Me contaram. Bom... essa história me contou um amigo da internet, que também adora histórias com sobrinhas... mas como não quer publicar, foi me contando aos poucos, enquanto acontecia... mas vou contar tudo de uma vez, e em primeira pessoa. Minha sobrinha já tem 18 anos, saiu do colégio há uns meses mas não deram as notas nem as pontuações dela pra entrar na universidade, desesperada pra entrar e estudar qualquer coisa, eu falei numa reunião de família, na frente de todo mundo, que ela não devia estudar algo que não gosta, que era melhor se preparar e trabalhar pra tentar de novo no ano que vem. Resumindo, deu a maior merda naquele dia, todo mundo discutindo, cada um dando palpite... gritos e finalmente minha sobrinha, Alejandra, disse que seria o melhor, que tava muito estressada e que por favor apoiassem ela, e aí acabou. Já nos abraços e carinhos, minha esposa ofereceu trabalho no meu negócio... ou seja, minha esposa não trabalha, é minha empresa, é pequena mas é minha, e me irritou pra caralho aquela oferta... claro que todo mundo concordou e pra não piorar as coisas, falei pra todos que se ela não achasse outro trampo, a gente via o que dava pra fazer, insisti que talvez fazendo limpeza, mas gerente ou secretária, não. Todo mundo feliz e o assunto morreu. Demorou duas semanas pra me falar do trabalho, isso me irritou, mas ela entrou no meu escritório e a gente conversou, ela disse que tentou achar outro emprego porque sabia que eu não queria ela lá, tive que me desculpar, inventar uma mentira e depois consolar ela, nem me aproximei e ela me abraçou com muita força, por um tempão... senti que queria desabafar ou chorar, mas ficamos abraçados em silêncio e senti ali, naquele instante, que ela não era mais uma menina, mas uma mulher e claro... começou a passar um monte de coisa na minha cabeça, um monte mesmo, tive que me virar e me torcer pra ela não perceber a ereção que eu tava, hahaha aí que tudo começa. Começou com os recados, tramites no banco, compras pela internet, o que cada funcionário precisava consultavam ela. Primeiro, eu só administrava as compras e pronto, ela cuidava de programar os pagamentos e compromissos... e rapidinho virou uma funcionária muito boa... Os primeiros roçados e carinhos rolaram na frente do computador, enquanto um tava sentado, o outro olhava de pertinho o monitor. Era meu PC no meu escritório, mas eu tava ensinando ela como tudo funcionava. Numa dessas vezes sem conta, ela cheirou meu pescoço, enfiou o nariz ali enquanto eu falava e mostrava uma planilha... me fez pular de cócegas e susto. Ela não parava de rir e falar "é que você cheira gostoso, tio". A gente riu um pouco e voltamos ao trabalho... Dias depois, eu fiz a mesma coisa... rimos e retomamos, e isso se repetiu várias vezes.
Um dia ela chegou bem cabisbaixa, chamei ela e parecia que não me ouvia. Me aproximei e ela me abraçou, enfiou o nariz no meu pescoço, me cheirou e me beijou de leve. Como ela é um pouquinho mais baixa que eu, encaixa direitinho no meu pescoço... Senti que ela tava envergonhada, mas ficou escondida ali, as mãos dela na minha costa apertando forte minha roupa. "O que foi?" perguntei. "Só tava com saudade de ficar assim, gosto de ficar assim" ela disse. "Pode ficar assim quanto quiser" falei. "Adoro quando você fica assim" insisti. "Você nunca me abraça" ela disse. Não soube o que responder. "Posso te abraçar quando quiser?" perguntei. "Claro, não precisa pedir permissão" ela disse. "Ok" falei, "vou te abraçar quando quiser". Ela sorriu e a gente ficou mais uns dois minutos assim, sem se soltar, minhas mãos nas costas dela. Ela interrompeu o abraço dizendo "desde que você me comprou um computador, não tinha me abraçado nada". Ela falou isso enquanto os olhos dela cravaram nos meus. Depois de respirar fundo por um instante, falei "você tem que me dizer daqui pra frente, se alguma coisa te fizer sentir mal. Promete?" Ela só me apertou com mais força...
