Minhas primeiras lembranças me levam a uma época em que eu estava dentro de uma igreja. Tinha música, e se ouviam uns cantos lentos e monótonos que me encheram de surpresa e admiração. Mas desde então aprendi a medir a verdadeira importância dessas influências, e as atitudes dos devotos me parecem agora manifestações externas de um estado emocional interno, geralmente inexistente.Eu estava dedicado à minha tarefa profissional na perna gordinha e branca de uma garotinha de uns catorze anos, o sabor do sangue dela ainda lembro, assim como o cheiro da sua... mas tô divagando.
Pouco depois de ter começado calma e amigavelmente minhas pequenas atenções, a garotinha, assim como o resto da congregação, se levantou e foi embora. Como é natural, decidi acompanhá-la.
Tenho os sentidos da visão e da audição bem aguçados, e pude ver como, no momento em que cruzava o pórtico, um jovem deslizava na mão enluvada da garotinha uma folha dobrada de papel branco. Eu já tinha percebido o nome Cielo Riveros, bordado na meia de seda macia que a princípio me atraiu, e pude ver que esse nome também aparecia no lado de fora da carta de amor. Ela estava com a tia, uma senhora alta e majestosa, com quem não me interessava ter relações de intimidade.
Cielo Riveros era uma gostosura de apenas quatorze anos, com um corpo perfeito. Apesar da pouca idade, seus peitinhos de broto já começavam a tomar proporções que agradam ao sexo oposto. O rosto dela tinha uma inocência encantadora; seu hálito era suave como os perfumes da Arábia, e a pele parecia veludo. Cielo Riveros sabia, claro, quais eram seus encantos, e erguia a cabeça com tanto orgulho e pose quanto uma rainha. Não era difícil ver que despertava admiração ao notar os olhares de desejo e safadeza que os jovens, e às vezes até os homens mais velhos, lançavam pra ela. Na frente do templo, um silêncio geral se fez, e todos os rostos se viraram pra olhar a linda Cielo Riveros — demonstrações que falavam melhor que palavras de que ela era a mais admirada por todos os olhos e a mais desejada pelos corações masculinos.No entanto, sem dar a menor bola pro que era claramente um acontecimento do dia a dia, a mocinha seguiu com passo decidido pra casa, na companhia da tia, e ao chegar na sua morada limpa e elegante, foi direto pro quarto. Não vou dizer que a segui, porque já tava com ela, e pude ver como a gentil garota levantava uma das suas pernas lindas pra cruzar sobre a outra, a fim de desamarrar as botinhas elegantes e pequenininhas de camurça.
Pulei no tapete e comecei a examiná-la. Veio a outra bota, e sem afastar uma da outra as suas panturrilhas roliças, Cielo Riveros ficou olhando a cartinha dobrada que eu tinha notado o jovem colocar secretamente na mão dela.
Observando tudo de perto, pude ver as curvas das coxas que se abriam pra cima até as ligas, bem apertadas, pra depois sumir na escuridão, onde uma e outra se juntavam no ponto em que se encontravam com a barriguinha linda dela, quase impedindo a vista de uma fresta fina cor de pêssego, que mal mostrava seus lábios por ali. entre as sombras.
De repente, CieloRiveros deixou cair o bilhete, e como ficou aberto, tomei a liberdade de ler também. Os incautos. Percebi esse defeito original meu e, com uma alma que está muito acima dos instintos vulgares dos seres da minha raça, fui escalando alturas de percepção mental e erudição que me colocaram para sempre no pináculo da grandeza no mundo dos insetos.
É o fato de ter alcançado tal esclarecimento mental que quero evocar ao descrever as cenas que presenciei, e nas quais até tomei parte. Não vou parar para explicar por quais meios fui dotada de poderes humanos de observação e discernimento. Permitam-se simplesmente perceber, através das minhas elucubrações, que os possuo, e vamos em frente.
Dessa forma, vocês vão sacar que não sou uma pulga qualquer. Na real, quando se levam em conta as companhias que estou acostumada a frequentar, a intimidade com que lidei com as maiores personalidades, e o jeito que conheci a maioria delas, o leitor não vai duvidar em concordar comigo que, de verdade, sou o inseto mais foda e extraordinário que existe.
Minhas primeiras lembranças me levam de volta a uma época em que eu estava dentro de uma igreja. Tinha música, e se ouviam uns cantos lentos e monótonos que me encheram de surpresa e admiração. Mas desde então aprendi a medir a verdadeira importância dessas influências, e as atitudes dos devotos eu encaro agora como manifestações externas de um estado emocional interno, geralmente inexistente.
Estava dedicado à minha tarefa profissional na perna gorda e branca de uma mocinha de uns catorze anos, o sabor do sangue da qual ainda lembro, assim como o aroma da sua... mas estou divagando.Pouco depois de ter começado calma e amigavelmente minhas pequenas atenções, a mocinha, assim como o resto da congregação, se levantou e foi embora. Como é natural, decidi acompanhá-la.
Tenho os sentidos da visão e da audição bem aguçados, e pude ver como, no momento em que cruzava o pórtico, um jovem deslizava na mão enluvada da mocinha uma folha dobrada de papel branco. Eu já havia percebido o nome Cielo Riveros, bordado na suave meia de seda que a princípio me atraiu, e pude ver que esse nome também aparecia no lado de fora da carta de amor. Ela estava com sua tia, uma senhora alta e majestosa, com quem não me interessava em ter relações de intimidade.
Cielo Riveros era uma preciosidade de apenas catorze anos, e de figura perfeita. Apesar de sua juventude, seus doces peitos em botão já começavam a adquirir proporções como as que agradam ao sexo oposto. Seu rosto mostrava uma candura encantadora; seu hálito era suave como os perfumes da Arábia, e sua pele parecia de veludo. Cielo Riveros sabia, claro, quais eram seus encantos, e erguia sua cabeça com tanto orgulho e coqueteria quanto uma rainha. Não era difícil ver que despertava admiração ao observar os olhares de desejo e luxúria que os jovens lhe dirigiam, e às vezes também os homens mais maduros. Na parte externa do templo, houve um silêncio geral, e todos os rostos se viraram para olhar a linda Cielo Riveros, manifestações que falavam melhor que palavras de que ela era a mais admirada por todos os olhos, e a mais desejada pelos corações masculinos.
No entanto, sem prestar a menor atenção ao que era evidentemente um acontecimento de todos os dias, a mocinha seguiu com passo decidido em direção à sua casa, em Companhia de sutia, e ao chegar na sua casa limpa e elegante, foi direto pro quarto. Não vou dizer que segui ela, já que tava junto, e pude ver como a gostosa jovenzinha levantava uma das suas pernas lindas pra cruzar por cima da outra, só pra desamarrar as botinhas de couro fininhas e elegantes.
Pulei no tapete e fiquei de olho nela. A outra bota foi também, e sem separar as panturrilhas cheinhas uma da outra, Cielo Riveros ficou encarando o bilhete dobrado que eu tinha visto o rapaz colocar escondido na mão dela.
Observando tudo de pertinho, pude ver as curvas das coxas que subiam até as ligas, bem presinhas, e depois sumiam no escuro, onde uma e outra se juntavam no ponto que encontrava a barriga linda dela, quase escondendo uma frestinha fina cor de pêssego, que mal mostrava os lábios por entre as sombras.
