I. Uma Mulher Comum (Pagando as Cervejas)

Essa é a história da Pamela, uma mulher comum como qualquer outra, nos seus vinte e poucos anos de juventude, de pele morena, com um rostinho bonito de olhos grandes e alegres, nariz empinado, lábios finos mas sensuais, um sorriso que, por aquele pequeno espaço entre os dentes da frente e um sorriso safado, lembrava a Keisha Grey, cabelo liso e preto que ia até o meio das costas, um rosto sem dúvida bonito.
Pra completar, a mulher também tinha um corpo chamativo, porque a cintura e as costas eram finas e encaixavam perfeitamente nos seus quadris largos, dando lugar às suas pernas carnudas que brilhavam, parecendo douradas. Por trás, um par de bundas que de longe dava pra ver que eram duras, com um ritmo hipnótico ao andar que não era nada intencional, e na frente, um belo par de peitos grandes e bem empinados. Surpreendente que tudo isso coubesse nos seus míseros um metro e cinquenta e seis centímetros de altura. Sem dúvida, uma mulher que fazia qualquer homem que a visse pensar que seria uma boa gostosa pra montar.
Ela tinha acabado de convencer o marido a investir todas as economias deles num boteco, que ela tinha que tocar todo dia desde cedo até de noite, então passava quase o dia inteiro naquele lugar.
O trabalho dela não era do agrado do marido, porque ele sabia muito bem que a mulher dele era chamativa de se ver, já que era bem dotada e não era exatamente recatada na hora de escolher a roupa. Então, vivia usando shorts curtos e justos no corpo que realçavam as bundas e pernas exuberantes dela, além de blusas sem manga e decotadas que caíam muito bem nos peitos lindos dela. E o lugar onde ela trabalhava era frequentado na maioria por homens em estado inconveniente, além de ficar num local de pouco movimento e pouca gente passando. Tirando os clientes fiéis, era um lugar que dava margem para desrespeitarem a mulher dele.
Apesar de todos os "mas" e das negativas do marido, Pamela já tinha quase seis meses trabalhando ali. De vez em quando, o marido ia ajudar, mas geralmente ela tocava a barraca sozinha, já que ele também trabalhava num horário parecido. Com o tempo, ela conheceu todo tipo de gente: desde os supervisores tarados que viviam convidando ela pra sair, até clientes fiéis e uns bêbados aqui e ali que já soltaram alguma sacanagem do tipo:
- Que delícia você tá
- Nessa buceta eu me alinho
- Mamãe, vem aqui que vou encher tua buceta de leitada!
- morena, vamos brincar de ditongo... você procura e eu meto a língua!
- Moça. Quanto custa a coelhinha que você carrega entre as pernas?
E coisas do tipo que incomodavam a mulher, mas ela não dava importância. No entanto, tinha uma pessoa, um homem — na verdade, dois — que a irritavam bastante: eram os entregadores que traziam a cerveja três vezes por semana. E o que mais a incomodava não eram só os comentários que ela ouvia eles cochicharem de vez em quando, mas o jeito que a olhavam, que de longe dava pra ver que a despiam com os olhos, sem nem se preocupar em disfarçar. Um deles, o mais baixo dos dois, era gordo, barrigudo, careca — ainda tinha uns fios nas laterais da cabeça —, com barba e bigode grisalhos, já bem velho, devia ter uns cinquenta e poucos anos. O outro era um pouco mais alto e mais novo, mas, mesmo sendo magro, tinha uma barriga igual ou maior que a do primeiro. Era com ele que ela sempre tinha que acertar as contas. Mas quem mais a incomodava era o primeiro, o homem mais velho, porque a mulher sentia aquele olhar penetrante e sujo dele toda vez que se cruzavam, e ele nem tentava disfarçar.
Várias vezes ela tinha ouvido ele cochichar com o amigo sobre a boa buceta que a Pamela tinha, ou se ela tava de fio dental, ou como ela era gostosa. Até que um dia ela conseguiu escutar o "Careca", como ela chamava, segredando com o parceiro e dizendo:
- Dá pra ver que deve ter a bunda bem apertadinha, queria muito meter até arrebentar e fazer ela cuspir porra
Mas a Pamela era uma garota até certo ponto tímida e, apesar de "El Pelón" estar certo — já que ela nunca tinha deixado o marido ou ninguém meter no cu dela —, os comentários e olhares daquele homem a incomodavam pra caralho. Mesmo assim, ela não fez nenhuma reclamação nem comentário pro marido sobre o que "El Pelón" tinha dito, deixou passar como um comentário de um tarado sem educação e não deu mais importância.
Os dias foram passando e os clientes iam e vinham, mas um dia não faltava um bêbado tarado que já tinha ido várias vezes. Depois de estudar os movimentos da garota e do marido dela, ele aproveitou quando viu a mulher gostosa sozinha no local, foi comprar e começou a faltar com respeito, falando um monte de putaria.
- Mamita, por que tão sozinha? Podem te roubar
Pamela tentando enganar ele, disse:
- Meu marido só foi buscar a comida, não deve demorar
É quando o bêbado subiu o tom e respondeu pra ela:
- Não se faz de puta gostosa que seu marido não vem nessa hora
Pamela ficou em silêncio e o bêbado disse pra ela:
- O quê? Não tem nada a dizer?... porque sabe que é verdade, que seu marido não vem e que você é uma puta que só sabe provocar, sempre andando com seus shorts de vagabunda se exibindo com essa sua bunda gostosa, sua safada, o que você quer é levar uma pirocada.
Pamela assustada e recuando só conseguiu dizer:
- Cai fora ou eu chamo a polícia
O bêbado então pulou o balcão e se jogou em cima dela, derrubando ela no chão, onde começou a apalpar ela, enquanto ela se debatia e gritava. Naquele exato momento, "O Careca", que tinha ido na frente enquanto o parceiro dele manobrava pra estacionar o caminhão pesado, entrou no bar.
O homem, ao entrar, viu o que tava rolando. Como era um cara que trabalhava carregando peso, pegou o bêbado pelas costas e, sem dificuldade nenhuma, tirou ele de cima da mulher, carregou ele e jogou ele na rua, enquanto gritava:
-Sai daqui, filho da puta, e não volta nunca mais.
O bêbado caiu no chão e, levantando na hora, saiu correndo enquanto dizia “ela queria, ela queria”.
Pamela, em estado de choque, com a blusa rasgada deixando à mostra o sutiã minúsculo que usava e o short subido quase virando calcinha, além de estar chorando, tentava se levantar devagar. Nesse momento, chegou o parceiro do “Pelão” e, os dois juntos, ajudaram a garota azarada a se levantar, aproveitando a situação para passar a mão na bunda dela, nas pernas e nos peitos. Aquele bêbado quase tinha rasgado a blusa da mulher por completo, que continuava chorando enquanto a dupla aproveitava para dar uma olhada mais safada nas carnes da gostosa. Aos poucos, ela foi se acalmando e, depois de um tempo, já mais tranquila, deixou os frentistas fazerem o trabalho deles e se mandaram, garantindo que ela já estava bem. Assim terminou aquele dia nada agradável para a mulher, que trocou de blusa, terminou o expediente e foi pra casa sem contar nada pro marido nem pra ninguém, guardando aquele segredo vergonhoso.

