Capítulo 1: Minha esposa Karen "Como virei corno

Capítulo 1: Minha esposa Karen "Como virei cornoAs coisas não estavam pintando nada bem. Perdi meu emprego uns meses atrás por causa da economia, e tava passando por um aperto danado pra achar um trampo novo. Minha esposa Karen não trabalha, é dona de casa com nossos dois filhos, um menino de 6 anos e uma menina de 2, e a gente tava vivendo das economias. Mas elas tavam quase no fim.

Umas três semanas atrás, Karen também começou a procurar serviço. Ela tirou notas boas na faculdade, mas nunca trabalhou (a gente casou logo depois da formatura e ela engravidou na lua de mel). Com a economia fudida e contra a gente, ninguém tava contratando uma mãe de 28 anos com dois filhos pequenos e sem experiência.

— Você devia se candidatar onde eu trabalho — falou Sandy, enquanto a gente sentava em volta da mesa da cozinha bebendo vinho e tentando descobrir o que fazer.

Sandy era a melhor amiga da Karen e trabalhava numa das maiores agências de publicidade da cidade, a "CreatiVista Publicidade" (todo mundo chamava de CVB).

— O velho Matías tá procurando uma nova assistente executiva.

— Cê acha que ele me contrataria? — perguntou Karen, cheia de esperança.

Sandy deu de ombros.

Karen, parecendo meio derrotada com a resposta vazia da amiga, respondeu — Quer dizer, eu esperava algo mais do que ser secretária, mas nesse ponto aceito qualquer coisa.

Sandy colocou a mão na da Karen.

— Amiga, você seria uma assistente executiva, não uma secretária. Com o Matías, é uma diferença da porra. Você teria muita responsabilidade e ouvi dizer que o salário é bem bom.

Karen e eu olhamos pra Sandy com interesse.

— Isso podia realmente nos ajudar, tirar a gente do sufoco até eu arrumar um trampo. Mas cê acha que ele me contrataria?

— Acho que você tem uma boa chance. Quer dizer, você se formou em marketing, tirou notas boas na faculdade, é inteligente e esforçada... mas tem uma coisa.

— O quê? — eu e Karen perguntamos quase ao mesmo tempo. — Bom, você teria que trabalhar muito à noite e nos fins de semana.

— Tudo bem — ela disse.

Eu vi a expressão no rosto da Karen e segurei a mão dela.

— Sei que vai ser difícil ficar longe das crianças, mas é só temporário até eu conseguir um emprego.

Sandy levantou as mãos em sinal de alerta.

— Você não pode dizer pro Matías que é só temporário. Ele ficou puto pra caralho quando a última assistente dele saiu, porque ele tinha acabado de treinar ela. Ela engravidou e pediu demissão depois que o bebê nasceu.

— Tá bom, então é só não falar nada sobre quanto tempo vou ficar — disse Karen, dando de ombros.

— É mais que isso — falou Sandy. — O boato é que ele só tá considerando mulheres solteiras e sem filhos.

Karen olhou pra amiga.

— Tenho quase certeza que isso é ilegal.

Sandy deu de ombros de novo. — Eu sei, mas o que você vai fazer? Ele é esperto demais pra ser pego. De qualquer forma, se você quiser uma chance no trampo, vai ter que fingir que é solteira e que sua carreira é sua vida. Mas o pagamento é absurdo. Ouvi dizer que a última assistente dele ganhou quase 252 mil dólares no ano passado.

Meus olhos arregalaram. Isso era mais do que eu ganhei no meu último emprego. — Tá de sacanagem, como é que pagam tudo isso pra uma assistente? — perguntei.

Sandy deu de ombros de novo. — Bom, como eu disse, é um trampo puxado, você basicamente fica de plantão o tempo todo. Mas você recebe comissão pelos negócios que o velho Matías fecha, então quanto mais ele ganha, mais você ganha.

Uma semana depois, esperei ansioso pela Karen chegar em casa da entrevista. Se alguma coisa não desse certo logo, a gente ia ter que vender a casa.

— Como foi? — perguntei, pulando assim que ela entrou em casa.

O rosto dela era só sorrisos.

— Consegui! — ela gritou. — Começo na segunda!

Comemoramos levando as crianças pro restaurante favorito delas, McDonald's, claro. Por sorte também, já que era o único restaurante que cabia no orçamento. estado atual das nossas finanças. Depois, mamãe e papai fizeram a própria comemoração depois de deixar as crianças.

— Acho que vou gostar dessa coisa de dono de casa — falei acariciando o pescoço da Karen enquanto ela se metia na cama.