De repente, Cielo Riveros deixou o bilhete cair, e como ficou aberto, me permiti ler também.
“Hoje à noite, às oito, vou estar no lugar de sempre”. Era só o que tava escrito no papel, mas parecia ter um interesse especial pra ela, já que ficou na mesma posição por um tempão, pensativa.
Minha curiosidade tinha despertado, e querendo saber mais sobre a jovem interessante, o que me dava a chance gostosa de continuar nessa promiscuidade tão prazerosa, me apressei em ficar quietinha escondida num canto recôndito e confortável, embora meio úmido, e não saí de lá, pra observar o desenrolar dos acontecimentos, até chegar a hora do encontro.
Cielo Riveros se vestiu com todo cuidado, e se preparou pra ir pro jardim que rodeava a casa de campo onde morava, fui junto com ela.
Ao chegar no fim de uma avenida longa e cheia de sombra, a moça sentou num banco rústico, e esperou a chegada da pessoa com quem Ela precisava se encontrar com ele.
Não passaram mais do que alguns minutos até que aparecesse o jovem que, pela manhã, tinha entrado em contato com minha deliciosa amiguinha.
Iniciou-se uma conversa que, se eu devo julgar pela abstração que faziam de tudo que não dissesse respeito a eles mesmos, tinha um interesse especial para ambos.
Anoitecia, e estávamos entre duas luzes. Soprava um ventinho quente e confortável, e o jovem casal permanecia entrelaçado no banco, esquecidos de tudo que não fosse a felicidade mútua.
— Você não sabe o quanto te amo, Cielo Riveros — murmurou o jovem, selando ternamente sua declaração com um beijo depositado nos lábios que ela oferecia.
— Sei, sim — respondeu ela com ar inocente —. Você não está me dizendo isso toda hora? Vou acabar me cansando de ouvir essa cantiga.
Cielo Riveros balançava inquieta seus lindos pés, e parecia pensativa.
— Quando você vai me explicar e me ensinar todas aquelas coisas divertidas de que me falou? — perguntou ela por fim, lançando-lhe um olhar, para depois fixar os olhos no chão.
— Agora — respondeu o jovem —. Agora, querida Cielo Riveros, que estamos a sós e livres de interrupções. Sabe, Cielo Riveros? Já não somos mais uns pirralhos.
Cielo Riveros concordou com um movimento de cabeça.
— Bem; há coisas que as crianças não sabem, e que os amantes não só devem conhecer, mas também praticar.
— Valha-me Deus! — disse ela, muito séria.
— Sim — continuou o companheiro —. Há entre os que se amam coisas secretas que os fazem felizes, e que são a causa da alegria de amar e ser amado.
— Meu Deus! — exclamou Cielo Riveros —. Como você ficou sentimental, Carlos! Ainda me lembro quando você dizia que sentimentalismo não passava de uma bobagem.
— Assim eu acreditava, até me apaixonar por você — retrucou o jovem.
— Besteira! — respondeu Cielo Riveros —. Mas vamos em frente, e me conta o que você me prometeu.
— Não posso te contar se não te ensinar ao mesmo tempo.
—respondeu Carlos—. O conhecimento só se aprende observando na prática. —Então vai! Segue em frente e me ensina! —exclamou a moça, cujo olhar brilhante e bochechas ardentes me fizeram perceber que ela já sabia muito bem que tipo de instrução estava pedindo.
Na impaciência dela, havia um não sei quê cativante. O jovem cedeu a esse encanto e, cobrindo com seu corpo o da donzela Cielo Riveros, aproximou os lábios dos dela e a beijou, enlevado.
Cielo Riveros não ofereceu resistência; pelo contrário, colaborou, retribuindo as carícias do seu amado.
Enquanto isso, a noite avançava; as árvores desapareciam na escuridão e estendiam suas copas altas como para proteger os jovens da luz que se desvanecia.
De repente, Carlos deslizou para o lado dela e fez um movimento leve. Sem oposição de Cielo Riveros, passou a mão por baixo das anáguas da moça. Não satisfeito com o prazer que sentiu ao ter ao alcance as meias de seda dela, tentou ir mais acima, e seus dedos inquisitivos entraram em contato com a carne macia e trêmula das coxas da moça.
O ritmo da respiração de Cielo Riveros acelerou diante desse ataque pouco delicado aos seus encantos. No entanto, estava longe de resistir; sem dúvida, o jogo excitante a agradava.
—Toca —murmurou—. Te permito.
Carlos não precisava de outro convite. Na verdade, já estava prestes a seguir em frente e, captando na hora o alcance da permissão, enfiou os dedos mais para dentro.
A moça complacente abriu as coxas quando ele fez isso, e imediatamente a mão dele alcançou os delicados lábios rosados da sua linda bucetinha.
Durante os dez minutos seguintes, o casal ficou de lábios colados, esquecido de tudo. Apenas a respiração deles denunciava a intensidade das sensações que os tomavam naquela embriaguez de lascívia. Carlos sentiu um objeto delicado que ficava duro sob seus dedos ágeis e que se destacava de um jeito... O que ela leu, desconhecido.
Naquele momento, Cielo Riveros fechou os olhos e, deixando a cabeça cair para trás, estremeceu levemente, enquanto seu corpo ficava leve e mole, e sua cabeça buscava apoio no braço do amado.
— Ah, Carlos! — murmurou. — O que você está fazendo comigo? Que sensações deliciosas você está me dando!
O rapaz não ficou parado, mas, já tendo explorado tudo o que a posição forçada em que se encontrava permitia, levantou-se e, entendendo a necessidade de satisfazer a paixão que com seus atos havia despertado, pediu à sua companheira que deixasse ele levar a mão dela até um objeto querido, que garantiu ser capaz de lhe proporcionar um prazer muito maior do que o que seus dedos tinham dado.
Nada relutante, Cielo Riveros agarrou um novo e delicioso objeto e, seja porque sentia a curiosidade que fingia, ou porque realmente se sentia tomada por desejos recém-nascidos, não pôde se recusar a trazer da sombra para a luz o objeto ereto do amigo.
Aqueles dos meus leitores que já estiveram numa situação parecida vão entender rapidamente o calor com que ela empunhou a nova aquisição e o olhar de boas-vindas com que recebeu sua primeira aparição em público.
Era a primeira vez que Cielo Riveros via um pau em plena manifestação de poder, e mesmo que não fosse, o que eu podia ver confortavelmente era de um tamanho formidável. O que mais a incitava a aprofundar seus conhecimentos era a brancura da haste e sua cabeça vermelha, da qual a pele macia se retraía quando ela apertava.
Carlos também estava todo derretido. Os olhos dele brilhavam e sua mão continuava percorrendo o jovem tesouro do qual havia tomado posse.
Enquanto isso, as brincadeiras da mãozinha sobre o jovem membro com o qual ela havia entrado em contato já tinham produzido os efeitos que costumam ser vistos em circunstâncias semelhantes em qualquer organismo saudável e vigoroso, como o do caso que nos ocupa. ocupa.