Com o tempo, as coisas foram voltando ao normal, exceto por um detalhe: a relação entre aquela mulher e os frentistas tinha mudado. Ela já confiava mais naqueles dois e até começou a criar uma pseudoamizade com eles.
Mas também algo tinha mudado neles, eles tinham visto um pouco mais daquela mulher gostosa e não só isso, tinham conseguido acariciar ela um pouco. Isso era algo que os deixava extremamente excitados, a ponto de "O Careca" falar pro parceiro quando estavam sozinhos no caminhão:
- Não aguento mais, tenho que comer ela, tenho que arrebentar a bunda dela
O parceiro que chamavam de "Esquisito" porque muitas vezes ria sozinho, olhou pra ele com um dos seus sorrisos debochados. "O Careca" não entendeu e falou:
- O que foi? Por que você tá sorrindo assim?
O parceiro dela só sorria até que ela respondeu:
Tava esperando esse momento chegar, também tô com uma vontade imensa de comer ela e, sinceramente, já tenho tudo planejado.
Naquela mesma semana, só faltava mais um dia pra eles terem que ir ver a Pamela pra abastecer ela de cerveja, então, sem perder tempo, combinaram que aquele seria o dia.
Um domingo seria o momento, o dia em questão. "Raro" e "Pelão" já tinham se acertado, então não tinha chance de falha, tudo estava planejado. Naquele dia chegaram e, enquanto o "Pelão" carregava no carrinho as caixas com cerveja e o "Raro" estava na frente revisando suas anotações, no instante em que Pamela estava indicando ao "Pelão" onde colocar as caixas, o "Raro" aproveitou pra pegar um maço de notas que estava na caixa — aquela que a mulher, muito distraída, nunca fechava, coisa que o par já tinha percebido. Aquele dinheiro não era só a venda do dia, mas também para várias contas.

Então, quando Pamela voltou pra pagar o "Raro", contou o dinheiro e viu que estava faltando. Contou de novo e percebeu que não era engano: estava faltando grana. Pamela levantou o olhar para o "Raro" e, com cara de confusão, não sabia como dizer que não tinha o dinheiro completo pra pagar.
O homem perguntou
- O que foi?
Pamela respondeu:
- Não dá pra pagar, não
Então ela, desesperada e com os olhos começando a encher de lágrimas, pediu que eles esperassem mais um dia para ela pagar o que faltava. Claro que "Raro" não ia aceitar, mas fingindo demência perguntou quanto ela precisava. Pamela disse o valor e o homem, ao ouvir, recusou, dizendo que se ela não pudesse pagar, ele levaria a mercadoria. Então Pamela implorou de novo para que voltassem outro dia pelo resto, e "Raro" recusou outra vez. Pamela estava desesperada, então disse pra "Raro":
- Não podemos chegar a um acordo?
Então "Raro" respondi pra ele:
—Chegar a um acordo? Do que você tá falando?
A mulher, sem pensar nas palavras, respondeu:
— Sei lá, faço o que for preciso.
Então o homem respondeu:
— Então é claro que a gente pode chegar a um acordo, você sabe o que eu quero.
Enquanto com um dedo acariciava a cintura dela na beirada da blusa, quase levantando, Pamela não era boba e entendeu na hora o que estavam sugerindo, então respondeu
- Qual é o teu problema? O que você pensa que eu sou?
Raro" se afastou indignado, sem dar tempo pra mulher reagir, e mandou "El Pelón" recolocar as caixas que tinha descido. Pamela viu, horrorizada, "Raro" se afastando e percebeu que ele tava falando sério. Na hora, ela chamou "Raro" e pediu mais uma vez pra ele deixar a mercadoria e depois voltar pra pegar o resto do dinheiro. "Raro", agora com a situação na mão, disse que não dava, que ia levar o que ela não conseguisse pagar.
Sem outra opção, Pamela baixou a cabeça e pensou por um instante, enquanto o "Raro" percebeu que era questão de tempo até ela ceder. O "Raro" tirou Pamela dos pensamentos quando mandou o "Pelão" subir as caixas de volta no caminhão. Naquele momento, Pamela disse:
- Espera, o que acontece se eu aceitar?
E raro eu responder pra ela
- Vai acontecer algo que você não precisa lembrar se não quiser! Só vai ser um tempinho no depósito onde você vai nos obedecer! Você, só se deixa levar.
Pamela, cabisbaixa e pensando se seria capaz de fazer aquilo, ficou em silêncio enquanto abria e fechava as mãos nervosamente. Raro, entendendo que quem cala consente, deu como certo que a mulher tinha aceitado o trato, então mandou o parceiro dar uma volta enquanto ele levava Pamela pela mão até o depósito.

