Essa história é baseada em fatos reais, foi contada por uma amiguinha minha que, por questão de privacidade, e como eu disse a ela citando a música "Secreto de love" do cantor mexicano Joan Sebastián, que fala sobre alguém que tem uma amante e, por ser uma relação proibida, troca o nome dela. Então, no nosso caso, é mais ou menos parecido, já que ela é uma mulher presa a uma relação livre, daquelas onde um casal vai morar junto, longe das famílias, amigados, como dizem, mas nesse caso não tem filhos no meio pra uni-los, mesmo assim eles se respeitam como se fossem casados.
Total que ele deixa ela no apartamento que alugam, vai trabalhar longe por meses, volta alguns dias, some por outros tantos meses. A mudança nele é quase imediata, já que várias vezes ele deixa de ser aquele namorado atencioso que normalmente é quando está presente, e para de falar com ela, para de mandar mensagens, às vezes nem bom dia, nem boa noite. É como se virassem só uns amigos que se cumprimentam a cada dois dias. Ele fica mais seco do que o normal, responde com palavras monossilábicas: sim, não, ok, bem, vale, nunca. É como se eles estivessem num julgamento onde o advogado pergunta pra vítima ou pro acusado e ele só pode responder com monossílabos.
Foram dias, semanas, mais de um mês até ela se encher. Foram meses em que o único consolo dela era tê-lo por perto, mesmo que de longe. Ela até tentou fazer hot chat com ele, mas ele levou a mal, dizendo que ela era uma pervertida, que a proposta era errada. E é que, desde que começou a vida sexual, ela sempre foi muito safada. Podiam passar dias, semanas, até um mês, mas não tantos meses sem ação. E as atitudes do namorado acabaram levando ela a pensar em outras possibilidades, a considerar se continuava sendo fiel. Dizem que quando você conhece alguém a fundo, a ponto de saber das aventuras passadas, a confiança vai se perdendo. Por causa dessas circunstâncias, muitas vezes é melhor não saber. Quanto menos você souber do passado de alguém, muito melhor.
Mas ele já tinha estado num relacionamento de anos, também um relacionamento aberto, um amasiado, onde os dois acabaram se traindo e cada um foi pro seu lado. Esse relacionamento anterior foi contado por ele pra ela, mas ela não contou muito das suas relações passadas pra ele, e ainda bem, porque sim, quanto menos ele souber, melhor.
Sei que dá pra considerar quase um casamento. Eu sou o amante, sou quem fez companhia pra ela nos piores momentos que ela passou longe dele. Sou um dos que tira a vontade dela de sentir um homem dentro dela, de precisar de companhia masculina. Digamos que sou o amante principal, porque sou o homem e, digamos, a pessoa com quem ela passou mais tempo junto durante meses.
Como é que tudo aconteceu?
Pra começar, meu nome como escritor de contos vocês já sabem, é um nome fictício, claro, e o nome que vou dar pra ela é Sofia, um nome bonito que vem do grego, que significa sabedoria. Vamos chamar ela mais de Sofi.
Ela é uma mulher pequena, como muitas mulheres mexicanas, talvez um terço das mexicanas tenha menos de 1,60m, é assim que ela é, baixinha, gostosa quando tá feliz, meio chata quando tá estressada ou brava, mas fazer o quê, eu gosto da minha amiguinha, mesmo que às vezes quase estraguemos a amizade, uma amizade boa, sem tanta cobrança, e mesmo que levássemos mais a sério, não daríamos certo como casal, já como amigos com benefícios, é o que a gente faz melhor.
Ela não tem o corpo mais perfeito, é normal, perfeitamente imperfeita, mas quando se arruma, fica deslumbrante, e eu faço questão de mostrar isso em cada trepada que a gente dá, quase sempre até eu e ela ficarmos suando e ela cair de exaustão depois de tantos orgasmos, muitas vezes ficando deitados um tempão, ela cochilando, eu fazendo companhia, aproveito pra aumentar a libido dela sempre que dá, apalpando as pernas dela no carro, a bunda dela quando está de costas pra mim, toda vez que dá eu dou um tapão na bunda que ela não recusa de jeito nenhum, dou uns tapinhas de leve no rosto dela que, longe de ofender, aumentam o tesão, porque ela é daquelas mulheres que gostam de ser enforcadas, puxadas pelo cabelo, enforcadas, surradas e, acima de tudo, penetradas com força, muita força, que o macho da vez aguente pelo menos vinte minutos, que provoquem antes do sexo e durante com palavras de baixo calão tipo "você é minha putinha", "você é minha putinha", "se arruma feito putinha pra eu te comer", "quer continuar sendo minha putinha?", "ama a pica?", "ai sim, sua putinha ama a pica", "me dá pica", ela gosta de usar lingerie, brinquedos sexuais, principalmente que alguém use nela, mas mesmo assim, pra ela, é sempre melhor alguém meter a pica.