Arrebatado pela suave pressão da mão, pelos doces e deliciosos apertões, e pela inexperiência com que a garotinha puxava para trás as dobras que cobriam a fruta exuberante, para descobrir sua cabeça vermelha acesa pelo desejo, e com seu diminuto orifício à espera da oportunidade de expelir sua oferenda viscosa, o jovem estava enlouquecido de luxúria, e Cielo Riveros era presa de sensações novas e raras que a arrastavam para um turbilhão de excitação apaixonada que a fazia ansiar por um alívio ainda desconhecido.
Com seus lindos olhos semicerrados, os lábios úmidos entreabertos, a pele quente e ardente por causa dos impulsos desconhecidos que haviam tomado conta dela, era uma vítima propícia para quem quer que tivesse naquele momento a oportunidade e quisesse conseguir seus favores e arrancar-lhe sua delicada rosa juvenil.
No entanto, apesar de sua juventude, Carlos não era tão cego a ponto de deixar escapar uma oportunidade tão brilhante. Além disso, sua paixão, agora no auge, o incitava a seguir em frente, ignorando os conselhos de prudência que de outra forma teria ouvido.
Encontrou palpitante e bem molhado o centro que se agitava sob seus dedos; contemplou a linda garota estendida num convite ao esporte do amor, observou seus suspiros profundos, que faziam subir e descer seus seios, e as fortes emoções sensuais que davam vida às formas radiantes de sua jovem companheira.
As pernas macias e túrgidas da garota estavam expostas aos olhares apaixonados do jovem.
À medida que ia erguendo cuidadosamente suas roupas íntimas, Carlos descobria os segredos encantos de sua adorável companheira, até que seus olhos em chamas pousaram nos membros roliços que terminavam nas ancas brancas e no ventre palpitante.
Seu olhar ardente pousou então no centro mesmo da atração, na fenda rosada escondida ao pé de um monte de Vênus túrgido, apenas sombreado pelo mais suave dos pelinhos.
O formigamento que lhe havia administrado, e as carícias dispensadas ao objeto cobiçado tinham provocado o fluxo de umidade que costuma acompanhar a excitação, e Cielo Riveros oferecia uma fresta que mais parecia um pêssego, bem regado pelo melhor e mais doce lubrificante que a natureza pode oferecer.
Carlos aproveitou a oportunidade e, afastando suavemente a mão com que ela segurava seu pau, lançou-se furiosamente sobre a figura reclinada dela.
Prendeu com o braço esquerdo sua cintura fina; abraçou as bochechas da garota com seu hálito quente, e seus lábios apertaram os dela num beijo longo, apaixonado e urgente. Depois de liberar a mão esquerda, tentou juntar os corpos o máximo possível naquelas partes que desempenham o papel ativo no prazer sensual, esforçando-se ansiosamente para completar a união.
Cielo Riveros sentiu pela primeira vez na vida o contato mágico do órgão masculino com os lábios de seu buraquinho rosado.
Assim que percebeu o contato ardente com a cabeça dura do pau de Carlos, estremeceu visivelmente e, antecipando os prazeres dos atos venéreos, deixou escapar uma amostra abundante de sua natureza sensível.
Carlos estava enfeitiçado e se esforçava para buscar a máxima perfeição na consumação do ato.
Mas a natureza, que tanto influenciara o desenvolvimento das paixões sexuais de Cielo Riveros, tinha determinado que algo precisava acontecer antes que um broto tão precoce fosse cortado tão facilmente.
Ela era muito jovem, imatura — inclusive no sentido dessas visitas mensais que marcam o início da puberdade — e suas partes, embora cheias de perfeições e frescor, estavam pouco preparadas para a admissão de membros masculinos, mesmo os mais moderados como aquele que, com sua cabeça redonda e intrusa, lutava naquele momento para encontrar alojamento nelas.
Em vão Carlos se esforçava, pressionando com seu pau excitado para dentro das delicadas partes da garotinha adorável.
As dobras rosadas do orifício estreito resistiam a todas as tentativas de penetração na gruta mística. Em vão também a linda Cielo Riveros, naqueles momentos inflamada por uma excitação que beirava a fúria, e semienlouquecida pelo efeito do cosquinhamento que já havia sentido, secundava por todos os meios os audaciosos esforços de seu jovem amante.
A membrana era forte e resistia bravamente. Por fim, num esforço desesperado para alcançar o objetivo proposto, o jovem recuou por um momento, para então se lançar com todas as suas forças para frente, conseguindo assim abrir caminho perfurando a obstrução, e avançar a cabeça e parte de seu pau endurecido na buceta da garota que jazia debaixo dele.
Cielo Riveros soltou um pequeno grito ao sentir forçada a porta que conduzia aos seus segredos encantos, mas a delícia do contato lhe deu forças para resistir à dor com a esperança do alívio que parecia estar prestes a chegar.
No entanto, e por mais estranho que possa parecer, nenhum dos nossos amantes tinha a menor ideia a respeito, pois entregues por inteiro às deliciosas sensações que haviam tomado conta deles, uniam seus esforços para realizar movimentos ardentes que ambos sentiam que os levariam a um êxtase.
Todo o corpo de Cielo Riveros tremia de delirante impaciência, e de seus lábios vermelhos escapavam curtas exclamações que denunciavam o supremo deleite; ela estava entregue de corpo e alma às delícias da foda. Suas contrações musculares na vara que naqueles momentos já a tinha enfiada, o abraço firme com que segurava o corpo contorcido do rapaz, a delicada estreiteza da bainha molhada, justa como uma luva, tudo isso excitava os sentidos de Carlos até a loucura.
Ele enterrou seu instrumento até a raiz no corpo dela, até que os dois globos que abasteciam de masculinidade o campeão alcançaram contato com os Apertou as nádegas dela. Não conseguiu avançar mais, e se entregou de vez a colher os frutos do seu esforço.
Mas CieloRiveros, insaciável na sua paixão, assim que viu realizada a união completa que desejava, entregando-se à ânsia de prazer que o membro rígido e quente lhe proporcionava, estava excitada demais para se interessar ou se preocupar com o que pudesse acontecer depois. Possuída por espasmos loucos de luxúria, se apertava contra o objeto do seu prazer e, acolhendo-se nos braços do seu amado, com gemidos abafados de intensa emoção extática e gritinhos de surpresa e deleite, deixou escapar uma emissão copiosa que, em busca de saída, inundou os colhões de Carlos.
Assim que o jovem pôde comprovar o prazer que proporcionava à linda Cielo Riveros, e percebeu o fluxo que ela tão abundantemente derramara sobre ele, também foi tomado por um acesso de fúria lasciva. Um torrente raivoso de desejo parecia inundar-lhe as veias. Seu instrumento estava completamente enterrado nas entranhas dela. Inclinando-se para trás, extraiu o membro ardente quase até a cabeça e o enterrou novamente. Sentiu um formigamento crispante, enlouquecedor. Apertou o abraço que o mantinha unido à sua jovem amante, e no mesmo instante em que outro grito de prazer arrebatado escapava do peito palpitante dela, sentiu seu próprio ofegar sobre o seio de Cielo Riveros, enquanto derramava no interior de sua grata matriz um verdadeiro torrente de vigor juvenil.Um gemido abafado de luxúria satisfeita escapou dos lábios entreabertos de Cielo Riveros, ao sentir dentro de si o jorro de fluido seminal. Ao mesmo tempo, o frenesi lascivo da ejaculação arrancou de Carlos um grito agudo e apaixonado, enquanto ele ficava estirado de olhos revirados, como o ato final do drama sensual.
