Meu Meio-Irmão e Eu 2

Sim, lembro que nos falaram que íamos viajar e como preparei minhas coisas, feliz por viajar e ter momentos divertidos. No dia seguinte, a gente viajou pra outro estado do meu país, fomos ao zoológico, museus e parques, tudo muito divertido. Mas a melhor parte foi quando a noite caiu. A gente tava numa hospedagem, um quarto com duas camas, onde eu e meu meio-irmão estávamos, enquanto meu pai e minha madrasta ficaram em outro quarto ao lado. A gente tava descansando do dia cansativo, tanto eu quanto meu meio-irmão estávamos na nossa, sem nos falar ou algo assim. Eu tava no celular e ele vendo TV, até que meu pai abriu a porta entrando junto com minha madrasta. — Gente, vamo comer — disse meu pai. Mas o dia agitado e a comodidade da cama fizeram eu não ter vontade de ir, então recusei. — Desculpa, tô cansado. Posso ficar? — falei do jeito mais convincente possível. — Tá bom, a gente traz sua comida então. E você, quer ir? — perguntaram pro meu meio-irmão. Acho que foi um pressentimento, mas senti que ele me deu um olhar cheio de tesão antes de responder que também ia ficar. Sem falar muito, só que voltariam em uma hora ou mais, eles foram embora fechando a porta. Algo tinha mudado, mesmo que nenhum de nós dois tivesse se mexido ou falado, sem dúvida dava pra sentir uma sensação estranha no ar. Senti meu coração começar a bater forte e o calor do meu corpo aumentar. Talvez meu corpo soubesse o que queria, já fazia umas duas semanas mais ou menos desde a última vez que a gente tinha transado, porque meus pais ou minhas meias-irmãs sempre estavam em casa (era óbvio, já que a gente tava de férias). Senti meu pau começar a endurecer um pouco ao ter um pensamento sujo tão rápido quanto um piscar de olhos, mas quente o suficiente pra me deixar excitado. Já nem tava mais consciente do que tava ao meu redor, só via meu meio-irmão pelo canto do olho, notando que tinha um volume na calça dele. Meu Meus pensamentos se calaram quando ouvi pela primeira vez a voz do meu meio-irmão falar naquele silêncio — Será que já foram? — perguntou ele, levantando da cama e olhando pela janela, já que estávamos no terceiro andar. — Não sei — levantei também, olhando pela janela e vendo nossos pais sumirem ao virar a esquina. — Então já foram. — Alguns segundos de silêncio se seguiram. — Ei, já que não estão, vamos fazer? — disse ele rapidamente. Não falei nada antes de sorrir sem perceber e balançar a cabeça em concordância. Não houve troca de palavras nem nada do tipo, mas era como se já soubéssemos o que fazer. Comecei a tirar a roupa, exceto pela cueca. — Na minha cama ou na sua? — perguntou ele, já de cueca, deixando à mostra aquele volume que eu estava ansioso pra sentir se esfregando em mim. — Na minha — respondi, deitando na minha cama, pronto e sabendo qual era meu papel nisso tudo, abrindo as pernas como de costume. Como sempre, ele me olhou por um momento e se acomodou entre minhas pernas, começando a empurrar o pau contra minha bunda por cima da cueca. Era sempre a mesma coisa, mas pra mim era exatamente o que eu queria com toda vontade. Mesmo assim, dessa vez as coisas seriam um pouco diferentes. Enquanto mexia os quadris, ele se aproximou mais de mim e, sem que eu esperasse, senti ele começar a me dar beijos no pescoço. Era a primeira vez que ele fazia algo além do que já fazíamos, mas não me desagradou. Aceitando os beijos no pescoço, comecei a fazer o mesmo, deixando beijos suaves no pescoço dele, até que ele subiu e mordeu de leve minha orelha direita — algo que me fez sentir um arrepio e me deixou mais excitado do que antes. — Ei, podemos tentar outra posição? — ele sussurrou no meu ouvido, fazendo eu soltar um suspiro com a sensação. Não entendi direito o que ele queria, já que só fazíamos essa posição de missionário. — O que você tem em mente? — perguntei, com a respiração meio ofegante. — Vira de costas e levanta a bunda — ele disse, se afastando um pouco pra eu fazer. Sem dizer nada, me virei e fiquei de quatro. Sabia alguma coisa sobre essa posição, então copiei o que já tinha visto. Sabia, no entanto, não esperava o que ele fez depois. Ele puxou minha cueca pra baixo e colocou o pau dele entre minhas nádegas.

