentou me segurar. Nem cumprimentei o segurança que abriu a porta pra mim.
Fui pra rua e um vento frio bateu na minha cara. Não aguentei e comecei a correr pela Av. del Libertador em direção ao centro. Atravessei a Coronel Díaz correndo de um jeito imprudente, porque ali muitos carros viram. Buzinas tocavam, mas nada me parava.
Comecei a correr que nem um desesperado enquanto as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Todo meu sonho de iupi, de empresário, tava indo pelo ralo do desejo sexual que eu não conseguia reprimir.
Comecei a pensar que tudo tinha sido uma fantasia, um sonho. Minha perda de peso, o sexo com minha irmã, a amiga dela, tudo. Eu tinha jogado tudo fora.
Não sei quantos quarteirões corri, mas me vi na porta de uma banca 24 horas e pedi um chocolate enorme, precisava de açúcar. Quando tava tirando o dinheiro pra pagar, vi uma garrafa de uísque e falei pro balconista: “Me dá essa aí”.
Enquanto caminhava sem rumo, mas em direção a Puerto Madero, abri o chocolate e a garrafa e comecei a comer e beber alternadamente. Não reparei se alguém na rua tava me olhando ou não.
Naquele momento, senti uma vibração no bolso, era meu celular. Não faz nenhuma loucura" – dizia a mensagem Do que você tá falando, mãe?" – falei pra ela. Tive uma sensação muito ruim e te escrevi – ela me disse. Como é que você soube? – respondi de novo. Onde você está? – ela me disse Não sei – consegui responder.
O telefone começou a tocar e eu atendi. Onde cê tá, Juan?
Levantei o olho e vi a placa da rua Las Heras e Callao – respondi. Tô indo praí" – ela me disse. Não, espera aí Já pedi um Uber e falei que tô indo pro teu apê. Beleza, tá certo, a gente se vê lá Tem certeza que consegue chegar bem?" – ela se preocupou. Sim, sim, falei pra ela, a gente se vê no apartamento.
Peguei um táxi rapidinho, subi com a garrafa dentro da jaqueta e o chocolate na mão. Dei as instruções pro motorista e desci na porta do meu prédio depois de pagar.
Cheguei e minha mãe, com cara de desespero, tava me esperando na porta. Quando me viu descer com a garrafa de uísque na mão e o chocolate, a cara de preocupação dela foi extrema.
Minha mãe veio correndo, me abraçou desesperada. Perdí tudo – falei pra ela e desabei a chorar. Vamos subir pro teu apê e você me conta.
Ela pegou as chaves e foi ela quem abriu e me levou pra minha casa.
Entrei e me joguei no sofá, chorando igual um moleque. Sou um desastre. Sou um desastre – eu dizia. Espera aí que vou preparar um café Tem uma máquina com cápsulas – falei pra ela Ah, tá. Vou ligar – ela me disse. Nunca vou conseguir nada" – eu chorava. Espera. Me conta o que aconteceu – minha mãe me dizia. Fui jantar na casa do Ricardo, meu chefe – comecei Espera, vem aqui. Toma o café – ela me ordenava Bom, tudo bem no começo. A filha é uma deusa, divertida. E a mulher… O que aconteceu com a mulher? – minha mãe me perguntou, bem intuitiva A mulher é uma gostosa, me fez lembrar de você – falei Bom, isso é algo bom – ela sorriu É que depois que a filha foi embora e o Ricardo também, rolou uma situação muito quente com ela… – continuei eu Muito gostosa como? Juro que se não fosse a esposa do meu chefe, eu teria comido ela. Ayyy, filho, que gostosa você é – minha mãe me abraçava e me beijava na bochecha. Bom, o negócio é que a gente teve uma conversa muito quente e ela passou a mão no meu pau e… — eu parei sem saber como continuar Ela tocou no seu pau? Assim? – minha mãe acariciou minha rola por cima da calça.
Olhei pra ela com tesão, do mesmo jeito que tinha olhado pra Lucía uns momentos antes. Sim, assim, mamãe – peguei a mão da minha mãe e esfreguei no meu pau que já começava a endurecer agora. Ummm, e ela tava assim durinha? – ela me perguntou, já toda tesuda nessa altura. Não, muito mais dura! – falei de repente. Ah, ela te deixa mais duro do que eu! – minha mãe estava com ciúmes Não, é que agora eu tô nervoso. E o Ricardo viu eles? É, um horror – confessei pra ela. E o que ele te disse? Espera... o que foi, que não vá embora – vou esclarecer pra ela. Então qual é o problema? Vai brigar comigo, não vai mais poder confiar em mim, vai gozar toda.
Minha mãe sentou em cima de mim no sofá e, segurando meu rosto com as duas mãos, me disse: Filho, você não tá enxergando as coisas direito,
o Ricardo confia em você e, diante de uma tentação com a mulher dele, você saiu correndo. Você acha? Sim, filho, e além disso ele quis te parar e você foi embora porque sentiu que tinha traído ele. Minha mãe agora me beijava no rosto, dando beijinhos por toda parte. Pode ser Não, não pode ser. É como eu tô te falando.