O grito foi o sinal para uma interrupção tão repentina quanto inesperada. Entre os galhos dos arbustos próximos, a figura sinistra de um homem se infiltrou, parando em pé diante dos jovens amantes. O horror congelou o sangue dos dois.
Carlos, escapulindo do que fora seu lúbrico e cálido refúgio, e com um esforço pra se manter de pé, recuou diante da aparição, como quem foge de uma cobra medonha.
Já a gentil Cielo Riveros, assim que percebeu a presença do intruso, cobriu o rosto com as mãos, encolhendo-se no banco que fora mudo testemunho do seu prazer, e incapaz de soltar qualquer som por causa do medo, se preparou pra esperar a tempestade que sem dúvida ia se desatar, pra enfrentar, ela, com toda a presença de espírito que tinha.
A incerteza dela não durou muito.
Avançando rápido em direção ao casal culpado, o recém-chegado pegou o garoto pelo braço, enquanto com um olhar duro e autoritário mandava ele arrumar a roupa.
— Rapaz imprudente! — murmurou entre os dentes —. O que você fez? Até onde sua paixão louca e selvagem te levou? Como vai encarar a ira do seu pai ofendido? Como vai acalmar o justo ressentimento dele quando eu, no cumprimento do meu dever moral, contar o estrago feito pela mão do filho único dele?
Quando terminou de falar, ainda segurando Carlos pelo pulso, a luz da lua revelou a figura de um homem de uns quarenta e cinco anos, baixo, gordo e meio corpulento. O rosto dele, francamente bonito, ficava ainda mais atraente por causa de um par de olhos brilhantes que, pretos como o ébano, lançavam em volta olhares severos de ressentimento apaixonado. Vestia hábitos clericais, cujo aspecto sombrio e limpeza faziam sobressair ainda mais suas proporções musculares notáveis e sua fisionomia surpreendente. Carlos estava completamente confuso, e se sentiu egoísta e infinitamente aliviado quando o intruso feroz se virou pra sua jovem companheira de prazeres libidinosos.
— Quanto a você, infeliz garota, só posso expressar meu máximo horror e minha justa indignação. Esquecendo-se dos preceitos de nossa santa madre igreja, sem se importar com a honra, você permitiu que esse moleque perverso e presunçoso provasse do fruto proibido. O que te resta agora? Zombada pelos seus amigos e expulsa da casa do seu tio, vai ter que se juntar às feras do campo e, como Nabucodonosor, será evitada pelos seus para não se contaminarem, e terá que implorar pelos caminhos do Senhor um mísero sustento. Ah, filha do pecado, criatura entregue à luxúria e a Satã! Eu te digo que...
O estranho tinha ido tão longe na sua repreensão à infeliz moça, que Cielo Riveros, abandonando sua postura encolhida e se levantando, juntou lágrimas e súplicas pedindo perdão para ela e para seu jovem amante.— Não diga mais — continuou, por fim, o padre feroz —. Não diga mais. Confissões não valem, e humilhações só jogam mais merda na sua ofensa. Minha mente não consegue definir qual é meu dever nessa porcaria, mas se eu obedecesse ao que sinto agora, iria direto pros seus responsáveis contar na hora as putarias que descobri por acaso.
— Pelo amor de Deus! Tenham piedade de mim! — implorou Cielo Riveros, cujas lágrimas escorriam por umas faces que pouco antes brilhavam de prazer.
— Perdoem a gente, padre! Perdoem nós dois! A gente faz tudo que estiver ao nosso alcance como penitência. Vamos mandar rezar seis missas e muitos pai-nossos pagos por nós. Com certeza a gente vai fazer a peregrinação ao túmulo de São Engulfo, que o senhor falou outro dia. Tô disposto a qualquer sacrifício se o senhor perdoar minha querida Cielo Riveros.
O padre impôs silêncio com um gesto. Depois tomou a palavra, às vezes num tom piedoso que contrastava com suas maneiras decididas e seu jeito duro.
— Chega! — disse —. Preciso de tempo. Preciso invocar a ajuda da Virgem bendita, que não conhece o pecado, mas que, sem sentir o prazer carnal da trepada dos mortais, trouxe ao mundo o menino Jesus no estábulo de Belém. Vem amanhã cedo na sacristia, Cielo Riveros. Lá, no lugar adequado, vou te revelar qual é a vontade divina sobre teu pecado. Quanto a você, jovem impetuoso, reservo todo julgamento e toda ação até o dia seguinte, quando te espero na mesma hora.
Milhares de agradecimentos saíram das gargantas dos dois penitentes quando o padre avisou que já deviam ir embora.
A noite já tinha caído há muito tempo, e estava se levantando. O sereno.
—No entanto, boa noite, e que a paz esteja convosco. Vosso segredo está a salvo comigo até nos vermos de novo — disse o padre antes de desaparecer.CURIOSA PRA SABER O DESENROLAR DE UMA AVENTURA QUE JÁ ME INTERESSAVA PRA CARALHO, AO MESMO TEMPO QUE PELA SORTE DA GENTIL E DOCE CIELO RIVEROS, ME SENTI NA OBRIGAÇÃO DE FICAR PERTO DELA, E POR ISSO TOMEI TODO CUIDADO PRA NÃO ENCHER O SACO DELA COM MINHA ATENÇÃO, PRA NÃO ACORDAR A RESISTÊNCIA DELA E DESENCADEAR UM ATAQUE FORA DE HORA, NUM MOMENTO EM QUE, PRO SUCESSO DOS MEUS PLANOS, EU PRECISAVA TÁ NO PRÓPRIO CAMPO DE OPERAÇÕES DA GAROTA.
Não vou tentar descrever o mau momento que minha jovem protegida passou no intervalo entre o momento em que ocorreu a descoberta irritante do padre confessor e a hora marcada por ele para visitá-lo na sacristia, a fim de decidir o destino da infeliz Cielo Riveros.Com passos incertos e o olhar fixo no chão, a garota assustada se apresentou diante da porta da sacristia e bateu.
A porta se abriu e o padre apareceu na soleira.
A um sinal do sacerdote, Cielo Riveros entrou, permanecendo de pé diante da figura imponente do santo varão.
Seguiu-se um silêncio constrangedor que se prolongou por alguns segundos. O padre Ambrósio o rompeu finalmente para dizer:
— Você fez bem em vir tão pontualmente, minha filha. A obediência estrita do penitente é o primeiro sinal espiritual que leva ao perdão divino.
Ao ouvir aquelas palavras bondosas, Cielo Riveros recuperou o fôlego e pareceu se livrar de um peso que oprimia seu coração.
O padre Ambrósio continuou falando, enquanto se sentava sobre uma longa almofada que cobria um grande baú de carvalho.—Pensei muito em você, e também roguei por sua causa, minha filha. Durante algum tempo, não encontrei jeito nenhum de deixar minha consciência livre de culpa, a não ser recorrer ao seu protetor natural para revelar o terrível segredo que involuntariamente acabei sabendo.
Fez uma pausa, e Céu Riveros, que conhecia muito bem o caráter severo do tio, de quem aliás dependia completamente, começou a tremer ao ouvir tais palavras.