Ela gosta de levar pica, mas não qualquer pica, ela se acostumou com paus que tivessem pelo menos na média, senão não dava, e paus grandes, daqueles que cabem nas duas mãos dela, daqueles que batem no fundo do útero. Eu não me considero tão pirocudo, mas não sou um pinto pequeno, e ela também adora, gosta e não pede menos que a pica não seja muito grande, mas que dure pelo menos vinte minutos comendo ela. E é que ela não pede menos, porque é assim que está acostumada, como diz um meme: para elas não importa idade, físico, estado civil ou situação financeira, a única coisa que importa é que sejam pirocudos. E se não forem tão pirocudos, pelo menos que saibam meter, mas pintos pequenos não, definitivamente não. Ela me confirma: uma mulher, a longo prazo, se acostuma; a curto prazo, nunca. E muito menos quando já provaram tanto prazer com uma boa rola maior que a média.
Então, transando a gente se diverte pra caralho, sim, ela tá quase presa nessa relação, mas isso não pega com ela, já que ela não acredita muito nessa parada de fidelidade, por isso ela não pratica, e pra mim muito menos importa, se ela quer e não tem treta com o namorado marido dela, eu continuo comendo ela, porque ela manda muito, pessoalmente nunca tive a sorte de ficar com uma mulher que gosta de levar tapa na cara, ser puxada pelo cabelo e enforcada, e isso agrada muitos de nós homens, que elas sejam bem entregues.
Nossa história começa desde que percebi o olhar dela, porque a gente, como homem, saca o desejo que causa em outra pessoa, quando te olham dos pés à cabeça, quando são mais simpáticas do que o normal com a gente, quando pegam intimidade rápido pra várias situações, quando te apalpam sutilmente sem cara de pau, mas com bem mais olhares do que o normal.
Foi minha colega de trabalho, ela ficou por lá, eu fui buscar novos horizontes, mesmo assim, a gente combina na hora de sair do trampo pra passar um tempo quente, tão quente que deixamos a cama dela cheia de fluidos e o quarto inteiro com cheiro de sexo. Ela adora um embate intenso, tanto que às vezes mudamos de cômodo e vamos pra uma cama sem base, que não range, e aí sim, metemos bronca de verdade, sem rangidos nem barulhos, só nossos corpos se chocando, nossos fluidos se encontrando, os gemidos dela sem parar por um tempão. Ela é multiorgásmica, o que alimenta ainda mais nosso desejo mútuo: ela por sentir inúmeros orgasmos, e eu por querer provocar o máximo possível. Com ela aprendi a fazer squirt, e me estreiei de vez como corno numa infidelidade não consentida.
Depois de meses sem ação, ela decidiu me dar uma chance e se dar uma chance comigo. Foi numa tarde de sexta-feira, ela me chamou no apê dela, não precisamos de muito preâmbulo, a gente já tinha se paquerado antes. Em outras ocasiões, ela aproveitava pra usar uns vestidos bem provocantes, e eu ficava todo excitado passando a mão nas pernas dela, acariciando, apalpando, e decidimos fortalecer nossa amizade. Naquela sexta, saímos do trampo e fomos pro apartamento dela, chegamos quase direto ao assunto. Ela tirou toda a roupa, eu sentado na cama, ela de pé, completamente pelada. A gente se beijou, o cheiro da buceta dela me embriagou. Enquanto nos beijávamos, eu apertava a bunda grande dela, e meu pau começou a endurecer. Depois de alguns minutos de beijos, ela pediu pra eu tirar a roupa. Eu tirei, ela acariciou meus braços, meu peito, foi tudo com tanta paixão antes da penetração. Já tinha ela pronta pra foder até cansar. Coloquei ela na posição de papai e mamãe, beijei os peitinhos dela, coloquei a camisinha, e penetrei. Ela tava muito quente, e como não, depois de tantos meses sem sexo. Se ela tava há meses, eu tava há quase um ano, se não mais, sem contato sexual, por causa de vários problemas que passei nos meses anteriores. Mas isso ficou pra trás naquela sessão deliciosa de sexo. Apontei meu membro pra buceta molhada e cheirosa dela, de mulher no cio, de mulher ansiosa por um pau duro e suculento. Quase entrou como