Sim, lembro que nos falaram que íamos viajar e eu preparei minhas coisas feliz por viajar e ter momentos divertidos. No dia seguinte, a gente viajou pra outro estado do meu país, fomos no zoológico e museus, além de parques, tudo muito divertido. Mas a melhor parte foi quando a noite caiu. A gente tava num alojamento, um quarto com duas camas, onde eu e meu meio-irmão estávamos, enquanto meu pai e minha madrasta estavam em outro quarto ao lado. A gente tava descansando do dia cansativo, tanto eu quanto meu meio-irmão estávamos na nossa, sem nos falar ou algo assim. Eu tava no celular e ele vendo TV, até que meu pai abriu a porta e entrou junto com minha madrasta. — Gente, vamos comer — disse meu pai. Mas o dia agitado e o conforto da cama me fizeram não ter vontade de ir, então recusei. — Desculpa, tô cansado. Posso ficar? — falei do jeito mais convincente possível. — Tá bom, a gente traz sua comida então. E você, quer ir? — perguntaram pro meu meio-irmão. Acho que foi um pressentimento, mas senti que ele me deu um olhar cheio de tesão antes de responder que também ia ficar. Sem falar muito, disseram que voltariam em uma hora ou mais e foram embora, fechando a porta. Algo tinha mudado, mesmo que nenhum de nós tivesse se mexido ou falado, dava pra sentir uma energia estranha no ar. Meu coração começou a bater forte e o calor do meu corpo aumentou. Talvez meu corpo já soubesse o que queria. Fazia umas duas semanas, mais ou menos, desde a última vez que a gente tinha transado, porque meus pais ou minhas meias-irmãs sempre estavam em casa (era óbvio, já que estávamos de férias). Senti meu pau começando a endurecer um pouco com um pensamento sujo tão rápido quanto um piscar de olhos, mas quente o suficiente pra me deixar excitado. Eu já nem tava mais consciente do que tava ao redor, só via meu meio-irmão pelo canto do olho, notando que tinha um volume nas calças dele. Meu Meus pensamentos se calaram quando ouvi pela primeira vez a voz do meu meio-irmão falar naquele silêncio. — Será que já foram? — perguntou ele, levantando da cama e olhando pela janela, já que estávamos no terceiro andar. — Não sei — respondi, levantando também e olhando pela janela, vendo nossos pais sumirem ao virar a esquina. — Então já foram. — Alguns segundos de silêncio se passaram. — Ei, já que não estão aqui, vamos fazer? — disse ele rapidamente. Não falei nada antes de sorrir sem perceber e concordar com a cabeça. Não houve troca de palavras nem nada do tipo, mas era como se já soubéssemos o que fazer, e comecei a tirar a roupa, exceto minha cueca. — Na minha cama ou na sua? — perguntou ele, já de cueca, deixando à mostra aquele volume que eu estava louco para sentir se esfregando em mim. — Na minha — respondi, deitando na minha cama, pronto e sabendo qual era meu papel nisso tudo, abrindo as pernas como de costume. Como sempre, ele me olhou por um momento e se acomodou entre minhas pernas, começando a empurrar o pau dele contra minha bunda por cima da minha cueca. Era sempre a mesma coisa, mas para mim era exatamente o que eu queria com toda a vontade. Mesmo assim, dessa vez as coisas seriam um pouco diferentes. Enquanto mexia os quadris, ele se aproximou mais de mim e, sem que eu esperasse, senti ele começar a me dar beijos no pescoço. Era a primeira vez que ele fazia algo além do que já fazíamos, mas não me desagradou. Aceitando os beijos no pescoço, comecei a fazer o mesmo, deixando beijos suaves no pescoço dele até que ele subiu e mordeu de leve minha orelha direita, algo que me fez sentir um arrepio e me deixou mais excitado do que antes. — Ei, podemos tentar outra posição? — ele sussurrou no meu ouvido, fazendo eu soltar um suspiro por causa da sensação. Não entendi direito o que ele queria, já que só fazíamos aquela posição de missionário. — O que você tem em mente? — perguntei, com a respiração meio ofegante. — Vira de costas e levanta a bunda — ele disse, se afastando um pouco para que eu fizesse isso. Sem dizer nada, me virei e fiquei de quatro. Eu sabia alguma coisa sobre essa posição, então copiei o que já tinha visto. Sabia, no esperava o que ele fez depois. Ele puxou minha roupa íntima e colocou o pau dele entre minhas nádegas.