O depósito não tinha porta, só era separado do salão por uma cortininha improvisada. O homem, guiando a mulher, colocou Pamela de costas para a entrada do depósito e mandou ela se ajoelhar e abrir as pernas.
Pamela tava usando um shortinho branco bem justinho que marcava a calcinha fio dental rosa que ela vestia, além de uma blusa azul sem manga com um decote discreto que deixava os peitões enormes dela espetaculares, sustentados por um sutiã rosa combinando com a fio dental, e nos pés, umas sandálias de salto alto bege.
Já de joelhos, Pamela, com as pernas abertas. "Raro" parou na frente dela e, depois de abaixar o zíper, puxou pra fora o pau dele, que só de pensar que ia comer a Pamela já tava endurecendo. "Raro" mostrou um pênis impressionante, coberto por uma mata de pelos pubianos ainda mais impressionante, que naquela altura já apontava direto pro céu. A mulher arregalou os olhos, não podia acreditar no que via: era muito maior que o do marido dela, que até então era o único homem com quem ela tinha estado. A diferença era absurda, porque aquele falo só competia com aquele par de bolas que pareciam bolas de beisebol penduradas no cara. E enquanto ela olhava horrorizada praquele membro, "Raro" disse:
- Agora, Pamelita, sua hora chegou. CHUPA! (Enquanto colocava uma mão na cabeça da mulher e com a outra puxava seu prepúcio, revelando sua glande inchada)
A garota, de forma submissa, aproximou os lábios da cabeça do "Raro", enquanto com o olhar procurava o do macho, talvez tentando pedir clemência ou pensando se daria conta de um animal tão grande, mas ele já estava tão excitado que sua glande estava roxa, parecendo que ia explodir na cara da garota. Com delicadeza, Pamela colocou os lábios ao redor do pau do "Raro", que mal se continha, vendo que a garota, que era seu grande desejo, estava começando a fazer um boquete nele.
Pamela, com nojo e inexperiência, engolia o pedaço de pau do "Raro" sem vontade nenhuma, enquanto ele segurava a cabeça dela com força pra não deixar ela escapar. Ao mesmo tempo, "O Careca" já tinha puxado a cortina pra ver aquela coitada chupando a pica do parceiro, enquanto ele fazia sinais pra ela esperar um pouco.
A cena era excitante. "Raro", por momentos, enfiava o pau na boca de Pamela, que começava a engasgar com a profundidade que a rola chegava na garganta dela, mesmo sem ela ter conseguido engolir tudo. De vez em quando, o macho tirava a pica daquela boca chupadora pra esfregar os ovos na cara da mina e dar umas porradas com o pau naquele rostinho gostoso da novinha, pra depois meter o bruto de novo na boca dela, enquanto as lágrimas começavam a escorrer dos olhos da garota e uns fluidos misturados de saliva vazavam pelos cantos da boca, escorrendo e pingando até os peitos dela, sujando a blusa com uma porrada de líquido. Os minutos pareciam eternos pra mulher, que sentia o macho acelerar o ritmo e enfiar o membro mais fundo até fazer ela engolir o pau inteiro, deixando enterrado por um tempo enquanto ela empurrava timidamente com as mãos, tentando se soltar.

Bem quando Pamela achou que "Raro" ia gozar na boca dela, ele puxou ela pelo cabelo, separando os dois, e mandou ela ficar de pé enquanto segurava o braço dela, guiando-a, pra ordenar que ela tirasse aquele shortinho branco que tava vestindo. A mulher, segurando o choro, levou as mãos até a borda da roupa, e nessa hora Raro aproveitou pra tirar a calça e a cueca, ficando nu da cintura pra baixo. Só que quando ele levantou o olhar, ficou pasmo ao ver que a mulher tinha tirado o short e, cobrindo a buceta dela, tinha uma calcinha fio dental de renda rosa fluorescente que mal segurava a bunda dela, fazendo parecer que ela tava usando uma tanga.