faca na manteiga, o interior super quente, tão úmido, tão gostoso sentir como ela ia recebendo cada centímetro do meu pau, até minhas bolas baterem na bunda dela. Comecei as estocadas, primeiro devagar, saboreando a bucetinha apertada e suculenta dela, me movendo até o fundo que dava, em círculos, com os gemidos lindos dela no meu ouvido. Decidi aumentar a velocidade aos poucos, e com isso veio o primeiro orgasmo dela. Deixei ela descansar do primeiro, depois continuei metendo forte, provoquei o segundo orgasmo nela, e olha que eu nem tinha metido tão duro ainda. Só fui aumentando a velocidade aos poucos, provoquei outro orgasmo nela. Não sei se foi no terceiro ou no quarto, mas coloquei as pernas dela nos meus ombros e continuei metendo nessa posição, provocando mais orgasmos nela, perdendo a conta de quantos foram. Ela me pediu pra meter de quatro, que aliás é a posição favorita dela. Nessa posição, ela teve mais orgasmos, e foi nessa hora que avisei que ia gozar. Mesmo com camisinha, ela sentiu minha gozada, porque as pulsações do meu pau ao gozar provocam nela mais um orgasmo, dando pra dizer que gozamos juntos.
Nem preciso dizer que dessa sessão veio mais, muito mais. Paramos de transar com camisinha, ela me fez sexo oral, eu também fiz nela, incluímos brinquedos sexuais que dilatam ela até deixá-la completamente cheia de lubrificação, uma lubrificação que faz meu pau entrar agora como faca na manteiga. Quase desvirginei o cuzinho dela uma vez, aproveitando que um vibrador estava entrando na buceta, enquanto ela recuava e eu ia empurrando devagar. Foi impossível segurar minha gozada iminente quando só a cabeça do meu pau, que estava imponente, entrou, enchendo assim, pela primeira vez, aquele buraquinho apertado que não consegui mais aproveitar, mas não perco a esperança de fazer de novo.
A gente teve uns momentos muito bons, mas também uns ruins. Essa história não é sobre eu com ela, é sobre as memórias dela, as melhores que já ouvi da boca de uma mulher. O que rolou entre a gente é uma das melhores coisas, mas, meses depois das nossas aventuras, comecei a descobrir as experiências passadas dela, e algumas recentes. Fiquei surpreso pra caralho, de um jeito bom e um pouco ruim também. Mas, cá estamos nós, contando um pouco da vida dela e da minha. A melhor memória dela é algo que já tá ficando comum entre as mulheres jovens, mas isso é outra parte dessa história.
Continua…
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Foram dias, semanas, mais de um mês até ela se encher. Foram meses em que o único consolo dela era tê-lo por perto, mesmo que de longe. Ela até tentou fazer hot chat com ele, mas ele levou a mal, dizendo que ela era uma pervertida, que a proposta era errada. E é que, desde que começou a vida sexual, ela sempre foi muito safada. Podiam passar dias, semanas, até um mês, mas não tantos meses sem ação. E as atitudes do namorado acabaram levando ela a pensar em outras possibilidades, a considerar se continuava sendo fiel. Dizem que quando você conhece alguém a fundo, a ponto de saber das aventuras passadas, a confiança vai se perdendo. Por causa dessas circunstâncias, muitas vezes é melhor não saber. Quanto menos você souber do passado de alguém, muito melhor.
Mas ele já tinha estado num relacionamento de anos, também um relacionamento aberto, um amasiado, onde os dois acabaram se traindo e cada um foi pro seu lado. Esse relacionamento anterior foi contado por ele pra ela, mas ela não contou muito das suas relações passadas pra ele, e ainda bem, porque sim, quanto menos ele souber, melhor.
Sei que dá pra considerar quase um casamento. Eu sou o amante, sou quem fez companhia pra ela nos piores momentos que ela passou longe dele. Sou um dos que tira a vontade dela de sentir um homem dentro dela, de precisar de companhia masculina. Digamos que sou o amante principal, porque sou o homem e, digamos, a pessoa com quem ela passou mais tempo junto durante meses.
Como é que tudo aconteceu?
