A porta rangeu ao abrir e uma garota magricela, com franja castanho-avermelhada e uma mochila enorme, entrou no apartamento carregando as compras. Ela ficou ocupada se virando com as sacolas por alguns segundos antes de levantar os olhos e ver Clara (corada, peito ofegante, lábios úmidos entreabertos) sentada perigosamente perto de um homem mais velho e bonitão no sofá, com a blusa desalinhada e o cabelo bagunçado. Lábios franzidos de irritação, uma mão grande pousada possessivamente no joelho de Clara. Bea Lagunes, porque era assim que a colega de quarto se chamava, sacou a situação na hora. — Eu... hã... Chelsea, não quis interromper. Só voltei de estudar e pensei que a gente podia fazer o jantar. — Ela ficou vermelha que nem um tomate ao perceber a merda que tinha feito. Nunca tinha namorado, talvez por ser magricela, peito chato e tímida, ou talvez por ser nova e inexperiente até pra caloura na faculdade. Passava a maior parte do tempo livre montando a cavalo. Ela e Clara eram tipo irmãs antes desse semestre, quando o laboratório "Grans-Pits" mudou tudo pra Clara, começando pelo tamanho do sutiã. Bea era igualmente distraída e a pessoa mais tímida e inexperiente possível com homens. — Tá de boa, Bea, já ia pro meu quarto. — Clara também tava corada. Ficava envergonhada da melhor amiga ver ela numa posição comprometedora com um homem mais velho estranho. O Doutor Gasols foi o único que pareceu não se abalar. — Clara, vou garantir que você coma uma sopa e te levo pra cama — disse friamente enquanto se levantava e começava a juntar os alimentos pra levar pro quarto de Clara. Bea baixou os olhos e guardou as compras distraidamente quando ouviu o clique da porta de Clara atrás dela e do homem estranho. Ela refletiu. — Ele não quis dizer... Deitar com você?" pensou ela. Tudo era muito estranho, especialmente — pensou — o tom frio e astuto do homem. Seu desconforto logo aumentaria. Dentro do pequeno quarto, o Dr. Gasols havia colocado Clara confortavelmente em sua cama de menina, tirando alguns bichos de pelúcia e estava alimentando-a suavemente com uma colher de sopa de galinha. Clara tinha tomado obedientemente os relaxantes musculares que ele havia trazido e se sentia muito calma. A sopa acalmou sua garganta e sua dor de cabeça latejante parecia ter diminuído. Ela estava relaxada, à deriva. Ao longe, ouviu alguém dizer: "Ah, não!". Algo em seu peito estava quente e úmido. "Oh, querida, me desculpe muito, derramei essa sopa em você". Ele encontrou uma toalha e cuidou da mancha escura na frente da camisa dela. "Preciso tirar isso de você, garantir que não se queime". Ele estava tirando a camisola dela, percebeu que tinha elástico debaixo do peito e a levantou com habilidade, liberando rapidamente seus grandes e soltos seios. Os grandes orbes brancos pularam e balançaram pesadamente contra sua figura ainda magra. Eles balançavam como enormes balões brilhantes e seus grandes mamilos rosados estavam relaxados e inchados como grandes e macias protuberâncias no ar quente e próximo do quarto. Clara estava surpresa demais para se cobrir imediatamente. Ela olhava chocada para o Dr. Gasols, que ainda segurava a camisa dela na mão, mas seu olhar estava fixo no peito dela, e seus olhos pareciam vidrados e seus lábios frouxos. Sua mão livre se estendeu com desejo para roçar suavemente os macios e gordos mamilos. Eles se enrijeceram um pouco com seu toque, ficando duros e eretos, e ele aproximou as pontas dos dedos completamente para cobrir os lados brancos e firmes de cada melão empinado. Eles pareciam grandes demais para ser verdade no corpinho de Clara. Ela não estava acostumada a qualquer tipo de carícia intensa e deu pequenos miados de Êxtase enquanto a mão de Mark explorava cada globo gordo. Continuou massageando o peito dela, aproximou a boca da dela de novo e começou a lamber com força, aumentando a urgência e a pressão do beijo ("Beijo de língua!", pensou Clara selvagemente) de onde tinha parado. Enquanto atacava a boca dela, aumentou a força e a urgência do aperto nos peitos dela, puxando os mamilos e amassando, como se