Essa é a história da Pamela, uma mulher comum como qualquer outra, nos seus vinte e poucos anos de juventude, de pele morena, com um rostinho bonito de olhos grandes e alegres, nariz empinado, lábios finos mas sensuais, um sorriso que, por aquela pequena separação entre os dentes da frente e um sorriso safado, lembrava a Keisha Grey, cabelo liso e preto que ia até o meio das costas, um rosto sem dúvida bonito.
Pra completar, a mulher também tinha um corpo chamativo, porque a cintura e as costas eram finas e encaixavam perfeitamente nos seus quadris largos, dando lugar às suas pernas carnudas que brilhavam, parecendo douradas. Por trás, um par de bundas que de longe dava pra ver que eram duras, com um ritmo hipnótico ao andar que não era nada intencional, e na frente, um belo par de peitos grandes e bem empinados. Surpreendente que tudo isso coubesse em seus escassos um metro e cinquenta e seis centímetros de altura. Sem dúvida, uma mulher que fazia qualquer homem que a visse pensar que ela seria uma boa gostosa pra ser montada.
Ela tinha acabado de convencer o marido a investir todas as economias deles num boteco, que ela tinha que tocar todo santo dia desde cedo até de noite, então passava o dia inteiro naquele lugar.
O trabalho dela não era do agrado do marido, porque ele sabia muito bem que a mulher dele era chamativa de se ver, já que era bem fornida e não era exatamente recatada na hora de escolher a roupa. Então, vivia usando shorts curtos e justos no corpo que realçavam as bundas e pernas exuberantes dela, além de blusas sem manga e decotadas que caíam muito bem nos peitos lindos dela. E o lugar onde ela trabalhava era frequentado na maioria por homens em estado inconveniente, além de ficar num local de pouco movimento e pouca gente passando. Tirando os clientes fiéis, era um lugar que favorecia desrespeitarem a mulher dele.
Apesar de todos os "nãos" e reclamações do marido, Pamela já estava há quase seis meses trabalhando lá. De vez em quando, o marido ia ajudar, mas no geral ela tocava a barraca sozinha, já que ele também trabalhava num horário parecido. Com o tempo, ela conheceu todo tipo de gente: desde os supervisores tarados que davam em cima dela até clientes fiéis e uns bêbados aqui e ali que soltavam alguma sacanagem tipo:
- Que delícia você tá
- Nessa buceta aí eu me alinho
—Mamãe, vem aqui que vou encher essa buceta de leitada!
- morena, vamos brincar de ditongo... você procura e eu meto a língua!
- Moça. Quanto vale a coelhinha que você carrega entre as pernas?
E coisas do tipo que incomodavam a mulher, mas ela não dava importância. No entanto, tinha uma pessoa, um homem, na verdade dois, que a incomodavam bastante: eram os entregadores que traziam a cerveja três vezes por semana. E o que mais a irritava, mais do que os comentários que de vez em quando ouvia eles cochicharem entre si, era o jeito que a olhavam — de longe dava pra ver que a despiam com os olhos, sem nem se preocupar em disfarçar. Um deles, o mais baixo dos dois, com sobrepeso, barrigudo, careca — ainda tinha uns fios nas laterais da coroa —, barba e bigode grisalhos, já bem velho, devia ter uns cinquenta e poucos anos. O outro era um pouco mais alto e mais novo, mas, mesmo magro, tinha uma barriga igual ou maior que a do primeiro. Era com ele que ela sempre tinha que acertar as contas. Mas quem mais a incomodava era o primeiro, o homem mais velho, porque a mulher sentia aquele olhar penetrante e sujo do sujeito toda vez que se cruzavam, e ele nem tentava disfarçar.
Várias vezes ela tinha ouvido ele cochichar com o amigo sobre a boa buceta que a Pamela tinha, ou se ela tava usando fio dental, ou como ela era gostosa. Até que um dia ela conseguiu escutar como "O Careca" — como ela chamava ele — segredava com o parceiro e dizia:
- Dá pra ver que deve ter a bunda bem apertadinha, queria muito meter até arrebentar e fazer ela cuspir porra
Mas a Pamela era uma garota até certo ponto tímida e, apesar de "O Careca" ter razão — já que ela nunca tinha deixado o marido ou ninguém meter no cu dela —, os comentários e olhares daquele homem a incomodavam pra caralho. Mesmo assim, ela não fez nenhuma reclamação nem comentário pro marido sobre o que "O Careca" tinha dito, deixou passar como se fosse só um comentário de um tarado sem educação e não deu mais importância.
Os dias foram passando e os clientes iam e vinham, mas um dia não faltava um bêbado tarado que já tinha ido várias vezes. Depois de estudar os movimentos da garota e do marido dela, ele aproveitou quando viu a mulherão gostosa sozinha no local, foi comprar e começou a faltar com respeito, falando um monte de putaria.
- Mamita, por que tão sozinha? Podem te roubar
Pamela tentando enganar ele, disse:
— Meu marido só foi buscar a comida, não deve demorar.
Foi quando o bêbado aumentou o tom e respondeu pra ela:
- Não se faz de puta gostosa que seu marido não vem a essa hora
Pamela ficou em silêncio e o bêbado disse pra ela:
- O quê? Não tem nada a dizer?... porque sabe que é verdade, que seu marido não vem e que você é uma puta que só sabe provocar, sempre andando com seus shortinhos de vagabunda se exibindo com essa bunda gostosa, sua safada, o que você quer é que enfiem essa rola em você.
Pamela assustada e recuando só conseguiu dizer:
- Cai fora ou eu chamo a polícia
O bêbado então pulou o balcão e se jogou em cima dela, derrubando ela no chão, onde começou a apalpar ela, enquanto ela se debatia e gritava. Bem naquele momento, “O Careca”, que tinha ido na frente enquanto o parceiro dele manobrava pra estacionar o caminhão pesado, entrou no bar.
O homem, ao entrar, viu o que tava rolando. Como era um cara que trabalhava carregando peso, pegou o bêbado pelas costas e, sem dificuldade nenhuma, tirou ele de cima da mulher, carregou ele e jogou ele na rua, enquanto gritava:
Sai daqui, filho da puta, e não volta mais.
O bêbado caiu no chão e, levantando na hora, saiu correndo enquanto gritava “ela quis, ela quis”.
A Pamela, em estado de choque, com a blusa rasgada deixando à mostra o sutiã minúsculo que usava e o short subido quase virando calcinha, além de estar chorando, tentava se levantar devagar. Nisso, chegou o parceiro do “Pelão” e os dois ajudaram a infeliz garota a se levantar, aproveitando a situação para passar a mão na bunda, nas pernas e nos peitos dela. Aquele bêbado quase tinha rasgado a blusa toda da mulher, que continuava chorando enquanto a dupla se esbaldava para apalpar mais um pouco a carne da gata. Aos poucos, a moça foi se acalmando e, depois de um tempo, já mais tranquila, deixou os frentistas fazerem o serviço deles e irem embora, garantindo que já estava bem. Assim terminou aquele dia nada agradável para a mulher, que trocou de blusa, encerrou o expediente e foi para casa sem contar nada para o marido nem para ninguém, guardando aquele segredo vergonhoso.
Com o tempo, as coisas foram voltando ao normal, exceto por um detalhe: a relação entre aquela mulher e os frentistas tinha mudado. Ela já confiava mais naquela dupla e até começou a criar uma pseudoamizade com eles.
Mas também algo tinha mudado neles, eles tinham visto um pouco mais daquela mulher gostosa e não só isso, tinham conseguido acariciar ela um pouco. Isso era algo que os deixava extremamente excitados, a ponto de "El Pelón" falar pro parceiro quando estavam sozinhos no caminhão:
- Não aguento mais, tenho que comer ela, tenho que arrebentar a bunda dela
O parceiro que chamavam de "Esquisito" porque muitas vezes ria sozinho, olhou pra ele com um dos seus sorrisos debochados. "O Careca" não entendeu e falou:
- O que você tem? Por que tá sorrindo assim?
O parceiro dela só sorria até que ela respondeu:
Tava esperando esse momento chegar, também tô morrendo de vontade de comer ela e, sinceramente, já tenho tudo planejado.
Naquela mesma semana, só faltava mais um dia pra eles terem que ir ver a Pamela pra abastecer ela de cerveja, então, sem perder tempo, combinaram que aquele seria o dia.
Um domingo seria o momento, o dia em questão. "Raro" e "Pelão" já tinham se combinado, então não tinha chance de falha, tudo estava planejado. Naquele dia, eles chegaram e, enquanto "Pelão" carregava no carrinho as caixas de cerveja e "Raro" estava na frente revisando suas anotações, no momento em que Pamela estava indicando a "Pelão" onde colocar as caixas, "Raro" aproveitou para pegar um maço de notas que estava na caixa — aquela que a mulher, muito distraída, nunca fechava, coisa que o par já tinha percebido. Aquele dinheiro não era só a venda do dia, mas também para pagar várias contas.
Então, quando Pamela voltou para pagar "Raro", contou o dinheiro e viu que estava faltando. Contou de novo e percebeu que não era engano: estava faltando grana. Pamela levantou o olhar para "Raro" e, com cara de confusão, não sabia como dizer que não tinha o dinheiro completo para pagar.
O homem perguntou
- O que foi?
Pamela respondeu:
- Não dá pra pagar
Então ela, desesperada e com os olhos começando a encher de lágrimas, pediu que eles voltassem outro dia pra ela pagar o que faltasse. Claro que o "Raro" não ia aceitar, mas fingindo de desentendido, perguntou quanto ela precisava. Pamela disse o valor e o homem, ao ouvir, recusou, dizendo que se ela não pudesse pagar, ia levar a mercadoria. Aí Pamela implorou de novo pra eles voltarem outro dia pelo resto, e o "Raro" negou outra vez. Pamela tava desesperada, então falou pro "Raro":
—Não dá pra gente chegar num acordo?
Então "Raro" respondi pra ele:
- Chegar a um acordo? Do que você tá falando?
A mulher, sem pensar nas palavras, respondeu:
- Sei lá, faço o que for preciso.
Então o homem respondeu:
- Então é claro que a gente pode chegar a um acordo, você sabe o que eu quero.
Enquanto com um dedo acariciava a cintura dela na beirada da blusa, quase levantando, Pamela não era boba e entendeu na hora o que estavam sugerindo, então respondeu
- O que foi? O que você pensa que eu sou?