— Ah, é mesmo? Bom, você sabe, tem mais coisa em ficar em casa do que só ver ESPN o dia inteiro — brincou. Nós dois estávamos de muito bom humor porque nosso desastre financeiro parecia ter sido evitado.

— Eu sei — falei com seriedade fingida — Quero dizer, também têm os jogos de beisebol. Mas o que eu realmente tô ansioso é ver minha esposa gostosa vestida pro trabalho todo dia.

— Hum, e por que isso? — perguntou ela se fazendo de sonsa — Não vou usar nada especial. Só saias curtas, meia-calça e salto alto — Ela riu, e aí eu ataquei. Sabia que eu adorava quando ela se arrumava, mas pra cuidar das crianças, geralmente ela só usava camisetas e moletons largados, que faziam um bom trabalho escondendo as melhores partes dela. Aos 28 e mesmo depois de 2 filhos, minha esposa ainda tinha a aparência jovem. Loira natural, cara bonita e doce, e um corpinho pequeno com peitos do tamanho perfeito (mesmo depois de amamentar nossos filhos). Uma bunda firme e umas pernas longas e bem torneadas eram os melhores trunfos dela, que me caem muito bem porque eu sou um cara que ama pernas femininas.

No dia seguinte trabalhei arrumando uma pia que tava pingando enquanto a Karen e a Sandy revisavam as roupas dela.

— Karen, você vai ter que comprar roupa nova, tudo isso é tão década passada — disse a Sandy segurando um dos vestidos da Karen com uma cara clara de desaprovação.

— Você tem que lembrar, isso é publicidade, e você tem que parecer jovem e cheia de energia. Toda sua roupa parece roupa de mãe.

— O que eu posso te dizer? Sou mãe — disse a Karen dando de ombros.
Ela não comprava roupa nova há muito tempo, além de roupas de grávida. Até teve que pedir um conjunto emprestado pra Sandy pra entrevista.

Sandy segurou o rosto de Karen entre as mãos.

— Querida, você precisa sair dessa mentalidade. Se o velho Matías desconfiar que você tem filhos ou é casada, vai te mandar embora! E eu também vou me ferrar por ter te recomendado!

— Tá bom, tá bom, entendi — disse Karen, com as mãos pra cima em sinal de rendição — Mas não tenho grana pra comprar roupa nova agora.

Sandy enfiou a mão na bolsa e tirou umas roupas.

— Toma, trouxe uns conjuntos pra você se virar até o primeiro pagamento. Sorte que somos mais ou menos do mesmo tamanho.

Karen olhou desconfiada pra amiga, que era bem peituda.

— Quero dizer da cintura pra baixo — disse Sandy, rindo.

Karen deu um olhar de raiva pra Sandy e depois conferiu o que ela tinha trazido. Tudo saia curta, nenhuma passava da metade da coxa e todas eram bem justas no corpo, além de alguns pares de salto alto. Sabia que as saias iam marcar, mas provavelmente serviriam por enquanto.

— Bom, o Martim vai adorar me ver com essas coisas — ela riu.

— Olha, sem problemas enquanto sua esposa usar minhas roupas — disse Sandy na minha direção, com voz ameaçadora, mas depois piscou pra mim — Pelo menos garante que elas voltem lavadas a seco. Eu fiz cara de "quem, eu?" com olhar inocente, e ela caiu na risada.

Depois, Sandy deu pra Karen um vale-presente de 2000 reais da Victoria's Secret.

— Você me paga depois. Precisa de umas tangas. Eu sei, eu sei, você odeia, mas marca de calcinha é um erro feio. E compra meia 7/8 também — ela acenou com a mão com desdém pro "que porra é essa?" da minha esposa — Olha. Vai te fazer sentir gostosa, e você vai precisar dessa confiança extra quando lidar com todos os babacas da firma. Confia em mim.

Não consegui evitar um sorriso — Isso tá cada vez melhor — Aí tive que desviar rápido quando minha esposa jogou um dos saltos agulha em mim.

No começo foi Dureza pra Karen. Ela tinha que aprender um monte no novo emprego e odiava ficar longe das crianças. Eu ficar em casa cuidando deles (em vez de colocar na creche) ajudou pra caralho. Ter que fingir que era solteira e sem filhos não ajudava nada, porque ela não podia confiar em ninguém no trabalho, exceto na Sandy. Mas depois de uns meses, as coisas melhoraram.

Ela começou a se familiarizar com o serviço, e na real era interessante e desafiador. E a grana era foda. Com a ajuda da Jen, o velho Morgan fechou uns negócios importantes, e nós dois ficamos de queixo caído com o tamanho das comissões. A gente colocou a hipoteca em dia e até começou a reconstruir uma parte da poupança, e isso depois de comprar um guarda-roupa novo de trabalho pra Jen.