fossem feitos de massa. Ainda estavam sensíveis por causa do que tinha acontecido na noite anterior, e Clara gemeu tanto de dor quanto de prazer. Estava sobrecarregada – física e emocionalmente – e só conseguiu ceder quando ele começou a puxar a calça dela para baixo, massageando os quadris finos e as nádegas generosas em formato de coração enquanto despia ela e a si mesmo. As pernas dela estavam abertas de cada lado da figura ajoelhada dele enquanto ele beijava e chupava os grandes olhos rosados que o encaravam. Massageou a buceta de Clara com os dedos grandes, sentindo a umidade escorregadia, incentivando as pernas dela a abrirem mais, a levantarem os joelhos, enquanto alinhava a cabeça inchada do pau dele contra a abertura dela. "Fica quieta, querida, você precisa disso", disse com autoridade enquanto se abria caminho pelo túnel estreito e molhado dela. "Ah, querida, pensa, há 24 horas, você ainda era virgem. Você era minha virgem doce e pequenininha." Repetiu essas palavras no ouvido dela enquanto começava a meter o pau fundo dentro dela. "Agora você está tomando meu pau e meu gozo uma vez atrás da outra, gatinha. Você é uma putinha de gozo. Posso sentir meu gozo escorrendo de você." Ele rosnou essas palavras enquanto a segurava imobilizada contra o pau enorme e inchado enterrado no canal apertado dela. A própria Clara estava de boca aberta, babando, o corpo dela respondendo ao dele com total receptividade, enfiando o pau o mais fundo que conseguia. Os peitões dela balançavam a cada estocada rítmica. Além disso, a pélvis forte dele fazia tremer a cama velha de madeira de Clara. A madeira rosada da cabeceira batia contra a parede do quarto de Bea a cada empurrão. Bea podia ouvir cada rangido do colchão e cada batida da madeira, e soube que o homem calmo e confiante que estivera com ela no sofá estava metendo na amiga dela. Ela se perguntou quem ele era. De repente, ouviu a voz da amiga gritar. Bea sentou-se: ele estava machucando ela? Os gritos aumentavam em tom e volume. "Isso mesmo, gatinha, goza pra mim. Vem forte pro papai", ouviu o homem ordenar à amiga. De repente, a voz do homem também se elevou, ambos gemiam incoerentemente como se estivessem unidos em êxtase. Dentro do quarto, Clara sentiu a explosão quente e molhada do sêmen de Mark no fundo do seu ventre, e sua buceta indefesa e quente respondeu se contorcendo em ondas e mais ondas de orgasmos. Antes, Clara só tinha se masturbado no seu clitóris pequeno e sensível até gozar; os orgasmos vaginais eram novos para ela. O tabu da penetração parecia fazê-la gozar com mais força e facilidade. Era uma moça cristã devota, virgem, que estava transando sem sentido. Estava fodendo o professor dela. Sabia o quão errado era aquilo e estava ficando dura de vergonha e tesão. Tinha os lábios secos e os batimentos do coração diminuíram quando sentiu uma forma grande, molhada e quente pressionada contra sua boca. "Abre bem e chupa, bebê. Me limpa", ouviu Mark exigir. "Me chupa que nem uma putinha". Não teve escolha, enquanto ele tapava seu nariz e sua boca se abria para respirar, o grande pau venoso foi empurrado entre seus lábios entreabertos. Ela podia sentir um gosto azedo e pegajoso por todo o órgão quente e inchado, mas da própria cabeça escorriam pequenas gotas de um líquido salgado delicioso. "Mmmm", ela bateu contra a cabeça inchada e chupou com mais força. Queria mais daquele gosto salgado. "Limpa ele, bebê; me chupa forte". Ela sentiu Mark reposicionar o pau para enfiar ele na garganta dela. O reflexo de ânsia começou, mas ele foi tão fundo que ela sentiu como se estivesse engolindo, respirando cada centímetro do enorme pau dele. A boca dela estava contra as bolas grandes e peludas dele, penduradas com orgulho enquanto batiam no queixo dela. Ele estava fodendo a cara dela completamente agora, e era tudo que ela podia fazer para manter a boca no lugar. Ela sentiu as bolas apertarem contra os lábios dela, ele gritou: "Isso, vagabunda, engole todo o meu leite! Bebe meu leite, gostosa", e Clara engoliu um jato salgado até que calculou errado e cuspiu uma grande bocada