Raro" se afastou indignado sem dar tempo pra nada pra mulher e disse pro "Pelão" subir as caixas que ele tinha descido. Pamela viu horrorizada como "Raro" se afastava e soube que ele tava falando sério. Na hora, ela chamou "Raro" e pediu mais uma vez pra ele deixar a mercadoria e depois passar pra pegar o resto do dinheiro. "Raro", agora com a situação na mão, disse que não dava, que ia levar o que ela não conseguisse pagar.
Sem outra opção, Pamela baixou a cabeça e pensou por um instante, enquanto o "Raro" percebeu que era questão de tempo até ela ceder. O "Raro" tirou Pamela dos pensamentos quando mandou o "Pelão" subir as caixas de volta no caminhão. Naquele momento, Pamela disse:
- Pera, e se eu aceitar?
E raro eu responder pra ele
- Vai acontecer algo que você não precisa lembrar se não quiser! Só vai ser um tempinho no depósito onde você vai nos obedecer! Você, só se deixa levar.
Pamela cabisbaixa, pensando se ia conseguir fazer aquilo, ficou em silêncio enquanto abria e fechava as mãos nervosamente. Raro, entendendo que quem cala consente, deu como certo que a mulher tinha aceitado o trato, então mandou o parceiro dar uma volta enquanto ele levava Pamela pela mão até o depósito.
O depósito não tinha porta, só era separado do salão por uma cortininha improvisada. O homem, guiando a mulher, colocou Pamela de costas para a entrada do depósito e mandou ela se ajoelhar e abrir as pernas.
Pamela tava usando um shortinho branco bem justinho que marcava a fio dental rosa que ela vestia, além de uma blusa azul sem manga com um decote discreto que deixava os peitões dela enormes ainda mais espetaculares, sustentados por um sutiã rosa combinando com a fio dental, e nos pés, umas sandálias de salto bloco alto na cor bege.
Já de joelhos, Pamela, com as pernas abertas. "Raro" parou na frente dela e, depois de abaixar o zíper, puxou pra fora o pau dele, que só de pensar que ia comer a Pamela já tava endurecendo. "Raro" mostrou um pênis impressionante, coberto por uma mata de pelos pubianos ainda mais impressionante, que naquela altura já apontava direto pro céu. A mulher arregalou os olhos, não acreditava no que via — era muito maior que o do marido dela, que até então era o único homem com quem ela tinha estado. A diferença era absurda, porque aquele falo só competia com o par de bolas que pareciam bolas de beisebol penduradas no cara. Enquanto ela olhava horrorizada praquele membro, "Raro" disse:
- Agora, Pamelita, chegou sua hora! CHUPA! (Enquanto colocava uma mão sobre a cabeça da mulher e com a outra puxava seu prepúcio, revelando sua glande inchada)
A garota, de forma submissa, aproximou os lábios da glande do "Raro" enquanto, com o olhar, procurava o dele, talvez tentando pedir clemência ou pensando se daria conta de um animal tão grande. Mas ele já estava tão excitado que sua glande estava roxa, parecendo que ia explodir na cara da garota. Com delicadeza, Pamela colocou os lábios ao redor do pau do "Raro", que mal se continha, vendo que a garota, seu grande desejo, estava começando a fazer um boquete nele.
Pamela, com nojo e inexperiência, engolia o pedaço de pau do "Raro" sem vontade, enquanto ele segurava a cabeça dela com força pra não deixar escapar. Ao mesmo tempo, "El Pelón" já tinha puxado a cortina pra ver aquela coitada chupando a pica do parceiro, enquanto ele fazia sinais pra ela esperar um pouco.
A cena era excitante. “Raro”, por momentos, metia o pau na boca da Pamela, que começava a engasgar de tão fundo que a rola chegava na garganta dela, mesmo sem ela ter conseguido engolir tudo. De vez em quando, o cara tirava a pica daquela boca chupadora pra esfregar os ovos na cara da mina e dar umas porradas com o pau naquele rostinho gostoso da novinha, pra depois enfiar a bagaça de novo na boca dela, enquanto a garota começava a deixar escorrer lágrimas dos olhos e fluidos misturados com saliva escapavam pelos cantos da boca, escorrendo e jorrando até os peitos dela, manchando a blusa com uma quantidade danada de líquidos. Os minutos pareciam eternos pra mulher, que sentia o cara acelerar o ritmo e enfiar o membro mais fundo até fazer ela engolir o pau inteiro, deixando enterrado por um tempo enquanto ela empurrava timidamente com as mãos, tentando se soltar.
Exatamente quando Pamela achava que “Raro” ia gozar na boca dela, ele puxa ela pelo cabelo, separando os dois, e manda ela ficar de pé enquanto segurava o braço dela, guiando-a, pra ordenar que ela tirasse aquele shortinho branco que tava vestindo. A mulher, segurando o choro, levou as mãos até a beirada da roupa, momento em que Raro aproveitou pra tirar a calça e a cueca, ficando pelado da cintura pra baixo, só pra, quando levantou o olhar, ver atônito que a mulher tinha ficado sem o short e cobrindo a buceta uma calcinha fio dental de renda rosa fluorescente que mal segurava a bunda dela, fazendo parecer que ela tava usando uma tanga.
Impactado, o cara puxou ela pelo braço, colando ela nele enquanto beijava o pescoço dela e esfregava o pau na barriga dela por baixo da blusa, lambuzando ela com os fluidos sem se dar conta das carnes da mulher. Praticamente abraçou a bunda dela e deitou ela de costas em cima de umas caixas de cerveja que eram de papelão. praticamente formando um colchão improvisado, com a mulher deitada nessa posição, o macho se joga em cima dela, levantando a blusa dela sem tirar, e quase brigando com ela, arranca o sutiã, deixando os peitos da mulher expostos, que pularam bruscamente, dando um espetáculo impressionante pro cara, que sem perder tempo, pega nos mamilos da mulher, alternando um de cada vez, enquanto com as mãos segura ela pela cintura e pela bunda, sem parar de mexer a pélvis, enfiando a rola na racha da mulher, só a calcinha rosa impedindo a penetração.
O cara para um momento, se levanta um pouco em cima da mulher, olhando pra entreperna dela, depois se levanta e se abaixa, abrindo as pernas da mulher e puxando a calcinha pro lado, finalmente deixando a buceta da mulher à mostra.
O homem para pra admirar a intimidade da garota, que naquele momento tava praticamente se abraçando, cobrindo os peitos enquanto chorava em silêncio. Sem impedimentos, o cara olha como a racha da mulher tava bem fechadinha e depilada com cuidado, deixando só um triângulo de pelos pubianos em cima da buceta dela. O cara percebe que a mulher não tava nada dilatada, o que gerou um calor do caralho nele, que na hora se jogou na racha de prazer e começou a chupar e lamber a mulher, penetrando ela com a língua enquanto ela tentava fechar as pernas, mas o homem impedia com as mãos.
O homem se levanta sem deixar a mulher fechar as pernas, e ficando entre elas, se posiciona apontando o pau pra buceta recém babada da garota, que fecha os olhos com força enquanto as lágrimas escorrem, impedindo que ela visse como o macho posicionava a glande entre os lábios vaginais dela. Ao sentir isso, a mulher deu um pequeno pulo pra trás, arqueando as costas e se apoiando nos braços enquanto abria Grandes olhos arregalados, ela exclamou:
— Para, por favor... Por favor, coloca a camisinha, eu te imploro, não me engravida.
Raro caiu na gargalhada enquanto respondia:
— Isso te preocupa, menina? Fica tranquila, fiz vasectomia há anos, só tiro tiro de festim.
Pamela, com o rosto descomposto, ficou em silêncio enquanto sentia as mãos de Raro acariciarem sua entrepernas. Durante os segundos em que a mulher ficou sem saber o que fazer, ele investiu com seu membro na caverna de prazer que era a buceta daquela mulher, que, de repente, soltou um grito alto de dor, pois se sentiu dolorida e cheia por um tremendo animal que invadia seu interior — ela acabara de ser violentamente penetrada.
Pamela agora forcejava com todas as forças, tentando se livrar daquele canalha que se agarrava às suas generosas cadeiras enquanto bombeava ferozmente, enfiando a pica na vagina até que o homem se separou e deu um passo para trás para gritar com a mulher:
— Por que você resiste? Quer que eu vá embora então? Quer que eu leve tudo e seu negócio vá pra merda? Não tínhamos feito um trato, sua puta?
Pamela ficou em silêncio, abaixando a cabeça. Raro então se sentou ao lado dela, ainda de pau duro, acariciou a cabeça da mulher e disse:
— Vejo que você tomou sua decisão. Então faz o seguinte: monta em mim. Quero que agora você me cavalgue.
Depois de dizer isso, Raro se deitou nas caixas, esperando a mulher, que, sem levantar o olhar, se levantou e, em seguida, colocou uma perna de cada lado do homem, ficando montada nele. O homem então afastou novamente a calcinha da garota enquanto ela descia lentamente, abraçando com seus lábios vaginais a glande daquele macho, cravando-se nela mesma na menor velocidade possível, tentando evitar o ato, soltando pequenos gemidos cada vez que o homem movia a pélvis para cima, dando pequenas estocadas nela. entranhas da mulher, a ponto do homem não aguentar mais a ansiedade e, segurando a mulher pelos quadris, enfiou de uma só vez o membro inteiro até sentir os ovos batendo nas nádegas dela, enquanto dela escapava um novo grito de dor que se tornava entrecortado, pois mal sentindo-se completamente dentro da vítima, começou a bombear a rola ferozmente num ritmo frenético.
A vista era espetacular para o Pelão, que nessa altura já tinha afastado a cortina que separava o depósito da loja e via impactado como a buceta da mulher engolia a duras penas o pedaço do companheiro, pois aqueles lábios íntimos estavam extremamente esticados, a ponto de ficarem brilhantes de tão tensos pelo esforço de aguentar um animal daqueles dentro dela, enquanto o quarto se enchia dos gemidos da mulher, que com o pouco fôlego mal conseguia balbuciar um quase ininteligível "para, tá doendo", enquanto ao fundo se ouvia um som molhado cada vez que tiravam a vara do queijo e enfiavam de novo bruscamente, finalizando com o inconfundível som dos ovos de um macho no cio batendo nas nádegas de uma mulher no cio.
Raro se agarrava nos quadris da mulher para que ela não escapasse, enquanto com a boca se prendia nos mamilos da garota, lambendo, chupando e mordiscando. De vez em quando soltava o quadril da mulher com uma mão para apertar os peitos dela, que pulavam desordenados a cada estocada, até que numa dessas vezes guiou a mão até a boca, cuspindo na palma para depois levar os dedos babados direto na racha que divide as nádegas da mulher, procurando o cu dela.