A gente continuou assim por um tempo, cada coisa era com carinhos e abraços de vez em quando. Dava pra sentir aquela tensão e aquele cuidado de não partir pro sexual, mas tava prestes a explodir, não tinha outra direção a tomar. Explico: de manhã... Tamo todo mundo na empresa, os motoristas e técnicos se preparam e saem, e todo mundo volta só no fim do dia, então eu fico, ficava sozinho quase o dia inteiro, agora a gente fica sozinho quase o dia todo. Depois de algumas semanas, aconteceu: ela chegou na minha mesa e falou — olha, tem um erro nesse documento, e enquanto abria os arquivos na nuvem... sentou no meu colo, inteirinha, não apoiada, não, sentou completamente nas minhas coxas, eu senti todo o peso dela nas minhas pernas... fiquei paralisado por um momento... e não tive ideia melhor do que segurar a cintura dela com as mãos e apertar de leve, sem que ela soltasse um gemido suave, não sexual, mas sim como de alívio e conforto, a gente sorriu um pouco e eu coloquei a mão da cintura rodeando ela, prendendo ela de mansinho, ela só se deixou abraçar, o pescoço dela era tudo que eu queria pra beijar e eu só encostei meus lábios na nuca dela, ela se transformou, virou e me deu um beijão, cheio de luxúria, me abraçava e se mexia em cima de mim, dava pra sentir como ela roçava a buceta dela no meu pau, eu me endireitei um pouco e ela ficou em cima da mesa, ela me apertava contra o corpo dela, procurava minha boca pra me beijar que eu tive que parar ela, não falei que ela parecia uma foca tentando me comer hahaha, falei — calma, tem certeza? Vamos nos acalmar... espera — ela parou e me soltou um pouco, aí eu tive espaço pra pegar as bochechas dela, beijar de leve, beijar o pescoço dela e ela, acho que sem perceber, aproximava a buceta do meu pau, a gente só se beijou e se acariciou um pouco, por um tempinho, eu toquei os quadris dela e a bunda, ela tocava minha barriga com vontade de descer pro meu pau... dava pra sentir assim, então peguei a mão dela e levei até minha ereção, ela tocou, apertou, olhou, enfim, naquele dia não passou disso, eu sentei de novo na cadeira e ela sentou em cima de mim, mas de frente, a gente se abraçou e continuou se beijando e se acariciando de leve até baixar o tesão... passou um tempão, a gente ficou um tempão assim, sem falar, até que o telefone tocou, e Seguimos trabalhando, e-mails, perguntas de trabalho, etc. Tudo voltou ao normal, como um escritório comum. Almoçamos e não tocamos no assunto, mas continuamos muito carinhosos, muitos abraços e apalpadelas, até que chegou o primeiro carro e tudo voltou ao normal. Isso aconteceu uns 4 meses depois de ela começar a trabalhar comigo, e eu já estava realmente pronto pra meter nela, mas o medo de alguém descobrir fez tudo ficar mais devagar. Uns dias depois, ela chegou de saia. Tantos abraços e apertões deixaram nós dois com tesão. No primeiro beijo da manhã, enfiei minhas mãos por baixo da saia dela. Estávamos de pé, e eu levantei ela pra ver a calcinha fio dental branca dela, linda, lisa, sem renda, de algodão. Parecia tão infantil que minha ereção disparou. Toquei ela o mais suave que pude, enquanto ela procurava meu pau pra ver e tocar como da outra vez. Toquei e esfreguei a buceta dela algumas vezes, só pra enfiar meus dedos pela lateral e sentir a ppk dela quente, molhada, lisinha. Meus dedos estavam na entrada enquanto ela me abraçava e se segurava nos meus ombros pra não cair. Quando ela abriu as pernas, perdeu o equilíbrio... aí consegui enfiar a mão inteira, toda a palma da minha mão cobrindo a buceta ardente dela. Apertei um pouco e ela gemeu, se segurando no meu pescoço. Uma e outra vez, ela gemeu enquanto eu esfregava a palma da mão na buceta dela, apertada pela calcinha fio dental. Meus dedos conseguiram entrar e sentir os