Aventura com minha sobrinha

Me contaram. Boa... essa história me contou um amigo da internet, que também adora histórias com sobrinhas... mas como não quer publicar, foi me contando aos poucos, enquanto acontecia... mas vou contar tudo de uma vez, e em primeira pessoa. Minha sobrinha já tem 18 anos, saiu do colégio há alguns meses, mas não recebeu as notas nem as pontuações pra entrar na universidade. Desesperada pra entrar e estudar qualquer coisa, eu falei numa reunião de família, na frente de todo mundo, que ela não devia estudar algo que não gosta, que era melhor se preparar e trabalhar pra tentar de novo no ano que vem. Resumindo: deu a maior merda naquele dia, todo mundo discutindo, cada um dando palpite... gritos e, no fim, minha sobrinha, Alejandra, disse que seria o melhor, que tava muito estressada e que, por favor, apoiassem ela, e aí acabou. Já nos momentos de carinho, minha esposa ofereceu trabalho no meu negócio... ou seja, minha esposa não trabalha, é minha empresa, pequena, mas é minha, e me irritou pra caralho aquela oferta... claro, todo mundo concordou e, pra não piorar a situação, falei pra todos que, se ela não achasse emprego, a gente via o que dava pra fazer. Insisti que talvez fosse faxina, mas gerente ou secretária, não. Todo mundo feliz e o assunto morreu. Ela demorou duas semanas pra me falar sobre o trabalho, isso me irritou, mas ela entrou no meu escritório e a gente conversou. Disse que tentou achar outro trampo porque sabia que eu não queria ela lá. Tive que me desculpar, inventar uma mentira e depois consolar ela. Nem me aproximei, e ela me abraçou com muita força, por um tempão... senti que queria desabafar ou chorar, mas ficamos abraçados em silêncio e senti ali, naquele instante, que ela não era mais uma menina, mas uma mulher e, claro... começou a passar um monte de coisa na minha cabeça, de tudo, de tudo. Tive que me virar e me torcer pra ela não perceber a ereção que eu tava, hahaha, só aí que tudo começa. Começou com os recados, tramites no banco, compras pela internet, o que cada funcionário precisava, consultavam ela. Primeiro, eu administrava as compras e pronto, ela cuidava de programar os pagamentos e compromissos... e rapidamente se tornou uma funcionária muito boa... Os primeiros roçados e carinhos aconteceram na frente do computador, enquanto um estava sentado, o outro olhava de perto o monitor. Era meu computador no meu escritório, mas eu ensinava ela como tudo funcionava. Em uma dessas inúmeras vezes, ela cheirou meu pescoço, enfiou o nariz no meu pescoço enquanto eu falava e mostrava uma planilha... me fez pular de cócegas e susto. Ela não parava de rir e me dizer "é que você cheira gostoso, tio". A gente riu um pouco e voltamos ao trabalho... Dias depois, eu fiz a mesma coisa... rimos e continuamos, e isso aconteceu várias vezes. Um dia ela chegou muito cabisbaixa, eu falei com ela e ela parecia não me ouvir. Me aproximei e ela me abraçou, colocou o nariz no meu pescoço, me cheirou e me beijou suavemente. Como ela é um pouco mais baixa que eu, fica perfeito no meu pescoço... Senti que ela estava envergonhada, mas ficou escondida no meu pescoço, as mãos dela nas minhas costas apertavam forte minha roupa... "O que foi?" perguntei. "Só sentia falta de ficar assim, eu gosto de ficar assim", ela disse. "Pode ficar assim quanto quiser", falei. "Adoro que você fique assim", insisti. "Você nunca me abraça", ela disse. Não soube o que responder. "Posso te abraçar quando quiser?" perguntei. "Claro, você não precisa pedir permissão", ela disse. "Ok", falei, "vou te abraçar quando quiser". Ela sorriu e ficamos mais uns dois minutos assim, sem nos soltar, minhas mãos nas costas dela. Ela interrompeu o abraço dizendo: "Desde que você me comprou um computador, você não tinha me abraçado nada". Ela dizia isso enquanto os olhos dela se cravaram nos meus. Depois de respirar fundo por um instante, eu disse: "Você precisa me dizer daqui pra frente se algo te faz sentir mal. Promete?" Ela só me apertou com mais força... Seguimos assim por um tempo, cada coisa era com carinhos e abraços de vez em quando. Eu podia sentir aquela tensão e aquele cuidado de não partir pro sexual, mas estava prestes a explodir, não tinha outra direção a tomar. Explico: de manhã... Tamo todo mundo na empresa, os motoristas e técnicos se preparam e saem, e todo mundo volta só no fim do dia, então eu fico, ficava sozinho quase o dia inteiro, agora a gente fica sozinho quase o dia todo. Depois de algumas semanas, aconteceu: ela chegou na minha mesa e falou — olha, tem um erro nesse documento — e enquanto abria os arquivos na nuvem... sentou no meu