Meu novo emprego (história gay)

Ai, eu adoro esses tempos modernos. Adoro ver que agora as gurias como eu são aceitas. Quando era criança, não foi fácil, me zoavam, apalpavam minha bunda, alguns me xingavam, mas outros..., bem, outros me olhavam com uma cara séria e quase envergonhada, e às vezes, quando estávamos sozinhos, me davam uns beijinhos e eu chupava o pau deles. Eu queria que fizessem minha bunda, morria de vontade de ser desvirginada, queria sentir algo diferente dos meus dedos ou daquele consolo que eu tinha feito escondida. Mas os caras não tinham coragem de ir além de gozar na minha boquinha ou apalpar minhas nádegas um pouco. O resto era mais tabu, era admitir que gostavam de um menino, mesmo que de menino eu tivesse pouco.
Minha mãe percebia, era impossível não perceber, mas não falava nada. Até aquela vez que entrou no meu quarto e me viu na frente do espelho com a calcinha e o sutiã da minha irmã. Eu tinha acabado de me depilar. Ela sentou na minha cama. Me disse: "termina de se vestir, te espero". Sobre a cama estavam a legging preta e o top da minha irmã, olhei pra eles com medo, "sim, vai", ela disse. Coloquei, e assim vestido de menina me sentei ao lado dela. Ela me abraçou, falou comigo um tempão, me disse como ia ser difícil meu caminho, como se eu já não soubesse! e me pediu pra disfarçar, pra tentar parecer menos bicha, pra não correr o risco de algum selvagem me machucar.
Eu tentei, juro que tentei!, mas não deu muito certo. E depois que me desvirgaram o cuzinho, acabou!!!, não disfarcei mais, sou uma puta, não tenho cura, nem quero me curar, pra que disfarçar mais?
Eu ainda estava no ensino médio quando um cara me levou pra casa dele e acabou com minha bunda a tarde toda. Saí dolorida, mas feliz!!! E como eu gostei da pica, parti pro ataque. A putinha da escola? Bom, não tanto, mas alguns colegas se divertiram bastante comigo. E sim, comigo estrearam alguns hoje sérios e heteros homens casados, que nunca vão contar que estrearam com um femboy, um boiolinha, uma transsexual, hehe.
Mas é claro, terminei o ensino médio e tinha que trabalhar, em casa a gente não era rico. E pra uma bicha é difícil conseguir emprego. Nunca gostei de cabeleireira nem de costura e muito menos de fazer unha pra umas putas. O que eu fazia? Virava travesti? Minha bunda é linda, dava pra vender bem. Mas meu clitóris, ai! Perdão, meu pau, duro não chega a 10 cm, sou bem mini-pau e sempre adorei ser assim. Pelo que eu sabia das travestis, a maioria é bem dotada e cobram mais pelo pau do que pela bunda, então eu não estava bem equipada. Além disso não sou desse jeito, não me descia bem me prostituir, eu faço xixi sentadinha, nem louca mijo contra uma árvore levantando a saia!
Por um tempo eu fazia bolos, tortas, biscoitos e vendia na feira, mas isso dava pouco dinheiro. Tentei ser vendedora na Av. 8xx, mas não deu certo, sempre aparecia algum que passava dos limites e mexia na minha bunda (eu falei que ela é linda, né?) ou que me olhava com nojo e não queria que eu o atendesse, e os patrões acabavam me mandando embora.
Um dia, num grupo de chat de "meninos quase meninas" de um site de sexo que eu adoro, uma das garotas comentou que estava trabalhando de "doméstica". "De empregadinha?" escreveram todas, fazendo aquele fetiche de que ela estava comendo um macho com essa fantasia, e a fofa, minha amiga Clau, rebateu: "não, putas, nem tudo é foder, burras, estou de empregada numa casa de família". O quêêê? Na hora pensei: "essa é a minha". Se em casa sou a única que ajuda a mamãe enquanto a vadia da minha irmã fica no chat com o babaca do namorado que, aliás, fica me olhando a bunda com uma vontade! Qualquer hora ele me come (se eu deixar).
Fui atrás, falei com a Clau, com as vizinhas, algumas eu adoro e outras, bom, sempre tem aquela que acha que vou roubar o marido dela, culpa minha se eles me olham? Mas eu não me envolvo com NINGUÉM do bairro, sou uma garota séria. Finalmente consegui por um conhecido de um conhecido, e ainda sem risco de ciúmes: Eduardo, um viúvo de uns 50 e poucos, com um filho adolescente. Não pensem mal, bruxas! Eu estava disposta a trabalhar e só isso.