sucos quentes dela. "Mmmm", sussurrei enquanto procurava a boca dela pra beijar. No segundo beijo, ela soltou meus ombros e foi atrás do meu pau. Tava duro, mas ainda apertado dentro da roupa. Rápido, ela fez um movimento e deixou meu pau no ar, apertando ele de cima pra baixo... Minha mão na buceta dela, naquele instante, tentou puxar a calcinha fio dental. Segurei ela pra baixar, enquanto a outra mão foi direto pra bunda dela. Com toda rapidez e firmeza, puxei pra baixo, sem problemas. Nossos braços começaram a se enroscar. Tive que soltar a calcinha. O espetáculo foi maravilhoso. A calcinha fio dental branca dela ficou nos joelhos por um momento, enquanto a saia caía pra esconder aquela beleza. agora molhada e brilhante, com um cheiro doce, envolvente, único e viciante... me afasto um pouco pra pegar a calcinha fio dental com a mão, ela levanta um pé, se apoia em mim e tira uma perna, na sequência levanta a outra e a calcinha fio dental dela agora tá no meu poder, nas minhas mãos... a gente sorri um pouco e se beija, eu levanto ela nos meus braços e levo até minha mesa, deixando ela sentada, abro as pernas dela pensando em acariciar, olhar e fazer um oral, mas não consegui, porque ela me fala "por favor, tio, me penetra, depois a gente brinca" e pega meu pau, aproximando de si, olha pro meu pau e me olha, e olha pro meu pau de novo... sinto o quanto ela tá ansiosa, mas dou o que ela quer... firmo as pernas dela que tão penduradas e tento penetrar ela, ela tenta me encaixar e aos poucos, entre suspiros e engasgos, entra a ponta, daí e aos poucos vou entrando, devagar, lento, fazendo pausas longas até que ela me puxa pro corpo dela e me para, depois me puxa mais um pouco, "cê tá bem?" pergunto... "Siiim" ela responde, "que gostoso, obrigada por não me apressar" diz e a gente se beija, suave, enquanto eu podia sentir a buceta apertada dela se engasgando comigo... sinto que chegamos no fundo e começo, já muito excitado, a me retirar até quase sair, e depois voltar a entrar, cada vez mais rápido, cada vez mais forte... tava incrível, de longe a melhor coisa que me aconteceu, até aí... depois de um minuto mais ou menos, ela me olha com aquela cara inconfundível que toda mulher tem antes do orgasmo, aquela cara que elas não conseguem controlar, as bochechas vermelhas, descabelada, respirando com dificuldade, me fala "não goza dentro de mim" e começou o orgasmo dela, olhos virados, olha pro céu, respira fundo e faz um som gutural, um mmmmmaaaaahhhh, deixa a boca entreaberta e com esse espetáculo me dá vontade de gozar também, não aguento mais e saio um centímetro pra gozar tudo em cima da buceta dela, gozei sozinho, sem me tocar, vejo os fluidos dela saindo enquanto vejo meu sêmen escorrer pra grudar na ppk dela, aberta, vermelha, molhada, pulsando... nós dois suspiramos e nos beijamos, nos tocamos o rosto, as mãos, sem nos separar, meu pau duro ainda encostado nela, respirando com dificuldade. Depois de uns beijinhos carinhosos, ajeitamos a roupa, ela se secou com um lenço da escrivaninha, nos acalmamos, nos separamos e seguimos mais carinhosos com nossas coisas… Antes de terminar o dia, perguntei: "Você tá bem? Tá doendo alguma coisa? Quer falar sobre algo?" Ela disse que só tava um pouco dolorida, mas muito bem… Seguimos por umas duas semanas transando pelo menos uma vez por dia. Passamos de explorar pra nos fazer sentir e dar prazer. No começo, ela só esperava receber; eu ensinei ela a dar, a me usar, a me dar prazer e a sentir e saber quais coisinhas ela gosta mais, etc. Ficamos assim por uns meses, mas até eu sentia que faltava uma cama pra usar — nenhuma posição de cama a gente tinha experimentado. Então começamos a ir pra um motel pelo menos duas vezes por semana, e a coisa foi ficando cada vez mais divertida.
