Hipnotizando a mamãe I

- Feliz aniversário! - ouvi minha irmã e minha mãe gritarem enquanto tocavam cornetas de brinquedo e colocavam "Las Mañanitas" no volume máximo.
Pulei da cama de susto e, quando finalmente consegui reagir depois de alguns segundos, percebi que... era meu aniversário de 18 anos?, tinha funcionado!.

Desci da cama e me aproximei da minha irmã e da minha mãe para abraçá-las, ambas fizeram um silêncio estranho e se olharam enquanto a música continuava tocando.
Achei estranho, mas não dei importância, me aproximei e abracei as duas ao mesmo tempo. Minha mãe, uma mulher de 42 anos, 1,70m, pele morena clara e peitões enormes, era uma gostosa, o sonho de qualquer homem.

Quando papai morreu há 3 anos, ela caiu numa depressão profunda e uma das formas de sair dela foi através de terapia e grupos de apoio.
Como parte da terapia, ela começou a ir pra academia, focou toda a energia nisso, e os resultados eram mais que óbvios, suas pernas grossas e bem torneadas provavam isso, além de uma bunda empinada e redonda. Se a genética dela já era boa, só melhorou... era uma MILF em todos os sentidos.Hipnotizando a mamá IMinha irmã não ficava atrás, ela era um ano mais velha que eu. Assim como todo mundo, a morte do nosso pai a afetou muito, e junto com a minha mãe, as duas se dedicaram de cabeça aos exercícios pra lidar com o trauma. Ela é tipo uma cópia da mamãe, só que mais nova, fisicamente são muito parecidas, ambas têm um corpo espetacular. A única diferença é que o tom de pele da minha irmã é mais claro, e os olhos dela são verdes (herança do meu pai).bunda grandeAs duas são umas completas gostosas. Rabudas e peitudas, com uma cinturinha fina que realça a figura delas e chama atenção pra onde quer que vão.
Não posso negar que as duas me enlouquecem, mesmo sendo minha única família, não consigo parar de olhar pra elas com desejo. No começo, sentia vergonha toda vez que me masturbava pensando em uma das duas, mas agora é algo que já aceitei, e até me dá mais tesão do que antes.

Voltando ao presente… depois de uns segundos abraçados, onde pude sentir as tetonas enormes das duas, cada uma me deu um beijo na bochecha e saíram do meu quarto, quase correndo.

— Filhote, deixamos você pra fazer suas coisas — disse minha mãe enquanto levava minha irmã pelo braço, que entre risadas não parava de me olhar.

Eu não entendia muito bem a situação, até que segundos depois minha mente fez um clique. Olhei pra baixo e descobri que só estava de cueca box justa, e como se não bastasse, ainda tinha uma ereção enorme, como ultimamente acontecia toda manhã. Meu rosto ficou vermelho e me enchi de vergonha. Me joguei na cama e fiquei deitado mais um tempo. Quando saí do quarto, fui até a cozinha, onde as duas preparavam o café da manhã.

— Oi, irmãozinho, ou melhor, de irmãozinho você já não tem nada, hahaha — disse Verônica, e na hora levou um tapa no braço da nossa mãe.

— Não enche o saco do seu irmão, Vero. Sentem-se que já vamos comer — falou firme Patricia. E é que o jeitão da minha mãe é duro e forte, até diria que bem orgulhosa. Desde que meu pai morreu, ela cuidou de nós, trabalhando como advogada num escritório. Financeiramente não estamos mal, e tudo é graças a ela.

O resto do dia foi normal. Desde que aconteceu a do meu pai, minha irmã e minha mãe começaram a fazer terapia, que continua até hoje. Eu também fiz no começo, mas depois de algumas semanas, percebi que... que não estava me ajudando muito. Um dia, porém, por azares do destino, vi no consultório do nosso psicólogo um livro de hipnose. Perguntei sobre ele e ele disse que era um ótimo livro, mas que eu devia ter cuidado, era difícil de entender e exigia muita dedicação e paciência. Peguei emprestado e, quando parei de ir à terapia, comprei um igual.

Dediquei dois anos da minha vida a estudá-lo, li cada parte e me esforcei para entender cada parágrafo e capítulo, até que finalmente me senti pronto para testá-lo. Não é tão simples hipnotizar pessoas, normalmente leva muito tempo e precisa ser um trabalho constante, não dá para sair por aí hipnotizando qualquer um que encontrar. É preciso muito tempo de convivência para formar um vínculo forte entre o hipnotizador e o hipnotizado. Felizmente, eu tinha dois sujeitos de prática morando comigo. Comecei com coisas bem sutis.