colo, inteirinha, não apoiada, não, sentada completamente nas minhas coxas, eu senti todo o peso dela nas minhas pernas... fiquei paralisado por um momento... e não tive ideia melhor do que segurar a cintura dela com as mãos e apertar de leve, sem que ela soltasse um gemido suave, não sexual, mas sim de alívio e conforto, a gente sorriu um pouco e eu coloquei a mão da cintura rodeando ela, prendendo ela devagar, ela só se deixou abraçar, o pescoço dela era tudo que eu queria beijar e só encostei meus lábios na nuca dela, ela se transformou, virou e me deu um beijão, cheio de luxúria, me abraçava e se mexia em cima de mim, dava pra sentir como ela roçava a buceta dela no meu pau, eu me endireitei um pouco e ela ficou em cima da mesa, ela me apertava contra o corpo dela, procurava minha boca pra me beijar que eu tive que parar ela, não falei que ela parecia uma foca tentando me comer hahaha, falei — calma, tem certeza? Vamos nos acalmar... espera — ela parou e me soltou um pouco, aí eu tive espaço pra pegar as bochechas dela, beijar ela de leve, beijar o pescoço dela e ela, acho que sem perceber, aproximava a buceta do meu pau, a gente só se beijou e se acariciou um pouco, por um tempão, eu toquei os quadris dela e a bunda, ela tocava minha barriga com vontade de descer pro meu pau... dava pra sentir assim, então peguei a mão dela e levei até minha ereção, ela tocou, apertou, olhou, enfim, naquele dia não passou disso, eu sentei de novo na cadeira e ela sentou no meu colo, mas de frente, a gente se abraçou e continuou se beijando e se acariciando de leve até baixar o tesão... passou um tempão, a gente ficou um tempão assim, sem falar, até que o telefone tocou, e Seguimos trabalhando, e-mails, perguntas de trabalho, etc. Tudo voltou ao normal, como um escritório comum. Almoçamos e não tocamos no assunto, mas continuamos muito carinhosos, muitos abraços e apalpadelas, até que chegou o primeiro veículo e tudo voltou ao normal. Isso aconteceu uns 4 meses depois de ela começar a trabalhar comigo, e eu já estava realmente pronto pra meter nela, mas o medo de alguém descobrir fez tudo ficar mais lento. Uns dias depois, ela chegou de saia, tantos abraços e apertões que já estávamos os dois no fogo. No primeiro beijo da manhã, meti minhas mãos por baixo da saia dela, estávamos de pé, e levantei pra ver a calcinha fio dental branca dela, linda, lisa, sem renda, de algodão, parecia tão inocente que minha pica endureceu na hora. Toquei o mais suave que pude enquanto ela procurava meu pau pra ver e tocar igual da outra vez. Passei a mão na buceta dela umas duas vezes só pra enfiar meus dedos pela lateral e sentir a xota quente, molhada, lisinha. Meus dedos estavam na entrada enquanto ela me abraçava e se segurava nos meus ombros pra não cair. Quando ela abriu as pernas, perdeu o equilíbrio... aí consegui enfiar a mão inteira, toda a palma cobrindo a buceta ardente dela... apertei um pouco e ela gemeu se segurando no meu pescoço, uma e outra vez, gemendo enquanto eu esfregava a palma da mão na buceta dela, apertada pela calcinha fio dental. Meus dedos conseguiam entrar e sentir os sucos quentes dela. "Mmmm", falei no ouvido dela enquanto procurava a boca dela pra beijar. No segundo beijo, ela soltou meus ombros e foi atrás do meu pau, tava duro mas ainda preso na roupa. Rápido, ela fez um movimento e deixou meu pau de fora, apertando de cima pra baixo... minha mão na buceta dela, naquele instante, tentou puxar a calcinha fio dental. Segurei ela pra baixar enquanto a outra mão foi direto pra bunda dela. Com toda rapidez e firmeza, puxei pra baixo, sem dificuldade. Nossos braços começaram a se enroscar, tive que soltar a calcinha. O espetáculo era maravilhoso, a calcinha fio dental branca ficou nos joelhos dela por um momento enquanto a saia caía escondendo aquela beleza. agora molhada e brilhante, com um cheiro doce, envolvente, único e viciante... me afasto um pouco pra pegar a calcinha fio dental com a mão, ela levanta um pé, se apoia em mim e tira uma perna, na sequência levanta a outra e a calcinha dela agora tá no meu poder, nas minhas mãos... a gente sorri um pouco e se beija, eu levanto ela nos meus braços e levo até minha mesa, deixando ela sentada, abro as pernas dela pensando em acariciar, olhar e fazer um oral, mas não consegui, porque ela me fala "por favor tio, me penetra, depois a gente brinca" e pega no meu pau, aproximando de si, olha pro meu pau e me olha, e olha pro meu pau de novo... sinto o quanto ela tá ansiosa, mas dou o que ela quer... firmo as pernas dela que tão penduradas e tento penetrar, ela tenta me encaixar e aos poucos, entre suspiros e engasgos, entra a