Pamela imediatamente tentou se soltar, mas Raro impediu enfiando a rola e apertando ela contra si com o braço que segurava o quadril, enquanto a garota insistia agora com todas as forças.
— O que cê tá fazendo? Por aí não.
— Calma, só tô checando o óleo — respondeu. burlonamente raro.
Mas a mulher respondeu:
– É que vai doer, nunca fiz pelo cu.
– Calma, princesa, a gente sabe o que tá fazendo.
Foi a resposta de raro, que não parava de massagear o cu da garota, dilatando devagar a entrada traseira dela, deixando-a imóvel enquanto não parava de esfregar o cu da mulher e a abraçava, segurando os braços dela com os dele, forçando ela a empinar a bunda, apoiando as pernas pra levantar o quadril, enfiando até a raiz o pau dele na buceta dela e deixando ela assim por um tempo, no qual a mulher sentia o macho mexer o pau dentro dela, pois ele tinha completamente enterrado durante todo aquele tempo. A mulher suplicava agora, chorando.
– Te imploro, para, meu cu não, nunca fizeram isso por lá, nem pro meu marido eu dei, sou virgem por trás, filho da puta.
A mulher apertava os dentes e os olhos até sentir que aquele cara estranho tinha parado de massagear o cu dela, mas agora sentia que estava sendo tocada por outra pessoa. Quando conseguiu virar o olhar, viu que o careca agora colocava as mãos em cima dela e, com as mãos, separava as nádegas dela enquanto ele estava nu da cintura pra baixo e, entre as pernas, carregava uma ereção enorme, a ponto de sair líquido da uretra dele que escorria sobre ela.
A visão era horrível pra mulher, que começou a gritar e tentar pular, tentando defender a entrada traseira, mas o estranho a abraçou com mais força e, com uma mão, tapou a boca dela, abafando os gritos, enquanto o careca apoiava as mãos em cima dela, imobilizando-a completamente e deixando o cu dela à mercê daquela pica que tentava penetrá-la.
A garota fixou o olhar pra frente enquanto lágrimas escorriam pelo rosto dela e sentia uma cabeça de pau pressionando contra o esfíncter anal dela e, na base da força bruta, abrindo caminho nas entranhas dela, rasgando tudo por onde passava, porque, apesar de ter sido dilatada, o tamanho daquela pica superava de longe os limites ideais pra cavidade da mulher, que, milímetro por milímetro, era profanada pelo que ela percebia como uma barra de ferro fervendo em brasa.
Os gritos abafados se intensificavam a cada segundo em que a garota era empalada sem parar nem um momento, enquanto o careca começava lentamente a meter e tirar uma parte do membro das entranhas da mulher. Durante vários segundos, o homem continuou o trabalho dele, furando a mulher até que não aguentou mais e, de uma só estocada, enterrou todo o membro na garota, batendo as bolas dele contra o períneo da mulher, que, por sua vez, arqueou as costas enquanto gritava de dor.
Aquele par de desgraçados se agarrou na mulher, que, como um touro mecânico, tentava derrubar os caras que estavam estuprando ela, e, pendurado nas carnes da fêmea, o estranho a abraçava quase pela cintura com uma mão e tapava a boca dela. com a outra e o careca pendurado no pescoço da mulher com um braço, enquanto com a outra mão enroscava o fio dental da mulher puxando ele, aquele par começou a se mover em uníssono e a bombar suas pirocas na garota freneticamente. A mulher, do mesmo jeito, se segurou no raro enquanto agora apertava a mandíbula e enterrava o rosto no peito do homem que estava embaixo dela, aguentando como podia as investidas dos dois caras.
Depois de vários minutos, os caras, exaustos mas ainda duros, pararam seus movimentos e ficaram quietos com seus paus dentro da mulher, que praticamente sentia como aquelas pirocas se encontravam uma com a outra dentro dela, quase no estômago ou pelo menos essa sensação ela tinha. Resignada ao seu futuro, percebeu que os homens não se mexiam e, decidida a acabar com seu suplício, tomou a decisão de terminar ela mesma e por conta própria começou a se mover de cima para baixo, estimulando os membros dos seus estupradores. Desconcertados, os caras se deixaram querer até que sentiram a mulher começar a mexer o quadril como se fizesse círculos sem parar de subir e descer. Extasiados os caras pelo jeito gostoso que a mulher se mexia, decidiram sem trocar palavra entre si dar com tudo na fécutie mais uma vez.
O careca puxou com força então o fio da mulher, arrancando-o bruscamente, enquanto o raro metia as mãos debaixo das pernas da mulher e começaram a bombar ela ferozmente enquanto se levantavam sem tirar as pirocas.
De pé e com a mulher cravada, aquele par de caras não parava de acariciar o corpo todo da garota, que, decidida, não parava de mexer o quadril em círculos, estimulando e tentando fazer gozar aquele par de homens que cada vez mais se agarravam ao corpo da mulher, enterrando seus membros o mais fundo que a física permitia, quase se fundindo numa massa de carne onde a mulher já não aguentava mais e tinha começado a soltar gritos de dor, pois nunca tinha tido membros de tanta envergadura dentro dela buceta dela mina e muito menos uma dupla penetração.
O careca, que até aquele momento era quem tinha recebido mais estímulo visual, já não aguentava mais, a ponto de, fora de si, se separou daquele trio, arrancando a mulher e carregando ele sozinho, sem tirar a pica do cu dela, e fazendo ela ficar de quatro no chão. O macho se posicionou por cima dela, agachado e abraçando ela pra apertar os peitos com as mãos enquanto lambia e beijava as costas e a nuca da sua vítima, igual um cachorro no cio. O careca começou a mexer a pélvis freneticamente, metendo a pica naquele ânus até pouco tempo virgem, fazendo a mulher, entre lágrimas, implorar pra ele parar porque tava doendo, até que o homem não aguentou mais e, colocando as mãos na cintura dela, se endireitou enquanto urrava e deixava o pau enterrado dentro da garota, com os olhos virados, sinal claro de que tava gozando dentro das entranhas daquela infeliz.
O homem, exausto, deu então as últimas estocadas no cu recém-estreado da Pamela, que sentia a cada investida aquele falo ficar mole e fazer escorrer do cu dela o esperma grosso e quente com que aquele homem tinha enchido o ânus dela, até que, na tentativa de continuar metendo e tirando aquele membro já flácido, não teve firmeza pra enterrar de novo e sentiu só a pélvis bater nas nádegas dela.
Satisfeito e com o privilégio de ter sido o primeiro homem a ter a sorte de aproveitar o cu daquela garota, o macho então desmontou a mulher, que ficou imóvel enquanto o homem se afastava, deixando como estampa um ânus bem aberto e vermelho, transbordando — ou melhor, vazando — uma quantidade impressionante de porra que escorria daquela cavidade, deslizando entre as nádegas e descendo pelas pernas da garota, que, ao levantar a vista, viu o raro se limpando o pau ainda duro. pau dura com aqueles shorts brancos dos quais ela havia se despido antes de ser violentada por aquele par, pra depois ele jogá-los no careca que ainda estava atrás dela.
Foi então que a mulher sentiu como, com o que com certeza eram seus shorts, limpavam meticulosamente sua entreperna e seu cu, secando o máximo que podiam, incluindo suas nádegas e parte de sua buceta machucada, mas enquanto faziam isso, ela não parava de sentir o esperma que ainda estava dentro dela fervendo por dentro.
Só depois de sentir que pararam de secá-la, ela sentiu alguém dar uma lambida na sua buceta enquanto com as mãos separavam suas nádegas. Surpresa, a mulher se virou pra ver, horrorizada, que quem tinha feito aquilo era aquele bêbado que tinha tentado estuprá-la.
Assustada, tentou se afastar se levantando, mas foi parada por Raro, que a pegou pelo pescoço e começou a estrangulá-la, imobilizando-a e dando a chance pra aquele bêbado se servir daquela mulher, enquanto ela segurava os antebraços de Raro tentando fazer ele afrouxar o estrangulamento. Ela sentia algo se posicionando de novo no seu cu agora dilatado.
O careca, exausto de um lado, via como aquele bêbado, que só tinha tirado a pau das calças, começava a bater nas nádegas da mulher com o membro pra depois separar aquele par de glúteos lindos e, posicionando a cabeça da pau naquele cu recém-estreado, começar a penetrá-la devagar enquanto a mulher, com a respiração sufocada, soltava pequenos pedidos que não seriam atendidos.
Com a cara desfigurada de desejo, aquele bêbado babava literalmente enquanto colocava as mãos nos quadris da mulher e enterrava cada vez mais fundo o pinto no cu daquela coitada, tomando seu tempo até bater as bolas contra a vítima, já tendo penetrado a mulher até o fundo. O homem se pendurou nas carnes dela e começou suas investidas, primeiro tomando seu tempo para, aos poucos, acelerar o ritmo até chegar a um ritmo frenético, enterrando sua imundície no cu da garota, que gemia a cada estocada do macho enquanto seu rosto era percorrido por lágrimas e ela lutava para puxar ar.
Aquele bêbado então se agarrou nas carnes da mulher, pois com as mãos começou a percorrer a cintura, peitos, pernas e buceta da garota, enquanto lambia suas costas. Dava pra ver que aquele sujeito estava completamente fora de si, e enquanto acelerava suas estocadas, mostrando que logo gozaria, foi segurado pelas costas e, sentindo alguém puxá-lo, foi arrancado da mulher, jogado para trás, disparando seu leite naquele exato momento, banhando as costas da morena. Para sua surpresa, era o Pelado quem, em sua mente torta, tinha decretado que só ele gozaria dentro daquele cu naquele dia.
E com xingamentos e ameaças, expulsou aquele bêbado para a rua, vendo ele se afastar, arrumando o pau recém-gozado de volta nas roupas, e fechou a cortina metálica daquele lugar onde estava fodendo aquela mulher azarada, ficando trancados a sós com ela.
Ao voltar para o depósito, o Pelado viu que o Raro não tinha soltado a mulher e a tinha deitado de barriga pra cima com as pernas bem abertas, enquanto se posicionava, agachando e colocando o pau na entrada da buceta daquela mulher, que empurrava o peito dele tentando afastar o estuprador, mas o Raro não ia parar e, praticamente deitando em cima dela, a penetrou enquanto com as mãos levantava as pernas da mulher e fazia ela colocar as panturrilhas contra o peito dele, fazendo com que as penetrações chegassem o mais fundo possível no útero da garota.