Pra começar, meu nome como escritor de contos vocês já sabem, é um nome fictício, claro, e o nome que vou dar pra ela é Sofia, um nome bonito que vem do grego, que significa sabedoria. Vamos chamar ela mais de Sofi.
Ela é uma mulher pequena, como muitas mulheres mexicanas, talvez um terço das mexicanas tenha menos de 1,60m, é assim que ela é, baixinha, gostosa quando tá feliz, meio chata quando tá estressada ou brava, mas fazer o quê, eu gosto da minha amiguinha, mesmo que às vezes quase estraguemos a amizade, uma amizade boa, sem tanta cobrança, e mesmo que levássemos mais a sério, não daríamos certo como casal, já como amigos com benefícios, é o que a gente faz melhor.
Ela não tem o corpo mais perfeito, é normal, perfeitamente imperfeita, mas quando se arruma, fica deslumbrante, e eu faço questão de mostrar isso em cada trepada que a gente dá, quase sempre até eu e ela ficarmos suando e ela cair de exaustão depois de tantos orgasmos, muitas vezes ficando deitados um tempão, ela cochilando, eu fazendo companhia, aproveito pra aumentar a libido dela sempre que dá, apalpando as pernas dela no carro, a bunda dela quando está de costas pra mim, toda vez que dá eu dou um tapão na bunda que ela não recusa de jeito nenhum, dou uns tapinhas de leve no rosto dela que, longe de ofender, aumentam o tesão, porque ela é daquelas mulheres que gostam de ser enforcadas, puxadas pelo cabelo, enforcadas, surradas e, acima de tudo, penetradas com força, muita força, que o macho da vez aguente pelo menos vinte minutos, que provoquem antes do sexo e durante com palavras de baixo calão tipo "você é minha putinha", "você é minha putinha", "se arruma feito putinha pra eu te comer", "quer continuar sendo minha putinha?", "ama a pica?", "ai sim, sua putinha ama a pica", "me dá pica", ela gosta de usar lingerie, brinquedos sexuais, principalmente que alguém use nela, mas mesmo assim, pra ela, é sempre melhor alguém meter a pica.
Ela gosta de levar pica, mas não qualquer pica, ela se acostumou com paus que tivessem pelo menos na média, senão não dava, e paus grandes, daqueles que cabem nas duas mãos dela, daqueles que batem no fundo do útero. Eu não me considero tão pirocudo, mas não sou um pinto pequeno, e ela também adora, gosta e não pede menos que a pica não seja muito grande, mas que dure pelo menos vinte minutos comendo ela. E é que ela não pede menos, porque é assim que está acostumada, como diz um meme: para elas não importa idade, físico, estado civil ou situação financeira, a única coisa que importa é que sejam pirocudos. E se não forem tão pirocudos, pelo menos que saibam meter, mas pintos pequenos não, definitivamente não. Ela me confirma: uma mulher, a longo prazo, se acostuma; a curto prazo, nunca. E muito menos quando já provaram tanto prazer com uma boa rola maior que a média.
Então, transando a gente se diverte pra caralho, sim, ela tá quase presa nessa relação, mas isso não pega com ela, já que ela não acredita muito nessa parada de fidelidade, por isso ela não pratica, e pra mim muito menos importa, se ela quer e não tem treta com o namorado marido dela, eu continuo comendo ela, porque ela manda muito, pessoalmente nunca tive a sorte de ficar com uma mulher que gosta de levar tapa na cara, ser puxada pelo cabelo e enforcada, e isso agrada muitos de nós homens, que elas sejam bem entregues.
Nossa história começa desde que percebi o olhar dela, porque a gente, como homem, saca o desejo que causa em outra pessoa, quando te olham dos pés à cabeça, quando são mais simpáticas do que o normal com a gente, quando pegam intimidade rápido pra várias situações, quando te apalpam sutilmente sem cara de pau, mas com bem mais olhares do que o normal.
Foi minha colega de trabalho, ela ficou por lá, eu fui buscar novos horizontes, mesmo assim, a gente combina na hora de sair do trampo pra passar um tempo quente, tão quente que deixamos a cama dela cheia de fluidos e o quarto inteiro com cheiro de sexo. Ela adora um embate intenso, tanto que às vezes mudamos de cômodo e vamos pra uma cama sem base, que não range, e aí sim, metemos bronca de verdade, sem rangidos nem barulhos, só nossos corpos se chocando, nossos fluidos se encontrando, os gemidos dela sem parar por um tempão. Ela é multiorgásmica, o que alimenta ainda mais nosso desejo mútuo: ela por sentir inúmeros orgasmos, e eu por querer provocar o máximo possível. Com ela aprendi a fazer squirt, e me estreiei de vez como corno numa infidelidade não consentida.