daquela substância grossa e fibrosa, os jatos restantes decorando as bochechas bonitas e os peitos dela. No quarto dela, Bea estava à beira das lágrimas de desconforto. Não só tinham fodido a amiga dela (será que usaram camisinha?!), mas ela podia ouvir cada palavra da conversa suja e sabia que a amiga tinha engolido a porra de um homem. Bea não lembrava se isso ia contra a Bíblia, mas sabia que a amiga não era casada e temia pela alma dela. Bea rezou fervorosamente contra o travesseiro para que a amiga pudesse lavar os pecados, enquanto no quarto ao lado Clara limpava o leite secando no rosto com uma toalha suja. Inclinando-se para trás, ela segurou Mark com carinho, que suspirava e estava exausto sexualmente, contra ela na cama. Eles dormiram enroscados, nus, e ele reposicionou o pau dele na buceta descuidada dela várias vezes durante a noite, revestindo o canal escorregadio com uma carga profunda atrás da outra da porra dele. De manhã, ela acordou e ele já tinha ido. Uma mensagem de texto dizia: "Não precisa vir ao laboratório esta semana. Te vejo hoje à noite. Vem na minha casa depois da escola". Clara se reclinou enquanto a luz do sol da manhã entrava pela janela. Os peitos dela, deliciosamente grandes, já tinham trazido muitas experiências novas para a vida dela, mas Onde isso a levaria? Quem era Mark Gasols e o que ele realmente queria? Ela passou a mão na buceta coberta de porra e massageou suavemente o clitóris enquanto pensava na forma gostosa dele por cima dela na noite anterior. Sentiu um vazio dentro dela que tremia, sabendo o quanto ele conseguia preenchê-lo. Esfregando o clitóris cada vez mais forte, o corpo dela foi tomado por um orgasmo silencioso, e os músculos tensos da buceta forçaram um pequeno jato de porra enquanto ela se entregava ao êxtase. A mancha úmida e seca na cama ganhou uma nova mancha molhada, menor, no centro. "Ah, Mark, meu amor", pensou distraidamente enquanto limpava a mão. Pegou o celular. "Te vejo hoje à noite, Dr. Gasols", mandou uma mensagem.
A porta rangeu ao abrir e uma garota magricela, com franja castanho-avermelhada e uma mochila enorme, entrou no apartamento carregando as compras. Ela ficou ocupada se virando com as sacolas por alguns segundos antes de levantar os olhos e ver Clara (corada, peito ofegante, lábios úmidos entreabertos) sentada perigosamente perto de um homem mais velho e bonitão no sofá, com a blusa desalinhada e o cabelo bagunçado. Lábios franzidos de irritação, uma mão grande pousada possessivamente no joelho de Clara. Bea Lagunes, porque era assim que a colega de quarto se chamava, sacou a situação na hora. — Eu... hã... Chelsea, não quis interromper. Só voltei de estudar e pensei que a gente podia fazer o jantar. — Ela ficou vermelha que nem um tomate ao perceber a merda que tinha feito. Nunca tinha namorado, talvez por ser magricela, peito chato e tímida, ou talvez por ser nova e inexperiente até pra caloura na faculdade. Passava a maior parte do tempo livre montando a cavalo. Ela e Clara eram tipo irmãs antes desse semestre, quando o laboratório "Grans-Pits" mudou tudo pra Clara, começando pelo tamanho do sutiã. Bea era igualmente distraída e a pessoa mais tímida e inexperiente possível com homens. — Tá de boa, Bea, já ia pro meu quarto. — Clara também tava corada. Ficava envergonhada da melhor amiga ver ela numa posição comprometedora com um homem mais velho estranho. O Doutor Gasols foi o único que pareceu não se abalar. — Clara, vou garantir que você coma uma sopa e te levo pra cama — disse friamente enquanto se levantava e começava a juntar os alimentos pra levar pro quarto de Clara. Bea baixou os olhos e guardou as compras distraidamente quando ouviu o clique da porta de Clara atrás dela e do homem estranho. Ela refletiu. — Ele não quis dizer... Deitar com você?" pensou ela. Tudo era muito estranho, especialmente — pensou — o tom frio e astuto do homem. Seu desconforto logo aumentaria. Dentro do pequeno quarto, o Dr. Gasols havia colocado Clara confortavelmente em sua cama de menina, tirando alguns bichos de pelúcia e estava alimentando-a