Na primeira vez que tentei, fiquei parecendo um idiota. Mandei minha mãe se abaixar debaixo da minha cama para pegar meu celular, só para poder olhar aquela bunda enorme dela, mas ela me mandou pro inferno. Decidi então ser mais paciente e testar com coisas mais simples, subindo de nível aos poucos.

Eram coisas tão triviais que eu não tinha certeza se elas faziam por hipnose ou se só estavam sendo legais comigo e tentando me agradar.
Não costumava me arriscar muito, até hoje... na verdade, meu aniversário tinha sido na semana passada e sim, elas comemoraram comigo, inclusive tenho fotos do bolo que compraram e do momento em família que passamos nós três, mas fiz elas esquecerem disso e repetirem aquele momento hoje. Agora eu tinha certeza de que a hipnose não só tinha funcionado, como o resultado foi melhor do que o esperado.

Estava morrendo de vontade de testar essa nova habilidade, embora já tivesse uma grande evidência, precisava de mais para ter total certeza, ir devagar sem me arriscar a me meter em encrenca. Por Que merda, a hipnose era individual, não funcionava com as duas ao mesmo tempo, então eu ia tentar primeiro com a minha mãe, já que era com quem eu passava mais tempo. Além disso, mesmo que minha irmã seja gostosa, eu prefiro as milfões boazonas.

A desvantagem desse método de hipnose é que tinha que ser feito enquanto a pessoa estivesse dormindo, o que dificultava pra caralho saber se tinha funcionado ou não.

**Dia 1**

Esperei até que a noite chegasse e minha irmã se trancasse no quarto dela. Depois de algumas horas, achei que já estivesse dormindo, assim como minha mãe. Então saí do meu quarto devagar e, sem fazer nenhum barulho, fui até o quarto da mamãe.

Em silêncio, abri a porta lentamente, só para me deparar com a figura sensual da mulher mais gostosa que eu já tinha visto, iluminada pela luz da lua que entrava pela janela, expondo o corpo todo dela deitada de bruços e coberta apenas por um roupão fino de seda que mal dava pra cobrir metade daquela bunda enorme.milfConsegui ver metade da bunda dela! Aquela mulher de personalidade tão forte estava na minha frente, totalmente exposta, exibindo aquelas curvas sensuais. Ela estava completamente dormindo, mas, mesmo assim, não podia confiar — ela tem o sono muito leve. Morria de vontade de levantar aquele roupão e acariciar aquele par de bundão gostoso, mas precisava ser forte e resistir.

Com medo, mas com coragem, decidi começar a programá-la. A capacidade de uma pessoa com esse processo de hipnose é receber um único comando ou instrução a cada alguns dias. Podia ser uma instrução longa, mas quanto melhor eu a formulasse, mais seguro era que a mensagem chegaria. Além disso, apesar de poder pedir quase qualquer coisa, a hipnose não funcionava tanto como uma ordem em si; era mais sobre implantar uma ideia. A pessoa precisava desenvolver sozinha a resposta às minhas instruções e decidir como realizá-las. A vantagem é que, uma vez que eu implantasse uma ideia, a menos que decidisse cancelá-la, ela duraria permanentemente.

Existia um nível mais avançado com o qual eu podia trabalhar hipnose em pessoas acordadas, mas eu ainda não conseguia fazer algo assim.

Intimidado pela presença imponente da mamãe, criei coragem e decidi começar.

— Mamãe, mamãe — sussurrei quase no ouvido dela pra saber se estava acordada. Como não houve resposta, assumi que já estava dormindo. Então comecei. Peguei meu celular e toquei a música com os padrões de áudio necessários pra colocá-la em transe.
— Você é uma mãe amorosa, ama seus filhos acima de tudo, mas faz muito tempo que não transa. Recentemente, começou a olhar pro seu filho com desejo, algo nele te excita e você vai fazer de tudo pra seduzi-lo.

Seu corpo exige, exige o pau dele, você deseja e quer que ele te coma. Quando se masturba, pensa nele, quer provocá-lo, quer se tornar uma putinha e satisfazê-lo. Cada dia, você vai começar a se exibir mais pra ele, não Você não sentirá desejo por ninguém mais além dele e não vai descansar até se tornar a escrava submissa e obediente dele. - <> pensei… voltei pro meu quarto, ansioso pra saber se o resultado ia ser o esperado.

Dia 2

Acordei sem precisar ouvir o despertador, tava nervoso pra testar se minha hipnose tinha funcionado ou não. Esperei minha irmã ir pra escola e saí do quarto pra encontrar minha mãe na cozinha lavando a louça antes de ir trabalhar.

Ela tava usando uma calça jeans justa que valorizava ainda mais a bunda deliciosa dela. Cheguei perto pra cumprimentar e dei um abraço nela, ela retribuiu. A gente teve uma conversa bem besta, na real ela não me deu muita bola, parecia meio desinteressada, então tive que ir pra não me atrasar pra escola.