Segurando-a pela mão e puxando-a de modo que ela teve que se ajoelhar diante dele, enquanto a mão direita pressionava seu ombro bem torneado, o padre continuou:
—Mas me doeu pensar nos resultados horríveis que teriam se seguido a tal revelação, e pedi à Virgem Santíssima que me assistisse nessa tribulação. Ela me mostrou um caminho que, ao mesmo tempo que serve aos propósitos da santa igreja, evita as consequências que traria o fato chegar ao conhecimento do seu tio. No entanto, a primeira condição necessária para podermos seguir esse caminho é a obediência absoluta.
Céu Riveros, aliviada da angústia ao ouvir que havia um caminho de salvação, prometeu na hora obedecer cegamente às ordens do seu pai espiritual.
A mocinha estava ajoelhada aos pés dele. O padre Ambrósio inclinou sua grande cabeça sobre a figura prostrada dela. Um tom de cor avermelhava suas bochechas, e um fogo estranho iluminava seus olhos. Suas mãos tremiam levemente quando se apoiaram sobre os ombros da sua penitente, mas ele não perdeu a compostura. Sem dúvida, seu espírito estava perturbado pelo conflito nascido da necessidade de seguir adiante com o cumprimento estrito do seu dever, e os passos tortuosos com que pretendia evitar sua cruel exposição.
O santo padre começou então um longo sermão sobre a virtude da obediência, e da absoluta submissão às normas ditadas pelo ministro da santa igreja.
Cielo Riveros reafirmou a certeza de que seria muito paciente, e de que obedeceria tudo quanto lhe fosse ordenado.
No entanto, era evidente pra mim que o padre era vítima de um espírito controlado, mas rebelde, que às vezes aparecia nele e tomava conta completamente, refletindo-se nos olhos cintilantes e nos lábios apaixonados e ardentes.O padre Ambrósio atraiu cada vez mais sua bela penitente, até que os braços lindos dela descansaram sobre os joelhos dele e o rosto dela se inclinou pra baixo com piedosa resignação, quase enterrado entre as mãos dele.
— E agora, minha filha — continuou o santo varão — chegou a hora de te revelar os meios que me foram indicados pela Virgem bendita como os únicos que me autorizam a te absolver da ofensa. Existem espíritos a quem foi confiado o alívio daquelas paixões e exigências que a maioria dos servos da igreja tem proibido de confessar abertamente, mas que sem dúvida precisam ser satisfeitas. Esses poucos escolhidos estão entre aqueles que já seguiram o caminho da libertação carnal. A eles é dado o solene e sagrado dever de amenizar os desejos terrenos da nossa comunidade religiosa, dentro do mais estrito segredo.
Com a voz trêmula de emoção, e enquanto as mãos largas desciam dos ombros da moça até a cintura dela, o padre sussurrou:
— Pra você, que já provou o prazer supremo da foda, está indicado o recurso a esse ofício sagrado. Dessa forma, não só o pecado cometido será apagado e perdoado, mas você poderá aproveitar legitimamente aqueles deliciosos êxtases, aquelas sensações insuperáveis de felicidade arrebatadora que a todo momento encontrará nos braços dos seus fiéis servidores. Você vai nadar num mar de prazeres sensuais, sem sofrer as penalidades dos amores ilícitos. A absolvição vai seguir cada entrega do seu corpo gostoso pra recompensar a igreja através dos seus ministros, e você será premiada e sustentada na sua piedosa tarefa pela contemplação — ou melhor dizendo, Céu Riveros, pela participação nelas— das intensas e fervorosas emoções
que o delicioso prazer da tua pessoa linda tem que provocar.
CéuRios ouviu a insidiosa proposta com sentimentos misturados de surpresa e prazer.
Os poderosos e lascivos impulsos de sua natureza ardente despertaram na hora diante da descrição oferecida à sua fértil imaginação. Como duvidar?
O piedoso sacerdote aproximou seu corpo complacente dela e estampou um longo e quente beijo em seus lábios rosados.
— Mãe Santíssima — murmurou Céu Rios, sentindo seus instintos sexuais cada vez mais excitados —. É demais para eu aguentar! Eu queria... me pergunto... não sei o que dizer!
— Inocente e doce criatura. É minha missão te instruir. Em mim encontrarás o melhor e mais apto preceptor para a realização dos exercícios que de hoje em diante terás que executar.
O padre Ambrósio mudou de posição. Naquele momento, Cielo Riveros percebeu pela primeira vez seu olhar ardente de sensualidade, e quase sentiu medo ao descobri-lo. Foi também naquele instante que ela notou a enorme protuberância que se destacava na parte frontal da batina do santo padre.
O padre excitado mal se dava ao trabalho de disfarçar seu estado e suas intenções.
Pegando a linda moça em seus braços, beijou-a longa e apaixonadamente. Apertou o corpo macio dela contra sua volumosa pessoa e a puxou com força para um contato cada vez mais íntimo com sua figura graciosa.
Por fim, consumido pela luxúria, perdeu a cabeça e, soltando Cielo Riveros parcialmente, abriu a frente de sua batina e deixou exposto, sem o menor pudor, aos olhos atônitos de sua jovem penitente, um membro cujas proporções gigantescas, ereção e rigidez a deixaram completamente confusa.
É impossível descrever as sensações despertadas em Cielo Riveros pela descoberta repentina daquele instrumento formidável.
Seu olhar se fixou instantaneamente nele, enquanto o padre, notando seu espanto, mas percebendo que não havia nele qualquer mistura de alarme ou medo, o colocou calmamente entre suas mãos. Ao entrar em contato com uma coisa tão tremenda, um estado terrível de excitação tomou conta de Cielo Riveros.
Como até então ela só tinha visto o membro de proporções moderadas de Carlos, aquele fenômeno notável despertou rapidamente nela a maior das sensações lascivas, e, agarrando o imenso objeto o melhor que pôde com suas mãozinhas, aproximou-se dele, tomada por um deleite sensual verdadeiramente extático.
— Santo Deus! Isso é quase o céu! — murmurou Cielo Riveros. — Oh, padre, quem diria que eu seria escolhida para tamanha felicidade!
Isso já era demais para o padre Ambrósio. Ele estava encantado com a luxúria de sua linda penitente e com o sucesso de seu plano. infame treta. (De fato, ele tinha planejado tudo, já que facilitou a entrevista dos jovens, e com ela a oportunidade de se entregarem aos seus jogos ardentes, escondidos de todos, menos dele, que se agachou perto do local do encontro para contemplar com olhos cintilantes a batalha amorosa).
Levantando-se rapidamente, ergueu o corpo leve da jovem Cielo Riveros e, colocando-a sobre a almofada onde ele estivera sentado momentos antes, levantou suas pernas roliças e, afastando o máximo possível suas coxas complacentes, contemplou por um instante a deliciosa fenda rosada que aparecia sob a barriga branca. Em seguida, sem dizer uma palavra, aproximou o rosto dela e, introduzindo sua língua impudica o mais fundo que pôde na buceta molhada, começou a chupar tão deliciosamente que Cielo Riveros, num grande êxtase passional, com seu corpo jovem sacudido por contrações espasmódicas de prazer, gozou abundantemente — emissão que o santo padre engoliu como se fosse um pudim.
Seguiram-se alguns instantes de calma.