— Ei, o que você tá fazendo? — falei meio assustado, já que era a primeira vez que sentia o pau dele tocando direto na minha pele.

— Calma, não vou meter — ele disse, enquanto começava a se mover pra cima e pra baixo, fazendo meu medo sumir quando percebi que podia sentir o pau dele. Era quente, duro, e eu sentia uma coisa líquida começando a sujar minha bunda.

Sentia que, de vez em quando, a ponta do pau dele roçava a entrada do meu cu, fazendo eu começar a ficar com mais calafrios e meu coração bater mais e mais rápido. Comecei a pensar: "O pau dele tá quente, como será que é sentir ele dentro de mim? Como será sentir o calor dele no meu interior? Como será que a gente transe de verdade?"

Minha mente, cheia de pensamentos obscenos, só queria o pau dele dentro de mim. Minha bunda pedia, e minha mente começava a ficar turva só de pensar no pau dele. Não consegui me segurar e dei o primeiro passo.

— Espera, não vai se mexer, deixa eu tentar uma coisa — falei enquanto pegava o pau dele.

O pau dele, duro e manchado com o próprio líquido pré-seminal por ter esfregado na minha bunda, era incrível. Era tão duro e estava nas minhas mãos. Eu tava segurando um pau que não era o meu.

Nesse ponto, minha cabeça já era uma bagunça. Só pensava em ele meter, em a gente transar e como aquilo me faria sentir. Será que eu não ia gostar ou talvez fosse amar? Podia provar agora mesmo. Dando uns pequenos amassos no pau dele, eu posicionei pra ponta ficar encostando na minha bunda já lubrificada com o pré-gozo dele. Tinha certeza que ia entrar com um pouco de esforço.

Ele tava encantado, dava pra ver só de olhar na cara dele, e isso me deixava louco. Comecei com umas empurradas leves, só isso já bastava pra meu coração bater tão forte que achei que ele até podia ouvir.