Comprei pra ela roupas íntimas sexy e de menininha, ambas ficam bem nela. Ela gosta de roupa infantil. Já fomos ao médico e eu fico de olho nos anticoncepcionais dela, porque depois da camisinha é a melhor fase… Um dia, depois de dar um oral gostoso nela, comentei que queria sentir o sexo anal, mas ela tava com medo… Conversamos e, estando calmos, dei uma lavada anal nela, não com uma cânula, mas com o chuveirinho. Ela ficou surpresa e envergonhada. Mas o processo foi lento: primeiro um dedinho, depois dois, depois a pontinha, etc., até que ela se sentiu com vontade e segura. Agora ela também curte muito.
Um dia qualquer, fiquei com a calcinha fio dental dela no meu bolso… A gente tava se tocando e ela ficou sem, foi normal e espontâneo. Mas, estando na minha casa, com minha esposa e meus filhos, sinto algo no bolso, meto a mão pra tirar e imediatamente lembro o que é… Foi o maior susto da minha vida. Fingi uma dor de barriga de tão pálido que fiquei, kkkkk (agora eu rio). Uns dias atrás, a gente teve uma Reunião em família e não podia faltar a velha de merda da minha tia mais velha, que plantou a maldade de passar muito tempo juntos e a sós. Penso nisso e dou risada. Só pra esclarecer: a gente tinha combinado há muito tempo que inventaríamos que a Alejandra tem um namorado, um fornecedor que eu conheço e que eles saem, caso alguém perguntasse… O engraçado é que a gente conversou isso pelado, abraçado, depois de um gostoso rapidinha de sexo no meio da manhã, hahaha. Voltando, a velha faz um comentário e todo mundo olha pra Alejandra, na hora eu falo — deixa ela, ela sabe quando apresentar o namorado, deixa ela — aí todo mundo virou pro tal namorado, de onde ele é? Por que não traz ele? Ela já tava super corada, e não sobrou dúvida que tinha namorado, e que eu tinha sido o dedo-duro. Já estamos na época que ela precisa começar a se preparar pra entrar na faculdade, já planeja trabalhar meio período ou talvez largar o emprego, acho certo. Vou sentir falta dela, isso é certeza. Conheço cada cantinho do corpo dela, todas as manias e o sabor… etc. Mas é o curso da vida, ela tá animada pra seguir em frente, diz que sempre, sempre seremos amantes, que precisa e vai precisar, que não se imagina vivendo sem esse sexo gostoso, que vai ser o segredo mais bem guardado dela… vamos ver no que dá. Valeu por ler.