A gente acertou o salário, ele me mostrou a casa, me apresentou ao filho, me deu a chave. Eu me sentia estranha, não vou negar, mas era um trabalho e era a grana que eu precisava, vocês sabem quanto custa um conjuntinho?
No primeiro dia eu já cheguei mandando ver, cheguei às 8, entrei no banheiro, tirei o jeans apertado e a blusinha e coloquei uma camisa larga, um jeans velho largo e as havaianas. Me olhei no espelho, a vedetinha não dava pra notar, ótimo. Dava pra ver as alcinhas do sutiã, mas isso não importava. Ahh, nem contei pra vocês, uma vez eu comecei a tomar pílulas, então mesmo sendo magrinha, fiquei com um tiquinho de peitinhos. Depois minhas amigas me assustaram e eu parei de tomar, mas os mini peitos ficaram.
Quando estava limpando o chão da cozinha, lá pelas 11, apareceu o Matías, o filho do meu patrão, com cara de sono. Não sabia como cumprimentá-lo, me aproximei e dei um beijo na bochecha como faço com todo mundo. Quando me afastei, rebolando a bunda como sempre faço, olhei por cima do ombro e... pah! Os olhos esbugalhados dele estavam grudados na minha bunda minúscula. Não dei bola e continuei com minhas coisas. Sou de rebolá-la, sai natural, não é forçado. Nas vezes que tento não fazer, me sinto um robô. E parece que meu rebolado pirou o menino. Ele terminou o café da manhã e se trancou no banheiro. Pouco depois, eu estava passando o pano na frente da porta do banheiro e consegui ouvir os gemidos e o barulho. O Matías estava se masturbando pra valer. Por causa da minha bunda? Com certeza! Já falei que ela é linda, o cara estava me devorando com os olhos.
No meu segundo dia, Eduardo me pediu para limpar os vidros da janela da cozinha. Eu já estava de olho no cara e, como sou muito puta, e muito filha de puta, saca? Saí de casa com a calcinha fio-dental e botei um jeans de cintura baixa para trabalhar. Tinha que dar material pro menino pra sua punheta do dia. Fiz qualquer tarefa até o Mati acordar. Quando ele veio tomar café, depois do beijinho de praxe e meu sorriso mais sensual — que gostosa que eu sou! —, comecei a limpar a janela bem na frente dele. Como tinha que me esticar pra limpar a parte de cima, o jeans descia e minha bunda pelada ficava bem à vista. Olhei de lado, o cara estava congelado, a xícara parada na mão, a boca aberta e os olhos grudados na minha bunda. Na minha bunda de puta veio aquele formigamento que dá quando estou louca por um pau, o jogo planejado pra sacanear o cara estava me excitando. Como continuar? Joguei um sorriso e mandei um beijinho com os lábios. O cara baixou os olhos. Continuei meu trabalho, além de deixar o cara louco mostrando minha bunda, tinha que fazer o serviço, viram? Mas de vez em quando olhava disfarçadamente. Quando terminei de limpar as janelas, o cara se levantou da mesa e pude ver, com seu moletom folgado, a tremenda ereção que ele tinha, o volume era grande, já estava ficando molhada. Matu subiu pro seu quarto. Cinco minutos depois, imaginem, subi eu. O barulho da cama era tremendo. Minha bunda estava toda molhada, o que eu fazia, tentava dar pro cara? E se ele contasse pro pai e eu ficasse sem trabalho? Foda-se meus ganhos. Não, não podia continuar. Deixei o Matias na sua masturbação, terminei o que tinha que fazer e, com a bunda encharcada, voltei pra casa. Fui direto pro meu quarto, peguei meu consolo de gel com ventosa, tirei toda a roupa, coloquei minha gaiolinha de castidade pra punir minhas ereções, me ajoelhei na frente do meu amiguinho, fechei os olhos e imaginei o pauzão do Matias. Chupei, chupei e chupei, abri as pernas e enfiei tudo. uma até o fundo da buceta, ai, que bruta eu sou!, doeu, mas eu precisava. A ejaculação do meu clit não precisou de muito, eu estava muito quente, fiquei assim, parada, com o consolo até o fundo na minha buceta, a porra escorrendo da jaula e ofegante por causa da gozada. Não tem nada mais gostoso que ter a raba aberta e cheia de carne, bom, pelo menos aberta.