As empurradas leves foram ficando mais fortes, tanto que já dava pra sentir o pau dele entrando um pouco na minha bunda. Já era um avanço. Respirei fundo e relaxei o máximo que pude pra dar uma empurrada forte dessa vez. Quase gritei. ao sentir como a ponta do pau dele já estava dentro de mim. Doía, sim, mas eu estava paralisado naquele momento, não ousava me mexer nem um centímetro, mas ele estava disposto. Ouvi uma espécie de suspiro de satisfação, ele agarrou minha cintura e empurrou um pouco, enfiando mais um pouco do pau dele. Soltei uma espécie de gritinho misturado com gemido e, com a mão na barriga dele, o parei — espera, ainda não se mexe, isso dói! — falei, envergonhado e desconfortável. Ele assentiu e se desculpou, mas não ficou parado, de jeito nenhum. Senti que ele tinha agarrado meu pau ereto com a mão e, com a outra, massageava um dos meus peitos — O que cê tá fazendo?! — falei, muito tenso com essas sensações. — Li um pouco, as mulheres quando têm sexo anal podem relaxar se estimularem o clitóris e os peitos — disse ele, meio ofegante. Olhei meio puto pra ele — Eu não sou mulher! Aaah — falei antes de soltar uma espécie de gemido. Bater uma é bom, mas os outros fazerem por você era ainda melhor, por algum motivo, além de que meus mamilos pareciam ser bem sensíveis. E ainda por cima, tinha um pau no meu cu. Ele ficou me masturbando e brincando com meu peito e meus mamilos por um tempo, me fazendo tremer um pouco ao sentir as sensações cada vez mais fortes. Agora sentia meu cu apertando o pau do meu meio-irmão e parecia que já tinha me acostumado um pouco com o tamanho dele — Tá gostando? — perguntou com um tom excitado. Assenti com a cabeça e ele apertou meu peito e empurrou um pouco o quadril, me fazendo tremer — Fala se cê gosta — disse com um tom autoritário. Me excitei mais, ouvir ele assim autoritário fez meu lado mais feminino começar a despertar — S-sim, tô gostando — falei quase gaguejando. Assim que terminei de falar, ele moveu o quadril pra trás pra tirar um pouco o pau do meu cu. A sensação de estar cheio diminuiu, mas do nada ele empurrou de novo, entrando mais fundo em mim do que antes. Me contorci um pouco porque ele tinha esticado ainda mais meu cu em lugares que ainda não tinham se acostumado com o pau dele. Eu queria mandar ele parar, mas ele puxou um pouco de novo. Soltei um suspiro de satisfação, aquele movimento me fez tocar o céu por um segundo. Ele começou as estocadas, primeiro lentas, mas certeiras, que faziam a dor sumir aos poucos e dar lugar ao êxtase e ao prazer. Parecia que a cada estocada ele entrava mais fundo em mim, minha buceta começava a queimar com o calor que sentia lá dentro. Meus suspiros e gemidinhos estavam saindo cada vez mais. Minha posição, que antes era meio curvada pra cima, mudou pra uma que destacava mais minha raba, pra ele me comer mais fácil. De repente, as estocadas lentas pararam. Senti uma ponta de decepção, queria que ele continuasse, que fodesse minha buceta mais, que não parasse. Devagar, ele começou a tirar o pau até só a ponta ficar dentro. Minha vontade de que ele continuasse só aumentava, e pensar que ele ia parar começou a me dar ansiedade, haha. Queria falar, perguntar "O que foi, por que parou?" talvez até "A gente pode continuar?" Ou até implorar "por favor, mete mais, fode minha buceta mais". Mas não consegui dizer nada. Antes que eu pudesse falar algo, as estocadas voltaram, dessa vez mais fortes e rápidas do que antes. - aaah ah mmm ah sim, assim, mete assim aaaah - me surpreendi com o que tinha dito, porque saiu naturalmente, mas não ficou muito na minha cabeça. Meus quadris, que até então estavam parados, começaram a se mover por conta própria. Meus gemidos leves viraram gemidos altos, porque quando meu meio-irmão afastava os quadris pra recuar dentro de mim e depois se enfiar de novo, fazia minha bunda ir com tudo contra o pau dele, aumentando a força das penetradas. Apertei os lençóis com força, ofegando de tanto prazer. Meu pau estava tão duro que começava a doer, mas não ligava muito, estava completamente imerso no prazer de ser comido pelo meu meio-irmão. - mmmm, acho que vou gozar - ele disse com uma voz cheia de prazer, parece que minha buceta estava dando conta do recado. Bom trabalho… Posso tirar? — disse com dificuldade, já que estava quase gozando. Eu, praticamente alheio a tudo ao meu redor, mal consegui ouvi-lo. Naquele estado, se alguém entrasse no quarto, eu