ponta, daí e devagar vou entrando, manso, lento, fazendo pausas longas até que ela me puxa pro corpo dela e me para, depois me puxa mais um pouco, "cê tá bem?" pergunto... "Siiim" me responde, "que gostoso, obrigada por não me apressar" fala e a gente se beija, suave, enquanto eu podia sentir a bucetinha apertada dela se engasgando comigo... sinto que chegamos no fundo e começo, já muito excitado, a me retirar até quase sair, e depois voltar a entrar, cada vez mais rápido, cada vez mais forte... tava incrível, de longe a melhor coisa que me aconteceu, até ali... depois de um minuto mais ou menos, ela me olha com aquela cara inconfundível que toda mulher tem antes do orgasmo, aquela cara que elas não conseguem controlar, as bochechas vermelhas, cabelo bagunçado, respirando com dificuldade, me fala "não goza dentro de mim" e começou o orgasmo dela, olhos virados, olha pro céu, respira fundo e faz um som gutural, um mmmmmaaaaahhhh, deixa a boca entreaberta e com esse espetáculo me dá vontade de gozar também, não aguento mais e saio um centímetro pra gozar tudo em cima da buceta dela, gozei sozinho, sem me tocar, vejo os fluidos dela saindo enquanto vejo meu sêmen escorrer e grudar na ppk dela, aberta, vermelha, molhada, pulsando... nós dois suspiramos e nos beijamos, nos tocamos o rosto, as mãos, sem nos separar, meu pau duro ainda encostado nela, respirando com dificuldade. Depois de uns beijinhos carinhosos, ajeitamos a roupa, ela se secou com um lenço da escrivaninha, nos acalmamos, nos separamos e seguimos mais carinhosos com nossas coisas… Antes de terminar o dia, perguntei: "Você tá bem? Tá doendo alguma coisa? Quer falar sobre algo?" Ela disse só que tava meio dolorida, mas muito bem… Seguimos por umas duas semanas transando pelo menos uma vez por dia. Passamos de explorar a nos fazer sentir e dar prazer. No começo, ela só esperava receber, eu ensinei ela a dar, a me usar, a me dar prazer e a sentir e saber quais coisinhas ela gosta mais, etc. Ficamos assim por uns meses, mas até eu sentia que faltava uma cama pra usar, nenhuma posição de cama a gente tinha testado. Então começamos a ir pra um motel pelo menos duas vezes por semana, e a coisa foi ficando cada vez mais divertida. Comprei pra ela lingerie sexy e de menininha, ambas ficam bem nela, ela gosta de roupa infantil. Fomos ao médico e eu fico de olho nos anticoncepcionais dela, porque depois da camisinha é a melhor fase… Um dia, depois de dar um oral gostoso nela, comentei que queria sentir o sexo anal, mas ela tava com medo… Conversamos e, estando calmos, dei uma lavada anal nela, não com uma cânula, mas com o chuveirinho. Ela ficou surpresa e envergonhada. Mas o processo foi lento: primeiro um dedinho, depois dois, depois a pontinha, etc, até que ela se sentiu com vontade e segura. Agora também curte muito. Um dia qualquer, fiquei com a calcinha fio dental dela no meu bolso… A gente tava se tocando e ela ficou assim, foi normal e espontâneo, mas estando na minha casa, com minha esposa e meus filhos, sinto algo no bolso, meto a mão pra tirar e imediatamente lembro o que é… Foi o maior susto da minha vida, fingi uma dor de barriga de tão pálido que fiquei, kkkkk (agora eu rio). Uns dias atrás, a gente teve uma reunião de família e não faltou a velha de merda da minha tia mais velha que plantou a maldade de passar muito tempo juntos e a sós, penso nisso e me dá risada, esclareço: a gente tinha combinado há muito tempo que inventaríamos que a Alejandra tem um namorado, um fornecedor que eu conheço e que eles saem, caso alguém perguntasse…. O engraçado é que a gente conversou isso pelados, abraçados, depois de um gostoso rapidinha de sexo no meio da manhã, hahaha. Voltando, essa velha faz um comentário e todo mundo olha pra Alejandra, na hora eu falo -deixem ela, ela vai saber quando apresentar o namorado, deixem- aí todo mundo virou pro tal namorado, de onde ele é? Por que você não traz ele? Ela já tava super corada, e não sobrou dúvida que tinha namorado, que eu tinha sido o dedo-duro. Já estamos nas datas em que ela precisa começar a se preparar pra entrar na faculdade, já planeja trabalhar meio período ou talvez largar o emprego, acho bom, vou sentir falta dela, isso é certeza, conheço cada cantinho do corpo dela e todas as manias e o gosto dela… etc. mas é o curso da vida, ela tá animada pra continuar a vida dela, diz que sempre sempre seremos amantes, que precisa e vai precisar, que não se imagina vivendo sem esse sexo gostoso, que vai ser o segredo mais bem guardado dela… vamos ver o que acontece. Valeu por ler.

1 comentários - Aventura com minha sobrinha

c10z +1
Muy bueno. Muy lindo explicado