Fiquei um tempinho balançando a bunda devagarinho pra que o consolo me fizesse carinho, mas continuei com tesão. Coloquei o jeans e a blusa assim mesmo, toda desarrumada e com o cabelo bagunçado de doida, e sem tirar a jaulinha fui buscar o controle remoto da TV da cozinha. Por sorte minha mãe não estava assistindo. Tirei as pilhas e voltei pro meu quarto. Procurei o vibrador e coloquei as pilhas. Deitei e com as perninhas abertas fui enfiando. Meu cuzinho dilatado deixou entrar super suave. Liguei no mínimo, mmmmmmmmmmmm, que delíciaaaaa. Fechei os olhos e imaginei o Matías entre minhas pernas me comendo devagar, sua boca na minha, minhas pernas pro ar, suas mãos nos meus peitinhos. A jaulinha apertava a glande e doía, ai, meninas!, ainda não consegui dominar meu clitóris, mas cada vez ele fica menos duro, logo vou conseguir. Coloquei no máximo, ahhh, tomara que minha mãe não tenha ouvido meus gemidos, em 5 minutos veio meu orgasmo de buceta, me deixou tão relaxada que só consegui desligar o brinquedo e dormi com o vibrador dentro da minha xoxota. Já estava quase de noite quando o barulho da porta fechando me acordou. Mamãe tinha me coberto com os lençóis, que vergonha, meninas!, ela me viu pelada com o vibrador no cuzinho e a jaulinha no clitóris, pensei "que burra, olha as coisas que o tesão te faz fazer!
Decidi me cuidar, precisava trabalhar e por comer o cara não ia arriscar perder meu primeiro emprego de doméstica. De novo biquíni de moça comportada e jeans largo. E nada de provocar o Mati, mas de olho eu observava, o cara babava pelo meu rabo, eu?, normal, mas na real a buceta ficava toda molhada. Além disso eu sei, pra alguns, meu jeito de andar, meu jeito de falar, meu balançar natural de bunda, é provocante, mas qual minha culpa se por mais hétero que seja um cara, garotas como eu, mesmo que nunca confessem, damos muito tesão?
O cara foi se soltando aos poucos, me convidou pra um café, que aceitei claro, quando me passou o açúcar ele encostou na minha mão, de propósito, burra eu não sou. Mas falei pra mim mesma, não!!!, se cuida, vacilona!!!, aí tomei o café rápido e fui limpar o quarto do pai.
Já tinha varrido o chão e estava arrumando a cama, dava pra ver que o velho tinha batido uma punheta, meu nariz é super sensível ao cheirinho de porra de macho. Tava quase trocando os lençóis quando percebi o Mati encostado no batente da porta, os olhos como sempre grudados na minha bundinha, e uma mão acariciando o volume enorme que fazia no shorts. Não deu, não deu! Não me segurei. Correspondi, bem devagarinho e olhando pra ele, levei minhas mãos até minha bunda e acariciei ela toda.
O cara tava babando, quase tremendo, mas não fazia nada.
Falei pra mim mesmo: "Tô fora, essa eu não vou perder, mesmo que me critiquem". Fui até ele, peguei na mão dele, o Mati se deixou levar feito um cordeirinho. Parei ele do lado da cama e beeem devagar tirei minha calça.
Você gosta da minha bundinha?", perguntei, rebolando. Ele não respondeu.
Me ajoelhei entre suas pernas, devagarinho puxei seu short, o pau saltou, duro, empinado, molhado e quase me acertou na cara, aiii, que coisa mais linda!!, mais de 18 cm, gordããããão. Comecei a lamber sua glande, bem devagar. Fechei meus lábios suaves, encostei na pontinha e comecei a pressionar, minha boca foi se abrindo como se fosse minha bunda e o pau do Mati foi entrando, ai meus amores!, que gostoso que era! Ouvi seu primeiro gemido. Cheguei até onde pude, é feio se engasgar, não é coisa de menina cuidada e comecei a subir e descer naquele rabo lindo. Não passou nem um minuto quando comecei a sentir ele crescer, Mati me pegou pela cabeça e tentou me afastar. Com os olhos eu disse que não, agarrei suas nádegas, me acomodei e engoli até o fundo. Senti seu grito, senti seu sêmen quente na minha boca, um dois três jatos, mais mais. Sua porra abundantíssima encheu minha boca, ouvi o silêncio, só sua respiração ofegante, a porra que escorria no canto dos meus lábios, aquela felicidade imensa que sinto quando sirvo um homem. Me levantei, ele me olhou envergonhado, mostrei minha boca cheia de seu elixir e olhando nos seus olhos, engoli. Seu pau duro precisava de atenção, me ajoelhei de novo e com minha língua limpei como uma mucaminha deve limpar tudo do seu patrão. Cada restinho de porra estava delicioso. Pela primeira vez ele acariciou minha cabeça, olhei pra ele, seus olhos diziam obrigado.