Aí minha mãe continuava com os beijos e, de vez em quando, me beijava na boca e demorava um pouco mais. — E aí, essa senhora te deixava com muito tesão? — ela me disse. Muito Mais do que eu? – perguntou ciumenta e sorrindo. Ninguém me esquenta mais que você, gostosa – falei pra ela Prove pra mim
Foi aí que eu beijei ela
abrindo a boca com paixão e enfiando minha língua dentro da dela Aghmmmmmm – ela correspondeu ao meu beijo Mmmmm, te amo, mamãe – eu falei pra ela Ayyyy sim, meu amor, me ama – ela respondeu e me beijou de novo com intensidade.
Nossas línguas se procuravam com desespero e se encontravam brincando num mar de saliva e desejo. Quero chupar suas tetas! – falei na cara dela Quero que você chupe elas – disse ela tirando a roupa e me ajudando a tirar a minha também
Eu me joguei nas tetas carnudas dela e meti o mamilo na boca, chupando com gosto Aghhhhhh Mmmmm – eu chupava os dois peitos, pulando de um pro outro Adoro quando você chupa meus peitos, filho!
Não sei como fiz isso, mas me levantei e peguei ela no colo. Vamos pro meu quarto. Vamos – disse ela, enfiando mais uma vez a língua na minha boca.
Passamos pela porta e o resto da nossa roupa voou pelos ares. Quero chupar sua pica" – minha mãe me disse num ato de desespero. E eu usei a palavra: buceta pra você! – respondi
Nós nos acomodamos num 69 da desesperação que nós dois tínhamos de chupar e satisfazer o outro. Minha mãe exalava sucos e eu, líquido pré-seminal como uma fonte de um manancial. Aghhh que pau gostoso que você tem, filho! – ela me dizia Buceta é a melhor, mamãe" – eu respondia Aghmmmm – quase engasgava minha mãe na ânsia de chupar minha pica até o fundo. Mmmmm – senti um fio de gozo escorrendo da buceta da minha mãe Aghhh ahhhh ahhhhhhh - minha mãe gozava na minha boca Mmmmmm Aghhh ahhhh, você me fez gozar em um segundo – ela dizia pra mim. Quero te comer – soltei desesperado Não! — ela me disse, me olhando com um sorriso. Não? – perguntei incrédulo Não, vou te foder eu, meu amor – ela me disse.
Minha mãe me jogou na cama, montou em cima de mim pra se sentar, colocando as duas pernas do meu lado, e pegou minha pica, enfiou dentro dela, desceu devagar até ter ela toda lá dentro e me disse, olhando nos meus olhos: Come a mamãe Aghhh sim, mamãe, siiiim Aghmmmmm, chupa a mamãe – ela repetia Siiii, adoro te comer, gostosa! Você gostou mais de mim do que da mulher do seu chefe? – ela me perguntava, desafiadora. Sim, mamãe, muito mais, você é a melhor Siiii, você vai me comer muito? Sim, gostosa Você vai me comer sempre, filho? – minha mãe parecia descontrolada Sim, sempre, mamãe. Você vai encher minha buceta de porra – é foda relacionar essas frases saindo da boca da minha própria mãe Siiiii, agora vou te encher de porra – eu disse Agora? Aghhhh siiiim agora… Mmmmm Aghhhhh Aggggg Mmmmm, enche a mamãe de porra – ela dizia e me beijava com luxúria. Aghhhh ahhhhh – meu pau brincava dentro da buceta da mamãe Mmmmm, você é lindo, meu filho – ela me dizia, me beijando e acariciando. Mmmmm e você, mamãe – eu dizia pra ela
Minha mãe se derreteu em cima do meu corpo, caindo pesada, e ficou assim por uns instantes. Como dois amantes, a gente se beijou muito e, sem perceber, eu acabei dormindo, e ela também.
Depois de algumas horas, fui voltando a mim e pude ver que minha mãe estava se vestindo enquanto me olhava. Mami, gostei muito de você Eu também, meu amor. Já vai embora? Seu pai não vai entender nada do porquê eu fui embora daquele jeito. Sim, cê tem razão
Procurei meu celular no tato e tinha 20 notificações do WhatsApp:
3 eram do Ricardo, meu chefe. "Tá bem?", "O que aconteceu que você foi embora assim?", "Amanhã a gente se vê no escritório"
7 eram do meu pai. "Oi. Tá bem?", "O que aconteceu?", "Mamãe saiu correndo pra te ver. Oi. Tô preocupado.", "Mamãe tá com você?"
Os 10 restantes eram da minha irmã no mesmo tom que meu pai
Entre eu e minha mãe, acalmamos meu pai e minha irmã. Minha mãe disse pra ele que, por causa do horário, ela ia dormir em casa e que já tava tudo bem
Olhei pra ela com um sorriso perverso que ela me devolveu enquanto começava a tirar a roupa.
(continua…)
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9 comentários - Vida Dupla (29)
Te mando un abrazo
vamos a ver