Um dia ela chegou bem cabisbaixa, chamei ela e parecia que não me ouvia. Me aproximei e ela me abraçou, enfiou o nariz no meu pescoço, me cheirou e me beijou de leve. Como ela é um pouquinho mais baixa que eu, encaixa direitinho no meu pescoço... Senti que ela tava envergonhada, mas ficou escondida ali, as mãos dela na minha costa apertando forte minha roupa. "O que foi?" perguntei. "Só tava com saudade de ficar assim, gosto de ficar assim" ela disse. "Pode ficar assim quanto quiser" falei. "Adoro quando você fica assim" insisti. "Você nunca me abraça" ela disse. Não soube o que responder. "Posso te abraçar quando quiser?" perguntei. "Claro, não precisa pedir permissão" ela disse. "Ok" falei, "vou te abraçar quando quiser". Ela sorriu e a gente ficou mais uns dois minutos assim, sem se soltar, minhas mãos nas costas dela. Ela interrompeu o abraço dizendo "desde que você me comprou um computador, não tinha me abraçado nada". Ela falou isso enquanto os olhos dela cravaram nos meus. Depois de respirar fundo por um instante, falei "você tem que me dizer daqui pra frente, se alguma coisa te fizer sentir mal. Promete?" Ela só me apertou com mais força...
A gente continuou assim por um tempo, cada coisa era com carinhos e abraços de vez em quando. Dava pra sentir aquela tensão e aquele cuidado de não partir pro sexual, mas tava prestes a explodir, não tinha outra direção a tomar. Explico: de manhã... Tamo todo mundo na empresa, os motoristas e técnicos se preparam e saem, e todo mundo volta só no fim do dia, então eu fico, ficava sozinho quase o dia inteiro, agora a gente fica sozinho quase o dia todo. Depois de algumas semanas, aconteceu: ela chegou na minha mesa e falou — olha, tem um erro nesse documento, e enquanto abria os arquivos na nuvem... sentou no meu colo, inteirinha, não apoiada, não, sentou completamente nas minhas coxas, eu senti todo o peso dela nas minhas pernas... fiquei paralisado por um momento... e não tive ideia melhor do que segurar a cintura dela com as mãos e apertar de leve, sem que ela soltasse um gemido suave, não sexual, mas sim como de alívio e conforto, a gente sorriu um pouco e eu coloquei a mão da cintura rodeando ela, prendendo ela de mansinho, ela só se deixou abraçar, o pescoço dela era tudo que eu queria pra beijar e eu só encostei meus lábios na nuca dela, ela se transformou, virou e me deu um beijão, cheio de luxúria, me abraçava e se mexia em cima de mim, dava pra sentir como ela roçava a buceta dela no meu pau, eu me endireitei um pouco e ela ficou em cima da mesa, ela me apertava contra o corpo dela, procurava minha boca pra me beijar que eu tive que parar ela, não falei que ela parecia uma foca tentando me comer hahaha, falei — calma, tem certeza? Vamos nos acalmar... espera — ela parou e me soltou um pouco, aí eu tive espaço pra pegar as bochechas dela, beijar de leve, beijar o pescoço dela e ela, acho que sem perceber, aproximava a buceta do meu pau, a gente só se beijou e se acariciou um pouco, por um tempinho, eu toquei os quadris dela e a bunda, ela tocava minha barriga com vontade de descer pro meu pau... dava pra sentir assim, então peguei a mão dela e levei até minha ereção, ela tocou, apertou, olhou, enfim, naquele dia não passou disso, eu sentei de novo na cadeira e ela sentou em cima de mim, mas de frente, a gente se abraçou e continuou se beijando e se acariciando de leve até baixar o tesão... passou um tempão, a gente ficou um tempão assim, sem falar, até que o telefone tocou, e Seguimos trabalhando, e-mails, perguntas de trabalho, etc. Tudo voltou ao normal, como um escritório comum. Almoçamos e não tocamos no assunto, mas continuamos muito carinhosos, muitos abraços e apalpadelas, até que