Cielo Riveros descansava de costas, com os braços estendidos para os lados e a cabeça caída para trás, numa atitude de delicioso esgotamento após as violentas emoções provocadas pelo proceder lascivo do reverendo padre.
Seu peito ainda se agitava sob a violência de seus transportes, e seus lindos olhos permaneciam semiabertos num langoroso repouso.
O padre Ambrósio era um dos poucos homens capazes de controlar seus instintos passionais em circunstâncias como essas. Contínuos hábitos de paciência na espera de alcançar os objetos propostos, o uso da tenacidade em todos os seus atos e a cautela convencional própria da ordem à qual pertencia não se haviam apagado por completo, apesar de seu temperamento fogoso e, embora de natureza incompatível com a vocação sacerdotal e com desejos tão violentos que fugiam do comum, ele aprendera a controlar suas paixões até a mortificação.
Já é hora de descortinarmos O véu que esconde o verdadeiro caráter desse homem. Digo isso com respeito, mas a verdade precisa ser dita.
O padre Ambrósio era a personificação viva da luxúria. Sua mente estava inteiramente dedicada a satisfazê-la, e seus fortes instintos animais, sua constituição ardente e vigorosa, assim como sua natureza indomável, o identificavam com a imagem física e mental do sátiro da antiguidade.
Mas Cielo Riveros só o conhecia como o padre santo que não apenas a havia perdoado de seu grave delito, mas também lhe abrira o caminho pelo qual ela poderia seguir, sem pecado, para desfrutar dos prazeres que estavam tão firmemente fixados em sua imaginação juvenil.
O sacerdote ousado, extremamente satisfeito com o sucesso de uma artimanha que colocara em suas mãos luxuriosas uma vítima, e também com a extraordinária sensualidade da natureza da jovem, e o evidente deleite com que ela se entregava à satisfação de seus desejos, preparava-se naquele momento para colher os frutos de seu engano, e se deliciava indescritivelmente com a ideia de que iria possuir todos os delicados encantos que Cielo Riveros podia lhe oferecer para mitigar sua espantosa luxúria.
Finalmente, ela era sua, e enquanto se afastava de seu corpo trêmulo, mantendo ainda em seus lábios a amostra da participação que tivera no prazer experimentado por ela, seu membro, ainda inchado e rígido, exibia uma cabeça brilhante devido à pressão do sangue e ao endurecimento dos músculos.
Assim que a jovem Cielo Riveros se recuperou do ataque que acabamos de descrever, infligido por seu confessor nas partes mais sensíveis de sua pessoa, e ergueu a cabeça da posição inclinada em que repousava, seus olhos novamente esbarraram no grande tronco que o padre mantinha impudentemente exposto.
Cielo Riveros pôde ver o longo e grosso mastro branco, e a mata de pelos pretos e crespos de onde ele emergia, balançando rigidamente para cima, e a cabeça em uma forma de ovo que se destacava na ponta, vermelha e nua, e que parecia convidar o toque da sua mão.
Contemplava aquela massa grossa e rígida de músculo e carne, e incapaz de resistir à tentação, a pegou de novo entre suas mãos.
Apertou, amassou e puxou para trás as dobras de pele que a cobriam para observar a grande glande que a coroava. Maravilhada, contemplou o buraquinho que aparecia na ponta e, segurando-o com as duas mãos, manteve-o pulsante perto do rosto. —Oh, padre! Que coisa maravilhosa! —exclamou—. Que grande! Por favor, padre Ambrósio, me diga como devo proceder para aliviar nossos santos ministros religiosos desses sentimentos que, segundo o senhor, tanto os inquietam e até lhes causam dor!
O padre Ambrósio estava excitado demais para responder, mas pegando a mão dela com a sua, ensinou à inocente garota como mover os dedos para frente e para trás naquele objeto enorme.
O prazer dele era intenso, e o de Céu Riveros não parecia ser menor.
Continuou esfregando o membro entre as palmas macias de suas mãos, enquanto olhava com ar inocente para o rosto dele. Depois perguntou em voz baixa se aquilo lhe dava muito prazer e se, por isso, ela devia continuar agindo daquela forma.
Enquanto isso, o grande pau do padre Ambrósio engrossava e crescia ainda mais por causa do cócegas excitantes que a garota fazia.
—Espera um pouco. Se continuar esfregando assim, vou gozar —disse ele em voz baixa—. É melhor segurar um pouco mais.
—Vai gozar, padrinho? —perguntou Céu Riveros avidamente—. O que isso quer dizer?
—Ah, minha doce menina, tão adorável pela sua beleza quanto pela sua inocência! Como você cumpre divinamente sua excelsa missão! —exclamou Ambrósio, encantado por abusar da evidente inexperiência de sua jovem penitente e poder assim corrompê-la—. Gozar significa completar o ato pelo qual se desfruta totalmente do prazer venéreo e envolve a liberação de uma grande quantidade de líquido branco e grosso de dentro da coisa que você segura entre as mãos, e que, ao ser expelido, proporciona igual prazer a quem o ejacula quanto à pessoa que, de alguma forma, o recebe. CieloRiveros lembrou de Carlos e seu êxtase, e entendeu na hora o que o padre queria dizer. — E esse jorro vai te dar alívio, padre?
— Claro que sim, minha filha, e por isso quero te oferecer a chance de me dar esse alívio tão benéfico, como um bendito sacrifício de um dos mais humildes servidores da igreja.
— Que delícia! — murmurou Cielo Riveros. — Por minha mão vai correr essa corrente gostosa, e é só a mim que o santo homem reserva esse final prazeroso. Que felicidade me dá poder causar tanta alegria!
Depois de expressar esses pensamentos com paixão, ela inclinou a cabeça. O objeto de sua adoração exalava um perfume difícil de definir. Ela pousou seus lábios úmidos na ponta dele, cobriu com sua boca adorável o pequeno orifício, e então beijou ardentemente o membro brilhante.
— Como se chama esse fluido? — perguntou Cielo Riveros, erguendo mais uma vez seu lindo rosto.
— Tem vários nomes — respondeu o santo homem. — Depende da classe social de quem fala. Mas entre nós, minha filha, vamos chamar de cum.
— Cum? — repetiu Cielo Riveros inocentemente, deixando escapar a palavra erótica por entre seus doces lábios, com uma unção que naquelas circunstâncias era natural.
— Sim, minha filha, a palavra é cum. Pelo menos é assim que quero que você chame. E daqui a pouco vou te inundar com essa essência tão preciosa.
— Como eu tenho que receber? — perguntou Cielo Riveros, pensando em Carlos, e na diferença enorme entre o instrumento dele e o pênis gigantesco que tinha na sua frente naquele momento.
— Tem vários jeitos, todos os quais você precisa aprender. Mas agora não estamos bem acomodados para o principal dos atos do rito venéreo, a cópula permitida que já mencionamos. Então temos que substituir por outro meio mais simples, então em vez de eu descarregar essa essência chamada leite dentro do seu corpo, Considerando que a extrema estreiteza da sua fenda faria com que fluísse com abundância extrema, começaremos com a fricção por meio dos seus obedientes dedos, até que chegue o momento em que se aproximem os espasmos que acompanham a emissão. Chegado o instante, a um sinal meu, você tomará entre seus lábios o máximo que couber neles da cabeça deste objeto, até que, expelida a última gota, eu me retire satisfeito, pelo menos temporariamente.