O Pelado, de olho, via como aquela buceta engolia inteiro o pau do parceiro e como, a cada estocada, aquele membro... saía quase por completo e se enterrava de novo na mulher até bater os testículos nas nádegas dela, causando um som aquoso abafado apenas pelos pedidos da puta, que entre lágrimas continuava dizendo:
- já, por favor, não quero, para, eu imploro
Mas raro quem estava deitado em cima dela e segurava com as mãos os peitos da mulher, sugando intercaladamente os mamilos dela, não dava ouvidos a nenhum súplica enquanto acelerava o ritmo até soltar aquele par de tetas e se agarrou nas nádegas da mulher enquanto enfiava o pau até o fundo das entranhas, deixando a glande dentro do útero dela e descarregando todo o leite naquele lugar, enquanto soltava um urro e empurrava com a pélvis o pau pra dentro da mulher, tentando garantir que toda a rola estivesse dentro dela, ficando assim uns minutos enquanto cuspia até a última gota de porra dentro da vítima.
Enquanto isso, ela se abraçava, chorando sem parar pelo que tinha acabado de acontecer, enquanto lá dentro sentia o pênis daquele homem pulsando igual peito ofegante, as entranhas da mulher estavam tão sensíveis que ela praticamente sentia as veias protuberantes daquela rola invasora inchada.
Por sua vez, o careca olhava como o parceiro desmontava aquela mulher, tirando lentamente o pau da buceta, dando lugar a uma enxurrada de porra que saía e saía sem mostrar sinais de acabar, enquanto o homem que tinha depositado a semente na mulher ainda tinha o pau meio roxo, segurava ele com uma mão e esfregava na mulher entre os lábios vaginais de cima pra baixo, desde o começo das nádegas até em cima do púbis, dando tapinhas com a glande no clitóris descoberto da garota, lambuzando ela com os jatos de esperma no processo.
Se afastando devagar da mulher, raro finalmente descobria a garota, que só olhava pra trás, vendo como aquelas caixas de cerveja que tinham servido de cama pra ser estuprada estavam completamente encharcadas do suor que tinha escorrido do corpo dela e dos que, contra a vontade dela, tinham sido seus amantes.
Aquele par de despachadores viu a cena morbosa de como a A garota mal conseguia se sentar nas caixas, com as pernas tremendo e a buceta ainda escorrendo porra doce. Até aquele momento, aqueles caras viram que aquele sexo feminino imaculado que encontraram no começo, agora, pelo uso brutal que sofreu, estava com os lábios vaginais abertos e inchados, igual uma rosa desabrochada.
O careca olhava com seu sorriso peculiar enquanto a mulher se curvava pra analisar os estragos no próprio corpo, se deparando com a visão horrível de como sua buceta tinha ficado toda aberta e, pior ainda, horrorizada com a porra do careca que não parava de escorrer dela. Ainda gemendo, a mulher respondeu:
— Te pedi pra colocar camisinha.
O homem, por sua vez, respondeu mais uma vez:
— Te falei pra não se preocupar, fiz vasectomia há anos, então não posso te engravidar.
Com ódio no olhar, a garota levantou os olhos pra ver aquele sujeito, só que naquele exato momento o careca agarrou ela pelo pescoço e a fez levantar. Com um movimento rápido, aquele homem a colocou de pé e a virou, esmagando ela contra uma mesa que estava encostada na parede, forçando ela a subir uma perna nela. O cara a prendeu contra o móvel, empurrando a cabeça dela contra a mesa enquanto ela apoiava as mãos nela. Já tendo posicionado ela desse jeito, o sujeito pegou o pau dele, que já tava duro de novo pelo que acabou de ver, e esfregou na fenda da mulher, começando a fazer pressão contra a buceta dela. A mulher, mais uma vez, começou a gritar pra ele parar, mas contra todas as expectativas, o macho dessa vez obedeceu e disse:
— Você tem razão, depois de ver como o careca te deixou, minha melhor opção é seu cu ainda apertado.
A mulher começou a empurrar com uma mão aquele sujeito, que, prendendo ela com o corpo, moveu a pélvis pra posicionar o pau na entrada do cu dela e, pressionando mais uma vez, enterrou a cabeça naquele buraquinho, fazendo a mulher soltar um gemido. Grito de dor, pois sentia de novo como suas paredes anais ardiam, sendo forçadas a se abrir além dos limites. Rangendo os dentes, a garota sentia centímetro por centímetro aquela pica entrando cada vez mais fundo nela, enquanto lágrimas começavam a escorrer novamente por suas bochechas.
O careca então investiu contra a mulher, enterrando a vara mais uma vez no cu da garota, que se agarrava àquela mesa vagabunda, aguentando como podia as estocadas daquele filho da puta. Sentindo-se dentro dela, ele começou o vai e vem, primeiro lento mas profundo, acelerando aos poucos o ritmo, se segurando na mesa igual a mulher pra ter mais força nas investidas, enfiando o pau mais fundo e batendo o saco inchado contra as bundas suculentas da mina, que soltava gemidos entrecortados por causa das porradas daquele que tava comendo ela.
A novinha balançava a cabeça enquanto apertava os dentes, agora com os olhos secos de tanto chorar, aguentando os ataques daquele macho, enquanto via o Raro sentado numa caixa, admirando a cena de ela sendo fodida enquanto se masturbava calmamente, fazendo o pau ficar duro de novo. Horrorizada, ela via aquela pica grossa e inchada, cheia de veias saltadas e uma cabeça que começava a vazar fluidos. Exausta e apavorada, pensava em como tinha abrigado um monstro daquele dentro dela, mas enquanto pensava nisso, sentiu o careca puxá-la, tirando o pau do cu dela e fazendo ela se ajoelhar na frente dele.
O homem moveu a mulher, agora sem vontade própria, e enquanto ela ficava de joelhos, ele brincava com um peito dela, beliscando o mamilo que, de tanto fodeção, tava duro. Enquanto fazia isso, se massageava a pica inchada até que, do nada, o Raro se levantou e se aproximou do parceiro, parando do lado dele.
Pamela olhou pra cima e viu aqueles dois paus enormes que há pouco... Antes eles tinham se alojado e gozado dentro dela, ainda em choque e impassível, ela viu com espanto aqueles membros masculinos e não conseguia evitar compará-los, pois o do Raro era comprido, com veias inchadas bem salientes, curvado pra cima e bem grosso, enquanto o do de cabelo, embora um pouco mais curto, era mais grosso, alargando no meio, fazendo parecer que inflava naquela parte, e uma cabeça mais larga e grandona que a do companheiro, com uma curvatura menos acentuada, mas ainda assim apontando pro teto.
Do nada, aquele par se aproximou da mulher ajoelhada, levando os membros até o rosto dela e batendo na cara dela com os paus eretos. A mulher, já sem vontade, só apoiou as mãos nas pernas deles enquanto continuava ajoelhada no chão, recebendo as batidas daquelas pirocas enquanto ficava de olhos fechados. Seguindo as ordens que recebia daquele par, ela abria a boca e colocava a língua pra fora pra que os caras batessem as marmotas nela, até que a excitação tomasse conta e eles enterrassem, alternadamente, cada um o membro na boca da garota, que, com o olhar perdido, se deixava fazer, apesar dos engasgos que sentia ao receber aquelas pirocas grossas que iam até a garganta. A mulher já não oferecia resistência nenhuma e, fazendo um esforço desumano, começou a estimular aqueles paus com a língua pra fazer eles gozarem e acabar com o suplício dela. Aqueles caras não iam perder a oportunidade e, vendo que a mulher tava disposta, mandavam ela lamber até os ovos. A coitada se esforçava, colocando a língua pra fora e brincando com as bolas daquele par de caras, até pegando elas com a boca e chupando. Ficaram assim por um bom tempo, com o par alternando na boca da mulher, até ficarem satisfeitos.
A garota não soube quem tinha gozado primeiro, porque no momento em que segurava aquelas pirocas, massageando uma em cada mão, um jato de porra caiu na cara dela. fazendo ela fechar os olhos, de repente sentiu outro e mais outro caindo no rosto, pescoço e peitos, os jatos de porra não paravam, até virar uma chuva de cum, a ponto de ela já não saber quantos jatos cuspiram nela, mas depois de um tempo pararam e os caras se afastaram dela, foi então que a mulher, limpando primeiro os olhos, se viu refletida num espelho que aqueles homens tinham movido e colocado na frente dela pra ela se ver refletida, quando horrorizada se olhou praticamente banhada em sêmen daqueles dois caras, a cara, os peitos, o torso, escorrendo porra, pareciam velas derretidas, porque o sêmen praticamente escorria do corpo todo dela.
Satisfeitos, os despachadores riam da expressão que se formava no rosto da mulher enquanto se aproximavam dela pra esticar os membros e, debochando, dizer pra mulher:
— Dá um beijinho neles, mal-educada, olha quanta porra você tirou da gente.
A mulher segurou os membros masculinos nas mãos e deu um beijo na glande de cada um, se afastando finalmente aqueles estupradores, deixando a mulher de joelhos se olhando no espelho, sem perceber, aqueles homens se limparam com aquele short branco e se vestiram, indo embora daquele lugar.
O careca sem dirigir palavra pra mulher, foi só o Raro que antes de sair disse:
— Muito tasty e tudo, Pamelita, mas tenho que ir, quando quiser a gente repete, ah, e se eu fosse você, evitaria ficar com seu cuck ou ele vai perceber a fodida que você deu pra gente.
A garota sem conseguir chorar porque os olhos já estavam secos não respondeu e viu aquele par ir embora, que ao sair bateram a cortina metálica daquele lugar, depois de um tempo a mulher se levantou com dificuldade porque as pernas tremiam e procurando mas sem sucesso não encontrou mais roupas suas além daquele short branco encharcado de porra e uma calcinha fio dental destruída naquele local, então se limpando com papel higiênico vestiu o short manchado, se arrumou Roupas e saiu daquele lugar para nunca mais voltar.
Ao sair, viu que aqueles homens a mantiveram presa a tarde toda, pois já era noite, e se apressou para ir para casa, chegando antes do marido, sem nunca comentar nada com ele. Arrumando alguma desculpa, disse que não voltaria mais àquele lugar, o que em parte alegrou aquele sujeito, já que ele não gostava que a mulher trabalhasse lá.
Nos dias seguintes, a mulher evitou ter relações com o marido, pois as palavras de Raro ecoavam na cabeça dela, e os fatos davam razão àquele maldito: seus lábios vaginais internos estavam voltando lentamente ao lugar, pois de tanto maltrato tinham ficado expostos. Enquanto isso, por telefone, ela deu um basta naquele local, decidindo nunca mais pisar lá como trabalhadora. Vale mencionar que, apesar dos eventos traumáticos, a mulher não mudou seu jeito de se vestir e continuava usando roupas que para ela eram superconfortáveis, mas para os outros eram extremamente provocantes, fazendo com que ela continuasse sendo uma mulher muito desejada, agora nos arredores de sua casa.