Depois de meses sem ação, ela decidiu me dar uma chance e se dar uma chance comigo. Foi numa tarde de sexta-feira, ela me chamou no apê dela, não precisamos de muito preâmbulo, a gente já tinha se paquerado antes. Em outras ocasiões, ela aproveitava pra usar uns vestidos bem provocantes, e eu ficava todo excitado passando a mão nas pernas dela, acariciando, apalpando, e decidimos fortalecer nossa amizade. Naquela sexta, saímos do trampo e fomos pro apartamento dela, chegamos quase direto ao assunto. Ela tirou toda a roupa, eu sentado na cama, ela de pé, completamente pelada. A gente se beijou, o cheiro da buceta dela me embriagou. Enquanto nos beijávamos, eu apertava a bunda grande dela, e meu pau começou a endurecer. Depois de alguns minutos de beijos, ela pediu pra eu tirar a roupa. Eu tirei, ela acariciou meus braços, meu peito, foi tudo com tanta paixão antes da penetração. Já tinha ela pronta pra foder até cansar. Coloquei ela na posição de papai e mamãe, beijei os peitinhos dela, coloquei a camisinha, e penetrei. Ela tava muito quente, e como não, depois de tantos meses sem sexo. Se ela tava há meses, eu tava há quase um ano, se não mais, sem contato sexual, por causa de vários problemas que passei nos meses anteriores. Mas isso ficou pra trás naquela sessão deliciosa de sexo. Apontei meu membro pra buceta molhada e cheirosa dela, de mulher no cio, de mulher ansiosa por um pau duro e suculento. Quase entrou como faca na manteiga, o interior super quente, tão úmido, tão gostoso sentir como ela ia recebendo cada centímetro do meu pau, até minhas bolas baterem na bunda dela. Comecei as estocadas, primeiro devagar, saboreando a bucetinha apertada e suculenta dela, me movendo até o fundo que dava, em círculos, com os gemidos lindos dela no meu ouvido. Decidi aumentar a velocidade aos poucos, e com isso veio o primeiro orgasmo dela. Deixei ela descansar do primeiro, depois continuei metendo forte, provoquei o segundo orgasmo nela, e olha que eu nem tinha metido tão duro ainda. Só fui aumentando a velocidade aos poucos, provoquei outro orgasmo nela. Não sei se foi no terceiro ou no quarto, mas coloquei as pernas dela nos meus ombros e continuei metendo nessa posição, provocando mais orgasmos nela, perdendo a conta de quantos foram. Ela me pediu pra meter de quatro, que aliás é a posição favorita dela. Nessa posição, ela teve mais orgasmos, e foi nessa hora que avisei que ia gozar. Mesmo com camisinha, ela sentiu minha gozada, porque as pulsações do meu pau ao gozar provocam nela mais um orgasmo, dando pra dizer que gozamos juntos.
Nem preciso dizer que dessa sessão veio mais, muito mais. Paramos de transar com camisinha, ela me fez sexo oral, eu também fiz nela, incluímos brinquedos sexuais que dilatam ela até deixá-la completamente cheia de lubrificação, uma lubrificação que faz meu pau entrar agora como faca na manteiga. Quase desvirginei o cuzinho dela uma vez, aproveitando que um vibrador estava entrando na buceta, enquanto ela recuava e eu ia empurrando devagar. Foi impossível segurar minha gozada iminente quando só a cabeça do meu pau, que estava imponente, entrou, enchendo assim, pela primeira vez, aquele buraquinho apertado que não consegui mais aproveitar, mas não perco a esperança de fazer de novo.
A gente teve uns momentos muito bons, mas também uns ruins. Essa história não é sobre eu com ela, é sobre as memórias dela, as melhores que já ouvi da boca de uma mulher. O que rolou entre a gente é uma das melhores coisas, mas, meses depois das nossas aventuras, comecei a descobrir as experiências passadas dela, e algumas recentes. Fiquei surpreso pra caralho, de um jeito bom e um pouco ruim também. Mas, cá estamos nós, contando um pouco da vida dela e da minha. A melhor memória dela é algo que já tá ficando comum entre as mulheres jovens, mas isso é outra parte dessa história.
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