—Ei, o que você tá fazendo! — falei meio assustado, já que era a primeira vez que sentia o pau dele tocando direto na minha pele.
—Fica tranquilo, não vou meter — ele disse, enquanto começava a se mover pra cima e pra baixo, fazendo meu medo sumir ao perceber que eu podia sentir o pau dele. Era quente, duro, e eu sentia uma coisa líquida começando a manchar minha bunda. Sentia que, de vez em quando, a ponta do pau dele roçava a entrada do meu cu, fazendo eu começar a ficar com mais calor e meu coração bater mais e mais rápido.
Comecei a pensar: "O pau dele tá quente, como será que é sentir ele dentro de mim? Como será sentir o calor dele lá dentro? Como será transar de verdade?" Minha mente, cheia de pensamentos obscenos, só queria o pau dele dentro de mim. Minha bunda pedia, e minha mente começava a ficar turva só de pensar no pau dele.
Não consegui me segurar e dei o primeiro passo.
—Espera, não vai se mexer, deixa eu tentar uma coisa — falei enquanto segurava o pau dele. O pau dele, duro e manchado com o próprio líquido pré-seminal por ter esfregado na minha bunda, era incrível. Era tão duro e estava nas minhas mãos. Eu estava segurando um pau que não era o meu.
Nesse ponto, minha cabeça já era uma bagunça. Só pensava em ele meter, em transarmos e em como aquilo me faria sentir. Será que eu não ia gostar ou será que ia adorar? Eu podia descobrir agora mesmo. Dando uns pequenos massagens no pau dele, eu o ajustei pra ponta ficar encostando na minha bunda já lubrificada com o pré-sêmen dele. Tinha certeza de que conseguiria entrar com um pouco de esforço.
Ele estava encantado, dava pra perceber só de olhar na cara dele, e isso me deixava louco. Comecei com umas empurradinhas leves. Só isso já bastava pra meu coração bater tão forte que achei que ele até podia ouvir.
As empurradinhas foram ficando mais fortes, tanto que já dava pra sentir o pau dele entrando um pouco na minha bunda. Já era um avanço. Respirei fundo e relaxei o máximo que pude pra dar uma empurrada forte dessa vez. Quase gritei. Ao sentir a ponta do pau dele já dentro de mim, doía, sim, mas eu estava paralisado naquele momento, não ousava me mexer nem um centímetro, mas ele estava disposto. Ouvi uma espécie de suspiro de satisfação, ele agarrou minha cintura e empurrou um pouco, enfiando mais um pouco do pau dele. Soltei uma espécie de gritinho misturado com gemido e, com a mão na barriga dele, o parei — Espera, ainda não se mexe, isso dói! — falei, envergonhado e desconfortável. Ele assentiu e se desculpou, mas não ficou parado, de jeito nenhum. Senti que ele tinha agarrado meu pau ereto com a mão e, com a outra, massageava um dos meus peitos — O-que você tá fazendo?! — falei, muito tenso com essas sensações. — Li um pouco, mulheres quando têm sexo anal podem relaxar se estimularem o clitóris e os peitos — disse ele, meio ofegante. Olhei meio irritado — Eu não sou mulher! Aaah — falei antes de um gemido escapar. Masturbar-se é bom, mas que façam por você era ainda melhor, por algum motivo, além de que meus mamilos pareciam ser sensíveis. E ainda por cima, tinha um pau no meu cu. Ele ficou me masturbando e brincando com meu peito e meus mamilos por um tempo, me fazendo tremer um pouco ao sentir as sensações cada vez mais fortes. Agora sentia meu cu apertando o pau do meu meio-irmão e parecia que já tinha me acostumado um pouco com o tamanho dele — Tá gostando? — perguntou com um tom excitado. Assenti com a cabeça e ele apertou meu peito e empurrou