Pra completar, a mulher também tinha um corpo chamativo, porque a cintura e as costas eram finas e encaixavam perfeitamente nos seus quadris largos, dando lugar às suas pernas carnudas que brilhavam, parecendo douradas. Por trás, um par de bundas que de longe dava pra ver que eram duras, com um ritmo hipnótico ao andar que não era nada intencional, e na frente, um belo par de peitos grandes e bem empinados. Surpreendente que tudo isso coubesse em seus escassos um metro e cinquenta e seis centímetros de altura. Sem dúvida, uma mulher que fazia qualquer homem que a visse pensar que ela seria uma boa gostosa pra ser montada.
Ela tinha acabado de convencer o marido a investir todas as economias deles num boteco, que ela tinha que tocar todo santo dia desde cedo até de noite, então passava o dia inteiro naquele lugar.
O trabalho dela não era do agrado do marido, porque ele sabia muito bem que a mulher dele era chamativa de se ver, já que era bem fornida e não era exatamente recatada na hora de escolher a roupa. Então, vivia usando shorts curtos e justos no corpo que realçavam as bundas e pernas exuberantes dela, além de blusas sem manga e decotadas que caíam muito bem nos peitos lindos dela. E o lugar onde ela trabalhava era frequentado na maioria por homens em estado inconveniente, além de ficar num local de pouco movimento e pouca gente passando. Tirando os clientes fiéis, era um lugar que favorecia desrespeitarem a mulher dele.
Apesar de todos os "nãos" e reclamações do marido, Pamela já estava há quase seis meses trabalhando lá. De vez em quando, o marido ia ajudar, mas no geral ela tocava a barraca sozinha, já que ele também trabalhava num horário parecido. Com o tempo, ela conheceu todo tipo de gente: desde os supervisores tarados que davam em cima dela até clientes fiéis e uns bêbados aqui e ali que soltavam alguma sacanagem tipo:
- Que delícia você tá
- Nessa buceta aí eu me alinho
—Mamãe, vem aqui que vou encher essa buceta de leitada!
- morena, vamos brincar de ditongo... você procura e eu meto a língua!
- Moça. Quanto vale a coelhinha que você carrega entre as pernas?
E coisas do tipo que incomodavam a mulher, mas ela não dava importância. No entanto, tinha uma pessoa, um homem, na verdade dois, que a incomodavam bastante: eram os entregadores que traziam a cerveja três vezes por semana. E o que mais a irritava, mais do que os comentários que de vez em quando ouvia eles cochicharem entre si, era o jeito que a olhavam — de longe dava pra ver que a despiam com os olhos, sem nem se preocupar em disfarçar. Um deles, o mais baixo dos dois, com sobrepeso, barrigudo, careca — ainda tinha uns fios nas laterais da coroa —, barba e bigode grisalhos, já bem velho, devia ter uns cinquenta e poucos anos. O outro era um pouco mais alto e mais novo, mas, mesmo magro, tinha uma barriga igual ou maior que a do primeiro. Era com ele que ela sempre tinha que acertar as contas. Mas quem mais a incomodava era o primeiro, o homem mais velho, porque a mulher sentia aquele olhar penetrante e sujo do sujeito toda vez que se cruzavam, e ele nem tentava disfarçar.
Várias vezes ela tinha ouvido ele cochichar com o amigo sobre a boa buceta que a Pamela tinha, ou se ela tava usando fio dental, ou como ela era gostosa. Até que um dia ela conseguiu escutar como "O Careca" — como ela chamava ele — segredava com o parceiro e dizia:
- Dá pra ver que deve ter a bunda bem apertadinha, queria muito meter até arrebentar e fazer ela cuspir porra
Mas a Pamela era uma garota até certo ponto tímida e, apesar de "O Careca" ter razão — já que ela nunca tinha deixado o marido ou ninguém meter no cu dela —, os comentários e olhares daquele homem a incomodavam pra caralho. Mesmo assim, ela não fez nenhuma reclamação nem comentário pro marido sobre o que "O Careca" tinha dito, deixou passar como se fosse só um comentário de um tarado sem educação e não deu mais importância.
Os dias foram passando e os clientes iam e vinham, mas um dia não faltava um bêbado tarado que já tinha ido várias vezes. Depois de estudar os movimentos da garota e do marido dela, ele aproveitou quando viu a mulherão gostosa sozinha no local, foi comprar e começou a faltar com respeito, falando um monte de putaria.
- Mamita, por que tão sozinha? Podem te roubar
Pamela tentando enganar ele, disse:
— Meu marido só foi buscar a comida, não deve demorar.
Foi quando o bêbado aumentou o tom e respondeu pra ela:
- Não se faz de puta gostosa que seu marido não vem a essa hora
Pamela ficou em silêncio e o bêbado disse pra ela:
- O quê? Não tem nada a dizer?... porque sabe que é verdade, que seu marido não vem e que você é uma puta que só sabe provocar, sempre andando com seus shortinhos de vagabunda se exibindo com essa bunda gostosa, sua safada, o que você quer é que enfiem essa rola em você.
Pamela assustada e recuando só conseguiu dizer:
- Cai fora ou eu chamo a polícia
O bêbado então pulou o balcão e se jogou em cima dela, derrubando ela no chão, onde começou a apalpar ela, enquanto ela se debatia e gritava. Bem naquele momento, “O Careca”, que tinha ido na frente enquanto o parceiro dele manobrava pra estacionar o caminhão pesado, entrou no bar.
O homem, ao entrar, viu o que tava rolando. Como era um cara que trabalhava carregando peso, pegou o bêbado pelas costas e, sem dificuldade nenhuma, tirou ele de cima da mulher, carregou ele e jogou ele na rua, enquanto gritava:
Sai daqui, filho da puta, e não volta mais.
O bêbado caiu no chão e, levantando na hora, saiu correndo enquanto gritava “ela quis, ela quis”.
A Pamela, em estado de choque, com a blusa rasgada deixando à mostra o sutiã minúsculo que usava e o short subido quase virando calcinha, além de estar chorando, tentava se levantar devagar. Nisso, chegou o parceiro do “Pelão” e os dois ajudaram a infeliz garota a se levantar, aproveitando a situação para passar a mão na bunda, nas pernas e nos peitos dela. Aquele bêbado quase tinha rasgado a blusa toda da mulher, que continuava chorando enquanto a dupla se esbaldava para apalpar mais um pouco a carne da gata. Aos poucos, a moça foi se acalmando e, depois de um tempo, já mais tranquila, deixou os frentistas fazerem o serviço deles e irem embora, garantindo que já estava bem. Assim terminou aquele dia nada agradável para a mulher, que trocou de blusa, encerrou o expediente e foi para casa sem contar nada para o marido nem para ninguém, guardando aquele segredo vergonhoso.
Com o tempo, as coisas foram voltando ao normal, exceto por um detalhe: a relação entre aquela mulher e os frentistas tinha mudado. Ela já confiava mais naquela dupla e até começou a criar uma pseudoamizade com eles.
Mas também algo tinha mudado neles, eles tinham visto um pouco mais daquela mulher gostosa e não só isso, tinham conseguido acariciar ela um pouco. Isso era algo que os deixava extremamente excitados, a ponto de "El Pelón" falar pro parceiro quando estavam sozinhos no caminhão:
- Não aguento mais, tenho que comer ela, tenho que arrebentar a bunda dela
O parceiro que chamavam de "Esquisito" porque muitas vezes ria sozinho, olhou pra ele com um dos seus sorrisos debochados. "O Careca" não entendeu e falou:
- O que você tem? Por que tá sorrindo assim?
O parceiro dela só sorria até que ela respondeu:
Tava esperando esse momento chegar, também tô morrendo de vontade de comer ela e, sinceramente, já tenho tudo planejado.
Naquela mesma semana, só faltava mais um dia pra eles terem que ir ver a Pamela pra abastecer ela de cerveja, então, sem perder tempo, combinaram que aquele seria o dia.
Um domingo seria o momento, o dia em questão. "Raro" e "Pelão" já tinham se combinado, então não tinha chance de falha, tudo estava planejado. Naquele dia, eles chegaram e, enquanto "Pelão" carregava no carrinho as caixas de cerveja e "Raro" estava na frente revisando suas anotações, no momento em que Pamela estava indicando a "Pelão" onde colocar as caixas, "Raro" aproveitou para pegar um maço de notas que estava na caixa — aquela que a mulher, muito distraída, nunca fechava, coisa que o par já tinha percebido. Aquele dinheiro não era só a venda do dia, mas também para pagar várias contas.
Então, quando Pamela voltou para pagar "Raro", contou o dinheiro e viu que estava faltando. Contou de novo e percebeu que não era engano: estava faltando grana. Pamela levantou o olhar para "Raro" e, com cara de confusão, não sabia como dizer que não tinha o dinheiro completo para pagar.
O homem perguntou
- O que foi?
Pamela respondeu:
- Não dá pra pagar
Então ela, desesperada e com os olhos começando a encher de lágrimas, pediu que eles voltassem outro dia pra ela pagar o que faltasse. Claro que o "Raro" não ia aceitar, mas fingindo de desentendido, perguntou quanto ela precisava. Pamela disse o valor e o homem, ao ouvir, recusou, dizendo que se ela não pudesse pagar, ia levar a mercadoria. Aí Pamela implorou de novo pra eles voltarem outro dia pelo resto, e o "Raro" negou outra vez. Pamela tava desesperada, então falou pro "Raro":
—Não dá pra gente chegar num acordo?
Então "Raro" respondi pra ele:
- Chegar a um acordo? Do que você tá falando?
A mulher, sem pensar nas palavras, respondeu:
- Sei lá, faço o que for preciso.
Então o homem respondeu:
- Então é claro que a gente pode chegar a um acordo, você sabe o que eu quero.
Enquanto com um dedo acariciava a cintura dela na beirada da blusa, quase levantando, Pamela não era boba e entendeu na hora o que estavam sugerindo, então respondeu
- O que foi? O que você pensa que eu sou?
Raro" se afastou indignado sem dar tempo pra nada pra mulher e disse pro "Pelão" subir as caixas que ele tinha descido. Pamela viu horrorizada como "Raro" se afastava e soube que ele tava falando sério. Na hora, ela chamou "Raro" e pediu mais uma vez pra ele deixar a mercadoria e depois passar pra pegar o resto do dinheiro. "Raro", agora com a situação na mão, disse que não dava, que ia levar o que ela não conseguisse pagar.