Impactado, o macho puxou ela pelo braço, colando ela nele enquanto beijava o pescoço dela e esfregava o pau na barriga dela por baixo da blusa, lambuzando ela com os fluidos dele. Sem se segurar, ele agarrou a bunda dela e deitou ela de costas em cima de umas caixas de cerveja de papelão. praticamente formando um colchão improvisado, com a mulher deitada nessa posição, o cara se joga em cima dela, levantando a blusa sem tirar e quase brigando com ela, arranca o sutiã, deixando os peitos da mulher à mostra, que pularam bruscamente, dando um espetáculo impressionante pro safado, que sem perder tempo, pega nos mamilos da mulher, alternando um de cada vez, enquanto com as mãos segura ela pela cintura e pela bunda, sem parar de mexer a pélvis, enfiando a rola na racha da mulher, só a calcinha rosa impedindo a penetração.

O safado para um momento, se levanta um pouco da mulher, olhando pra entreperna dela, depois se levanta e se agacha, abrindo as pernas da mulher, puxando a calcinha pro lado, finalmente deixando a buceta da mulher à mostra.

O homem para pra admirar a intimidade da garota, que nessa hora tava praticamente se abraçando, cobrindo os peitos enquanto chorava baixinho. Sem impedimentos, o safado olha como a racha da mulher tá bem fechadinha e depilada com cuidado, deixando só um triângulo de pelos pubianos em cima da buceta. O cara percebe que a mulher não tá nada dilatada, o que gerou um calor do caralho nele, que na mesma hora se joga na racha de prazer e começa a chupar e lamber a mulher, penetrando ela com a língua enquanto ela tenta fechar as pernas, mas ele impede com as mãos.

O homem se levanta sem deixar a mulher fechar as pernas, e ficando entre elas, se posiciona apontando o pau pra buceta recém babada da garota, que fecha os olhos com força enquanto as lágrimas escorrem, impedindo que ela veja como o cara posiciona a cabeça do pau entre os lábios da buceta dela. Sentindo isso, a mulher dá um pulinho pra trás na hora, arqueando as costas, se apoiando nos braços enquanto abria Grandes os olhos exclamou:
— Para, por favor... Por favor, coloca a camisinha, te imploro, não vai me engravidar.
Raro riu às gargalhadas enquanto respondia:
— Isso te preocupa, menina? Fica tranquila, anos atrás fiz vasectomia, só tiro tiro de festim.
Pamela, com o rosto descomposto, ficou em silêncio enquanto sentia as mãos de Raro acariciarem sua entrepernas. Durante os segundos em que a mulher ficou sem saber o que fazer, ele investiu com seu membro na caverna de prazer que era a buceta daquela mulher, que, de repente, soltou um grito alto de dor, pois se sentiu dolorida e cheia por aquele tremendo animal que irrompia em seu interior — ela acabara de ser violentamente penetrada.
Pamela agora forcejava com todas as forças, tentando se soltar daquele macho que se agarrava às suas generosas cadeiras enquanto bombeava ferozmente, enfiando a pica na sua vagina até que o homem se separou e deu um passo para trás para gritar com a mulher:
— Por que você resiste? Quer que eu vá embora então? Quer que eu leve tudo e seu negócio vá pra merda? Não tínhamos feito um trato, sua puta?
Pamela ficou em silêncio, abaixando a cabeça. Raro então se sentou ao lado dela, ainda de pau duro, acariciou a cabeça da mulher e disse:
— Vejo que tomou sua decisão. Então faz o seu e monta. Quero que agora você me cavalgue.
Depois de dizer isso, Raro se deitou nas caixas, esperando a mulher, que, sem levantar o olhar, se levantou e, em seguida, colocou uma perna de cada lado do homem, ficando montada nele. O homem então afastou novamente a calcinha da garota enquanto ela descia lentamente, abraçando com seus lábios vaginais a glande daquele macho, cravando-se ela mesma na menor velocidade possível, tentando evitar o ato, soltando pequenos gemidos cada vez que o homem movia a pélvis para cima, dando pequenas estocadas na sua buceta. entranhas da mulher, a ponto do homem não aguentar mais a vontade e, segurando a mulher pelos quadris, enterrou de uma só vez todo o membro até sentir os próprios ovos batendo nas nádegas dela, enquanto dela escapava um novo grito de dor que se tornava entrecortado, pois mal sentindo-se completamente dentro da vítima, começou a bombear a piroca ferozmente num ritmo frenético.
A vista era espetacular para o Pelão, que a essa altura já tinha afastado a cortina que separava o depósito da venda e via impactado como a buceta da mulher engolia a duras penas o pedaço do companheiro, pois aqueles lábios íntimos estavam extremamente esticados, a ponto de ficarem brilhantes de tão tensos pelo esforço de aguentar um bicho daqueles dentro dela, enquanto o quarto se enchia dos gemidos da mulher, que com o pouco fôlego mal conseguia balbuciar um quase ininteligível "para, tá doendo", enquanto ao fundo se ouvia um som molhado cada vez que tiravam a vara do queijo e a enfiavam de novo bruscamente, finalizando com o inconfundível barulho dos ovos de um macho no cio batendo nas nádegas de uma mulher no auge.
Raro se agarrava nos quadris da mulher pra ela não escapar, enquanto com a boca se prendia nos mamilos da garota, lambendo, chupando e mordiscando. De vez em quando soltava o quadril da mulher com uma mão pra apertar os peitos dela, que pulavam desgovernados a cada estocada, até que numa dessas vezes guiou a mão até a boca, cuspiu na palma e depois levou os dedos babados direto pra racha que divide as nádegas da mulher, procurando o cu dela.
Pamela imediatamente tentou se soltar, mas Raro impediu, enfiando a piroca e apertando ela contra o corpo com o braço que segurava o quadril, enquanto a garota insistia com toda força:
- O que cê tá fazendo? Por aí não.
- Calma, só tô checando o óleo - respondeu. burlonamente raro.
Mas a mulher retrucou:
– É que vai doer, nunca fiz pelo cu.
– Fica tranquila, princesa, a gente sabe o que tá fazendo.
Foi a resposta do raro, que não parava de massagear o cu da garota, dilatando devagar a entrada traseira dela, deixando-a imóvel enquanto não parava de esfregar o cu da mulher e a abraçava, segurando os braços dela com os dele, forçando ela a empinar a raba, apoiando as pernas para levantar o quadril, enfiando até a raiz o pau dele na buceta dela e deixando ela assim por um tempo, no qual a mulher sentia o macho mexer o pau dentro dela, pois ele tinha completamente enterrado durante todo aquele tempo. A mulher agora suplicava, chorando à beça.
– Te imploro, para, meu cu não, nunca fizeram isso comigo por lá, nem pro meu marido eu dei, sou virgem por trás, seu filho da puta.
A mulher apertava os dentes e os olhos até sentir que o estranho parou de massagear o cu dela, mas agora sentia que estava sendo tocada por outra pessoa. Assim que conseguiu, virou o olhar para ver como o careca agora colocava as palmas das mãos em cima dela e, com as mãos, separava as nádegas dela enquanto ele estava nu da cintura para baixo e, entre as pernas, carregava uma ereção enorme, a ponto de, da uretra do homem, escorrerem líquidos que caíam sobre ela.