A cama estava ali, ainda com os lençóis sujos da porra seca da punheta do pai, um pouco mais de cheiro de sexo não faria diferença. Terminei de me despir, tirei o sutiã, até a calcinha tirei!, e fui para a cama. Mati tirou a camiseta em segundos, chutou o short para longe e me seguiu. Me abraçou forte, nossos rostos ficaram a um beijo de distância, dei um selinho, só isso, não queria forçar muito a barra. A mão dele estava nas minhas costas, tirei de lá e levei até minha bunda.
Você gosta da minha bundinha, Matías?
Pô, desde a primeira vez que eu vi essa sua buceta...
-É sua, sabe? - O pau dele apertado contra minha barriguinha começou a ficar duro de novo, me afastei um pouquinho pra ver. Olhei meu pintinho quase dormindo, sorri, diante do cacetezão do Matías parecia ainda menor.
-Espera aí- Saí correndo pelada até o banheiro e peguei o creminho que tinha visto no armário de remédios. Quando voltei, o Matías já estava de pé, batendo uma pro seu sablão enorme. Passei creminho na minha bucetinha, me ajoelhei, dei um beijinho na cabecinha dele e com todo cuidado, como se fosse um bebê, passei o creme nele. Cuidado com meu cuzinho, gente!!
Me recostei na beirada da cama, meus pés no chão, minha barriguinha sobre o colchão, abri minhas perninhas, o "ahhhh" do Matías me fez tremer de tesão.
-Devagarinho, Mati, tá?

- Senti o glande dele, morno, se apoiando, senti ele abrindo minha vulvinha, senti ele entrando em mim, geme como a putinha que sou, agudo, não sei de onde sai essa voz quando enfiam em mim. Minha bunda estava tão quente que o pau do Matu não encontrou resistência, acho que mais do que ele empurrando, era minha buceta que puxava ele pra dentro. Imediatamente começou o vai e vem, na hora o bate-bate do púbis dele nas minhas nádegas, ahhhh, o pau dele entrando e saindo da minha bunda me levou às nuvens. Meus mamilos ficaram duros, estavam queimando.

Por favor, Mati, mexe nos meus peitos - quase implorei a Matías
O cara entendeu rápido, as mãos dele que estavam ao lado dos meus ombros foram direto para cada uma das minhas tetinhas e começaram a esfregar. Eu gozei!! siiii, com o pau dele no fundo da minha buceta e as mãos nas minhas tetas foi demais, do meu clitóris adormecido saiu porra como nunca, morna entre minha barriguinha e os lençóis. Claro, minha xota tremeu, apertou aquele pauzão lindo, e o Mati encheu meu rabo de leite. Os dois felizes, os dois sorrindo.
Sentei no bidê pra me secar um pouco e me limpar, o safadinho veio atrás e, enquanto eu estava sentada, ele enfiou o pau na minha boca. E o que eu podia fazer? Enquanto a água entrava na minha bucetinha dilatada e o gozo escorria, eu chupei de novo. Bom, agora conto pra vocês: sou muito puta e eu sabia que isso podia acontecer, mesmo que por dentro eu dissessaquela manhã, antes de sair de casa, que não, não e não, nunca ia transar no meu trabalho. Já tinha saído de casa e de novo a dúvida. Tava quase pegando o ônibus, aí pensei: ah não, voltei, entrei no banheiro e usei a perinha pra deixar minha bucetinha bem limpinha, só por precaução, hehe.
Fiquei só de calcinha, Matías me ajudou a trocar os lençóis ainda molhados do meu gozo e ele mesmo colocou na máquina de lavar. Fiz o resto do meu trabalho assim, de calcinha. O segundo round do Matu eu levei dentro da bunda até em casa.
Oi mãe, já cheguei, tô morta de cansada, não tem ideia! O trabalho de hoje na casa do seu Eduardo me acabou.
(o que aconteceu com o senhor Eduardo depois eu conto pra vocês)

9 comentários - Meu novo emprego (história gay)

Muy bueno! Cómo come pija esa cola! +10
Que bueno como disfrutaron cojiendo los dos t v los 10
Las putitas como vos son las mejores por eso los heteros las elegimos