chegou o primeiro carro e tudo voltou ao normal. Isso aconteceu uns 4 meses depois de ela começar a trabalhar comigo, e eu já estava realmente pronto pra meter nela, mas o medo de alguém descobrir fez tudo ficar mais devagar. Uns dias depois, ela chegou de saia. Tantos abraços e apertões deixaram nós dois com tesão. No primeiro beijo da manhã, enfiei minhas mãos por baixo da saia dela. Estávamos de pé, e eu levantei ela pra ver a calcinha fio dental branca dela, linda, lisa, sem renda, de algodão. Parecia tão infantil que minha ereção disparou. Toquei ela o mais suave que pude, enquanto ela procurava meu pau pra ver e tocar como da outra vez. Toquei e esfreguei a buceta dela algumas vezes, só pra enfiar meus dedos pela lateral e sentir a ppk dela quente, molhada, lisinha. Meus dedos estavam na entrada enquanto ela me abraçava e se segurava nos meus ombros pra não cair. Quando ela abriu as pernas, perdeu o equilíbrio... aí consegui enfiar a mão inteira, toda a palma da minha mão cobrindo a buceta ardente dela. Apertei um pouco e ela gemeu, se segurando no meu pescoço. Uma e outra vez, ela gemeu enquanto eu esfregava a palma da mão na buceta dela, apertada pela calcinha fio dental. Meus dedos conseguiram entrar e sentir os sucos quentes dela. "Mmmm", sussurrei enquanto procurava a boca dela pra beijar. No segundo beijo, ela soltou meus ombros e foi atrás do meu pau. Tava duro, mas ainda apertado dentro da roupa. Rápido, ela fez um movimento e deixou meu pau no ar, apertando ele de cima pra baixo... Minha mão na buceta dela, naquele instante, tentou puxar a calcinha fio dental. Segurei ela pra baixar, enquanto a outra mão foi direto pra bunda dela. Com toda rapidez e firmeza, puxei pra baixo, sem problemas. Nossos braços começaram a se enroscar. Tive que soltar a calcinha. O espetáculo foi maravilhoso. A calcinha fio dental branca dela ficou nos joelhos por um momento, enquanto a saia caía pra esconder aquela beleza. agora molhada e brilhante, com um cheiro doce, envolvente, único e viciante... me afasto um pouco pra pegar a calcinha fio dental com a mão, ela levanta um pé, se apoia em mim e tira uma perna, na sequência levanta a outra e a calcinha fio dental dela agora tá no meu poder, nas minhas mãos... a gente sorri um pouco e se beija, eu levanto ela nos meus braços e levo até minha mesa, deixando ela sentada, abro as pernas dela pensando em acariciar, olhar e fazer um oral, mas não consegui, porque ela me fala "por favor, tio, me penetra, depois a gente brinca" e pega meu pau, aproximando de si, olha pro meu pau e me olha, e olha pro meu pau de novo... sinto o quanto ela tá ansiosa, mas dou o que ela quer... firmo as pernas dela que tão penduradas e tento penetrar ela, ela tenta me encaixar e aos poucos, entre suspiros e engasgos, entra a ponta, daí e aos poucos vou entrando, devagar, lento, fazendo pausas longas até que ela me puxa pro corpo dela e me para, depois me puxa mais um pouco, "cê tá bem?" pergunto... "Siiim" ela responde, "que gostoso, obrigada por não me apressar" diz e a gente se beija, suave, enquanto eu podia sentir a buceta apertada dela se engasgando comigo... sinto que chegamos no fundo e começo, já muito excitado, a me retirar até quase sair, e depois voltar a entrar, cada vez mais rápido, cada vez mais forte... tava incrível, de longe a melhor coisa que me aconteceu, até aí... depois de um minuto mais ou menos, ela me olha com aquela cara inconfundível que toda mulher tem antes do orgasmo, aquela cara que elas não conseguem controlar, as bochechas vermelhas, descabelada, respirando com dificuldade, me fala "não goza dentro de mim" e começou o orgasmo dela, olhos virados, olha pro céu, respira fundo e faz um som gutural, um