Sem outra opção, Pamela baixou a cabeça e pensou por um instante, enquanto o "Raro" percebeu que era questão de tempo até ela ceder. O "Raro" tirou Pamela dos pensamentos quando mandou o "Pelão" subir as caixas de volta no caminhão. Naquele momento, Pamela disse:
- Pera, e se eu aceitar?
E raro eu responder pra ele
- Vai acontecer algo que você não precisa lembrar se não quiser! Só vai ser um tempinho no depósito onde você vai nos obedecer! Você, só se deixa levar.
Pamela cabisbaixa, pensando se ia conseguir fazer aquilo, ficou em silêncio enquanto abria e fechava as mãos nervosamente. Raro, entendendo que quem cala consente, deu como certo que a mulher tinha aceitado o trato, então mandou o parceiro dar uma volta enquanto ele levava Pamela pela mão até o depósito.
O depósito não tinha porta, só era separado do salão por uma cortininha improvisada. O homem, guiando a mulher, colocou Pamela de costas para a entrada do depósito e mandou ela se ajoelhar e abrir as pernas.
Pamela tava usando um shortinho branco bem justinho que marcava a fio dental rosa que ela vestia, além de uma blusa azul sem manga com um decote discreto que deixava os peitões dela enormes ainda mais espetaculares, sustentados por um sutiã rosa combinando com a fio dental, e nos pés, umas sandálias de salto bloco alto na cor bege.
Já de joelhos, Pamela, com as pernas abertas. "Raro" parou na frente dela e, depois de abaixar o zíper, puxou pra fora o pau dele, que só de pensar que ia comer a Pamela já tava endurecendo. "Raro" mostrou um pênis impressionante, coberto por uma mata de pelos pubianos ainda mais impressionante, que naquela altura já apontava direto pro céu. A mulher arregalou os olhos, não acreditava no que via — era muito maior que o do marido dela, que até então era o único homem com quem ela tinha estado. A diferença era absurda, porque aquele falo só competia com o par de bolas que pareciam bolas de beisebol penduradas no cara. Enquanto ela olhava horrorizada praquele membro, "Raro" disse:
- Agora, Pamelita, chegou sua hora! CHUPA! (Enquanto colocava uma mão sobre a cabeça da mulher e com a outra puxava seu prepúcio, revelando sua glande inchada)
A garota, de forma submissa, aproximou os lábios da glande do "Raro" enquanto, com o olhar, procurava o dele, talvez tentando pedir clemência ou pensando se daria conta de um animal tão grande. Mas ele já estava tão excitado que sua glande estava roxa, parecendo que ia explodir na cara da garota. Com delicadeza, Pamela colocou os lábios ao redor do pau do "Raro", que mal se continha, vendo que a garota, seu grande desejo, estava começando a fazer um boquete nele.
Pamela, com nojo e inexperiência, engolia o pedaço de pau do "Raro" sem vontade, enquanto ele segurava a cabeça dela com força pra não deixar escapar. Ao mesmo tempo, "El Pelón" já tinha puxado a cortina pra ver aquela coitada chupando a pica do parceiro, enquanto ele fazia sinais pra ela esperar um pouco.
A cena era excitante. “Raro”, por momentos, metia o pau na boca da Pamela, que começava a engasgar de tão fundo que a rola chegava na garganta dela, mesmo sem ela ter conseguido engolir tudo. De vez em quando, o cara tirava a pica daquela boca chupadora pra esfregar os ovos na cara da mina e dar umas porradas com o pau naquele rostinho gostoso da novinha, pra depois enfiar a bagaça de novo na boca dela, enquanto a garota começava a deixar escorrer lágrimas dos olhos e fluidos misturados com saliva escapavam pelos cantos da boca, escorrendo e jorrando até os peitos dela, manchando a blusa com uma quantidade danada de líquidos. Os minutos pareciam eternos pra mulher, que sentia o cara acelerar o ritmo e enfiar o membro mais fundo até fazer ela engolir o pau inteiro, deixando enterrado por um tempo enquanto ela empurrava timidamente com as mãos, tentando se soltar.
Exatamente quando Pamela achava que “Raro” ia gozar na boca dela, ele puxa ela pelo cabelo, separando os dois, e manda ela ficar de pé enquanto segurava o braço dela, guiando-a, pra ordenar que ela tirasse aquele shortinho branco que tava vestindo. A mulher, segurando o choro, levou as mãos até a beirada da roupa, momento em que Raro aproveitou pra tirar a calça e a cueca, ficando pelado da cintura pra baixo, só pra, quando levantou o olhar, ver atônito que a mulher tinha ficado sem o short e cobrindo a buceta uma calcinha fio dental de renda rosa fluorescente que mal segurava a bunda dela, fazendo parecer que ela tava usando uma tanga.
Impactado, o cara puxou ela pelo braço, colando ela nele enquanto beijava o pescoço dela e esfregava o pau na barriga dela por baixo da blusa, lambuzando ela com os fluidos sem se dar conta das carnes da mulher. Praticamente abraçou a bunda dela e deitou ela de costas em cima de umas caixas de cerveja que eram de papelão. praticamente formando um colchão improvisado, com a mulher deitada nessa posição, o macho se joga em cima dela, levantando a blusa dela sem tirar, e quase brigando com ela, arranca o sutiã, deixando os peitos da mulher expostos, que pularam bruscamente, dando um espetáculo impressionante pro cara, que sem perder tempo, pega nos mamilos da mulher, alternando um de cada vez, enquanto com as mãos segura ela pela cintura e pela bunda, sem parar de mexer a pélvis, enfiando a rola na racha da mulher, só a calcinha rosa impedindo a penetração.
O cara para um momento, se levanta um pouco em cima da mulher, olhando pra entreperna dela, depois se levanta e se abaixa, abrindo as pernas da mulher e puxando a calcinha pro lado, finalmente deixando a buceta da mulher à mostra.
O homem para pra admirar a intimidade da garota, que naquele momento tava praticamente se abraçando, cobrindo os peitos enquanto chorava em silêncio. Sem impedimentos, o cara olha como a racha da mulher tava bem fechadinha e depilada com cuidado, deixando só um triângulo de pelos pubianos em cima da buceta dela. O cara percebe que a mulher não tava nada dilatada, o que gerou um calor do caralho nele, que na hora se jogou na racha de prazer e começou a chupar e lamber a mulher, penetrando ela com a língua enquanto ela tentava fechar as pernas, mas o homem impedia com as mãos.
O homem se levanta sem deixar a mulher fechar as pernas, e ficando entre elas, se posiciona apontando o pau pra buceta recém babada da garota, que fecha os olhos com força enquanto as lágrimas escorrem, impedindo que ela visse como o macho posicionava a glande entre os lábios vaginais dela. Ao sentir isso, a mulher deu um pequeno pulo pra trás, arqueando as costas e se apoiando nos braços enquanto abria Grandes olhos arregalados, ela exclamou:
— Para, por favor... Por favor, coloca a camisinha, eu te imploro, não me engravida.
Raro caiu na gargalhada enquanto respondia:
— Isso te preocupa, menina? Fica tranquila, fiz vasectomia há anos, só tiro tiro de festim.
Pamela, com o rosto descomposto, ficou em silêncio enquanto sentia as mãos de Raro acariciarem sua entrepernas. Durante os segundos em que a mulher ficou sem saber o que fazer, ele investiu com seu membro na caverna de prazer que era a buceta daquela mulher, que, de repente, soltou um grito alto de dor, pois se sentiu dolorida e cheia por um tremendo animal que invadia seu interior — ela acabara de ser violentamente penetrada.
Pamela agora forcejava com todas as forças, tentando se livrar daquele canalha que se agarrava às suas generosas cadeiras enquanto bombeava ferozmente, enfiando a pica na vagina até que o homem se separou e deu um passo para trás para gritar com a mulher:
— Por que você resiste? Quer que eu vá embora então? Quer que eu leve tudo e seu negócio vá pra merda? Não tínhamos feito um trato, sua puta?
Pamela ficou em silêncio, abaixando a cabeça. Raro então se sentou ao lado dela, ainda de pau duro, acariciou a cabeça da mulher e disse:
— Vejo que você tomou sua decisão. Então faz o seguinte: monta em mim. Quero que agora você me cavalgue.
Depois de dizer isso, Raro se deitou nas caixas, esperando a mulher, que, sem levantar o olhar, se levantou e, em seguida, colocou uma perna de cada lado do homem, ficando montada nele. O homem então afastou novamente a calcinha da garota enquanto ela descia lentamente, abraçando com seus lábios vaginais a glande daquele macho, cravando-se nela mesma na menor velocidade possível, tentando evitar o ato, soltando pequenos gemidos cada vez que o homem movia a pélvis para cima, dando pequenas estocadas nela. entranhas da mulher, a ponto do homem não aguentar mais a ansiedade e, segurando a mulher pelos quadris, enfiou de uma só vez o membro inteiro até sentir os ovos batendo nas nádegas dela, enquanto dela escapava um novo grito de dor que se tornava entrecortado, pois mal sentindo-se completamente dentro da vítima, começou a bombear a rola ferozmente num ritmo frenético.
A vista era espetacular para o Pelão, que nessa altura já tinha afastado a cortina que separava o depósito da loja e via impactado como a buceta da mulher engolia a duras penas o pedaço do companheiro, pois aqueles lábios íntimos estavam extremamente esticados, a ponto de ficarem brilhantes de tão tensos pelo esforço de aguentar um animal daqueles dentro dela, enquanto o quarto se enchia dos gemidos da mulher, que com o pouco fôlego mal conseguia balbuciar um quase ininteligível "para, tá doendo", enquanto ao fundo se ouvia um som molhado cada vez que tiravam a vara do queijo e enfiavam de novo bruscamente, finalizando com o inconfundível som dos ovos de um macho no cio batendo nas nádegas de uma mulher no cio.
Raro se agarrava nos quadris da mulher para que ela não escapasse, enquanto com a boca se prendia nos mamilos da garota, lambendo, chupando e mordiscando. De vez em quando soltava o quadril da mulher com uma mão para apertar os peitos dela, que pulavam desordenados a cada estocada, até que numa dessas vezes guiou a mão até a boca, cuspindo na palma para depois levar os dedos babados direto na racha que divide as nádegas da mulher, procurando o cu dela.
Pamela imediatamente tentou se soltar, mas Raro impediu enfiando a rola e apertando ela contra si com o braço que segurava o quadril, enquanto a garota insistia agora com todas as forças.
— O que cê tá fazendo? Por aí não.
— Calma, só tô checando o óleo — respondeu. burlonamente raro.