Céu Riveros, cujo instinto lascivo lhe permitira aproveitar a descrição feita pelo confessor, e que estava tão ansiosa quanto ele próprio para realizar o atrevido programa, manifestou rapidamente sua vontade de agradar.
Ambrósio colocou mais uma vez seu enorme pau nas mãos de Céu Riveros. Excitada tanto pela visão quanto pelo contato de tão notável objeto, que segurava entre ambas as mãos com verdadeiro deleite, a jovem se pôs a fazer cócegas, esfregar e apertar o enorme e duro membro, de modo que proporcionava ao licencioso cura o maior dos prazeres.
Não satisfeita em esfregá-lo com seus delicados dedos, Céu Riveros, deixando escapar palavras de devoção e satisfação, levou a cabeça espumante aos seus lábios rosados e a introduziu até onde foi possível, na esperança de provocar com seus toques e com as suaves carícias de sua língua a deliciosa ejaculação que deveria sobrevir.
Isso era mais do que o santo varão havia esperado, já que nunca supôs que fosse encontrar uma discípula tão bem disposta para o ataque irregular que havia proposto. Despertadas ao máximo suas sensações pelo delicioso cócegas de que era objeto, ele se dispunha a inundar a boca e a garganta da garotinha com o fluxo de sua poderosa descarga.
Ambrósio começou a sentir que não tardaria a gozar, com o que iria terminar seu prazer.
Era um desses seres excepcionais, cuja abundante ejaculação seminal é muito maior que a dos indivíduos normais. Não só estava dotado do singular Não era que ele conseguisse repetir o ato venéreo em intervalos curtos, mas sim que a quantidade com que terminava seu prazer era tão tremenda quanto incomum. A superabundância parecia estar relacionada com a proporção em que suas paixões animais tinham sido despertadas, e quando seus desejos libidinosos haviam sido prolongados e intensos, suas emissões de sêmen também o eram.
Foi nessas circunstâncias que a doce Cielo Riveros assumiu a tarefa de deixar escapar os torrentes de luxúria daquele homem. Sua boquinha doce seria a receptora dos grossos e viscosos torrentes que até então ela não havia experimentado, e, ignorante como era dos resultados do alívio que tão ansiosamente queria administrar, a bela donzela desejava a consumação de seu trabalho e o derramamento de porra de que o bom padre lhe falara.
O exuberante membro engrossava e se enardecia cada vez mais, à medida que os excitantes lábios de Cielo Riveros aprisionavam sua larga cabeça e sua língua brincava em torno do pequeno orifício. Suas mãos brancas o privavam de sua pele dúctil, ou coçavam alternadamente sua extremidade inferior.
Duas vezes Ambrosio retirou a cabeça de seu membro dos lábios rosados da moça, já incapaz de aguentar a vontade de gozar com o delicioso contato deles.
Por fim, Cielo Riveros, impaciente com a demora e tendo aparentemente alcançado um máximo de perfeição em sua técnica, pressionou com mais energia do que antes o dardo ereto.
Instantaneamente, ocorreu um enrijecimento nas extremidades do bom padre.
Suas pernas se abriram amplamente
para ambos os lados de sua penitente. Suas mãos se agarraram convulsivamente na almofada. Seu
corpo se projetou para frente e se endireitou.
— Deus santo! Vou gozar! — exclamou, enquanto, com os lábios entreabertos e os olhos vidrados, lançava um último olhar para sua inocente vítima. Depois, estremeceu profundamente e, entre lamentos e gritos histéricos entrecortados, Supena, por causa da provocação da garotinha, começou a jorrar torrentes de um líquido grosso e viscoso.
Cielo Riveros, entendendo pelos jatos que, um após o outro, inundavam sua boca e desciam garganta abaixo, assim como pelos gritos do parceiro, que ele estava curtindo ao máximo os efeitos do que ela havia provocado, continuou sugando e apertando até que, cheia das descargas viscosas e quase sufocada pela abundância, foi obrigada a soltar aquela seringa humana que continuava gozando a jatos sobre o rosto dela.
— Mãe santa! — exclamou Cielo Riveros, cujos lábios e rosto estavam inundados de porra do padre. — Que prazer você me proporcionou! E o senhor, meu pai, não ganhou o alívio preciado que precisava?
O padre Ambrósio, agitado demais para responder, puxou a moça gentil para os braços e, comprimindo os lábios escorrendo, cobriu-os com beijos molhados de gratidão e prazer.
Passou-se um quarto de hora em descanso tranquilo, que nenhum sinal de perturbação externa veio interromper.
A porta estava trancada, e o padre tinha escolhido bem o momento.
Enquanto isso, Cielo Riveros, terrivelmente excitada pela cena que tentamos descrever, tinha concebido o desejo extravagante de que o membro rígido de Ambrósio fizesse com ela mesma a operação que havia sofrido com a arma de proporções moderadas de Carlos.
Passando os braços em volta do pescoço robusto do confessor, sussurrou palavras ternas de convite, observando, ao fazer isso, o efeito que causavam no instrumento que já ficava duro entre as pernas dela.
—Vocês me disseram que a estreiteza dessa fenda —e Cielo Riveros colocou a mão larga dele sobre ela, pressionando-a em seguida suavemente— faria vocês descarregarem uma quantidade abundante de porra que possuem. Por que não posso, pai meu, sentir ela se derramar dentro do meu corpo pela ponta dessa coisa vermelha?Era evidente o quanto a beleza da jovem Cielo Riveros, assim como a inocência e ingenuidade do seu caráter, inflamavam o natural já de por si sensual do sacerdote. Saber-se vencedor, tê-la absolutamente impotente entre suas mãos, a delicadeza e refinamento da moça, tudo isso conspirava ao máximo para despertar seus instintos libertinos e desenfreados desejos. Era dele, dele para gozar à vontade, dele para satisfazer qualquer capricho da sua terrível luxúria, e estava pronta a se entregar à mais desenfreada sensualidade.
—Pelo amor de Deus, isso é demais! —exclamou Ambrósio, cuja luxúria, de novo acesa, voltava a atacá-lo violentamente diante de tal pedido—. Docinha, você não sabe o que pede. A desproporção é terrível, e você vai sofrer demais ao tentar.
—Vou aguentar tudo —respondeu Cielo Riveros—, contanto que possa sentir essa coisa terrível dentro de mim, e provar dos jatos de porra.
—Santa mãe de Deus! É demais para você, Cielo Riveros. Você não tem ideia das medidas dessa máquina, uma vez inchada, criatura adorável, nadaria num oceano de leite quente.
—Ah, padrinho! Que felicidade celestial!
—Tira a roupa, Cielo Riveros. Tire tudo que possa atrapalhar nossos movimentos, que prometo que serão extremamente violentos.
Cumprindo a ordem, Cielo Riveros se despiu rapidamente de suas roupas, e, buscando agradar seu confessor com a plena exibição de seus encantos, a fim de que o membro dele se alongasse na proporção do que ela mostrasse de suas nudezes, se despiu até da mais mínima peça íntima, para ficar tal como veio ao mundo.