um pouco o quadril, me fazendo tremer — Fala se tá gostando — disse com um tom autoritário. Me excitei mais, ouvi-lo assim autoritário fez meu lado mais feminino começar a despertar — S-sim, tô gostando — falei quase gaguejando. Assim que terminei de falar, ele moveu o quadril para trás para tirar um pouco o pau do meu cu. A sensação de estar cheio diminuiu, mas do nada ele empurrou de novo, entrando mais fundo em mim do que antes. Me contorci um pouco, porque ele tinha esticado ainda mais meu cu em lugares que ainda não tinham se acostumado com o pau dele. Quis dizer pra ele parar, mas ele puxou de novo um pouco. Soltei um suspiro de satisfação, aquele movimento me fez tocar o céu por um segundo. Ele começou com as estocadas, primeiro lentas mas certeiras, que faziam a dor sumir aos poucos e ser substituída pelo êxtase e prazer. Parecia que a cada estocada ele entrava um pouco mais em mim, minha buceta começava a queimar com o calor que sentia lá dentro. Meus suspiros e gemidinhos estavam saindo cada vez mais seguidos. Minha posição, que antes era meio curvada pra cima, mudou pra uma que destacava mais minha bunda pra ele me comer mais fácil. De repente, as estocadas lentas pararam. Senti uma decepção, queria que ele continuasse, que fodesse meu cu mais, que não parasse. Devagar, ele começou a tirar o pau até só a ponta ficar dentro. Minha vontade de que ele continuasse aumentava, e pensar que ele ia parar começava a me dar ansiedade, haha. Queria falar, dizer "O que foi, por que parou?" talvez até perguntar "Podemos continuar?" Ou até queria implorar "por favor, mete mais, fode meu cu mais". Mas não consegui dizer nada. Antes que eu pudesse falar algo, as estocadas voltaram, dessa vez mais fortes e rápidas que antes. -Aaah ah mmm ah sim assim, mete assim aaaah- me surpreendi com o que tinha dito, porque foi algo que saiu naturalmente, mas não ficou muito na minha mente. Meus quadris, que até então estavam parados, começaram a se mover por conta própria. Meus gemidos leves se transformaram em gemidos fortes, porque quando meu meio-irmão afastava os quadris pra recuar dentro de mim e depois entrar de novo, fazia minha bunda ir com tudo contra o pau dele, aumentando a força das penetradas. Apertei os lençóis com força e, ofegante de tanto prazer, meu pau estava tão duro que começava a doer, mas não ligava muito, estava completamente imerso no prazer de ser comida pelo meu meio-irmão. -Mmmm, acho que vou gozar- ele disse com uma voz cheia de prazer, parece que minha buceta estava dando conta do recado. Bom trabalho... Posso tirar? — disse com dificuldade, já que estava quase gozando. Eu, praticamente alheio a tudo ao meu redor, mal consegui ouvi-lo. Naquele estado, se alguém entrasse no quarto, eu nem notaria. Com a baba escorrendo pelos lábios, respondi: — Não, me dá... faz dentro, me dá seu gozo. Se estivesse tranquilo naquele momento, nunca, nem que me pagassem, diria algo assim. Mas estar de quatro, com o cu sendo violado pelo meu meio-irmão, ouvindo aquele som lascivo da minha buceta batendo no pau dele, tinha feito minha mente ficar em branco. — Se é isso que você quer, vou deixar seu cu cheio do meu leite — ele disse. Isso realmente me fez sorrir. Comecei a me masturbar rápido e forte, enquanto gemia igual uma puta. Depois de mais algumas estocadas, parecia que ele ia tirar, mas parou bem na entrada, como da outra vez, com uma mudança notória que eu sentiria em seguida. Senti um tapa forte no meu cu com a barriga