A visão era horrível para a mulher, que começou a gritar e tentar pular, tentando defender a entrada traseira, mas o estranho a abraçou com mais força e, com uma mão, tapou a boca dela, abafando os gritos, enquanto o careca apoiava as mãos em cima dela, imobilizando-a completamente e deixando o cu dela à mercê daquela pica que tentava penetrá-la.

A garota fixou o olhar para frente enquanto lágrimas escorriam pelo rosto e sentia uma glande pressionando contra o esfíncter anal dela e, na base da força bruta, abrindo caminho nas entranhas dela, rasgando tudo pelo caminho, pois, apesar de ter sido dilatada, o tamanho daquela pica superava em muito os limites ideais para a cavidade da mulher, que, milímetro a milímetro, era profanada pelo que ela percebia como uma barra de ferro fervendo em brasa.

Os gritos abafados se intensificavam a cada segundo em que a garota era empalada sem parar um momento, enquanto o careca começava lentamente a meter e tirar uma parte do membro das entranhas da mulher. Durante vários segundos, o homem continuou seu trabalho, furando a mulher até que não conseguiu mais esperar e, de uma só estocada, enterrou todo o membro na garota, batendo as bolas contra o períneo da mulher, que, por sua vez, arqueou as costas enquanto gritava de dor.

Aquele par de malditos se agarrou à mulher, que, como um touro mecânico, tentava derrubar os que a estavam violentando, e, pendurado nas carnes da fêmea, o estranho a abraçava quase pela cintura com uma mão e tapava a boca dela. com a outra e o careca pendurado no pescoço da mulher com um braço, enquanto com a outra mão enroscava o fio dental dela puxando-o, aquele par começou a se mover em uníssono e a bombar suas pirocas na garota freneticamente. A mulher, do mesmo jeito, se segurou no Raro enquanto agora apertava a mandíbula e enterrava o rosto no peito do homem que estava embaixo dela, aguentando como podia as investidas dos dois safados.

Depois de vários minutos, os safados, exaustos mas ainda duros, pararam os movimentos e ficaram quietos com seus paus dentro da mulher, que praticamente sentia como aquelas pirocas se encontravam uma com a outra lá dentro dela, quase no estômago ou pelo menos essa sensação ela tinha. Resignada ao seu futuro, percebeu que os homens não se mexiam e, decidida a acabar com seu suplício, tomou a decisão de terminar ela mesma e por conta própria começou a se mover de cima para baixo, estimulando os membros dos seus estupradores. Desconcertados, os safados se deixaram querer até sentirem a mulher começar a mexer o quadril como se fizesse círculos, sem parar de subir e descer. Extasiados os safados pelo jeito gostoso que a mulher se mexia, decidiram, sem trocar uma palavra entre eles, meter com tudo na fudida mais uma vez.

O careca puxou com força então o fio da mulher, arrancando-o bruscamente, enquanto o Raro enfiava as mãos debaixo das pernas da mulher e começaram a bombar ela ferozmente enquanto se levantavam sem tirar as pirocas.