<> pensei enquanto ia pras aulas. O dia inteiro tive dificuldade de me concentrar porque não parava de pensar no que aconteceu. <>… <>, <>…

De qualquer forma, meio decepcionado, decidi andar por um parque perto de casa antes de chegar, pensando qual seria meu próximo passo. <>… talvez aquilo tinha funcionado porque era muito simples. No fim das contas, uma coisa é convencer alguém a se confundir com uma data, outra bem diferente é despertar um desejo que não existe.

Caminhei até chegar em casa. Mesmo minha irmã já tendo voltado da escola e minha mãe do trabalho, ninguém me recebeu. <> pensei enquanto ia pro meu quarto.

Quando ia me trancar, ouvi a voz da minha mãe vindo do quarto dela:
— Manuel!, é você? —
— Sim, mãe, cheguei, vou ver TV no meu quarto —
— Não!, vem aqui — Me ajuda!, preciso que primeiro me ajude com uma coisa-
<>
pensei enquanto ia com a mamãe. Ao chegar e ver a cena, foi como levar um golpe que me deixou atordoado. A mamãe estava debruçada no chão, com a cabeça enfiada debaixo da cama, exibindo a bunda enorme na minha frente. Ela vestia uma saia curta e fina, de um tecido tão fino que dava pra ver claramente como as nádegas redondas transpareciam a nudez dela.controle mentalEngoli seco e fiquei uns segundos paralisado.

— Filho, por que demorou tanto? — ela perguntou sem sair da posição. Levei uns segundos pra reagir.

— Fiquei um tempinho andando no parque, mãe. Precisa de ajuda com alguma coisa? — perguntei meio nervoso.

— Me deixa — ela disse, e segundos depois saiu daquela posição. Quando se levantou e ficou de pé, pude ver as enormes tetas dela quicando na minha frente. Notei dois pontos na blusa, na altura dos peitos — eram os bicos! A putinha não tava usando sutiã.

— Filho, meus olhos estão aqui! — ela falou entre risadas, apontando pro rosto, quando me pegou olhando pras tetas dela.

— Desculpa, mãe, é que...

— Tá, tá, tudo bem, não esquenta. Não é o primeiro homem que me olha as tetas assim. O motivo de ter te chamado é que preciso da sua ajuda. Comprei essa roupa toda hoje à tarde, mas não tenho tempo de organizar. Preciso que você faça isso por mim e também se livre das roupas que achar feias ou muito velhas. Eu faria, mas não tenho tempo e preciso preparar o jantar e o café da manhã de amanhã.

— Sim, tá bem, mãe, de acordo.

— Aliás, me desculpa por ter sido tão grossa, não te cumprimentei, meu bebê — ela disse enquanto se aproximava e me dava um abraço, esfregando as tetas no meu rosto.

Depois de alguns segundos, ela saiu do quarto, me deixando completamente confuso.

«Uau, que porra foi essa?» pensei enquanto olhava as sacolas cheias de roupa que a mãe tinha comprado. Cumprindo a tarefa que acabara de me dar, abri elas pra conferir.

Não dava pra esconder minha cara de surpresa quando a primeira coisa que tirei foi uma pequena calcinha fio-dental preta de renda da Victoria Secret, junto com umas meia-calça de rede. Instintivamente, levei ela no nariz pra cheirar, e uma imagem da minha mãe usando aquela fio-dental minúscula veio na minha mente. Senti o sangue esquentar o corpo todo e um volume crescer dentro da minha calça.

Continuei revirando e encontrei outra fio-dental, branca, outra azul, depois uma vermelha. Liguinhos, meias... conjuntos de lingerie completos, tava muito empolgado. Abri outra sacola e encontrei roupas de academia, leggings e tops pequenos, era um monte de roupa, mas ainda faltava uma última sacola, a maior. Pensando que já não podia ter nada melhor do que o que já tinha visto, abri ela meio sem interesse, mas rapidamente percebi o engano que eu tava, uma minissaia! que tenho certeza que mal cobria a bunda dela, depois outra mais, e ainda tinha umas botas altas e uns saltos. Dei uma pausa e de repente imaginei ela usando essas roupas e quase gozei de tão excitado que fiquei quando a próxima imagem veio na minha cabeça.hipnoseTinha também uma calça social justa no corpo e uns vestidos colados, algumas blusas e, por último, um short jeans daqueles que mostram metade da bunda.

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12 comentários - Hipnotizando a mamãe I

Uffff la vuelvo a leer y me vuelve a poner al Filo 😈🔥
Ufff ojala subas la siguiente parte, esta muy buena la historia, +10
La siguente parte porfavor, de lo mejor que he leido