dele. Ele tinha empurrado o pau até o fundo de uma só vez, com toda a força. Senti como ele tinha raspado cada parte do meu rabo e como tinha chegado até onde podia dentro de mim. Soltei um grito — bem, mais que um grito, era um gemido alto. Meus quadris tremeram e meu cu apertou o pau dele ainda mais forte, involuntariamente. Parece que aquela estocada tinha tocado meu ponto G, porque logo depois meu pau soltou leite por toda a cama. Minhas costas se arquearam ainda mais e meus braços perderam a força, fazendo meu rosto bater no travesseiro, com o cu levantado e a cara pra baixo. Mesmo assim, meu meio-irmão ainda não tinha terminado, apesar de ter dito que estava perto. Ele continuou enfiando no meu rabo uma e outra vez. Talvez fosse porque eu já tinha gozado, mas estava mais sensível do que antes. No entanto, não tinha força suficiente para me afastar ou dizer algo; em vez disso, só continuei aproveitando as estocadas duras e fortes dele. Comecei a morder o travesseiro para tentar não gemer tão alto. Minha mente tinha clareado um pouco, e só então percebi que tinha estado gemendo muito alto. — Quase lá... já estou quase — ele disse. apertando o aperto das mãos nas minhas cadeiras E de repente, com uma última estocada lá dentro, soltou todo o sêmen dentro de mim Ele tinha me empurrado tanto que minha bunda começou a levantar um pouco enquanto, mesmo que de leve, eu podia sentir o sêmen quente manchando meu interior de branco Ficou assim por um minuto, onde pude relaxar um pouco, respirando fundo por todo o prazer que tinha sentido e também percebendo que tinha babado no travesseiro ao mordê-lo Ele, assim como eu, estava recuperando o fôlego e tirou devagar o pau da minha bunda, fazendo com que, ao contrário do começo onde sentia que algo me preenchia, agora sentisse que algo faltava — Isso... foi muito gostoso — falei ofegante, e ele assentiu e me deu um tapa forte na bunda — Ai, ei! — falei ao sentir que aquele tapa foi muito forte Mas ele só riu e disse — Desculpa, sua bunda dá vontade de massagear e dar tapa — Não falei nada e me sentei na cama, notando que algo estava escorrendo de dentro de mim — Merda, seu sêmen tá saindo — falei meio envergonhada — Vai tomar banho, vou limpar aqui enquanto isso e depois entro — ele disse animado Assenti e quando me levantei, ele me deu outro tapa, dessa vez não tão forte — Ei, já chega! — falei olhando meio brava — Não dá, sua bunda pede tapa aos gritos! — ele disse debochando — Vai se foder — Devo dizer que naquela época, odiava tapas na bunda, ainda mais o primeiro que ele me deu, já que tinha deixado uma marca leve, embora no futuro os tapas não me incomodassem mais, e até chegaria a gostar Tomei banho, tirei todo o sêmen que pude da minha bunda e, já limpa, voltei para o quarto, e dessa vez ele foi tomar banho. Depois de alguns minutos, saiu recém-banhado Como no começo, cada um cuidou da sua vida, mas não durou muito, porque ao fazer uma nova posição, fiquei muito curiosa para saber como seria sentir outras coisas — Ei, para a próxima... Vamos tentar algo novo? — falei sem desviar o olhar da TV E aí começou o momento em que íamos experimentar e planejar que outras coisas poderíamos tentar, começando uma Etapa cheia de luxúria, no caminho eu mudaria e adotaria vários desejos que no começo me pareceriam nojentos e que agora essas coisas me excitam como nunca. Mas essas histórias eu contarei em outro momento, muito obrigado por ler. Cuidem-se muito e se hidratem bem.