Mas a mulher respondeu:
– É que vai doer, nunca fiz pelo cu.
– Calma, princesa, a gente sabe o que tá fazendo.
Foi a resposta de raro, que não parava de massagear o cu da garota, dilatando devagar a entrada traseira dela, deixando-a imóvel enquanto não parava de esfregar o cu da mulher e a abraçava, segurando os braços dela com os dele, forçando ela a empinar a bunda, apoiando as pernas pra levantar o quadril, enfiando até a raiz o pau dele na buceta dela e deixando ela assim por um tempo, no qual a mulher sentia o macho mexer o pau dentro dela, pois ele tinha completamente enterrado durante todo aquele tempo. A mulher suplicava agora, chorando.
– Te imploro, para, meu cu não, nunca fizeram isso por lá, nem pro meu marido eu dei, sou virgem por trás, filho da puta.
A mulher apertava os dentes e os olhos até sentir que aquele cara estranho tinha parado de massagear o cu dela, mas agora sentia que estava sendo tocada por outra pessoa. Quando conseguiu virar o olhar, viu que o careca agora colocava as mãos em cima dela e, com as mãos, separava as nádegas dela enquanto ele estava nu da cintura pra baixo e, entre as pernas, carregava uma ereção enorme, a ponto de sair líquido da uretra dele que escorria sobre ela.
A visão era horrível pra mulher, que começou a gritar e tentar pular, tentando defender a entrada traseira, mas o estranho a abraçou com mais força e, com uma mão, tapou a boca dela, abafando os gritos, enquanto o careca apoiava as mãos em cima dela, imobilizando-a completamente e deixando o cu dela à mercê daquela pica que tentava penetrá-la.
A garota fixou o olhar pra frente enquanto lágrimas escorriam pelo rosto dela e sentia uma cabeça de pau pressionando contra o esfíncter anal dela e, na base da força bruta, abrindo caminho nas entranhas dela, rasgando tudo por onde passava, porque, apesar de ter sido dilatada, o tamanho daquela pica superava de longe os limites ideais pra cavidade da mulher, que, milímetro por milímetro, era profanada pelo que ela percebia como uma barra de ferro fervendo em brasa.
Os gritos abafados se intensificavam a cada segundo em que a garota era empalada sem parar nem um momento, enquanto o careca começava lentamente a meter e tirar uma parte do membro das entranhas da mulher. Durante vários segundos, o homem continuou o trabalho dele, furando a mulher até que não aguentou mais e, de uma só estocada, enterrou todo o membro na garota, batendo as bolas dele contra o períneo da mulher, que, por sua vez, arqueou as costas enquanto gritava de dor.
Aquele par de desgraçados se agarrou na mulher, que, como um touro mecânico, tentava derrubar os caras que estavam estuprando ela, e, pendurado nas carnes da fêmea, o estranho a abraçava quase pela cintura com uma mão e tapava a boca dela. com a outra e o careca pendurado no pescoço da mulher com um braço, enquanto com a outra mão enroscava o fio dental da mulher puxando ele, aquele par começou a se mover em uníssono e a bombar suas pirocas na garota freneticamente. A mulher, do mesmo jeito, se segurou no raro enquanto agora apertava a mandíbula e enterrava o rosto no peito do homem que estava embaixo dela, aguentando como podia as investidas dos dois caras.
Depois de vários minutos, os caras, exaustos mas ainda duros, pararam seus movimentos e ficaram quietos com seus paus dentro da mulher, que praticamente sentia como aquelas pirocas se encontravam uma com a outra dentro dela, quase no estômago ou pelo menos essa sensação ela tinha. Resignada ao seu futuro, percebeu que os homens não se mexiam e, decidida a acabar com seu suplício, tomou a decisão de terminar ela mesma e por conta própria começou a se mover de cima para baixo, estimulando os membros dos seus estupradores. Desconcertados, os caras se deixaram querer até que sentiram a mulher começar a mexer o quadril como se fizesse círculos sem parar de subir e descer. Extasiados os caras pelo jeito gostoso que a mulher se mexia, decidiram sem trocar palavra entre si dar com tudo na fécutie mais uma vez.
O careca puxou com força então o fio da mulher, arrancando-o bruscamente, enquanto o raro metia as mãos debaixo das pernas da mulher e começaram a bombar ela ferozmente enquanto se levantavam sem tirar as pirocas.
De pé e com a mulher cravada, aquele par de caras não parava de acariciar o corpo todo da garota, que, decidida, não parava de mexer o quadril em círculos, estimulando e tentando fazer gozar aquele par de homens que cada vez mais se agarravam ao corpo da mulher, enterrando seus membros o mais fundo que a física permitia, quase se fundindo numa massa de carne onde a mulher já não aguentava mais e tinha começado a soltar gritos de dor, pois nunca tinha tido membros de tanta envergadura dentro dela buceta dela mina e muito menos uma dupla penetração.
O careca, que até aquele momento era quem tinha recebido mais estímulo visual, já não aguentava mais, a ponto de, fora de si, se separou daquele trio, arrancando a mulher e carregando ele sozinho, sem tirar a pica do cu dela, e fazendo ela ficar de quatro no chão. O macho se posicionou por cima dela, agachado e abraçando ela pra apertar os peitos com as mãos enquanto lambia e beijava as costas e a nuca da sua vítima, igual um cachorro no cio. O careca começou a mexer a pélvis freneticamente, metendo a pica naquele ânus até pouco tempo virgem, fazendo a mulher, entre lágrimas, implorar pra ele parar porque tava doendo, até que o homem não aguentou mais e, colocando as mãos na cintura dela, se endireitou enquanto urrava e deixava o pau enterrado dentro da garota, com os olhos virados, sinal claro de que tava gozando dentro das entranhas daquela infeliz.
O homem, exausto, deu então as últimas estocadas no cu recém-estreado da Pamela, que sentia a cada investida aquele falo ficar mole e fazer escorrer do cu dela o esperma grosso e quente com que aquele homem tinha enchido o ânus dela, até que, na tentativa de continuar metendo e tirando aquele membro já flácido, não teve firmeza pra enterrar de novo e sentiu só a pélvis bater nas nádegas dela.
Satisfeito e com o privilégio de ter sido o primeiro homem a ter a sorte de aproveitar o cu daquela garota, o macho então desmontou a mulher, que ficou imóvel enquanto o homem se afastava, deixando como estampa um ânus bem aberto e vermelho, transbordando — ou melhor, vazando — uma quantidade impressionante de porra que escorria daquela cavidade, deslizando entre as nádegas e descendo pelas pernas da garota, que, ao levantar a vista, viu o raro se limpando o pau ainda duro. pau dura com aqueles shorts brancos dos quais ela havia se despido antes de ser violentada por aquele par, pra depois ele jogá-los no careca que ainda estava atrás dela.
Foi então que a mulher sentiu como, com o que com certeza eram seus shorts, limpavam meticulosamente sua entreperna e seu cu, secando o máximo que podiam, incluindo suas nádegas e parte de sua buceta machucada, mas enquanto faziam isso, ela não parava de sentir o esperma que ainda estava dentro dela fervendo por dentro.
Só depois de sentir que pararam de secá-la, ela sentiu alguém dar uma lambida na sua buceta enquanto com as mãos separavam suas nádegas. Surpresa, a mulher se virou pra ver, horrorizada, que quem tinha feito aquilo era aquele bêbado que tinha tentado estuprá-la.
Assustada, tentou se afastar se levantando, mas foi parada por Raro, que a pegou pelo pescoço e começou a estrangulá-la, imobilizando-a e dando a chance pra aquele bêbado se servir daquela mulher, enquanto ela segurava os antebraços de Raro tentando fazer ele afrouxar o estrangulamento. Ela sentia algo se posicionando de novo no seu cu agora dilatado.
O careca, exausto de um lado, via como aquele bêbado, que só tinha tirado a pau das calças, começava a bater nas nádegas da mulher com o membro pra depois separar aquele par de glúteos lindos e, posicionando a cabeça da pau naquele cu recém-estreado, começar a penetrá-la devagar enquanto a mulher, com a respiração sufocada, soltava pequenos pedidos que não seriam atendidos.
Com a cara desfigurada de desejo, aquele bêbado babava literalmente enquanto colocava as mãos nos quadris da mulher e enterrava cada vez mais fundo o pinto no cu daquela coitada, tomando seu tempo até bater as bolas contra a vítima, já tendo penetrado a mulher até o fundo. O homem se pendurou nas carnes dela e começou suas investidas, primeiro tomando seu tempo para, aos poucos, acelerar o ritmo até chegar a um ritmo frenético, enterrando sua imundície no cu da garota, que gemia a cada estocada do macho enquanto seu rosto era percorrido por lágrimas e ela lutava para puxar ar.
Aquele bêbado então se agarrou nas carnes da mulher, pois com as mãos começou a percorrer a cintura, peitos, pernas e buceta da garota, enquanto lambia suas costas. Dava pra ver que aquele sujeito estava completamente fora de si, e enquanto acelerava suas estocadas, mostrando que logo gozaria, foi segurado pelas costas e, sentindo alguém puxá-lo, foi arrancado da mulher, jogado para trás, disparando seu leite naquele exato momento, banhando as costas da morena. Para sua surpresa, era o Pelado quem, em sua mente torta, tinha decretado que só ele gozaria dentro daquele cu naquele dia.
E com xingamentos e ameaças, expulsou aquele bêbado para a rua, vendo ele se afastar, arrumando o pau recém-gozado de volta nas roupas, e fechou a cortina metálica daquele lugar onde estava fodendo aquela mulher azarada, ficando trancados a sós com ela.
Ao voltar para o depósito, o Pelado viu que o Raro não tinha soltado a mulher e a tinha deitado de barriga pra cima com as pernas bem abertas, enquanto se posicionava, agachando e colocando o pau na entrada da buceta daquela mulher, que empurrava o peito dele tentando afastar o estuprador, mas o Raro não ia parar e, praticamente deitando em cima dela, a penetrou enquanto com as mãos levantava as pernas da mulher e fazia ela colocar as panturrilhas contra o peito dele, fazendo com que as penetrações chegassem o mais fundo possível no útero da garota.