Tenho que admitir que essa foi minha parte favorita. Karen aprendeu rápido que a CVP não era um desses lugares casuais de negócios que são tão comuns hoje em dia. Esperava-se que homens e mulheres se vestissem como se tivessem acabado de sair da GQ ou da Cosmopolitan. O velho Matías era famoso por dizer: "Se você não consegue se vender, como diabos vai vender nossos clientes?"

Eu não reclamava do guarda-roupa novo da Karen. Ela voltava pra casa todo dia toda gostosa com seus vestidos de grife e saltos altos! Adorava ver ela se vestir, ainda mais porque ela tinha seguido o conselho da Sandy sobre as tangas e as meias até a coxa, e eu gostava ainda mais depois de colocar as crianças na cama, quando eu metia minha esposa gostosa na nossa cama.

Com o estresse da nossa quase falência financeira pra trás, nós dois estávamos menos tensos e nossa vida sexual tava tão boa quanto sempre.

Uma galera dos funcionários da CVP, na faixa dos 20 e 30 anos, sempre saía pra tomar umas na sexta à noite, e depois de dar desculpas por algumas semanas, Karen finalmente começou a ir. Mesmo odiando ficar mais tempo longe das crianças, ela não tinha escolha, porque tinha que manter a aparência de que era uma mulher solteira sem compromissos. Geralmente, ela voltava cedo, mas numa sexta à noite não chegou em casa até depois da meia-noite. Estava bêbada e incrivelmente com tesão. Praticamente me violentou assim que chegou em casa.

Na manhã seguinte, estava de ressaca e só se sentiu normal depois do almoço. Perguntei o que tinha acontecido na noite anterior, não que eu estivesse reclamando — o sexo foi ótimo. Ela hesitou e disse que o grupo dela começou a dançar, e alguns caras dançaram muito perto dela, então teve uns encostos e umas esbarradas. Parecia preocupada que eu fosse ficar bravo, mas falei que entendia, eram só uns solteiros saindo depois de um dia duro de trabalho, desestressando, e de qualquer jeito eu tinha me beneficiado com uma esposa extremamente com tesão na cama. Ela pareceu aliviada, e o fim de semana continuou normal.

Karen continuou saindo com os colegas de trabalho nas sextas e chegava em casa geralmente depois da meia-noite. Ela sempre chegava com tesão e a gente tinha umas transas incríveis. Percebi que agora ela tava ansiosa por essas sextas à noite com os colegas, o que me incomodou um pouco, mas não falei nada porque lembrei que eu também saía com os caras pra beber quando tava trabalhando. Além disso, o sexo depois que ela chegava nas sextas sempre foi foda, e agora eu tava transando mais do que nunca.

E mais, comecei a adorar ouvir como os colegas de trabalho homens se aproveitavam dela nessas sextas à noite. Karen sempre me contava tudo, ela sempre foi honesta, é o melhor tipo de pessoa política. Me surpreendeu que as histórias dela me excitassem, mas olhando pra trás, sempre gostei de ver outros caras dando uma olhada nela.

Geralmente, quando ela chegava em casa, a gente corria pra cama, ela excitada por toda a atenção masculina que tinha recebido. Recebido e eu ansioso pra ouvir o que tinha acontecido. A gente tirava a roupa, mas eu sempre pedia pra ela manter as meias e os saltos altos (falei que era um cara de pernas), e depois a gente transava devagar enquanto eu tinha o melhor orgasmo.

O outono virou inverno, e a festa de Natal da CVP tava chegando. Karen ia me levar como acompanhante pra gente se divertir, já que a CVP tinha fama de dar festas chiques. Desde o começo, a gente tinha montado uma boa história de fachada. Karen era recém-divorciada. Isso explicava por que ela não tava trabalhando desde a faculdade. Eu era o primo dela, e ela tava morando comigo até superar o término. Já eu tinha dois filhos e minha esposa tinha morrido uns anos atrás.

Acho que ela tava preocupada que eu visse ela com os amigos barulhentos dela. Uma coisa era ela me contar as aventuras, outra era eu ver ao vivo. Falei pra ela não se preocupar com isso. Não achei que ninguém fosse fazer algo muito louco numa festa de empresa. Mas por dentro, não me importaria se alguns caras ficassem brincando com ela, porque (por mais estranho que pareça) eu achava essa ideia excitante.