Umas fotos minhas de calcinha que eu experimentei quando não tinha ninguém em casa hehe. Só isso, se cuidem muito, amo vocês.
—Ei, o que você tá fazendo! — falei meio assustado, já que era a primeira vez que sentia o pau dele tocando direto na minha pele.
—Fica tranquilo, não vou meter — ele disse, enquanto começava a se mover pra cima e pra baixo, fazendo meu medo sumir ao perceber que eu podia sentir o pau dele. Era quente, duro, e eu sentia uma coisa líquida começando a manchar minha bunda. Sentia que, de vez em quando, a ponta do pau dele roçava a entrada do meu cu, fazendo eu começar a ficar com mais calor e meu coração bater mais e mais rápido.
Comecei a pensar: "O pau dele tá quente, como será que é sentir ele dentro de mim? Como será sentir o calor dele lá dentro? Como será transar de verdade?" Minha mente, cheia de pensamentos obscenos, só queria o pau dele dentro de mim. Minha bunda pedia, e minha mente começava a ficar turva só de pensar no pau dele.
Não consegui me segurar e dei o primeiro passo.
—Espera, não vai se mexer, deixa eu tentar uma coisa — falei enquanto segurava o pau dele. O pau dele, duro e manchado com o próprio líquido pré-seminal por ter esfregado na minha bunda, era incrível. Era tão duro e estava nas minhas mãos. Eu estava segurando um pau que não era o meu.
Nesse ponto, minha cabeça já era uma bagunça. Só pensava em ele meter, em transarmos e em como aquilo me faria sentir. Será que eu não ia gostar ou será que ia adorar? Eu podia descobrir agora mesmo. Dando uns pequenos massagens no pau dele, eu o ajustei pra ponta ficar encostando na minha bunda já lubrificada com o pré-sêmen dele. Tinha certeza de que conseguiria entrar com um pouco de esforço.
Ele estava encantado, dava pra perceber só de olhar na cara dele, e isso me deixava louco. Comecei com umas empurradinhas leves. Só isso já bastava pra meu coração bater tão forte que achei que ele até podia ouvir.
As empurradinhas foram ficando mais fortes, tanto que já dava pra sentir o pau dele entrando um pouco na minha bunda. Já era um avanço. Respirei fundo e relaxei o máximo que pude pra dar uma empurrada forte dessa vez. Quase gritei. Ao sentir a ponta do pau dele já dentro de mim, doía, sim, mas eu estava paralisado naquele momento, não ousava me mexer nem um centímetro, mas ele estava disposto. Ouvi uma espécie de suspiro de satisfação, ele agarrou minha cintura e empurrou um pouco, enfiando mais um pouco do pau dele. Soltei uma espécie de gritinho misturado com gemido e, com a mão na barriga dele, o parei — Espera, ainda não se mexe, isso dói! — falei, envergonhado e desconfortável. Ele assentiu e se desculpou, mas não ficou parado, de jeito nenhum. Senti que ele tinha agarrado meu pau ereto com a mão e, com a outra, massageava um dos meus peitos — O-que você tá fazendo?! — falei, muito tenso com essas sensações. — Li um pouco, mulheres quando têm sexo anal podem relaxar se estimularem o clitóris e os peitos — disse ele, meio ofegante. Olhei meio irritado — Eu não sou mulher! Aaah — falei antes de um gemido escapar. Masturbar-se é bom, mas que façam por você era ainda melhor, por algum motivo, além de que meus mamilos pareciam ser sensíveis. E ainda por cima, tinha um pau no meu cu. Ele ficou me masturbando e brincando com meu peito e meus mamilos por um tempo, me fazendo tremer um pouco ao sentir as sensações cada vez mais fortes. Agora sentia meu cu apertando o pau do meu meio-irmão e parecia que já tinha me acostumado um pouco com o tamanho dele — Tá gostando? — perguntou com um tom excitado. Assenti com a cabeça e ele