mmmmmaaaaahhhh, deixa a boca entreaberta e com esse espetáculo me dá vontade de gozar também, não aguento mais e saio um centímetro pra gozar tudo em cima da buceta dela, gozei sozinho, sem me tocar, vejo os fluidos dela saindo enquanto vejo meu sêmen escorrer pra grudar na ppk dela, aberta, vermelha, molhada, pulsando... nós dois suspiramos e nos beijamos, nos tocamos o rosto, as mãos, sem nos separar, meu pau duro ainda encostado nela, respirando com dificuldade. Depois de uns beijinhos carinhosos, ajeitamos a roupa, ela se secou com um lenço da escrivaninha, nos acalmamos, nos separamos e seguimos mais carinhosos com nossas coisas… Antes de terminar o dia, perguntei: "Você tá bem? Tá doendo alguma coisa? Quer falar sobre algo?" Ela disse que só tava um pouco dolorida, mas muito bem… Seguimos por umas duas semanas transando pelo menos uma vez por dia. Passamos de explorar pra nos fazer sentir e dar prazer. No começo, ela só esperava receber; eu ensinei ela a dar, a me usar, a me dar prazer e a sentir e saber quais coisinhas ela gosta mais, etc. Ficamos assim por uns meses, mas até eu sentia que faltava uma cama pra usar — nenhuma posição de cama a gente tinha experimentado. Então começamos a ir pra um motel pelo menos duas vezes por semana, e a coisa foi ficando cada vez mais divertida.
Comprei pra ela roupas íntimas sexy e de menininha, ambas ficam bem nela. Ela gosta de roupa infantil. Já fomos ao médico e eu fico de olho nos anticoncepcionais dela, porque depois da camisinha é a melhor fase… Um dia, depois de dar um oral gostoso nela, comentei que queria sentir o sexo anal, mas ela tava com medo… Conversamos e, estando calmos, dei uma lavada anal nela, não com uma cânula, mas com o chuveirinho. Ela ficou surpresa e envergonhada. Mas o processo foi lento: primeiro um dedinho, depois dois, depois a pontinha, etc., até que ela se sentiu com vontade e segura. Agora ela também curte muito.
Um dia qualquer, fiquei com a calcinha fio dental dela no meu bolso… A gente tava se tocando e ela ficou sem, foi normal e espontâneo. Mas, estando na minha casa, com minha esposa e meus filhos, sinto algo no bolso, meto a mão pra tirar e imediatamente lembro o que é… Foi o maior susto da minha vida. Fingi uma dor de barriga de tão pálido que fiquei, kkkkk (agora eu rio). Uns dias atrás, a gente teve uma Reunião em família e não podia faltar a velha de merda da minha tia mais velha, que plantou a maldade de passar muito tempo juntos e a sós. Penso nisso e dou risada. Só pra esclarecer: a gente tinha combinado há muito tempo que inventaríamos que a Alejandra tem um namorado, um fornecedor que eu conheço e que eles saem, caso alguém perguntasse… O engraçado é que a gente conversou isso pelado, abraçado, depois de um gostoso rapidinha de sexo no meio da manhã, hahaha. Voltando, a velha faz um comentário e todo mundo olha pra Alejandra, na hora eu falo — deixa ela, ela sabe quando apresentar o namorado, deixa ela — aí todo mundo virou pro tal namorado, de onde ele é? Por que não traz ele? Ela já tava super corada, e não sobrou dúvida que tinha namorado, e que eu tinha sido o dedo-duro. Já estamos na época que ela precisa começar a se preparar pra entrar na faculdade, já planeja trabalhar meio período ou talvez largar o emprego, acho certo. Vou sentir falta dela, isso é certeza. Conheço cada cantinho do corpo dela, todas as manias e o sabor… etc. Mas é o curso da vida, ela tá animada pra seguir em frente, diz que sempre, sempre seremos amantes, que precisa e vai precisar, que não se imagina vivendo sem esse sexo gostoso, que vai ser o segredo mais bem guardado dela… vamos ver no que dá. Valeu por ler.
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