Sorpresas te da la vida. (Segunda parte)

Bem-vindos ao post A vida te dá umas surpresas, né? (Parte 2)Sorpresas te da la vida. (Segunda parte)Prólogo.

Minha sogra sempre foi uma pessoa muito importante. Não só porque gerou minha namorada, mas também porque, como boa professora, exercia a docência de uma maneira inovadora. Comigo, aplicou o ensino sempre que pôde. Colocando todo seu corpo, alma, vida e coração. Como boa professora de literatura, soube ser a fonte e a guia para meu poema mais erótico até agora, chamado "Lembranças de uma Noite de Verão", que é uma sequência dessas duas partes e foi escrito antes delas. Se por curiosidade quiserem depois procurar e ler, podem encontrar neste link.
http://www.poringa.net/posts/relatos/2376036/Recuerdos-de-una-noche-de-verano.htmlAgora sim. Aqui vai a continuação dehttp://www.poringa.net/posts/relatos/5237125/La-vida-te-da-sorpresas.htmlAquela noite, a mãe da minha namorada não ia facilitar nada pra mim, depois de nos pegar com a filha dela no jantar, transando vestidos, enquanto ela assistia TV a poucos metros na sala.

Depois que minha namorada escapou pro quarto, acho que de vergonha, me deixou com o pau à vista da minha sogra. Enquanto eu tentava guardá-lo dentro da calça — missão impossível, porque meu pau estava tão empinado que, junto com os nervos da situação, não tive os resultados esperados. Se quiserem ler depois, o link tá mais acima.

Tudo isso provocou, de certa forma, a excitação dela, que acabou se ajoelhando na minha frente pra me dar mais uma de suas aulas magistrais.

As mordidinhas leves na glande só deixavam meu pau ainda mais venoso. Ainda lembro das minhas bolas, maiores que o normal. Lembro do jeito que ela enfiava meu pau inteiro na boca. Abria só os lábios e ia devorando, primeiro a glande, depois subindo e engolindo o tronco como uma sucuri. Mesmo me fazendo chorar com aquela mamada, notei que ela não parecia confortável. Estava tensa, apesar da cara de pau de fazer um oral no hall de entrada de uma casa de família.

Eu, excitado, pego sua cabeça com as mãos e tento levar a boca dela até a base do meu pau. Ela não gosta nada e diz: "Para, neném, aqui a professora sou eu." Me indica pra me jogar pra trás, deitar de costas no chão. Aí eu, olhando pro teto, sinto ela abaixar minha calça até os joelhos, arrumar não sei o quê, e a boca dela volta a dominar meu pau.

Olhando pro teto, vejo a boca dela subindo e descendo no meu tronco, enquanto ouço ela cuspir saliva na minha glande. Deusssss, digo, enquanto a safada me chupa de um jeito pouco comum, mas muito gratificante. Sinto uma das mãos dela massageando minhas bolas inchadas, enquanto a outra segura meu prepúcio. pra baixo para que minha glande fique totalmente exposta à sua boca, língua e dentes. Exatamente, o que mais me excita na boca dela não são só os lábios e a língua esfregando no meu pau, mas também como os dentes dela, ao subir, roçam toda a pele venosa e molhada do meu pau e da glande, sem me machucar. Meus gemidos ficam cada vez mais altos enquanto sinto minhas bolas agora dentro da boca dela e sua mão sobe e desce a pele do meu pau. Me apoio nos cotovelos no chão para observar a cena. Lá está minha sogra, me dando um boquete antológico, com minhas bolas dentro da boca e o polegar e indicador acariciando meu frênulo. Agulhadas elétricas estão percorrendo meu cérebro, o gozo está borbulhando nas minhas bolas. Quando vejo que ao lado dela, bem ao lado dos joelhos dela no chão, tem algo que não consigo identificar no momento, mas aos poucos vou percebendo o que é. A safada, para me dar o máximo prazer, tinha tirado a dentadura completa e estava me dando toda a cavidade bucal dela sem medo de me machucar. Isso, em vez de me broxar, me excitou ainda mais, então pego a cabeça dela com as mãos e pressiono para que toda a boca dela engula meu pau até a base. Ela se deixa levar e só dá uns pequenos engasgos quando minha glande roça a campainha dela. Posso dizer que a sensação da minha glande atravessando a garganta, as amígdalas dela, enquanto a língua estendida roçava meu pau e minhas bolas, me provocou a gozada mais feroz da minha vida. Ela, enquanto isso, engolia meu leite como podia, que saía em quantidade considerável depois de tanta excitação contida.
Ainda lembro dela não deixar uma gota de porra perdida. O que não foi engolido, ela passava nos dedos e esfregava como creme no rosto ou nos peitos.
Ela me diz, ainda sem colocar a dentadura: - Lecherito, você me deve uma, na próxima, você me faz gozar.

A cena da minha sogra, ajoelhada aos meus pés, chupando meu pau, com a bunda empinada e os peitos enormes e duros, mas pela posição, quase tocando o chão, é uma imagem que nunca vou esquecer. Já foi motivo até de punheta solitária quando lembro dela.
Obviamente, depois tive que pagar a dívida...
gostosaEspero que tenham gostado. Valeu pela visita!!!!

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