apertou meu peito e empurrou um pouco o quadril, me fazendo tremer — Fala se tá gostando — disse com um tom autoritário. Me excitei mais, ouvi-lo assim autoritário fez meu lado mais feminino começar a despertar — S-sim, tô gostando — falei quase gaguejando. Assim que terminei de falar, ele moveu o quadril para trás para tirar um pouco o pau do meu cu. A sensação de estar cheio diminuiu, mas do nada ele empurrou de novo, entrando mais fundo em mim do que antes. Me contorci um pouco, porque ele tinha esticado ainda mais meu cu em lugares que ainda não tinham se acostumado com o pau dele. Quis dizer pra ele parar, mas ele puxou de novo um pouco. Soltei um suspiro de satisfação, aquele movimento me fez tocar o céu por um segundo. Ele começou com as estocadas, primeiro lentas mas certeiras, que faziam a dor sumir aos poucos e ser substituída pelo êxtase e prazer. Parecia que a cada estocada ele entrava um pouco mais em mim, minha buceta começava a queimar com o calor que sentia lá dentro. Meus suspiros e gemidinhos estavam saindo cada vez mais seguidos. Minha posição, que antes era meio curvada pra cima, mudou pra uma que destacava mais minha bunda pra ele me comer mais fácil. De repente, as estocadas lentas pararam. Senti uma decepção, queria que ele continuasse, que fodesse meu cu mais, que não parasse. Devagar, ele começou a tirar o pau até só a ponta ficar dentro. Minha vontade de que ele continuasse aumentava, e pensar que ele ia parar começava a me dar ansiedade, haha. Queria falar, dizer "O que foi, por que parou?" talvez até perguntar "Podemos continuar?" Ou até queria implorar "por favor, mete mais, fode meu cu mais". Mas não consegui dizer nada. Antes que eu pudesse falar algo, as estocadas voltaram, dessa vez mais fortes e rápidas que antes. -Aaah ah mmm ah sim assim, mete assim aaaah- me surpreendi com o que tinha dito, porque foi algo que saiu naturalmente, mas não ficou muito na minha mente. Meus quadris, que até então estavam parados, começaram a se mover por conta própria. Meus gemidos leves se transformaram em gemidos fortes, porque quando meu meio-irmão afastava os quadris pra recuar dentro de mim e depois entrar de novo, fazia minha bunda ir com tudo contra o pau dele, aumentando a força das penetradas. Apertei os lençóis com força e, ofegante de tanto prazer, meu pau estava tão duro que começava a doer, mas não ligava muito, estava completamente imerso no prazer de ser comida pelo meu meio-irmão. -Mmmm, acho que vou gozar- ele disse com uma voz cheia de prazer, parece que minha buceta estava dando conta do recado. Bom trabalho... Posso tirar? — disse com dificuldade, já que estava quase gozando. Eu, praticamente alheio a tudo ao meu redor, mal consegui ouvi-lo. Naquele estado, se alguém entrasse no quarto, eu nem notaria. Com a baba escorrendo pelos lábios, respondi: — Não, me dá... faz dentro, me dá seu gozo. Se estivesse tranquilo naquele momento, nunca, nem que me pagassem, diria algo assim. Mas estar de quatro, com o cu sendo violado pelo meu meio-irmão, ouvindo aquele som lascivo da minha buceta batendo no pau dele, tinha feito minha mente ficar em branco. — Se é isso que você quer, vou deixar seu cu cheio do meu leite — ele disse. Isso realmente me fez sorrir. Comecei a me masturbar rápido e forte, enquanto gemia igual uma puta. Depois de mais algumas estocadas, parecia que ele ia tirar, mas parou bem na entrada, como da outra vez, com uma mudança notória que eu sentiria em seguida. Senti um tapa forte no meu cu com a barriga dele. Ele tinha empurrado o pau até o fundo de uma só vez, com