O padre Ambrósio ficou atônito diante da contemplação dos encantos que se ofereciam à sua vista. A largura dos seus quadris, os botões dos seus seios, a alvura nívea da sua pele, macia como cetim, a redondeza das suas nádegas e a firmeza das suas coxas, o ventre branco e liso com seu monte adorável, e, acima de tudo, a encantadora fenda rosada que se destacava abaixo dele, espreitando timidamente entre as coxas roliças, fizeram com que ele se lançasse sobre a jovem com um rugido de luxúria.
Ambrosio agarrou sua vítima entre os braços. Apertou o corpo macio e deslumbrante dela contra o seu. Cobriu-a de beijos lascivos, e, dando rédea solta à sua língua devassa, prometeu à garota todos os prazeres do paraíso mediante a introdução do seu grande aparelho no interior da sua buceta.
Cielo Riveros acolheu essas palavras com um gritinho de êxtase, e, quando seu excitado estuprador a deitou de costas, ela já sentia a cabeça larga e túmida do pênis gigantesco pressionando os lábios quentes e úmidos da sua abertura quase virgem.
O santo varão, encontrando prazer no contato do seu pênis com os lábios quentes da buceta de Cielo Riveros, começou a empurrar para dentro com todas as suas forças, até que a grande glande da ponta se encheu de umidade secretada pela vagina sensível.
A paixão inflamava Cielo Riveros. Os esforços do padre Ambrosio para alojar a cabeça do seu membro entre os lábios úmidos da sua fenda, em vez de dissuadi-la, a estimulavam até a loucura, e, finalmente, soltando um gritinho fraco, ela se inclinou para frente e expeliu o tributo viscoso do seu temperamento lascivo.
Isso era exatamente o que o padre sem-vergonha esperava. Quando a doce e quente emissão inundou seu pênis enormemente desenvolvido, ele empurrou resolutamente e, de uma só vez, introduziu metade do seu volumoso apêndice no interior da linda garota.
Assim que Cielo Riveros se sentiu empalada pela entrada do terrível membro no interior do seu corpo tenro, perdeu o pouco controle que tinha. que conservava, e esquecendo a dor que sofria, envolveu com as pernas as costas dele, e incentivou seu enorme invasor a não ter considerações com ela.
— Minha garotinha meiga e doce — murmurou o padre lascivo —. Meus braços te envolvem, minha arma está enterrada até a metade na sua barriga. Logo você terá os prazeres do paraíso.
— Eu sei; sinto. Não se afaste; me dê o objeto delicioso até onde puder.
— Então, toma. Empurro, aperto, mas sou grande demais pra te penetrar fácil. Talvez eu te arrebente. Mas agora já é tarde demais. Tenho que te possuir... ou morrer.
As partes de Céu Rios relaxaram um pouco, e Ambrósio conseguiu penetrar mais alguns centímetros. Seu membro pulsante, úmido e nu, já tinha percorrido metade do caminho até o interior da jovem. O prazer dele era intenso, e a cabeça do seu instrumento estava deliciosamente comprimida pela bainha de Céu Rios.
— Vai, padrinho. Tô esperando a gozada que você me prometeu.
O confessor não precisava desse incentivo pra colocar em ação todos os seus tremendos poderes de foder. Ele empurrou freneticamente pra frente, e a cada novo esforço enterrou seu pau quente mais fundo, até que, finalmente, com uma estocada poderosa, enfiou até os colhões dentro da buceta de Céu Rios.
Essa introdução furiosa por parte do padre brutal foi mais do que sua frágil vítima, animada pelos próprios desejos, podia aguentar.
Com um grito fraco de angústia física, Céu Rios anunciou que seu estuprador tinha vencido toda a resistência que sua juventude opunha à entrada do membro dele, e a tortura da introdução forçada daquela massa apagou a sensação de prazer com que ela tinha inicialmente suportado o ataque.
Ambrósio soltou um grito de alegria ao contemplar a presa linda que sua cobra tinha mordido. Ele gozava com a vítima que tinha empalada com seu enorme aríete. Sentia o contato enlouquecedor com Prazer indescritível. Ele via a garota se contorcer pela agonia do estupro dela. Seu instinto impetuoso tinha despertado por completo. Acontecesse o que acontecesse, ele ia aproveitar ao máximo. Então, apertou contra seus braços o corpo da moça linda, e a presenteou com toda a extensão do seu imenso pau.
— Minha gostosa, você é realmente excitante. Você também tem que aproveitar. Vou te dar o gozo que eu te falei. Mas antes, preciso despertar minha natureza com essa cócega lasciva. Me beija, Cielo Riveros, e depois você vai ter ele. E quando meu leite quente me deixar pra entrar nas suas entranhas jovens, você vai sentir os prazeres deliciosos que eu estou sentindo. Aperta! Cielo Riveros! Deixa eu empurrar também, minha garotinha! Agora entra de novo, Ah...! Ah...!
Ambrosio se levantou por um momento e pôde ver o imenso pistão por causa do qual a linda fenda de Cielo Riveros estava naqueles momentos extraordinariamente esticada.
Firmemente encaixado naquela bainha lasciva, e saboreando profundamente a estreiteza extrema das pregas quentes de carne nas quais estava metido, ele empurrou sem se preocupar com a dor que seu pau causava, e só ansioso por obter o máximo prazer possível. Não era homem que fosse parar nesses casos diante de falsos conceitos de piedade; naqueles momentos, ele empurrava para dentro o máximo possível, enquanto febrilmente cobria de beijos os lábios abertos e trêmulos da pobre Cielo Riveros.
Por alguns minutos, não se ouviu outra coisa senão os gemidos e as sacudidas com que o padre safado se entregava para se satisfazer, e o glu-glu do seu imenso pau quando alternadamente entrava e saía da buceta da penitente Cielo Riveros.
Não dá pra supor que um homem como Ambrosio ignorasse o tremendo poder de prazer que seu pau podia despertar numa pessoa do sexo oposto, nem que seu tamanho e capacidade de descarga eram capazes de provocar as emoções mais excitantes na jovem sobre a qual ele estava. acionando.
Mas a natureza fazia valer seus direitos também na pessoa da jovem Céu Riveros. A dor da dilatação logo foi amenizada pela intensa sensação de prazer provocada pela vigorosa arma do santo varão, e não demorou para que os gemidos e lamentos da linda garota se misturassem com sons meio abafados lá no fundo do seu ser, que expressavam seu deleite.— Papai! Paizinho, meu querido e generoso paizinho! Empurra, empurra: eu aguento. Eu quero. Tô no céu. Esse instrumento bendito tem uma cabeça tão quente! Ah, meu coração! Ah... ah! Mãe bendita, o que é que eu tô sentindo?
Ambrósio via o efeito que causava. O próprio prazer dele chegava a toda velocidade. Ele se mexia furiosamente pra trás e pra frente, agradando a Céu Riveros a cada nova investida com todo o comprimento do seu pau, que se enterrava até os pelos encaracolados que cobriam suas bolas.
Por fim, Céu Riveros não aguentou mais, e presenteou o arrebatado estuprador com uma emissão quente que inundou todo o seu pau duro.
É impossível descrever o frenesi de luxúria que naqueles momentos tomou conta da jovem e encantadora Céu Riveros. Ela se agarrou com desespero ao corpo forte do padre, que agradava seu corpo angelical e voluptuoso com toda a força e poderio das suas estocadas viris.
0 comentários - Iniciada por um padre tarado I com fotos