Na noite da festa, vesti meu melhor terno. Karen tinha comprado um vestido novo e tava deslumbrante. Era um vestido preto de ombros nus, de grife, que abraçava as curvas dela e mostrava um monte das pernas enormes dela. Chegamos e ela me apresentou pros colegas de trabalho. Trouxe uma bebida pra ela, e depois outra. Eu tava fingindo ser um primo acompanhante atencioso, mas na real queria relaxar ela pra se divertir.

A gente combinou que as pessoas podiam desconfiar se a gente ficasse junto parecendo um casal, então às vezes a gente se separava, conversando com grupos diferentes.

Um grupo de umas 30 pessoas parecia ser o centro das atenções. Parecia uma panelinha, tipo os populares do colégio. Como descobri, era o grupo de elite de jovens executivos na CVP. Me surpreendi ao ver minha esposa nesse grupo. Junto com ela estavam as pessoas que tinham me apresentado, então claramente era a panelinha da sexta à noite. Todos eram muito bonitos e extremamente bem vestidos, como modelos e estrelas de cinema numa festa de Hollywood.

Minha esposa se encaixava perfeitamente. Ela estava tão linda e gostosa com o vestido novo, tão segura de si entre todas aquelas pessoas lindas. Eu sabia que não me encaixaria naquela multidão, e isso me irritava. Mas ao vê-la ali, claramente o centro das atenções de vários homens, senti uma agitação na minha virilha. Mais tarde naquela noite, enquanto transávamos, fantasiei com aqueles homens comendo minha esposa.

Na semana seguinte, pensei muito. Ver a Karen na festa de Natal entre os populares (como eu os chamava) me trouxe lembranças da faculdade. Com sua aparência linda e personalidade animada, Karen era extremamente popular na faculdade. Eu a admirava de longe, porque não havia chance de uma garota como ela ficar com um nerd que nem eu.

Mas ela quase reprovou numa matéria de matemática, então a professora me designou como tutor (eu era assistente de ensino). Acho que a professora ficou tão surpresa quanto eu quando Karen se apaixonou por mim, assim como surpreendeu os amigos dela (incluindo a Sandy), e acho que os pais dela também.

A festa de Natal me irritou porque minha esposa estava de volta ao meio de uma multidão que eu achava que tínhamos deixado para trás na faculdade. A multidão de gente bonita, a multidão em que eu nunca conseguiria me encaixar. O que mais me perturbava eram as fantasias que cresciam na minha mente, da minha esposa com esses homens populares. Tudo era confuso. Não contei nada disso para a Karen, porque queria resolver isso sozinho primeiro.

Algumas semanas depois, cheguei na cozinha onde Karen e Sandy estavam amontoadas. Estavam bebendo vinho e rindo, mas quando Entrei e elas pararam de falar na hora.

— O que foi? — perguntei.

As garotas se entreolharam e Sandy lançou pra Karen aquele olhar de "você tem que contar". Minha esposa disparou flechas com os olhos pra amiga, mas finalmente disse — Bom, um dos caras do trabalho me chamou pra sair.

— Isso não é verdade — a amiga corrigiu na hora — os caras tão te chamando pra sair desde que você começou na CVP.

Olhei inquisitivo pra minha esposa — Tão? Você não me contou.

— Desculpa, mas não achei que fosse grande coisa. Quer dizer, claro que não vou sair com nenhum deles, sou casada, pelo amor de Deus.

— E é exatamente esse o ponto — disse Sandy — Karen, o povo já tá começando a comentar, se perguntando por que você nunca sai com ninguém. Logo vão desconfiar que você é casada, e assim que isso acontecer, o velho Matías vai te mandar embora.

As duas amigas se entreolharam fechando a cara. Claramente, essa era uma conversa que já vinham tendo há muito tempo. Antes mesmo de falar, eu sabia que não devia, algo sobre ouvir a cabeça grande, não a cabeça pequena.

— Talvez a Sophie tenha razão — falei dando de ombros e fingindo indiferença — Quer dizer, você tá ganhando uma grana nesse trampo, e a gente não quer arriscar o povo desconfiar.

Foi assim que minha esposa começou a sair com outros caras.

Fim do capítulo I

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5 comentários - Capítulo 1: Minha esposa Karen "Como virei corno

Ufffff 😮‍💨 y eso que es la primera parte 👌🏼🔥😈
Excelente
@abraxas1605 si está perfecta ya me imagino los riquillos esos van a darse un festín con la divorciada esa jeje 😝 😈🔥🔥🔥
@Ezequiel1605 ya puedes leerla
🔥esperemos la segunda parte
Estoy por subirla antes de la noche de hoy