De pé e com a mulher cravada, aquele par de safados não parava de acariciar o corpo todo da garota, que, decidida, não parava de mexer o quadril em círculos, estimulando e tentando fazer gozar aquele par de homens que cada vez se agarravam mais ao corpo da mulher, enterrando seus membros o mais fundo que a física permitia, quase se fundindo numa massa de carne onde a mulher já não aguentava mais e tinha começado a soltar gritos de dor, pois nunca tinha tido membros de tanta envergadura dentro dela buceta dela mina e muito menos uma dupla penetração.
O careca, que até aquele momento era quem tinha recebido mais estímulo visual, já não aguentava mais, a ponto de, fora de si, se separou daquele trio, arrancando a mulher e carregando-a sozinho sem tirar a pica do cu dela e fazendo ela ficar de quatro no chão. O macho se posicionou por cima dela, agachado e abraçando-a para apertar os peitos dela com as mãos enquanto lambia e beijava as costas e a nuca da sua vítima. Igual um cachorro no cio, o careca começou a mexer a pélvis freneticamente, bombando a pica naquele cu até então virgem, fazendo a mulher, entre lágrimas, implorar para ele parar porque tava doendo, até que o homem não aguentou mais e, colocando as mãos na cintura dela, se endireitou enquanto urrava e deixava o pau enterrado dentro da garota, com os olhos virados, sinal claro de que tava gozando dentro das entranhas daquela infeliz.
O homem, exausto, deu então as últimas estocadas no cu recém-estreado da Pamela, que sentia a cada investida aquele falo ficar mole e fazendo o cu dela começar a escorrer o esperma grosso e quente com que aquele homem tinha enchido o rabo dela, até que, na tentativa de continuar metendo e tirando aquele membro já murcho, não teve firmeza pra enterrar de novo e sentiu só a pélvis bater nas nádegas dela.
Satisfeito e com o privilégio de ter sido o primeiro homem a ter a sorte de aproveitar o cu daquela garota, o macho então desmontou a mulher, que ficou imóvel enquanto o homem se afastava, deixando como estampa um cu bem aberto e vermelho, transbordando, ou melhor, derramando uma quantidade impressionante de porra que escorria daquela cavidade, deslizando entre as nádegas e descendo pelas pernas da garota, que, ao levantar o olhar, viu o careca limpando o pau ainda duro. pau dura com aqueles shorts brancos dos quais ela tinha se livrado antes de ser violentada por aquele par, pra depois ele jogá-los no careca que ainda estava atrás dela.
Foi então que a mulher sentiu como, com o que com certeza eram seus shorts, limpavam meticulosamente a virilha e o cu dela, secando o máximo que podiam, incluindo as nádegas e parte da buceta judiada, mas enquanto faziam isso, ela não parava de sentir o esperma que ainda estava dentro dela fervendo.
Só depois que sentiram que pararam de secá-la, ela sentiu alguém dar uma chupada na buceta dela enquanto com as mãos separavam suas nádegas. Surpresa, a mulher se virou pra ver, horrorizada, que quem tinha feito aquilo era aquele bêbado que tinha tentado estuprá-la.
Assustada, tentou se afastar se levantando, mas foi detida por Raro, que a pegou pelo pescoço e começou a estrangulá-la, imobilizando-a e dando chance praquele bêbado se servir daquela mulher, enquanto ela segurava os antebraços de Raro tentando fazer ele afrouxar o estrangulamento. Sentia algo se posicionando de novo no cu já dilatado dela.
O careca, exausto de um lado, via aquele bêbado que só tinha tirado a pau da calça e começava a bater nas nádegas da mulher com o membro, pra depois separar aquele par de glúteos lindos e, posicionando a cabeça da pau naquele cu recém-estreado, começar a penetrá-la devagar, enquanto a mulher, com a respiração sufocada, soltava pequenos pedidos que não seriam atendidos.
Com a cara desfigurada de tesão, aquele bêbado babava enquanto colocava as mãos nos quadris da mulher e enterrava cada vez mais fundo o pinto no cu daquela coitada, tomando seu tempo até bater as bolas na vítima, já tendo penetrado a mulher até o fundo. O homem se pendurou nas carnes dela e começou suas investidas, primeiro tomando seu tempo para aos poucos acelerar o ritmo até chegar a um ritmo frenético, enterrando sua imundície no cu da garota, que gemia a cada estocada do macho enquanto seu rosto era percorrido por lágrimas e ela lutava para puxar o ar.

Aquele bêbado então se agarrou nas carnes da mulher, pois com as mãos começou a percorrer a cintura, os peitos, as pernas e a buceta da garota enquanto lambia suas costas. Dava pra ver que aquele sujeito estava completamente fora de si, e enquanto acelerava suas estocadas, mostrando que logo gozaria, foi segurado pelas costas e, sentindo alguém puxá-lo, foi arrancado da mulher, jogado para trás, disparando seu leite naquele exato momento, banhando as costas da morena. Para sua surpresa, era o Pelado quem, em sua mente distorcida, havia decretado que só ele gozaria dentro daquele cu naquele dia.

E com xingamentos e ameaças, expulsou aquele bêbado para a rua, vendo ele se afastar, arrumando o pau recém-gozado de volta nas roupas, e fechou a cortina metálica daquele lugar onde estava fodendo aquela mulher infeliz, ficando trancados a sós com ela.

Ao voltar para o depósito, o Pelado viu que o Raro não tinha soltado a mulher e a tinha deitado de barriga para cima com as pernas bem abertas, enquanto se posicionava, agachando-se e colocando o pau na entrada da buceta daquela mulher, que empurrava o peito dele tentando afastar seu estuprador, mas o Raro não pararia e, praticamente deitando em cima dela, a penetrou enquanto com as mãos levantava as pernas da mulher e fazia ela colocar as panturrilhas contra o peito dele, fazendo com que suas penetrações chegassem o mais fundo possível no útero da garota.