nem notaria. Com a baba escorrendo pelos lábios, respondi: — Não, me dá… faz dentro, me dá seu gozo. Se eu estivesse tranquilo naquele momento, nunca, nem que me pagassem, diria algo assim. Mas estar de quatro, com a buceta sendo arrombada pelo meu meio-irmão, ouvindo aquele som lascivo da minha bunda batendo no pau dele, tinha feito minha mente ficar em branco. — Se é isso que você quer, vou deixar seu cu cheio do meu leite — ele disse. Aquilo realmente me fez sorrir. Comecei a me masturbar rápido e forte, gemendo igual uma puta. Depois de mais algumas estocadas, parecia que ele ia tirar, mas parou bem na entrada, como da outra vez, com uma mudança notória que eu sentiria em seguida. Senti um tapa forte na minha bunda com a barriga dele. Ele tinha empurrado o pau até o fundo de uma só vez, com toda a força. Senti como se tivesse raspado cada parte do meu cu e chegado até onde podia dentro de mim. Soltei um grito — bom, mais que grito, era um gemido alto. Meus quadris tremeram e minha bunda apertou o pau dele ainda mais forte, involuntariamente. Parece que aquela estocada tinha acertado meu ponto G, porque logo em seguida meu pau jorrou leite por toda a cama. Minhas costas se arquearam ainda mais e meus braços perderam a força, fazendo meu rosto bater no travesseiro, com a bunda pra cima e a cara pra baixo. Mesmo assim, meu meio-irmão ainda não tinha terminado, apesar de ter dito que estava perto. Ele continuou enfiando no meu cu uma vez atrás da outra. Talvez fosse porque eu já tinha gozado, mas estava mais sensível do que antes. Só que não tinha força suficiente para me afastar ou falar algo. Em vez disso, continuei aproveitando as estocadas duras e fortes dele. Comecei a morder o travesseiro para tentar não gemer tão alto. Minha mente tinha clareado um pouco e só então percebi que estava gemendo muito forte. — Quase lá… já estou quase — ele disse. apertando seu aperto nos meus quadris E de repente, com uma última estocada lá dentro, soltou todo o sêmen dentro de mim Ele tinha me empurrado tanto que minha bunda começou a se levantar um pouco enquanto, mesmo que de leve, eu podia sentir o sêmen quente manchando meu interior de branco Ficou assim por um minuto, onde pude relaxar um pouco, respirando fundo por todo o prazer que tinha sentido e também notando que tinha babado no travesseiro ao mordê-lo Ele, assim como eu, estava recuperando o fôlego e tirou devagar o pau da minha bunda, fazendo com que, ao contrário do começo, onde sentia que algo me preenchia, agora sentisse que algo faltava — isso... foi muito gostoso — falei ofegante, e ele assentiu e me deu um tapa forte na bunda — Ai, ei! — falei ao sentir que aquele tapa foi muito forte Mas ele só riu e disse — desculpa, sua bunda dá vontade de massagear e dar tapa — Não falei nada e me sentei na cama, notando que algo estava escorrendo de dentro de mim — merda, seu sêmen tá saindo — falei meio envergonhada — vai tomar banho, vou limpar aqui enquanto isso e depois entro — ele disse animado Assenti e quando me levantei, ele me deu outro tapa, dessa vez não tão forte — Ei, já chega! — falei olhando meio brava — Não consigo, sua bunda pede tapa aos gritos! — ele disse debochado — vai se foder Devo dizer que naquela época, odiava tapas na bunda, ainda mais o primeiro que ele me deu, já que tinha deixado uma marca leve, embora no futuro não me incomodasse mais, e até chegasse a gostar Tomei banho, tirei todo o sêmen que pude da minha bunda e, já limpa, voltei para o quarto, e dessa vez ele foi tomar banho, depois de alguns minutos saiu recém-banhado Como no começo, cada um cuidou da sua vida, embora não tenha durado muito, já que ao fazer uma nova posição, fiquei muito curiosa para saber como seria sentir outras coisas — ei, para a próxima... vamos tentar algo novo? — falei sem desviar o olhar da TV E aí começou o momento em que íamos experimentar e planejar que outras coisas poderíamos tentar, começando uma Etapa cheia de luxúria, no caminho eu mudaria e adotaria vários desejos que no começo me pareceriam nojentos e que agora essas coisas me excitam como nunca. Mas essas histórias eu contarei em outro momento, muito obrigado por ler. Cuidem-se muito e se hidratem bem.Meu Meio-Irmão e Eu 2
Here are the translations

**Op
sexo gayUmas fotos minhas de calcinha, que eu vesti quando não tinha ninguém em casa hehe. Só isso, se cuidem muito, amo vocês.

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