suavemente com uma colher de sopa de galinha. Clara tinha tomado obedientemente os relaxantes musculares que ele havia trazido e se sentia muito calma. A sopa acalmou sua garganta e sua dor de cabeça latejante parecia ter diminuído. Ela estava relaxada, à deriva. Ao longe, ouviu alguém dizer: "Ah, não!". Algo em seu peito estava quente e úmido. "Oh, querida, me desculpe muito, derramei essa sopa em você". Ele encontrou uma toalha e cuidou da mancha escura na frente da camisa dela. "Preciso tirar isso de você, garantir que não se queime". Ele estava tirando a camisola dela, percebeu que tinha elástico debaixo do peito e a levantou com habilidade, liberando rapidamente seus grandes e soltos seios. Os grandes orbes brancos pularam e balançaram pesadamente contra sua figura ainda magra. Eles balançavam como enormes balões brilhantes e seus grandes mamilos rosados estavam relaxados e inchados como grandes e macias protuberâncias no ar quente e próximo do quarto. Clara estava surpresa demais para se cobrir imediatamente. Ela olhava chocada para o Dr. Gasols, que ainda segurava a camisa dela na mão, mas seu olhar estava fixo no peito dela, e seus olhos pareciam vidrados e seus lábios frouxos. Sua mão livre se estendeu com desejo para roçar suavemente os macios e gordos mamilos. Eles se enrijeceram um pouco com seu toque, ficando duros e eretos, e ele aproximou as pontas dos dedos completamente para cobrir os lados brancos e firmes de cada melão empinado. Eles pareciam grandes demais para ser verdade no corpinho de Clara. Ela não estava acostumada a qualquer tipo de carícia intensa e deu pequenos miados de Êxtase enquanto a mão de Mark explorava cada globo gordo. Continuou massageando o peito dela, aproximou a boca da dela de novo e começou a lamber com força, aumentando a urgência e a pressão do beijo ("Beijo de língua!", pensou Clara selvagemente) de onde tinha parado. Enquanto atacava a boca dela, aumentou a força e a urgência do aperto nos peitos dela, puxando os mamilos e amassando, como se fossem feitos de massa. Ainda estavam sensíveis por causa do que tinha acontecido na noite anterior, e Clara gemeu tanto de dor quanto de prazer. Estava sobrecarregada – física e emocionalmente – e só conseguiu ceder quando ele começou a puxar a calça dela para baixo, massageando os quadris finos e as nádegas generosas em formato de coração enquanto despia ela e a si mesmo. As pernas dela estavam abertas de cada lado da figura ajoelhada dele enquanto ele beijava e chupava os grandes olhos rosados que o encaravam. Massageou a buceta de Clara com os dedos grandes, sentindo a umidade escorregadia, incentivando as pernas dela a abrirem mais, a levantarem os joelhos, enquanto alinhava a cabeça inchada do pau dele contra a abertura dela. "Fica quieta, querida, você precisa disso", disse com autoridade enquanto se abria caminho pelo túnel estreito e molhado dela. "Ah, querida, pensa, há 24 horas, você ainda era virgem. Você era minha virgem doce e pequenininha." Repetiu essas palavras no ouvido dela enquanto começava a meter o pau fundo dentro dela. "Agora você está tomando meu pau e meu gozo uma vez atrás da outra, gatinha. Você é uma putinha de gozo. Posso sentir meu gozo escorrendo de você." Ele rosnou essas palavras enquanto a segurava imobilizada contra o pau enorme e inchado enterrado no canal apertado dela. A própria Clara estava de boca aberta, babando, o corpo dela respondendo ao dele com total receptividade, enfiando o pau o mais fundo que conseguia. Os peitões dela balançavam a cada estocada rítmica. Além disso, a pélvis forte dele fazia tremer a cama velha de madeira de Clara. A madeira rosada da cabeceira batia contra a parede do quarto de Bea a cada empurrão. Bea podia ouvir cada rangido do colchão e cada batida da madeira, e soube que o homem calmo e confiante que estivera com ela no sofá estava metendo na amiga dela. Ela se perguntou quem ele era. De repente, ouviu a voz da amiga gritar. Bea sentou-se: ele estava machucando ela? Os gritos aumentavam em tom e volume. "Isso mesmo, gatinha, goza pra mim. Vem forte pro papai", ouviu