toda a força. Senti como ele tinha raspado cada parte do meu rabo e como tinha chegado até onde podia dentro de mim. Soltei um grito — bem, mais que um grito, era um gemido alto. Meus quadris tremeram e meu cu apertou o pau dele ainda mais forte, involuntariamente. Parece que aquela estocada tinha tocado meu ponto G, porque logo depois meu pau soltou leite por toda a cama. Minhas costas se arquearam ainda mais e meus braços perderam a força, fazendo meu rosto bater no travesseiro, com o cu levantado e a cara pra baixo. Mesmo assim, meu meio-irmão ainda não tinha terminado, apesar de ter dito que estava perto. Ele continuou enfiando no meu rabo uma e outra vez. Talvez fosse porque eu já tinha gozado, mas estava mais sensível do que antes. No entanto, não tinha força suficiente para me afastar ou dizer algo; em vez disso, só continuei aproveitando as estocadas duras e fortes dele. Comecei a morder o travesseiro para tentar não gemer tão alto. Minha mente tinha clareado um pouco, e só então percebi que tinha estado gemendo muito alto. — Quase lá... já estou quase — ele disse. apertando o aperto das mãos nas minhas cadeiras E de repente, com uma última estocada lá dentro, soltou todo o sêmen dentro de mim Ele tinha me empurrado tanto que minha bunda começou a levantar um pouco enquanto, mesmo que de leve, eu podia sentir o sêmen quente manchando meu interior de branco Ficou assim por um minuto, onde pude relaxar um pouco, respirando fundo por todo o prazer que tinha sentido e também percebendo que tinha babado no travesseiro ao mordê-lo Ele, assim como eu, estava recuperando o fôlego e tirou devagar o pau da minha bunda, fazendo com que, ao contrário do começo onde sentia que algo me preenchia, agora sentisse que algo faltava — Isso... foi muito gostoso — falei ofegante, e ele assentiu e me deu um tapa forte na bunda — Ai, ei! — falei ao sentir que aquele tapa foi muito forte Mas ele só riu e disse — Desculpa, sua bunda dá vontade de massagear e dar tapa — Não falei nada e me sentei na cama, notando que algo estava escorrendo de dentro de mim — Merda, seu sêmen tá saindo — falei meio envergonhada — Vai tomar banho, vou limpar aqui enquanto isso e depois entro — ele disse animado Assenti e quando me levantei, ele me deu outro tapa, dessa vez não tão forte — Ei, já chega! — falei olhando meio brava — Não dá, sua bunda pede tapa aos gritos! — ele disse debochando — Vai se foder — Devo dizer que naquela época, odiava tapas na bunda, ainda mais o primeiro que ele me deu, já que tinha deixado uma marca leve, embora no futuro os tapas não me incomodassem mais, e até chegaria a gostar Tomei banho, tirei todo o sêmen que pude da minha bunda e, já limpa, voltei para o quarto, e dessa vez ele foi tomar banho. Depois de alguns minutos, saiu recém-banhado Como no começo, cada um cuidou da sua vida, mas não durou muito, porque ao fazer uma nova posição, fiquei muito curiosa para saber como seria sentir outras coisas — Ei, para a próxima... Vamos tentar algo novo? — falei sem desviar o olhar da TV E aí começou o momento em que íamos experimentar e planejar que outras coisas poderíamos tentar, começando uma Etapa cheia de luxúria, no caminho eu mudaria e adotaria vários desejos que no começo me pareceriam nojentos e que agora essas coisas me excitam como nunca. Mas essas histórias eu contarei em outro momento, muito obrigado por ler. Cuidem-se muito e se hidratem bem.


Umas fotos minhas de calcinha que eu experimentei quando não tinha ninguém em casa hehe. Só isso, se cuidem muito, amo vocês.
4 comentários - Meu Meio-Irmão e Eu 2