O Pelado, de olho, via como aquela buceta engolia por completo o pau do parceiro e como a cada estocada aquele membro saía quase por completo e se enterrava de novo na mulher até bater as bolas nas nádegas dela, causando um som molhado só abafado pelos pedidos da coitada, que entre lágrimas continuava dizendo:
- já, por favor, não quero mais, para, eu imploro
Mas raro, quem estava deitado em cima dela segurava com as mãos os peitos da mulher, chupando alternadamente os mamilos dela, não dava ouvidos a nenhum pedido enquanto acelerava o ritmo até soltar aquelas tetas e agarrar a bunda da mulher, enfiando o pau até o fundo das entranhas, deixando a cabeça dentro do útero dela e despejando todo o leite naquele lugar, enquanto soltava um urro e empurrava com a pélvis o pau pra dentro da mulher, tentando garantir que a rola inteira estivesse dentro dela, ficando assim uns minutos enquanto cuspia até a última gota de porra dentro da vítima.

Enquanto isso, ela se abraçava, chorando feito uma condenada pelo que tinha acabado de acontecer, sentindo por dentro o pau daquele homem pulsando igual peito ofegante. As entranhas da mulher estavam tão sensíveis que ela praticamente sentia as veias saltadas daquela rola invasora inchada.

O careca, por sua vez, via o parceiro desmontar aquela mulher, tirando lentamente o pau da buceta dela, dando início a uma enxurrada de porra que jorrava sem parar, sem mostrar sinais de acabar. Enquanto isso, o homem que tinha depositado a semente na mulher ainda segurava o pau, meio mole, com uma mão, e esfregava ele nos lábios vaginais dela de cima pra baixo, desde o começo da bunda até em cima do púbis, dando tapinhas com a cabeça no clitóris exposto da garota, lambuzando ela com os jatos de esperma no processo.

Se afastando devagar da mulher, raro finalmente descobria a garota, que só olhava pra trás, vendo como aquelas caixas de cerveja que tinham servido de cama pra ela ser violentada estavam completamente encharcadas do suor que tinha escorrido do corpo dela e dos que, contra a vontade dela, tinham sido seus amantes.

Aqueles dois despachantes viram a cena sórdida de como a A garota mal conseguia se sentar nas caixas, com as pernas tremendo e a porra doce ainda escorrendo da buceta dela. Até aquele momento, aqueles caras tinham visto aquela buceta imaculada no começo, mas agora, pelo uso brutal que tinha sofrido, os lábios vaginais estavam todos abertos e amassados, igual uma rosa desabrochada.

O careca olhava com aquele sorriso peculiar enquanto a mulher se curvava pra analisar os estragos no corpo dela, se deparando com a imagem horrível de como a pussy dela tinha ficado toda escancarada e, pior ainda, horrorizada com a porra do careca não parando de escorrer dela. Mesmo assim, a mulher reclamou:

— Eu pedi pra você usar camisinha.

O homem respondeu mais uma vez:

— Falei pra não se preocupar, fiz vasectomia há anos, então não posso te engravidar.

Com ódio no olhar, a garota levantou os olhos pra ver aquele sujeito, só que naquele exato momento o careca agarrou ela pelo pescoço e a fez levantar. Num movimento rápido, o homem a colocou de pé e virou ela, empurrando-a contra uma mesa encostada na parede, forçando ela a subir uma perna nela. O homem a prendeu contra o móvel, empurrando a cabeça dela contra a mesa enquanto ela apoiava as mãos nela. Já tendo posicionado ela assim, o sujeito pegou o pau dele, que já tava duro de novo por causa do que tinha acabado de ver, e esfregou na fenda da mulher, começando a fazer pressão contra a buceta dela. A mulher mais uma vez começou a gritar pra ele parar, mas contra todas as expectativas, o filho da puta dessa vez obedeceu e disse:

— É, você tem razão. Depois de ver como o careca deixou sua buceta, a melhor opção é seu cu ainda apertado.

A mulher começou a empurrar com uma mão aquele sujeito, que a prendeu com o corpo dele, moveu a pélvis pra posicionar o pau na entrada do cu dela e, pressionando mais uma vez, enterrou a cabeça naquele buraquinho, fazendo a mulher soltar um gemido. Grito de dor, pois sentia de novo como suas paredes anais ardiam, sendo forçadas a se abrir além dos limites. Rangendo os dentes, a garota sentia centímetro por centímetro aquela pica entrando cada vez mais fundo nela, enquanto lágrimas começavam a escorrer novamente por suas bochechas.

O careca então investiu contra a mulher, enterrando a pinga mais uma vez no reto da garota, que se agarrava àquela mesa vagabunda, aguentando a duras penas as investidas daquele homem endemoniado. Ao se sentir dentro da mulher, ele começou o vai e vem, primeiro lento, mas profundo, para acelerar o ritmo aos poucos, se pendurando na mesa igual a ela pra ter mais força nas estocadas, levando o pau mais fundo e batendo o pubis inchado contra as suculentas nádegas da mulher, que soltava gemidos entrecortados por causa das investidas daquele que a estava comendo.

A jovem balançava a cabeça enquanto rangia os dentes, agora com os olhos secos de tanto chorar, aguentando os golpes daquele macho, enquanto via que Raro tinha se sentado numa caixa, admirando como ela estava sendo comida enquanto se masturbava pacientemente, fazendo o pau ficar duro de novo. Horrorizada, ela via aquela pica grossa e inchada, com veias saltadas e uma cabeça que começava a soltar fluidos. Exausta e apavorada, pensava em como tinha abrigado um monstro daqueles dentro dela, mas enquanto pensava nisso, sentiu o careca puxá-la, tirando o pau do cu dela e fazendo com que ela se ajoelhasse na frente dele.