o homem ordenar à amiga. De repente, a voz do homem também se elevou, ambos gemiam incoerentemente como se estivessem unidos em êxtase. Dentro do quarto, Clara sentiu a explosão quente e molhada do sêmen de Mark no fundo do seu ventre, e sua buceta indefesa e quente respondeu se contorcendo em ondas e mais ondas de orgasmos. Antes, Clara só tinha se masturbado no seu clitóris pequeno e sensível até gozar; os orgasmos vaginais eram novos para ela. O tabu da penetração parecia fazê-la gozar com mais força e facilidade. Era uma moça cristã devota, virgem, que estava transando sem sentido. Estava fodendo o professor dela. Sabia o quão errado era aquilo e estava ficando dura de vergonha e tesão. Tinha os lábios secos e os batimentos do coração diminuíram quando sentiu uma forma grande, molhada e quente pressionada contra sua boca. "Abre bem e chupa, bebê. Me limpa", ouviu Mark exigir. "Me chupa que nem uma putinha". Não teve escolha, enquanto ele tapava seu nariz e sua boca se abria para respirar, o grande pau venoso foi empurrado entre seus lábios entreabertos. Ela podia sentir um gosto azedo e pegajoso por todo o órgão quente e inchado, mas da própria cabeça escorriam pequenas gotas de um líquido salgado delicioso. "Mmmm", ela bateu contra a cabeça inchada e chupou com mais força. Queria mais daquele gosto salgado. "Limpa ele, bebê; me chupa forte". Ela sentiu Mark reposicionar o pau para enfiar ele na garganta dela. O reflexo de ânsia começou, mas ele foi tão fundo que ela sentiu como se estivesse engolindo, respirando cada centímetro do enorme pau dele. A boca dela estava contra as bolas grandes e peludas dele, penduradas com orgulho enquanto batiam no queixo dela. Ele estava fodendo a cara dela completamente agora, e era tudo que ela podia fazer para manter a boca no lugar. Ela sentiu as bolas apertarem contra os lábios dela, ele gritou: "Isso, vagabunda, engole todo o meu leite! Bebe meu leite, gostosa", e Clara engoliu um jato salgado até que calculou errado e cuspiu uma grande bocada daquela substância grossa e fibrosa, os jatos restantes decorando as bochechas bonitas e os peitos dela. No quarto dela, Bea estava à beira das lágrimas de desconforto. Não só tinham fodido a amiga dela (será que usaram camisinha?!), mas ela podia ouvir cada palavra da conversa suja e sabia que a amiga tinha engolido a porra de um homem. Bea não lembrava se isso ia contra a Bíblia, mas sabia que a amiga não era casada e temia pela alma dela. Bea rezou fervorosamente contra o travesseiro para que a amiga pudesse lavar os pecados, enquanto no quarto ao lado Clara limpava o leite secando no rosto com uma toalha suja. Inclinando-se para trás, ela segurou Mark com carinho, que suspirava e estava exausto sexualmente, contra ela na cama. Eles dormiram enroscados, nus, e ele reposicionou o pau dele na buceta descuidada dela várias vezes durante a noite, revestindo o canal escorregadio com uma carga profunda atrás da outra da porra dele. De manhã, ela acordou e ele já tinha ido. Uma mensagem de texto dizia: "Não precisa vir ao laboratório esta semana. Te vejo hoje à noite. Vem na minha casa depois da escola". Clara se reclinou enquanto a luz do sol da manhã entrava pela janela. Os peitos dela, deliciosamente grandes, já tinham trazido muitas experiências novas para a vida dela, mas Onde isso a levaria? Quem era Mark Gasols e o que ele realmente queria? Ela passou a mão na buceta coberta de porra e massageou suavemente o clitóris enquanto pensava na forma gostosa dele por cima dela na noite anterior. Sentiu um vazio dentro dela que tremia, sabendo o quanto ele conseguia preenchê-lo. Esfregando o clitóris cada vez mais forte, o corpo dela foi tomado por um orgasmo silencioso, e os músculos tensos da buceta forçaram um pequeno jato de porra enquanto ela se entregava ao êxtase. A mancha úmida e seca na cama ganhou uma nova mancha molhada, menor, no centro. "Ah, Mark, meu amor", pensou distraidamente enquanto limpava a mão. Pegou o celular. "Te vejo hoje à noite, Dr. Gasols", mandou uma mensagem.
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