O Pelado, de olho, via como aquela buceta engolia inteiro o pau do parceiro e como, a cada estocada, aquele membro... saía quase por completo e se enterrava de novo na mulher até bater os testículos nas nádegas dela, causando um som aquoso abafado apenas pelos pedidos da puta, que entre lágrimas continuava dizendo:
- já, por favor, não quero, para, eu imploro
Mas raro quem estava deitado em cima dela e segurava com as mãos os peitos da mulher, sugando intercaladamente os mamilos dela, não dava ouvidos a nenhum súplica enquanto acelerava o ritmo até soltar aquele par de tetas e se agarrou nas nádegas da mulher enquanto enfiava o pau até o fundo das entranhas, deixando a glande dentro do útero dela e descarregando todo o leite naquele lugar, enquanto soltava um urro e empurrava com a pélvis o pau pra dentro da mulher, tentando garantir que toda a rola estivesse dentro dela, ficando assim uns minutos enquanto cuspia até a última gota de porra dentro da vítima.
Enquanto isso, ela se abraçava, chorando sem parar pelo que tinha acabado de acontecer, enquanto lá dentro sentia o pênis daquele homem pulsando igual peito ofegante, as entranhas da mulher estavam tão sensíveis que ela praticamente sentia as veias protuberantes daquela rola invasora inchada.
Por sua vez, o careca olhava como o parceiro desmontava aquela mulher, tirando lentamente o pau da buceta, dando lugar a uma enxurrada de porra que saía e saía sem mostrar sinais de acabar, enquanto o homem que tinha depositado a semente na mulher ainda tinha o pau meio roxo, segurava ele com uma mão e esfregava na mulher entre os lábios vaginais de cima pra baixo, desde o começo das nádegas até em cima do púbis, dando tapinhas com a glande no clitóris descoberto da garota, lambuzando ela com os jatos de esperma no processo.
Se afastando devagar da mulher, raro finalmente descobria a garota, que só olhava pra trás, vendo como aquelas caixas de cerveja que tinham servido de cama pra ser estuprada estavam completamente encharcadas do suor que tinha escorrido do corpo dela e dos que, contra a vontade dela, tinham sido seus amantes.
Aquele par de despachadores viu a cena morbosa de como a A garota mal conseguia se sentar nas caixas, com as pernas tremendo e a buceta ainda escorrendo porra doce. Até aquele momento, aqueles caras viram que aquele sexo feminino imaculado que encontraram no começo, agora, pelo uso brutal que sofreu, estava com os lábios vaginais abertos e inchados, igual uma rosa desabrochada.
O careca olhava com seu sorriso peculiar enquanto a mulher se curvava pra analisar os estragos no próprio corpo, se deparando com a visão horrível de como sua buceta tinha ficado toda aberta e, pior ainda, horrorizada com a porra do careca que não parava de escorrer dela. Ainda gemendo, a mulher respondeu:
— Te pedi pra colocar camisinha.
O homem, por sua vez, respondeu mais uma vez:
— Te falei pra não se preocupar, fiz vasectomia há anos, então não posso te engravidar.
Com ódio no olhar, a garota levantou os olhos pra ver aquele sujeito, só que naquele exato momento o careca agarrou ela pelo pescoço e a fez levantar. Com um movimento rápido, aquele homem a colocou de pé e a virou, esmagando ela contra uma mesa que estava encostada na parede, forçando ela a subir uma perna nela. O cara a prendeu contra o móvel, empurrando a cabeça dela contra a mesa enquanto ela apoiava as mãos nela. Já tendo posicionado ela desse jeito, o sujeito pegou o pau dele, que já tava duro de novo pelo que acabou de ver, e esfregou na fenda da mulher, começando a fazer pressão contra a buceta dela. A mulher, mais uma vez, começou a gritar pra ele parar, mas contra todas as expectativas, o macho dessa vez obedeceu e disse:
— Você tem razão, depois de ver como o careca te deixou, minha melhor opção é seu cu ainda apertado.
A mulher começou a empurrar com uma mão aquele sujeito, que, prendendo ela com o corpo, moveu a pélvis pra posicionar o pau na entrada do cu dela e, pressionando mais uma vez, enterrou a cabeça naquele buraquinho, fazendo a mulher soltar um gemido. Grito de dor, pois sentia de novo como suas paredes anais ardiam, sendo forçadas a se abrir além dos limites. Rangendo os dentes, a garota sentia centímetro por centímetro aquela pica entrando cada vez mais fundo nela, enquanto lágrimas começavam a escorrer novamente por suas bochechas.
O careca então investiu contra a mulher, enterrando a vara mais uma vez no cu da garota, que se agarrava àquela mesa vagabunda, aguentando como podia as estocadas daquele filho da puta. Sentindo-se dentro dela, ele começou o vai e vem, primeiro lento mas profundo, acelerando aos poucos o ritmo, se segurando na mesa igual a mulher pra ter mais força nas investidas, enfiando o pau mais fundo e batendo o saco inchado contra as bundas suculentas da mina, que soltava gemidos entrecortados por causa das porradas daquele que tava comendo ela.
A novinha balançava a cabeça enquanto apertava os dentes, agora com os olhos secos de tanto chorar, aguentando os ataques daquele macho, enquanto via o Raro sentado numa caixa, admirando a cena de ela sendo fodida enquanto se masturbava calmamente, fazendo o pau ficar duro de novo. Horrorizada, ela via aquela pica grossa e inchada, cheia de veias saltadas e uma cabeça que começava a vazar fluidos. Exausta e apavorada, pensava em como tinha abrigado um monstro daquele dentro dela, mas enquanto pensava nisso, sentiu o careca puxá-la, tirando o pau do cu dela e fazendo ela se ajoelhar na frente dele.
O homem moveu a mulher, agora sem vontade própria, e enquanto ela ficava de joelhos, ele brincava com um peito dela, beliscando o mamilo que, de tanto fodeção, tava duro. Enquanto fazia isso, se massageava a pica inchada até que, do nada, o Raro se levantou e se aproximou do parceiro, parando do lado dele.
Pamela olhou pra cima e viu aqueles dois paus enormes que há pouco... Antes eles tinham se alojado e gozado dentro dela, ainda em choque e impassível, ela viu com espanto aqueles membros masculinos e não conseguia evitar compará-los, pois o do Raro era comprido, com veias inchadas bem salientes, curvado pra cima e bem grosso, enquanto o do de cabelo, embora um pouco mais curto, era mais grosso, alargando no meio, fazendo parecer que inflava naquela parte, e uma cabeça mais larga e grandona que a do companheiro, com uma curvatura menos acentuada, mas ainda assim apontando pro teto.
Do nada, aquele par se aproximou da mulher ajoelhada, levando os membros até o rosto dela e batendo na cara dela com os paus eretos. A mulher, já sem vontade, só apoiou as mãos nas pernas deles enquanto continuava ajoelhada no chão, recebendo as batidas daquelas pirocas enquanto ficava de olhos fechados. Seguindo as ordens que recebia daquele par, ela abria a boca e colocava a língua pra fora pra que os caras batessem as marmotas nela, até que a excitação tomasse conta e eles enterrassem, alternadamente, cada um o membro na boca da garota, que, com o olhar perdido, se deixava fazer, apesar dos engasgos que sentia ao receber aquelas pirocas grossas que iam até a garganta. A mulher já não oferecia resistência nenhuma e, fazendo um esforço desumano, começou a estimular aqueles paus com a língua pra fazer eles gozarem e acabar com o suplício dela. Aqueles caras não iam perder a oportunidade e, vendo que a mulher tava disposta, mandavam ela lamber até os ovos. A coitada se esforçava, colocando a língua pra fora e brincando com as bolas daquele par de caras, até pegando elas com a boca e chupando. Ficaram assim por um bom tempo, com o par alternando na boca da mulher, até ficarem satisfeitos.
A garota não soube quem tinha gozado primeiro, porque no momento em que segurava aquelas pirocas, massageando uma em cada mão, um jato de porra caiu na cara dela. fazendo ela fechar os olhos, de repente sentiu outro e mais outro caindo no rosto, pescoço e peitos, os jatos de porra não paravam, até virar uma chuva de cum, a ponto de ela já não saber quantos jatos cuspiram nela, mas depois de um tempo pararam e os caras se afastaram dela, foi então que a mulher, limpando primeiro os olhos, se viu refletida num espelho que aqueles homens tinham movido e colocado na frente dela pra ela se ver refletida, quando horrorizada se olhou praticamente banhada em sêmen daqueles dois caras, a cara, os peitos, o torso, escorrendo porra, pareciam velas derretidas, porque o sêmen praticamente escorria do corpo todo dela.
Satisfeitos, os despachadores riam da expressão que se formava no rosto da mulher enquanto se aproximavam dela pra esticar os membros e, debochando, dizer pra mulher:
— Dá um beijinho neles, mal-educada, olha quanta porra você tirou da gente.
A mulher segurou os membros masculinos nas mãos e deu um beijo na glande de cada um, se afastando finalmente aqueles estupradores, deixando a mulher de joelhos se olhando no espelho, sem perceber, aqueles homens se limparam com aquele short branco e se vestiram, indo embora daquele lugar.
O careca sem dirigir palavra pra mulher, foi só o Raro que antes de sair disse:
— Muito tasty e tudo, Pamelita, mas tenho que ir, quando quiser a gente repete, ah, e se eu fosse você, evitaria ficar com seu cuck ou ele vai perceber a fodida que você deu pra gente.
A garota sem conseguir chorar porque os olhos já estavam secos não respondeu e viu aquele par ir embora, que ao sair bateram a cortina metálica daquele lugar, depois de um tempo a mulher se levantou com dificuldade porque as pernas tremiam e procurando mas sem sucesso não encontrou mais roupas suas além daquele short branco encharcado de porra e uma calcinha fio dental destruída naquele local, então se limpando com papel higiênico vestiu o short manchado, se arrumou Roupas e saiu daquele lugar para nunca mais voltar.
Ao sair, viu que aqueles homens a mantiveram presa a tarde toda, pois já era noite, e se apressou para ir para casa, chegando antes do marido, sem nunca comentar nada com ele. Arrumando alguma desculpa, disse que não voltaria mais àquele lugar, o que em parte alegrou aquele sujeito, já que ele não gostava que a mulher trabalhasse lá.
Nos dias seguintes, a mulher evitou ter relações com o marido, pois as palavras de Raro ecoavam na cabeça dela, e os fatos davam razão àquele maldito: seus lábios vaginais internos estavam voltando lentamente ao lugar, pois de tanto maltrato tinham ficado expostos. Enquanto isso, por telefone, ela deu um basta naquele local, decidindo nunca mais pisar lá como trabalhadora. Vale mencionar que, apesar dos eventos traumáticos, a mulher não mudou seu jeito de se vestir e continuava usando roupas que para ela eram superconfortáveis, mas para os outros eram extremamente provocantes, fazendo com que ela continuasse sendo uma mulher muito desejada, agora nos arredores de sua casa.
0 comentários - I. Uma Mulher Comum (Pagando as Cervejas)