O homem moveu a mulher, agora sem vontade própria, e enquanto a mantinha de joelhos, brincava com uma teta, beliscando o mamilo que, de tanto fodeção, estava eriçado. Enquanto fazia isso, massageava a pica inchada até que, do nada, Raro se levantou e se aproximou do parceiro, parando ao lado dele.

Pamela olhou pra cima e viu aquele par de paus enormes que há pouco... Antes tinham se alojado e gozado dentro dela, ainda em choque e impassiva, ela olhou com espanto para aqueles membros masculinos e não conseguia evitar compará-los, pois o do Raro era comprido, com veias inchadas bem salientes, curvado pra cima e bem grosso, enquanto o do de cabelo, embora um pouco mais curto, era mais grosso, alargando no meio, fazendo parecer que inchava naquela parte, com uma glande mais larga e cabeçuda que a do companheiro, com uma curvatura menos acentuada, mas ainda apontando pro teto.

Do nada, aquele par se aproximou da mulher ajoelhada, levando os membros até o rosto dela e batendo na cara dela com os paus eretos. A mulher, já sem vontade, só apoiou as mãos nas pernas deles enquanto continuava ajoelhada no chão, recebendo as batidas daquelas pirocas enquanto agora ficava de olhos fechados e seguindo as ordens que recebia daquele par: abria a boca e colocava a língua pra fora pra que os caras batessem nela com seus brinquedos até que a excitação vencesse e eles enterrassem, alternadamente, cada um o membro na boca da garota, que, com o olhar perdido, se deixava fazer, apesar das ânsias que sentia ao receber aquelas pirocas grossas que iam até a traqueia. A mulher já não oferecia resistência alguma e, até fazendo um esforço desumano, começou a estimular aqueles paus com a língua pra fazê-los gozar e poder acabar com seu suplício. Aqueles caras não iam perder a oportunidade e, vendo que a mulher tava disposta, deixavam ela lamber até as bolas. Aquela coitada se esforçava, colocando a língua pra fora e brincando com ela nos testículos daquele par de caras, até pegando eles com a boca e chupando. Ficaram assim por um bom tempo, com aquele par alternando na boca da mulher, até que ficaram satisfeitos.

A garota não soube quem tinha gozado primeiro, porque no momento em que segurava aquelas pirocas, massageando uma em cada mão, um jato de porra caiu na cara dela. fazendo ela fechar os olhos, imediatamente sentiu outro e mais outro caindo no rosto, pescoço e peitos, os jatos de porra não paravam, até se transformar numa chuva de cum, a ponto de ela não saber mais quantos jatos cuspiram nela, mas depois de um tempo pararam e os caras se afastaram dela, foi então que a mulher, limpando primeiro os olhos, se viu refletida num espelho que aqueles homens tinham movido e colocado na frente dela pra ela se ver refletida, quando horrorizada se olhou praticamente banhada em sêmen daqueles dois caras, a cara, os peitos, o torso, escorrendo porra, pareciam velas derretidas, porque o sêmen praticamente escorria do corpo todo dela.
Satisfeitos, os frentistas riam da expressão que se desenhava no rosto da mulher enquanto se aproximavam dela pra enfiar os membros na cara dela e, debochando, dizer pra mulher:
— Dá um beijinho neles, mal-educada, olha quanta porra você fez a gente gozar.
A mulher segurou os membros masculinos nas mãos e deu um beijo na glande de cada um, se afastando finalmente aqueles estupradores, deixando a mulher de joelhos se olhando no espelho, sem perceber que aqueles homens se limparam com aquele short branco e se vestiram, indo embora daquele lugar.
O careca sem dirigir palavra pra mulher, foi só o Raro que antes de sair disse pra ela:
— Muito tasty e tal, Pamelita, mas tenho que ir, quando quiser a gente repete, ah, e se eu fosse você, evitaria ficar com seu cuck ou ele vai descobrir a fodida que você deu pra gente.
A garota sem conseguir chorar porque os olhos já estavam secos não respondeu e viu aquele par ir embora, que ao sair bateram a cortina metálica daquele lugar, depois de um tempo a mulher se levantou a duras penas porque as pernas tremiam e procurando mas sem sucesso não encontrou mais roupas dela além daquele short branco encharcado de sêmen e uma calcinha fio dental destruída naquele local, então se limpando com papel higiênico vestiu o short manchado, se arrumou Roupas e saiu daquele lugar para nunca mais voltar.
Ao sair, viu que aqueles homens a mantiveram presa a tarde toda, pois já era noite e, apressando-se, foi para casa, chegando antes do marido, onde nunca comentou nada com ele e, arranjando alguma desculpa, disse que não voltaria àquele lugar, o que em parte alegrou aquele sujeito, pois não gostava que sua mulher trabalhasse ali.

Nos dias seguintes, a mulher evitou ter relações com o marido, pois as palavras de Raro ecoavam em sua cabeça e os fatos davam razão àquele maldito, já que seus lábios vaginais internos voltavam lentamente ao lugar, pois de tanto maltrato haviam ficado expostos. Enquanto isso, por telefone, ela deu um ponto final naquele local que frequentava, para nunca mais pisar lá como trabalhadora. Vale mencionar que, apesar dos eventos traumáticos, a mulher não mudou seu jeito de se vestir e continuava usando roupas que eram extremamente confortáveis para ela, mas para as outras pessoas eram provocativas demais, fazendo com que continuasse sendo uma mulher extremamente desejada agora nos arredores de sua casa.

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